OFICIAL, Wreak Havoc

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OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Adam Warlock em Sab Set 10, 2016 10:00 pm

wreak havoc
Gotham, a cidade no estado de New Jersey e dela fora onde homem-morcego surgiu. Quem andava em suas ruas, por quaisquer motivos que fosse, costumava a ter medo recorrente de furtos, assassinatos, latrocínios e outros tipos de violações grave das leis de proteção à humanidade. Os humanos são o que o Planeta Terra tem de melhor a oferecer aos intergalácticos, caso estes de algum modo subjugassem e tomasse controle do globo terrestre. O governo estadunidense, à surdina e na penumbra do anoitecer, tratou de desenvolver uma força-tarefa, que encarregou de por o lixo e a escória da população para detrás das grades da prisão s de segurança máxima conhecida como Arkham Asylum.

Esses salvadores ficaram conhecidos como Wreak Havoc, coisa que era traduzido como “aqueles que causam estrago” por conta da destruição que eles traziam ao ambiente em torno dos cenários de batalha. Porém, fora os que elaboraram o programa “Wreak Havoc”, ninguém possuía ciência do que eram os mesmos, como eram. Ninguém.  

Enfim. Gotham, após muitos anos, se transformou em um lugar onde podia se viver em paz com os seus familiares, sem morte.

A paz chegava a ser entediante aos olhos da sociedade, a qual já tinha se familiarizado com os ruídos de disparos de armas de fogos de diversos gêneros. Para dar alegria e retornar ao que costumava ser, alguns ganharam aspectos maldosos, praticavam crimes relativamente pequenos, mas nada que a polícia não pudesse cuidar.

Então a paz reinou. Verdadeiramente reinou.

É. James Gordon fez um ótimo trabalho árduo como prefeito de Gotham City. Sim, James “Jim” Gordon, o famoso comissário Gordon evoluiu de cargo o suficiente até assumir a responsabilidade pela cidade e os seus habitantes.

Dez de setembro de dois mil e dezesseis, neste universo, foi a data atribuída ao Dia da Paz naquele município corrupto, além de ser um feriado lá, como o quatro de julho (Independência dos Estados Unidos da América). Para celebrar, Gordon fez um evento no Parque Robinson, uma festa colorida. Happy Holi. A música alta que outrora se iniciou era escutada por quarteirões de distância.

PLAYLIST MUSICAL



Informações



1. Como uma Happy Holi comum, é necessário que os participantes vão até o Parque Robinson vestido completamente de branco. Acessório cor a parte, mas a preferência é que sejam alvos;

2. O próximo mestrado, ou seja, postagem do Narrador/Eu será sábado que vem, dia 22/09. Esse tempo de uma semana que vocês têm deverá ser usado para posts no evento, que até então será como uma RP Aberta;

3. É necessário que no final ao final do seu post coloque algumas informações, como: Espécie, Poderes e Atributos;

4. Não. Não haverá risco de mortes durante o Evento;

5. Qualquer coisa, qualquer dúvida, é só me contatar por MP.
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ENTIDADES
2016

Vácuo do espaço-tempo

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Sadie Cassandra O'Keefe em Sab Set 10, 2016 11:28 pm

Let me take
you for a joyride


Já fazia algum tempo desde que Frances escapara da prisão graças a bondade de um desconhecido cujo qual ela não se recordava do nome, mas lembrava claramente de sua fisionomia. Desde então tentava tocar a vida novamente, trabalhando em um café próximo a sua antiga casa — na qual fora bem recebida, apesar de vazia e supostamente a venda — sem deixar de exercer o antigo ofício de mágica e ilusionista de rua ainda que houvessem menos clientes por conta de seu passado.

Decidira visitar velhos amigos de sua época de sucesso, apenas por precaução. Seu nervosismo a fazia se questionar se seria bem recebida, ou expulsa aos chutes e pontapés, como fora na primeira tentativa em que tentara reaver uma antiga colega de infância,sendo pela mesma ameaçada de ir presa por invasão de domicílio.

Seus pés se arrastavam preguiçosos pela calçada da região mais pacata de Gotham, com as mãos preguiçosamente escondidas nos bolsos do moletom cinza, não havia muitas expectativas por onde começar sua jornada em busca das peças para a reconstrução de seu passado glorioso. O som do motor de um carro ao longe chegava a seus ouvidos, instintivamente a platinada deu um passo á direita, afastando-se da lateral da calçada, mas por descuido próprio acabou trombando com um transeunte que passava por ali.

Ambos se olharam como os dois estranhos completos que eram: ela, com uma expressão de tristeza e culpa nos olhos; ele com a raiva e a pressa que só um atarefado executivo de negócios poderia possuir. Com um "desculpe" que nunca fora pronunciado, mas era subentendido no ar, os dois seres voltaram a suas vidas medíocres e egoístas.

Sua caminhada já chegava na esquina de casa. Cada vez mais triste e solitária, Frances mal reparara no panfleto que voava em sua direção, atingindo em cheio seu rosto. Sua primeira reação foi desvencilhar sua mão direita do bolso e arrancar o papel da face na tentativa de visualizá-lo melhor. Foi só então que baixou o capuz com a mão esquerda, que pendia na lateral de seu corpo após o ato: uma festa. Era tudo o que a inglesa precisava para voltar a ser quem era e quem sempre seria, a velha Frances que sorria para tudo e para todos e vivia cada dia como se fosse o último de sua vida.

Correu para dentro de cas que agora parecia-se mais com a residência em que passara sua infância e boa parte da adolescência  — e sem a placa de "vende-se" que Frances colocara na casa ao lado, pregando uma peças nos atuais vizinhos — trancando e indo a passos decididos em direção ao quarto, confiante de que sabia, agora, a quem recorrer.


Não demorou mais que 1 hora para que a platinada estivesse pronta. Um chapéu de abas largas estava posto em sua cabeça, porém discreto; Vestia um macaquito com dois grandes bolsos na parte superior e mais dois na inferior. Optara por usar sapatilhas pretas, ainda que possuísse sapatos brancos, a lavanderia jamais aceitaria lavar um par de tênis.

Apanhou o folheto e saiu de casa, trancando-a. O relógio marcava perto de 13:30 da tarde. Frances apanhou o folheto e sua varinha — ela jamais saía de casa sem sua companheira — guardando-a no bolso e encantando a mesma para que parecesse um celular aos olhos comuns. Foi então que respirou fundo e tentou lembrar o local onde o único amigo festeiro o suficiente que conhecia morava — e esperava que o mesmo ainda morasse lá — numa forma de visita surpresa ao velho estilo Francesca de ser.


O apartamento havia passado por uma boa reforma — ele deveria ter quase vinte anos! — desde que estivera no local pela última vez. mas a fechadura parecia permanecer a mesma depois de anos, afinal, não havia sido difícil utilizar-se de um grampo de cabelo largado no corredor do andar onde o loiro morava para destravar a porta e entrar no local.
Caminhou a passos silenciosos, sentindo a nostalgia em cada móvel da residência. O quarto não estava trancado, então a platinada não tivera dificuldade em girar a maçanete e entrar no cômodo. Respirou o ar do quarto, sexo pensou. Voltou os olhos para a cama e claramente não havia um corpo, mas dois. Levou tempo para identificar qual seria Sissy e qual seria a prostituta. Após claros minutos e um dos dois trocarem de posição, veio a conclusão.

A passos silenciosos caminhou até a lateral direita da cama, agachando-se próximo ao rosto do loiro. Continuava lindo como no primeiro dia em que conhecera, e talvez fosse essa beleza que o fazia tão filho da puta como ele era com ela. Observou durante um tempo a fisionomia tranquila de alguém que provavelmente jamais saberia o que é ser preso, decidindo finalmente despertá-lo após algum tempo.

Sissy. Hey Sissy. — Murmurou no ouvido do loiro. — Eu voltei. Acorda aí vei. — Depositou um beijo na bochecha, sentindo a barba por fazer roçar-lhe os lábios. Deslizou a língua pelo lábio inferior, sentindo um gosto que provavelmente jamais sentiria novamente em toda a sua existência.


lista de supermercado:

1. Informações gerais:
▲ Frances Hale a.k.a. Zatanna
▲ Reencarnada
▲ 18 anos

2. Níveis e atributos:
▲ Nível 3

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 10
▲ Vigor: 10
▲ Resistência: 10
▲ Velocidade: 10
▲ Carisma: 10

3. Poderes e Habilidades
▲ Cinéticos:
Geocinese; Aerocinese; Pirocinese; Telecinese; Hidrocinese; Umbracinese; Lumocinese; Criocinese; Eletrocinese

▲ Físicos:
Teletransporte; Transformação; Cura; Alteração de tamanho;

▲ Mágicos:
Feitiçaria; Hipnose; Prestigitação; Telepatia; Voo;

4. Outros
Link do vestuário



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Saturn
"  If crazy equals genius Then I'm a fucking arsonist  "
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ANTI-HERÓIS
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Conference House

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Eustass Kolarov em Dom Set 11, 2016 3:13 am

My heart beats like an earthquake
Ruídos estrondosos e uma gritaria incessante ecoavam por todo o prédio, as janelas e paredes espessas do local não foram o suficiente para abafar o estardalhaço que via do andar de cima. Era um condominio comum sem muito luxo, que abrigava familias de classes baixas da sociedade, uma amontoado de desfavorecidos e imigrantes de regiões variadas, era essa a descrição perfeita do lugar. Os corredores eram escuros, monotonos, apenas os ratos gostavam de passear por ali e volta e meia entravam em ou outro buraco na parede, o lugar era cheio deles. O ruído cessara-se e um silencio tomou conta, era possível ouvir apenas o som alto da televisão, nem ao menos os vizinhos conversavam. De repente um barulho, porta bateu, passos no corredor vazio e uma voz feminina histérica: - VOLTA AQUI SVEN! - Disse a moça, vestida apenas de pijamas e descalça, os cabelos longos e ruivos em toda extensão de sua face. Era a namorada, ou ex-namorada do rapaz. O homem sequer olhou para trás. Mais um grito por seu nome, Sven parou e virou o corpo, encarando-a com um olhar enfurecido. Nada disse. O prédio estremeceu por inteiro, rachaduras formaram-se e lustres caíram nos dormitórios vizinhos e Sven já não lá mais estava, descia as escadarias nervoso e impaciente, talvez nunca mais retornasse... quem sabe.

Sven era um jovem como qualquer outro, alto e de ombros largos, gostava de frequentar a academia por hobbie, possuía um corpo atlético e nunca almejara um porte físico de bodybuilder. Um rapaz caucasiano, de olhos firme e maliciosos, tão negros como seus cabelos, por ora penteados ora despenteados. Tatuagens faziam parte de seu estilo urbano, era tomado por elas, tinha o braço quase que por inteiro lotado de tatuagens, porém nenhuma com um grande significado, se é que tatuagens precisam de ter algum, não é mesmo. Usava uma camisa gola v de cor branca, junto de uma calça jeans com dois rasgos na altura dos joelhos, nos pés calçava um tênis air também pretos.

Era para ser um dia de festas, o prefeito Gordon havia marcado a data para comemorar a paz, paz essa que a população moradora das mazelas de Gotham jamais viram. Era uma festa sem sentido, mas como todo bom jovem e cheio de hormonios pra gastar, Sven adorava uma festa. Gostava de ir as festas e arrumar amizades, assim como também arrumar brigas, mas a Happy Holi era um local de paz, festas coloridas com tintas em pó onde a galera se inturmava, a ideia era boa. O rapaz decidiu ir até o Parque, era evento com entrada franca então o dinheiro não seria problema para participar, afinal era justamente por isso que brigara com sua recém ex-namorada, queria ir e ela não quis deixar. Os temperamentos do jovem eram fortes, e deu no que deu.

O Parque estava ainda vazio, a começar uma movimentação, então o rapaz preferiu ficar no canto, encostado em uma das árvores com uma perfeita vista para o palco - vista perfeita por enquanto que estava quase vazio - e decidiu lá acender um cigarro para relaxar. Puxou do seu bolso esquerdo o objeto cilindrico com o fumo em seu interior, deslizava os dedos por sobre a sua extensão até chegar na ponta laranja - o filtro - e então apoiou sobre os dois dedos de sua mão direita, indicador e o do meio. Com a outra mão ajeitava o isqueiro prateado, a abrir a sua tampa e logo a fagulha se formou na ponta do cigarro, dando inicio as brasas queimadas do tabaco, assoprando assim a primeira fumaça acinzentada de seu fumo. Permanecia com os olhos acesos, observando tudo ao seu redor, reparava com atenção nas pessoas que circulavam, olhando especialmente para as belas mulheres, gostaria de vê-las todas pintadas de tinta, quiçá seria melhor se fosse um festival de camisetas molhadas. 
 
 

BY MITZI




Spoiler:


Nome: Sven Blank
Idade: 24 anos
Nível: 1
Espécie: Meta-humano
Poderes: Manipulação Sísmica(poder) Detectar Condições (sub-poder)
Especialização: Energético

Força: 10
Inteligência: 10
Resistência: 10
Velocidade: 10
Vigor: 20
Carisma: 10

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Christopher Arsenáult em Dom Set 11, 2016 3:40 am

What does that even mean?

CHRIS

Almost. It’s a big word for me. I feel it everywhere. Almost home. Almost happy. Almost changed. Almost, but not quite. Not yet. Soon, maybe. I'm hoping hard for that.
Os humanos são um tipo de arte imprevisível. - Nunca em minha vida duvidei de uma frase tão verídica. Mesmo encarando situações que exigissem piedade, nunca fui capaz de me comover com pequenez. Quase sempre fiquei assim. Dessa mesma maneira; Empunhando uma garrafa em uma mão e o cigarro na outra. Eram como a balança e a espada. A venda de meus olhos eram os hematomas que constantemente pareciam ser rastros intergalácticos. De certa forma, não me feria por prazer ou qualquer estado de suma comodidade com meu subconsciente. Uma mente genial como a minha por vezes desperdiçada em misérias, precisava de algum alimento apesar de que mais tarde eu sempre tivesse que me embargar dos resultados. Nunca aceitei a rejeição sejam animálias ou não. Talvez fosse um boneco de testes que detestasse estar sozinho. Qualquer companhia servia.

Até as mais inúteis para o mundo. Eu quero para mim.

Deparei-me com o meu reflexo de frente com espelho. Meu sorriso ainda se demantia ali. Invicto e intocável. Formidavelmente na minha idade, eu era aquela coisa juvenil. Me sentia impossível de envelhecer ainda mais, sob trajes brancos. Um pouco fantasmagórico de fato pela minha notável palidez, contudo era o que mais me agradava diante do reflexo depressante e plano. Pisquei em conferência de que os parâmetros casuais da festividade não estivessem desorganizado e apeguei-me ao celular. Luz por luz fenda sob fenda na tela, o horário já me era apresentável a rua sem necessidade de envolvimento com o carro, o que apaziguava-me a mim e também, a meu bolso. Suspirei aliviado.

Enquanto decentemente desci as escadas de morava, vozes perpassaram dissonantes e contentes. Haviam mais pessoas que compareceriam. Rostos quase que inegavelmente convidativas para a espera de eu conhecer. Minhas expressões desmentiam eu era sim interessado. Desbravador de pequenas fontes que porcamente contaminavam cada corpo. Era uma virulência sem igual ou uma péssima educação de um estrangeiro polonês com Christopher Sk vulgo quem vos fala, que também garante ser um meio de patriotismo ou socialização contrária. Reverto-me então a observar o chão em que pisava. Meus sapatos faziam sons desagradáveis a quem fosse detalhista aos sensorialismo e muito liberto a observações o que me convencia de certa forma, a buscar as fortuitas sombras incumbidas da forma mais que possível.

Cigarro entre os beiços e mãos nos bolsos, assim que cheguei a tal localidade me infiltrei entre desconhecidos bem medicado com que a sociedade chama de boa aparência, odor particularmente agradável e uma postura reduzida, franzina ligeiramente cansada outrora duvidosa do que se imaginava. O som da música me exprimia em atender prontamente os comandos do meu cérebro para que vagasse a procura de um lugar tranquilo ao caos ou seguir o ritmo elaborado. Meus quadris moviam-se contra a corrente empurrando alguns corpos em que não me incomodei a desculpar devido altas chances de ter aido despercebido. Traguei com força a essência da agora bituca, apertando contra os nós dos dedos de dentes crispados encostando-me ao que diziam ser a iluminação da praça pouco bamba ou a infração a meu ombro que não era atendida entre o choque massivamente incômodo ou impressionantemente volúpico para me fazer recuar. Suspirei sorridente observando algumas pessoas trausentes a minha frente demorando entre muitas formas, a me soltar.

Informações:

INFOS :
- Meta-Humano ; Økt
- 24 Anos.
- Rajada Psíquica + Super-Resistência.
- Especialização Persuasiva.

ATRIBUTOS :
Força -15
Inteligência -10
Resistência - 10
Velocidade -15
Vigor - 10
Carisma -10
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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Sophie Czarevich Brahms em Dom Set 11, 2016 5:23 am


it can't be a mistake if i just call it change


Olhou-se no espelho mais uma vez, entortando os lábios em uma careta insatisfeita. Estando apenas de lingerie, podia perceber com clareza os pontos arroxeados em diversas partes de seu corpo, resultados da vida noturna — e, para sua infelicidade, sem nenhuma conotação sexual — que estava levando ultimamente. Não passou despercebido, também, como estava magra; suas pernas, antes fartas e robustas, tinham afinado assustadoramente, assim como seu tronco. Seu próprio rosto carregava uma expressão doente, estreito demais para alguém que até mesmo já chegou a se considerar “fofinha”

Embora que para algumas garotas a magreza fosse sinal de padrão de beleza, Charlie quase se deixou sentar no meio do chão de seu quarto e chorar copiosamente. Odiava o sentimento de descontrole que estava vivenciando nesses últimos meses, mas, se não conseguia sequer coordenar quem era, imagina todo o resto? — Ugh. — Gemeu, suspirando pesadamente em seguida, tampando os olhos com as próprias mãos por um momento.

Respire, inspire, dizia algo dentro de si mesma, mantenha a calma. Os minutos pareceram transcorrer lenta e tortuosamente até que ela se sentisse menos angustiada e destampasse os olhos, voltando a enxergar a sua imagem refletida no espelho. Não iria ficar por baixo. Se recusava a ser fraca.

Deu meia volta, indo na direção de seu armário para trocar-se na intenção de ter mais uma exaustiva noite na grande Gotham. No caminho, fitou de soslaio o panfleto do happy holi que aconteceria naquela noite, até mesmo tinha esquecido que ele ocorreria. Parando para pensar melhor enquanto fuçava em suas roupas, surgiu em sua mente uma ideia um tanto atrevida para alguém em seu estado, mas não absurda. Por que não ir? Passava noites e mais noites pelas ruas da cidade procurando por qualquer problema que a fizesse se sentir mais útil, mas, talvez, se sentir uma garota normal à fizesse bem, também. Por este motivo, em vez de colocar suas roupas mais propícias para lutas, pegou algo que lhe deixasse bonita.

Minutos depois, já estava novamente em frente ao espelho, encarando seu reflexo. O cropped larguinho na cor branca parecia se adequar perfeitamente ao seu tronco esguio, valorizando a barriga lisa que ficara à mostra; a calça escura, com rasgos em determinados cantos, exibia uma quantidade não muito grande de sua pele alva e, em seus pés, uma bota de cano curto. Sem maquiagem ou sem pentear os cabelos devidamente, sorriu minimamente ao perceber que não estava tão mal assim. Ponto para ela.

Aparentemente pronta, enfiou nos bolsos certa quantia de dinheiro, documentos e um telefone celular, caso acontecesse qualquer urgência. Posteriormente, esgueirou-se para o jardim de sua mãe utilizando da janela de seu quarto, sabendo que, caso saísse pela porta da frente, seus pais inutilmente impedi-la. Visando poupar-se da dor de cabeça, realizou o ato de deixar sua casa da mesma maneira que vinha fazendo desde os seus quinze anos.

O local que acontecia o evento não era tão longe de sua casa, o que a permitiu ir a pé. Enquanto caminhava, pensava no quão descabida essa celebração era, em sua visão. Gotham poderia ser uma cidade melhor do que era antes, quiçá muito melhor, mas ainda assim, não era perfeita. Em sua concepção, toda essa coisa de que “a paz reina” era apenas uma fachada para esconder algo pior do que disputas entre máfias. Talvez, estivesse sendo estupidamente desconfiada, mas era ela que passava as noites de vigia vendo o pior lado das pessoas daquela cidade, não o comissário Gordon, que deveria estar ocupado demais com seu novo cargo.

Evitando uma possível irritação, deixou de pensar em tal assunto e parou em uma tabacaria no meio do caminho, onde comprou um maço de cigarro e um isqueiro. Logo, já estava com a cigarrilha na boca, soltando fumaça pelas narinas e se sentindo bem com isso. A nicotina era algo cada vez mais presente em sua vida e, embora estivesse ciente que estava cada vez mais viciada, não conseguia evitar de recorrer a ela por ser um meio fácil de se manter relapsa em relação aos seus problemas.

xxx

Sabia que deveria ter mudado de ideia sobre comparecer no evento assim que ouviu, ainda há quatro quadras longe do parque, o som do Happy Holi. A música ensurdecedora machucava seus ouvidos e fazia seu coração bater ritmicamente em seu compasso. Parecia ser difícil se locomover no pequeno espaço preenchido de pessoas em cada canto e a jovem automaticamente sentiu sua animação murchar. Esquecera-se, a tolinha, o quanto repudiava grandes multidões embebedadas de álcool.

Suspirou, dando uma última tragada no cigarro e o jogando na grama, pisando em cima. Olhou novamente para o parque lotado, pensando melhor sobre ficar ou ir embora, já não tão convencida se aquela festa seria uma boa ideia. Entretanto, lembrou-se que já estava ali, já tinha se arrumado e não havia nada de mais interessante para fazer. Enquanto se rendia e misturava-se com a multidão alucinada, pensou, o que custava permanecer um pouco mais e ver o que acontecia?

Informações. :

Reencarnada, Chaotic Good, nível três.

Atributos: Força - 10; Inteligência - 10; Resistência - 15; Velocidade - 15; Vigor - 20; Carisma - 10.

Habilidades: EMPATIA, Ravena possui a capacidade de ler ou sentir sentimentos e emoções. Esta habilidade também lhe permite ampliar ou reduzir emoções já existentes em seres vivos. Ela afeta qualquer tipo de emoção, como raiva, ódio, amor, confiança, etc. Pode também ser usado para acalmar seres vivos, ou deixá-los apáticos. Sua empatia se estende à planos etéreos, onde pode se vincular, sentir e ver almas e bem como entrar em contato com mentes com uma maior facilidade. Pode negar a dor de um ser e desfazê-la completamente. Através desta empatia, pode vincular-se a uma mente alheia para causar danos mentais, o que lhe dá vantagem contra seres de mente frágil. Suas capacidades empatas não se limitam apenas ao plano físico ou astral, mas também pode claramente explorar o plano mental. CURA EMPÁTICA, que lhe permite absorver a dor de feridos para aliviar seu sofrimento, os induzindo à cura rápida, entretanto, Ravena recebe uma parcela da dor do paciente para ela mesma. Isso não pode ser feito para grandes lesões. TELECINESE, a capacidade de manipular e controlar objetos com a mente, podendo levitar, mover, atirar ou quebrar qualquer objeto físico. TELETRASPORTE, uma forma de ignorar o espaço e o tempo entre vários pontos, locomovendo-se de um lugar para outro em um piscar de olhos. Usando sua própria alma, ela pode teletransportar a si mesma e outros seres em largas distâncias e como o de esperado teletransporte instantaneamente. LEVITAÇÃO, habilidade que a habilita desafiar a gravidade e literalmente voar. UMBRACINESE, capacidade de manipular escuridão, geralmente a acessando mentalmente de uma dimensão de energia negra ou simplesmente do Mundo Inferior. Com esse poder é capaz de criar formas sólidas, viajar pelas sombras em um simples teletransporte, invocar espíritos e criaturas das trevas sendo estes seus escravos sombrios. PROJEÇÃO ASTRAL, capacidade de deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito pelos planos. MAGIA, MAGIA NEGRA E BRUXARIA, como dito, possui o dom da magia e da magia negra, sendo o último não muito utilizado por lhe trazer grandes consequências. É excepcional com bruxaria, lançar feitiços e derivados. SOUL-SELF, capacidade de projetar sua alma para fora do corpo, geralmente sob a forma de um corvo negro gigante, ou inúmeros corvos de tamanho normal, intangíveis ou não. MIMETISMO DEMONÍACO, capacidade de se mimetizar em um Demônio de até, aproximadamente, dois metros. Suas íris se tornam avermelhadas, sua pele adquire um tom bronzeado e o formato de suas orelhas mudam para um pontiagudo. Suas unhas se tornam garras, grandes e resistentes, asas crescem em suas costas, assim como uma causa preênsil afiada e retrátil, que pode servir tanto para ataque quanto para defesa. Em batalha, consegue roubar parte da stamina e vigor físico, tomando-as como benefício. Sua regeneração se torna mais rápida e, enquanto nessa forma, há a capacidade de controlar a pirocinese.

thanks

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Fallen angels at my feet, whispered voices at my ear, Death before my eyes, Lying next to me I fear. She beckons me, shall I give in? Upon my end, shall I begin? Forsaking all I've fallen for I rise to meet the end.

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Stephen Nygaard Volkov em Dom Set 11, 2016 9:08 am

hey, jerk! let the music do the talking
Era início de tarde quando o ruidoso e incessante chamado do celular arrancara Stephen de uma jornada de sono que durara longas horas. As feições contorciam-se insatisfeitas, e um resmungo irritadiço viu-se expelir dos lábios retorcidos. Às cegas, lançou a mão para lado com uma lentidão apática, guiado pelo barulho estrepitoso, derrubando e silenciando o bendito objeto. Uma dádiva aos seus ouvidos. Mas as ferroadas lancinantes na cabeça, produzidas pela ressaca, ainda o azucrinavam. Sob um esforço inumano, arrastou-se para fora da cama, pondo-se de pé, cambaleando a princípio, e somente então conseguindo manter um equilíbrio razoável.

Fez o que qualquer sujeito com o mínimo de consciência nessas circunstâncias faria: seguiu ao banheiro e pôs-se debaixo do chuveiro por minutos ininterruptos. Em seguida, enxugou-se, trajou vestes leves e tratou de encher o estômago. A essa altura, os sintomas da ressaca pareciam ligeiramente aplacados, e ele conseguia ao menos raciocinar dignamente sem ter de lidar com uma combinação de espasmos aflitivos. Ao final, recolocou-se na cama, ligou a TV e gastou o tempo zapeando por canais diversos — um gesto comum durante a ociosidade.

No final da tarde, o celular voltou a tocar insistentemente. — Ah, merda! — bradou o rapaz, pontuando a contrariedade com um soco no colchão. Ainda assim, buscou o aparelho, fuzilando-o por meio de um olhar irritadiço. Havia dezenas de chamadas perdidas, e ele sequer percebera. Atendeu a última. A voz de um conhecido iniciara uma falação acerca de um evento no Parque Robinson. Stephen havia esquecido completamente. Não sabia se estava mesmo a fim de sair do conforto da sua residência naquele dia, mas uma pontada perseverante de tentação o incitava a ir. Despediu-se às pressas do amigo; a expressão tinha um ar reflexivo. — Bem... Que seja.

(…)

Instantes depois, pairava refletida no espelho do seu quarto a silhueta belamente arrumada de Stephen. Ostentava vestes a rigor — peças brancas de cima a baixo. Os cantos da boca curvavam-se num sorriso agradado. O olhar avaliativo perpassou mais uma vez a sua própria imagem. Com um último menear positivo da cabeça, seguiu o rumo até a tal cerimônia. Do interior do táxi, ao longe, antes mesmo de alcançar o epicentro da festa, ouvia-se o ritmo constante da música; também reparara na horda de pessoas dirigindo-se ali durante o trajeto. Chegou ao local em poucos minutos. Talvez se arrependesse de ter comparecido, mas enquanto a bebida estivesse à disposição, conseguiria mascarar o desprazer através dela.

tag: N/A
All Hell's Breakin' Loose

ADENDOS: :

♦ Espécie:Meta-Humano;

♦ Poderes: Pirocinese / Super-Agilidade;

♦ Atributos:

Força: 30;
Inteligência: 7;
Resistência: 10;
Velocidade: 10;
Vigor: 10;
Carisma: 3.

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RECKLESS
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CIVIL E RECÉM-NASCIDO
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Derry, Maine.

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Karma W. Hastings em Dom Set 11, 2016 2:19 pm



It's a Party




O tecido branco e rendado deslizou pela pele dela cobrindo-lhe a nudez que a lingerie, também branca, não conseguia fazer. Karma vislumbrou o próprio reflexo no espelho. O batom vermelho se destacava em contraste com a pele alva. A marciana deslizou o polegar na extremidade dos lábios, limpando um inexistente borrão, vestiu a meia-calça prendendo-a a cinta liga e, para completar o "look" calçou o salto agulha scarpins tamanho 15. Mais uma vez vislumbrou o próprio reflexo.

Estava pronta.  

A Hastings se dirigiu para fora do apartamento, os passos eram lentos, afinal quem estava com pressa? Ela tinha todo o tempo do mudo. Ou melhor... Não tinha, constatou ao desbloquear a tela de seu smartphone com sua senha super secreta: o próprio nome. Como sempre, estava atrasada. Atraso, este era o segundo nome de Karma, até mesmo para as missões designadas por Amanda ela sempre chegava minutos depois do combinado. A mulher inspirou fundo, espalmando a canhota na testa, teria que voar se quisesse chegar na hora. Mas... voar acabaria com toda a produção dela.

— Droga... — a mulher resmungou enquanto se dirigia para o elevador. Voar tinha suas vantagens, em compensação... voar para uma festa não era nada viável, seria como jogar no lixo o tempo gasto se arrumando.

(...)

— Chame um taxi para mim, sim? — ela ordenou ao porteiro enquanto desbloqueava o smartphone. Digitou o já tão conhecido número e levou o aparelho ao ouvido. O telefone chamou uma, duas, três vezes e nada. Karma inspirou fundo, tentando controlar a irritação que começava a crescer dentro de si. Não importava, agora não iria mais sair com eles.

— Senhorita Hastings... — O porteiro chamou, receoso. — Vosso táxi chegou.

Finalmente algo estava funcionando. Ela sorriu para o rapaz e se dirigiu para o carro branco.

— Me leve para a festa mais próxima daqui. — ela proferiu as palavras. Não estava mais com paciência para a primeira programação, principalmente considerando que estava com um atraso de mais de trinta minutos. Sem demora o motorista seguiu o ordenado com uma Karma olhando a paisagem da cidade pela janela do carro sem realmente vê-la, estava distraída com os próprios pensamentos.

(...)

Parque Robison, ela reconheceu. "O que está havendo aqui?", ela se questionou ao observar diversas pessoas vestidas de branco. A mulher saiu do carro e entrou na mente do motorista projetando na mente dele a falsa cena em que pagava a corrida.

Com passos largos ela andou pela multidão até que vislumbrou uma cabeleira conhecida. Charlie, estava ali. Sem demora direcionou-se para o lugar em que ela se encontrava.

— Charlie, Charlie... Are you here? — a marciana brincou saudando a conhecida.

Spoiler:
Espécie: Marciana
Nível: 3

Poderes

— Invisibilidade: Têm a habilidade de modificar as células do corpo, deixando estas invisíveis a olho nu, e assim, o próprio corpo não pode ser visto;
— Intangibilidade: Remexendo nas células do seu corpo, o marciano consegue eliminar a propriedade de tangibilidade, ou seja, remover a capacidade de ser tocado por certo tempo, assim, podendo atravessar formas sólidas ou não;
— Transmutação Corpórea: Observando qualquer pessoa, independente da raça, o marciano consegue se transformar perfeitamente nela, se tornando uma cópia idêntica;
— Telepatia: Conseguem projetar os pensamentos dentro de outra mente, além de poder ler o que outros estão a pensar. Também conseguem, por intermédio disso, controlar mentalmente o ser;
— Elasticidade de Membros: Com os quadros membros desenvolvidos, estes podem ser esticados, como uma borracha, sem causar dor alguma ao marciano;
— Super Sopro: São portadores de uma impulsão de vento poderosa quando soltam o seu sopro;
— Super-Força: O seu poder de ataque é poderoso, notavelmente acima dos humanos normais. Não possuem dificuldade alguma em destruir paredes metálicas com um soco qualquer;
— Voo: Tem a capacidade de ficar suspensos no ar, assim como de sair fora do planetar, ao manipular a gravidade sobre os próprios corpos, fazendo com que esta seja eliminada;
— Visão telescópica: O sentido visual é mais apurado que os humanos normais, podendo dar zoom;
— Velocidade Sobre-Humana: A velocidade é muito acima dos humanos, seja andando/correndo ou voando, atingindo, certas vezes, Km/h;
— Regeneração: Recuperam-se de ferimentos com velocidade absurda, porém, depende da gravidade do mesmo;
— Longevidade: Vivem muitos anos.

Pontos de Ação Atributo

Força: 22
Inteligência: 13
Resistência: 15
Velocidade: 12
Vigor: 10
Carisma: 8

Reach for the sky... Keep your eye on the prize...
Forever in my mind... You're my golden sunshine!
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Justiça sempre foi feita com as próprias mãos. Injustiça pode ser vista a cada esquina.
Jubilee

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Martha Duckworth em Dom Set 11, 2016 2:56 pm














If you want take a peek and run away




A música no rádio tocava enquanto Martha preparava cuidadosamente sua refeição que consistiria em nada mais do que uma simples salada de frango. Ela era habilidosa, mas cozinhar nunca fora uma de suas paixões e talvez por isso ela nunca se interessasse pela arte. Ainda assim precisara aprender o básico de modo a se manter viva e bem nutrida.
Pegou as folhas de alface e abriu a torneira, deixando que a água lavasse as folhas, aproveitando para encher um copo e beber. Água era algo que não dispensava, na verdade seu corpo necessitava de grandes quantidades, mais do que o normal.
A música terminou e a voz do outro lado relembrou os ouvintes do evento que aconteceria no Parque Robison, o Happy Holi para celebrar o Dia da Paz em Gotham, organizado pelo famoso comissário Gordon. Paz era algo relativo mas para Martha sim, aqueles eram tempos de paz mas com certeza a tempestade regressaria mais cedo ou mais tarde. Todos os habitantes de Gotham estariam presentes para a festa mas um ajuntamento desses traria com certeza problemas, Martha quase que conseguia sentir isso nas suas veias geladas.
Terminou de preparar a salada e se sentou na mesa de jardim colocada na varanda com vista para a cidade. Era possível escutar ao longe a música que tocara toda a manhã como se fosse preciso fazer mais publicidade ao evento.

[...]

Martha não sabia muito bem o que fazer ali, não gostava daquele tipo de festas, preferia algo mais formal e refinado mas decidira que talvez aquele fosse um bom dia para sair da sua zona de conforto. Experimentar coisas novas era algo que ela fazia apenas depois de uma longa reflexão, não fosse ela uma mulher ponderada.
A multidão coberta de branco a fez lembrar a neve do Canadá e os dias frios. Ela não tinha saudades de casa, gostava de sua independência e, apesar da distância, sempre que queria conseguia comunicar com sua mãe e seu irmão.
Na sua mão segurava um copo de gin, protegido por uma camada de gelo que ela mesma criara a fim de manter a bebida bem fresca. Seus ombros embatiam nas pessoas enquanto tentava furar pelo meio da multidão, pedindo licença para passar. Ela podia simplesmente levantar voo e aterrar onde quisesse mas para quê? Não havia necessidade de dar na vista.
As colunas projetavam uma música sobre uma garota que pedia desesperadamente por um gangster, certamente alguém que não sabia muito bem o que queria da vida. Revirou dos olhos ao relembrar as duas aberrações que assombraram Gotham durante muitos anos. De novo, a garota falava que precisava de um gangster. A vontade de Martha era falar para ela arrumar um cão, seria melhor companhia mas enfim, era apenas uma música boba que logo terminaria para dar lugar a outra sobre um Lamborghini roxo.







Informações:

Espécie: Meta-Humana

Poderes: Criocinese & Voo

Atributos: Força: 8
Inteligência: 9
Resistência: 20
Velocidade: 12
Vigor: 14
Carisma: 7



_________________


I'm gonna fight 'em off
A seven nation army couldn't hold me back

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Allen Forchhammer em Dom Set 11, 2016 5:14 pm

So I kiss goodbye to every little ounce of pain Light a cigarette and wish the world away I got out I got out out alive and I'm here to stay So I hold two fingers up to yesterday Light a cigarette and smoke it all away I got out, I got out, out alive and I'm here to stay
Meu peito subia e descia num movimento recentemente estabilizado alguns segundos após a respiração tornar-se menos ofegante. Meus músculos outrora tensos agora estavam relaxados, um sorriso de satisfação protagonizava o meu rosto e, ao meu lado, havia uma mulher que eu nunca vi na vida, eu havia a abordado no café, puxei um assunto e não lembro qual em específico, mas terminamos aqui, na minha cama. Minha moral e dignidade meio que me obrigou a ceder a uma curta conversa com ela sobre coisas banais até ela adormecer, suspirei em alívio quando esse momento chegou. — Você fala demais. — Encolhi os ombros e tateei às cegas a cabeceira ao meu lado respectivo da cama em busca de um maço de cigarro. Assim que meus dedos se fecharam em torno do pacote, tratei de destacar um e levar o mesmo até uma pequena fresta entre meus lábios que eu abri para conceber espaço para a droga. Minutos passaram-se, até que o cigarro teve o seu tamanho reduzido ao mínimo. Apaguei a última centelha de chama que queimava por entre as lascas de tabaco pressionando a ponta em brasas contra a minha bochecha, logo em seguida eu descartei no chão, jogar no lixo era um trabalho para o Sis de amanhã, o de agora só quer deitar a porra da cabeça no travesseiro e enfim dormir, foi um dia estressante, porém com um desfecho até que legal.

A escuridão tomou conta de minha mente, aos poucos fui caindo nos doces braços do Sono, e ele me envolvia com firmeza, não estava disposto a me deixar ir. Uma voz impregnou-se na minha consciência, de uma antiga conhecida, e isso estava me fazendo quase atravessar a linha tênue de fantasia e realidade que o sono nos fornece. Senti algo contra a minha bochecha, uma coisa semelhante a uma boca. Será que já era de manhã? Porra, eu não dormi faz nem dez minutos. A voz continuava me ordenando para acordar, meus olhos permaneciam fechados, minha mente encontrava-se em uma via dupla do que era concreto e abstrato. — Vai embora... Já deu... — Sussurrei numa voz rouca e preguiçosa, as palavras saltavam preguiçosamente de minha boca, a dona ainda era um mistério para mim, mas a maior porcentagem de certeza é de que seria a mulher que fala demais. — Af, espera que eu já acordo... — Ergui um de meus braços para a suposta localização da mulher e firmei a palma de minha mão atrás de sua nuca, trouxe seu rosto para baixo até onde me encontrava e, sem nem ao menos abrir os olhos para ter certeza do que estava fazendo, selei meus lábios aos dela para dar início a um beijo, talvez assim ela me deixasse em paz para dormir mais alguns minutos. Mas havia algo de errado, apesar de sonolento, minha memória é quase perfeita, essa não era a boca que eu estava beijando antes. Abri os olhos com certa rapidez e cessei o contato assim que visualizei a figura a minha frente. — Mas que porra...! — Recuei a mão que estava entre seus fios de cabelo platinado para baixo do edredom.

A exclamação havia sido baixa para não acordar a figura que repousava exausta a meu lado. Intercalei o meu olhar entre a mulher mais jovem a minha frente e a com idade mais aproximada da minha dormindo a minha direita, fiz isso apenas para ter certeza que ambas eram pessoas diferentes. — Oi meu chapa. — A cumprimentei com os olhos ligeiramente abertos devido a tamanha surpresa que eu tomei. Dei uma gargalhada descontraída para não deixar o clima tenso, levei a mão para o ar mais uma vez e exibi-a o meu dedo indicador, que deu uma meia volta em sentido horário no ar para dar uma ideia subjetiva de que ela deveria se virar. — É bom te rever e tal, mas deixa eu ao menos te abraçar com cueca. — Mordisquei o lábio aplicando certa foça e lhe lancei um sorriso cafajeste, enquanto o meu olhar meio que apontou para a minha acompanhante. Não esperei uma boa resposta vindo dela, eu sabia que ela “não apoiava” esse meu estilo de vida vagabundo. Entre aspas, pois muitas vezes ela já colaborou em alguns planos maliciosos para eu conseguir uma rapidinha com alguma cremosa que ela conhecia. Assim que ela me obedeceu e deu as costas, levantei da cama e recolhi a minha cueca que estava jogada sobre o chão, retirada horas atrás. A peça subiu apressadamente por minhas pernas, até que se encaixou em sua devida posição usual e tratou de esconder a minha nudez até então “acalmada”. “Devidamente” vestido, caminhei em direção a jovem e passei meus braços fortes ao redor de sua fina cintura, lhe acolhendo em um longo abraço forte e apertado. — Fugiu da prisão, hein? Senti sua falta nas farras. — Sussurrei num tom brincalhão, porém com um forte fundo de verdade na fala.

•••

Meus pés tocaram o asfalto frio castigado pelo orvalho da noite em questão, assim que estive em solo firme, liberei Ana de meus braços, o mar platinado e graciosamente bagunçado de seu cabelo devido o voo de Metrópolis até Gotham me fez rir baixo. — Consegue imaginar qual vai ser o lugar que vamos acordar amanhã, sem lembrar de muita coisa e fedendo a álcool? — Lhe dei uma cutucada com o cotovelo após a pergunta, iniciamos uma caminhada lado a lado pelas até então calmas ruas de uma cidade perturbada, sombria e atrativa que era Gotham. Apesar de ter sido uma brincadeira, 95% das vezes em que saíamos juntos sempre acabava assim, mas não é como se esse desfecho fosse algo ruim, muito pelo contrário, se não for para acabar desse jeito eu nem saio de casa. — Eu tinha mesmo que vir de branco? — A indaguei com uma clara satisfação com as peças de roupa escolhidas a dedo por ela no meu guarda-roupa para vir até aqui. — Parece até que vamos pular umas ondas no ano novo, por favor né. — Revirei os olhos e afrouxei o nó da gravata branca ao redor do meu pescoço, gravata essa que estava sobrepondo uma camisa social de mesma cor, porém ambas desacompanhadas de um blazer. A calça e o sapato não fugiam do padrão, nem a cueca escapou dessa merda de regra, na verdade, a única peça que sobreviveu foi o cinto, e por motivos de que eu não tenho um que atendesse a cor exigida. Passei o resto da caminhada resmungando baixinho sobre as roupas, e só calei quando chegamos na “festa”.

WIEFFERING, SYSIPHOS:

• Espécie: Kryptoniano
• Nível: 3

♦ super força,
♦ vôo
♦ visão de calor
♦ visão de raio-x
♦ visão telescópica
♦ super audição
♦ sopro congelante
♦ velocidade sobre-humana
♦ regeneração
♦ longevidade
♦ invulnerabilidade

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 30
▲ Vigor: 20
▲ Resistência: 15
▲ Velocidade: 15
▲ Carisma: 10
I'm an old dog but I learned some new tricks yeah

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Sadie Cassandra O'Keefe em Dom Set 11, 2016 6:23 pm

Let me take
you for a joyride


Frances conhecia Sisyphus desde o ensino médio: seus pais haviam se mudado para uma casa cujo garoto era seu vizinho. Nos primeiros dias ela não percebia muita movimentação na vizinhança, e jamais desconfiaria de que o garoto que sentava atrás dela e dormia mais que um urso em época de hibernação nas aulas de história seria um de seus melhores amigos.

Era véspera de prova e Frances estava enfiada com a cara nos livros. O silêncio da madrugada era o horário perfeito para que pudesse estudar e assim garantir um futuro melhor para si mesma, um futuro que não envolvia prisões. A luz de seu quarto era a única acesa em toda a casa, e o mesmo valia para a vizinhança. A janela estava trancada, bem como a porta e suas cortinas predominantemente fechadas não se encontravam de outra maneira.

Um som veio da janela. Algo batendo freneticamente no vidro, como uma pessoa em desespero desconcentrou a platinada — que na época era morena — de suas obrigações para com a escola.
Ela poderia ter ficado assustada com o som àquele horário — quem bate na janela as 03:30 da madrugada?! — mas sua curiosidade, somada ao cansaço e a irritação suprimiam qualquer vestígio de receio de erguer o vidro.

Afastou as cortinas com violência, incandeando o garoto loiro de cabelos despenteados e aparência trágica de fim de festa que flutuava em sua janela.
Ôu! — Reclamou, levando o antebraço esquerdo ao rosto e o virando contra a luz — Desliga essa merda.

A loira ergueu a parte inferior da janela e pôs-se de bruços. — O que você está fazendo na minha janela Sisyphus? E por que está flutuando? — Perguntou, curiosa.
Pera, você me conhece? — O garoto virou-se de frente para a jovem, olhando-a com mais atenção.
Mas é claro que conheço você. Tem aula de história comigo nas quintas. — Respondeu como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. — O que você quer?
Bem, isso não vem ao caso. Você pode me deixar dormir na sua cama? — Perguntou, como se não fosse nada muito importante.

Como é que é? — Rebateu, revirando os olhos — Isso é um absurdo! A sua casa é bem ali! Você poderia utilizar-se da sua rebeldia contra a física — e apontou com as duas mãos para os pés do loiro — e ir para o seu quarto!
É isso que eu costumo fazer, bem, até hoje. Alguém decidiu que seria uma boa ideia trancar a minha janela pelo lado de dentro e agora eu não tenho onde dormir. — Confessou, exibindo aquela cara de cachorro que caía da mudança que sempre usava para conquistar as meninas.

Era certo que Frances jamais deixaria um completo desconhecido entrar em seu quarto, ainda mais um menino. Mas ela se lembrava com clareza de que no único dia em que vira Sisyphus plenamente acordado, fora o dia em que ele a impedira de ser atingida por uma bola de futebol americano avulsa.

Mordeu os próprios lábios, olhando para a esquerda e para a direita na procura de alguém que os visse. — Tudo bem, pode entrar. — Respondeu por fim, dando espaço para que aquele bêbado invadisse seu quarto com sua permissão.
Puta que pariu, que quarto mais brega. — Resmungou, observando a decoração em tons de lilás, azul e verde do quarto.
SH! — Alertou Frances. — Amanhã bem cedinho você vai mover essa sua bunda magra daqui do meu quarto pelo mesmo lugar por onde você entrou, e nunca mais se fala disso tá me ouvindo?! — Murmurou a inglesa, apontando para ao final da frase.

Que seja. — Deu com os ombros, jogando-se na cama e adormecendo imediatamente. Frances revirou os olhos e arrumou suas coisas na mesinha. Apagando a luz do quarto e deitando-se ao lado oposto ao de Sisyphus, agradecendo pelo dia em que sua mãe decidira por uma cama de casal no quarto da filha.


▲▲▲


Vai embora um caralho, acabei de chegar. Tem festa para gente ir. — Disse, estapeando a face do loiro com a palma da mão direita — Acorda aí. — Pediu, agora cutucando-lhe a bochecha.

Frances nunca fora uma pessoa de muita sorte. Todas as brincadeiras que ela e Sisyphus faziam um com o outro morriam apenas na brincadeira. Mas ela percebeu que, com os movimentos certos, poderia transformar a brincadeira em algo a mais.

"Nota mental, nunca beijar alguém pela manhã." Pensou consigo mesma, ao cuspir o beijo surpresa para o lado esquerdo. — Caralho tu comeu uma baleia foi? Que nojo cara. — Respondeu, cuspindo mais algumas vezes e esfregando a própria língua com as mãos.
Você não fazia isso antes. — Argumentou, apontando para a mulher. — Se bem que de você eu nunca espero muita coisa. — Cruzou os braços, jogando o panfleto no rosto do loiro — Tem uma festa para ir, levanta essa bunda magricela daí ou eu te empurro para o chuveiro aos chutes.

Arregalou os olhos, piscando duas ou três vezes antes de virar-se de costas para a cama. — Se bem que você sabe que eu não preciso fazer isso, porque eu meio que já vi sua rola, ainda que acidentalmente. — Questionou, deixando os braços penderem na lateral do corpo. — E só não a elogio porque sei que você ia ficar todo cheio de si seu vacilão.

Um arrepio lhe correu pela espinha dorsal. Fazia tempo que não sentia aquele abraço — ainda que não fosse somente do abraço que sentia falta — e muito mais que não era surpreendida de maneira tão erótica como aquela. Respirou fundo e tornou a virar-se de frente, abraçando-o de volta, mesmo que suas mãos ficassem dois palmos afastadas uma da outra. — Fugir não é exatamente o termo correto, digamos que eu tive uma ajuda desconhecida. — Respondeu, desvencilhando-se do amigo. — E você parece que não poderia estar vivendo melhor hein? Espero que tenha parado de crescer, ou eu vou acabar me sentindo uma formiga do seu lado, apesar de isso já estar acontecendo. — Sorriu debochadamente para Sisyphus, feliz por rever um amigo de longa data.


▲▲▲


A viagem havia sido magnífica do ponto de vista da antiga Frances, que possuía um crush no loiro, apesar de seu coração pertencer a outro. Mas para a nova Frances, tocar o solo novamente era como nascer de novo.
Um dia, um dia eu me acostumo com essa história de voar. — Murmurou para si mesma, estendendo os braços paralelamente para não tropeçar nos próprios pés. Apalpou a si mesma, verificando se a varinha não havia caído durante o trajeto. Para sua felicidade, ainda estava com ela.

Contanto que seja num lugar confortável e que nenhum de nós acorde sem roupa, qualquer lugar está bom. — Riu, lembrando-se da vez em que acordaram dentro de uma barraca num acampamento hippie porque haviam se perdido do caminho do show. — Se lembra daquela vez que a gente saiu pra comprar umas bebidas, e acabou desmaiando no meio da grama mesmo? Lembro que acordei porque começou a chover, mas eu tive que chamar ambulância porque você tinha entrado em coma alcoólico e você só acordou na manhã seguinte na maca da enfermaria? — Indagou, exibindo um sorriso nos lábios com a sensação nostálgica.

Caso você não saiba, é uma festa em que todo mundo tem que vir de branco para sair igual a um mendigo depois. Basicamente eles vão jogar um pó colorido na gente, que é toda a graça do evento, enquanto toca música eletrônica bem alta e a gente bebe até cair no sono outra vez. — Explicou, desferindo um tapa no braço do loiro. — E pare de reclamar, parece um velho. — Advertiu. — Deveria agradecer o meu bom gosto. Apesar de estarmos off white estamos combinando tanto quanto dois modelos para uma capa de revista.


lista de supermercado:

1. Informações gerais:
▲ Frances Hale a.k.a. Zatanna
▲ Reencarnada
▲ 18 anos

2. Níveis e atributos:
▲ Nível 3

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 10
▲ Vigor: 10
▲ Resistência: 10
▲ Velocidade: 10
▲ Carisma: 10

3. Poderes e Habilidades
▲ Cinéticos:
Geocinese; Aerocinese; Pirocinese; Telecinese; Hidrocinese; Umbracinese; Lumocinese; Criocinese; Eletrocinese

▲ Físicos:
Teletransporte; Transformação; Cura; Alteração de tamanho;

▲ Mágicos:
Feitiçaria; Hipnose; Prestigitação; Telepatia; Voo;

4. Outros
Link do vestuário



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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Cécile L. Macvoy em Dom Set 11, 2016 6:25 pm



Festa

Havia acordado um tanto quanto atrasada para a festa no parque de Gotham, porém eu também não pretendia correr então assim que me levantei fui ao refeitório da torre da liga e logo comecei a preparar meu café com um pão na chapa e também um ovo, ao qual iria vir entre os dois pão, não demorou muito para que estivesse tudo pronto e eu logo começo a comer.

Uns 5 minutos de passaram e eu fui me trocar, coloquei uma blusa branca sem nenhum desenho e também uma calça e logo me teleportei para uma das ruas de Gotham a qual não ficava muito longe do parque onde a festa acontecia, porém ainda sim teria de andar por mais dois minutos para que em fim chegasse no local.

A minha caminhada foi tranquila e o tempo também estava ótimo, eu me sentia um pouco livre andando nas ruas sem que as pessoas me juguem por eu ser diferente deles por causa de meus poderes, já eu gostava de ter pessoas por perto mesmo que sejam crianças ai sim que meu sorriso ficava cada vez maior.

Quando cheguei no parque ao qual a festa havia acabado de começar eu me aliviei por ter chegado a tempo do começo da mesma, porém não havia muitas pessoas que começavam a chegar aos poucos e eu logo começo a me aproximar mais ainda sem chamar nenhum atenção até o momento.

Poderes:
Mimetismo Diamântico + Voo
Especialização:
Atacante
Atributos:
Força: 20
Inteligência: 10
Resistência: 10
Velocidade: 10
Vigor: 10
Carisma: 10

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Johnny Cash em Seg Set 12, 2016 4:22 am


11hrs
Johnny acorda com um feixe de luz que entra pela janela diretamente em seu rosto. Após resmungar algumas coisas, o kryptoniano se levanta vagarosamente e se arrasta até o banheiro, onde faz sua higiene pessoal e toma um banho gelado pra despertar. Saiu do banheiro, colocou um shorts azul escuro dos Chargers e uma regata branca, ajeitou os dreads com um elástico e saiu em direção ao supermercado para reabastecer sua geladeira. O dia estava muito bonito, o sol brilhava forte e o céu tinha poucas nuvens, uma leve brisa amenizava o calor.

14hrs
Cash havia voltado do supermercado e já estava preparando seu almoço; a TV ligada no canal de esportes teve a programação interrompida para o anúncio da festa que aconteceria no Parque Robinson para comemorar o Dia da Paz. Johnny sorriu de canto aprovanto a notícia que acabara de ouvir, já fazia um tempo desde a última festa na cidade e, como todo bom boêmio, o kryptoniano adorava o clima daquelas festas. Todas as pessoas reunidas por um mesmo objetivo de se divertir e ter um bom momento, não que isso aflorasse um lado empático em Johnny, mas os tempos de paz são bem melhores que os de guerra...
Após o almoço, Johnny deitou-se no sofá para ver a reprise do jogo da noite anterior e, por mais animado que estivesse para a festa que aconteceria naquela noite, acabou adormecendo ali.

20hrs
Johnny acorda com o pescoço dolorido pela posição estranha que dormiu, olha no relógio e vê que provavelmente a festa já está acontecendo. Com uma certa pressa, toma um banho e faz a barba, se dirigindo ao quarto na sequência e separando as suas roupas; decidiu ir totalmente de branco, tênis, calça e camisa; amarrou os dreads e saiu voando rumo ao Parque Robinson.

...

Àquela altura o parque já estava bem cheio. Várias pessoas de vários estilos diferentes, crianças, idosos, famílias. Johnny resolveu "aterrissar" num local sem movimentação para chamar atenção e seguir caminhando até o parque.
Estava tudo muito bonito, todas as pessoas pareciam estar se divertindo e o astral do ambiente estava contagiando o kryptoniano; até as músicas o estavam agradando, normalmente as músicas dessas festas da cidade são horríveis. Quando se pegou pensando sozinho sobre isso, Johnny sorriu e parou numa das barraquinhas de bebida e comprou um copo grande de vodka com gelo.

Info:
Kryptoniano - Atacante

30 Força
10 Inteligência
20 Resistência
15 Velocidade
15 Vigor
10 Carisma

♦ super força
♦ vôo
♦ visão de calor
♦ visão de raio-x
♦ visão telescópica
♦ super audição
♦ sopro congelante
♦ velocidade sobre-humana
♦ regeneração
♦ longevidade
♦ invulnerabilidade

_________________


SuperNigga

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Derek Froster em Seg Set 12, 2016 8:16 pm

Reencontro
Eu vagava de cidade em cidade buscando informações de alguém que pudesse me ajudar a controlar essas habilidades. Mesmo que as escondesse, ainda tinha recaídas e perdia o controle sobre elas, o que infelizmente me levava a machucar alguém. Por isso quando ouvi dessa festinha em Gotham, pensei que seria um bom lugar para encontrar alguém disposto a me ajudar.

Uma das poucas habilidades que tinha controle era a capacidade de voar. Afinal, para controla-la não precisava colocar ninguém em risco apenas eu mesmo.


Chegando no parque.


A música tocava alta, fazendo minha caixa torácica vibrar na mesma sintonia da batida daquelas músicas eletrônicas. Esperava muito não perder o controle da minha audição ou certamente algumas pessoas morreriam nessa festa e eu me meteria em uma confusão sem tamanho.

Toda aquela multidão e gritaria não era exatamente o tipo de lugar que me atraía. Tentava avançar para mais perto do centro da festa, mas tudo que conseguia era ser mais arrastado para trás pela quantidade imensa de pessoas que vinha na direção contrária. A paciência começava a se esgotar, os braços coçavam para jogar todo mundo longe quando em uma virada de ombro avistei alguém conhecido.

Aquelas madeixas douradas, a postura perfeita, os olhos verdes e cativantes, o rosto belo de traços finos. Aquela beleza, aquele sorriso, os reconhecia mesmo depois de tantos anos.

– Martha? – Toquei de leve em seu ombro, eu tinha um sorriso alegre no rosto. Por um segundo havia esquecido dos meus traumas. – É você mesmo? – Me aproximei abrindo os braços para abraça-la.
CATIAU


As paradinha.:
Kryptoniano - Atacante

25 Força
10 Inteligência
15 Resistência
10 Velocidade
15 Vigor
5 Carisma

♦ super força
♦ vôo
♦ visão de calor
♦ visão de raio-x
♦ visão telescópica
♦ super audição
♦ sopro congelante
♦ velocidade sobre-humana
♦ regeneração
♦ longevidade
♦ invulnerabilidade

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Allen Forchhammer em Seg Set 12, 2016 11:22 pm


FULL OF COLOR
A
medida que a jovem platinada ia contando a história de fim cômico (após os anos, pois no momento foi desesperador) a experiência que passou ia retornando à memória, não precisei de escutar a finalização proferida por ela para começar a sorrir. — Demos sorte naquele dia de que a enfermeira que cuidou de mim manteve a calma quando a agulha entortava sempre que ela tentava me injetar algo. Claro que ela ganhou algo para ficar quieta e não revelar para a cidade quem ou o que eu era, ou sou... — Cerrei os punhos, ambos escondido em meus bolsos e encolhi os ombros. Eu ainda sofria das mesmas crises de identidade que eu tinha na adolescência, tudo em uma escala bem menor, mas falar que eu não era afetado por isso era uma puta de uma mentira. — Depois desse dia eu tive de prometer aos meus pais que não iria beber por um bom tempo. — Uma risada rouca saiu por entre meus lábios, tombei a cabeça para o lado e lancei um olhar cúmplice para Fran, que retribuiu na mesma moeda, afinal nós dois havíamos quebrado aquela regra minutos depois que eu prometi e saí de casa para dar uma volta.

— Eu sei o que é uma Happy Holi, eu só não entendo porque querem todo de branco, até sei que é para destacar e tal, mas olha para mim, eu tô parecendo a porra de um fantasma. — Estendi os braços para os lados num ato de protesto, franzi o cenho e o mesclei com uma careta quando senti um tapa desferido em meu corpo que me pegou de surpresa. — Vai se foder! — Exclamei de forma automática, uma reação instantânea e natural de minha índole. O meu mau humor de velho se esvaiu por completo com o comentário que ela fez, ergui as sobrancelhas e desviei a atenção do caminho para ficar atento a seu rosto de traços finos mais uma vez, o sorriso idiota em minha face denunciava que eu iria falar alguma coisa de caráter zombativo, digo isso pois eu podia ver através de seus olhos que ela já esperava algo do tipo. Mas eu te pergunto? Eu ligo? Porra nenhuma, segui o roteiro como me foi designado. — Bom gosto? Cara, se você vivesse de moda, estaria passando fome. — Não precisava ser nenhuma Mãe Diná para adivinhar o que aconteceria logo após a alfinetada, eu tomei uma tapa certeira na lateral do meu rosto, e ela o fez sem dó, a colisão deslocou vários fios de cabelo que estavam perfeitamente penteados com gel extraforte para não se desfazer com a viagem aérea, mas ele não garantia nada contra tapas. Damn It.

— Vadia. — A xinguei num tom desgostoso, gastei quase um minuto para “lamber” o cabelo para o lado e agora tudo se foi. Se foda também, pelo menos ainda estava vestido. Saquei meu smartphone do bolso frontal e segurei Frances em seu braço, a impedindo de andar. Antes de receber um: “mas que porra”, agitei levemente o celular na mão. — Uma foto enquanto estamos “inteiros” para ter noção do estrago amanhã. E uma lembrança também, nunca se sabe quando você vai voltar pra Belle Reve, pode ser ainda nessa noite. — Estendi o braço de modo que o ângulo da câmera capturasse nós dois, e antes da foto ser de fato efetuada, apliquei um pescotapa surpresa nela e capturei a sua reação na foto. No mesmo instante, a mesma já estava associada a minha conta em um sistema de nuvem online. Guardei o aparelho no bolso novamente e cruzei os braços rente ao meu peitoral. — Te vejo lá. — Desferi tapas fracos em seu ombro e olhei ao meu redor, a cidade estava deserta, nenhum problema em dar uma de ligeirinho. Sem ao menos dar satisfação, corri em velocidade absurda por entre as ruas de Gotham, foi questão de segundos para eu chegar no limite do local que estava sediando o evento, ninguém havia me visto. Foi então que eu lembrei que não tinha a certeza se ela também poderia me acompanhar nessa velocidade, para o bem da minha integridade física, eu espero que sim.

Wieffering, Sisyphos:
• Espécie: Kryptoniano
• Nível: 3

♦ super força,
♦ vôo
♦ visão de calor
♦ visão de raio-x
♦ visão telescópica
♦ super audição
♦ sopro congelante
♦ velocidade sobre-humana
♦ regeneração
♦ longevidade
♦ invulnerabilidade

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 30
▲ Vigor: 20
▲ Resistência: 15
▲ Velocidade: 15
▲ Carisma: 10
all pressed in black and white;
funebrius


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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Sadie Cassandra O'Keefe em Ter Set 13, 2016 12:31 am

Let me take
you for a joyride


Olha cara...pra falar a verdade ela não ganhou nada não. — A platinada mordeu o lábio inferior, levando a mão direita em direção ao couro cabeludo e penteando os cabelos com os dedos nervosamente. — Eu hipnotizei ela para acreditar que o problema estava nas agulhas, e hipnotizei você para acreditar que tínhamos subornado uma enfermeira. Foi mal. Mas tanto você como eu tínhamos gastado todo o nosso dinheiro naquele dia, tanto que eu acabei dormindo na sua casa porque eu não tinha como voltar para a minha, lembra? — Seu tom era preocupado e ao mesmo tempo sincero, confessar uma mentira de tantos anos atrás era doloroso para Frances, porque sentia-se enganando alguém havia tanto tempo quanto enganava em seus shows.

Uma mecha dos fios prateados correu para a frente de seus ombros nervosamente, o clima havia ficado estranho entre os dois amigos após essa confissão, e a inglesa sentia que uma parte de sua amizade havia se desprendido entre ambos.
Correu o olhar para cima, apenas para focalizar o rosto de Sissy e olhá-lo com um sorriso torto no rosto, que logo foi correspondido quase da mesma maneira pelo loiro, finalizando com ambos rindo no final.
Muito engraçado sissy, e eu sou a rainha da Inglaterra. Aham. — Ironizou, socando o braço do amigo superficialmente, num tentativa de quebrar o gelo, assim como ele havia feito minutos antes.

Se você sabe, pergunta só para me testar não é? — Indagou, encaixando as mãos na cintura enquanto caminhavam. — Pois saiba que se for um fantasma, é o fantasma mais sexy que já conheci em toda a minha vida. — Desvencilhou a mão esquerda do local, erguendo-a em direção ao rosto de Sisyphus e apertando-lhe a bochecha. — E se você é um fantasma, quero ver o que dirá de mim, que sou branca até na cor do cabelo. — Riu da própria condição, pulando na frente do caminho do loiro e dando uma volta em torno do próprio eixo com os braços abertos e um largo sorriso no rosto.

O sorriso não durou muito tempo. Tanto o xingamento quanto a ofensa quanto ao gosto da platinada fizeram a alegria momentânea esvair-se como fumaça através de seus poros. — Olha aqui então seu filho da puta. Da próxima vez vou deixar você sair de casa igual a um palhaço de circo em pleno dia de finados pra te barrarem na porra da entrada do lugar porque você não tá a caráter tá bom?! — Esbravejou, esticando-se na ponta dos pés numa tentativa falha de alcançar a altura do amigo, enquanto quase gritava com o mesmo após desferir-lhe um sonoro tapa no rosto que havia lhe marcado os quatro dedos na face. Apesar de todas as brigas que tinham, a raiva de um pelo outro nunca durava muito tempo.

Ergueu os braços para cima, arremessando as duas mãos em direção aos fios capilares do loiro, bagunçando-os completamente. — E isso é por ter me chamado de vadia. Viado. — Riu alto consigo mesma, apesar de ter feito um penteado que considerava bonito na cabeleira do amigo.

Fora pega de surpresa tanto pelo choque dos dedos em sua nuca quanto pela câmera. — Filho de uma galinha — Pronunciou, boquiabrindo-se com a atitude infantil do amigo e ao mesmo tempo chocada com tamanha ousadia. — Vira essa boca para lá moleque, duvido muito que me encontrem no meio de toda essa multidão, e mesmo que me achem, vai ser bem mais difícil com você ao meu lado para me proteger eles conseguirem me arrastar para aquele buraco novamente. — Comentou, ao mesmo tempo em que o flashback de seu julgamento de três anos atrás vinha à tona em sua memória, a ficha só havia caído quando finalmente haviam retirado a varinha de sua mão. Frances deslizou a mão nervosamente pelo bolso, conferindo se o objeto ainda se encontrava lá. Ela respirou fundo por perceber que aquilo não era um sonho e sim a mais palpável realidade para ela.

Como assim você... — Mal conseguiu terminar a frase e Sisyphus já corria em uma velocidade desenfreada pela cidade, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Francesca inspirou o ar e fechou as duas mãos em punhos, controlando-se para não desferir um soco no amigo quando o visse novamente. — Idiota. — Murmurou para si mesma, enquanto se desmaterializava para o local onde o amigo se encontrava.
Vem cá, você tem quantos anos? 13? — Perguntou, com as mãos na cintura após materializar-se na frente do loiro.


lista de supermercado:

1. Informações gerais:
▲ Frances Hale a.k.a. Zatanna
▲ Reencarnada
▲ 18 anos

2. Níveis e atributos:
▲ Nível 3

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 10
▲ Vigor: 10
▲ Resistência: 10
▲ Velocidade: 10
▲ Carisma: 10

3. Poderes e Habilidades
▲ Cinéticos:
Geocinese; Aerocinese; Pirocinese; Telecinese; Hidrocinese; Umbracinese; Lumocinese; Criocinese; Eletrocinese

▲ Físicos:
Teletransporte; Transformação; Cura; Alteração de tamanho;

▲ Mágicos:
Feitiçaria; Hipnose; Prestigitação; Telepatia; Voo;

4. Outros
Link do vestuário



_________________


Saturn
"  If crazy equals genius Then I'm a fucking arsonist  "
avatar
ANTI-HERÓIS
20

Conference House

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Graziano P. "Al" Capone em Ter Set 13, 2016 8:47 pm



Chill vibes
Like 7AM I was fucking your love. — O Sol incômodo adentrava por uma das janelas do quarto completamente escuro, inevitavelmente forçando o dono de tal habitação a despertar. Porra, mas já?! Murmurou um Graziano visivelmente irritado, logo abandonando a sua melhor amante — mais conhecida como cama —, e encobrindo a pequena fresta pela qual os raios solares passavam com o tecido aveludado da cortina. Após resolver o principal problema, tratou de calçar os coturnos escuros e trajar seu roupão listrado para finalmente ir realizar a higiene pessoal de cada dia, no caminho colocando sua playlist favorita para tocar.

Check my swag, check my bag, filled with cash, nigga. Hundred bands in my pants, check the stash, nigga. Yeah she bad, run that back, throw some racks, aye. Break her heart, write your name, like a cast, yeah. Os versos descompassados do rapper Young Thug acompanhados do barulho incessante da água corrente eram os verdadeiros despertadores do ítalo-americano, que gastava alguns muitos minutos no banho, onde ele também organizava melhor as ideias e compromissos; naquele dia essencialmente sua única tarefa era comparecer a um puto evento num dos parques de Gotham, o famoso Happy Holi. Portanto, depois de escovar os dentes, tratou de colocar uma de suas camisetas brancas — esta contendo uma estampa nem um pouco agradável aos olhares sociais — acompanhada de uma calça do mesmo tom, o que era uma obrigatoriedade. Já devidamente vestido, tomou o café da manhã de sempre, um cappuccino decaffeinato junto de algumas torradas, e aproveitou o resto da manhã jogando poker online através do celular recém adquirido.

11AM you took that bitch right to brunch. — Quando o ponteiro menor do seu relógio de pulso reluzente já encontrava-se próximo do número 12, Capone decidiu que era hora de partir. Organizou os fios platinados do couro cabeludo de uma maneira despojada ao passo em que calçou o par de tênis nike shox e em seguida saiu com o tradicional fone de ouvido devidamente plugado.


Pós caminhar durante intermináveis minutos, alcançou o destino final ainda um tanto quanto sonolento, soltando um bocejo aqui e outro acolá, o que era natural — nunca fora exatamente o exemplo de pessoa bem disposta —, mesmo assim, tentou, por meio da melodia de alta frequência emitida, combater essa pontada de sono que permanecia em seu ser, guardando o head beats num dos bolsos e focando na batida eletrônica. Para sua sorte, a música que agora despontava era conhecida, Wake Me Up, portanto, Grazza foi capaz de cantarolar alguns trechos, animando-se um pouco, mas ainda resguardando sua posição isolada, reclinado acerca de um dos postes do parque, aparentando um tédio evidente. ¿Será que algo mudaria?

Rivelando...Graziano Capone!:


• Espécie: Meta-humano
• Nível: 3

Poderes
♦ Transformismo Animal
♦ Controle do Medo

Atributos

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 10
▲ Vigor: 10
▲ Resistência: 10
▲ Velocidade: 14
▲ Carisma: 7


229 words
These are the days, we've been waiting for... Shirt: Clica  


_________________


Captain Deadpool! No, just Deadpool.

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Johnny Cash em Qua Set 14, 2016 12:31 am

A festa estava enchendo mais a cada momento e Johnny observava as mulheres à sua volta, talvez alguma o interessasse. O kryptoniano não gostava muito dessa coisa de Happy Holi, tinta colorida e tal, mas festas são sempre bem-vinda, não é mesmo?

O homem continua caminhando no canto da rua, em cima da calçada, de onde podia enxergar os grupos de amigas mais bonitas e usar a visão de raio-x pra ver elas pelada. A bebida em seu copo já estava pra acabar, Cash deu um último gole e parou numa outra barraca de bebidas para reabastecer.

Um copo grande de vodka com gelo, por favor. — pediu à atendente com a voz meio rouca. A moça estava de cabeça abaixada no balcão fazendo alguma coisa e, ao levantar para atender Johnny, sorriu convidativamente, pegou a bebida e entregou a Johnny.
Aqui está. Mais alguma coisa? — perguntou com o mesmo sorriso.
Só isso... — disse retribuindo o sorriso — ... por enquanto. — sorriu maliciosamente, entregando o dinheiro à moça. — Pode ficar com o troco. — completou saindo dali.

...

Após alguns minutos e alguns copos grandes de vodka com gelo, 8 pra ser mais exato, Johnny já estava, digamos, alegre. E com a bexiga kryptoniana cheia de xixi kryptoniano implorando pra sair de lá. Cash levantou a cabeça tirando alguns dreads do seu rosto, reajeitando-os num tipo de rabo-de-cavalo e procurou o banheiro mais próximo, o problema é que os banheiros químicos estavam longe demais de onde ele estava. Mas ali perto, na praça, tinham algumas árvores... E não deu outra. Rapidamente Johnny se locomoveu até a primeira árvore, botou a trolha pra fora e tirou a água do joelho ali mesmo, numa árvore no canto da praça. Instantes após terminar o que estava fazendo Johnny percebeu que do outro lado da árvore havia um branquelo arrombado homem todo tatuado fumando um cigarro (Sven); Cash tinha quase certeza que não o havia acertado com seu mijo, mas, alegre, resolveu puxar assunto de uma forma bastante sutil e agradável.

E ae, mano... Eu não mijei em você não, né??? — indagou enquanto terminava de fechar a braguilha.

Info:
Kryptoniano - Atacante

30 Força
10 Inteligência
20 Resistência
15 Velocidade
15 Vigor
10 Carisma

♦ super força
♦ vôo
♦ visão de calor
♦ visão de raio-x
♦ visão telescópica
♦ super audição
♦ sopro congelante
♦ velocidade sobre-humana
♦ regeneração
♦ longevidade
♦ invulnerabilidade

_________________


SuperNigga

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Sophie Czarevich Brahms em Qua Set 14, 2016 9:50 am


it can't be a mistake if i just call it change


Arrastando-se pelas pequenas brechas que encontrava entre a multidão, Charlie resvalava seu pequeno corpo contra o de homens e mulheres desconhecidos, sentindo-se embriagada pelas emoções que eles lhe cediam sem saber. Por vezes, quase perdeu o foco de chegar até o bar, onde estava visivelmente mais vazio, para inebriar-se com as sensações sentidas. E talvez, se não fosse a mão lhe tocando o braço, ela teria se perdido por ali, e deixado a ideia do bar totalmente de lado.

Karma. — Murmurou após virar-se e se deparar com a ruiva. A mirrou com os olhos ainda enevoados pelo torpor de momentos atrás e, sem seguida, abriu um largo sorriso, estranho nos lábios rosados por ser raramente usado. — Heeeeeei, marciana! — Guinchou anormalmente feliz, puxando-a para um abraço. — Não esperava encontrá-la por aqui, Karminha. Como está?

Embora esperasse pela reposta da jovem, não conseguia concentrar-se apenas nela. Sentia-se sensível demais com todas aquelas pessoas juntas, todas insanamente animadas, embriagadas, drogadas. Sensível com as auras vibrantes que libertavam-se, misturavam-se, tornavam-se apenas uma. Charlie precisou fechar seus olhos com força, obrigando-se destacar a figura que ainda estava em sua frente para se desvencilhar brevemente de todas as energias que a rodeavam.

Ei. — Chamou por Karma, o vestígio do sorriso ainda em seus lábios. — O que acha de irmos até o bar, hmm, molhar a garganta? — Mesmo que este fosse o plano desde o momento que tinha posto os pés naquele parque, queria mais do que nunca se afastar daquele amontoado de pessoas e voltar a ter o pleno controle do que sentia.

Informações. :

Reencarnada, Chaotic Good, nível três.

Atributos: Força - 10; Inteligência - 10; Resistência - 15; Velocidade - 15; Vigor - 20; Carisma - 10.

Habilidades: EMPATIA, Ravena possui a capacidade de ler ou sentir sentimentos e emoções. Esta habilidade também lhe permite ampliar ou reduzir emoções já existentes em seres vivos. Ela afeta qualquer tipo de emoção, como raiva, ódio, amor, confiança, etc. Pode também ser usado para acalmar seres vivos, ou deixá-los apáticos. Sua empatia se estende à planos etéreos, onde pode se vincular, sentir e ver almas e bem como entrar em contato com mentes com uma maior facilidade. Pode negar a dor de um ser e desfazê-la completamente. Através desta empatia, pode vincular-se a uma mente alheia para causar danos mentais, o que lhe dá vantagem contra seres de mente frágil. Suas capacidades empatas não se limitam apenas ao plano físico ou astral, mas também pode claramente explorar o plano mental. CURA EMPÁTICA, que lhe permite absorver a dor de feridos para aliviar seu sofrimento, os induzindo à cura rápida, entretanto, Ravena recebe uma parcela da dor do paciente para ela mesma. Isso não pode ser feito para grandes lesões. TELECINESE, a capacidade de manipular e controlar objetos com a mente, podendo levitar, mover, atirar ou quebrar qualquer objeto físico. TELETRASPORTE, uma forma de ignorar o espaço e o tempo entre vários pontos, locomovendo-se de um lugar para outro em um piscar de olhos. Usando sua própria alma, ela pode teletransportar a si mesma e outros seres em largas distâncias e como o de esperado teletransporte instantaneamente. LEVITAÇÃO, habilidade que a habilita desafiar a gravidade e literalmente voar. UMBRACINESE, capacidade de manipular escuridão, geralmente a acessando mentalmente de uma dimensão de energia negra ou simplesmente do Mundo Inferior. Com esse poder é capaz de criar formas sólidas, viajar pelas sombras em um simples teletransporte, invocar espíritos e criaturas das trevas sendo estes seus escravos sombrios. PROJEÇÃO ASTRAL, capacidade de deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito pelos planos. MAGIA, MAGIA NEGRA E BRUXARIA, como dito, possui o dom da magia e da magia negra, sendo o último não muito utilizado por lhe trazer grandes consequências. É excepcional com bruxaria, lançar feitiços e derivados. SOUL-SELF, capacidade de projetar sua alma para fora do corpo, geralmente sob a forma de um corvo negro gigante, ou inúmeros corvos de tamanho normal, intangíveis ou não. MIMETISMO DEMONÍACO, capacidade de se mimetizar em um Demônio de até, aproximadamente, dois metros. Suas íris se tornam avermelhadas, sua pele adquire um tom bronzeado e o formato de suas orelhas mudam para um pontiagudo. Suas unhas se tornam garras, grandes e resistentes, asas crescem em suas costas, assim como uma causa preênsil afiada e retrátil, que pode servir tanto para ataque quanto para defesa. Em batalha, consegue roubar parte da stamina e vigor físico, tomando-as como benefício. Sua regeneração se torna mais rápida e, enquanto nessa forma, há a capacidade de controlar a pirocinese.

thanks

_________________


Fallen angels at my feet, whispered voices at my ear, Death before my eyes, Lying next to me I fear. She beckons me, shall I give in? Upon my end, shall I begin? Forsaking all I've fallen for I rise to meet the end.

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Haiako Yamashiro em Qua Set 14, 2016 12:41 pm

You’ve always loved the strange birds
Now I want to fly into your world

A cada dia tornava-se difícil discernir qual parte possuía maior domínio sobre você, Eliot.

Incompatíveis, cada um ostentava determinado lado da moeda; o benévolo e o malévolo, o mocinho e o vilão, o compassivo e o sanguinário. Até você não possuía mais certeza alguma sobre quem era. Ora o universitário de botânica advindo da periferia de Gotham - sem pais, amigos ou família - com um currículo escolar invejável e um gosto bastante questionável para a moda ora o perverso anarquista que atendia pelo nome de Ivy - estrategista, ambicioso e autossuficiente - dono de atributos inimagináveis e um histórico policial recheado.

Podemos dizer que dividir um único corpo com estas duas personalidades tão distintas acabou sendo tumultuado demais para você, e ao mesmo tempo reconfortante. De um ponto de vista poderia contar sempre com a consciência diabólica para se proteger, fazer dela um escudo impenetrável a ser usado em qualquer momento de necessidade. Do outro, você era a pessoa perfeita para camuflar este lado insaciável, Eliot, e movido por desejos, um disfarce muito bem estruturado e moldado pela calamidade da violência - tímido, medroso, singelo. Quem duvidaria de um rostinho angelical como o seu?

Por conta disto, você, meu adorável, abanou o rosto e resolveu de uma vez por todas dar um basta a seus devaneios. Não era mais seguro continuar sozinho, com a cabeça repleta de pensamentos e preocupações. Mas o que poderia fazer para se manter ocupado? A maior parte do trabalho requisitado pela faculdade já havia sido concluída com uma semana de antecedência, pois você sempre se orgulhou de ser um estudante aplicado. Jamais usufruiria do dinheiro conquistado com a criminalidade para se divertir - embora a ideia de encontrar-se plenamente capaz de mudar radicalmente o próprio estilo de vida com os milhares de dólares abarrotados no baú camuflado no sótão do casebre mal cuidado onde você morava fosse super atrativa. Até mesmo os impulsos naturais te convidavam a abraçar um futuro marginalizado.

Suspirando, exausto por travar tantos conflitos internos, ansiou desesperadamente por algo que pudesse acalmar os nervos. Com certo tempo de procrastinação, recordou de ter recolhido, um dia desses no campus, um panfleto que anunciava a organização de uma festa. Não era a melhor das ideias, Eliot, você sabia, entretanto uma mudança de cenário poderia ajudar a colocar as coisas no lugar. E até te impedir de destruir a vizinhança caso ocorresse algum descontrole.

Você lutava para se manter nos trilhos, dia após dia, sem se dar conta que apenas adiava o inevitável.

E foi exatamente às quatro da tarde que você conseguiu se alocar no antro da perdição, meu amado. O Parque Robinson, bem movimentado, dava indícios de que seria um local agitado até o restante do dia. Trajado rigorosamente como obrigava o evento, tentou sem sucesso limpar os vestígios de terra e poeira que ilustravam o tecido branco da camisa, estando também acomodado inocentemente dentro de um prestigioso macacão jeans. Por ironia, o teu vestuário se mostrava pior que as suas crises de identidade.

Mas ainda assim não se deixou abater. Abastecia-se com êxito absoluto em manter a mente longe do caos habitual que vez ou outra te alcançava sem aviso. Os olhos de corça-morta, lapidados num tom profundo de verde, aliás, a cor que mais gostava no mundo inteirinho, varriam a localidade, curiosos, buscando por boas novas - como aquele cara paquerando descaradamente uma garota mais nova, e a dupla de adolescentes que iniciava uma discussão cujo motivo pouco te importava. E dentre todos os rostos que encontrou por ali você se agarrou ao que justamente trazia memórias copiosamente absurdas; o ódio abismal borbulhando no seu âmago ao reconhecê-lo.

— Oi, Chris! — você o saudou, estalando a língua para que a voz rouca e tediosa permanecesse tão irritante quanto recordava, esperando que, no mínimo, o dito cujo notasse sua indesejável presença. — Hora do intervalo no sanatório? Não imaginei que deixassem pacientes mentalmente incapazes soltos por aí. — eram inquietantes as formas que você encontrava para atiçar aquele tido como a pior pessoa que poderia ter conhecido em sua vidinha miserável. — Preciso chamar as autoridades ou posso ficar tranquilo? — Acabar com a diversão alheia assumiu um lugarzinho especial na agenda, passando a ser seu passatempo predileto.

Cruzou os braços às costas logo em seguida, imitando uma pose ingênua e a adquirindo graças o porte atlético pouco definido e a estatura mediana demais para alguém em seus vinte e poucos de idade. Em relação a Christopher, você, Eliot, não era baixo só na altura.

— Confesso estar surpreso por te encontrar por aqui, brô. Na verdade, por um momento muito breve, imaginei que você preferisse frequentar lugares mais adequados a teus gostos. Cemitérios, fossos, valas... aaah, você sabe. Esses locais onde sua existência realmente tem alguma significância. — conjecturou com um sorrisinho amigável brotando nos lábios fartos, os olhos travessos faiscando na diretriz de Wøjkiëwic.

Entretanto, você, Eliot, nunca se preocupou de fato com a própria preservação, pois sabia que lá no fundo merecia ser castigado, relevando-se todas as coisas ruins que aprontava - e esperava veemente que o fizessem, apenas para arranjar um pretexto e trazer à superfície toda a malevolência de uma mente nada saudável.

E que o bom Deus ajudasse quem se atrevesse.


ADENDOS:
Informações.
Eliot Coldwater; 21 anos, reencarnado, persuasivo.

Superpoderes.
MIMETISMO VEGETAL, exímia botânica, é notável a soberba capacidade com que associa-se à flora, compreendendo-a e dobrando-a ao bel prazer, incumbindo-a de realizar seus desejos mais sórdidos. Detém em seu arsenal cognitivo um vasto conhecimento sobre inúmeros tipos de plantas e flores, lidando com a fraqueza de cada uma delas, seu comportamento em determinada região e atmosfera, e desenvolvimento genético. FITOCINESE, portadora de um invejável vínculo com o mundo vegetal, é plenamente capacitada a atribuir características únicas a qualquer forma de vida vegetal; manipula o crescimento das plantas, sua resistência e a restauração das células mortas, também viabilizando o vigor de determinada espécime a um ambiente inóspito à sua existência. CONTROLE DE FEROMÔNIOS, tênue é seu controle sobre os próprios hormônios, entretanto, hábil o suficiente a incutir excitação e inquietação em seus alvos. Compatível com SEDUÇÃO, consegue atrair sexualmente tanto seres do sexo feminino quanto masculino. Sobretudo, é inviável alterar a composição química de tais substâncias, o que o torna, uma vez executado o procedimento, passageiro. Conforme a experiência com tal talento acentua-se, cresce o número de indivíduos a serem manipulados. TOXINESE, produz, a partir das glândulas das papilas, uma toxina letal que só pode ser ministrada por intermédio dos lábios. Seu efeito é variável, comumente desencadeando uma fadiga estupenda no alvo ou, em casos extremos, o coma. A habilidade advinda da empatia com as plantas favorece o próprio organismo de Hera de modo a então torná-la imune a tais componentes nocivos, não sendo afetada por nenhum tipo de veneno, toxina, bactéria, fungo e ou vírus conhecido pelo homem.

Atributos.
Força - 10
Inteligência - 10
Resistência - 15
Velocidade - 10
Vigor - 15
Carisma - 20

_________________


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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Allen Forchhammer em Qua Set 14, 2016 8:11 pm


FULL OF COLOR
P

assei meus dedos das duas mãos por entre os fios de meu cabelo e meus dentes mordiam meu lábio com certa força, por uma curta fração de segundos eu estava com o sentimento de certeza de que havia feito uma puta merda, mas então, algo foi materializando-se bem ao meu lado. Encarei o fenômeno tomar forma humana através de minha noção de tempo apurada, retirei as mãos da minha cabeça e comecei a esboçar um sorriso cafajeste no rosto quando Frances voltou a estar paralela a meu ombro. Assim que ela apareceu, já botou as mãos na cintura e me passou o sermão com uma voz nada feliz, e eu escutei aquilo por um ouvido e deixei o ar carregar para longe as palavras através do outro. — Eu já sabia que você iria fazer isso. — Apesar da autoconfiança que eu impus na voz, eu não sabia porra nenhuma. Apesar de estar nas limitações do evento, isso não nos deixava invulnerável da música eletrônica ensurdecedora que contagiava até o cara mais depressivo que passasse. De início, comecei a agitar a cabeça levemente ao ritmo da música, e olhei para a garota de cabelo platinado com um sorriso idiota no rosto como se ela tivesse de me acompanhar no ato, o que eu tinha certeza que ela não faria. — Vem, vamos tirar o atraso da farra que Belle Reve te privou, parsa. — Falei enquanto desferia um leve soco em seu ombro para lhe capturar a atenção.

Passei meu braço destro por sua cintura e colei nossos corpos em paralelo, olhei para ela de sobrancelhas arqueadas e a privei de comentários, saímos das limitações da festa a céu aberto em passos apressados, aos poucos o cenário de fundo que protagonizávamos estavam deixando de ser traseira de máquinas, fios e mais fios condutores de eletricidade, cabos ionizados e etc. Logo, o plano de fundo passou a ser lotada de pessoas praticamente enlouquecidas trajadas de branco. Eu tentava me locomover pelas frestas que elas deixavam de espaçamento entre um corpo e outro, minha mão permanecia firme na cintura de Frances num ato super protetor, mesmo sabendo que ela poderia se cuidar bem sozinha. Ou não, ela já havia sido presa uma vez. É melhor ficar de olho mesmo. Dentre todas aquelas pessoas, vi um borrão alaranjado sumir pela multidão, a visão microscópica me fez reconhecer os traços do único rosto que era moldado aquela maneira. — Vem! — Exclamei num tom mais alto que eu normalmente falaria para minha voz sobrepor-se sobre o som da música, aquela merda era altamente prejudicial aos fodendo tímpanos, e na minha voz aquilo soou quase como uma opção, mas cá entre nós, não era, ela viria de qualquer jeito.

Felizmente, eu fiz a minha autodescoberta que não pertencia a esse mundo cedo demais e procurei aperfeiçoar ou no mínimo ter um controle sobre minhas capacidades, por um momento eu imaginei o Sis de 17 anos nessa festa. Alto, musculoso, o vigor nas alturas, os hormônios em alta, testosterona na casa do caralho, muito sexy e gostoso por sinal... okay, sem autopropaganda, se eu estivesse aqui durante minha fase de afloramento de poderes, no mínimo eu já estaria com as costas sobre o solo rígido e sendo pisoteado por todo tipo de gente que fosse tirar proveito da situação, para ser sincero aquela música teria quase me enlouquecido. Okay, sem devaneios. Tornei o foco da minha mente a procura pela pessoa a qual vi desaparecer pela maré de matéria orgânica, me movimentei pelo parque com dificuldades e sendo obrigado a dar alguns empurrõezinhos para liberar o caminho, partes aleatórias de pessoas que nunca vi na vida roçavam-se em lugares do meu corpo que eu nem sabia que existia, por um momento cheguei a jurar que duas mãos diferentes apalparam minha bunda ao mesmo tempo. Localizei meu alvo depois de quase três minutos a sua procura, voltei minha atenção para Frances e com o olhar indiquei a nossa breve parada só para deixar um recado a uma das mulheres, visto que ela não estava sozinha, estava acompanhada de outra a qual eu desconhecia.

Tomei rumo para onde elas se encontravam, a julgar pelo tempo que a vi perdida na multidão e os poucos segundos que ela estava na companhia da outra, deduzi que ainda estariam se cumprimentando e decidindo o que fariam a partir daquele momento. Cheguei no modo furtivo atrás das duas e me desvencilhei de Frances, ergui minha mão destra na altura da orelha que o cabelo ruivo se sobrepusera e afastei as madeixas do órgão responsável pela audição. Em simultâneo, a mão esquerda pousou em sua cintura, não ousei um contato maior de meu corpo contra o seu, apenas inclinei a cabeça para baixo na intenção de deixar minha boca paralelo a seu ouvido. — Sobre seus fones, eu consegui encontrar um modelo semelhante ou igual na internet, não sei muito bem como eram, estão a caminho de onde você reside. — Sussurrei rouco, a necessidade de falar alto próximo a ela não existia, já que eu tinha a certeza de que ela poderia me ouvir. — Sua amiga é gostosa, divirta-se! — Sussurrei mais uma vez, agora com um tom de sarcasmo mesclado com uma brincadeira infantil protagonizando meu timbre. Não havia certeza se a amiga dela havia me escutado ou não, mas por educação, eu também a deveria cumprimentar, já que ela agora me encarava por eu ter abordado a ruiva a seu lado daquela maneira. Distanciei-me alguns centímetros de Karma e estendi minha mão em um cumprimento para a jovem de cabelos escuros. — Perdão pela falta de educação em não ter me apresentado. Sisyphos. Mas eu não ligo se não me chamar pelo nome. Esta daqui... — Meu braço procurou por algo atrás de mim e logo encontrei o que eu desejava, fechei meus dedos em torno do pulso de Frances e a trouxe para meu lado, mais uma vez tratei de pousar a mão em sua cintura e colar nossos corpos em paralelo. — É Frances, uma amiga minha que há tempos que não desfruta de uma boa festa. Estavam indo ao bar? —
Wieffering, Sisyphos:
• Espécie: Kryptoniano
• Nível: 3

♦ super força,
♦ vôo
♦ visão de calor
♦ visão de raio-x
♦ visão telescópica
♦ super audição
♦ sopro congelante
♦ velocidade sobre-humana
♦ regeneração
♦ longevidade
♦ invulnerabilidade

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 30
▲ Vigor: 20
▲ Resistência: 15
▲ Velocidade: 15
▲ Carisma: 10
all pressed in black and white;
funebrius


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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Ian Chadwick em Qua Set 14, 2016 8:12 pm

wreak havoc

Tentar uma reiteração social após um longo período aprisionado parecia um afazer bastante complicado, mas Ian poderia submeter-se a uma tarefa semelhante sem grandes problemas. Já enfrentou problemas bastante desagradáveis uma vez, e mais um não seria um grande obstáculo a ser ultrapassado.

Com medo de perder logo o início do evento, sequer certificou-se se havia tomado todas as medicações corretamente e saiu do apartamento às pressas, apenas ajustando a camiseta ao corpo. Durante o longo trajeto, que atravessava quase toda a cidade, seus pensamentos se confundiam no passado. Compreender o fator determinante que o fez fazer tudo que fez era essencial, mas a resposta parecia inalcançável.


Assim que deixou o táxi para trás, Ian se perdeu na sua própria mente. Suas ideias conflitantes não conseguiam decifrar o motivo pelo qual estava ali, em uma festividade tipicamente adolescente. Antes mesmo de ingressar no interior do evento, seus ouvidos já estavam doloridos pelo som extremamente alto. Sentia o chão abaixo dos seus pés tremer no ritmo da música.

As costumeiras olheiras trazidas pelos medicamentos em excesso, assim como os sintomas do distúrbio que sustentava em sua cabeça estavam ocultas por um par de óculos de sol de lentes espelhadas. Caminhando por entre os corpos que pulsavam para cima e para baixo, por detrás do acessório, vasculhava por uma silhueta atraente ao seu gosto.

Um estouro veio por suas costas e, o mais rápido que pode, Ian se encolheu, tentando proteger seu corpo inteiro apenas com as suas mãos. Depois de perceber que não se tratava de um barulho ofensivo, abriu os olhos e estudou todo o seu próprio corpo através do tato, certificando-se de que estava inteiro. Sentiu algumas partes da sua roupa esbranquiçada úmidas, e quando a olhou, notou que estava parcialmente tingido de tinta azulada.

Ian sabia que não conseguiria aproveitar o festival e, para que conseguisse suprir horas de tédio, trouxe tampões de ouvido para que não ficasse com uma prolongada enxaqueca. Sem ouvir absolutamente nada, retornou a sua tarefa-objetivo: analisar uma multidão em busca de poderes metahumanos para memorizar. Afinal, o que é um heroi sem seus superpoderes?

info:
Ian Chadwick, 21 anos, reencarnado [Black Alice], nível 3.


Bastante semelhante ao mimetismo empático — a absorção de poderes, habilidades e memórias através do contato físico —, a Incorporação habilita o seu portador de replicar gene metahumano de algum conhecido (estando o alvo dentro do campo de visão ou não) por um tempo limitado, que varia tanto do estado atual do utente quanto da nivelação do poder em questão. Para que, de fato, a habilidade seja copiada, é necessário que se tenha visto o uso das mesmas pelo menos uma única vez.

Assim como qualquer outro indivíduo que se vê no uso de projeções energéticas, mágica ou afins, certa estranheza é causada no início, impedindo que se tenha total controle sobre o poder absorvido logo no primeiro uso. A perícia pode ser adquirida conforme a utilização se torna frequente.

Muito embora não sendo permanentes em qualquer hipótese, as consequências do uso imponderado são, também, variáveis. São possibilidades que vão desde uma leve tontura ou uma breve náusea até um estado catatônico físico ou mental que dura por horas consecutivas.


Energético
Força — 10;
Inteligência — 10;
Resistência — 15;
Velocidade — 10;
Vigor — 20;
Carisma — 15;

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Arch Howlett Forchhammer em Qui Set 15, 2016 12:10 am

wreak havoc
They call me a menace
— I can smell your fear, the only reason that I’m here Is to wreak havoc... — Neste instante a melodia musical se iniciou, onde logo se espalhou pelo os quatros paredes da “residência” em questão de nanossegundos. Ecoou com a propagação sonora. É impressionante a velocidade em que o som percorre uma área, seja ela grande ou pequena, e/ou média. Contudo, essa não chega a ultrapassar a da luz, a qual é gritantemente mais ligeira. Bem, o ressonar da tal canção fez com que o rapaz, que repousava sobre o seu leito, despertasse seguidamente.  

— Wreak Havoc... — Ergueu a pele, esta que antes era sobreposição das vistas platinadas. O timbre seco explanado pelas cordas vocais saiu em um volume nulo, num murmúrio originado praticamente só com o mover os lábios finamente secos conforme o musical deu prosseguimento. Nenhum sonido podia ser escutado pelo lado exterior do quarto do homem de madeixas douradas devido às paredes reforçadas com um material esponjoso, impedindo a passagem dos de ruídos, independente de quaisquer tipos, que os outros ouvissem. Essa é uma das muitas vantagens que sem ao pôr equipamento a prova de som em seu quarto.

O ser do gênero anatomicamente masculino levantou-se de forma lenta e vagarosamente com o movimento do arquear da metade superior da escultura corpórea, por causa de falta de vontade e desleixo, mas, principalmente, preguiçoso. Os artelhos se espreguiçavam ao mesmo tempo em que estendiam os tendões e ligamentos. Estalou. Os moviam em meio à atmosfera, juntamente aos palmos, quase que de certo modo concessivo, e formando a imaginação de que estivesse a segurar baquetas e, com elas, a bater sobre os equipamentos que compõem uma bateria. Somente se tratava de uma ilusão, e é uma boa ilusão musical. Lentamente seus olhos perpassaram pelas redondezas, verificou se tudo está como costuma deixar – sutilmente bagunçado -, e aparentemente está. — Ufa. — Disse em tom baixíssimo, tem um “TOC” ao ver aquilo desarrumado.

Esticou um do mesmo elemento superior da estrutura humana até em direção a uma parede alheia, nela pegou o violão. Pousou o corpo do instrumento sobre a coxa da perna direita, a palma destra ficou na região onde se toca (nas cordas na área do corpo) enquanto a canhota, por sua vez, arrastou-se até o braço do instrumento, onde formaria os acordes. Mudando progressivamente as posições dos dedos do súpero membro esquerdo enquanto roçava os extremos do direito sobre as cordas, ele tocou a música enquanto a mesma continuava a ressonar. — 'Cause bad habits, they die hard. We live fast, we die hard. Go against me, you’ll die hard... Die hard. — Seus lábios em movimentos sincronizados acompanham a canção ao mesmo tempo em que Íkaros a cantou mentalmente. Então colocou o violão sobre a cama, fitando o sol que estava a se pôr através da janela de seu quarto. — Caralho, já tá escurecendo. Quanto tempo eu dormi? — Indagou ao desviar os glóbulos oculares pro relógio no cria-mudo logo ao seu lado. — Dormi o dia inteiro. De novo. — Respondeu para si, dando de ombros para o horário, pois estava cedo ainda para o evento. — Tenho tempo até o horário da festinha. — Prosseguiu pegando o celular de seu bolso, olhando as mensagens que havia nele. [...] — Seba. — Com o aparelho celular próximo à feição facial, recitou o apelido do conhecido. Reconheceu a voz máscula e obsoleta do “familiar”. — Você irá ao coiso do Dia da Paz, né? — Perguntou a ele, tomando a resposta em seguida. — Te vejo lá então. Flw.

[...] — Tá branco demais. Gostei não. — A voz dirigida para si mesmo era denunciada em frente a um espelho comprido, o qual transmitia a imagem do próprio homem por efeito de reflexão causada pelo elemento químico apelidado de mercúrio. Veste superior, uma camisa de manga curta – até a metade dos bíceps com certa protuberância -, calças jeans um pouco apertada, pois tinha comprado no tamanho errado, e sapatos; conjunto do vestuário totalmente alvo e, assim, parecia um enfermeiro em plantão. — Puta que me pariu, cadê o meu bisturi? — Um sorriso malfeito se mostrou na face, além de curvar uma das sobrancelhas ao alto da testa. — Vou cortar os meus pulsos pra dar um pouco de cor a essa roupa. — [...] — Vou meter um óculos escuro mesmo. Foda-se. — Concluiu após certo tempo se encarando ali, no mesmo local. — Hm, mas o holi é de noite, vai servir de nada... Af, quer saber, tô cagando e andando!

A caminhada até o Robinson Park não foi tão longo quanto o imaginável. Percorreu todo o caminho sob o crepúsculo do fim da tarde e início do turno noturno. A atmosfera do céu era pintada por tons quentes, com certa predominância de tons diversificados de vermelho em meio a outros de azulado escuro, colorização que anuncia o começo da noite. — Não me lembro desse cigarro não. — Mirou para o maço que há poucos segundos removeu da cavidade do bolso canhoto da vestimenta ínfera. O depositou entre as extremidades da boca – já no local do evento -, e o prendeu com mais efetividade com as dentárias frontais. Ateou chamas do isqueiro na ponta externa do fumo. — Demorou, hein, doutor. — Perpetuou o olhar por cada centímetro do homem mais velho que há instante juntou-se a ele, este que também só trajava branco, e agora fazendo-o companhia no Happy Holi. — Tava “operando” quem dessa vez, doutor? — A ironia na frase de sentido ambígua era uma coisa aparente, salientado pelo sorriso repuxado nas arestas dos lábios do loiro. Riu.

Novamente o mais baixo em comparação ao mais alto – e mais velho, e ênfase em mais velho – do bolso que mais uma vez tinha sido repousado. — Cigarro, Tio Sebastian? — Antes de a questão ser liberta, Ikki contraiu as paredes internas da cavidade bucal e, acompanhando o fazer, fez um ato de sucção pela mesma. Tragou o composto químico. — Não quer agilizar o processo de morte deteriorando os teus pulmões, ou prefere que o tempo faça isso pro si só? — O humor negro e piadas inconvenientes e de conteúdo impróprio sempre fizeram parte do psicológico dele. Deu de ombros para a resposta dada. — Mas, e aí, o que acha que vai rolar? Esse dia da paz tá mais chato que domingo. — O comentário vinha entre risos abafados e baixíssimos.

Esse é o meu jeito de viver:
1.1. Espécie: Meta-Humano
1.2. Nível: 7

2.1. Poder: Absorção e Manipulação de Energia Cósmica
2.2. Sub-Poder: Percepção

3.1. Força: 18
3.2. Inteligência: 16
3.3. Resistência: 15
3.4. Velocidade: 25
3.5. Vigor: 15
3.6. Carisma: 11
vitu



_________________


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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Eustass Kolarov em Qui Set 15, 2016 2:36 am

My heart beats like an earthquake
A festa rolava e o jovem apenas mantinha-se quieto no seu canto, o cigarro já estava completamente tomado pelas cinzas e resolveu jogá-lo no chão próximo a árvore onde estava encostado foi então que avistou um arrombado homem alto e negro urinando próximo a ti. A feição de desgosto do meta-humano foi tamanha que cuspiu o gosto acre do cigarro no chão, desviando olhar do pênis do brutamontes a sua frente - Que isso cara, pouca vergonha. Olha os banheiro aí, tu vem com esse tronco mijar perto de mim? - Dito isto o rapaz virou-se de costas para o homem e saiu do local onde estava, se afastando do desconhecido.

Deu a volta por todo o parque até encontrar uma barraca onde vendia bebidas, a fila estava enorme e já que não tinha nada mais útil para fazer resolveu esperar. Na sua vez Sven pediu por uma dose de tequila e virou, bateu o copinho no balcão e pediu mais um. Foram tantas doses que quando já estava na 7ª sua visão começou a ficar moderadamente turva e a sua noção de espaço já não era a mesa, entretanto um sorriso brotava de seu rosto amargurado: - Agora sim eu to calibrado!

Sven caminhou com passos tortos e desequilibrados até encontrar duas garotas na festa, elas conversavam entre si, não conseguia distinguir muito bem de longe mas quando chegou perto o suficiente pôde ter certeza de que se tratava de uma morena e uma ruiva Opa, o rapaz se aproximou galanteador - embora estivesse embriagado, mas não o suficiente - e com a fala um pouco enrolada começou a falar, olhando para a garota de cabelos escuros:

-Olha gata, acabei de conhecer dois ursos: o Beijaeu e o Mebeija; o Beijaeu morreu sobrou quem? - Esboçou um leve sorriso de canto de boca, estava no puro deboche e na tentativa de tirar uma risada da dupla.
 
 

BY MITZI




Spoiler:


Nome: Sven Blank
Idade: 24 anos
Nível: 1
Espécie: Meta-humano
Poderes: Manipulação Sísmica(poder) Detectar Condições (sub-poder)
Especialização: Energético

Força: 10
Inteligência: 10
Resistência: 10
Velocidade: 10
Vigor: 20
Carisma: 10

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Cécile L. Macvoy em Qui Set 15, 2016 9:50 am



Festa

A festa já estava cheia e as pessoas conversavam entre isso e eu apenas observava a todos, não queria chamar muita atenção e nem mesmo talvez ser vista por ter uma certa vergonha, mas caso alguém chegasse e falasse comigo eu tentaria ser o mais gentil o possível.

Preferia não beber nada até o momento, porém o tédio já começava a aparecer um minha face e isso eu não gostava nenhum pouco, mas o que eu iria fazer se nada me tirava o tédio, talvez uma conversa resolveria e eu seria muito gentil e com isso apenas tentava andar pelo local já estava cheio e talvez per alguma bebida para mim mais tarde.

Poderes:
Mimetismo Diamântico + Voo
Especialização:
Atacante
Atributos:
Força: 20
Inteligência: 10
Resistência: 10
Velocidade: 10
Vigor: 10
Carisma: 10

Frase ou TAG
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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Allerie Böhr-Wolfenbüttel em Qui Set 15, 2016 5:46 pm

— Fodam-se todos vocês! Protestava a ruiva, exibindo os dedos do meio para aqueles que a perturbavam. Qual o problema em roubar algumas roupas? Ah! Eram apenas trajes brancos e descoloridos. Pálidos, sem vida. “Isso não tem nada a ver comigo” Resmungou. — Me sinto como um dos pacientes do Arkham, mas eu já não vivo mais lá! — Os olhos reviram-se diversas vezes, e o corpo se pôs a girar sobre o próprio eixo. — Não faz sentido! — Parou. Franzindo o espaçamento entre as sobrancelhas e cruzando os braços sobre o busto. — Isso aqui está comportado demais. — Deu de ombros, abaixando-se o suficiente para alcançar o tecido que recobria suas pernas.

As unhas — coloridas por diferentes cores de esmalte — agarraram-se ao tecido fino da calça, puxando-o com certa força até que este se partisse um pouco acima da metade de suas coxas. Por baixo, uma meia-calça de renda destacava-se sobre a pele límpida. "Bem melhor" Concluiu, seguindo o seu caminho em direção ao parque.

— Jim, Jimmy, James. Gordon. Jim Gordon. — Cantarolava de ma maneira maníaca, coincidindo os passos com cada nome pronunciado. Os civis que circulavam por ali a olhavam como se fosse uma louca. Mas era exatamente isso! Allerie era totalmente pirada. — Quem diria, hein?! Um mísero detetive que se tornou prefeito de Gotham? Talvez eu possa ser a Princesa do Universo algum dia. — Maneou a cabeça para a direita, deixando que seus lábios fossem desenhados por um sorriso malicioso. — Quem sabe. — Emitiu uma risadinha e passou a saltitar, avistando o festival das cores a alguns metros de onde estava.

As madeixas ruivas estavam divididas e aprisionadas em ambas as laterais de seu crânio, balançando sobre os ombros e pulando de acordo com o movimento de seu corpo. A blusa fora amarrada e encurtada para que parte de sua barriga fosse exposta, e assim, sentia-se bem melhor do que com o traje utilizado diariamente. Girando sobre o próprio eixo, aproveitava para pegar das mãos de descuidados alguns dólares, bem como uma bebida de cor azul, a qual lhe chamara a atenção. — Obrigada! — Gritou em um tom musical para todos, guardando os dólares dentro de seu sutiã e correndo em direção à entrada.

Determinados seguranças a seguiam em meio ao alvoroço recém-colorido. O empurra-empurra era perceptível apenas para alguns, e Allerie estava adorando aquilo. Acelerando seus passos e emitindo risadas baixas e divertidas enquanto se escondia em meio à multidão, as veias da ruiva eram preenchidas pela adrenalina. Sentia a incontrolável necessidade de fazer coisas daquele tipo o tempo todo, pois coisas assim a faziam sentir viva. Viver era sinônimo de loucura. "Como eu adoro isso!"

Não demorou muito para que despistasse os seguranças que já a seguiam por alguns minutos. Avistava, agora, uma figura quieta, de cabelos meio loiro, branco, prata... — Mas que cor é essa? — Intrigada, buscou focar-se naquela imagem, semicerrando os olhos para encontrar mais detalhes. — Os olhos dele são azuis! — Praticamente gritou, indo em direção a ele por sobre passos largos e apressados.

— Ei! Você! — O Chamou, estalando os dedos em frente ao seu rosto. Cruzou os braços por debaixo de seus seios e os tornou mais visíveis, exibindo um sorriso no canto dos lábios. — Quer me fazer um grande favor? — Pediu, fazendo beicinho e admitindo uma feição meiga, piscando algumas vezes para que ele não negasse. Inclinando-se sorrateiramente para tornar-se mais próxima dele, aumentando, talvez, o seu campo de visão.  

Informações:

♣ Nome: Allerie Böhr-Wolfenbüttel;
♠ Idade: 22 anos;
♦ Nível: 3;
♥ Espécie: Meta-Humana;
♣ Especialização: Velocista;
♠ Atributos: — Força  — 12
                 — Inteligência — 12
                 — Resistência — 14
                 — Velocidade — 18
                 — Vigor — 14
                 — Carisma — 10

♦ Poderes: Fora presenteada com a herança de uma força soberba, tornando-se capaz de utilizar diversos instrumentos ao seu favor como explosivos, armas de fogo, marretas e até mesmo tacos de baseball. A agilidade é um de seus dons mais invejáveis, tornando-a uma perfeita fugitiva e mestre em acrobacias e ginásticas como um todo.

Capaz de estabelecer um duelo, seja ele de qualquer espécie, com qualquer tipo de ser. Suas habilidades com lutas e golpes são notáveis e clamam por atenção. Não tendo apenas um corpo ágil, flexível e eficiente, a descente herdou de sua ancestral a gloriosa inteligência e a imprevisibilidade em tudo aquilo que faz. Jamais espere que Allerie faça algo comum, ou pensado, afinal, suas atitudes são geradas por cada momento e por sua imaginação caótica e fértil.

Imune à maioria das toxinas, como sua progenitora. Grande parte dos venenos e gases não tem efeito algum em seu organismo. Utiliza a sua beleza ao seu favor, e é uma ótima atriz, podendo facilmente enganar a qualquer um por sua fisionomia angelical que esconde algo totalmente oposto por dentro. Além do que fora descrito anteriormente, possuí uma incrível habilidade de entender a mente de seres de qualquer tipo de espécie, principalmente as dos humanos, graças ao curso de psicologia e seu fascínio pela psicanálise.

_________________


I'M FUCKED UP. I'M BLACK AND BLUE. I'M BUILT FOR IT, ALL THE ABUSE. I GOT SECRETS THAT NOBODY KNOWS. I'M GOOD ON, THAT PUSSY SHIT. I DON'T WANT, WHAT I CAN GET. I WANT SOMEONE WITH SECRETS.

met-moi dans votre bouche.
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