ÁREA B

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ÁREA B

Mensagem por Zarathos em Sab Maio 26, 2018 9:45 pm

Área b

área B, pelo centro, vemos o caminho B. Por sua vez, mais largo que o primeiro (A) e com uma iluminação melhor e mais colorida. Recheado de barracas a vender todos os tipos de comes e bebes como algodão doce, pipoca, refrigerante, até cerveja e dentre outros.

i. O coringa, a carta substituta do baralho, talvez a mais forte dentre todas. Coringa, ou às vezes, o palhaço, do cenário trata-se da recepção do corredor mediano. Um homem esguio, além de alto, trajado por vermelho e preto e uma pintura branco desbotado no rosto; sobre o maxilar, a ocultar a boca, uma máscara de sorriso, presa por trás das orelhas. Os olhos são negros, a voz grave, porém, alterada por conta própria para dar uma aspecto de "graça". Vem saltitando para de encontro aos visitantes, com adagas entre os dedos e brincando com as armas. Procura por dar atenção, além de recebê-la. Ele pede uma moeda em troca do seu malabarismo com facas.

ii. a madame cigana, ao decorrer do corredor, à direita você pode ver um eletrônico. As pernas existentes são um balcão de ferro. O que se vê é a partir do busto da madame de cigana, um robô de pele parda. Os cabelos escuros e uma manta roxa na cabeça. Olhos gigantes que seguem aqueles que passam por ela, ou se fixam naqueles que estão interagindo. No balcão, se você depositar uma moeda dourada na entrada correta, receberá uma pergunta. A função da madame é dar-lhe a resposta para todas as suas perguntas. Mas, devido a um defeito na máquina, a única pergunta que sai do espaço ao lado donde a moeda é depositada, é a seguinte: "do que tens medo?". Com a caneta preta sobre o balcão, escreva a resposta e coloque na boca que se abriu da Cigana. Em um passe de mágica, não terá mais medo.

iii. o carrossel, certamente uma das atrações mais instigantes de circos. Um brinquedo de circo, sim, mas usufruído por todos, independentemente da idade que tenham. Geralmente as montarias - os cavalos - são branquinhos como o coelhinho da páscoa, por sua vez, os cavalos de Falion tem tamanho real e são negros, de olhos avermelhadas e baforando uma chama falsa dentre os dentes. As rédeas de metal prendem a cintura da pessoa. A velocidade pode variar de lenta à extremamente rápida, de acordo com a vontade do horripilante maquinista. Enquanto movimenta-se em seu próprio eixo, o carrossel toca uma versão distorcida Melanie Martinez - Carousel, tornando-a, em certos momentos, mais graves.




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Re: ÁREA B

Mensagem por Thomas H. Connor em Dom Maio 27, 2018 6:22 pm

Eu estava mais distraído com meus próprios pensamentos em quanto caminhava pelo circo, mas eu não podia deixar de ir em algumas das atrações que o mesmo oferecia e sendo assim pegava uma cerveja para mim e logo começava a andar pelas atrações.

O primeiro era um homem vestido de coringa que atirava facas e sendo assim me certifiquei que meu colar estar bem preso, porém, logo que me senti entediado rapidamente seguia a pequena fila de pessoas ali no local indo para uma cigana robôtica.

A mesma parecia estar com defeito e só nos questionava sobre nosso medo e sendo assim pegava um papel que tinha em minhas mãos logo começando a escrever meu medo por perder pessoas próximas, porém, assim que a boca da cigana se abriu usava meus poderes de super velocidade para colocar o papel sem perder o dedo.

Quando sai da pequena fila logo fui até o carrossel que tinha uma música de certa forma macabra logo em seguida me sentando em um dos animais ali presentes, porém, aquilo parecia muita chateza pra mim já que as velocidades não eram um problema para mim.
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Re: ÁREA B

Mensagem por Ernst Eckhart em Ter Maio 29, 2018 12:44 am


Possivelmente o mercenário mais habilidoso do mundo, definitivamente o mais irritante, Ernst Eckhart é um canadense pirado que nasceu com a habilidade de se regenerar de qualquer ferimento e cresceu trancado numa Clínica Psiquiátrica. Agora Ernst ganha a vida como mercenário de aluguel, atirando na cara de seus alvos enquanto fala até caírem as orelhas de seus amigos. O chamam de mercenário tagarela... O chamam de degenerado que se regenera... O chamam de Deadpool!




Antes de tudo... Clica no Título ali em cima e escuta a música tema do post.

Já clicou? Bom, então aproveite o post.

O que se pode dizer quando seu dia começa com um cara vestindo roupas pretas, parecendo um tipo de ninja esquisito com uma máscara que fazia a da Casa de Papel parecer bonita, batendo na sua porta e te entregando um papelzinho sem ao menos explicar sobre o que se tratava?

Terça-Feira... Já aconteceram coisas piores!

Lembra do convento em Chicago?
-Ô, se lembro, aquelas freiras levaram a expressão "Ai, meu deus!" a um nível nunca antes visto. Se eu tivesse cicatrizes, teria marcas desse dia até hoje.
Aquela Madre Superiora  

Nem me fala, tenho pesadelos com ela até hoje.
-Tá, mas foco aqui - Enquanto conversava comigo mesmo, o ninja simplesmente havia desaparecido, provavelmente foi panfletar em algum outro lugar. - Ninjas... Mal posso ver seus movimentos.
Alô?... Sim... Só um segundo... Ernie, é 2010, ele tá ligando pra pedir essa frase de volta!

Ai, bateu saudade das tirinhas de memes...
-Enfim galera... Tem um circo na cidade, e de palhaço já bastam eu e vocês dois, mas e aí, se tiverem afim a gente vai lá, come uma pipoca, tira uma foto com o Patati e vai embora.
Ah, por mim tá tudo okay, quem não adora circo, não é mesmo?

Eu não curto muito, uma vez tentei serrar uma mulher no meio, e não deu muito certo, ela meio que não voltou a ficar inteira.
A gente tenta de novo depois, deve ser o tipo de serra ou sei lá o que... Esses mágicos são misteriosos.

-Deve ser truque de espelhos, o Mister M sempre revelava truques de espelhos.

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Crente que o panfleto amarelo com um desenhozinho preto que parecia muito com rabiscos de um garotinho do maternal serviria de ingresso, já que as informações no mesmo eram muito confusas e desconexas, fui até o endereço do circo que, pelo que percebi, estava atrás de uns muros bem altos e construídos exatamente para a ocasião.
-Ou o lugar é esse, ou chegamos na fronteira com o México.
Antigamente os circos eram uma tendinha coberta por lona colorida...Esse aqui parece mais aquela prisão latina de Prison Break pelo lado de fora.
Não ouço nenhuma música que me lembre aqueles rap's em espanhol, então parece ser um lugar seguro.

-Vamos mesmo entrar em um lugar que aparentemente só tem uma saída, tem muros altos e cinzentos e provavalmente vai rolar alguma merda violenta?
Alguma objeção?
-Lógico que não, só tou perguntando. No fim das contas vocês são minha consciência.
Você trouxe as katanas e as pistolas, tá suave. Qualquer coisa, pega aquela sua faca que fica na perna e diz que é um atirador de facas, sempre dá certo com as garotas.


Assenti com a cabeça e fui andando para dentro do local, depositando o papelzinho no local onde deveria ficar o cambista, e comecei a andar pelo local.

Todo aquele lugar parecia uma versão sinistra, porém menos assustadora, do DVD Xuxa Só Para Baixinhos 5. Além de algumas maquininhas de comida muito suspeita pelos cantos, havia um maluco fantasiado de palhaço fazendo malabarismos com facas e pedindo moedas para fazer seus truques.

Você vai mesmo julgar o cara fantasiado?
Na minha terra isso se chama hipocrisia.


Ando mais um pouco e vejo uma cigana robótica que parecia mais quebrada do que a cara do Minotouro e do Minotauro. Ela era um pouco estranha. Seus olhos acompanhavam aqueles que passavam. Aparentemente, a função da Madame Cigana Robótica era dar a resposta pra qualquer pergunta que nós fizéssemos, mas aparentemente a máquina estava com um defeito. Adoro coisas com defeito.
Pus uma moeda no recipiente e uma voz similar a da mulher do Google me perguntara.

"Do que tens medo?"

Er, que estranho.
-O que é estranho além dessa coisa perguntando uma coisa tão íntima assim?
Tecnicamente esse robô Mãe Diná deveria responder nossas perguntas. Então por que deveríamos escrever uma resposta pra ela?
Realmente, esse parque não faz nenhum sentido.

- HSAUSHAUSHAUSH, é verdade.
Pego um papel em branco, amasso até fazer uma bolinha e jogo na boca aberta do robô.

-Vamos continuar andando pra ver se achamos alguma coisa divertida pra fazer aqui.

Demorou!





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Re: ÁREA B

Mensagem por Gwen Eisenfeuer em Ter Maio 29, 2018 2:08 am




What is a circus near the clown that you are?


Olho para o convite sobre a penteadeira uma terceira vez enquanto penteava o cabelo. Se tratava de um pedaço de papel meio retangular com cores e letras estranhas, feito não para ser bonito, mas para chamar a atenção. E tenho que admitir que o objetivo tinha sido alcançado com sucesso. O convite era horrível, mas, de repente, eu realmente estava com vontade de ir ao circo. Gostava de palhaços? Nem um pouco. Mas por que não, não é mesmo? Sendo sincera, eu nem sabia quem tinha me enviado aquele convite, tinha sido jogado por baixo da minha porta e eu o havia encontrado quando chegara do serviço naquela manhã. Uma movimentação atrás de mim me tirou dos meus devaneios, quando a maldita imagem de um homem nu apareceu no espelho.

— Por que não volta pra cama, Gwen?

Seria muita hipocrisia dizer que eu odiava toda vez que alguém me chamava por esse nome? Afinal, era o nome que eu tinha escolhido. Reviro os olhos e August já sabe que não é mais bem vindo. Eu nem sei por que ainda dormia com ele, era apenas um cliente do bar. Ninguém importante pro mundo, ninguém que importasse pra mim. Ouço a porta se fechar com um clique após ele sair, e só então sinto que posso respirar.

***

Uma construção começou a se erguer sob os meus olhos conforme ia me aproximando do local indicado no convite. Era sinistro e de arrepiar os pelos do... pescoço, mas eu já estava adorando. Ao longe vejo um robô parecido com uma cigana feiosa. E um cara que parecia realmente interessado em brincar de obter respostas da Cigana. Ele colocou um papel na boca do robô e saiu. Oh, não, novo alvo. Minhas pernas já estavam andando atrás dele antes que eu pudesse pensar no que estava fazendo.

— Achei que palhaços fossem assustadores, mas você até que é um gatinho. — Eu disse com um sorrisinho, pois qual é? Há cantada melhor do que chamar o cara de palhaço? Nunca.

Eu já estava na frente dele, andando de costas. Esperei por sua resposta, enquanto o analisava de cima abaixo de forma nada discreta. Roupa ridícula? Confere. Armas visíveis? Confere. Totalmente o tipo de idiota que eu levaria para a cama sem nem perguntar se gosta de paçoca.
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Re: ÁREA B

Mensagem por Ernst Eckhart em Ter Maio 29, 2018 5:34 pm


Possivelmente o mercenário mais habilidoso do mundo, definitivamente o mais irritante, Ernst Eckhart é um canadense pirado que nasceu com a habilidade de se regenerar de qualquer ferimento e cresceu trancado numa Clínica Psiquiátrica. Agora Ernst ganha a vida como mercenário de aluguel, atirando na cara de seus alvos enquanto fala até caírem as orelhas de seus amigos. O chamam de mercenário tagarela... O chamam de degenerado que se regenera... O chamam de Deadpool!




Eu pensava que ela ia postar com a Heidi...

Até daria pra dar em cima, mas não é a Margot Robbie.

— Achei que palhaços fossem assustadores, mas você até que é um gatinho. —
Escuto isso de uma morena que me surpreende um pouco sendo mais rápida que eu e ficando à minha frente enquanto andava.

-Achei que chamar pessoas de palhaço era falta de educação. Mas eu vou deixar passar essa por que eu sou mesmo.

Paro de andar e a observo. Ela era o tipo de garota que choca todo o povão, joga o cabelo pro lado e desce ao som do tamborzão, quero dizer... Ela parecia extrovertida demais. Ela havia acabado de chamar de palhaço um cara visivelmente bem armado e usando uma roupa de spandex vermelho. Ou ela era realmente maluca, ou ingênua.

Eu voto pelo maluca...

Maluca, certeza.

-E você? Que criatura do circo você seria? Sua depilação parece estar em dia, então já descarto a Mulher Barbada... Contorcionista, talvez?

Dou um sorriso e mais uma vez olho ao redor. Aquele circo sinistro era bizarro demais pra ser um lugar famoso. Talvez ele fosse famoso por ser bizarro ou coisa parecida, mas mesmo assim, sujeira e brinquedos quebrados não pareciam algo que eu colocaria como uma atração.

Se for assim, nossa casa seria um circo melhor que esse aqui.

E lá com certeza já teve uma mulher barbada. HSUAHSUAHSUh

-Época de vacas magras. - sussurro pra mim mesmo e faço uma expressão estranha.



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Re: ÁREA B

Mensagem por Selena Björn-Østberg em Qua Maio 30, 2018 4:45 pm

Batwoman
The Red Knight

Os dias eram todos reservados para seu descanso. Ser uma vigilante durante a noite era complicado, pois as desculpas para poder dormir de dia eram das mais diversas, quase todas difíceis de se engolir, mas claro, ninguém iria parar para ligar que a vigilante de roupa preta e vermelha com fios ruivos era Selena, mas sua paranoia às vezes tomava conta, o que a fazia usar muita maquiagem e esconder as olheiras, forçando para ficar acordada em reuniões em sua empresa e acompanhar a mãe nos desfiles de moda ao redor do mundo. Geralmente ela acabava dormindo no jatinho ou na mesa do escritório, mas quase ninguém percebia. Foi num dia desses – o de permanecer acordada e não alimentar boatos de que é um vampiro – que a Østberg se deparou ao sair de seu trabalho com um palhaço mascarado, que lhe entregou um bilhete e saiu correndo, fazendo o mesmo para várias pessoas na rua, mas não todas.

Sem saber o motivo de ter sido escolhida e o que era o convite, ela o leu de cabo a rabo, vendo que um circo chegara à cidade. Sem maiores detalhes, ela decidiu que não custaria nada ir se divertir, mesmo que o evento não fosse lá o tipo de diversão que costumava ter. Assim que a noite chegou, tomou um longo banho na sua banheira, pondo uma roupa comum e dirigindo-se ao local, que, honestamente, parecia um presídio devido as paredes de concreto protegendo todo o circo. Em sua bolsa, o cinto de utilidades, apenas. Mesmo sabendo que o local era apenas um circo, não conseguia deixar de ignorar o seu apurado instinto aguçado, então foi junto da fila de visitantes, dando seu convite e entrando.

Assim que adentrou, pôde perceber três caminhos distintos e, com os olhos de águia mirou no do meio, decidindo ir por ali. Havia um homem fantasiado de arlequim, sua roupa preta e vermelha era bonita e lembrou as cores fortes do seu próprio traje de Mulher-Morcego, e ele manejava com eficiência várias adagas. Assim que ele terminou, entregou-lhe uma nota de cem dólares e sorriu para o mesmo, aplaudindo junto da multidão, prosseguindo com a sua varredura do local. Isso não é nada, Selena, apenas divirta-se como todos os outros, dizia uma vozinha na sua cabeça, mas ela fitou a Cigana e ouviu a pergunta da mesma, e então seu instinto voltou a gritar. Mas há algo errado, disse para si mesma, pegando um pedaço de papel e suspirando, a caneta em mãos – pega de sua bolsa – a centímetros da folha.

“Morcegos”

Anotou, em letras grandes e de forma, pegando o papel e pondo-o na boca da Cigana, segurando a ponta da folha com cuidado para não se machucar. Caminhando com calma, varria com seus olhos analíticos todo o local, como já era de praxe, até que se deparou com um carrossel que tocava uma música com leves defeitos no som, deixando-o mais grave. Tudo ali parecia ter sido feito numa tentativa meio boba de deixar o circo assustador, pelo visto. Fitando os cavalos pretos de tamanho real, parou a centímetros de uma moça morena, com quem quase trombou.

— Desculpe-me, estava distraída. — Soergueu as mãos, ajeitando a alça da bolsa no ombro direito e exibindo seu melhor sorriso gentil.

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Re: ÁREA B

Mensagem por Oliver Strauss em Qui Maio 31, 2018 12:06 am

um palhaço em um circo

Estou vestindo um um moletom cinza que esconde completamente meus lança-teias. Além disto, uma bermuda preta e longa junto de um tênis igualmente escuro.
 


Era um lugar tranquilo, sabe, as alturas. Era um sentimento único sentir-me livre e especial, principalmente conforme era capaz de observar todos os pequenos humanos abaixo de mim - tão minúsculos. Era realmente um lugar bom de se estar, e era por isto que eu encontrava-me sentado á beira de um modesto prédio residencial. E foi naquele momento, no que eu menos esperava, em que eu pude notar uma figura não tão longe me encarando - era no mínimo intrigante ver um homem com máscara de demônio japonês parado no topo de um outro prédio me encarando incessantemente. E foi então que ele repentinamente sacou um papel de seu bolso, mexeu-o e remexeu-o até que tomasse forma de um shuriken e simplesmente lançou aos céus - de começo parecia completamente sem mira, mas o vento faria seu devido trabalho e consequentemente o objeto estaria em minha direção.

Era lento e fácil de prever, oque tornou necessário apenas dois de meus dedos para cessar seu movimento completamente ao encaixa-lo pelas laterais. Eu levava algum tempo para deformá-lo de volta ao original, e quando enfim o fiz, pude ler o seu conteúdo - um convite, hm? Era intrigante e alarmante, pois poderia haver um sentido ambíguo em sua entrega. Ele sabia quem eu era, ou sabia de que eu me vestia? Era algo que eu não poderia dar luxo á sorte, embora fosse de fato interessante visitar um circo. - Ah, que seja, será interessante. Não me lembro da última vez que fui á um circo - ah, é, eu nunca fui.

[...]

E no fim, lá estava eu, entregando o tal panfleto ás figuras que jaziam na entrada. Era um lugar amplo que parecia entregar-me muitas opções, embora minha mente gulosa e apressada simplesmente me guiasse por aquele que parecia ter mais comida - embora não fossem estas as características principais do local. Um homem de trajes interessantes, como de todos os trabalhadores do local aparentemente, aproximava-se de minha pessoa com algumas facas entre mãos, embora pudesse saber que sua intenção não era impurída uma vez que não havia indício algum por parte de meu sentido aranha. Ele pedia por uma moeda em troca de um truque - Eu só tenho em notas, serve uma de um dólar? - Perguntei-o conforme lhe entregava o dinheiro, que era pego pelo homem e em um breve movimento de ilusão, desaparecia. Aquele poderia ser o truque que já valeria pra mim, mas acordo era acordo e ele simplesmente jogava as facas para o alto sem padrão aparente algum, e com extrema maestria, retomava o controle com alguns movimentos artísticos e audaciosos com tais. Embora fosse belo de se ver, era simples demais de se entender por parte de um alguém como eu - eu achava o truque com a nota bem mais díficil do que aquilo, embora de fato houvesse capacidade manual. - Legal... Eu acho. - Esperava que o Circo não fosse apenas aquilo, e após o fim da demonstração, afastei-me da figura para um local menos populoso em que eu poderia simplesmente encostar-me e observar o fluxo das pessoas e do lugar, esperando achar algo mais interessante.

 


 

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Re: ÁREA B

Mensagem por Olívia Velásquez em Qui Maio 31, 2018 9:08 pm

CIRCUS
Parada a alguns metros da entrada, segurava em minhas mãos o estranho papel com um símbolo estranho pintado. Um palhaço esquisito havia me entregado esse "ingresso" há alguns dias e foi embora antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa a ele, despertando assim minha curiosidade, talvez tivesse sido esse o plano dele desde o início.

Os muros altos de concreto que cercavam o circo eram intimidadores e opressores, ou pelo menos era essa a sensação que me causava. Por segurança decidi vestir o traje de Fantasma, porém o mantive invisível e intangível para que não fosse detectado pelos civis que veriam apenas a mim e minhas roupas normais que estavam muito bem camufladas em um look que jamais diriam que havia um traje tecnológico ali por cima. Inexistem palavras que podem medir o quanto eu torcia para não precisar o traje, uma vez que quando ativado provavelmente destruiria a minha roupa.

Caminhei até a fila que parecia andar depressa e então rapidamente já me encontrava dentro dos muros do circo, vendo seu interior levemente assustador com elementos sombrios como um palhaço brincando com facas, luzes falhando, sons distorcidos. "Qué bueno que fue gratis!", pensei aliviada seguindo por um dos três caminhos disponíveis ali. O caminho escolhido era amplo, mais à frente havia um carrossel estranho com cavalos grandes demais para um brinquedo infantil, uma máquina de cigana aparentemente do século passado que visivelmente precisava de uma manutenção e um homem vestido de bobo da corte brincando com facas. O cenário não era um dos melhores, talvez o meu olhar confuso denunciava minha falta de divertimento naquele lugar, porém me esforcei para continuar.

Aproximei-me da máquina da cigana um pouco desconfiada, inclinando-me para os lados para observá-la de outros ângulos. Provavelmente por parecer tão velha, funcionava com mecanismos ativados por peso e mecânica e assim não seria possível hackea-la para entender melhor seu funcionamento, então restava entrar no jogo. Peguei uma moeda de minha bolsa de mão, colocando sobre o balcão e vendo a máquina funcionar. Um papel saiu do lado da máquina, nele se lia as palavras "Do que tens medo?". Estreitei os olhos com o clichê, sorrindo com os lábios e escrevendo sobre o papel "Dos hombres en una moto", por ter crescido em um bairro pobre esse medo era muito real na minha infância, mas hoje em dia saberia me defender nessa situação.

Dei as costas à máquina e caminhei até o carrossel para observá-lo mais de perto, fazendo uma careta assim que percebi a música que estava tocando. Aquele lugar estava longe de ser divertido, até me segurei para não oferecer uma manutenção na parte eletrônica do circo, uma vez que a velocidade do carrossel era inconstante, mas apenas revirei os olhos e me virei, dando de encontro com uma mulher adulta, alta com cabelos negros e uma pele muito branca, a mesma murmurou algo em um tom gentil mas não consegui entender. Balancei a cabeça para os lados e pisquei algumas vezes.

— Disculpa, lo que habías dicho? — Sorri e estendi a mão para ela. — A propósito, me llamo Olivia.
(C) ROSS

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Re: ÁREA B

Mensagem por Selena Björn-Østberg em Sex Jun 01, 2018 8:42 pm

Batwoman
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Geralmente Selena não era de se distrair, mas o circo parecia atrair a sua completa atenção – o que não significava que era uma coisa boa – e fazê-la se ater demais a cada mínimo detalhe, ainda tentando processar tudo; desde os palhaços com máscaras diabólicas, o clima de terror, maquinarias velhas e defeituosas e as paredes de concreto em volta do circo. Tudo parecia bastante intrigante para a morena que, após trombar na outra, teve de pedir desculpas, sendo bombardeada por espanhol. Como era boa com línguas estrangeiras, rapidamente traduziu, sorrindo um pouco sem jeito, a mão direita em volta da alça da bolsa, olhando de soslaio para o chão para certificar-se de que nada havia caído dela. Estendeu a mão para a moça que se apresentava como Olívia, cordialmente.

— Ah, eu disse desculpas, é que estava distraída com o carrossel sinistro. Ah, sou Selena, a propósito, prazer em conhece-la e desculpe-me mais uma vez — comentou, em espanhol, apertando a mão da morena e logo apontando para o carrossel, onde algumas pessoas desfrutavam do mesmo – ou pelo menos tentavam, já que a música com som distorcido e a velocidade irregular do brinquedo não ajudavam. — Então, recebeu o mesmo convite com o palhaço bizarro lhe encarando, certo? Esse circo realmente precisa de um marketing e estrutura melhores. — Comentou bem humorada a vigilante, olhando atenta ao seu redor.

Torcia para que a noite fosse tranquila, que pudesse continuar se enturmando como estava fazendo agora e não precisasse utilizar o seu cinto de utilidades para ter de salvar inocentes ou a si mesma. Apesar do local carecer de qualidade, talvez fosse o suficiente para que a vigilante mascarada pudesse agir como uma pessoa normal, pelo menos por algumas horas, mesmo que isso a deixasse um pouco fatigada.

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Re: ÁREA B

Mensagem por Oliver Strauss em Sex Jun 01, 2018 10:01 pm

um palhaço em um circo

Estou vestindo um um moletom cinza que esconde completamente meus lança-teias. Além disto, uma bermuda preta e longa junto de um tênis igualmente escuro.
 


Esse lugar me dá sono... Espero que não seja o principal, parecesse o mais atrativo ao longe. - Balbuciei, referindo-me ás guloseimas e á largura do corredor que trazia até a tal Área e minha alta expectativa para com tal. O lugar parecia começar a encher aos poucos, e aquilo me chateava, dando-me a brecha certa para encontrar um motivo plausível e sair dali - haviam outras três áreas para explorar, então retrocedi até a parte inicial para explorar uma nova vertente.

Continua em Área A

 


 

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Re: ÁREA B

Mensagem por Gwen Eisenfeuer em Sab Jun 02, 2018 3:01 am




What is a circus near the clown that you are?
     A vontade de interagir começou a diminuir assim que obtive uma resposta para o meu comentário. Não que tenha sido ruim ou rude, foi apenas um pouco mais furtiva do que eu esperava. Limpei a garganta com um tosse forçada, tentando não me sentir intimidada. Aquele cara, com certeza, tinha tudo o que era preciso para me tirar do sério. Incluindo suas piadas ruins. Das quais, tenho certeza de que ele tinha um repertório infinito.

Cruzei os braços sobre o peito, parando de andar quando ele parou. Tinha ficado em silêncio enquanto o rapaz despejava sua baboseira (que ele provavelmente achava muito engraçada) em cima de mim. Já não me sentia tão tentada a flertar, o que provavelmente tinha sido a intenção dele, mas com certeza tinha ficado curiosa sobre o idiota em vermelho.

— Muito bem observado sobre minha depilação, obrigada. — Revirei os olhos rapidamente. Uma mania que eu já deveria ter perdido com os anos, mas simplesmente não conseguia largar. — Mas não. Estou apenas procurando diversão por aqui. — Dei de ombros, ainda com os braços cruzados. — Ou talvez um pouco de confusão. — Disse a última parte em um tom baixo, como se contasse um segredo.

Olhei ao redor, um pouco sem graça por não saber muito bem como quebrar o gelo. Aquele cara era estranho, disso eu tinha certeza. E eu também tinha certeza de que eu era estranha também. Talvez um pouco mais estranha, porém com um pouco menos de esquizofrenia e transtorno mental.

— Mas e aí? Você ta procurando diversão ou confusão? — Levantei uma sombrancelha e dei um sorriso torto.  — Ou as duas coisas são o mesmo pra você?
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Re: ÁREA B

Mensagem por Zarathos em Sab Jun 09, 2018 7:28 pm

Área b
i. O cavaleiro Thomas H. Connor observa o carrossel.

Depois de ter transcrito a resposta sobre a superfície do pequeno papel dado, o medo foi entendido pela Madame. No instante em que o homem dispôs-se a andar e distanciar-se do ponto em que antes localizava-se, não pôde assistir os olhos do animatrônico  adquirir uma tonalidade mais escura; as escleras ganharam uma cor roxa, enquanto as íris e pupilas embranqueceram. Por algum motivo certamente desconhecido, o ciclo constante de movimentação do carrossel o atraia. Olhos vidrados ao giro em torno do próprio eixo, sem sequer notar que haviam rostos conhecidos.

Um minuto após, a atração havia cessado e ele subiu a fim divertir-se com algo destinado a crianças. Um figura, em um assento contrário ao de Thomas, não desceu, o que simbolizou o pedido de mais uma volta. O maquinista forçou a barra de ignição, emperrada por consequência da ferrugem. Quando conseguiu ativá-la, a velocidade máxima acompanhou. Os únicos dois, que "alegravam-se" com tamanha falta de azar, necessitavam apoiar-se ao cavalo negro. Enquanto Thomas distraía-se em segurar-se para não voar longe, não viu que, no equino ao lado, a figura sentava-se. Por sua vez, um ente-querido seu. Esse ente-querido o mirou com ternura e afeição, com um sorriso de canto nos lábios, até que disparou uma rajada vermelha dos olhos em direção a Thomas.


ii. O casalzinho ernst eckhart e gwen eisenfauer brincam com o Coringa.

Ernst apresentou-se como um ser um tanto quanto atrevido ao trapacear nos mecanismos da Madame Cigana. No íntimo, zombou da função do eletrônico, enquanto lançou a bola de papel, onde continha a questão dela. Assim que distanciou-se, uma nova expressão formou-se no rosto da cigana. Uma linha sem vida na boca, acompanhada pelas pálpebras semicerradas e celhas unidas. Em um relâmpago de segundo, o brilho das pupilas, enquanto contraiam-se de raiva, estendeu-se para um clarão, mas não visto por nenhuma presença.

Juntou-se de Zatanna, uma menina de aparência latina com o nome de Gwen. Trocavam diálogos aleatórios; ênfase àquele em que ela cita a respeito da depilação, aparentemente inexistente, risos e risos. No entanto, entremeio as falas, algo chamou a atenção de ambos. Um malabarismo aéreo de adagas, realizado pelas hábeis mãos de Coringa, o palhaço do circo. Este, por sua vez, jazia cercado de um pequeno número de pessoas. Porém, assim que viu que aquele par em especial aproximava-se, pediu por licença e espaço.

— Eu sou Coringa, o palhaço. — Interceptou-os no caminho em uma súbita aparição, deixando um pequeno rastro de fumaça cinzenta no local em que antes via-se. Surgiu nas costas, com a cabeça entre a de Gwen e Ernst. Em um ato rápido, virou o rosto da menina e roubou-a um selo estalado. Sem tempo suficiente de reagir, somente a pequena cortina de fumaça foi deixada para trás, enquanto o palhaço surgia a frente deles, já desempenhando a dança com as lâminas. — Olhem, sem as mãos. — Escondendo-as atrás das costas, as 9 facas mexiam-se sozinhas no ar em um círculo, girando em sentido anti-horário.

O que não esperavam era que o Coringa, o palhaço, fosse tão ágil. Ao erguer as mãos, ainda um pouco distantes das facas, mal puderam acompanhá-lo a pegar duas de tais objetos, uma em cada palma. Com elas, a canhota foi gravada sobre o ombro de Ernst, tão profundo para atingir um dos pulmões. Já a destra, por sua vez, atingiu o flanco da quadril de Gwen. — Gostosa. — Pela terceira vez na mesma cena, a fumaça denunciou o espaço que Coringa deixou. O riso frenético e alarmante alertou a sua presença sobre a cabeça de madame, sapateando.  


iii. As moças olívia e selena admiram o carrossel.

Morcegos e dois caras em uma moto, certamente fobias inusitadas. Respectivamente, pertencem a Selena e Olívia. Duas mulheres que conseguem representar a força do gênero feminino, ainda mais quando executam seus papéis quando trajavam as máscaras de heroína e de vilã. Com os sentidos fixos ao carrossel, conversavam. Aliás, Olívia era mexicana, então fazia questão em comunicar-se com a língua materna. Espanhol é uma linguagem rebuscada e gostosa de se escutar, mas certamente a Batwoman já tinha certeza disso.

Um ruído agudo preencheu os ouvidos das duas, fino bastante para irritar a audição. Devido a predominância da escuridão, era difícil compreender de onde vinha, tais sons. Todavia, quando conseguiram fazê-lo, repararam que haviam muitos mamíferos negros sobre a afiação elétrica, nas laterais do caminho estreito. Sendo preciso, morcegos carnívoros. Mas não eram as únicas coisas a importunar a "girls night", pois um rápido feixe de luz atravessou o breve espaço entre as duas. O ronco do motor veio em seguida. Correntes enlaçaram aprisionaram os membros inferiores das mulheres e arrastaram elas pelo corredor. Viram que eram dois homens em uma moto. Ou melhor, dois seres horrendos.





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Re: ÁREA B

Mensagem por Thomas H. Connor em Sab Jun 16, 2018 3:17 pm

Eu até que estava me divertindo com aquele carrossel, porém, algo me pareceu um djavu e eu acabei por me lembrar vagamente de minha mãe e meu pai juntos em um carrossel e me parecia que eu estava chorando perdido no mesmo.

Uma lágrima caiu de meus rosto o que me fez levar as costas de minha mão para limpa-lá até que ouvi um barulho de algo quebrando e logo me segurava no cavalo perto para não ser jogado longe com a velocidade alta repentina, porém, antes que eu pudesse falar alguma coisa vi uma pessoa no assento ao contrário ao meu e logo vi meu pai sentado.

-Pai? Porque você e minha mãe não me quiseram mais? - Falava com o mesmo em quanto ele ficava em silêncio e logo que ia esticar minha mão para agarrá-lo e chamar a atenção ele se virou para mi com olhos vermelhos que logo soltaram uma rajada contra mim. -Não, pai... - Falava para mim mesmo tentando me desviar do raio que vinha em minha direção usando a super velocidade que a armadura me dava, porém, eu não queria machucá-lo e sendo assim apenas o encrava logo jogando meu colar para cima tentando equipar minha armadura para me proteger.

Ações:
1 - Tentar desviar da rajada com sua supervelocidade
2 - Tentar equipar a Armadura de Ouro de Leão
Poderes das Armaduras:
Absorção e manipulação de energia cósmica


Absorção e Manipulação de Energia Cósmica é a capacidade de manipular os elementos cósmicos do universo, incluindo nebulosas, raios e radiação cósmica, partículas subatômicas, capacidade de fazer explosões.


i. ADQUIRE: MATERIALIZAÇÃO E DESMATERIALIZAÇÃO DE OBJETOS (EM FORMA DE ENERGIA CÓSMICA MANIPULADA), MATERIALIZAÇÃO CORPÓREA (EM ENERGIA CÓSMICA);


ii. Na forma cósmica ganha: Força Sobre-Humana, Super-Agilidade, Resistência Sobre-Humana.

Super-velocidade


Super-Velocidade é a capacidade de afetar a velocidade com que os seres vivos se movem, contactando a si mesmo, podendo torná-lo tão rápido como uma bala, e atingindo a velocidade da luz, ou até bem mais.


i. ADQUIRE: SUPER-AGILIDADE, PERCEPÇÃO, FORÇA SOBRE-HUMANA.
Perícia:
i. CORPO A CORPO (Taekwondo), nível calouro.
Velocidade e Percepção:
Velocidade: 150m/s [+5]
Percepção: 100m/s [+5]
Atributos:
Força: 10
Inteligência: 10
Resistência: 10
Agilidade: 15
Vigor: 10
Carisma: 10
Pertences:
Armadura de Ouro de Leão: As Armaduras de Ouro são os trajes dos Cavaleiros de Ouro. As sagradas armaduras de Ouro compostas por 13 armaduras são armaduras vivas, criadas por alquimistas no continente de Mu a pedido de Athena. Cada um dos cavaleiros de Athena somente pode vestir armaduras referentes a sua constelação protetora e seu signo protetor. Sua cor Dourada se deve a elas terem ficado muito tempo próximas ao sol, porém, para mais segurança Mu decidiu jogar as armaduras na terra e devido estes estarem cobertos com sangue do mesmo a urna foi adaptada para um colar.
Thom
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Anti-Hero

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(C) Ross


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Re: ÁREA B

Mensagem por Zarathos em Sab Jun 16, 2018 3:17 pm

O membro 'Thomas H. Connor' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 'Ação' : 1

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#2 'Ação' : 4
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Re: ÁREA B

Mensagem por Selena Björn-Østberg em Sab Jun 16, 2018 9:12 pm

Batwoman
The Red Knight

Aquele local, aos poucos, provava-se ser uma verdadeira decepção para a vigilante. Sem graça, amedrontador e com brinquedos defeituosos, tudo parecia pobre demais para ser considerado um circo de renome mundial. Foi então que, antes mesmo da bela mexicana lhe responder, tudo começou a mudar de situação inesperadamente; primeiramente, o carrossel passou a girar numa velocidade absurda, o ranger metálico aturdindo os sentidos da morena, enquanto ao longe era possível ver o coringa atacando um casal com várias facas, inclusive possuindo poderes ao provar ser capaz de controla-las sem tocá-las.

— Certo, precisamos nos esconder e ligarmos para a polícia — antes de poder prosseguir a dar instruções para Olívia, foi surpreendida por uma luz ofuscante que a fez erguer a mão na frente dos olhos, tapando sua visão mediante a luminescência do farol de uma moto. Soerguendo o olhar, veio à sua percepção a presença de inúmeros morcegos nas fiações, o que significava que o medo transcrito no papel e entregue à cigana, de alguma forma, havia ganhado vida. Para a sua sorte, escrevera um medo que não possuía, ironicamente – seria, no mínimo, impróprio a Mulher-Morcego ter medo de tais criaturas.

— Precisamos... — novamente interrompida, sentiu uma corrente envolver seus tornozelos, desequilibrando-a enquanto ela e sua conhecida eram puxadas sem piedade pelos seres horrendos na moto. — Merda! — vociferou, puxando da bolsa o cinto de utilidades e prendendo-o na cintura, a esta altura o receio de ser reconhecida como Batwoman se desfazendo por completo naquele momento de necessidade.

Finalmente dando a volta em sua cintura, puxou de seu cinto um bat-explosivo, no famoso formato de morcego, atirando-o contra os dois seres horrendos numa moto para que eles viessem a soltar seus tornozelos. Ainda aproveitando aquela rara chance que tinha, tentou ficar pelo menos sentada para retirar as correntes que a envolviam e Olívia, deixando ambas livres. Isso caso conseguisse livrar-se da corrente que a prendia com o explosivo atirado contra os monstros.

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Código:
Ação 1: puxou o cinto de utilidades e o vestiu enquanto era arrastada pelas correntes e atirou um bat-explosivo contra os dois homens na moto.
Link da ficha: http://injustice.forumeiros.com/t1027-bjorn-stberg-selena

Dados de Personagem:
1. Raça: Humana
2. Vitalidade: 320/320
3. Nível: 18
4. Velocidade: 270m/s [+10]
5. Percepção: 350m/s [+10]
6. Especialização: Ágil
Atributos:
Força 23
Inteligência 35
Resistência 27
Agilidade 27
Vigor 32
Carisma 27
Perícias:
i. CORPO A CORPO (LUTA DE RUA), nível pedagogo;

ii. FURTIVIDADE, nível pedagogo;

iii. ARMAS BRANCAS (CHICOTE), nível pedagogo;

iv. LEITURA CORPORAL, nível pedagogo;

v. LÁBIA, nível pedagogo;

vi. CORPO A CORPO (CAPOEIRA), nível pedagogo;
Poderes & Habilidades:
1. Acrobacia: Parte do treinamento para se tornar a Batwoman constituía em aprender acrobacias, principalmente o parkour, para que ela pudesse circular livremente pela cidade, sem se perder ou se ver presa em becos sem saídas ou locais aparentemente inescapáveis.

2. Aviação: Por ter servido a Força Aérea, Selena sabe pilotar naves de quase todos os tipos, podendo facilmente aprender a como pilotar naves novas, quase que intuitivamente devido aos anos de prática.

3. Habilitação: Possui habilitação para praticamente todos os tipos de automóveis, incluindo aviões, apesar de sua preferência ser para motos.

4. Mecânica: Selena possui intimidade com ferramentas e tecnologia, conseguindo desmontar, consertar e montar novamente objetos dos mais variados tipos com certa facilidade.

5. Ginástica: Desde muito nova sempre fora adepta da ginástica, já tendo chegado a Elite Sênior, tendo praticado por anos até mesmo no exército as suas excelentes habilidades com a área.

6. Combate corpo-a-corpo: Durante a sua adolescência treinou Krav Maga e Boxe, com seu alistamento no exército seu treinamento intensificou-se, tornando Selena numa combatente formidável e eficaz.

7. Interrogatório: Como militar, espiã e também vigilante, Selena conhece táticas psicológicas e até mesmo violentas para mexer com a mente de seus presos, fazendo-os revelarem a verdade com veracidade.

8. Liderança: Como militar e espiã, Selena teve bastante tempo para conseguir ser uma ótima líder, sabendo trabalhar mais do que bem tanto só quanto em grupo.

9. Arrombamento: Como parte de seu trabalho de detetive e vigilante, Batwoman possui grandes habilidades e arrombar portas, armazéns e locais trancados.

10. Medicina: Mesmo não sendo formada ou tendo feito estudos profundos na área, a Cavaleira das Trevas realizou diversos cursos e treinamentos médicos no seu tempo de militar, sendo capaz de identificar ferimentos, suas origens e como tratá-los, conseguindo realizar pequenas cirurgias em si mesma e em outros.

11. Protocolo militar: Como tendo servido ao exército, sabe todos os protocolos militares, como eles operam e agem em todos os tipos de situações, assim como códigos secretos e condutas das bases de operações.

12. Multilinguista: Sabe falar russo, alemão, português, brasileiro, espanhol, japonês, chinês e hebreu, além de saber um pouco de latim.

13. Musicista: Selena sabe tocar guitarra e violão.

14. Auge da durabilidade humana: Mesmo sendo uma humana comum, Selena treinou por tempo o suficiente para ter extrema eficácia quando o assunto é resistência e durabilidade. A vigilante possui grande resistência a analgésicos, ficando de pé pouco tempo depois de ferimentos e lutas, esgotando-se com mais lentidão que o resto dos outros.

15. Auge da força humana: Por ter treinado desde sempre artes marciais, servido no exército, sido espiã e agora atuar como vigilante, a heroína sempre está em movimento, praticando. Desta forma, Batwoman possui a capacidade de destruir concreto com socos, podendo lutar com adversários diversos ao mesmo tempo.

16. Pedagogia: Selena é uma excelente pedagoga, lecionando, ensinando e instruindo não apenas jovens, como também todos os tipos de pessoas, inspirando-as e direcionando-as para o caminho certo.

17. Furtividade: Batwoman consegue adentrar praticamente qualquer lugar sem ativar alarme algum, equivalendo-se de aparatos tecnológicos e suas habilidades furtivas e ocultas para manter-se fora de vista.

18. Sobrevivência: Selena é talvez uma das pessoas mais aptas a sobreviver a todo o tipo de coisa, procurando comida e abrigo, passando por todos os tipos de obstáculos e se manter viva.

19. Experiência com armas brancas/de fogo: Possui uma excelente mira, seja com armas brancas desde facões a até mesmo espadas e lanças, como também armas de fogo, como revólveres ou até mesmo mísseis.

20. Mira/Arremesso: Tem uma mira quase perfeita, seja com armas brancas, armas de fogo, arco e flecha ou com seus discos de metal cortantes/elétricos.

21. Intelecto superior: Possui um QI alto, beirando aos 200, tendo ótima capacidade dedutiva e de investigação, sendo ótima e analisar, traçar perfis e resolver casos.

22. Disfarce: Seja escondendo a cor natural de seu cabelo, ou até mesmo utilizando voz e trejeitos diferentes, Selena é ótima se disfarçando.
Pertences:
Cinto de utilidades:

1. Thunder-Bat: Como o próprio nome afirma, são objetos que possuem o formato de morcegos e que aplicam choques fortíssimos em oponentes e em sistemas de computadores, danificando-os instantaneamente.

2. Red Fury: O dispositivo, vermelho e redondo, aparentemente simples e com apenas um botão é na verdade uma rara e exclusiva tecnologia que faz os fios castanhos de Selena transmutar-se para um vermelho vivo que combina com a cavaleira vermelha.

3. Bat-Rope: Trata-se de objetos em formatos de morcego que liberam cordas que enroscam-se nos pés ou mãos de suas vítimas, retirando-lhes o equilíbrio.

4. Link-Bat: É um morcego que, ao tocar em uma unidade tecnológica, seja ela qual for, estabelece em poucos segundos um link com o dispositivo móvel de Batwoman, o qual ela pode acessar e, portanto, hackear praticamente qualquer sistema.

5. String-Gun: É uma arma muito utilizada por Batwoman, cinza com detalhes vermelhos, ela lança uma corda que se estende ao máximo de 15 metros e auxilia para a subida em prédios e locais altos.

6. Anti-Toxinas: Trata-se de pequenos frascos de vidro reforçado que servem para quase todos os tipos de venenos conhecidos (e até mesmo desconhecidos).

7. Explosive-Bats: Tratam-se de explosivos que explodem ao chocarem-se no alvo ou ao serem acionados por Batwoman.

8. Smoke-Bats: Batarangues que expelem fumaça no intuito de desnortearem os oponentes, que não sabem para qual direção Batwoman fugiu.

9. Lasers: Dispositivos que soltam raios lasers.

10. Granadas: Estas são especiais, feitas com uma toxina que faz as pessoas ao redor desmaiarem.

11. Rastreadores: São pequenos, imperceptíveis e duráveis, rastreando pessoas a longas distâncias, até mesmo no espaço caso ninguém as encontre e as destrua.

12. Máscara de Gás: Evita que Batwoman inale gases ofensivos.

13. Sedativos: Serve para incapacitar seus oponentes.

14. Soro da verdade: Um soro que possibilita as pessoas falarem toda a verdade sem pestanejar.

15. Kit de Primeiros Socorros: Como o próprio nome afirma, é um kit de primeiros socorros.

16. Luvas: São diversas e possuem vários objetivos; algumas para escalar paredes, algumas apenas para manter suas digitais ocultas, outras são específicas para dar socos mais efetivos sem dores musculares.

17. Máscara subaquática: Uma máscara negra que fornece aproximadamente meia hora de oxigênio para Batwoman quando a mesma está nadando.

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Re: ÁREA B

Mensagem por Zarathos em Sab Jun 16, 2018 9:12 pm

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Re: ÁREA B

Mensagem por Ernst Eckhart em Sab Jun 16, 2018 11:00 pm


Possivelmente o mercenário mais habilidoso do mundo, definitivamente o mais irritante, Ernst Eckhart é um canadense pirado que nasceu com a habilidade de se regenerar de qualquer ferimento e cresceu trancado numa Clínica Psiquiátrica. Agora Ernst ganha a vida como mercenário de aluguel, atirando na cara de seus alvos enquanto fala até caírem as orelhas de seus amigos. O chamam de mercenário tagarela... O chamam de degenerado que se regenera... O chamam de Deadpool!




EU REALMENTE ESQUECI QUE ESSE EVENTO EXISTIA!!!

CORRE QUE AINDA DÁ TEMPO DE POSTAR!

— Mas e aí? Você ta procurando diversão ou confusão? Ou as duas coisas são o mesmo pra você?

A Moça me perguntara, visivelmente incomodada sobre a minha inferência sobre sua depilação íntima. Ela parecia o tipo de pessoa que eu levaria pra dar um passeio no Beto Carreiro ou pra correr na São Silvestre, talvez ela ter puxado assunto me chamando de palhaço não tivesse sido uma coisa tão ruim quanto eu havia imaginado.

— Diversão e confusão não são a mesma coisa, mas uma sempre puxa a outra. Não tem como ter uma sem ter a outra, como arroz e feijão, café e suco de caju, ousadia e alegria... Eu poderia continuar por horas, mas prefiro apenas dizer que diversão é uma das coisas que acho difícil de achar num parque cuja coisa mais legal que pode acontecer é aquele palhaço malabarista escorregar e acabar se esfaqueando sem querer.

Assim que falei isso, o palhaço, que se apresentou como Coringa (original pra caralho), começou a fazer umas gracinha pra lá e pra cá com as faquinha dele. Até aí tudo bem, nada que um palhaço treinado, ou um menino de rua, não faria da mesma forma. Mas quando ele começou a se teleportar de um canto pra outro deixando um rastro de fumaça onde sumia, aí as coisas ficaram interessantes.

Ele teleportava pra lá e pra cá. Até que ele aparecera entre mim e a garota que estava ali comigo e dera um selinho nela sumindo logo em sequência. Achei aquilo hilário, até quando de surpresa ele pegar uma daquelas facas e cravar em mim, como uma estaca no peito de um vampiro ou de um demônio.

— Que palhaçada é essa aqui? — Parei um pouco e começo a rir. Removi de jeito totalmente displicente a faca de minha carne, sentindo que um pulmão meu havia sido danificado. — Palhaçada, e ele é um palhaço. Juro que que essa saiu sem querer.

Guardei a faca do palhaço em uma das minhas pochetes, sentindo o ferimento que havia sido feito em mim rapidamente cicatrizar, e puxei uma granada de outra delas. Mirei na direção de onde o palhaço estava, acima da cabeça daquele robô escroto que comia papel e que tinha um funcionamento contraditório e arremessei o explosivo ali.

Em seguida olhei para a garota e perguntei:

— Você está bem? Se machucou? É melhor tu procurar abrigo enquanto eu faço esse palhaço — novamente paro e dou uma gargalhada — Ai, ai... Isso é muito engraçado. Eu vou fazer esse cara comer areia. Liga pra uma ambulância ou sei lá.

Você não sabe mesmo como lidar com pessoas machucadas.

[/color]
A mina deve tar sentindo uma dor do caralho e você aí falando merda.


— Ah, sinto muito se eu não sei como é ficar reclamando pq levei uma facadinha na cintura... Francamente, vocês são chatos pra caralho algumas vezes, hein!


Dizendo isso, puxei uma de minhas pistolas e desferi alguns poucos tiros na direção de onde havia sido a explosão da granada, só pra caso desse sorte, atingisse o malabarista. Tendo feito isso, corri na direção da explosão, esperando que o palhaço tenha sido desintegrado, mas sabendo que provavelmente ele tinha se teleportado e planejava me atacar. Saquei minhas Katanas enquanto corria e me preparei para cortá-lo caso se aproximasse de mim.



TATATARARARARARA
CIRCO
PALHAÇADA
PAVÊ

©️ Criado por secret para The pretty odd


Informações do personagem:
http://injustice.forumeiros.com/u590rpg
Equipamentos: Quando eu fiz a ficha, n sabia que era pra botar os equipamentos naquela última parte, mas eu tenho duas pistolas, granadas, katanas e um faca ak-47.
Ações:
Dado 1: Granada no palhaço
Dado 2: Tiros no palhaço
Dado 3: Cortá-lo, caso ele apareça de surpresa

_________________


Mercenário │ Pirado │ Canadense │ Chato paracai
Ernst Eckhart

Deadpool

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Re: ÁREA B

Mensagem por Zarathos em Sab Jun 16, 2018 11:00 pm

O membro 'Ernst Eckhart' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 'Ação' : 10

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#2 'Ação' : 3

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#3 'Ação' : 3
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Re: ÁREA B

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