— evitando a egípcia

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— evitando a egípcia

Mensagem por Gowther von Reinherz em Sex Jun 01, 2018 10:49 pm

— Evitando a egípcia
A roleplay é iniciada pelo post de Gowther, seguindo por David. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 27 de maio de 2018, nos arredores de um shopping. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO .





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Re: — evitando a egípcia

Mensagem por Gowther von Reinherz em Sex Jun 01, 2018 11:45 pm



Adão conhece unicórnio
Em meio a compra de novos óculos para sua coleção, Gowther se deparou com um assalto em progresso. O shopping era um lugar ideal para se assaltar, principalmente esse onde se podia encontrar três lojas de jóias, sendo uma até grande demais para um ponto tão movimentado por pessoas sem capital para seu nível. Em suma, os assaltantes eram nem um pouco ignorantes para optarem este alvo.

O que era para ser uma tarde comum com algumas compras, tornou-se o momento de Capitão Unicórnio dar as caras. Infelizmente, para Gowther, isso significava deixar os óculos em promoção que queria para outro dia.

“Não!” Alimentado pela fúria da possibilidade de não conseguir aquele item material que tanto desejava, o capitão se tornou um animal mitológico incontrolável. O que poderia resolver em questão de minutos e machucar ninguém, ele fez na metade do tempo e quebrando um osso dos criminosos para cada letra em seu nome.

— Obrigado por colaborarem na prisão de vocês — disse o herói ao terminar de amarrar os assaltantes no meio do shopping, referindo-se a chegada de guardas e alguns policiais para efetuar a passagem só de ida deles para o xadrez.

Quando estava prestes a se distanciar das pessoas e retornar a sua aparência menos chamativa, o pobre herói teve sua atenção tomada por uma criança e seus amigos que se aproximaram dele. A criança na frente lhe tocou na mão sem temer, sua inocência era muito clara e até mesmo o Unicórnio — a alucinação de Gowther — saiu de sua nuvem colorida para pousar nos ombros dela e lambe-la.

A vontade do usuário do chifre era de chorar pela oportunidade perdida de comprar naquele dia. Restava-lhe conceder toda sua paciência para os inocentes que o admiravam pelo heroísmo, cores do arco-íris e tudo que eles acreditavam haver de bom no Capitão Unicórnio.

“O chão poderia abrir para eu me enterrar agora, não poderia, mundo?”



postando com: David A. Drazdauskas

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Re: — evitando a egípcia

Mensagem por David A. Drazdauskas em Sab Jun 02, 2018 12:40 am

OMG, um unicórnio!
O plano era super simples, aqueles babacas iriam lá, assaltariam a loja, criariam tumulto e enquanto estava todo mundo impressionado com a coragem e falta de noção deles de assaltarem uma loja de joias, num shopping cheio a tarde, eu estaria tranquilamente hackeando a loja para um cliente. Simples assim. Os idiotas foram pagos só pra criar tumulto e evaporar, mas eis o que aconteceu. Eu estava posicionado numa sorveteria comendo um sundae napolitano super tranquilo só esperando o meu momento quando tudo começou. Algumas pessoas correram assustadas e os mais curiosos ficaram por ali escondidos de olho na cena e no desespero das moças da loja. Eu estava com fone no ouvido e continuei sentado lambendo meu sorvete, me fazendo de desentendido, até que foi inevitável não prestar a atenção.

Era algo realmente surreal. Um ser totalmente delicado e frágil surgiu absolutamente do nada e interveio, acabando com o assalto. Os idiotas estavam apanhando para um cara vestido de unicórnio. ELES ESTAVAM APANHANDO PARA UM UNICÓRNIO. Na hora eu comecei a rir, mas eu estava rindo de desespero. Com as minhas mãos tremendo eu larguei o sorvete e peguei o celular, desbloqueando rapidamente, quase deixando o aparelho ir ao chão. Mirei a tela do celular em direção ao tumulto, mas quando comecei a gravar tudo já havia cessado. O unicórnio acabou com eles em questão de segundos. Fiquei com o celular apontado para frente sem saber o que fazer até que algumas pessoas começaram a se aglomerar em torno do local, tapando minha visão. Ergui-me e fiquei encarando o garoto unicórnio que agora estava rodeado de crianças. Haviam uns policiais por ali e eles recolhiam os babacas que foram quebrados por um unicórnio. Estou falando demais a palavra unicórnio, né? Mas cara, é impossível não se impressionar, É A PORRA DE UM HOMEM UNICÓRNIO IMPEDINDO UM ASSALTO! Não poderia deixar isso passar em branco de jeito e maneira.

Aproximei-me do garoto ainda com o celular em mãos e afastei as crianças de perto, empurrando-as para tentar me aproximar ainda mais.

— Eu simplesmente não acredito. Cara! — Eu gargalhei. Gargalhei um tanto alto demais até. Eu não queria parecer debochado nem nada, mas aquilo era realmente incrível. — Por favor, vem cá. — Puxei o garoto pelo pescoço e tirei uma selfie nossa sem que ele pudesse se preparar. Ele saiu com uma cara assustada na foto, enquanto eu saí com uma careta bizarra. — Você é muito incrível, já te disseram isso hoje? Com certeza sim. — Disse sem olhar para ele, enquanto ria e digitava freneticamente. Eu estava enviando a foto que havia acabado de tirar para o meu cliente com a seguinte legenda: "Este cara unicórnio derrotou sozinho seus assaltantes super preparados em segundos. Arranje pessoas melhores ou então nada feito." Após enviar a mensagem eu voltei meu olhar para o garoto novamente. — Cara, você é... surreal, tipo, uau! Meus parabéns! — Eu deveria estar puto porque ele acabou com minha chance de ganhar uma bolada facilmente, mas como se fica puto com um garoto desses? É praticamente impossível! O cara é a porra de um unicórnio combatendo o crime. E eu achando que já tinha visto de tudo nesse mundo. Deus, como eu sou ingênuo.
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Re: — evitando a egípcia

Mensagem por Gowther von Reinherz em Sab Jun 02, 2018 2:12 am



Adão conhece unicórnio
Crianças criando uma seita para adorar o Capitão Unicórnio não era o ápice da vergonha para Gowther, era necessário um adulto se juntar ao meio daquilo para fotografá-lo sem pedir por sua permissão. O homem invadiu seu espaço pessoal, puxou-lhe para uma selfie e o elogiou com um tom que agradou nem um pouco ao herói.

Com uma das mãos, o espaço entre os dois estranhos foi recuperado.

— Agradeço os elogios, mas eu me sinto desconfortável com câmeras. Poderia desligar isso? — Um indicador do capitão sinalizou que ele se referia ao celular do outro. Em um aceno com a cabeça, confirmou que era aquele objeto a que se referia.

“Como odeio ser educado”, pensou enquanto mantinha um sorriso pequeno para o estranho que, ao contrário dele, detinha nem um pouco de modos em sua educação. A inveja foi censurada pela alucinação do Unicórnio que flutuou até a frente dos olhos do usuário do chifre com uma carranca em desaprovação para aqueles pensamentos maldosos. “Sinto muito”, disse para o pequenino da sua cabeça.

As crianças enfim começaram a se afastar do ídolo. Algum astro pop parecia ter acabado de twittar que se encontrava próximo dali, então elas correram atrás, esquecendo o unicórnio que salvou o shopping e elas do perigo dos assaltantes. De fato, a fama é apenas um momento em que o holofote aponta em sua direção, duradouro às vezes, passageiro em outras.

Se não fosse pelo homem com nenhum bom senso, Gowther ainda teria a chance de aproveitar a promoção em sua loja favorita de óculos na cidade. A esperança disso ainda não havia morrido para ele, apesar dele reconhecer seu azar como uma característica crucial de seu destino. “Com o chifre do unicórnio, apenas vergonha, glamour e tristeza é conseguido”.

postando com: David A. Drazdauskas

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Re: — evitando a egípcia

Mensagem por David A. Drazdauskas em Sab Jun 02, 2018 1:07 pm

OMG, um unicórnio!
O unicórnio boy parecia de fato incomodado com a minha abordagem, ele até empurrou-me gentilmente para longe dele, mas eu não estava dando a mínima. Caguei. Meu atual cliente havia acabado de responder a mensagem dizendo que eu deveria me certificar de que um dos idiotas que foram pegos não fosse em hipótese alguma para a cadeia, pois era algum parente distante dele e sua imagem seria automaticamente associada ao evento. Caguei para aquilo também. Não era problema meu, contudo poderia tornar-se caso ele aumentasse meu cachê. Após muitos xingamentos o cliente aceitou e aumentou a oferta, e disse que aumentaria muito mais se eu trouxesse o chifre do tal unicórnio estúpido pra ele. Soltei uma risada anasalada e olhei para o garoto com pena. Ele não precisava passar por isso, era só mais um desses mil heróis malucos que surgem por aí. — Desculpe, eu sou bem invasivo às vezes. Mas de qualquer forma foi legal te conhecer, ahn... — Esperei que o garoto se apresentasse, e óbvio, ele disse o nome heroico dele. Tive que conter o riso, tipo, conter mesmo para não rir na cara dele. — Ok... meu nome é David, prazer. Até mais. — Apertei a mão do Capitão Unicórnio e saí dali aos risos sem que ele visse. Com o canto dos olhos observei os policiais levando os idiotas para fora do shopping. Sorri e entrei sorrateiramente num banheiro dali. Encostei-me na porta, respirei fundo e verifiquei cada cabine para certificar-me de que estava só. Não havia ninguém no banheiro além de mim, estava na hora. O lado bom de virar o Adão Negro era que minha aparência não era mais a mesma. O lado ruim de ser o Adão Negro é que eu deixava de ser eu mesmo. — Bem, lá vamos nós. — Respirei fundo e preparei-me para a descarga elétrica. — SHAZAM!

Incrível como os homens de hoje são incompetentes. Seres que falham numa missão tão pequena não merecem sequer a prisão e sim a morte. Destruí a porta daquele cubículo que eles chamam de banheiro e saí por ele atraindo alguns olhares. Pobres humanos, não estão acostumados a ver um Deus tão de perto. Alguns deles saíram gritando aos berros e eu simplesmente os ignorei caminhando em direção a saída do shopping. Aquelas viaturas definitivamente não iriam a lugar nenhum. Não se dependesse de mim.
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Re: — evitando a egípcia

Mensagem por Gowther von Reinherz em Sab Jun 02, 2018 3:10 pm



Adão conhece unicórnio
O herói apressado observou o jovem fã que não largava o celular, mesmo após desligar a câmera. Aquilo era no mínimo curioso, ainda mais com o Sentido Unicórnio alertando sobre alguma coisa. O capitão não compreendeu naquele momento, perdendo uma oportunidade de ouro.

— Sou o Capitão Unicórnio, prazer — apresentou-se como as normas ditavam para a situação. Em um aperto de mãos, ele alcançou a despedida do outro. Uma comemoração era merecida, Gowther imaginava, porém ainda não havia acabado o problema no shopping.

Após muitos autógrafos rápidos para idosas que o confundiam com alguma espécie de santo na bíblia (o que surpreendia o não cristão, Gowther), o capitão olhou para a direção de uma explosão no shopping, sobressaltado com tamanho estrondo. A origem da balbúrdia emanava um nível de maldade que o usuário do chifre estava desacostumado a sentir, ficando assim um pouco propenso a fugir com os civis que corriam aterrorizados. “Você corre para aquele lado”, o Unicórnio apontou o casco na direção dos banheiros destruídos. “Meu querido, hoje você terá trabalho”.

Capitão Unicórnio deixou o chão para sobrevoar as pessoas assustadas e encontrar o culpado daquilo tudo. Imprudência ou negligência por orgulho, o herói não tardou em ir ao encontro do ser supostamente poderoso. Nunca antes alguém havia sido um real problema para o poderoso usuário do chifre, sendo assim, ele julgou todos no mundo como incapazes de sobrepuja-lo no combate contra as forças do mal.

— Você é o responsável por essa algazarra, senhor? — questionou o herói altaneiro para o homem que caminhava para fora do shopping com um ar de arrogância monstruoso.

Uma batalha de egos, a pior espécie de embate entre dois deuses, parecia estar prestes a começar naquele palco.


postando com: David A. Drazdauskas

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Re: — evitando a egípcia

Mensagem por David A. Drazdauskas em Dom Jun 03, 2018 2:08 am

OMG, um unicórnio!
Faltava muito pouco para que eu alcançasse a saída daquele local asqueroso. Shopping foi a pior coisa que o ser humano poderia inventar. Bilhões de anos de evolução e eles criam o que? Um shopping, lamentável. Estava prestes a destruir a entrada do local para sair quando sou abordado por um... Um... Eu realmente não sabia dizer o que era aquilo, mas pretenderia fazer sumir da minha frente do mesmo modo que apareceu se voltasse a aparecer diante dos meus olhos novamente. — Eu não crio algazarras, "senhor". Eu as encerro. — Usei o um tom de deboche ao tratá-lo como "senhor", da mesma maneira que ele usava aquele falso afeto para comigo. Aquele ser era cordialmente forçado. Não faço a mínima ideia de quem seja, mas quero que permaneça longe de mim.

Saí do local ignorando o que ele tinha a dizer e encarei a viatura. "Cuidado Adão, essa criatura está o acompanhando e tentará impedi-lo". Aquela era a voz de Zehuti. Ele quem era quem aconselhava e eu sempre o escutava, pois ele sempre tinha razão. — Não entre no meu caminho. — Disse por sobre o ombro para o patético garoto. Voei em alta velocidade em direção a viatura, parando logo atrás dela. Antes mesmo que eles pudessem dar partida eu arremessei o veículo para o ar. Observando que o garoto estava vindo intervir, bem como Zehuti havia alertado. Alcancei o veículo ainda no ar e peguei um dos policiais com uma mão, enquanto segurava o veículo com a outra no ar, a uma distância bem alta do solo. — Não se aproxime, ou deixarei o corpo desse patético humano cair. — Na altura que estávamos, uma queda seria fatal. Contudo o garoto parecia não se importar muito, visto que estava se aproximando lentamente, dizendo novamente palavras afáveis e cordiais pedindo para que eu parasse imediatamente com que estava fazendo. Revirei os olhos e segurei o guarda apenas com um dos meus dedos, arqueando uma sobrancelha para o menino colorido. "Solte-o". Zehuti ordenou e assim eu fiz. Foi nítido o desespero do garoto. Ele voava para salvar o homem que eu havia soltado e ali eu descobri aonde iria vencê-lo. — Típico de heróis, eles se importam tanto. — Disse preparando uma próxima vítima. Dessa vez seria um dos assaltantes já algemado. Arremessei-o para longe. Agora o menininho ingênuo teria que se virar para salvar um e logo após salvar o outro antes que fosse tarde demais. Com o carro em uma das mãos eu dei as costas para a cena, enquanto me afastava, fazendo os rapazes que restaram dentro da viatura chorarem sabe-se lá porquê. Não se fazem mais homens como antigamente.

Poderes utilizados:
Super Força de Amon; Super Velocidade, Super Agilidade e Voo de Heru; Percepção e Clarividência de Zehuti.
 
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Re: — evitando a egípcia

Mensagem por Gowther von Reinherz em Dom Jun 03, 2018 6:58 pm



Adão conhece unicórnio
Capitão Unicórnio quase perdeu sua compostura ao ouvir a resposta daquela figura ameaçadora para os civis. Foram necessários muitos segundos para uma resposta educada ser formulada e, nesse tempo, o homem se afastou em um piscar de olhos. Como se fosse uma folha de papel, ele lançou a viatura que transportava os criminosos para muito alto.

“Eu disse, ele não vai ser fácil”, comentou o Unicórnio. A alucinação flutuava ao lado do usuário do chifre, usava um óculos para deixar engraçado — e infantil — o fato dele estar analisando o oponente. Gowther não tinha senso de humor adequado para aquilo, sendo assim, ninguém riu daquela palhaçada. “Impeça-o”.

Impedir aquele resgate dos assaltantes não era o maior desafio para o capitão à primeira vista. Despreocupado, ele continuou caminhando na direção da figura perigosa após ela ameaçar derrubar um dos policiais de uma grande altura. E, diferente do que é comum de se ver em desenhos animados, o vilão cumpriu sua palavra, contudo, também lançou um dos criminosos em uma direção diferente. Em síntese, havia duas pessoas para salvar de uma queda fatal e um super-poderoso fugindo com o que restara dos assaltantes.

Sem energia previamente acumulada, o capitão não tinha opção a não ser se sujeitar ao uso de seu vôo supersônico para salvar o policial, amortecendo a queda com os seus braços, e depois fazer o mesmo com o criminoso. Embora isso desse uma brecha de tempo para o homem de pele escura escapar, não foi o que aconteceu.

— Aquilo foi rude de sua parte — explicou o Capitão Unicórnio para o homem que levava o carro consigo. Com sua transformação em arco-íris, ele conseguiu alcançar os fugitivos sem nenhum esforço. — Perdoe-me por isso. — Sem permitir tempo de reação ou para jogar mais algum civil para longe, o herói reuniu a energia solar absorvida em seu braço direito, convertendo-a em força para assim executar um golpe rápido e forte para padrões humanos no rosto do super criminoso.

Embora as chances de conseguir causar algum dano no oponente fossem mínimas, aquilo devia ser impactante o bastante para fazê-lo largar o carro. Nisso, o capitão pegou o veículo e o levou sem muito cuidado para o chão. Um pouso brusco não mataria aquela gente e a prioridade era outra para o usuário do chifre.

— Seria mais fácil você se entregar e ir para cadeia junto de seus amigos — disse o herói com um claro tom de ironia. Ele estava com pouca energia agora, portanto podia fazer esse tipo de brincadeira com um ser maldoso sem receber punições do Unicórnio. Em contrapartida, seus poderes no momento se consistiam em voar, virar um show de luzes e restauração. Não eram os melhores para um combate físico. — Eu sou o Capitão Unicórnio. Quem é você? — tentou distrair o adversário para ganhar tempo.


postando com: David A. Drazdauskas

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Re: — evitando a egípcia

Mensagem por David A. Drazdauskas em Seg Jun 04, 2018 12:29 am

OMG, um unicórnio!
Como? Como ele se atreve? Aquele garoto jovem e tolo, com poderes ridículos havia encostado em mim. Graças ao vigor de Shu, aquele golpe não casou nenhum dano significativo em mim, porém fora o suficiente para que me fizesse largar o veículo que eu segurava em uma das mãos. Demorei a assimilar o que estava acontecendo, ao massagear o rosto ainda sem crer naquele golpe, ouvi o garoto comentar algo em tom irônico. Encarei-o com os olhos em chamas. Ele pagaria muito caro por aquela afronta, sobre isso ele não pôde ter dúvidas. Fitei-o com atenção enquanto ele provavelmente estava cheio de si por ter conseguido arrancar a viatura de minhas mãos. "Ataque-o, mas não esqueça de mexer no ponto fraco dele. Heróis odeiam vítimas". Zehuti tinha toda razão, heróis odiavam vítimas, principalmente se por algum motivo forem deles a culpa de colocarem as pessoas na posição de vítimas. — Você pagará caro por essa insolência. — Ignorei sua pergunta e voei super rápido em sua direção, agarrando-o pelo pescoço. Atirei-o contra o chão com violência, o contato do corpo do garoto com o asfalto causou uma deformidade enorme, assustando algumas pessoas que estavam por perto, inclusive os motoristas que andavam na rua bem na hora. Voei novamente em sua direção velozmente desta vez afundando seu rosto no solo. Saí arrastando-o com a cara no chão, causando destruição por onde passávamos. Apesar de estar sendo arrastado por todos os cantos, não havia um arranhão sequer no rosto ou no corpo do jovem com um chifre no meio da testa. Suas habilidades eram incríveis de fato, mas não seriam o suficiente para mim, Adão Negro. Agarrei-o pelo cabelo e o arremessei num prédio comercial próximo, estourando paredes e vidros. — Sinta a força de Amon. — Peguei um carro de passeio que estava próximo de mim no momento e ameacei atirá-lo em cima do garoto, mas fiz melhor, segui os conselhos de Zehuti e atirei o carro em cima de uma civil aparentemente grávida. — Este é o seu momento, herói. — Eu sabia que ele iria dobrar-se em dois para conseguir chegar a tempo de salvá-la, mas enquanto isso eu flutuava em direção a viatura, ou ao menos tentava achá-la no meio de toda aquela confusão. Aonde é que esses idiotas foram parar?

Poderes utilizados:
Super Força de Amon; Super Velocidade, Super Agilidade e Voo de Heru; Percepção, Clarividência de Zehuti e Super Resistência de Shu.
 
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Re: — evitando a egípcia

Mensagem por Gowther von Reinherz em Sab Jun 09, 2018 8:27 pm



Adão conhece unicórnio
Não houve tempo ganho. Enfurecido com o golpe que recebera, o antagonista da cena atacou o Capitão Unicórnio, fazendo-o ser disparado contra o chão da cidade e abrindo uma cratera com o impacto. Ninguém se feriu nisso, mas os civis assustados forçaram ainda mais as suas cordas vocais em gritos dessincronizados. Em seguida, aumentaram a distância de suas passadas para escapar da briga, pois em mais outro ataque, o homem mostrou sua cólera ao arrastar o rosto do herói por dezenas de metros.

— Isso é nem um pouco elegante — o usuário do chifre tentou dizer ao outro enquanto era levado a força.

O herói fez nada para impedir aquela sequência de ataques, incluindo o momento em que foi lançado contra um prédio comercial. Ele estava evitando passar por algum inocente durante tudo aquilo, o que era sua prioridade. Enquanto isso, aproveitava para absorver o máximo da energia cinética que seu oponente podia oferecer.

Um par de pulseiras e outro de tornozeleiras de ouro surgiu em Gowther. Isso significava que sua força estava maior, assim como seus outros poderes. Era o momento de revidar, porém, quando se ergueu dos destroços do andar que havia destruído no edifício, pôde ver um carro sendo arremessado contra uma gestante.

“SALVE-A!”, gritou o Unicórnio. Era uma ordem irrecusável, embora desnecessária. O jovem jamais deixaria de ajudar uma mulher que carrega uma criança, nem em seus piores dias. Todavia, salvá-la significava deixar o inimigo livre para escapar novamente. “Você sabe o que fazer”.

Mais rápido que uma bala, o Capitão surgiu ao lado da mulher e a retirou dali com cuidado para não machucar o bebê. Depois disso, o herói voltou ao carro na tentativa de impedi-lo de causar muitos estragos. Segurando por trás, ele diminuiu a força com que o automóvel se movia e o interrompeu centímetros antes de bater em algo.

A gestante agradeceu imensamente por ter sido protegida, mas seu salvador não pôde perder tempo de ouvir. Ele sentia seu dever de salvar a cidade aumentar cada vez mais com o passar do tempo. O mal daquele inimigo era grande demais para ser esquecido por ele, portanto, o herói não economizou sua energia para voar na direção que seu Sentido Unicórnio apontava. Levou somente um centésimo de segundo para seu punho atingir novamente o queixo do homem vil. O impacto provocou uma onda de choque gigantesca, entortando árvores próximas, derrubando civis que fugiam e levantando toda a poeira num raio de quinhentos metros do golpe.

— Chega de distrações, vilão. — Uma sequência de socos foi iniciada. O oponente precisaria defender seu rosto, ou pelo menos desviar deles. Nisso, nenhum carro seria lançado para longe outra vez, nem civis seriam jogados à morte. — Você não irá levar os criminosos hoje.

Gifs ilustrativos:

postando com: David A. Drazdauskas

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