Girls Night Out

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Girls Night Out

Mensagem por Selena Björn-Østberg em Sex Maio 25, 2018 10:18 pm

Girls Night Out
A roleplay é iniciada pelo post de Selena Björn-Østberg, seguindo por Olívia Velásquez. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 22 de maio, na empresa Northern Hill. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


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Re: Girls Night Out

Mensagem por Selena Björn-Østberg em Sab Maio 26, 2018 12:28 pm

Batwoman
The Red Knight
A chuva caía torrencialmente, como sempre. Ultimamente o tempo andava pregando peças nas pessoas; inicialmente aberto e azul, subitamente o céu se transmutava e assumia um forte tom de negro e cinza, pintando as tardes e noites de melancolia e apatia. Enquanto todos repousavam em suas camas, uma silhueta trajada em preto e vermelho movia-se agilmente entre telhados de edifícios, valendo-se de armas que atiravam cordas e prendedores. Apenas uma humana em meio a um mundo povoado de seres supers. Mas quem seria ela? Tratava-se de Batwoman, uma figura mítica e quase preternatural de Nova Iorque, permeando entre a população sem ser devidamente acreditada ou creditada, o que, para a vigilante, era uma coisa boa. Nenhum de seus oponentes acreditavam na lenda da Cavaleira Vermelha até descer dos céus como um morcego, derrubando-os um por um.

E naquela noite, ela tinha uma missão pessoal. O edifício da Nothern Hill era todo espelhado, possuía vinte e cinco andares e estava com suas luzes apagadas, o que dava a impressão de um grande obelisco de vidro existir ali, em meio ao centro da cidade, alheio a tudo ao seu redor. Eram três da manhã. A vida noturna era agitada para a ruiva, seus fios úmidos pela chuva torrencial assomavam-se a seu pescoço, enquanto ela aterrissava no térreo e valia-se de suas próprias luvas resistentes para abrir a porta que levava para as escadas. Caminhando pelos corredores escuros – após atirar um pequeno dispositivo que fazia as câmeras repetirem suas gravações –, não demorou para que ela tivesse que saltar e agarrar-se ao tubo de ventilação para poder locomover-se sem a necessidade de bater nos guardas e escondê-los, o que demandaria um tempo que não possuía de fato. Tão logo começou a transitar entre os tubos, rapidamente chegou a sala principal de vigilância.

Mas algo estava errado.

O vigia estava deitado, parecendo inconsciente, sua arma no coldre havia sumido e haviam pequenas manchas ao redor de seu pescoço indicando que ele fora estrangulado e seu peito subia e descia, então estava vivo. Estreitando os olhos, rapidamente Selena se viu numa cilada. Mais alguém além dela estava ali, à espreita, mas o que seu adversário – ou adversária – queria? No caso de Batwoman, seu objetivo era pegar informações sobre a empresa em busca de evidências sobre eles terem pago um grupo terrorista que havia atacado um prédio em outro país – um potencial inimigo deles. Chegando a sala de controle, eis que a Cavaleira Vermelha encontra o que buscava; o outro espião, no computador principal dali. Chutando a grade do tubo, a ruiva pulou, rolando pelo e, agachada, atirou um bat-arangue na direção da moça – se ele acertaria ela ou não, só o destino poderia saber.

— Quem é você e o que quer? — questionou a heroína de fios ruivos.
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Re: Girls Night Out

Mensagem por Olívia Velásquez em Ter Maio 29, 2018 10:41 am

NOCHE DE LAS CHICAS
O mundo caía ao meu redor e ainda assim permanecia intacta. As gotas pesadas da chuva trespassavam meu corpo provocando cócegas em minha pele e em meu interior e mesmo meu breve riso era abafado pela tecnologia de isolamento sonoro de minha máscara. Tudo ali emitia algum som por mais baixo que fosse, exceto o Fantasma. Flutuava pela noite vagarosamente enquanto meus olhos analisavam as imagens e dados que apareciam no interior do traje, permitindo que assim os sistemas de segurança fossem desativados ao mesmo tempo que com a mão direita, digitava em um teclado invisível um comando para obter controle das câmeras do prédio.

Durante todo o caminho não encontrei resistência alguma, até mesmo as paredes eram atravessadas facilmente e a maioria das salas estavam vazias no fim do expediente. Talvez se as empresas investissem um pouco mais em segurança contra espíritos, ou talvez chamassem os Caça-Fantasmas ou algumas crianças enxeridas para uma inspeção no prédio o trabalho teria sido mais difícil mas, para minha sorte, eles ainda não conheciam o que estavam enfrentando. Não sabia até quando seria assim, mas desde a criação do traje nunca havia encontrado nenhuma resistência, afinal, eu podia entrar e sair quando quisesse sem deixar rastros. Por esse motivo as noites estavam começando a ficar chatas.

Talvez a minha maior vantagem era não precisar encontrar as portas, mas ainda assim, a sensação de entrar pela porta da frente sem ser detectada massageava meu ego. Além da intangibilidade, ativei a invisibilidade de meu traje, passando pelos poucos guardas sem despertar qualquer suspeita. Precisava ter acesso direto à central de controle e isso era apenas possível presencialmente uma vez que provavelmente informações sobre tecnologia roubada não estariam na rede da empresa, estariam muito bem guardadas mas ali seria o primeiro passo para encontrar pistas que levariam ao meu objetivo. Apenas um guarda vigiava a porta da sala de controle, me dando liberdade para brincar um pouco, pegando a arma dele com a mão direita sem que ele notasse e erguendo-a apontando em sua direção. Os olhos do homem se arregalaram com a surpresa e suas mãos tatearam o coldre em busca de sua única defesa, mas foi em vão. Por um segundo, permiti que a minha máscara se tornasse visível, revelando assim os quatro olhos vermelhos do Fantasma, que pronunciou com uma voz distorcida:

— Apagando las luces. — Então a mão livre se fechou contra o pescoço do homem, aproveitando a força extra do traje para sufocá-lo até que perdesse a consciência. Assim que o corpo do homem caiu, flutuei por cima dele adentrando a sala de controle murmurando: — Muy fácil.

Dentro da sala de controle finalmente pude me tornar visível novamente, finalmente colocando os pés no chão depois de muito tempo, esticando as pernas e os braços envergando a coluna sentindo-a estalar e deixou um gemido sair dos lábios. Abri a parte frontal do capacete, respirando o ar diretamente sem o filtro da máscara e caminhei até o computador central, tocando com a mão direita sobre a máquina, fazendo alguns raios roxos surgirem e se esticarem como se fossem fios. A tela principal ligou-se e revelou o símbolo que usava como Fantasma, estava começando a buscar as informações que precisava no sistema quando ouvi um estrondo vindo pelas costas. Minha primeira reação foi me tornar intangível novamente, dobrando os joelhos para começar a flutuar bem a tempo de ver uma espécie de estrela ninja trespassar o corpo e atingir o computador. Virei-me na direção de onde fora lançada a estrela ninja ao mesmo tempo que a parte frontal do capacete tornava a fechar, fazendo os olhos vermelhos da máscara brilharem indicando que estavam funcionando.

Identifiquei quem havia feito o ataque, era uma mulher de cabelos vermelhos e encharcados, vestia uma roupa escura com detalhes rubros e um morcego desenhado no peito da mesma cor. A mesma questionou algo que de início não compreendi pela adrenalina, mas então curvei-me um pouco mais para dar uma aparência mais fantasmagórica à minha postura. O alterador de voz começou a funcionar:

— Usted debería volver a su casa, Murciélaguita. Esta noche es de los fantasmas. — Aproveitei-me que já havia me infiltrado na rede e usei isso para minha vantagem, ativando uma caixa de som no último volume à esquerda de minha oponente, aproveitando o breve momento de distração para ficar invisível. Não sabia quem era a mulher e nem tinha certeza se queria me importar em descobrir mas, no momento, ela apresentava um risco à minha missão. Voei até ficar ao lado da mascarada e então sussurrei enquanto atravessava seu corpo: — El nuevo uniforme de Northern Hill es extraño. Dime, cuánto te pagan para defenderlos, murciélaguita?
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Re: Girls Night Out

Mensagem por Selena Björn-Østberg em Qua Maio 30, 2018 5:24 pm

Batwoman
The Red Knight
Sua oponente era firme, o que já denotava um pouco de dificuldade em abatê-la. Pessoas que cometem erros e possuem zero de culpa ou nervosismo são sempre mais difíceis de se pegar, era o que todos os anos de vigilância ensinaram para a Morcego. Habilidosa, a mulher tornou-se intangível, sendo que o bat-arangue atirado contra a mesma passou diretamente por seu corpo, como se ela fosse um espírito. Rangendo os dentes em ódio, observou os movimentos da mulher e tentou lhe desferir um soco, mas nada teve efeito; ela simplesmente ficou intocável e passou direto por seu corpo, provocando-lhe um calafrio – era estranho uma pessoa passar pelo seu corpo direto, sua mente tentava lidar com a informação. Debochando, a mulher falava em espanhol ao ouvido de Selena.

— Não faço parte da Northern Hill, estou contra eles, assim como você — falou a morena em espanhol, puxando de seu cinto um dispositivo negro e vermelho no característico formato de morcego e o atirou no chão, uma de suas pontas perfurando-o. Clicando num botão na parte direita de sua máscara, a Mulher-Morcego tornou surda enquanto o objeto emitia um som alto demais para a frequência humana, sendo que dez segundos do som era o suficiente para provocar desmaios.

Contava que sua oponente tentasse tornar-se tangível mais uma vez para poder colocar suas mãos nela ou pelo menos fugisse, pois assim poderia segui-la. Avaliava a mulher, recuando alguns passos para analisar sua reação. Por mais que mantivesse a seriedade, no fundo preocupava-se um pouco com aquele tipo de poder, sua máscara avaliando que era impossível determinar que tipo de tecnologia exata era aquela do traje da mulher, o que fortalecia a teoria de que a mulher poderia ser apenas uma humana.

— Não faço parte da Northern Hill. — Proferiu, com o dedo indicador clicando no pequeno computador embutido no bracelete do lado direito do braço, aumentando a frequência do sinal.

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Re: Girls Night Out

Mensagem por Olívia Velásquez em Dom Jun 03, 2018 10:54 pm

NOCHE DE LAS CHICAS
Era a primeira vez que enfrentava alguém que podia apresentar algum risco por mais mínimo que fosse. A mulher parecia saber se defender e talvez já tivesse experiência em batalhas, pelo menos foi o que eu pude deduzir com sua reação rápida contra um inimigo que deixaria qualquer outro em choque. Rangi os dentes com o som ensurdecedor que encheu meus ouvidos, fazendo-me instintivamente levar as mãos até a lateral do capacete onde estariam minhas orelhas em uma tentativa vã de fazer o barulho parar.

Ainda um pouco atônita, identifiquei a origem do som e tornei a ficar tangível ajoelhando e rapidamente segurando o dispositivo da mulher, usando a tecnologia GHOST para implantar uma minúscula bomba dentro do objeto e em seguida atirei no chão, causando um pequeno estouro que o fez estilhaçar-se. Olhei na direção da mascarada e balancei a cabeça negativamente enquanto os "olhos extra" da máscara tentavam obter mais informações sobre ela, encontrando notícias sobre uma justiceira que combatia bandidos com uma roupa de morcego. Aliviei a postura pendendo a cabeça para a direita.

— No debería llegar atacando, si esa estrella ninja coge en el ojo, usted pierde una importante aliada! — Disse em um tom mais informal, girando no meu próprio eixo indo em direção aos computadores da central. Ergui a mão direita e levantei o indicador, continuando: — Estos desgraciados compraron un proyecto antiguo mío sin mi permiso y perfeccionaron, ahora voy a tomar de vuelta y usar contra ellos. — Depois de alguns segundos de silêncio, tornei a olhar para a mulher. — Un gato comió su lengua? Estás al menos escuchando?

Minha atenção voltou ao computador onde o símbolo de caveira ainda brilhava, toquei o teclado e foi como se fios roxos tivessem saindo de meu traje e envolvendo o computador enquanto eu o hackeava buscando as informações.

— Que necesita? Por cierto, me llamo Fantasma. Y tú, murciélaguita? — Questionei em um tom indiferente e até um pouco divertido.
(C) ROSS

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Re: Girls Night Out

Mensagem por Selena Björn-Østberg em Sex Jun 08, 2018 9:24 pm

Batwoman
The Red Knight


Selena já havia enfrentado meta-humanos e mutantes antes, tendo sempre planos de contenção no intuito de vencer com facilidade seus oponentes. Como vigilante, era crucial sempre se cuidar e ter organização, precisão e foco, afinal ela era apenas uma humana, sem poderes vantajosos, apenas sua intuição, treinamento e suas artes marciais e equipamentos. Então, como forma de estar sempre pronta, ela preparava-se sempre, mas não para uma surpresa como aquela que a mulher à sua frente representava. Esperava apenas vigias armados e alto sistema de proteção, não aquilo. Desfazendo seu aparato que emitia o som estridente, a fantasma não atacou diretamente, parecendo um pouco hesitante ou talvez pensativa sobre ataca-la e iniciar uma luta.

Foi então que, mantendo sua postura e ainda tranquila, ela explica que fazia seu roubo pois haviam-lhe roubado sua tecnologia. Sua voz soava distorcida não só pela sua própria máscara, mas também a de Batwoman, que apesar de ainda estar anulando o som – que já havia se extinguido – detectava a voz da outra, reproduzindo-a em segurança. A outra parecia meio incerta quanto a isso, inclusive perguntando se um gato comera sua língua. Com os lábios repuxados numa menção de um sorriso malicioso, a Cavaleira Vermelha se pôs de pé, observando a outra fazer o roubo de informações enquanto apresentava-se como Fantasma, em espanhol mesmo, chamando a vigilante de “morceguinha”. Cruzando os braços, Batwoman aproximou-se e retirou de um compartimento no bracelete vermelho do braço esquerdo um pen-drive.

— Chamam-me de Batwoman, às Cavaleira Vermelha, você que escolhe. Preciso dessas informações, pode manter sua tecnologia, se é sua tem todo o direito de pegar de volta isso, desde que não prejudique nem mate ninguém com ela. Só preciso dos planos desta empresa sobre um conluio envolvendo um atentado terrorista pago por eles. — Afirmou a ruiva, seus olhos brancos cobertos pela película da máscara estreitando-se. Respeitava a ladra, mesmo que não achasse aquilo certo. Ela tinha toda a razão; se pegassem sua tecnologia ou sua moto, enlouqueceria, invadindo até o Pentágono para reaver seus itens. Estava ali propondo um acordo entre as duas, bastante proveitoso, afinal elas nunca encerrariam aquela luta até que ambas se cansassem.

De repente, um barulho alto de alarme é soado e o barulho de passos rápidos e largos podem ser ouvidos pela vigilante mascarada, que olha para a Fantasma e assente, ainda com o pen-drive em mãos, esperando a sua resposta. Elas precisavam chegar a um consenso e, claro, chutar umas bundas antes de saírem.

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