[One-Post - Difícil] Sexy Chica - Sieghart Pallen Wahnsinn

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[One-Post - Difícil] Sexy Chica - Sieghart Pallen Wahnsinn

Mensagem por Sandman em Seg Fev 19, 2018 8:23 am

Sexy Chica
Poderia estar inverno, mas o calor do corpo humano estava sempre presente, certo? Os bailes, boates e bares não paravam, sempre cheio de pessoas bonitas e de corpos voluptuosos, dançando de formas provocantes e, naquela noite, Sieghart decidira ir a uma boate onde, para sua surpresa, uma belíssima mulher de fios negros e penetrantes olhos azuis gravava um clipe musical. Electra Duval, de origem inglesa, mas descendente de latinos, era uma criatura da natureza que provocava excitação por onde passavam, e foi impossível para Wahnsinn não notar ela e, surpreendendo-o, assim que terminou a última tomada de seu videoclipe, a moça vai até o jovem, tomando um gole de Bloody Mary.

— Vem sempre por aqui? — Ela piscou para o jovem e, depois disso, foi só festa.

A noite rolou às mil maravilhas e, quando menos se esperava, os dois já estavam na mansão chique e enorme da cantora, onde eles já se beijavam como loucos. Eis que, no quarto do casal de jovens excitados, ele sente uma formação estranha nas costas da mulher, como se houvessem espinhos na sua coluna. E, de repente, a mulher se transforma numa coisa feia e deformada, com enormes dentes e olhos vermelhos.

— Eu irei comê-lo vivo hoje! — Geme ela, excitada, sentada em cima do corpo do moreno, fincando suas garras no peito do jovem, ferindo-o levemente.

Logo atrás da mulher, duas outras iguais a ela saem, sorrindo e nuas, prontas para se banquetear com o desatento e poderoso rapaz.


informações

1. Você tem sete dias para postar na missão, sendo o prazo dela dia 13/03.
2. Terá de ir à casa da mulher em algum momento, onde lá ela revela sua verdadeira forma e apresenta as suas agradáveis irmãs.
3. São três súcubos, trigêmeas e prontas para devorá-lo no primeiro deslize.
4. Use seus poderes à vontade. Ponha-os em spoiler abaixo do template.
5. Segue imagens da verdadeira forma delas, antes e depois da transformação: Antes, Depois.
6. Terá de mata-las para poder ir embora.
7. Seus poderes são: força, resistência e agilidade sobre-humanas, absorção de vitalidade – através de sexo/sangue –, regeneração – somente através do sexo/sangue.
8. Boa sorte e use camisinha!


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Re: [One-Post - Difícil] Sexy Chica - Sieghart Pallen Wahnsinn

Mensagem por Sieghart Pallen Wahnsinn em Sab Mar 10, 2018 9:09 pm


Sometimes to stay alive you gotta kill your mind.

Acordei no susto. Não lembrava o que sonhara. O relógio do meu celular marcava meia-noite e eu não sentia mais um pingo de sono. Pensei comigo mesmo: "Devo sair?", e num piscar de olhos, já vestia um blazer com uma blusa branca por baixo. Me olhei no espelho uma última vez. Aparência legal, até. Passei muito perfume. Talvez essa noite fosse legal. No canto do quarto, achei um guarda-chuva preto, e achei melhor pegá-lo, pois o tempo parecia fechado. Olhei uma última vez no espelho até me tocar que não sabia quem era o dono da casa onde eu estava, então tratei de sair pela janela o mais rápido possível. Somente depois de pular, inclusive, me toquei que estava num quinto andar de um apartamento, mas usei o mimetismo aéreo para retardar a queda, e aproveitei para abrir o guarda-chuva e fazer um cosplay da Mary Poppins até o chão. Pequenos prazeres da vida.

Andei sem rumo, utilizando o guarda-chuva como bengala, me divertindo sozinho na rua, até que esbarrei em uma forma grande e dura na calçada. Parecendo uma rocha de terno, o segurança virou pra mim, me olhando como se fosse me esmagar até me reduzir a uma versão bidimensional minha, como em desenhos animados. Levantei as mãos em paz e virei pra trás, fazendo o caminho inverso, caminhando apressado, com medo de virar saco de pancada. Dobrei na rua para sair do campo de visão dele, mas logo após dobrar a esquina, senti algo no meu peito. Uma curiosidade imensa. Acho que nunca me sentira tão curioso na vida como estava naquele momento. O que aquela pessoa tão grande estaria guardando? Seria uma festa especial naquela boate? Uma orgia gigantesca? Políticos festejando como animais longe dos olhos da sociedade? Fiquei invisível, dei meia-volta e atravessei porta adentro.

A música era alta ali. Andei pouco até ver todas as câmeras e aparelhos de som. Uma gravação de videoclipe. Que sorte a minha. Electra Duval. Ícone pop, com sangue latino. Senti algo pulsar forte no meu corpo, e tive de me aproximar mais, só para ver de perto se estava tudo bem. A gravação já parecia estar chegando ao fim, de qualquer forma. Ao ouvir "Corta", imediatamente senti os olhos da moça sobre mim. Sorri de canto para ela. Fácil assim? Vi ela vindo com um bloody mary em minha direção.

-Vem sempre por aqui? - ela piscou pra mim e quando vi, já estávamos nos beijando.

Não era o melhor beijo da minha vida, mas era carregado de muito desejo. A propósito, acredito que hajam dois tipos de beijos: beijos de afeto e beijos de desejo. Beijos de afeto se dá em qualquer pessoa por quem se sinta algo grande, sejam amigos, primos, ou até o amor da sua vida, não passa de uma demonstração de carinho, como beijos na bochecha, mas na boca. Na outra mão, temos os beijos de desejo, que se dá em pessoas que podem ser conhecidas ou não, quando as duas pessoas sentem um desejo carnal uma pela outra. Comum em boates, festas, ou até com o amor da sua vida, como uma faísca diante do barril de pólvora que é o tesão dentro do seu corpo, que fica cada vez mais próximo de explodir. Posso beijar qualquer pessoa que consiga classificar em um dos dois tipos, e se não puder classificar, não a beijarei. Beijos são superestimados na sociedade atual.

-Quer dar uma volta, bonitão? - ela me perguntou, se direcionando para fora da boate. Sorri meio torto por medo de ser reconhecido pelo segurança. Ela me ofereceu um gole do drink e eu me senti confiante

-Muchas gracias, muchacha - lhe disse, olhando nos olhos azuis.

Entrei numa limousine e fui parar na enorme mansão da senhorita Duval. O motorista foi embora. Então lá estávamos nós. Nós e aquela mansão imensa. Nós e aquele tesão imenso. Pensava em todos os lugares onde poderíamos transar. Fui arrastado para um quarto, onde, entre beijos cada vez mais selvagens, nos deitamos numa cama e ela ficou por cima de mim. A tinha nas mãos. Passei a mão pelas costas dela em busca de um sutiã para desabotoar, mas ao invés disso encontrei uma textura peculiar, rígida, ali. Antes que eu pudesse perguntar se ela fazia fotodepilação na "não + pelo", notei algo estranho no rosto da garota. O pitelzinho que eu beijava mais cedo sempre teve esses olhos vermelhos e esses dentes afiados e tortos?

-Vou comê-lo vivo hoje! - Gemeu ela, excitada, sentada em cima do meu corpo, fincando garras no meu peito, ferindo-me levemente. Outras duas, igualmente feiosas e monstrengas surgiram atrás de Electra. Aliás, esse provavelmente nem era o nome dela. Daí em diante, todo meu tesão se transformou em adrenalina.

Tentei às pressas levantar da cama, mas ela estava por cima de mim. Agilmente, as outras duas irmãs seguraram meus braços, uma de cada lado, nuas. As mãos eram de força desumana, e machucavam meus pobres bracinhos que se contorciam na tentativa de me libertar. As três abriram as bocas juntas, e ali seria meu fim.

Seria meu fim, claro, se eu não pudesse me tornar intangível.

As três bocas passaram direto por mim, uma em cada braço e a outra, de Electra, direto pela minha jugular. Logo em seguida, as três levantaram os rostos e se olharam confusas. Sorri e me tornei invisível e completamente intangível, me libertando das três e correndo porta afora, em busca de organizar meus pensamentos e esfriar a cabeça. Desci as escadas levitando para não fazer barulho, indo em direção à cozinha, em busca de montar uma armadilha. Tentei não me focar nas palavras que saíam do quarto.

-HAHAHA! VOCÊ QUER BRINCAR DE ESCONDE-ESCONDE? NINGUÉM SE ESCONDE DA GENTE PRA SEMPRE! MENINAS, SIGAM O CHEIRO DELE!

Comecei a suar frio. Onde havia me metido? Por que passara tanto perfume antes de sair? O que, em nome de tudo que existem, eram aquelas meninas? Nunca achei que ser perseguido por mulheres nuas fosse ser desse jeito. Encontrei a cozinha na casa enorme e imediatamente tirei todas as facas do faqueiro e as coloquei em cima do balcão da pia. O fiz visível e tangível para que pudesse fazer mais rápido. As facas pareciam bem afiadas, mas não saíam com tanta facilidade. Para quem rasgava a carne com os próprios dentes, talvez não fosse muito utilizado.

Antes que terminasse (era um faqueiro consideravelmente diversificado), ouvi a voz de uma do lado de fora da cozinha. Congelei e me misturei no ar. Um segundo após, vi o monstro entrar na cozinha, farejando meu rastro. Olhos vermelhos, dentes enormes de animal. Costas pontiagudas. Quis passar a mão para ver se doía mesmo. Ela não chamou suas irmãs. Provavelmente queria me comer sozinho, e não desistiria disso fácil. Meu cheiro empestava a cozinha e ela saberia se eu saísse. Cruzou os braços e sussurrou algo como "Você não pode se esconder pra sempre.... Que bobagem. Claro que eu podia. Ou não. Uma hora ia precisar comer e beber água e não dá pra se fazer essas coisas usando a maioria dos meus poderes. Droga. Precisava matá-las. Aquele momento seria perfeito, inclusive, mas não são as circunstâncias ideais. Sou fraco demais, no máximo conseguiria a deixar irritada, e pela força que fora eu segurado mais cedo, certamente não ganharia no mano a mano. Empoderamento feminino.

Em um dado momento, talvez estrategicamente, ela se sentou e ficou esperando. De costas para o balcão, meio irritada. Analisei toda a fisionomia dela. Tracei um plano. Invisível e com passos de gato, pegaria a faca mais afiada e, pelas costas dela, cravaria a arma branca direto na nuca do demônio, parte que aparentemente era mais frágil que as demais, por ter espinhos muito menores e menos frequentes. As facas eram bem afiadas. Tinha tudo para dar certo. Pus em prática.

Fui invisível até o balcão, peguei a maior faca ali e me pus como um assassino de filme de terror, segurando a faca nas costas dela, pronto para apunhalá-la. Mas eu vou te dizer uma coisa: estava fácil demais. No momento em que fui dar meu único golpe certeiro, eu ouvi "YMCA" tocar no volume máximo no meu bolso. A megera se virou de uma vez e eu forcei a faca direto no olho, com toda a força que consegui. Ela ficou imóvel na minha frente, mas com um sorriso de canto. Olhei pra baixo e vi as garras cravadas na minha coxa. Não senti dor pela adrenalina. Soltei a faca e a criatura tombou a cabeça para trás, enquanto eu botava força para tirar a mão dela de mim. Um volume de sangue escorria e eu achei melhor tentar conter o sangramento, ou isso poderia me denunciar ainda mais.

Lavei e sequei o machucado que mais parecia que eu tinha tomado quatro tiros rasos na perna. Cobri com gaze e esparadrapo que achei numa gaveta e fui mancando até o lado de fora, para o hall. Não poderia mais usar a estratégia na cozinha. Precisava abrir as janelas. Dessa forma, poderia criar correntes muito fortes de vento e facilmente me defender sem luta física. Olhei meu celular pra ver quem fora o culpado disso tudo. Na primeira notificação lia-se: "Chamada perdida de Eilown". Revirei os olhos, coloquei no silencioso e manquei abrindo todas as janelas que vi pela frente.

Indo pro fundo, acabei casualmente encontrando o quintal da casa. Será se elas tinham cachorro? O lugar estava totalmente escuro. Forçando a vista, vi duas correntes grossas de metal. Seria um pitbull? Puxei o celular e usei a lanterna para iluminar o local. Então eu o vi.

Lá estava ele. Enorme. Selvagem. Deslumbrante. Bem na minha frente. O peitoral malhado e o pelo parecia macio, certamente muito bem cuidado, mas a parte do abdômen parecia retraída, como se não comesse há muito uma refeição decente, e talvez isso explicasse por que o tigre de bengala me encarava lambendo os beiços. Pensei em sair de fininho, sem movimentos bruscos, afinal possuo ofuscação, mas ouvi atrás de mim a voz desgraçada daquela mulher novamente

-Você é meu, garoto! - Olhei por cima do ombro. Vi um vulto. Ao mesmo tempo, o tigre rosnou e avançou. Fechei os olhos esperando a morte e nada aconteceu. Morrer era assim? Sequer ia doer? Abri os olhos e vi. Antes de sair gritando que tinha virado uma alma direto, me toquei que estava apenas intangível, e, bem diante dos meus pés, a imagem mais linda de todas.

Enquanto eu via o tigre arrancar vorazmente as carnes do pescoço da "moça", ela sussurrava baixinho. "Kennedy? Você não reconhece a mamãe? Kennedy, sou eu... pode parar...". Quis filmar pra botar no youtube, mas tive pena. Comecei a sentir muita fome. Fiz carinho na cabeça do tigre. Meu herói. Deixei ele se alimentando e decidi que precisava pôr um fim nessa brincadeira. Duas ja foram, faltava uma.

Subi lentamente as escadas. Sentia que caminhava para minha própria morte. Fiz o caminho de volta para o quarto que entrei quando tudo ainda ia bem naquela noite. A porta estava aberta e, de costas para a mesma, sentada na cama, estava ela. Electra. O mais humana possível. Mais do que eu, até. O rosto se virou para olhar por cima do ombro. Os olhos azuis me fitaram.

-Você matou minhas irmãzinhas...? - Fazia um beiço e curvava as sobrancelhas, o olhar baixo. Uma expressão genuína de tristeza. - Se for fazer o mesmo comigo... Pode realizar meu último desejo? Você é o dono do beijo mais doce e ao mesmo tempo eloquente que já experimentei. Poderia me conceder um último prazer para que eu possa partir em paz...?

Suspirei fundo. Puxei ela da cama e começamos a nos beijar encostados na parede, próximo a uma janela. Não me julgue, eu sabia o que estava fazendo. Tirei toda a parte de cima da minha roupa enquanto os beijos esquentavam e ficavam intensos. Fazíamos força contra a parede, e a força sobre-humana de demônio dela não falhava em rachar as paredes pelas quais passávamos. Os beijos eram intensos, molhados, e por um momento eu pensei que poderia ficar ali pra sempre. Foi então que eu senti os espinhos nas costas dela e soube que tinha de agir. Vi os olhos vermelhos e os dentes pontudos e tudo aconteceu muito rápido.

Electra me apertou com força, e eu atravessei o abraço dela. Ela abriu a boca e veio em minha direção. Atravessei-a e abri a janela. Ela atingiu a cama, que quebrou uma peça e ficou torta. A moça fraquejou um pouco com o impacto. Abri a janela. Electra se preparou e deu um pulo em minha direção. Puxei os ventos do lado de fora e a joguei contra a parede ao lado dela. Me posicionei entre ela e a janela, e esperei ela atacar novamente, como a irmã fizera com Franklin, o tigre. Ela me encarou por um momento. Meus olhos começaram a ficar brancos. Comecei a convocar uma tempestade nos céus.

-Você fica tão sexy com raiva, Sieg... Vai ser um dos meus melhores jantares. - ela pegou impulso na parede e se preparou para pular em mim. Trovões se ouviam do lado de fora. Sorri de canto.

Ela avançou mais uma vez, e agora eu usei das correntes de ar para jogar um criado mudo bem na cara dela. Ela ficou meio tonta e antes que reagisse, bati o criado mudo nas costas dela com toda a força que pude. Repetidas vezes bati com o móvel nas costas da megera. Sem piedade. Sabia que aquilo não a mataria, mas causaria muita dor e não sei o que deu em mim. Apontei um dedo na direção dela e recitei, com toda a calma do mundo:

-Eu sei que determinada rua que eu já passei não tornará a ouvir o som dos meus passos. Tem uma revista que eu guardo há muitos anos, e que nunca mais eu vou abrir. Cada vez que eu me despeço de uma pessoa... Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez. A morte, surda, caminha ao meu lado, e eu não sei em que esquina ela vai me beijar. Se prepare, Electra, pois agora as coisas vão ficar elétricas aqui. - o pior bordão de todos. A vi levantar o rosto e, nesse momento, ordenei vários raios para entrarem pela janela aberta da suíte. Um bilhão de volts, várias e várias vezes se chocando contra o corpo da menina. Senti o cheiro de queimado e não parei. Só parei, de fato, quando desabei no chão. Acho que passei da cota.

Quando acordei, já era de manhã, e eu ainda morria de fome. Fiz meu caminho janela afora, enquanto uma musiquinha de um jogo tocava na minha cabeça e eu tentava entender tudo que acontecera na noite passada no caminho para o McDonald's mais próximo.


roupa:
hall da mansão:
música do final:
poderes:
i. Poder: Mimetismo eólico: É a habilidade de se transformar em uma forma corpórea de vento,ar ou derivados, podendo adquirir as habilidades dos mesmos.

ADQUIRE: INTANGIBILIDADE, INVISIBILIDADE, ATMOCINESE, AEROCINESE, VOO;

ii. Subpoder: Ofuscação: Capacidade de se ofuscar em qualquer âmbito, não sendo notado ou percebido por todas as pessoas que passam pelo local.

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