Black and Red Shit-Heads, 04.05

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Black and Red Shit-Heads, 04.05

Mensagem por Harley Crawford em Qua Maio 30, 2018 11:49 pm

Black and Red Shit-Heads
A roleplay é iniciada pelo post de Harley Crawford, seguindo por Ernst Eckhart. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 04 de maio, sábado, numa igreja. O conteúdo é SOMENTE PARA MAIORES. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


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Re: Black and Red Shit-Heads, 04.05

Mensagem por Harley Crawford em Qui Maio 31, 2018 12:40 am


church
the cabrita is dead


As luzes dali eram provenientes apenas das velas, que lançavam uma fantasmagórica iluminação ao local. A igreja estava vazia, o altar era belo e provocava lembranças boas de infância, se bem que ela foi uma merda. Nunca gostei muito desse tipo de local, mas confesso que sempre achei bonito, apesar das pessoas ali serem hipócritas. Bem, não estava ali para divagar, apenas para orar pela minha cabritinha, Nicole, que havia morrido hoje à tarde. Era triste, mas infelizmente é assim que acontece. Nem todas as cabritas sabem como soltar direito um paraquedas, deveria ter ensinado melhor, adestrado melhor, mas fui estúpido e cobrei mais dela do que eu deveria. Suspirei, limpando uma lágrima com um lenço, enquanto atraía a atenção de um Padre.

— Ora, não o vi aí, rapazinho — sorriu o homem simpático, vindo até mim, sentando-se ao meu lado. — O que houve? — ele parecia realmente preocupado.

— Minha cabrita morreu, Nicole. É difícil perder um filho, entende? — soltei o ar dos pulmões, os lábios comprimidos de tristeza.

— Você... perdeu uma cabrita? Eu sinto muito! — o Padre por algum motivo parecia meio alheio, como se não entendesse direito o que havia ocorrido. Ele nunca havia criado uma cabrita? Todos deveriam cuidar de uma, era maravilhoso! — Deus nos deu os animais por uma razão, e não foi apenas comida; eles são seres totalmente inocentes e isentos de pecado, puros, aos olhos do Criador.

Dei de ombros. É, talvez. Mas, como sempre, decidi brincar um pouco e provoca-lo.

— Sabia que golfinhos, pinguins e focas transam com outros do mesmo sexo por acharem prazeroso? — perguntei, balançando meus pés com uma bota preta e outra vermelha, sorrindo feito criança que acabara de fazer merda. — Ainda os acha inocentes?

Sem muito o que dizer, o Padre apenas fez o sinal da cruz e saiu após um “sinto muito” baixinho e sem graça. Ri, ficando de pé e dando de cara com um homem que chegava ali, usando uniforme preto e vermelho. Eu usava uma bota preta e outra vermelha, minha calça jeans era preta e vermelha e minha jaqueta era também preta e vermelha, só a camisa que era rosa com um desenho de smiley. Fitei o plagiador.

— Quem és tu, criatura que se veste como eu? — olhei-o fixamente, braços cruzados, cara de mau e pose de machão, andando em volta dele. — Quem é você, plagiador?

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Re: Black and Red Shit-Heads, 04.05

Mensagem por Ernst Eckhart em Qui Maio 31, 2018 8:48 pm


Possivelmente o mercenário mais habilidoso do mundo, definitivamente o mais irritante, Ernst Eckhart é um canadense pirado que nasceu com a habilidade de se regenerar de qualquer ferimento e cresceu trancado numa Clínica Psiquiátrica. Agora Ernst ganha a vida como mercenário de aluguel, atirando na cara de seus alvos enquanto fala até caírem as orelhas de seus amigos. O chamam de mercenário tagarela... O chamam de degenerado que se regenera... O chamam de Deadpool!


Parece que foi ontem que fizemos nossa primeira comunhão... Foi tão lindo.

A gente nunca fez primeira comunhão, estávamos trancados num hospício!!
Exato, eu não lembro de nada de ontem.

Pode crer.
Estar em igrejas nunca foi algo que eu fiz por livre e espontânea vontade, e só de ficar ali, por menor que fosse o tempo, já me deixava angustiado. Não que eu seja um cara religioso, longe de mim, eu só acho que se Deus realmente existisse ele não teria me deixado preso naquele hospício e Lúcifer não teria sido cancelada.
Naquele exato momento eu só havia colocado os pés naquele lugar por conta de um trabalho que me havia sido ofertado por uma família tradicional do subúrbio americana que havia me contratado para matar Pe. Joseph Augustus, um dos padres responsáveis por esse templo, que havia molestado seu pequeno e inocente filhinho enquanto ele servia como coroinha nas missas matinais de domingo.
-Sinto pena do gur... Ei, aqui faz eco. ECOOOOOOOOOO.
Algumas poucas pessoas me olharam feio enquanto eu pagava de esquisito gritando para o nada, mas eu não podia me conter, toda aquela arquitetura antiga era propensa a ecos.
Não acho que eles te olhem feio só por causa do grito.

Você tá de uniforme, isso com certeza chama a atenção.
-Um policial não sai de casa sem seu uniforme, por que eu deveria?
— Quem és tu, criatura que se veste como eu? - um homem, aparentemente da mesma idade que eu, começara a me observar, quase como se fosse um detetive examinando uma cena do crime muito intrigante e curiosa. — Quem é você, plagiador?
-Você está na igreja, não num tribunal. Não me acuse de plágio sem ter nenhuma prova! Nem me acuse se tiver uma prova, meus advogados não são muito bons e ninguém reencarnou o Matt Murdock ainda... - Estendo a mão pra o rapaz à minha frente - Você parece um rapaz sensato e inteligente, inclusive, gostei da camisa, tenho uma igual, só que de outra cor, e com outra estampa.
Comecei a imitar o movimento e a análise que ele estava fazendo comigo. Analisando cada detalhe de sua vestimenta estilosa. Talvez ele fosse útil me dando alguma informação ou coisa assim.
-Vem cá, amiguinho, gostaria de me ajudar em uma missão hiper secreta que vai me dar muito dinheiro e não vai te dar nada em troca?
Convencendo pessoas, com Ernst Eckhart.





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Re: Black and Red Shit-Heads, 04.05

Mensagem por Harley Crawford em Sex Jun 01, 2018 11:09 pm


church
the cabrita is dead


Ainda era estranho me deparar com um cara numa igreja trajado com uniforme preto e vermelho, assim como o meu, porém eu também estava com meu traje, então tecnicamente ambos estávamos errados. Estreitando os olhos, ouvi do outro que não podia ser processado pois não havia provas, além de ninguém ter reencarnado o Matt Murdock ainda. Porra, Injustiça, tá foda, ele é tão legal! Daqui a pouco vão acusar isso aqui de cegofobia, e com toda a razão! Logo ele, meu crush! Enfim, ele me chamava de sensato e inteligente, o que apenas provava que ele não tinha bons olhos. Quando ele comenta sobre a camisa, arregalei os olhos. Só podia ser o destino atuando nas nossas vidas!

— Hm, isso parece coincidência demais, vai ver o destino nos uniu por uma razão. Só espero que não sejamos de diferentes dimensões, porque já basta nos quadrinhos, né? — revirei os olhos, cruzando os braços e então. Me sondando, ele parecia igualmente curioso, de forma que ambos fazíamos a mesma coisa; nos averiguando. Quando ele pediu para que o ajudasse, estreitei o cenho, estudando-o. — Bem, se me falou da missão hiper secreta então não é mais hiper secreta, talvez apenas sigilosa ou secreta, mas ainda é secreta, ou o nível de secretismo diminuiu para um quase-secreta, ou talvez seja confidencial, mas orbitando entre o secreto e o oculto. — Afirmei assentindo.

— Bem, eu irei ajuda-lo, parça, mas quero um beijinho quando terminarmos, sempre quis saber se um dia conheceria um eu de outra dimensão. Se a perninha levantar igual nos filmes de romance então somos a mesma pessoa, mas de dimensões paralelas. Topa? — ergui o punho fechado para um toque de manos. — Me chamam de Arlequim, e você?

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Re: Black and Red Shit-Heads, 04.05

Mensagem por Ernst Eckhart em Sex Jun 08, 2018 11:52 am


Possivelmente o mercenário mais habilidoso do mundo, definitivamente o mais irritante, Ernst Eckhart é um canadense pirado que nasceu com a habilidade de se regenerar de qualquer ferimento e cresceu trancado numa Clínica Psiquiátrica. Agora Ernst ganha a vida como mercenário de aluguel, atirando na cara de seus alvos enquanto fala até caírem as orelhas de seus amigos. O chamam de mercenário tagarela... O chamam de degenerado que se regenera... O chamam de Deadpool!


Ih, foi mal pela demora... Tive que... Hã... Levar minha avó no Jiu-Jitsu.

Certeza que ele vai acreditar nessa.
O rapaz parecia bastante empolgado e falante. Eu podia jurar que achava familiar e até um pouco incômodo ver uma pessoa tão tagarela, dando soquinho de mano, vestida de vermelho e preto fazendo comentários que quebravam a quarta parede e tinha um comportamento um pouco impulsivo, prejudicando decisões futuras. Obviamente um torcedor do Flamengo.
-Okay, acho que temos um trato então. Prazer Arlequim, me chamo Deadpool, mas você pode me chamar de Godofredo. - dou um soquinho na mão dele, fazendo o cumprimento - E sinto muito por esse ser o seu nome, tive um tio que morreu de Arlequim, a família ficou em choque, foi tão de repente.
Comecei a olhar ao redor para ver se alguém estava por perto, sendo capaz de nos ouvir, mas por sorte as pessoas estavam ocupadas de olhos fechados e cochichando com alguém que eu não estava vendo. Igrejas: ótimos lugares pra se passar desapercebido, já que todo mundo fica sempre de olhos fechados ou olhando pra cruzinha que fica ali na frente. Puxei o moço para um dos bancos e comecei a falar pra ele em voz baixa.
-É o seguinte, eu fui contratado pra eliminar um padre que vem brincando de fazer coisinhas obscenas com um coroinha. Okay, talvez eu não esteja sendo específico, acabei de descrever basicamente a profissão de ser padre, mas o que importa é que - puxo o meu celular e desbloqueio ele com um padrão ultra complicado - ele se parece com isso.
Você tá mostrando a pasta de hentai.

Doki-Doki!!
-Opa, essa foto aqui não. - vou procurando a foto do alvo na minha galeria, passando por diversas fotos comprometedoras, incluindo uma foto sem camisa daquele ator famoso mundialmente, o Chay Suede - Aqui, achei.
Mostro para Arlequim a foto do sujeito.
-Chegou a ver um cara desses por aqui, cara?
Saudades criatividade.

Quem é Chay Suede mesmo?
Não é aquele cara que faz o Jack Sparrow?

Hmmmm, tem razão.


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Re: Black and Red Shit-Heads, 04.05

Mensagem por Harley Crawford em Sex Jun 08, 2018 8:49 pm


church
the cabrita is dead


Ainda contornando o moço, parei quando ele começou a falar. Tagarela, ele falava coisas estranhas, tinha uma atitude suspeita e parecia meio louco, além de vestir um uniforme preto e vermelho, bastante chamativo. Irmãos? Mesma pessoa, mas de dimensões diferentes? Por que ele se parecia tanto com um ator de um filme ruim do Lanterna Verde que eu assisti? Puxando-me para um dos bancos, jurava que finalmente iríamos fazer alguma coisa gostosa, quando ele começa a falar. Revirei os olhos, olhando as pessoas ao meu redor.

— Você interferiu na minha narração, disse que não tinha gente aqui e você disse que tinha. Só para se exibir, né, safado? — sorri de canto, observando uma velhinha orando e acenei, mesmo que elas estivesse de olhos fechados. Por que eu cumprimentava se eles não estavam ali? Vai ver estávamos em duas dimensões coexistindo mutuamente. Deadpool retira seu celular que, honestamente, parecia um iPhone 23 – será que já chegaram lá ou ele veio junto com o Cable? – e mostra a Yuri nua. Ele ia matar ela? Mas a Monica já não fez isso?

— Por que vamos matá-la? Monica já não programou ela dando uma de Anthony Hopkins em Westworld para se matar? — cocei a nuca, sem jeito. Logo, ele parece perceber que mostrou a foto errada e vai passando, até que encontra finalmente a do Padre, justamente o infeliz que nunca havia criado uma cabrita de estimação. Bem que eu suspeitei que ele era diferente. — Eu o vi! — falei alto, atraindo a atenção de algumas pessoas ao nosso redor. Dei de ombros, dando o dedo do meio, eram só NPCs mesmo. — Ele me aconselhou sobre minha cabrita, a Nicole, que pulou de paraquedas comigo e morreu. Ele nunca criou uma cabrita, isso não é estranho? Ele só pode ser mesmo uma criatura perversa. — Comentei, apontando para a porta da esquerda da igreja, onde deveria dar em algum covil secreto cheio de pobres Robins indefesos.

— Bem, deixei meu taco e minha marreta em casa, você pode me emprestar alguma espada ou arma? — pedi, abrindo um largo sorriso. Não iria devolver nada se ele me desse. Fiquei de pé, cruzando os braços. — Vamos, vou logo atrás de você, daddy.

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Re: Black and Red Shit-Heads, 04.05

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