ÁREA A

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ÁREA A

Mensagem por Zarathos em Sab Maio 26, 2018 9:21 pm

Área A

área a, o caminho a ser tomado para esta área é a esquerda, vista a primeiro instante quando passada da entrada. É conhecida como a "área da diversão", por conta de inúmeras atrações engraçadas localizadas em tal setor. Um corredor estreito de baixa luminosidade, os postes consumidos pelos anos piscam constantemente, o que simula um ambiente de filme de terror.

i. O elefante, ao longo do trajeto, o primeiro item a ser visto à esquerda é um elefante. Diferentemente do que se imaginava nos anúncios de "O circo do fantástico Falion", o animal é inanimado. Aliás, feito de metal, mais especificamente de cobre, com uma espécie de pequena porta na lateral que fica à frente do corredor. Ousados terão a coragem de subir a pequena escada que leva a essa "portinha" e sabe que risadas lhe restarão; risos abafados por ser ouvidos do exterior.

ii. a tenda da mulher barbada, um ícone do circo desde décadas atrás. A mulher barbada é uma personagem vista desde os primórdios de atrações do gênero, chamando a sua atenção por seu porte largo e uma barba comprida a envolver o maxilar. Pouco à frente do elefante, por sua vez, do outro lado do corredor, a tenda pode ser enxergada. Um tecido fino, tingido por listras padrões alvas e rubras, porém, com o tempo, surgiram alguns buracos em determinados pontos. No entanto, não é sugerido que olhem através deles. Uma cantoria aguda, semelhante a clássica ópera, é ouvida logo na entrada. Aventurar-se no interior para ver a mulher barbada é pedir para participar de um show completo.

iii. o galpão de falion, ao final, na extremidade do corredor, o galpão do principal e líder do circo. Alguns o nomeiam como o mago dos magos, por conta de seus desempenhado de séculos no ramo; sem sarcasmo. Um homem de aparência velha, barba grisalha até a ponta dos pés e a vestir um terno com direito uma cartola meio torta. A entrada para tal residência há um tipo de letreiro com luzes brilhantes com o nome de Falion, todavia as duas primeiras letras costumam parar de minuto em minuto. Há quem diga que o idoso traz o galpão de carvalho cinzento com magia, pois ninguém faz ideia de como é montado em instantes, simplesmente surgia em um piscar de olhos.




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Re: ÁREA A

Mensagem por Corin Frost em Qua Maio 30, 2018 7:15 pm

Captain Cold
Uma noite de festa era o que eu estava realmente precisando e ir para um circo não era má ideia, porém, por precaução eu resolvi levar minha arma fria caso houvesse um ataque.

O lugar no começo estava totalmente escuro e mesmo assim quem iria ligar já que nunca fui um cara que se importasse com as coisas, mas isso não era para se pensar naquele momento e sendo assim comecei a seguir uma fila de pessoa que começou ir em direção a um elefante.

-Meu deus gente vamos andando de uma vez eu só quero chegar no final disso aqui antes que eu morra com esse cheiro. - Gritava em quanto algumas pessoas reclamavam e continuavam andando tentando a sorte na escada ali, porém, eu só queria estar fora do lugar já que o cheiro estava desagradável de mais.

A caminhada parecia piorar quando encontramos a mulher barbada em uma tenta que pelo menos deixava o espaço se parecer maior e logo conseguia respirar, porém, mesmo algumas pessoas evitando o local eu tinha de aproveitar tudo o que o circo tinha para ver e logo depois de seu show seguia até o mago com o nome do circo.

Quando observei o velho montado em um cavalo sumindo e desaparecendo apenas abriu um sorriso de certa forma sem demostrar estar impressionado, porém, não demorou muito para eu ficasse com tédio naquele momento em quanto o observava entediado.

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Re: ÁREA A

Mensagem por Foxy Strauss em Qui Maio 31, 2018 12:19 pm

Aliança Strauss;
Todos sabem.


Simplesmente trágico como as coisas aconteciam pois antes mesmo de concordar com os planos de Serenia, ela já havia entregado a ordem para a empregada chefe. — Se encontre com Oliver, vocês precisam ser amigos. Foi uma ordem direta dela, Foxy. — Ignorei a empregada e o recado. Depois do banho segui para o saguão pensando seriamente sobre isso, não era problema meu se o bastardinho apareceu do nada.

—  Uma vez tomada a decisão de não dar ouvidos mesmo aos melhores contra-argumentos: sinal do caráter forte. Também uma ocasional vontade de se ser estúpido..—

Revirei os olhos ao ler aquilo, mais fácil escrever do que ceder. Guardei o caderno no bolso seguindo para fora do prédio só então estendi a mão em sinal para o táx. Quando finalmente um dos veículos parou… A porta do veículo fora aberta e dali sapatos de tamanho 50 apareceram, malditos palhaços. Não foi difícil notar algo estranho pois estava no quarto para o quinto palhaço quando finalmente o grupo havia saído. Por alguma razão, além de continuar com o fluxo de evento me mantive a esperar da vaga no táxi. Não era de meu feitio ter paciência para aturar tal coisa, mas algo no momento me impediu de reclamar.

— Acredito que não dá para se ver todo dia algo assim. Murmurei enquanto segurava meu queixo pensando naquilo.

Quatro dos cinco integrantes daqueles palhaços começaram a seguir em direções distintas, enquanto um deles olhou para mim. Parou em frente do meu táxi e estendeu um folheto junto de um ingresso.

A medida que demorei para entender a letra, li e reli dando tempo o  suficiente para o palhaço pegar o mesmo táxi e partir dalí.

— Acho que não tenho escolha, não é? —

[...]

Não me pergunte o motivo de eu estar alí olhando para o elefante de metal. O circo Falion estava movimentado com as mais diversas fases de energia, podia sentir uma ou outra coisa feliz em tal lugar. Mas para o momento estava esperando por uma certa pessoa, com isso em mente. Encostei o corpo contra a armação do elefante e esperei.

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"O que te faz um mágico? É porque você é especial? Lhe direi uma coisa: você é um mágico porque está infeliz. Um mago é forte porque sente dor. Ele sente a diferença entre o que o mundo é e o que ele faria dele. infelicidade se torna força. Magos encontraram outro caminho: uma maneira de usar a dor. Queimá-la como combustível, por luz e calor. Você aprendeu a quebrar o mundo que tentou quebrar você."
Sem recomeços.

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Re: ÁREA A

Mensagem por Damian Fairchild em Qui Maio 31, 2018 9:18 pm


♡yung rapunxel♡

Damian não é chegado a atividades de lazer.

Visitações a zoológicos, cinemas, parque de diversões e derivados não mais o atraiam como em sua juventude. E naquela noite, o motivo de ter feito uma exceção é que há tempos precisava apreciar uma novidade.

Quando deixou o ateliê donde era proprietário pela manhã, a figura de um homem diminuto o abordou em meio à rua. Se já não fosse acostumado com a estranheza do dia a dia que é viver em Manhattan, de certo teria fugido aos berros – o pigmeu escondia-se por trás de uma máscara horripilante, e ao entregar um panfleto convidando-o a visitar o circo que abriria suas portas ao publico estadunidense, sumiu de vista. Falion o aguarda, o sotaque afetado e tom teatral.

Fairchild analisou o convite. A única mensagem encontrada no pedaço de papel foi um símbolo esquisito que ele não sabia a menor ideia sobre o que significava. De curiosidade aguçada – e dando conta de que tinha sido o único na calçada a ser parado pelo estranho – riscou da agenda todos os compromissos que teria para mais tarde. O evento pedia uma visitinha.

Os olhos macilentos observam as pessoas que invadem o espaço circense e Damian analisa cada uma das apresentações a céu aberto. Acolá um homem exibe o talento incomum de engolir espadas – Fairchild suspira, entediado. Cá, uma mulher contrai todos os músculos, contorcendo-se até caber em uma caixa de papelão três vezes menor que seu corpo. Bem, não tão atrativo. Talvez, se espetassem o caixote com lâminas, o entretenimento soaria melhor.

A mente maquiavélica arquitetando mil e uma maneiras de sabotar os artistas, mas optou por não se intrometer, a princípio. Acreditava que nem mesmo um empurrãozinho seu ajudaria aqueles amadores a conquistar sua atenção. Esse é o tal circo famoso de que tanto falam?

Mais adiante, passeando arrastado por entre a pequena multidão – sem crianças nos desígnios, para sua felicidade, uma vez que as detestava – fora atraído até uma tenda robusta que se erguia entre um cercado mal feito e um galpão pouco preservado. Tenda da Mulher Barbada, informava os letreiros. Ah, uma programação clássica. Ele esperava que ao menos essa valesse a pena gastar seu tempo.

Adentrou o perímetro, abandonando o frescor da brisa noturna que soprava contra as madeixas esplendorosas. O interior aparentava estar vazio, excedendo-se por um rapaz parado defronte o palanquinho onde supostamente a atriz se apresentaria.

Ei, que lugarzinho mais caído, não é?” não poupando críticas, aproximou-se de braços cruzados e uma expressão descontente no rosto. “Vou pedir meu dinheiro de volta. Esperava algo mais... divertido” e aquela era sua tentativa de puxar conversa. Damian muito mesquinho, não ligava para primeiras impressões no que titulavam a si - ou em parecer boa gente porque ele não era.

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Re: ÁREA A

Mensagem por Eilown Tanghle Aitany em Sex Jun 01, 2018 3:50 am


18:00, em ponto, indicava o relógio prata com traços dourados delicado no pulso direito de Eilown. Enquanto o elevador rangia em direção ao térreo e a luz interna amarela piscava fraca, a jovem ajustava o cabelo preso em um rabo de cavalo alto se olhando no espelho. Abaixou os braços e analisou sua imagem refletida, havia um brilho diferente no olhar persistindo há dias desde que encontrara o convite surpresa do circo em sua caixa de correio, e coincidentemente ele também ganhara. Um suspiro ao notar os fios mais finos e curtos recusando-se a obedecê-la e permanecendo ao redor do rosto ao mesmo tempo que as portas finalmente se abrem, revelando o hall vazio e já com as luzes internas acesas.

Uma última vez, confere se estava com os sapatos corretos, a blusa não amassada e a bolsa com o pertence mais importante: o convite. Decidiu levar a bolsa apenas para caso comprasse algo no circo e precisasse carregar. Ou ganhasse algo, mas isto apenas em sua imaginação. Conferiu sua caixa de correio para que não chegasse do lado de fora do prédio na hora exata; atravessa o portal exatos três minutos após o combinado apenas para encontrar Nero lhe aguardando paciente para a carona. Mentalmente briga consigo mesma por, mesmo que de propósito, tê-lo feito esperar enquanto já estava pronta há meia hora e sentada em casa esperando dar o horário, e então aproxima-se o suficiente para que ambos trocassem poucas palavras e um sorriso antes de partirem.

Seu coração martelava as costas dele de forma como não havia feito nunca antes nos últimos 23 anos de sua vida, os olhos fascinados pela visão futurista da cidade na traseira de uma moto em alta velocidade, o vento estragando o penteado tão estressante que fizera diversas vezes até que a agradasse, e o cheiro do perfume provavelmente sumindo. Ainda assim, Eilown não conseguiu parar de adorar cada instante que estava passando, seus problemas de repente desapareceram e deram lugar a uma expressão leve que há muito não dava as caras. Quase triste por chegarem ao local indicado, desceu do veículo e esperou que o mais velho estacionasse antes de entrarem juntos.

Um arrepio atravessou seu corpo assim que entregou o convite na entrada, e a sensação esquisita de algo não estar certo surgiu no fundo dos pensamentos animados de uma noite de diversões. Ignorou a ansiedade observando em volta os caminhos disponíveis e seguindo Noir pelo da esquerda. O céu já não estava mais alaranjado, o azul escuro tomava conta de quase tudo e as estrelas o enfeitavam; o caminho era estreito e tão mal iluminado que um filme de terror poderia facilmente ser gravado naquele local. Com receio de perder-se, manteve Noir sempre ao seu lado e sob seu campo de visão, tinha consciência de que para encontrá-lo novamente seria preciso apenas procurar os pensamentos de dois seres em um só, e pensamentos muito óbvios, mas não cogitava essa possibilidade tão cedo, pois haveriam de passar aquele tempo juntos e não perdidos. Em meio a tantas atrações, o grande Galpão de Falion sobressaiu aos olhos dos dois, que se olharam e concordaram em ir primeiro até lá. Durante o trajeto, Eilown observou as outras pessoas se divertindo e agradeceu quieta por ter sido convidada para aquele local tão… único.

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Re: ÁREA A

Mensagem por Foxy Strauss em Sex Jun 01, 2018 9:47 am

Aliança Strauss;
Todos sabem.
Notei á aproximação de um homem com o mais deslumbrante penteado que já presenciei ao vivo e a cores, tal cabelo estava destinada a revistas de moda e outra coisas do gênero no qual eu não fazia a mínima questão de procurar. Assenti para ele demonstrando um meio sorriso, pensando apenas por um curto momento o respondi sobre isso.

— E quanto custou? — Era simplesmente impossível não olhar para o cabelo do rapaz, seria um daqueles chamados apliques no qual as mulheres usavam? Tinha de ser isso. Voltando ao foco da conversa expliquei o motivo da pergunta.

— Recebi o convite de um dos palhaços e não me custou nada. — Continuei a mudar o olhar de seu rosto para o cabelo, aquilo era simplesmente dificil de não olhar algo bem incomum para mim. Olhei rapidamente em volta em busca da pessoa que esperava, não a encontrando continuei a prolongar a conversa.

— Hmm. É o que chamam de aplique esse seu cabelo? — Desencostei as costas do local erguendo uma sobrancelha, sorrir de maneira sem graça tentando me desculpa imediatamente. — Desculpa ter lhe ofendido com a pergunta, mas eu jamais vi um cabelo como o seu… Bem a não ser pelas… — Parei buscando por um curto momento o termo no qual ouvira em um dos canais da televisão. — Acho que são as Drag Queen.  — Dei de ombros. Não era difícil entender que o modo de me expressar deixava fácil, fácil a ideia de que eu era um jovem bem recluso com a sociedade, mas de maneira nenhuma introvertido.

Cogitei em andar mais um pouco, procurar e ver o restante das coisas pelo circo, mas simplesmente me deixei a ficar ali parado com a compania de... — E como se chama? Sou Foxy —

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"O que te faz um mágico? É porque você é especial? Lhe direi uma coisa: você é um mágico porque está infeliz. Um mago é forte porque sente dor. Ele sente a diferença entre o que o mundo é e o que ele faria dele. infelicidade se torna força. Magos encontraram outro caminho: uma maneira de usar a dor. Queimá-la como combustível, por luz e calor. Você aprendeu a quebrar o mundo que tentou quebrar você."
Sem recomeços.

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Re: ÁREA A

Mensagem por Noir Dekker em Sex Jun 01, 2018 4:17 pm


❝ I'm hoping that you'll keep your heart open, I'll keep mine open too.



If you don't ask, I won't tell.


Por minutos, estacionado de fronte à residência daquela que o salvou do inferno; em forma figurativa de dizer. Por sinal, o inferno que o próprio projetou com as vontades imaculadas. Não jazia ciente de si naqueles momentos, mas ninguém, fora ambos, conheciam este lado da história. O que a televisão, em suas reportagens e notícias a respeito da ocorrência, dizia: incêndio provocado por falha técnica no sistema elétrico de inúmeros prédios da região. Todavia, somente idiotas acreditavam na possibilidade de que esse foi motivo foi o responsável por todo o caos. Já fazia meses desde o incidente e nada da população se recuperar. Os destroços eram visíveis, diferente dos corpos cremados, devido toda a ação. Possivelmente, os mortos foram recolhidos para ser enterrados por familiares que os reconheciam.

Pensamentos como este citado acima, assim como outros indiferentes, rondeavam a mente do tal do "Motoqueiro Fantasma". Não era um apelido, ou um modo de ser conhecido, pelo qual sentia um pingo de orgulho. Poucos olhares de seres ainda vivos miraram-no na transformação demoníaca; diziam ser um espécie de homem, montado em sua motocicleta, vestido com uma jaqueta de couro e chamas em torno da cabeça esquelética. Ao mesmo tempo em que as vistas azuladas prendiam-se no símbolo negro gravado ao papel, um suspiro esvaia-se dentre seus beiços secos. Em acompanho, a fumaça do cigarro que localizava-se no meio do indicador e médio. Tragueou o resto do conteúdo químico e desfez do resto ao jogá-lo no bueiro mais próximo.

Com o olhar direcionando à porta do prédio, notou a maçaneta ser girada. Semicerrou as pálpebras e imaginou que estava sendo feito de trouxa por esperar tanto tempo. Fazia três minutos desde o horário combinado! Pigarreando em desdém, selou as pálpebras e permitiu que o destino cuidasse do resto. O oxigênio foi absorvido com os pulmões, a medida que as narinas franziam-se no aguardo. Enfim, os ouvidos captaram um ruído. Ou melhor, um nome. Nero. Conhecia-o com perfeição, mais do que qualquer um. Afinal, como não saber o próprio nome? Isto é, o de batismo. E só havia uma pessoa em todo o mundo, ao menos nos dias atuais, que se referia a ele assim. — Você nunca vai me chamar pelo meu nome, não é? — Contestou, segundos antes havia abertos os olhos para fitar os alheios esverdeados. Mas, deu de ombros. Contanto que ela fosse a única a chamá-lo assim, não se importava.

Sem delongas, não estenderam muito o diálogo para tal momento. A menor subiu no veículo na parte de passageiro do assento. Por sobre os ombros, o maior a mirou. Ela aconchegou-se em suas costas, deitando-se nela. — Abrace a minha cintura. — Indicou. O sutil sorriso a envolver os lábios, tateou as delicadas mãos de Eilown e as colocou no local. Girou a chave na ignição e deu a partida. Não preocupou-se com equipamentos de segurança, ou seja, capacetes. Há anos que dirige um veículo do tipo, talvez desde os primeiros que foram lançados pelo mercado industrial e automobilístico. Continha prudência em sua maneira de conduzir, mas, além do mais, um gosto de aventura; aventurava-se em sentir o vento dançar com os fios, em desviar de carros e correr para a liberdade.

No final do trajeto, estavam diante do estranho lugar que os convidou para apreciar um pouco de diversão. Um circo. Tentou não exibir um semblante de nojo ao reparar do que se tratava. Desde nunca foi afim de coisas do gênero. Palhaços, por exemplo, davam vontade de esmurrar alguém. Porém, como a morena parecia entretida, buscou fazer o mesmo. Estacionou a moto e encontrou-se com ela novamente na entrada, onde os largos rapazes pediram pelo ingresso. Entregou o seu e ela fez o mesmo.

No interior, três caminhos. O optado foi da esquerda: um corredor frio, pouco iluminado e repleto de pessoas estranhas. Ao mesmo tempo em que as pernas trabalhavam na caminhada, os sentidos masculinos mantinham-se sempre em alerta. Por sua vez, em ocasiões na presença de Eilown, os sentidos focavam nela. Em intervalos singulares, a visão mirava para a esquerda e a fitava por infinitas razões. Por um segundo, o céu foi visto. As cores do fim da tarde o atraiam: o crepúsculo, a soma do laranja da tarde com o azul e negro da noite. Nuvens começavam-se a formar no horizonte, crendo que chuva estaria próxima. — Pegue. — Estendeu a ela a jaqueta de couro, que vestia. — Parece que vai chover logo e precisamos de um lugar para ficar enquanto isso. — Terminou a fala. No final, ela apontou o final do estreito caminho: um galpão que parecia pertencer ao líder do circo.

Assim que a porta do galpão foi aberta com a força exercida com os dedos do homem, pôde escutar os primeiros pingos a cair no exterior. A propósito, no segundo em que deu-se em conta do ambiente atual, deparou-se com a escuridão predominante. Entretanto, na direção contrária à porta, um feixe de luz vertical. Com um sinal da cabeça, falou-a por gestos que seguiria por ali e ela deveria segui-lo. Iluminando os passos com a chama do isqueiro, aproximou-se do clarão. E no centro desse clarão, um homem em uma pose desconfortável, imóvel. O chão de madeira rangeu logo abaixo dos pés de Noir e eles foram denunciados. Uma fala surgiu daquele parado.

"Boa noite. Por favor, queiram se acomodar em um lugar. O espetáculo logo começará".

— Ok, né. — Deu de ombros. As luzes acenderam-se em seguida e avistou que jaziam no palco. Ao redor, fileiras em escada de cadeiras. Mas, o que mais estranho, alguns dos lugares eram ocupados por figuras inanimadas, que mais assemelhavam-se a bonecos. Enxergou um ponto com duas cadeiras vagas e foi em direção para elas.




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Re: ÁREA A

Mensagem por Damian Fairchild em Sex Jun 01, 2018 9:47 pm


♡yung rapunxel♡

Damian estreita os olhos, percebendo que o rapaz o encara com curiosidade.

Pouco incomodado, sempre gostou de estar sob os holofotes - chamar atenção, ser o foco e o motivo das conversas - e não foi a toa que iniciou carreira no ramo da moda, embora não como modelo (e lógico que julgava a si mesmo atraente o suficiente para seguir a profissão, apenas não possuía vontade alguma de fazê-lo) mas sim como designer.

"Me custou uma noite badaladíssima no Upper East Side, meu caro" o tom mesquinho e descontente, observando a ornamentação nada atrativa da tenda. "E pensar que troquei uma boa farra pra isso..." desenhou um biquinho enojado nos lábios ao que inspirava o ar fedido a velharias. Ele, sempre tão acostumado com ambientes de luxo, deveria saber que circo nenhum seria capaz de ostentar riquezas. Mas Damian era lindo, não inteligente.

Voltou-se na diretriz do jovem estranhando a pergunta formulada em conseguinte. Quase que de imediato, os cabelos loiros chacoalharam instantaneamente, sem qualquer corrente de ar no perímetro. Devido a seus superpoderes, Fairchild era capaz de dar vida aos fios capilares e controlá-los ao bel prazer - algo incomum, mas muito usual. Não usufruía desse dom com frequência e também não perdia a oportunidade.

"Na verdade meus cabelos são naturais" levou uma das mãos até as madeixas, depositando afagos contra o próprio couro cabeludo. Impecavelmente penteados em uma trança, caso não fosse homem, Damian poderia ser assimilado com a princesa Rapunzel dos contos de fadas. "Gostou?" estalou a língua, alargando o sorriso repleto de más intenções.

Quando o assunto era aparência, fazia o possível para ser considerado charmoso. Aprumava-se com roupas de marca, bastante perfume, obrigado, e muitas joias caras. Os trejeitos afeminados, no entanto, nunca se mostraram um problema para tal. Alguns homens e mulheres deixavam-se atrair por seu físico andrógino.

"Meu nome é Damian. É um prazer conhecê-lo, Foxy" o saudou, erguendo a mão livre centímetros acima da cintura para que pudessem selar um cumprimento amigável. "Donde você vem? Não consigo identificar o sotaque..." sobrancelha e testa franzidas. O outro era bonito, mas suas características não seriam típicas do povo estadunidense.

Tamborilou as pontinhas das unhas artesanais contra o queixo, estudando Foxy, demonstrando interesse pela figura excêntrica que ele era.

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Re: ÁREA A

Mensagem por Oliver Strauss em Sex Jun 01, 2018 10:18 pm

um palhaço em um circo

Estou vestindo um um moletom cinza que esconde completamente meus lança-teias. Além disto, uma bermuda preta e longa junto de um tênis igualmente escuro.
 


E como minha próxima opção, optei pelo clichê da primeira letra; a primeira opção, a nota mais alta, esperava que fosse uma escolha que não me decepcionasse - ao menos não tanto. Eu percorri o longo corredor que trazia até o lugar com uma cara magnânima de sono e desinteresse - embora a paisagem fizesse de tudo para tentar me tornar apreensivo ou assustado. E, como no caso do Coringa, era uma experiência facilmente estragada a partir de meus poderes; não fazia sentido eu temer algo que eu tinha certeza que não iria me machucar.

E em questão de pouco tempo eu havia chegado enfim no que em fato era a Área A; e minha primeira visão não me agradaria nem um pouco. - Céus, esse moleque é tão perfeito que chega a irritar. - Balbuciei, conforme podia enxergar Foxy ao longe. Ele estava bem-arrumado como desde o momento em que encontrei ele e tivemos nossa primeira batalha, e quando eu desloquei pela primeira vez o meu queixo - céus, minha mãe sabia muito bem como apartar uma briga. Afoguei ambas as minhas mãos sobre o bolso de meu moletom e tomei coragem para aproximar-me dele e de seu misterioso amigo, era fácil não me notar chegando pela multidão e pelo barulho, embora não fosse minha intenção chegar despercebido.

Ei, Ken Humano. - Falei ao encontra-lo, conforme não passava muito tempo a cumprimentar meu co-sanguíneo para observar o cabelo daquele que o acompanhava. - Caralho, isso é um aplique? - Era nítido que eu não era a pessoa mais educada do mundo, e não fazia muita questão de apresentar-me. - Eu nunca vi ele no colégio, conheceu agora? - Perguntei á Foxy, conforme prolongava a mesma pergunta com outra. - Aliás, já que a madame está aqui, os velhos vão vir? - Encerrei.


começou em área b

 


 

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Re: ÁREA A

Mensagem por Foxy Strauss em Sab Jun 02, 2018 3:20 pm

Aliança Strauss;
Todos sabem.


Eu não conseguiria dizer com total determinação qual seria o motivo para receber o ingresso para o Fantástico Circo de Falion. Pelo o que notei pela a grande maioria, ninguém demonstrava estar se divertindo em tal lugar. Ao menos considerei isso ao conhecer um pouco a mais do homem à minha frente; Este que demonstrava conhecer eventos nos quais eu frequentaria apenas dez anos no futuro, talvez quinze... Não demonstrei imediatamente afinidade com sua falta de interesse pelo circo, pois não me envolvia com farras, festas ou qualquer outro tipo de aglomeração social padrão.

Ao continuar com a conversa finalmente percebi como a normalidade poderia ser interessante, mas nem mesmo isso seria o suficiente para me fazer deixar o conforto da cobertura repleta de empregados a minha disposição. Sorri de forma tímida demonstrando concordar com ele, não havia parado para pensar sobre meus gostos, mas se for para dar uma resposta imediata.

— Claro! — Admiti de modo ingênuo, era bonito e único tal características e isso era inegável. Com as devidas apresentações estendi a mão devolvendo gesto amigável para Damian, não o conhecia mas não havia desconfiado de nada sobre o rapaz. A próxima pergunta do loiro me trouxe certo desconforto, internamente estava com um frio no estômago; havia sotaque? Meu circulo social era pequeno. Pais, irmãos, empregados e só. Franzi as sobrancelhas pensando muito seriamente nisso, não havia como responder honestamente, mas fiz o possível.

— Eu tenho sotaque? Eu não sei… mas minha avó é russa, meu avô é brasileiro. Então… — Parei por um breve momento tentando esconder na cara dura uma das gerações de minha família, nunca era algo legal falar que era filho dos famigerados Strauss.

Antes mesmo de tentar concluir a linha de raciocínio ouvir a voz de Oliver, não havia esperado que ele fosse o primeiro a aparecer alí. Mas se parar para pensar em duas palavras já se podia esperar tal coisa  “evento gratuito”. Mudei o peso de um pé para o outro afastando as costas do elefante, não havia como relaxar com a presença do mais velho. Pois ainda se lembrava amargamente dos ferimentos internos que havia sofrido á alguma semanas atrás. Com a respiração irregular lancei um olhar ambíguo para ele, algo entre o desprezo e a incerteza de o aceita-lo como irmão; ansiedade.

Respirei fundo soltando uma risada amarga, um sorriso falso e engolindo as provocações do loiro sem retorquir. Pois ele sabia que eu não frequentava a escola, não como os demais. Difícil entender? “Eu não estou preso aqui com vocês, vocês estão presos aqui comigo.” Seria o meu melhor humor ao frequentar tal lugar.

— Damian este é Oliver. Oliver este é Damian. Não, não é da sua escola. — O apresentei tentando ignorar os comentários ironico do mesmo.  — Sabia que você estaria por aqui... — Se pudesse evitaria tal lugar. — Então não sei se ela virá, pois até pouco tempo ela estava em reunião com o recursos humanos na China. — Ergui os ombros pouco me importando com os pequenos detalhes, se uma vez sendo o primogênito já pouco me importava com a empresa, agora com alguém acima e com total direito da primogenitura tornava as coisas ainda mais simples. Era problema dele.  

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"O que te faz um mágico? É porque você é especial? Lhe direi uma coisa: você é um mágico porque está infeliz. Um mago é forte porque sente dor. Ele sente a diferença entre o que o mundo é e o que ele faria dele. infelicidade se torna força. Magos encontraram outro caminho: uma maneira de usar a dor. Queimá-la como combustível, por luz e calor. Você aprendeu a quebrar o mundo que tentou quebrar você."
Sem recomeços.

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Re: ÁREA A

Mensagem por Damian Fairchild em Sab Jun 02, 2018 9:30 pm


♡yung rapunxel♡

A conversa desenvolve-se bem e Damian agradece internamente por sua noite não ser um completo desastre. Estava a detestar o circo - nenhuma das atrações o interessava, considerando os artistas fraquíssimos - e passar o tempo na companhia do rapaz que apresentara-se como Foxy ajudou a amenizar o mau humor.

"Só um pouquinho. Quase não pude perceber" ele o tinha perguntado sobre o sotaque e admirou-se ao saber da mesclagem sanguínea que o outro carregava nas veias. "Oh, Brasil?! Tenho vontade de visitar o país algum dia. Soube que é bem tropical e as pessoas muito calorosas" sem contar que os brasileiros ocupavam um lugar considerável no pódio global de beleza e Damian gostava de apreciar tudo o que fosse belo.

Quando um terceiro rapaz se alocou no interior da tenda, Fairchild virou o rosto para observá-lo à medida que ele se aproximava todo sorrisos e de camaradagem para com Foxy. Deduziu serem amigos de longa data e naquele momento sentiu-se incomodado por ser um estranho entre ambos.

"Prazer conhecê-lo, Oliver" maneou o rosto em um aceno simplório, saudando-o após as devidas apresentações serem feitas por Foxy. Diferente de outrem, Oliver não possuía papas na língua - constata pela maneira destrambelhada que chega e sem discrição alguma menciona os cabelos de Damian. Aplique? Certo. Essa história começa a me irritar. Apenas negou, suspirando profunda e lentamente. "Não estudamos juntos. Na verdade, terminei a faculdade faz uns bons anos".

Talvez seja impressão sua, mas com a chegada de amigo, Foxy de repente parecia um pouco mais distante, como se estivesse chateado - ou apenas pouco a vontade com a presença do colega. Franziu a testa, decidindo por se meter ainda mais na vida do cara que acabou de conhecer - porque Damian é enxerido e curioso desde que se toma por gente.

"De onde vocês se conhecem?" questiona com tom humorado - os braços cruzados defronte o peitoral magro. Apesar de não estar tão frio, sentia-se confortável com a jaqueta jeans sobre os ombros. A calça caqui escura e uma camiseta marrom complementando o look.

Um toque telefônico fez-se ouvir, e Fairchild pescou o aparelho celular do bolso. Deslizou o polegar pela tela cristalina, atento à mensagem que recebera de um amigo avisando-o que não iria mais encontrá-lo no circo. Não está perdendo nada, brô. Respondeu, voltando a observar os dois sujeitos a sua frente.

"Alguém gostaria de comer alguma coisa? Pois eu estou faminto" e o estômago ronca, realçando a afirmativa. Damian sempre fica com fome quando está entediado - ou com raiva.

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Re: ÁREA A

Mensagem por Oliver Strauss em Sab Jun 02, 2018 10:35 pm

um palhaço em um circo

Estou vestindo um um moletom cinza que esconde completamente meus lança-teias. Além disto, uma bermuda preta e longa junto de um tênis igualmente escuro.
 




Fala aí, Damian. - Respondi-o de minha própria maneira a apresentação, conforme retirava meu palmo de dentro de meu casao e o em direção ao homem na intenção de cumprimentá-lo - embora retornando-os para a posição original logo após. Era fácil de notar que embora a resposta do homem para o caso de seu cabelo, eu mal desviasse o olhar do mesmo tentando decifrar se Damian estava mentindo ou não. - Não sabia que você gostava de circos, na verdade, não sabia que você gostava de sair de casa. - Direcionei-me ao co-sanguíneo; eu não sabia de muita coisa sobre o garoto, oque não era de se admirar dado o pouco tempo que havia o conhecido.

E conforme o clima parecia ficar levemente hostil, uma pergunta bem-humorada de Damian fazia-me desviar o olhar brevemente á meu irmão - eu sabia que ele não gostaria de admitir ser meu parente embora não sabia se ele sentiria-se livre para mentir sobre tal e diante disto apenas esperei por sua própria resposta para apenas concordar com a mesma, caso não fosse absurda. E conforme o garoto mexia em seu celular, desviei meu olhar brevemente á Foxy que demonstrava-se até mesmo mais incomodado do que eu esperava - talvez fosse hora de assumir o papel como um irmão decente e deixar-lhe em paz um pouco. E diante disto, a pergunta de Damian vinha em boa hora - Bem, eu tô tranquilo - acho que vou dar uma volta. - Falei, despedindo-me do homem com um breve aceno conforme despedia-me de Foxy com um peteleco em sua orelha - uma brincadeira de despedida. E enfim saia caminhando das proximidades da dupla, buscando um novo local para me situar.

 


 

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Re: ÁREA A

Mensagem por Louis Blanche em Sab Jun 02, 2018 11:18 pm




Louis Blanche

Le cirque



Lá estava ele, Louis se encontrava na grande cidade de Nova York, não faria muito tempo que teria chegado nos Estados Unidos, por sua sorte sabia o idioma falado pelos americanos naquele país, isto tornaria um pouco útil, mesmo não sendo muito comunicativo. Os seus passos se ecoavam pelas ruas, carros passavam em sua volta, a cidade era bem populosa, até demais, ele andaria por um bom tempo, procurando algo de divertido para se fazer em um local cheio daqueles, ou talvez até mesmo caçar de alguns ladrões futuramente.

Com passos lentos, mas charmosos ele continuaria a andar, um cachorro passaria em sua frente lhe chamando atenção, que levaria até um sujeito mascarado, o mesmo estaria a entregar de alguns bilhetes que chamava um pouco de sua atenção, "– algum evento será?" era o que Louis ficaria a pensar, mas não demoraria muito para descobrir que ele estaria entregando para certas pessoas, talvez fosse algum processo seletivo apenas no olhar, ele apenas ficaria a esperar, quando este sujeito passaria reto por tu e assim descobriria que o mesmo não era o escolhido. Não demoraria muito para que ele começasse a usar de seus truques, seguindo um dos "escolhidos" e com a sua hipnose, fazia com que o mesmo tirasse o bilhete de seu bolso e o fizesse cair no chão, sem parecer suspeito, ele apenas agacharia fingindo que arrumaria as bordas de sua calça, e assim pegaria do bilhete que ficaria ao chão, lendo com atenção veria que fazia parte de um circo, algum evento de "sobrevivência", chamando um pouco de sua atenção, ele iria até o local para descobrir como aquilo funcionava.

[...]

A altura dos muros era algo incrível, impossível de algum humano conseguir escalar de tudo aquilo, apenas iria se aproximando da entrada quando viria dois enormes guardas, "– são apenas brutamontes com o cérebro cheio de musculo, se quisesse entraria sem os bilhetes..." era o que pensaria, mas era claro que ele não era muito de chamar a atenção, então apenas entregaria do ingresso para algum dos guardas, liberando de sua entrada naquele enorme circo.

Sem que percebesse, Louis teria entrado na Área A, escolhendo o corredor a esquerda, não era muito iluminado, mas ele apenas continuaria a andar ignorando a paisagem de "terror" que aquele corredor tentava demonstrar, os postes piscavam simultaneamente, alguns passos ele chegaria ao seu destino, logo como a primeira coisa que conseguiria ver era de um gigante elefante inanimado, gigante entre aspas, já que aquele era o teu tamanho normal, consideravelmente grande para a altura que geralmente todos costumavam a ter – entre 1,50m à 1.90 – ele apenas encostava em algum lugar e ficaria a observar daquele elefante, ficaria a imaginar se aquilo poderia se tornar algo "real", ou apenas seria um elefante de cobre.

ϟ

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Re: ÁREA A

Mensagem por Eilown Tanghle Aitany em Dom Jun 03, 2018 4:56 pm


Em um ato inconsciente, pois não ficaria doente ou incomodada com a chuva, Eilown veste a jaqueta de couro de Noir enquanto se aproximavam do galpão. A vestimenta era mais pesada do que imaginava, e muito mais larga devido a diferença de altura e largura entre os dois, parecia com mergulhar no aconchego dos braços alheios rodeada pelo perfume masculino, e um pequeno sorriso formou-se em seus lábios ao imaginar isso.

No instante seguinte que atravessou a lona da tenda, se deparando com uma escuridão anormal dentro da atração, escutou a chuva, enfim, cair do lado de fora, e seguiu Noir em direção ao único feixe de luz no local. Como se não bastasse a estranheza natural que todo o circo exalava, um homem claramente desconfortável ganhou vida quando se aproximaram no palco e lhes indicou onde sentar para aguardar o início do espetáculo. Assim que a visão da jovem se acostumou a súbita claridade, notou que os lugares já ocupados não eram por outros de carne viva como eles, e sim por bonecos, ainda bem, inanimados. Noir logo seguiu para as fileiras da plateia, mas Eilown virou o rosto na direção do homem no centro e o fitou curiosa por alguns segundos. Os traços de sua face e a forma como se portava atrairam a atenção da menor até que seguisse novamente seu acompanhante.

Irresistível a vontade de olhar para ele como se questionasse a veracidade daquele local, foi preciso segurar a expressão até que estivessem longe o suficiente do palco para soar menos grosseira. Acomodada do lado esquerdo, teve a precaução de não apoiar o corpo ou o braço em nenhum dos encostos laterais, fazia questão de fornecer ao boneco e ao Noir um conforto maior do que o seu durante o show. Enquanto aguardava, tomou tempo para analisar as outras figuras nos assentos daquele galpão, também as entradas e saídas à procura de outras pessoas que fossem assistir. Aproximou o corpo do rapaz o suficiente para que ninguém mais escutasse a conversa. — Estranho estar tão vazio, não? Haviam mais pessoas do lado de fora, será que erramos em algo?

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Re: ÁREA A

Mensagem por Zarathos em Dom Jun 03, 2018 8:30 pm

Área A

i. Os rapazes de Damian Fairchild, Foxy e Oliver Strauss jaziam na tenda da mulher barbada.

Como foi informado ao mais velho de madeixas inquestionavelmente escandalosas em relação ao comprimento, os menores de fios prateados compartilhavam da mesma genética, especificamente tendo laços fraternais. A conversa parecia intrigante, de certo modo, àqueles que participavam desta. A atenção dos três membros focadas nos próprios três, nem puderam reparar que a entrada da tenda havia se fechado pelo zíper que o abria. Oliver avistou isso, enquanto buscava os passos e o caminho necessários para a saída.

— O show vai começar, meninos. — Do extremo lado adverso à entrada/saída, do camarim, a voz surrupiou. Seu timbre era uma mistura genuína de agudo de fazer os ouvidos doerem, com um toque fraco de rouquidão, o que fazia a Mulher Barbada ser confundida com um homem em determinados momentos. As luzes apagarem-se no instante em que correu. Um piscar logo em seguida e, enfim, restabeleceu-se novamente. Sobre o palco à esquerda, a mulher com barba tão longa quanto o cabelo de Damian jazia.

— Peguem o menu abaixo de seus pés. — Certamente, nem foi notado por eles que tinha um tipo de papel plastificado de fronte aos sapatos. — Escolham uma música. — A, sem querer parecer rude dizendo, gorda tamborilou a ponta do indicador sobre o receptor de voz do microfone, onde uns estalos surgiram das caixas de som enormes nos cantos da sala; no total eram quatro.

Na lista, um repertório completo de canções famosas na língua inglesa para quais a Mulher Barbada fazia a própria versão. — Ah, foda-se. Vocês são lerdos demais para isso. Mas aposto que reconhecem essa. — Cinco homens atraentes, de músculos robustos visíveis já que não vestiam roupa na parte superior. Um deles trouxe ao palco um piano e começou a pressionar as teclas. À medida que os segundos passavam, estava clara a música.

— At first I was afraid, I was petrified. — O que ninguém esperava, a cantoria da Mulher Barbada jogou todos no chão, com as mãos sobre os ouvidos na tentativa de impossibilitar a entrada do ruído agoniante que esvazia das caixas de som; a maneira em que cantava, provocava certa tontura e desorientação sensorial. Os homens que acompanhavam-na ao mexer o corpo sensualmente, eles não pareciam ligar para a música.


ii. Os anti-heróis Corin Frost, Noir Dekker e Eilown Tanghle Aitany viam-se no interior do galpão de falion.

O casal, ou quase isso, foi o primeiro a chegar ao recinto citado. Recepcionados pelo tal de "secretário" de Falion, o que não sabiam, foi indicado para que arrumassem um assento dentre a plateia. Aliás, esta era composta basicamente por marionetes parados na mesma posição. Mais assemelhavam-se a estátuas na realidade, pois se alguém os tocasse, veria que são imóveis.

Sem mais delongas, após a entrada de Corin, que se acomodou também em um espaço vago entre dois bonecos, as luzes superiores acenderam-se. Um círculo de holofotes no centro do iluminavam o palco por completo então. À frente dos olhares dos três, de encontro as paredes abaixo da escadaria de lugares para sentar-se, uma porta de grades. Ao mesmo tempo em que se erguia - as grades, um grunhido espalhou-se na atmosfera, de origem do interior da escuridão de tal porta.

— Boa noite, senhoras e senhores. — A fumaça roxa logo escapou da mesma origem. A cortina, que formou-se, cobriu cada centímetro possível do grande galpão. Mas não há com que o que se preocupar, o odor era de néctar de uva, somente impossibilitava a visão. — Estão prontos para a... — O atrito bruto de uma palma contra outra desenvolveu um ruído de estalo alto o suficiente para todos perceberem. — Mágica? — O tom de voz entusiasmado, assim como obsoleto. No instante seguinte, a cortina extinguiu-se e as partículas dela uniram-se até que o formato estivesse claro: um escudo branco, perfeita simulação da lua em um tamanho aceitável para caber no ar, ainda dentro do galpão; a visibilidade retornou.

— Ah. Como amo a Lua. — Falion, entrelaçando as falanges rente a maxilar, esboçou uma expressão fascinada com o satélite natural do Planeta Terra. — Vocês não? — O questionário esperava uma resposta. Em um movimento manipulado, todas as marionetes puseram-se sobre as duas solas dos pés e clamaram um grande e uníssono "Sim, Falion!". — Ótimo! — O sorriso desdentado no bom velhinho denunciou-o. — Então por que não a vemos de perto?

Articulando as mãos em gestos aleatórios à frente do corpo, círculos rúnicos, de repente, apareceram perante os palmos dele. Quando jogou os palmos contra o solo, as runas espalharam-se pelo solo e cobriram completamente o local. E em um estalar de dedos, literalmente, todos flutuavam. A consequência da gravidade minúscula do satélite. — Meus bonecos, teremos carne nova para nos alimentar hoje. — Enquanto os demais não se controlavam no ar, Falion jazia ereto, com as mãos atrás das costas. Em um sinal, os olhos das marionetes incandesceram num brilho vermelho e miraram quaisquer seres humanos. Sem dificuldades, os mais próximos de Noir e Eilown jogaram-se acima de ambos e os prenderam. O mesmo foi feito com Corin.

— Digam "bye bye" para a Terra. — O teto do galpão foi aberto no súbito instante. Aqueles que conseguissem enxergar, viriam o terceiro planeta distanciando-se deles.


iii. O alquimista Louis Blanche apreciava o elefante.

O Diablo avaliava a atração. Provavelmente na mente de um especialista em química medieval, desejava reconhecer o material que fazia o Elefante. Cobre, simplesmente feito de cobre, moldado por hábeis mãos de um artesão belga. No entanto, a sua atenção foi desviada para o interior do objeto no campo de visão de seus globos oculares. Uma voz feminina, de sotaque francês, proferindo em murmúrios sensuais e provocantes.

—  Louis... — Clamou-o por como era reconhecido formalmente, o nome de batismo. Umas batidas foram dadas na porta do elefante, originadas do interior. No instante seguinte, uma fresta abriu-se e apresentou a escuridão do ambiente. — Pode me ajudar em algo, hm? — Mascarado em meio a um aroma de rosas, o cheiro desagradável de enxofre.



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Re: ÁREA A

Mensagem por Foxy Strauss em Qui Jun 14, 2018 7:12 pm

Aliança Strauss;
Todos sabem.

Houve um certo choque entre mim e Oliver, embora eu com toda e plena certeza que a culpa era principalmente dele, imaginei por um curto momento um pedido de desculpa. Incapaz de falar o que havia imaginado ergui os ombros em uma atitude fria e inóspita, não era problema meu.

Com o tempo decorrido o evento da mulher barbada estava para começar, ciente disso ele tocou brevemente o ombro do homem e apontou com a cabeça para que o mesmo lhe seguisse até a apresentação da mulher barbada.

Olhou de imediato para seus pés, aquilo era curioso mas não sentia a necessidade de se agachar e sujas seus dedos na lama para pegar aquilo. Quando homens musculos trouxeram o piano olhei para Damian e Oliver, ambos deveriam estar junto a mim. Mas eu estava sozinho ali, apreciando o show. O começo parecia uma música conhecida, mas ao momento em que a voz da mulher começou sentir meus ossos reagindo, martelo, bigorna e estribo. Levei a mão as orelhas na tentativa de evitar que o pior do som me afetasse, mas fora em vão. A voz da mulher era tenebrosa, não havia um modo educado de dizer isso. Mais parecido seria com unhas contra a lousa negra.

Agachado em posição fetal com as mão no ouvido, imaginei diversas formas de me opor á cantoria; explodir, parar o tempo, talvez até mesmo matá-la em uma explosão genocida. Mas eu não conseguir fazer nada. O meu sangue vertia e já podia sentir o gosto de sangue por tanto cerrar os dentes, não havia como reunir concentração suficiente para parar a mulher de cantar.

Minha melhor saida, seria nulificar o ar á minha volta com algum feitiço para evitar aquele som, embora pudesse atingir meu ossos do ouvido, seria o suficiente para eu sair dalí. Mas para isso eu precisaria de tempo, coisa que para o momento eu estava incapacitado em quesito de concentração de até mesmo tentar.


_________________


"O que te faz um mágico? É porque você é especial? Lhe direi uma coisa: você é um mágico porque está infeliz. Um mago é forte porque sente dor. Ele sente a diferença entre o que o mundo é e o que ele faria dele. infelicidade se torna força. Magos encontraram outro caminho: uma maneira de usar a dor. Queimá-la como combustível, por luz e calor. Você aprendeu a quebrar o mundo que tentou quebrar você."
Sem recomeços.

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Re: ÁREA A

Mensagem por Oliver Strauss em Sex Jun 15, 2018 6:37 pm

um palhaço em um circo

Estou vestindo um um moletom cinza que esconde completamente meus lança-teias. Além disto, uma bermuda preta e longa junto de um tênis igualmente escuro.
 


Era nítido que eu sentia algum desconforto desde o momento em que a mulher havia tocado seus pés no palco - algo súbito e misterioso, uma vez que nem mesmo eu fui capaz de percebê-la chegando. A sensação ficava levemente pior ao perceber que as saídas estavam seladas - era um desconforto levemente infundado o meu, afinal, haviam razões compreensíveis para ambas as situações. Embora aquela sensação apenas aumentasse conforme ela brincava com o microfone pouco antes de enfim disparar de vez o sentido-aranha apresentando-me um de fato perigo iminente. Os meus olhos percorriam brevemente a sala, poderia a armação da tenda estar caindo? Eu não esperava que aquilo que despertava meu sentido fosse simplesmente a canção da mulher.

Eu fui infeliz em minha previsão, e no fim, não previ nada. Enfim eu era apenas mais um deitado no chão em posição fetal conforme tentava tampar meus ouvidos com minhas mãos no intuito de nulificar ou amenizar os efeitos da canção da mulher barbada. Embora eu clamasse por uma fuga naquele momento, pude ver brevemente meu irmão mais novo afetado por aquilo - e embora todo rancor e brigas, eu não poderia deixá-lo ali. Era até mesmo uma questão de sobrevivência, não haveria forma de encarar a mulher-maravilha e dizer a mesma que abandonei seu filho mais novo para me salvar.

Eu não era um pensador genial, e ainda mais numa situação onde toda a minha mente e funções motoras estavam embaralhadas, mas ainda assim pensei em um pequeno suporte para aquela situação. Eu então afastei minhas mãos de meus ouvidos, voltando a estaca zero e sofrendo uma agonia ainda pior do que a anterior - aquilo me fazia agir com pressa, então ao invés de simplesmente abaixar as mangas de meu moletom, arranquei-as para desobstruir a passagem dos lança-teias. Uma vez feito isto, deixei meus palmos completamente eretos com exceção dos dedos polegares, ativando o equipamento e fazendo um lançamento de duas redes que amenizariam ou com ''sorte'' nulificariam a passagem de som para cortar o efeito da canção.

Era uma solução contestada, mas provavelmente eu era aquele mais prejudicado ali - afinal, além de tudo estar apitando como naturalmente, meu sentido-aranha estava enlouquecido e simplesmente não parava de formigar. - E-Eu sei, inferno. - Balbuciei para meu próprio sentido, embora não tivesse razão alguma para tal. Uma vez com as mãos livres, comecei a erguer-me com extrema dificuldade conforme observava a mulher barbada ao longe - dado que Foxy não havia feito nenhuma mágica extravagante até então, de certo que eu tornaria-me o centro das atenções para a tal. Como eu faço parar, inferno?! Não posso atirar teias uma vez que tenho certeza de que iria errar o alvo, e tentar lutar com aqueles caras seria um inferno, sendo que nem sei se são de fato ''normais''. E foi então que percebi que eu não poderia fazer aquilo sozinho, mas de certo que eu não conseguiria aproximar-me de Foxy em paz mesmo que não me atrapalhassem, até que enfim senti que as vibrações que recebia de um dos lados (a partir pelo contato de meu pé com o solo) era maior que o dos outros, e então visualizei as caixas de som. Embora eu desacreditasse que elas fossem as responsáveis, de certo que ajudaria de alguma coisa fazer com que parassem de tocar.

E então eu virei-me cambaleante para tal e ameacei começar uma maratona, tropeçando em meus próprios passos no começo e por pouco não indo direto ao chão - utilizando de meus braços para impulsionar-me de volta a condição estável. Era quase que imediato o momento em que desisti de correr e simplesmente saltei para cima do aparelho - se eu não podia manter-me em pé, então simplesmente não tentaria. Era um objeto supostamente grande e estável, esperava que pudesse alcança-lo ainda assim - era uma aposta. Uma vez dando certo, jogaria meu braço com toda força sobre o objeto no intuito de destruir-lo ou pelo menos danifica-lo o suficiente para interromper sua função. Era tolice mover-me sem minha máscara, mas vendo todas as pessoas sobre o chão gemendo de dor dava-me confiança de que eles não iriam parar subitamente de gritar para olhar para eu voando até o canto da sala.

RESUMO Usei as teias para tampar minha audição para amenizar ou nulificar (dependendo do resultado do dado e de sua interpretação do mesmo) os efeitos sobre mim, conforme percebi que não podia correr naquele estado então apostei e saltei até uma das caixas de som para tentar destruí-la com o soco.

Dado 01 - Eficácia das teias no aspecto de auxiliar os problemas ocasionados pela canção.
Dado 02 - O salto até um ponto longínquo da sala.
Dado 03 - Tentativa de destruir a caixa de som com um soco.
*Em condições que eu estivesse bem eu iria juntar as ações 02 e 03 em uma única mas achei melhor que considerando tudo que está acontecendo poderia haver situações onde eu conseguiria saltar perfeitamente mas não conseguiria aplicar bem minha força.



Spoiler:

Oliver Strauss
the scarlet spider
i. nível 001

ii. perícias
- furtividade

iii. atributos
FOR 16 INT 10
RES 00 AGI 10
VIG 09 CRS 00

iv. poderes
i. FORÇA SOBREHUMANA - Oliver detêm uma força muito além das capacidades de um ser-humano comum, onde dada a lógica por trás das aranhas - de serem capazes de erguerem pesos muito além de seus próprios - torna-se capaz de erguer em seu limite dez toneladas de peso variando para mais. Esta extrema força aplica-se também aos músculos de sua perna, que lhe conferem a capacidade de dar saltos muito mais altos e longos quando comparado ás capacidades de um humano comum.
ii. ENERGIA SOBREHUMANA - Oliver é capaz de colocar-se sobre extremo esforço por horas a fio antes que sua fadiga possa começar a afetar sua performance.
iii. RESISTÊNCIA SOBREHUMANA - A composição do esqueleto de Oliver, de seus tecidos e de seu sistema nervoso foram todos aperfeiçoados conferindo-lhe maior capacidade de absorver e receber danos.
iv. FATOR DE REGENERAÇÃO - Quando ferido, o corpo de Oliver é capaz de regenerar-se em um tempo bem mais rápido que o comum.
v. AGILIDADE SOBREHUMANA - Oliver é extraordinariamente flexível uma vez que seus tendões e tecidos são duas vezes mais elásticos que a maioria dos seres humanos, fora sua força superior.
vi. SENTIDO ARANHA - Oliver possuí um sexto-sentido extrasensorial de perigo que o alerta de perigos imediatos a partir da manifestação de uma sensação de formigamento na parte de trás de seu crânio, ligando-se com sua cinestesia sobrehumana que lhe permite escapar de quase todo tipo de ferimento, a menos que este ignorasse cognitivamente seus reflexos automáticos.*
vii. REFLEXOS SOBREHUMANOS - Os reflexos de Oliver são muito mais rápidos que os de um humano normal, cerca de quinze vezes mais oque lhe permite geralmente esquivar-se de balas instantes antes de atingi-lo - enquanto seu tempo de reação prática é dezena de vezes mais rápido. A velocidade de seus reflexos em junção de seu sentido aranha torna-o capaz de esquivar de quase qualquer golpe, mesmo balas muito próximas de sua face.
viii. VELOCIDADE SOBREHUMANA - Oliver é capaz de correr e mover-se a velocidades muito além do melhor maratonista que há por aí, sendo capaz de alcançar carros em aceleração ainda a pé, ainda que prefira viajar através de suas teias.
ix. EQUILÍBRIO SOBREHUMANO - Oliver é capaz de alcançar um estado de perfeito equílibrio em qualquer posição imaginável. Ele parece ajustar sua posição por instinto, oque lhe permite balancear-se em qualquer objeto imaginável, não importa o quão pequeno.
x. ESCALAR PAREDES - Oliver é capaz de controlar o fluxo da atração interatômica (força eletrostática) entre as camadas-limite das moléculas. Isto supera o comportamento normal da concha dos outros elétrons de repulsão mútua e permite o tremendo potencial de atração prevalecer. Esta habilidade de afetar a atração entre superfícies é limitado para a extensão de seu corpo - especialmente mãos e pés. Com um limite de diversas toneladas por dedo.
*Não sabia se era pra colocar a descrição dos poderes também e na dúvida as inseri.

v. equipamentos
Fluído de Teia - O fluído de teia é uma substância criada pelos cientistas da empresa de seu pai conforme pedido de Oliver, para uma melhor mobilidade pela cidade e maior identidade para que com o apelido ''Aranha''. O fluído de teia é composto por diversas substâncias - incluindo fundamentalmente o Nylon - que quando em contato com o ar, forma uma longa cadeia de polímeros extremamente resistente com capacidades adesivas extraordinárias. O fluído pode tomar formas variáveis conforme o método de lançamento além da clássica forma de corda.

Lança-Teias - Um equipamento igualmente criado pelos cientistas que trabalham para seu pai, os lança-teias são braceletes tecnológicos responsáveis por lançar o Fluído de Teia á uma velocidade muito alta enquanto dando forma á tal, incluindo um processo mecânico para estimular o lançamento. Conforme esta especificação, Oliver pode alterar a posição de seus dedos para atingir uma quantidade mais versátil de formatos para suas teias - como cordas e redes de 50x50cm.



 


 

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Re: ÁREA A

Mensagem por Oliver Strauss em Sex Jun 15, 2018 7:59 pm

Rolando os dados q4ue eu esqueci

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Re: ÁREA A

Mensagem por Zarathos em Sex Jun 15, 2018 7:59 pm

O membro 'Oliver Strauss' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


'Ação' : 6, 5, 4
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Re: ÁREA A

Mensagem por Damian Fairchild em Sex Jun 15, 2018 9:51 pm


♡yung rapunxel♡

Os cabelos de Damian agitam no ar feito cordões de energia estática. O som que provém dos caixotes acoplados no interior da tenda ferindo seus tímpanos, e ele, pouco suportando o barulho estrondoso, leva as mãos aos ouvidos e ajoelha no chão intuindo diminuir ser afetado pela poluição sonora.

"Que merda é essa?! Alguém pode dar um jeito nessa droga?" grita, impaciente. Não poderia passar de um simples problema técnico, como comumente em apresentações e shows. Era um ataque planejado - que o pegara de surpresa, afinal -, de fato, e a cada segundo sob influência das ondas sonoras de volume estupendo, mais zonzo e aturdido Fairchild fica.

Os fios capilares se expandem e tomam a forma de um braço humano gigantesco (três ou quatro metros de comprimento) volvendo uma das caixas de som como alvo - Damian sequer precisa controlá-los, visto que as madeixas agem por si só, vivas, seguindo seus simplórios comandos mentais. Caso conseguisse destruir a fonte da balburdia, de certo enfraqueceria significantemente os efeitos da canção horrorosa.

De praxe, ainda desfruta de mais uma parcela dos cabelos para projetar um manto ultrarresistente, confortando o próprio corpo. Se possível, o escudo capilar produziria o efeito de abafamento, o que o deixaria pensar com mais clareza - e o privar de um desmaio consequente o som alto.

adendos:

dado 1:
ataque (destruir uma das caixas de som da tenda)

dado 2:
defesa (projetar um manto capilar resistente que possa abafar o som)


nível:
01; que mico


perícias:
CORPO A CORPO (krav maga), nível i (calouro);


poderes:
PREHENSILIA/MANIPULAÇÃO CAPILAR. é passível a revestir os fios de cabelo do portador de uma resistência descomunal, tornando-os indestrutíveis. caso queira, o indivíduo pode alongá-los exponencialmente, dotando-os de elasticidade, firmeza, agilidade e força sobrehumanas - consegue levantar pesos colossais, atribuir formas ou cobrir todo o corpo com o próprio cabelo para que possa servir de escudo, podendo também proteger a outras pessoas. o domínio sobre as fibras do couro cabeludo é tamanha que é capaz até mesmo de rodar os fios como um ventilador super possante e esmiuçar os mais diversos tipos de materiais existentes no globo, sem sofrer danos. em caso de perda dos fios - o que é impossível - regeneram-se em velocidade surpreendente. apesar de ser uma vertente magnânima, o dom abona somente a si mesmo;

ii. SUPERHUMANO. a biologia do indivíduo é perfeita. detém atributos físicos inigualáveis e uma anatomia quase divina; reconhece-se por deter força, velocidade, agilidade, percepção e durabilidade acima do normal. é capaz de carregar toneladas sem dificuldades, exercer força por dias sem se cansar, prender o fôlego por longos minutos e resistir melhor a golpes e ferimentos. com saúde de ferro, dificilmente é atribulado por enfermidades além de deter certa imunidade a venenos e toxinas;


atributos:
Força 10
Inteligência 15
Resistência 10
Agilidade 10
Vigor 10
Carisma 10

boa sorte pra noix sz

_________________


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Re: ÁREA A

Mensagem por Zarathos em Sex Jun 15, 2018 9:51 pm

O membro 'Damian Fairchild' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 'Ação' : 6

--------------------------------

#2 'Ação' : 10
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Re: ÁREA A

Mensagem por Corin Frost em Sab Jun 16, 2018 2:54 pm

Captain Cold
Aquele espetáculo nem havia começado e eu já estava de certa forma entediado com tudo aquilo já que eu estava mais querendo dormir do que outra coisa, porém, assim que o mesmo começou a falar da lua e do espaço meus olhos voltaram a atenção ao mago que logo fez um movimento com sua mão jogando algumas runas no chão, mas antes que eu pudesse me levantar ouvia seu estalar de dedos e logo meu corpo começou a flutuar.

Quando a voz do mago falou sobre suas criações eu logo percebi que aquilo ali não acabia bem até ver que algumas marionetes viam para para cima de mim. -Puta que o pariu! - Exclamava para mim mesmo em alto e em bom som vendo um casal a minha frente, porém, minha mente rapidamente pensou em tentar desviar das marionetes  e logo pegar minha arma de gelo e usar contra eles para tentar me defender.

Ações:
1 - Tentar desviar das marionetes
2 - Caso consiga desviar das marionetes tentar acertá-las com minha arma fria.
Poderes:
Intelecto de alto nível / Técnico especialista: O traço mais notável e perigoso de Leonard é o intelecto elevado, o que o torna uma ameaça mesmo para os metahumanos como o Flash. Muito calculador e metódico em cada ação que ele toma, Leonard é infame para analisar e preparar-se para eventos bem adiantado. Ele é capaz de planejar para cada detalhe plausível vários passos à frente e mesmo quando novas variáveis ​​entram em jogo, ele pode calmamente mudar de tática para escapar ileso. Da mesma forma, ele é altamente adepto em misdirections e manipulações sutis de seus alvos / inimigos para atender aos seus planos. Apesar de abandonar o ensino médio, Leonard tem repetidamente mostrado um conhecimento avançado de vários assuntos, incluindo a biologia e engenharia, capaz de, pelo menos, compreender a natureza a que operam. Leonard é muito charmoso (quando ele quer ser), Capaz de seduzir Valentino Vostok . Ele também é mostrado para ser muito persuasivo, capaz de influenciar o tenente imensamente leal, Cassandra Savage , para ligar seu pai, Vandal Savage , e ajudar a resistência.

Memória Eidética: Em sua natureza para a preparação, Leonard repetidamente exibiu uma memória inusualmente adepta, sendo capaz de memorizar os detalhes de cada trabalho antes de se mobilizar simplesmente analisando a informação. Para um uso mais regular, Leonard é capaz de memorizar cada último detalhe meticuloso do altamente avançado tecnicamente Cold Gun para realizar pessoalmente manutenção regular e reparos sem a necessidade de instruções ou esquemas. Ele fez isso para ter um melhor controle e uso de sua assinatura Cold Gun , aprendendo todas as suas partes e funcionamento interno depois de desmontar e remontar sua arma.

Especialista: Embora não seja tão habilidoso como Cisco Ramon ou Ray Palmer , Leonard tem habilidade habilidosa em engenharia elétrica, obtendo essa habilidade de crescer com seu pai, forçado a juntar-se regularmente e ajudá-lo em roubos. Ele é capaz de entender rapidamente uma configuração de software e efetivamente desativá-la. Da mesma forma, ele foi mostrado capaz de modificar seu Cold Gun para recursos adicionais.

Especialista ladrão: Ao longo dos anos de experiência criminal, Leonard tem dominado a arte do roubo, de assaltos de carro blindado, roubo de jóia e roubo de banco, ele exibe a maior habilidade.

Exímio atirador / Armas de fogo: Enquanto normalmente preferindo evitar matar quando não for necessário, para não sujar seus planos, Leonard é mais do que proficiente com uma arma. Depois de fazer a arma fria sua arma de assinatura, Leonard mostrou um objetivo considerável e uso tático da arma, mesmo contra o Flash, capaz de bater seu inimigo, apesar de o ex mover-se em velocidade sobre-humana. Ele também é proficiente com armas regulares, como a pistola que ele usou antes de usar sua pistola fria eo revólver que ele usou no Velho Oeste, como ele poderia saquear pistoleiros experientes que estavam acostumados a usar essas armas. Ele foi mostrado para ser também um franco-atirador habilidoso e atirador, como ele usou um rifle para atirar uma arma da mão de um homem de uma janela de vários edifícios de distância.

Expert combatente mão-a-mão: Apesar de seu comportamento composto, Leonard é um lutador desarmado muito capaz. Quando aparentemente levado cativo por um chefe da máfia, ele e Rory rapidamente quebrou livre e matou o chefe da máfia ea maioria de seus homens com facilidade, enquanto suas mãos ainda estavam vinculados. Suas habilidades são um pouco inferiores às de Rory, como durante sua briga após a traição de Rory, ele rapidamente pummeled Leonard sem tomar muito dano próprio.

Indomável vontade / Alta tolerância à dor: Embora egoísta e cruel por natureza, Leonard é um homem com grande convicção em qualquer ação que ele toma. Quando foi algemado na parede por " Chronos ", quase sem hesitar, Leonard usou sua arma fria como meio de escapar, congelando sua mão direita e estilhaçando-a para escapar. Depois disso, apesar da imensa dor, ele rapidamente procurou seus aliados.

Sexto sentido: Leonard é capaz de sentir o perigo entrante sem depender de nenhum de seus cinco sentidos naturais. Mesmo enquanto jogava cartas com Sara, ele era capaz de sentir o perigo de entrada.
Atributos:
Força: 20
Inteligência: 35
Resistência: 20
Agilidade: 20
Vigor: 10
Carisma: 10
Perícias:
i. ARMA DE FOGO, nível calouro;
Pertences:
Cold Gun : Gerando um feixe de temperatura zero absoluto, a arma congela tudo o que toca e cria gelo sólido. Pode também retardar o movimento de moléculas moventes rápidas, especificamente aquelas do flash , retardando sua cura acelerada e vastamente reduzindo sua velocidade. Ele também emite claros flashes brancos e azuis que o usuário protege seus olhos com óculos.

Óculos de proteção: Leonard também usa um par de óculos de proteção envolventes azuis, que são projetados para proteger seus olhos dos flashes dados fora por sua arma fria.

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Re: ÁREA A

Mensagem por Zarathos em Sab Jun 16, 2018 2:54 pm

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Re: ÁREA A

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