Chandelier, Arthur

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Chandelier, Arthur

Mensagem por Arthur Chandelier em Qui Jun 14, 2018 11:29 pm

ORIGINAL




Dados


i. A NOMENCLATURA: Arthur Chandelier;
ii. COMO É CONHECIDO: Faker;
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Mutante;
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 21;
v. PRIMEIRO RESPIRO: 18.09.1997;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: França;
vii. COMPORTAMENTO: Benevolente neutro;
viii. COMUNIDADE: Herói;
ix. CARGO PROFISSIONAL: Estudante.

Atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 60;
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Intelectual (+5/int.);
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 08INTELIGÊNCIA: 20
RESISTÊNCIA: 10AGILIDADE: 10
VIGOR: 10CARISMA: 07



Perícias


i. PERÍCIAS:

i. Cirurgia, nível calouro.


Habilidades


i. SUPER-PODERES:

i. Telepatia (poder): Poder que concede a habilidade de invadir mentes alheias para escutá-las, projetar seus pensamentos nelas como forma de comunicação. A telepatia é usualmente um gatilho para desbravar outros poderes do gênero mental, sendo a base de outras ramificações. Adquire: Ilusionismo, rajada psiônica, controle mental, resistência mental, projeção astral;

ii. Super-inteligência (sub-poder): Capacidade de possuir um QI muito acima do normal, podendo tanto memorizar qualquer coisa como relacionar tudo o que ele se lembra, criando novas teorias.


História


i. Enlightenment;

Nascido numa tradicional família francesa abastada, Arthur amadureceu desde a tenra idade cultivando certas características e qualidades que pessoas menos afortunadas e protegidas não possuíam; era sensível, inocente, empático e com um coração tão grande quanto sua mente, desde quando seus pais se lembram sendo extremamente avançada em comparação com a de seus outros colegas e amigos: Com um ano de idade, já era capaz de ler, escrever e fluentemente dialogar seu idioma nativo, resolver problemas de lógica avançados e manter uma linha de raciocínio circunspecta e objetiva. Um ano depois, ingressou numa pré-escola, sob a recomendação de alguns dos oficiais governamentais que seus pais bem-conectados tinham, para crianças que demonstravam aptidões heteróclitas que poderiam contribuir futuramente com a agenda governamental por intermédio do uso de seus dons. Recebeu uma nova identidade, sendo desde sua ingressão batizado como "Lucien Charbonneau", pelo sombrio tom que carregava consigo.

A jovem criança, antes analítica e meticulosa, escolheu se deixar levar pelo ambiente descontraído e pela companhia de seus colegas de sala, confiando em alguém que não era si próprio pela primeira vez; por plantar amizade e companheirismo, colheu reciprocidade durante as primeiras semanas: Mesmo que sempre sentisse em sua mente fresca que possuía um ritmo diferente das demais crianças, estava subconscientemente disposto a ignorar as diferenças comportamentais, intelectuais e pessoais em troca da paz que se instalava na misteriosa instituição de ensino que frequentava; ocasionalmente era testado em segredo por seus tutores em atividades aparentemente descontraídas, e, a medida que era bem-sucedido nestas, as dificuldades se elevavam - não era o ápice do intelecto humano, apesar de seus dons peculiares, portanto, esquentava sua cabeça sempre que esbarrava em algum desafio analítico que sua mente brilhante se demonstrava incapaz de realizar. De uma maneira retorcida, a pré-escola, com sua premissa diferente e uma abordagem no mínimo peculiar, simulava em seus alunos os mesmos sentimentos de uma instituição de ensino comum para crianças menos especiais, e Arthur não estava imune á estes, independente do quão frio pudesse ser com dois anos e meio de idade. Num momento de descontração, entretanto, numa inocente e otimista viagem escolar á uma famosa escola de natação, um dos - se não o mais - momentos mais importantes da vida do jovem da família Chandelier se delineou. Nas poucas vezes que sua mãe ou outros familiares brincaram com o pequeno com água no terreno da mansão de sua família, não sentiu nada muito especial em relação ao líquido; na profunda piscina do lugar que visitava, entretanto, a sensação era completamente diferente: Assim que o frígido elemento entrou em contato com suas pernas, conforme afundava cada vez mais, sentiu que algo estava errado e ansiou voltar para o concreto firme. Talvez subconscientemente soubesse que era fisicamente impossível para seu corpo boiar, mas não teve tempo de raciocinar o suficiente quando recebeu estímulos contrários: ─ Entre, Lucien! Vamos! ─ Estrondeava uma das instrutoras de dentro da piscina, antes que voltasse sua atenção para outra das crianças que brincavam na água. Agora sentindo-se obrigado, o fez, e imediatamente atravessou a superfície da água, imergindo agora por completo de forma que a escuridão começava a cingir seu corpo. Enquanto lutava para subir e sua boca engolia cada vez mais água das tentativas inúteis de gritar, seu cérebro captava interferências de alguma forma; ─ Divertid- leg- onde está o- vontade d- ─ e assim por diante. Sua mente havia, por efeito dos fortes sentimentos que o acidente o induzia, se conectado com a de todos os demais. Não só isso, o pânico que a criança sentia era agora transmitido para todos os que se encontravam no alcance do canal de telepatia também. No ápice do momento, quando o intercâmbio emocional mais se intensificou, a escuridão que envolvia o seu corpo finalmente tomava-o por completo, conforme Arthur adormecia.

Não seria capaz de se lembrar dos momentos seguintes - e provavelmente seria melhor assim -, estes onde um dos tutores recebia a forte interferência telepática do garoto, tendo tempo apenas de apertar um botão de cor distinta numa pulseira peculiar que carregava consigo antes que a sobrecarga de sinapses que seu cérebro recebia a forçasse a ficar em estado vegetativo pelo que seria o resto de sua vida, como aconteceu com todos os outros quatro tutores e as vinte e nove crianças que tiveram suas mentes inundadas pelas piores sensações que já tinham experienciado. O botão no adorno da instrutora, por sua vez, era um equipamento de alerta que todos os supervisores daquela instituição de ensino carregavam; ao receber interação, soava um alarme para que forças especiais cujo objetivo era conter a atividade de seres superdotados fossem chamadas para o local. Treinados em básicos para sobrevivência, foram capazes de remover o único sobrevivente da água e reanimá-lo a tempo, extraindo-o do perímetro o quanto antes. A instituição de segurança, por sua vez sendo um braço do governo, efetuou o quanto antes os devidos procedimentos formais para que uma nova vida fosse providenciada ao garoto o mais longe dali possível.

ii. Rebirth;

Nova Iorque demonstrou ser o local onde todos os critérios governamentais foram cumpridos como local-destino do mutante: Populosa, altamente movimentada, manchetes em todas as esquinas e pessoas geneticamente alteradas o suficiente para que olhos mal-intencionados não caiam sobre uma "criança qualquer". Providenciando ao pequeno Arthur a companhia longeva do senhor Leonard, um cavalheiro de cerca de sessenta anos de idade como seu cuidador, instrutor e guardião, o menino foi enviado junto com seu mordomo o quanto antes para um apartamento de luxo, situado na região de Brooklyn, e pré-aprontado com mobílias, sistemas de segurança e cerca de cinco volumes em livros de instruções para Leo, como o velhote seria mais tarde chamado por seu mais novo companheiro.

Dos três aos seis anos, o herdeiro da família Chandelier - agora carregando seu nome original - aletradou sua mente com os conteúdos correspondentes aos ensinos fundamental e médio do país que agora habitava; dos seis aos quinze aperfeiçoou o uso de sua mente, fosse para externar suas habilidades fosse para afinar seu intelecto através da leitura, consumindo o conteúdo de "pouco mais de quatro mil livros", como o confiante adolescente gostava de reafirmar. Por fim, dos quinze aos dezenove anos de idade armazenou conhecimento acadêmico em seu cérebro para que se tornasse apto a receber vários diplomas, embora tenha escolhido não o fazer. Mais do que apenas conhecimentos literários, entretanto, foi neste período adolescente que o jovem verdadeiramente amadureceu a relação que cultivava com seu cuidador, vendo-o como um sábio e amoroso avô, como o próprio descrevia-o; não obstante, embora com relutância e de maneira delimitada, recebeu a permissão de contatar sua família em seu país de origem uma vez por mês. Embora seus sentimentos e emoções amadurecessem de um jeito completamente diferente de uma pessoa de sua idade numa condição trivial, ainda assim não os bloqueou como fazia durante sua infância, mas os externava para pessoas de confiança, como seus familiares ao telefone ou ao seu fiel mordomo. Estava distante de ser um adolescente comum, mas era capaz de controlar suas emoções, sentimentos e traços de personalidade marcantes, em geral, de uma maneira que o restante da sociedade como um todo não fossem estranhos para este.

Em troca de fundos governamentais irrastreáveis e um novo recomeço, ou "renascimento", como seu guardião se referia aos eventos de seu passado, era exigido que, vez por outra, seus dons fossem colocados a uso para o benefício de seu governo; quando criança, o fazia como uma tarefa qualquer. Durante a adolescência, o fazia como uma maneira de "pagar" a restauração de sua vida, como agora reconhecia. Dos dezoito anos em diante, entretanto, havia desenvolvido uma consciência treinada o suficiente para que compreendesse os limites do que faria pela instituição. Ciente de que seu mordomo apoiaria quaisquer decisões que tomasse, encontrava-se conflitado pelas tarefas que teria de realizar conforme sua idade avançasse. Prometeu a si mesmo, entretanto, que enquanto suas missões revolvessem em torno da justiça, continuaria executando-as; ao menos até que seu intelecto avançado fosse capaz de conceber um plano que o libertasse da entretecida agenda política-militar de seu país.

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