OFICIAL, Wreak Havoc

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OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Adam Warlock em Sab Set 10, 2016 10:00 pm

Relembrando a primeira mensagem :

wreak havoc
Gotham, a cidade no estado de New Jersey e dela fora onde homem-morcego surgiu. Quem andava em suas ruas, por quaisquer motivos que fosse, costumava a ter medo recorrente de furtos, assassinatos, latrocínios e outros tipos de violações grave das leis de proteção à humanidade. Os humanos são o que o Planeta Terra tem de melhor a oferecer aos intergalácticos, caso estes de algum modo subjugassem e tomasse controle do globo terrestre. O governo estadunidense, à surdina e na penumbra do anoitecer, tratou de desenvolver uma força-tarefa, que encarregou de por o lixo e a escória da população para detrás das grades da prisão s de segurança máxima conhecida como Arkham Asylum.

Esses salvadores ficaram conhecidos como Wreak Havoc, coisa que era traduzido como “aqueles que causam estrago” por conta da destruição que eles traziam ao ambiente em torno dos cenários de batalha. Porém, fora os que elaboraram o programa “Wreak Havoc”, ninguém possuía ciência do que eram os mesmos, como eram. Ninguém.  

Enfim. Gotham, após muitos anos, se transformou em um lugar onde podia se viver em paz com os seus familiares, sem morte.

A paz chegava a ser entediante aos olhos da sociedade, a qual já tinha se familiarizado com os ruídos de disparos de armas de fogos de diversos gêneros. Para dar alegria e retornar ao que costumava ser, alguns ganharam aspectos maldosos, praticavam crimes relativamente pequenos, mas nada que a polícia não pudesse cuidar.

Então a paz reinou. Verdadeiramente reinou.

É. James Gordon fez um ótimo trabalho árduo como prefeito de Gotham City. Sim, James “Jim” Gordon, o famoso comissário Gordon evoluiu de cargo o suficiente até assumir a responsabilidade pela cidade e os seus habitantes.

Dez de setembro de dois mil e dezesseis, neste universo, foi a data atribuída ao Dia da Paz naquele município corrupto, além de ser um feriado lá, como o quatro de julho (Independência dos Estados Unidos da América). Para celebrar, Gordon fez um evento no Parque Robinson, uma festa colorida. Happy Holi. A música alta que outrora se iniciou era escutada por quarteirões de distância.

PLAYLIST MUSICAL



Informações



1. Como uma Happy Holi comum, é necessário que os participantes vão até o Parque Robinson vestido completamente de branco. Acessório cor a parte, mas a preferência é que sejam alvos;

2. O próximo mestrado, ou seja, postagem do Narrador/Eu será sábado que vem, dia 22/09. Esse tempo de uma semana que vocês têm deverá ser usado para posts no evento, que até então será como uma RP Aberta;

3. É necessário que no final ao final do seu post coloque algumas informações, como: Espécie, Poderes e Atributos;

4. Não. Não haverá risco de mortes durante o Evento;

5. Qualquer coisa, qualquer dúvida, é só me contatar por MP.
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Vácuo do espaço-tempo

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Christopher Arsenáult em Qui Set 15, 2016 9:28 pm

What does that even mean?

ELIOT

Almost. It’s a big word for me. I feel it everywhere. Almost home. Almost happy. Almost changed. Almost, but not quite. Not yet. Soon, maybe. I'm hoping hard for that.
Christopher no momento em que percrustou em assistir as pessoas aos poucos habitarem o lugar, se perguntou se era merecedor da mesma dádiva a ser observando como fazia. Constantemente delongando seus anos vividos com um marciano como irmão, o fez ser tomado por sensações às vezes conhecidas como inumanas. Reparava na forma impecável em que uma jovem loira erguia o punho para esbofetear um dos ombros inerentes do colega de forma angularmente posicionado bem ao lado, o sorriso frustrado dado em resposta ao choque da mão e os poucos  pelos que se arrepiaram de seus braços não muito mais tarde atingindo a coluna eram proporção do frio que sentia.

Suas cinzas caíam próximos aos cadarços brancos e tudo que era mínimo de uma hora para outra, tornavam-se abomináveis a seus reflexos. Tanto assim como chacoalhou o rosto de um lado para o outro tragando a última essência enrolada naquele papel porcamente comprado para fumar. Sk. amava carros, prédios abandonados  e também gostava de cigarros. Não era um gosto que fizesse questão de cultuar dali anos ou que nasceu de escolhas próprias. A marca do soco fracamente ilustrada a um lado de seu rosto na ocasião, ficavam acalmadas com o tabaco em maneira que não quisesse brigar.

Ele não era um completo vagabundo sem instruções por horas como queixosos o incriminavam. Era no mínimo curioso arremeter em ter ideias que era escravo de uma droga para ficar calmo.

Nunca tardou em esconder o maço longe de si porém, cinco minutos depois obliterava a gaveta inteira a socos para reencontrá-lo outras raras vezes também, tremia até não aguentar mais engolir o enorme bico da fera que adormecia dentro de si, a liberando para o exterior.  E que dali em diante após mostrar as garras afiadas, todas as coisas próximas independentes ou não de compaixão e sensibilismo parassem próximos de um lugar chamado inferno.

Um timbre percorreu próximos a seus ouvidos. Detestavelmente ele reconhecia ambas as palavras e a fonologia utilizada querendo propriamente chamar sua atenção, o que cessou. As pálpebras vibraram ao notá-lo próximo erguendo uma das sobrancelhas ao cumprimento simploriamente anestesiado :

- Coldwater. É uma surpresa, ver que conseguiu desatar as raízes. - Sussurrou risonho. Por um curto momento, parou para concatenar os pensamentos, que se arrastavam revelando a imagem do mais novo, de cabelos adornados por cachos. Retorceu os lábios o escutando com ironia cruzando os braços afrouxados, remoendo a mão livre contra o peito limpando uma sujeira inexistente :

- Eles não podem opinar nada, se estiverem inconscientes.  - O loiro sorriu com escárnio suspirando convidativamente afastando uma mosca que travava uma batalha árdua contra seus cílios claros para alcançar os escudos esverdeados.  O observando daquela maneira convencional de provocação, recordava-se também de repente de quantas vezes morreu em seus sonhos. Em simples datilografações foram quarenta e nove mil possibilidades de morrer sendo noventa delas, por familiares, setenta por homicídio próprio, quarenta por parte de algum medo redundante que tinha por afogar-se e os demais, muito mais esquisitos que pudesse denotar em pauta. Às vezes perdia a vida ao pisar em uma linha errada no meio da rua, outras eram ingerir alguma bebida que estava muito habituado a comprar, entrar dentro de um carro velho levando alguém que gostasse sendo apunhalado, baleado/esfaqueado, empalado em seguida, atendendo a ligação de uma cabine telefônica em péssimos estados de uso há cinco minutos de caminhada de onde morava e por último e engraçado para si mesmo arrancando altos risos, as pessoas que tinham inimizade.

Pra Christopher Wøjkiëwic, Eliot Coldwater havia sido a pessoa que o tentou matar mais vezes. Um total de três, para sermos exatos. E que estas eram tão distintas e retorcidas abrindo diversas incógnitas do porque além do ódio.- mais que óbvio ao ele notar em como o universitário atendia-o nauseado. - como aquilo poderia ser abordado de forma tão detalhada e real não obstando em também ser considerada impossível. Da primeira vez onde os dois estavam sozinhos no terraço da antiga universidade, o céu escurecendo os bordados alaranjados do pôr do sol se entreolhando com as mesmas expressões exauridas. Chris tentava se esquivar das investidas ofensivas do garoto até tomar um gancho de direita, perder o equilíbrio e cair do sétimo andar declinando de olhos abertos pintados com um vermelho forte de sangue reconhecendo-se como parte de um lugar primitivo no Limbo. A segunda, começaram por ofensas verbais por sua parte caminhando a uma avenida de distância do outro que estava de capuz cinza cobrindo-se da chuva fina de Abril que caia, encolhido de lábios espremidos. O polonês tentou então chamar a sua atenção com um grito sendo surpreendido com cinco viscosos dardos biologicamente envenenados a sua direção, perfurando a clavícula e ombros. Da outra vez Coldwater não usufruiu em ver Christopher caído no chão colapsando em atrofias nos braços numa agonização lenta,  batendo com a parte de trás da cabeça contra a calçada como desta. O pálido lembrava-se da risada agudamente irritante e infantil do outro ecoar detendo poucas interrupções para respirar na sua cabeça. As vogais perfeitamente irrigadas de um sotaque norte-americano. Mais que horrível, detestável. Poderia virar-se para ir embora.

A terceira e não menos importante já que o feriu emotivamente fazendo socar o travesseiro maltrapilho, aconteceu na comemoração do vigésimo quinto aniversário. O dia estava agradável e Christopher ao que indicava iria passar com a mãe, já que o pai nunca o ofertou com atenção deparando-se na entrada da casa amareladamente depressiva e tomada por folhagens enaltecidas, um braços dependurado respingando sangue. Seu sapato fez o amadeirado do chão ranger inclinando o corpo dando defronte ao imediato, com Morgan Ehdal Wøjkiëwic, desacordada. O rubor naquele pesadelo caiu em peso contra as bochechas e olhos lacrimejados, observaram mais atrás o menino tragando um cigarro escuro que provavelmente fosse sabor canela, o favorito da senhora com a expressão totalmente surpresa em ser pego. Se parasse por aí no minuto que se encararam? De forma alguma. Sk atacou com um abajur que fora quebrado numa intervenção de um girassol adormecido no adorno do vaso laranja, resguardado sobre a cabeceira. Uma flor o estrangulou até que perdesse os sentidos e encontrasse os seios fartos da mais velha. Ao menos parecia ter sido a única vez que interceptou uma ideia muito longe, do que sua imaginação debilmente fértil fosse capaz de repropagar.

Para o tal, Eliot era mais que um caso de indiferença. Ele podia ser insistente com coisas sem sentido no sono e isso o deixava cada vez mais coagido e inquieto. Pior pessoa, sem sombra de dúvidas.

Por isso se via no direito nas poucas vezes em que se cruzavam e estivesse translúcido do sono, fantasiar seus longos dedos pálidos abraçando o pescoço fino e igualmente branco aparentando parecer-se um cubo de açúcar, apertando com força a ponta dos dígitos na nuca o derrubando no chão imobilizando certeiramente caindo sob o colo para apertar o máximo que conseguisse averiguando-o e sugando toda a sanidade que lhe eram impostas em seus sonhos. Bater sem ser atingido. Era por ser assustador enquanto dormia que Christopher pensava aquilo. Poderia ser sim algo contrário entretanto, nunca excluiu as invariáveis. Eliot ia pagar pelas três madrugadas abominantes. Se tivesse realmente culpa ou não :

- Mas depende, Eliot. - Murmurou rapidamente despertando a tona, querendo que a frase morresse assim que chegassem nos ouvidos do moreno. - Quer cair duro aqui com os miolos fritos ou quer esperar a festa terminar para que o rei do cemitério aqui, construa um túmulo bem cheio de formigueiros para dormir? Cara, seria incrível.  - Inquiriu ensejando enterrar a ignorância cômica e esportiva do estudante de botânica o fitando pouco a frente de seu nariz em tempo real, estendendo as palavras para continuar :

- Andou brincando bastante antes de vir para cá? Hum? Vejo que a roupa de jardineiro caiu-lhe como uma luva! - Atalhou ainda mantendo o timbre mediano e o  sotaque varsoviano. Atacou a bituca de cigarro entre o intervalo do maxilar do menino e os ombros especulando ali, que fora um cálculo perfeito sorrindo àcido. Quedou alarmado olhando a música ora agitada ora baixa interferirem na sua audição. Christopher sabia que seus impulsos estavam convencionais  e da mesma forma, não tardou em apertar os próprios nós dos dedos.  


Informações:

INFOS :
- Meta-Humano ; Økt
- 24 Anos.
- Rajada Psíquica + Super-Resistência.
- Especialização Persuasiva.

ATRIBUTOS :
Força -15
Inteligência -10
Resistência - 10
Velocidade -15
Vigor - 10
Carisma -10
TH

_________________



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ASSASSINOS
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Em qualquer lugar, que seja longe de você.

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Graziano P. "Al" Capone em Qui Set 15, 2016 9:39 pm



Chill vibes
No mundo atual existem coisas realmente impressionantes, como as Pirâmides Egípcias, a extensa Muralha da China ou ainda o monumento de Stonehenge. Todas capazes de causar espanto em toda a humanidade, e com total justiça, claro, mas talvez exista algo que deixe todas essas outras 'no chinelo', a volatilidade do humor de um jovem italiano, Graziano Capone. Ok, ok, talvez isso soe como um exagero, mas fato é que Grazza — como prefere ser chamado — era um ser diferenciado. Afinal, seu semblante passava do 'muito irritado' para o 'muito feliz', e vice versa, num piscar de olhos — realizando o mesmo com o restante das emoções e sentimentos —, algo extraordinariamente prejudicial.


Uma vez dito isso, é possível compreender o porquê de, num momento ele estar jogando poker online alegremente e no outro, destruindo o celular que recém usara para se divertir, de certa forma culpando-o pelas sucessivas derrotas que culminaram na perda de alguns milhões de doláres no game. — Odeio esse jogo. — resmungou o italiano irritado, logo encontrando um novo smartphone para brincar, este roubado de um dos civis que passeava pelo parque, mas quem se importa?! Precisava mais do aparelho do que qualquer um daqueles tolos.

Enfim.

Já entretido com o novo pertence, o rapaz teve sua vibe interrompida por uma intensa gritaria. De cara pensou que se tratava da polícia, provavelmente buscando pelo objeto que ele havia roubado, e preparou-se para correr, ainda que estivesse deveras indisposto. Porém, ao concentrar-se um pouco mais no barulho, notou o timbre feminino predominar sob os demais, soltando todo o ar comprimido nos pulmões aliviado, estava livre.

Eis que uma bela surpresa cruzou seu caminho, quer dizer, bela sim, mas loquaz também. A grata surpresa era uma jovem ruiva, que por algum motivo passou a fitá-lo com certa peculiaridade, além de murmurar algo a respeito de seus olhos serem azuis. Carrancudo, Grazza não foi capaz de segurar uma nova horda de risos, que veio acompanhada de olhares maliciosos direcionados a um único alvo, a garota que o incitara. Aquilo era sua bipolaridade atacando de novo? A resposta, um perfeito sim, veio segundos depois, quando o semblante entediante desapareceu bruscamente, sendo substituído por um sorriso convidativo.

Mesmo assim, quando a menor acercou-se dele, Capone tornou a cambiar o perfil — por puro charme, é verdade — franzindo o cenho fingindo desinteresse. — Depende...De que tipo de favor estamos falando? — retrucou singelo, ansioso pela resposta, acendendo um cigarro na tentativa de controlar a impaciência. No mundo atual existem coisas realmente impressionantes, como as Pirâmides Egípcias, a extensa Muralha da China ou ainda o monumento de Stonehenge. Todas capazes de causar espanto em toda a humanidade, e com total justiça, claro, mas talvez exista uma coisa que deixe todas essas outras 'no chinelo', a volatilidade do humor de um jovem italiano, Graziano Capone. Ok, ok, talvez isso soe como um exagero, mas fato é que Grazza — como prefere ser chamado — era um ser diferenciado. Afinal, seu semblante passava do 'muito irritado' para o 'muito feliz', e vice versa, num piscar de olhos — realizando o mesmo com o restante das emoções e sentimentos —, algo simplesmente extraordinário.


Uma vez dito isso, é possível explicar o porquê de, num momento ele estar jogando poker online alegremente e no outro, destruindo o celular que recém usara para se divertir, de certa forma culpando-o pelas sucessivas derrotas que culminaram na perda de alguns milhões de doláres. — Odeio esse jogo. — resmungou o italiano irritado, logo encontrando um novo smartphone para brincar, este roubado de um dos civis que passeava pelo parque, mas quem se importava?! Precisava mais do aparelho do que qualquer um.

Enfim.

Já entretido com o novo pertence, o rapaz teve sua vibe interrompida por uma gritaria intensa. De cara pensou que se tratava da polícia, certamente buscando pelo objeto roubado, e preparou-se para correr, ainda que estivesse indisposto. Porém, ao concentra-se um pouco mais no barulho, notou o timbre feminino predominar, soltando todo o ar comprimido nos pulmões aliviado, estava livre.

Eis que uma bela surpresa cruzou seu caminho, quer dizer, bela sim, mas loquaz também. A grata surpresa era uma jovem ruiva, que por algum motivo passou a fita-lo com certa peculiaridade, além de murmurar algo a respeito de seus olhos. Carrancudo, Grazza não foi capaz de segurar uma nova horda de risos, que veio acompanhada de olhares maliciosos que tinham como único alvo a garota que o incitara. Aquilo era sua bipolaridade atacando de novo? A resposta veio segundos depois, quando o semblante entediante desapareceu bruscamente, sendo substituído por um sorriso convidativo.

Mesmo assim, quando a menor acercou-se dele, Capone tornou a cambiar o perfil — por puro charme, é verdade — franzindo o cenho desinteressado. — Depende...De que tipo de favor estamos falando? — retrucou singelo, ansioso pela resposta, acendendo um cigarro na tentativa de controlar a impaciência. — Espero poder ajudar. — acrescentou dando uma piscadela.  



Rivelando...Graziano Capone!:


• Espécie: Meta-humano
• Nível: 3

Poderes
♦ Transformismo Animal
♦ Controle do Medo

Atributos

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 10
▲ Vigor: 10
▲ Resistência: 10
▲ Velocidade: 14
▲ Carisma: 7


229 words
These are the days, we've been waiting for... Shirt: Clica  


_________________


Captain Deadpool! No, just Deadpool.

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Karma W. Hastings em Qui Set 15, 2016 11:33 pm



It's a Party



A meta-humana não estava nada bem. Os olhos enevoados e o estado de torpor no qual ela se encontrava denunciava isso. Mas o que confirmou todas as suspeitas de que a garota estava "alta" como se estivesse drogada, foi a forma animada demais com qual decidiu cumprimentar a marciana enquanto revelava aos quatro ventos que Karma não era deste planeta.

Por educação, a ruiva retribuiu o abraço. Não era muito comum da parte dela aderir aquele tipo de atitude afetuosa para com os outros. Notou a dificuldade da morena em conseguir se concentra e focar em somente uma coisa, ela realmente estava precisando de ajuda.

— Claro que vamos beber, Charlie. — ela sorriu animada. — Mas antes, olhe nos meus olhos. — a ruiva pediu, ela sabia que não tinha pode o suficiente para controlar a mente da outra, mas tentaria ajuda-la de alguma forma. Assim que adentrou a esfera empírica de Charlie, Karma entendeu o motivo da outra estar daquela forma, eram seus poderes descontrolados. Usando sua telepatia, a marciana tentou bloquear os sentimentos alheios, expulsando-os da mente da amiga para que ela pudesse retornar a si e aproveitar a festa com o mínimo de sanidade possível.

Karma mal terminou o ato, sentindo a tontura lhe abater pelo esforço de invadir a mente de uma pessoa com força mental equivalente a dela, e logo foi abordada por outro conhecido que se aproximou da desnorteada marciana. Era Sisyphos, o cara que arruinara sua noite semanas atrás, mas, tinha prometido desfazer o mal entendido. Ele sussurrou algo para ela que Karma não conseguiu assimilar por ainda estar zonza, apensas distinguiu as palavras "fones", "internet" e "reside"... Desde quando ele sabia onde ela morava?, ela se questionou. Mas logo o pensamento foi afastado quando ele apresentou a amiga, Frances.

Karma fitou a loira e cumprimentou-a com um sorriso animado.

—Sim, estávamos nos dirigindo ao bar. Aliás, prazer, me chamo Karma. — ela sorriu, estendendo a mão para a recém conhecida e então se virou para apresenta a amiga. — Esta é... — ela se voltou para Charlie, a morena já estava sendo abordada por outro cara, que lançava uma cantada para a companheira.

Spoiler:
Espécie: Marciana
Nível: 3

Poderes

— Invisibilidade: Têm a habilidade de modificar as células do corpo, deixando estas invisíveis a olho nu, e assim, o próprio corpo não pode ser visto;
— Intangibilidade: Remexendo nas células do seu corpo, o marciano consegue eliminar a propriedade de tangibilidade, ou seja, remover a capacidade de ser tocado por certo tempo, assim, podendo atravessar formas sólidas ou não;
— Transmutação Corpórea: Observando qualquer pessoa, independente da raça, o marciano consegue se transformar perfeitamente nela, se tornando uma cópia idêntica;
— Telepatia: Conseguem projetar os pensamentos dentro de outra mente, além de poder ler o que outros estão a pensar. Também conseguem, por intermédio disso, controlar mentalmente o ser;
— Elasticidade de Membros: Com os quadros membros desenvolvidos, estes podem ser esticados, como uma borracha, sem causar dor alguma ao marciano;
— Super Sopro: São portadores de uma impulsão de vento poderosa quando soltam o seu sopro;
— Super-Força: O seu poder de ataque é poderoso, notavelmente acima dos humanos normais. Não possuem dificuldade alguma em destruir paredes metálicas com um soco qualquer;
— Voo: Tem a capacidade de ficar suspensos no ar, assim como de sair fora do planetar, ao manipular a gravidade sobre os próprios corpos, fazendo com que esta seja eliminada;
— Visão telescópica: O sentido visual é mais apurado que os humanos normais, podendo dar zoom;
— Velocidade Sobre-Humana: A velocidade é muito acima dos humanos, seja andando/correndo ou voando, atingindo, certas vezes, Km/h;
— Regeneração: Recuperam-se de ferimentos com velocidade absurda, porém, depende da gravidade do mesmo;
— Longevidade: Vivem muitos anos.

Pontos de Ação Atributo

Força: 22
Inteligência: 13
Resistência: 15
Velocidade: 12
Vigor: 10
Carisma: 8

Reach for the sky... Keep your eye on the prize...
Forever in my mind... You're my golden sunshine!
Copyright © 2016 All Rights Reserved for Lotus Graphics

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Justiça sempre foi feita com as próprias mãos. Injustiça pode ser vista a cada esquina.
Jubilee

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Nivea W. Fenty em Sex Set 16, 2016 12:19 am














what do we have here?




Como era entediante não ter nada para fazer num dia como esse. Nivea estava deitada sobre o sofá olhando a televisão enquanto mexia nos próprios cabelos castanhos, enrolando uma mecha no dedo indicador.
Sua mente vagueava para longe e suspiros saiam de sua boca uma e outra vez.
- Santi. - chamou o moreno. - Vamos fazer alguma coisa.
Seu rosto parecia o de uma criança fazendo birra, seus lábios se torciam num bico de aborrecimento enquanto sua cabeça espreitava por trás do sofá, olhando o homem, seu parceiro. Eles formavam uma dupla estilo Bonnie e Clyde, Nivea gostava dele mas não sabia até que ponto o sentimento era recíproco. Também não sabia muito bem como se expressar, ela tentava mas sempre parecia que não escolhia o melhor jeito. Sem esperar uma resposta, se ergueu do sofá e caminhou descalça até junto de Santi, o abraçando por trás e beijando o rosto dele.
- Estou aborrecida, vamos sair para algum lado, ou você prefere criar raízes em casa? Hum?
Fenty sabia o quão chata conseguia ser mas ela era persistente e não gostava de escutar um não. Era uma pessoa difícil que queria tudo ao seu jeito.
Bufou impaciente e, do mesmo modo que o abraçou, soltou seu corpo e caminhou de volta para o sofá se deitando, não sem antes bater no braço dele.
Sua companhia passou a ser uma das almofadas de veludo cinza que contrastavam com o sofá branco da casa moderna, com vista para a cidade. Na televisão, uma mulher falava de uma festa organizada em Gotham, para celebrar o dia da paz. Nivea soltou uma risada ao escutar tal coisa. Aquilo não era paz, era um período de adormecimento, esses humanos só teriam paz quando todas as maçãs podres fossem destruídas, todos os seres inferiores precisariam desaparecer primeiro. Fenty não tinha grande apreço por humanos.
Calçou as botas e, mais uma vez, se ergueu, jogando o controle remoto contra a tela da televisão, a quebrando tal fora a força com que jogara o objeto. Ela fazia isso apenas para ganhar a atenção de Santi mas não se atreveu a olhá-lo. Pelo contrário, abriu as portas da varanda e levantou voo, desaparecendo em pouco tempo nos ares da cidade.

[...]

A música alta fazia Nivea querer se divertir mas seu conceito de diversão era outro dos demais. Porém não tinha graça plantar a discórdia sozinha. Ela esperava que Santi fosse inteligente o suficiente para entender o que ela queria. A Kryptoniana percorreu a multidão, contando os minutos para que seu companheiro aparecesse, impaciente. Ele viria, ela tinha a certeza, os dois sempre acabavam juntos.







Informações:

Espécie: Kryptoniana

Poderes: — Super-Força: O seu poder de ataque é poderoso, notavelmente acima dos humanos normais. Não possuem dificuldade alguma em destruir paredes metálicas com um soco qualquer;
— Voo: Tem a capacidade de ficar suspensos no ar, assim como de sair fora do planetar, ao manipular a gravidade sobre os próprios corpos, fazendo com que esta seja eliminada;
— Visão de calor: Ejetando uma rajada de tom avermelhado de suas córneas de altíssima temperatura;
— Visão de raio-x: Como um aparelho de raio-x, conseguem enxergar a estrutura ósseo dos seres, até mesmo através de paredes;
— Visão telescópica: O sentido visual é mais apurado que os humanos normais, podendo dar zoom;
— Super-Audição: Semelhante à visão, os kryptonianos são donos de uma audição incomum, assim, ouvem algo a quilômetros de distância;
— Sopro Congelante: Diferente da visão de calor, o sopro do kryptoniano é gélido, congelante. Eles não têm dificuldade alguma em congelar alguém com o sopro;
— Velocidade Sobre-Humana: A velocidade é muito acima dos humanos, seja andando/correndo ou voando, atingindo, certas vezes, Km/h.  ;
— Regeneração: Recuperam-se de ferimentos com velocidade absurda, porém, depende da gravidade do mesmo;
— Longevidade: Vivem muitos anos;
— Invulnerabilidade: Balas e qualquer coisa feito de metal não afetam o físico do kryptoniano, que é como uma parede espessa.

Atributos: Força: 26
Inteligência: 10
Resistência: 08
Velocidade: 12
Vigor: 07
Carisma: 07



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Hail Mary

I ain't a killer but

don't push me

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Santino Corleone em Sex Set 16, 2016 2:56 am

 
O dia estava entediante aquela tarde, a todo momento a ociosidade tomava conta e Santino já não mais sabia o que fazer. A tarde começava a dar lugar ao anoitecer e o pôr-do-sol já se formava, podia ver pela vista da janela, as nuvens brancas que formavam-se indicavam que seria uma noite quente porém com bastante ventania. Como sabia disso? Bom, o rapaz tinha um faro meteorológico invejável, adivinha mais que a moça do tempo do Jornal Nacional. Santino divagava em pensamentos enquanto preparava o jantar na cozinha ao estilo americana, separada da sala apenas por um balcão. Uma voz feminina quebrou seu silêncio a chamar por seu nome, era Nívea, sua companheira de crime e de cama, mulher qual era redondamente apaixonado apesar de não gostar de demonstrar tamanho afeto.
Os braços da mulher a envolver o rapaz eram aconchegantes de tal forma que o deixavam calmo, uma sensação de total conforto tomava o seu corpo, era o melhor do mundo para se estar em qualquer momento. A voz doce de sua parceira e em tom aborrecido fizeram-no parar o que estava a fazer para dar a devida atenção - Ir para onde? Estou fazendo nosso jantar… - Nivea voltou para o lugar onde estava deitada, inquieta, e Santino percebia muito bem isso.
Deslizou os olhos por sobre a figura feminina a sua frente, a mirava com olhos de interrogação Criar raízes em casa seria muito bom pensou consigo mesmo. Ouvia pela tv algo relacionado a uma festa, analisava bem o semblante de sua amada, com um largo sorriso no rosto e aparentemente com um sarcástico, a famosa festa para celebrar a “Paz”, paz esta que nunca existira a não ser nas ilusões bobas dos governantes dos estados. Quando viu-a calçar as botas, o moreno logo deduziu que ela estava se aprontando para ir a tal festa, logicamente não podia interrompê-la, afinal era uma mulher independente de suas ações e de uma notável beleza, que homem no mundo ousaria opor-se a uma mulher como aquela? Assim que a viu voar pela janela, o meta-humano levou uma das mãos a testa pensativo, esfregava os compridos cabelos para trás, despenteando-se. Não poderia deixá-la sozinha no meio daquele monte de hipócritas, Santino desligou o fogo e largou o que estava a fazer, arrumou-se em poucos segundos em seu quarto e vestia uma camiseta branca simples, olhando para as jaquetas o jovem puxou uma com a mão, jogando por cima dos ombros, em seguida abria o guarda-roupa de Nivea e retirava de lá um casaco feminino de lã, o primeiro e talvez mais brega que tinha visto - Vai saber se está frio lá fora, e ela voando desse jeito.


Apesar de estar alheio à festas, Santino gostava de ver sua amada feliz e sabia que a mente perturbada dela não estava apenas afim de ir dançar, sabia também que quando a mulher ficava aborrecida somente poucas coisas nessa vida a deixavam animada e uma delas era causar problemas ou provocar reações negativas às pessoas e a Holi era o lugar perfeito para isso. Entrou no primeiro táxi que parou com o seu chamado e rumou sentido a praça.


Assim que chegou no local, Santino olhou para o alto na tentativa de encontra Nivea e nada viu. Se infiltrou no meio da multidão bêbada e dançante, desviava de moças embriagadas e de garrafas de bebidas, próximo ao palco olhou para o céu novamente e avistou sua namorada. Com um grande assobio por entre os dedos o rapaz chamava atenção da Kryptoniana, e a cumprimentava com um breve aceno com a mão direita, já que o braço esquerdo estava ocupado já que segurava os casacos. - Desce, aí!   
Notes: -//- // Tag: Santino; Nivea; Holli // Words: -//-



Spoiler:
Espécie: Meta-humano
Nível: 3

Poderes:
 Desenvolvimento Genético
+
 Manto Telepático

Atributos:
Força: 13
Inteligência: 10
Resistência: 25
Velocidade: 17
Vigor: 10
Carisma: 5

ytn

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Allerie Böhr-Wolfenbüttel em Sex Set 16, 2016 3:09 pm

"Mas como assim esse menino está me esnobando? Quem ele pensa que é?" Protestava a consciência, incrédula. Jamais, em hipótese alguma, aceitaria ser tratada de tal maneira. Afinal, o que mais buscava em tudo o que fazia era a atenção, e não tê-la era sinônimo de uma Allerie ainda mais perspicaz e imponderável.  

Sondando detalhes característicos da face à sua frente, percebia que a curiosidade e o interesse eram ocultados por uma feição intransigente. As belas íris azuis seriam brevemente irritadas pelos resquícios de fumaça liberados pelo objeto de fumo, mostravam-se atentas à jovem. "Ele até que é bem bonitinho" Concluiu. Notando o perfeito caimento dos fios esbranquiçados sobre a pele caucasiana e o destaque das órbitas celestes em seu rosto.

Escapando um riso efêmero por meio de seus lábios, Wolfenbüttel se fez mais presente e mais próxima, deslizando ambas as mãos pelas laterais do abdômen alheio. Nem sequer uma gotícula de pudor em suas ações. Conectou seu corpo ao dele, tornando o espaço entre eles quase inexistente, e pairou o toque sobre os quadris másculos. — Preciso que guarde algo para mim. — Cochichou, vagando o olhar por todos os lados antes de conduzir as mãos aos próprios seios, retirando dali os dólares que havia roubado.

Retomou aos quadris alheios e guardou em ambos os bolsos dele os dólares que agora a pertenciam, contando mais ou menos uns duzentos a trezentos em notas. Se recompôs, arrumando o sutiã em frente a ele, nem ao menos ligando para o fato de algo ter sido mostrado por deslize. — É que não estava cabendo direito aqui dentro, sabe? — Disse em tom despojado, balançando os ombros e exibindo um sorriso gentil para ele. — Se alguns policiais vierem atrás de mim eu digo que deixei o dinheiro com você, tudo bem? — Sua voz saía como se estivesse brincando, mas era exatamente aquilo que pretendia fazer.

Afastou-se um pouco, afastando seus cabelos dos ombros e abaixando um pouco mais a blusa, exibindo parte da renda negra que desenhava a peça íntima logo abaixo. Sua feição tornou-se séria. — Quase me esqueci! Qual o seu nome, honey? — Piscou algumas vezes, inclinando-se novamente em direção a ele, agora, retirando o cigarro de sua mão. — Obrigada por isso. — Riu baixinho, aprisionando a superfície cilíndrica e esbranquiçada em meio aos seus lábios avermelhados, tragando o cigarro com naturalidade, como se este a pertencesse.

Informações:

♣ Nome: Allerie Böhr-Wolfenbüttel;
♠ Idade: 22 anos;
♦ Nível: 3;
♥ Espécie: Meta-Humana;
♣ Especialização: Velocista;
♠ Atributos: — Força  — 12
                 — Inteligência — 12
                 — Resistência — 14
                 — Velocidade — 18
                 — Vigor — 14
                 — Carisma — 10

♦ Poderes: Fora presenteada com a herança de uma força soberba, tornando-se capaz de utilizar diversos instrumentos ao seu favor como explosivos, armas de fogo, marretas e até mesmo tacos de baseball. A agilidade é um de seus dons mais invejáveis, tornando-a uma perfeita fugitiva e mestre em acrobacias e ginásticas como um todo.

Capaz de estabelecer um duelo, seja ele de qualquer espécie, com qualquer tipo de ser. Suas habilidades com lutas e golpes são notáveis e clamam por atenção. Não tendo apenas um corpo ágil, flexível e eficiente, a descente herdou de sua ancestral a gloriosa inteligência e a imprevisibilidade em tudo aquilo que faz. Jamais espere que Allerie faça algo comum, ou pensado, afinal, suas atitudes são geradas por cada momento e por sua imaginação caótica e fértil.

Imune à maioria das toxinas, como sua progenitora. Grande parte dos venenos e gases não tem efeito algum em seu organismo. Utiliza a sua beleza ao seu favor, e é uma ótima atriz, podendo facilmente enganar a qualquer um por sua fisionomia angelical que esconde algo totalmente oposto por dentro. Além do que fora descrito anteriormente, possuí uma incrível habilidade de entender a mente de seres de qualquer tipo de espécie, principalmente as dos humanos, graças ao curso de psicologia e seu fascínio pela psicanálise.

_________________


I'M FUCKED UP. I'M BLACK AND BLUE. I'M BUILT FOR IT, ALL THE ABUSE. I GOT SECRETS THAT NOBODY KNOWS. I'M GOOD ON, THAT PUSSY SHIT. I DON'T WANT, WHAT I CAN GET. I WANT SOMEONE WITH SECRETS.

met-moi dans votre bouche.
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VILÕES
23

Atrás de você.

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Haiako Yamashiro em Sex Set 16, 2016 9:02 pm

You’ve always loved the strange birds
Now I want to fly into your world

Há uma miríade de desejos que apenas Wøjkiëwic poderia despertar em você, Eliot.

A maioria detinha uma compatibilidade inusitada com amor. Em segredo, apaixonou-se incondicional e fervorosamente pelo polonês. Apaixonou-se pela sensação de estar à beira do abismo a todo momento que o encontrava ao acaso e trocavam farpas que agravavam feridas emocionais. Apaixonou-se pela sensação de perigo, de quase morte, gozando das alucinações suicidas que o rival proporcionava. E incontáveis vezes flagrou a si próprio suspirando pelos cantos por Christopher, ansiando desesperado por um momento onde pudessem se confrontar de todas as maneiras existentes neste planeta - entrelinhas carnais, não englobando intenções supérfluas.

A outra maioria levava ao ódio. Te enfurecia perceber que em vida ele possuía todas as oportunidades que você nunca tivera e jamais teria, e aparentemente ele não dava a mínima importância a elas. Detinha amigos - conjecturava pelo comportamento pouco recatado e festeiro, fanfarrão, sempre quando o imaginava na cabeça maltrapilha - e uma família bem estruturada - porque você, meu caro Eliot, estava de fora e viciava-se pouco a pouco no consentimento de achismo sobre todos. Taxado de inveja, sobretudo, mas ainda assim o considerava um inimigo. Era a lei do ciclo evolutivo, fracos detestavam os fortes. Você a presa, ele o predador.

— Nunca deduzi que os fardados pudessem te conter se nem mesmo eu sou capaz de fazê-lo. — uma risada gostosa implodindo da sua garganta acompanhando uma jogada da cabeça para trás em alusão ao divertimento exagerado. — É somente pelo bem comum, estou preocupado com todos esses inocentes a nossa volta. Nós dois sabemos que o único assassino em potencial aqui é você. — conseguinte, você realizou um movimento bastante amplo com a destra a volver os corpos no próprio campo de visão enquanto buscava diminuir ainda mais a distância que separava o teu calor e o de Christopher, os dedos livres brincando no colarinho da camiseta bem passada do outro, fingindo arrumá-lo.

Em suma, você ocultava no olhar um prazer surreal em atiçar o maior e excitá-lo na mesma medida. Não alimentava certezas se as sílabas embebidas em descaramento surtiriam efeitos reais, mas naquele momento essa havia se tornado a sua diversão predileta - cutucar a fera adormecida. Você, Eliot, sempre foi imerso em imprevisibilidades, mesmo se tratando de alguém tão instável quanto Mr. Sk. E enquanto conseguisse manter-se colérico, o ego cômodo nas represálias de outrem, ebulindo, bastaria.

Suspirou profunda e demoradamente, não se contendo a enclausurar o lábio inferior entre a prensa dentária, assumindo a tão reconhecível postura pensativa mediante as alternativas do questionamento do acompanhante. O dedinho indicador planou sobre o próprio queixo e volta e meia desligava-se parcialmente das ocorrências ao derredor. Nem a música alta repleta de batidas vibrantes e as vaias do juventude presente estavam aptas a quebrar a concentração que você instalou teatralmente, como de praxe. Apesar do QI acima da média, você, meu querido, nunca dava-se a independência de ser natural. Fingido a torto e a direito.

— Gostei muitíssimo da segunda opção, mas admito que a primeira também me parece uma boa. Arrgh! Estou indeciso, por que não me ajuda com os prós e contras? — você deixou-se guiar pelo cômico cinismo, saboreando a ironia provinda do rapaz. Ainda admirado com a atitude irreverente do indivíduo, tomou a ofensa como elogio e a estampou na boca alargada que exibia um sorriso triunfal, lindo mesmo, contrastando com a fileira de dentes brancos e perfeitamente alinhados. — Gostou? — indagou, retórico, girando no próprio eixo com o intuito de dar ao outro uma visão privilegiada de todo o modelito; os coturnos cor-de-terra sorvidos em camadas de lama. — Só estava trabalhando em uma neurotoxina para o trabalho científico da universidade. Totalmente a base de produtos orgânicos, cultivados por ninguém menos que Eliot Coldwater. — propeliu uma palma à outra, freneticamente, aplaudindo a si mesmo com o comumente e intransponível ar sedutor.

Não obstante, presenteou-se com a liberdade de enlaçar os braços entorno do pescoço alheio, tendo de estabilizar-se um pouco na pontinha dos pés para alcançar a altura desejada. Cara-de-pau. — Tomaria cuidado com o que anda bebendo se fosse você. É provável que um pouco do meu soro possa cair acidentalmente na sua bebida, e você não iria gostar nadinha do que ele é capaz de fazer no organismo humano. — assentiu à própria afirmação, o sorriso ainda esplendoroso emoldurando a face angelical ao que abanava as volumosas pestanas. Não passava de um blefe, é claro, você tinha o trunfo. Apenas intuía encabular o marmanjo, deixá-lo, se possível, mais desconfiado que o comum. Quiçá enlouquecê-lo.

O falso divertimento entretanto findou-se quando você distinguiu a marca arroxeada no rosto másculo de Wøjkiëwic. Não era compatível com o tamanho e formato do seu próprio punho e isso te revoltava. Possessivo ao extremo, até mesmo em relação com as rixas você prontificava-se a ser totalmente dominante. — Andou brigando de novo, hmmm? — controlava-se para manter o interesse recluso, dando o ar do descaso, os lábios agora próximos do ouvido de forma a sussurrar em segredo. — Não se preocupe, prometo não contar a ninguém que você é um depravado. Será nosso segredinho — você prolongou a soberba, usufruindo do corpo de Christopher como apoio e pouco se importando com as consequências vindouras - da parte dele e dos que abominavam a intimidade entre homens.

— Sua mãe não te ensinou que é feio compactuar com intrigas, Chris? — indo ainda mais além da familiaridade inócua, perpassou o polegar rente o hematoma na pele delgada, traçando um percurso imaginário da têmpora até o queixo de Sk. E delicado, você jurava sentir um pulso elétrico coligar o toque, amando cada segundo em que inalava o cheiro dos feromônios exalados dos poros a cada trejeito.  — Ou ela estava ocupada demais tentando destruir estes teus hábitos nojentos de fumante? — você tossiu, pouco a vontade em aspirar a nicotina espiralando da bituca enclausurada nos lábios cheios. — Deveria me deixar te ajudar nesse processo de autodestruição. Necessito com urgência de uma cobaia, minha dioneia não come carne tem meses e duvido que ela ainda não se lembre do gosto. — estalou os lábios, travesso, ostentando o contato visual mantido a níveis ultradesconfortáveis.

Algo te dizia que acabava de ultrapassar a linha tida como segura entre o seu nariz e o punho de Christopher. E você lambuzava-se com a idealização de que ele pudesse te machucar - embora não da forma desejada. Testemunhas demais se posicionavam ali, mesmo que isso não o acanhasse. Você e ele projetando a combustão perfeita de problemas.

ADENDOS:
Informações.
Eliot Coldwater; 21 anos, reencarnado, persuasivo.

Superpoderes.
MIMETISMO VEGETAL, exímia botânica, é notável a soberba capacidade com que associa-se à flora, compreendendo-a e dobrando-a ao bel prazer, incumbindo-a de realizar seus desejos mais sórdidos. Detém em seu arsenal cognitivo um vasto conhecimento sobre inúmeros tipos de plantas e flores, lidando com a fraqueza de cada uma delas, seu comportamento em determinada região e atmosfera, e desenvolvimento genético. FITOCINESE, portadora de um invejável vínculo com o mundo vegetal, é plenamente capacitada a atribuir características únicas a qualquer forma de vida vegetal; manipula o crescimento das plantas, sua resistência e a restauração das células mortas, também viabilizando o vigor de determinada espécime a um ambiente inóspito à sua existência. CONTROLE DE FEROMÔNIOS, tênue é seu controle sobre os próprios hormônios, entretanto, hábil o suficiente a incutir excitação e inquietação em seus alvos. Compatível com SEDUÇÃO, consegue atrair sexualmente tanto seres do sexo feminino quanto masculino. Sobretudo, é inviável alterar a composição química de tais substâncias, o que o torna, uma vez executado o procedimento, passageiro. Conforme a experiência com tal talento acentua-se, cresce o número de indivíduos a serem manipulados. TOXINESE, produz, a partir das glândulas das papilas, uma toxina letal que só pode ser ministrada por intermédio dos lábios. Seu efeito é variável, comumente desencadeando uma fadiga estupenda no alvo ou, em casos extremos, o coma. A habilidade advinda da empatia com as plantas favorece o próprio organismo de Hera de modo a então torná-la imune a tais componentes nocivos, não sendo afetada por nenhum tipo de veneno, toxina, bactéria, fungo e ou vírus conhecido pelo homem.

Atributos.
Força - 10
Inteligência - 10
Resistência - 15
Velocidade - 10
Vigor - 15
Carisma - 20

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Sophie Czarevich Brahms em Sex Set 16, 2016 9:52 pm


it can't be a mistake if i just call it change


Atendendo ao pedido da ruiva, buscou seus olhos, encarando-os. Contudo, no momento seguinte, sentiu que não deveria o estar fazendo, pois, era como se Karma estivesse olhado para dentro de si, e a última coisa que precisava era de alguém a bisbilhotando, mesmo que fosse alguém querido. Tinha medo que sua estabilidade fosse alterada, sua tão preciosa estabilidade, e que a ruiva chegasse até camadas profundas demais, onde alguns segredos eram guardados. E tal sentimento persistiu, principalmente quando ouviu a voz da marciana em sua mente. Talvez não tivesse entendido que a garota queria lhe ajudar, mas, como estava acostumada a ser quem invadia, em vez de ser invadida, tentou força-la para longe, para fora.

Quando se deu por si, não eram mais os olhos de Karma o foco, mas, sim, a própria, com uma expressão de quem não estava muito bem. Charlie também sentiu um mal estar repentino, mas pouco se importou, dando um passo para frente na tentativa de segurar a amiga caso ela caísse. Entretanto, no mesmo instante, um indivíduo parou ao lado da garota, a segurando pela cintura. Forçou os olhos, tentando reconhecer a figura masculina, mas tinha certeza que ele era tão desconhecido quanto 99% das pessoas que estavam naquela festança. Buscado dar um mínimo de privacidade para os jovens, virou o rosto para o lado oposto do casal, ainda que pudesse ouvi-los com exatidão.

Enquanto se distraía observando aqueles que a rodeavam, se deu conta que, após o acontecimento com a ruiva, não estava mais tão envolvida nas emoções alheias, ainda que, bem lá no fundo, sentisse um suave euforia. Agradeceria Karma quando tivesse a oportunidade, já que estava ciente que havia falado demais, principalmente ao gritar "marciana" aos quatro ventos.

Ainda enaltecia a garota em pensamentos quando uma mão estranha lhe foi estendida. Seguiu olhando os braços e os ombros, até chegar na face do homem que tinha abordado Karma. Tombou ligeiramente a cabeça para o lado, ouvindo-o, achando graça nele tentando ser agradável. — Se tratando de Karma, amigos mal-educados ainda é lucro. — A intenção era que sua voz saísse com um leve tom bem-humorado, mas as palavras foram tão secas que Charlie se obrigou a calar-se, estendendo sua mão para cumprimenta-lo de volta. — Sou Charlie. Prazer, Sisyphos. — O breve toque na pele masculina causou um pequeno choque na garota. Não o tipo de choque que os livros descrevem como algo romântico, muito pelo contrário. Era o choque que a empatia causava, quando algo era compartilhado entre ela e outro alguém. Charlie sentiu a alegria alheia, misturada a algo mais devasso. Soltou a mão de Sisyphos, rapidamente, assim que se tocou que ele estava, também, com tesão.

Lembrete mental: Avisar a Karma sobre suas companhias de moral questionável.

Seus olhos desviaram-se para a figura pálida ao lado do rapaz. As pontas de seus lábios se curvaram num sorriso ferino, a garota, Frances, estava tão incomodada em estar ali que ela sequer precisava ler suas emoções para notar. Perguntou-se, internamente, em que tipo de confusão sua amiga estaria se metendo. Um triângulo, talvez? Ela achava que não. Sisyphos não parecia ser o tipo de cara que gostava de relacionamentos, pela maneira despojada que se entrosava com as mulheres. Ao menos, não gosta ainda, pensou, correndo os olhos entre Karma e Frances, como se assistisse um espetáculo.

Soltou um suspiro baixo, desviando sua atenção para as pontas dos dedos, que enrolavam um punhado de fios negros; uma mania que tinha desde pequena. Aproveitava esses momentos para focar em seus pensamentos, e só. Estava se sentindo deslocada ali, entediada. Apesar de já ter se acostumado com a música e as pessoas não estarem te afetando — não tanto —, estava tentando lembrar o motivo que a levou até ali, para que conseguisse permanecer. E, talvez, teria chegado a alguma conclusão, caso não enxergasse de soslaio a imagem de um indivíduo conhecido se aproximando. Se aproximando demais.

Chocada, entreabriu os lábios em um perfeito “o”. Visivelmente bêbado, Sven lhe lançava um olhar apalermado e um sorriso estranho. — Sério Blank? Acha que com essas catadas de pedreiro vai fugir das minhas porradas? — Referiu-se às “pendências” que ambos tinham, um assunto não muito viável para se conversar em um parque cheio de gente. Virou-se parcialmente para o membro da Injustice, colocou as mãos em sua própria cintura e o lançou um olhar petulante. — Pois melhore.

Informações. :

Reencarnada, Chaotic Good, nível três.

Atributos: Força - 10; Inteligência - 10; Resistência - 15; Velocidade - 15; Vigor - 20; Carisma - 10.

Habilidades: EMPATIA, Ravena possui a capacidade de ler ou sentir sentimentos e emoções. Esta habilidade também lhe permite ampliar ou reduzir emoções já existentes em seres vivos. Ela afeta qualquer tipo de emoção, como raiva, ódio, amor, confiança, etc. Pode também ser usado para acalmar seres vivos, ou deixá-los apáticos. Sua empatia se estende à planos etéreos, onde pode se vincular, sentir e ver almas e bem como entrar em contato com mentes com uma maior facilidade. Pode negar a dor de um ser e desfazê-la completamente. Através desta empatia, pode vincular-se a uma mente alheia para causar danos mentais, o que lhe dá vantagem contra seres de mente frágil. Suas capacidades empatas não se limitam apenas ao plano físico ou astral, mas também pode claramente explorar o plano mental. CURA EMPÁTICA, que lhe permite absorver a dor de feridos para aliviar seu sofrimento, os induzindo à cura rápida, entretanto, Ravena recebe uma parcela da dor do paciente para ela mesma. Isso não pode ser feito para grandes lesões. TELECINESE, a capacidade de manipular e controlar objetos com a mente, podendo levitar, mover, atirar ou quebrar qualquer objeto físico. TELETRASPORTE, uma forma de ignorar o espaço e o tempo entre vários pontos, locomovendo-se de um lugar para outro em um piscar de olhos. Usando sua própria alma, ela pode teletransportar a si mesma e outros seres em largas distâncias e como o de esperado teletransporte instantaneamente. LEVITAÇÃO, habilidade que a habilita desafiar a gravidade e literalmente voar. UMBRACINESE, capacidade de manipular escuridão, geralmente a acessando mentalmente de uma dimensão de energia negra ou simplesmente do Mundo Inferior. Com esse poder é capaz de criar formas sólidas, viajar pelas sombras em um simples teletransporte, invocar espíritos e criaturas das trevas sendo estes seus escravos sombrios. PROJEÇÃO ASTRAL, capacidade de deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito pelos planos. MAGIA, MAGIA NEGRA E BRUXARIA, como dito, possui o dom da magia e da magia negra, sendo o último não muito utilizado por lhe trazer grandes consequências. É excepcional com bruxaria, lançar feitiços e derivados. SOUL-SELF, capacidade de projetar sua alma para fora do corpo, geralmente sob a forma de um corvo negro gigante, ou inúmeros corvos de tamanho normal, intangíveis ou não. MIMETISMO DEMONÍACO, capacidade de se mimetizar em um Demônio de até, aproximadamente, dois metros. Suas íris se tornam avermelhadas, sua pele adquire um tom bronzeado e o formato de suas orelhas mudam para um pontiagudo. Suas unhas se tornam garras, grandes e resistentes, asas crescem em suas costas, assim como uma causa preênsil afiada e retrátil, que pode servir tanto para ataque quanto para defesa. Em batalha, consegue roubar parte da stamina e vigor físico, tomando-as como benefício. Sua regeneração se torna mais rápida e, enquanto nessa forma, há a capacidade de controlar a pirocinese.

thanks

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Fallen angels at my feet, whispered voices at my ear, Death before my eyes, Lying next to me I fear. She beckons me, shall I give in? Upon my end, shall I begin? Forsaking all I've fallen for I rise to meet the end.

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Raphael Sk.-Wøjkiëwic em Sex Set 16, 2016 10:41 pm

no peace

Eternal peace lasts as little ...

Nenhuma guerra pode durar para sempre e ao mesmo tempo, não importa o quão insistente seja a luta e por quanto tempo alguém deseje o contrário e trabalhe por isso, a paz igualmente não poderia durar para sempre.

E naquele dia meus instintos gritavam que a época de paz estava prestes a terminar, que era hora de uma nova onda de caos, morto, destruição e lutas... E para mim nada disso realmente importava, pois no final...

Se humanos ficassem em meu caminho, eu mataria humanos.  

Se demônios ficassem em meu caminho, eu mataria demônios.  

Se Deus ficasse em meu caminho, eu mataria Deus.

E se Buda ficasse em meu caminho, então eu mataria Buda.

Enquanto tais pensamentos passavam em minha cabeça eu andava lentamente em direção ao local onde seria realizada o evento, um sorriso brincando no canto de meus lábios enquanto observava o mar de pessoas vestindo branco a minha frente e apesar de minha roupa não exatamente se destacar, ela possuía suas diferenças peculiares.  

Tirando minha camisa e calça que eram simplesmente peças de roupas brancas normais, em meus pés eu usava um coturno branco como a neve que provavelmente iria ficar muito sujo depois.  O que realmente se destacava era a imagem de uma cruz vermelha de cabeça para baixo nas costas do sobretudo que eu usava,
que em meio a todo o branco que eu usava, saltava aos olhos.

— Bem, aqui estamos nós... Risos ou lágrimas, no que será que vai terminar essa pequena festa de uma paz que durou tempo demais?  - Perguntei para ninguém em especial enquanto observava a multidão ao meu redor, meu coração começando a bater mais acelerado enquanto eu esperava algo acontecer, qualquer coisa.... Eu só queria a emoção de uma boa luta, de sentir que minha vida estava por um fio.
 
Eu só queria um pouco de caos.






Informações:


♣ Nome: Raphael Sk.-Wøjkiëwic
♠ Idade: 21 anos;
♦ Nível: 3;
♥ Espécie: Reencarnado;
♣ Especialização: Velocista;
♠ Atributos: — Força  — 15
                 — Inteligência — 15
                 — Resistência — 15
                 — Velocidade — 21
                 — Vigor — 15
                 — Carisma — 14

♦ Poderes: Fisiologia Kriptoniana: Superboy possuí todos os poderes de um Kryptoniano comum, incluindo super foça, voo, regeneração e etc.  A única diferença entre ele e os outros é que o mesmo não consegue absorver tanta energia solar como os outros dessa raça, não podendo assim entrar na forma "super-alimentada" como por exemplo, o Superman.

Visão Espectro Eletromagnética : Superboy pode ver bem na maior parte do espectro eletromagnético. Ele pode ver e identificar sinais de rádio e televisão, bem como todos os outros transmissão ou frequências transmitidas. Usando esta habilidade, ele pode evitar a detecção por métodos de radar ou de vigilância por satélite. Isso também permite que ele veja a aura gerada por seres vivos.

Visão telescópica : Esta é a capacidade de ver algo a uma grande distância, sem violar as leis da física. Embora limitados, na medida exata da capacidade é indeterminado. Em função, ela é semelhante à lente zoom em uma câmera.

Visão microscópica : Esta é a capacidade de ver extremamente pequenos objetos e imagens até o nível atômico.

Visão infravermelha : Superboy do pode ver melhor acuidade nas trevas, e até certo ponto na escuridão total.

Vigor sobre-humano : Superboy é capaz de manter ação física extenuante contínua por um período indefinido de tempo. Este baseado em seu corpo converter a radiação solar amarela diretamente para energia, mas é limitado por necessidades fisiológicas e psicológicas para comer, beber e dormir.

Agilidade sobre-humana - Superboy é dono de uma agilidade extremamente elevada, conseguindo se movimentar de maneiras quase impossíveis.

Reflexos sobre-humanos - Superboy possuí reflexos extremamente elevados, podendo reagir imediatamente a qualquer coisa lançada a si, ataques ou até mesmo perigos.

Super-Respiração : Superboy é capaz de criar ventos com força de furacão por exalar o ar de seus pulmões. Ele pode esfriar o ar quando ele deixa seus pulmões para congelar alvos. Ele também pode reverter o processo de puxar grandes volumes de ar ou vapor em seus pulmões.

Telecinese Tátical : No início, a única superpotência do Superboy foi "telecinese tátil", um campo de força telecinética que rodeia o seu corpo como um escudo protetor e lhe permite simular a velocidade de nível Superman, força, vôo e invulnerabilidade. O campo táctil TK também permite que Superboy se libertar do aperto de um adversário, empurrando o campo exterior para forçar o oponente longe. Outros usos criativos incluem render um imóvel oponente, alargando o campo de TK, desde que ambos estão de pé no mesmo terreno.

Força Telecinética : Sua força total é indeterminado neste momento. Ele, assim como Superman parece ser capaz de levantar quase qualquer coisa que ele pode conceber. Até o momento, ele levantou maior iate do mundo usando sua força telecinética (a façanha de, pelo menos, 500 toneladas); ele foi mostrado mesmo para lançar uma bola de futebol no Mach 5. Objetos levantadas com sua força telecinética não desmoronar sob o seu próprio peso ou tensões internas. À medida que sua força de vontade e concentração melhorar, assim será o seu aumento de força super. Este não realmente contar como super-força, no sentido tradicional, uma vez que Superboy foi preso com correntes que foram cercados por um campo de energia e ele era incapaz de escapar, porque ele não pode afetar diretamente as cadeias com seu poder. Tem sido afirmado que ele é capaz de levantar um navio de guerra que pode pesar entre 58.000 toneladas e acima.

Voo Telecinético : Superboy é capaz de voar a velocidades supersônicas elevados utilizando uma ação reflexiva da sua telecinese, literalmente, arrastando-se pelo céu. Sua concentração é necessária para manter a grandes velocidades. Entretanto, como com sua força, sua velocidade também estava desenvolvendo naturalmente, Superboy é capaz de atingir cerca de velocidades de Mach 5 (1 milha por segundo), mas o limite de velocidade para o seu momento é desconhecida.

Campo de Força Telecinético : Com a criação de um campo ao redor de seu corpo, ele é capaz de resistir ou reduzir o prejuízo de ataques não baseados em energia, fazendo com que o objeto a ser desviado de seu campo de força pessoal. Balas e estilhaços são facilmente desviado. Este campo não repelir gases ou ataques baseados de energia, bem como, embora sua habilidade em desviando ataques de energia está melhorando.

Desmontagem Telecinética: Ao tocar um objeto, Superboy pode causar esse objeto cair literalmente em pedaços. Pode-se supor que ele pode conseguir colocar um objeto de volta, se ele entendia como funcionava o objeto em primeiro lugar. Ele também pode manipular massas sólidas de agregados tais como areia ou volumes de pó, da mesma forma, fazendo com que as partículas individuais de voar para além de uma forma explosiva para criar nuvens de partículas ou um ataque vigorosa. As mãos de Superboy brilham em azul quando ele faz isso.

Explosões Telecinética : Superboy também aprendeu que poderia criar explosões de raios psiônicos com golpes de seus punhos e teoricamente, de todo seu corpo. As explosões que ele emite tem possuí a força  equivalente a 5.000 libras de TNT, mas especula-se que à medida que envelhece este montante força poderia crescer e mudar junto com ele.

Super Audição Telecinética : Telekinetic do Superboy permite que sua audição seja reforçada ainda mais vezes, permitindo assim que a sua super audição fique várias vezes mais forte.

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Allen Forchhammer em Sex Set 16, 2016 11:43 pm


FULL OF COLOR
A

garota a qual eu procurei pela duração de uma música e meia (a medida de tempo que eu tomava como oficial em uma festa) virou-se para mim com um olhar confuso. Franzi o cenho e me ausentei de comentários, a atenção agora estava voltada para a sua amiga a qual eu não conhecia. Minha mão permaneceu estendida por alguns segundos, até o momento em que ela fez um breve aperto de mãos, o tempo que transcorreu durante o ato foi escasso, todavia foi o suficiente para os pelos de minha nuca eriçarem-se com deveras intensidade. Assim que soltamos as mãos, forcei um sorriso no rosto de simpatia, mas talvez o brilho em meu olhar me entregasse, com um pouco de sorte ela não teria percebido que minha primeira impressão sobre ela foi no mínimo estranha e bizarra. — O prazer é todo meu, Charlie. A propósito... — Agitei a minha cabeça levemente para a direita, para a direção em que um indivíduo vinha com a intenção de abordar Charlie, tendo em vista o claro olhar de desejo que ele fixou na morena. Esbocei um sorriso malicioso, deixando explícito para ela o meu pensamento sobre a futura abordagem que viria e assim que ele ficou perigosamente próximo, dei-lhe as costas para a deixar “à vontade” com o desconhecido.

Voltei a atenção para Karma e Frances, a ruiva lhe cumprimentou com um exagerado entusiasmo na voz. ”Quem vê essa simpatia nem desconfia que é brava como uma selvagem.” Pensei comigo mesmo, com os dedos cruzados escondidos atrás das costas num desejo mental de que ela não estivesse lendo meus pensamentos. A simpatia não foi correspondida por minha pequena, tendo em vista que antes de eu me dirigir a Charlie ela havia desferido um tapa na minha mão quando fui a apresentar para Karma, tapa esse que eu preferi não comentar, porém não havia esquecido. Ela apenas retribuiu o aperto iniciado pela ruiva e lhe falou o seu nome. Mordi o lábio inferior com a cena, houve uma tensão muito explícita por parte de Frances para com a minha outra amiga que eu havia arruinado sua noite dias atrás, mas não comentei nada em voz alta naquele momento, apenas encolhi os ombros e esbocei um pequeno sorriso. — Ela não é do tipo extravagante com desconhecido. Não é? — Tentei contornar a situação de uma maneira amigável, e dessa o beliscão desferido no outro partiu de mim para Fran, que se encontrava colada a meu corpo lateralmente desde o momento que a puxei. — Enfim, acho que antes de ir ao bar, sua amiga tem que resolver uma situação... — Tombei a cabeça para o lado, indicando com o olhar o garoto que insistia em a cantar na espera de obter algum resultado.

— Acho que a gente se vê. Me liga quando ver o pacote na sua casa. — Finalizei a frase fazendo uso de uma piscadela simpática e um sorriso de mesmo sentimento. Deixei as garotas para trás e me dirigi em passos despreocupados até o bar, lembrando dos comentários que Fran havia feito sobre o final daquele evento não ter um fim muito bom. Durante o percurso, realmente levei sua palavra em consideração, não havia nenhum monitoramento por alguma força armada, seja ela de domínio federal ou terceirizada nem nenhum atendimento médico rápido, ou algum veículo da saúde que pudesse efetuar uma viagem rápida até um hospital em caso de algum acidente ou uma possível briga. — Eu não acho que vá dar em algo. — Toquei no assunto na véspera do momento em que chegamos ao balcão portátil feito de uma madeira de excelente qualidade, com detalhes decorativos feitos a mão que devem ter custado uma quantia considerável para quem fez o pedido e acarretado um pagamento generoso para quem realizou o trabalho manual. Desvencilhei a garota de meu corpo para poder me encaixar na nuvem confusa de pessoas que lotou as bordas do balcão, me imprensei entre dois corpos e logo me vi em um espaço reduzido que nunca imaginaria que um corpo como o meu fosse ocupar aquilo, porém, mesmo tendo separado os nossos corpos, minha mão segurou firme na sua antes de eu me meter naquele balcão, e eu a segurava firme, por um momento até temi que pudesse estar machucando-a, mas era para ter certeza de que ninguém a levaria embora para longe de mim mais uma vez.

Passei um tempo tentando capturar a atenção do único barman que estava trabalhando ali, e quando finalmente consegui... bem, até hoje não sei como realizei essa proeza, mas foi tudo no trabalho apenas da mão destra. Lhe solicitei dois litros de algum drink aleatório e saboroso que ele pudesse preparar, sendo um litro em uma garrafa de vidro e o outro litro em outra. Revirei os olhos enquanto ele preparava aquilo dançando apenas com a cabeça no ritmo da música, era cômico apenas nos primeiros segundos, logo tornava-se entediante. Efetuei o pagamento e segurei ambas as garrafas na mão de modo firme e com todo o cuidado possível para não deixar cair enquanto me deslocava para fora daquela massa de gente. Voltei a estar de frente para Fran, esbocei um sorriso repentino ao visualizar seu rosto. O sorriso veio de maneira natural e automática, o comando de tencionar os músculos que compreende os lábios nem passou pelo meu cérebro, só tomei consciência que estava sorrindo quando já estava-o fazendo. — Essa daqui é uma especial, uma mistura exclusiva daquele cara lá. — Indiquei o barman com um movimento de cabeça, logo em seguida lhe entreguei a garrafa de vidro destinada a ela e levei a que me pertencia aos lábios. Lentamente, solvi o seu conteúdo. O sabor era inusitado, um tanto quanto exótico, palavras não descreveriam com precisão do que aquilo se assemelhava. A descida pela garganta era leve como uma pena ao mesmo tempo que era pesada como chumbo concentrado, o teor alcóolico estava nas alturas, e até para um superorganismo como o meu, beber muito daquilo resultaria em uma puta ressaca. — Se eu fosse você, não me aventurava a ir além do litro. — Falei com o cenho franzido num tom de advertência, em seguida deslizei a ponta da minha língua para o canto de minha boca com o intuito de limpar uma gota saliente.
Wieffering, Sisyphos:
• Espécie: Kryptoniano
• Nível: 3

♦ super força,
♦ vôo
♦ visão de calor
♦ visão de raio-x
♦ visão telescópica
♦ super audição
♦ sopro congelante
♦ velocidade sobre-humana
♦ regeneração
♦ longevidade
♦ invulnerabilidade

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 30
▲ Vigor: 20
▲ Resistência: 15
▲ Velocidade: 15
▲ Carisma: 10
all pressed in black and white;
funebrius


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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Martha Duckworth em Sab Set 17, 2016 9:23 am














If you want take a peek and run away




Ela se sentia perdida no meio de tantas pessoas. Tantos rostos que ela desconhecia e por momentos teve saudades de casa, das pessoas que lhe sorriam todos os dias de manhã, lhe desejando um bom dia. Queria um beijo da sua mãe, um abraço do irmão. Mas em Gotham não existiam essas coisas simples da vida. Ali, tudo era mais complexo do que parecia, a corrupção reinava, os jogos que garantiam a ascensão social de cada um eram frequentes, tudo ali era falso. Ninguém se importava com os valores morais de uma sociedade justa, cada um apenas olhava seu umbigo e pouco se importava com o resto, desde que atingisse seus objetivos.
Ainda assim, Martha sorria como se tal coisa não a afetasse, era seu jeito de se misturar com aquelas pessoas, de se enturmar na cidade.
Como que se alguém ouvisse seu desejo de se conetar novamente com o passado, uma voz falou, uma voz que ela sabia que conhecia mas não lembrava a quem pertencia.
Quando se virou para encarar o homem não o reconheceu de imediato.
- Derek? - perguntou ainda em dúvida, percebendo depois que era realmente ele. - Derek!
Imediatamente avançou para o seu abraço, como se isso fosse a única coisa que importasse naquele momento. A ponte de ligação entre Gotham e sua casa. Os dois se conheciam do Canadá, haviam sido amigos durante muito tempo mas circunstâncias que ela desconhecia fizeram com que ele se afastasse.
- Você mora em Gotham? - era uma pergunta entoada com espanto, Martha realmente não esperava encontrá-lo ali depois de tantos anos. - O que está fazendo aqui? Me desculpe tantas perguntas mas estou realmente surpresa, não esperava encontrá-lo.
Não depois de tanto tempo...








Informações:

Espécie: Meta-Humana

Poderes: Criocinese & Voo

Atributos: Força: 8
Inteligência: 9
Resistência: 20
Velocidade: 12
Vigor: 14
Carisma: 7



_________________


I'm gonna fight 'em off
A seven nation army couldn't hold me back

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Ian Chadwick em Sab Set 17, 2016 9:26 am

wreak havoc

Havia uma quantidade imensurável de indivíduos diferentes que se mesclavam uns com os outros no ambiente. Seguir um sequer com o olhar era quase impossível até para um portador de um gene metahumano que tornasse a tarefa menos complexa. Todavia, os olhos de Ian eram ágeis e intensos; conseguia engajar determinação no ato de bisbilhotar os outros presentes que eram encharcados por tinta enquanto gritavam e pulavam.

A movimentação era difícil de ser seguida, no entanto, uma conversa paralela, não. Uma garota ruiva detinha os mesmos olhos cansados e entorpecidos de Ian e apresentava certo desconforto em acompanhar um simples cumprimento.

“Concentre-se.”, Ian disse a si mesmo, e repercutiu a frase na própria mente incontáveis vezes até que o eco soasse como um sussurro.

O silêncio trazido pelos tampões industriais auxiliava no foco. Sentiu um leve desconforto preencher todo o corpo, seguido de uma onda tenra de calor. Seus braços apresentavam maior rigidez e toda a sua extensão corporal, por um momento, não pareceu a mesma. Depois de obter sucesso em captar os poderes da marciana, Karma, que, provavelmente, passou pela mesma sensação desarmônica que Ian por um instante, Chadwick se perdeu na multidão.

Em um segundo, estava caminhando até o bar. Em outro, sequer conseguia sentir as pernas e os braços de tanto saltar e acenar. A telepatia descontrolada o abonou com os devaneios de uma multidão inteira. Os tampões não eram mais um empecilho ao barulho. Quando enfim retornou às próprias faculdades mentais, as vozes inundavam sua cabeça em uma maré de zumbidos distorcidos e importunos.

Tentou descer o olhar até as palmas das mãos, mas não conseguia as localizar — ainda que fossem parte do seu corpo. Depois de certo tempo, as células remontaram-se e tornaram-se visíveis como o de costume. Ian tentou retornar à mente da marciana, intuindo acessar suas memórias e descobrir como restaurar a autoridade sobre o próprio corpo, mas não conseguia mais encontrá-la nem com os olhos e nem com a mente.

O heroi partiu em uma caminhada sem rumo. Entre um resvalo e outro, parecia atravessar os ombros e braços que cruzavam sua passagem. A perspicácia do reencarnado não o desamparou. Retirou os tampões dos ouvidos e, talvez acobertadas pela música estrondosa, as vozes desapareceram. As suas mãos eram reais e palpáveis novamente. E, finalmente, conseguia ouvir os próprios pensamentos.


info:
Ian Chadwick, 21 anos, reencarnado [Black Alice], nível 3.


Bastante semelhante ao mimetismo empático — a absorção de poderes, habilidades e memórias através do contato físico —, a Incorporação habilita o seu portador de replicar gene metahumano de algum conhecido (estando o alvo dentro do campo de visão ou não) por um tempo limitado, que varia tanto do estado atual do utente quanto da nivelação do poder em questão. Para que, de fato, a habilidade seja copiada, é necessário que se tenha visto o uso das mesmas pelo menos uma única vez.

Assim como qualquer outro indivíduo que se vê no uso de projeções energéticas, mágica ou afins, certa estranheza é causada no início, impedindo que se tenha total controle sobre o poder absorvido logo no primeiro uso. A perícia pode ser adquirida conforme a utilização se torna frequente.

Muito embora não sendo permanentes em qualquer hipótese, as consequências do uso imponderado são, também, variáveis. São possibilidades que vão desde uma leve tontura ou uma breve náusea até um estado catatônico físico ou mental que dura por horas consecutivas.


Energético
Força — 10;
Inteligência — 10;
Resistência — 15;
Velocidade — 10;
Vigor — 20;
Carisma — 15;

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Nivea W. Fenty em Sab Set 17, 2016 10:38 am



What do we have here?


Nivea pairava sobre a multidão quando avistou Santino se aproximando. Ele viera tal como ela esperava. Naquele momento sentiu uma pontada de felicidade e borboletas surgindo no estômago como se fosse a primeira vez que via aqueles cabelos castanhos indomáveis. Sorriu de canto e fingiu dedicar sua atenção atenção a outra coisa qualquer, percorrendo com seu olhar o ambiente da festa. Ela voara até ali para presenciar aquilo? Até um funeral seria mais divertido mas agora com a presença do italiano as coisas mudariam.
Nivea desceu lentamente até o chão, jogando seus longos cabelos para trás e se aproximando do homem.
- Sabia que você viria. - disse, rodeando o pescoço dele com seus braços e se inclinando para o beijar.
Mais uma vez a kryptoniana conseguira o que desejava, talvez os entendidos chamassem isso de manipulação mas para Nivea a concretização de seu desejo apenas demonstrava que Santi também gostava dela do mesmo jeito. - Para quê perder tempo com um jantar quando podemos nos divertir aqui?
Seus olhos brilhavam perante a possibilidade de criar alguma confusão no local e seu sorriso sugeria mesmo isso. Passou a mão pelo rosto barbudo do homem e o olhou como que suplicando para se juntar a ela. Por momentos notou que ele segurava dois casacos no braço, tão atencioso. Ele realmente se importava e isso a deixava feliz.
- Agora, eu preciso de algo para beber!
Assim, a mulher segurou a mão de Santi e o arrastou pela multidão em busca de um local onde pudesse pegar uma bebida, de preferência alcoólica para depois sim, dar início a festa.

Informações:


espécie: kryptoniana

poderes: — super-força: o seu poder de ataque é poderoso, notavelmente acima dos humanos normais. não possuem dificuldade alguma em destruir paredes metálicas com um soco qualquer;
— voo: tem a capacidade de ficar suspensos no ar, assim como de sair fora do planetar, ao manipular a gravidade sobre os próprios corpos, fazendo com que esta seja eliminada;
— visão de calor: ejetando uma rajada de tom avermelhado de suas córneas de altíssima temperatura;
— visão de raio-x: como um aparelho de raio-x, conseguem enxergar a estrutura ósseo dos seres, até mesmo através de paredes;
— visão telescópica: o sentido visual é mais apurado que os humanos normais, podendo dar zoom;
— super-audição: semelhante à visão, os kryptonianos são donos de uma audição incomum, assim, ouvem algo a quilômetros de distância;
— sopro congelante: diferente da visão de calor, o sopro do kryptoniano é gélido, congelante. eles não têm dificuldade alguma em congelar alguém com o sopro;
— velocidade sobre-humana: a velocidade é muito acima dos humanos, seja andando/correndo ou voando, atingindo, certas vezes, km/h.  ;
— regeneração: recuperam-se de ferimentos com velocidade absurda, porém, depende da gravidade do mesmo;
— longevidade: vivem muitos anos;
— invulnerabilidade: balas e qualquer coisa feito de metal não afetam o físico do kryptoniano, que é como uma parede espessa.

atributos: força: 26
inteligência: 10
resistência: 08
velocidade: 12
vigor: 07
carisma: 07


 


_________________



Hail Mary

I ain't a killer but

don't push me

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Sebastian Caine Fawkes em Sab Set 17, 2016 5:48 pm

Não fosse pelo isolamento místico ao qual todo o prédio estava englobado, decerto o rugido sofrido daquela entidade imunda seriam suficientes para arrepiar até mesmo os mais corajosos dos mortais alheios. – Vou perguntar uma última vez, seu espirro de pica do capeta. – Indagou, próximo o suficiente para sentir a respiração ofegante e descompassada do ser aprisionado. A seriedade visivelmente à mostra em cada minúsculo soneto audível, disparado pelos lábios ríspidos de um homem apto à ir muito além de ameaças para concluir seus objetivos. - Não me faça repetir, porque eu não vou. Onde está a maldita criança? – Prosseguiu. De frente à palma destra, uma espécie de rito brilhante e azulado dava forma à uma simbologia arcana adversa. Premissa evidente para uma possível feitiçaria futura. Em passadas curtas e desleixadas, afastou-se da “vítima”, tornando a direcionar-lhe a palma enfeitiçada.

- Eu já lhe disse, mago. – Dissera a besta, forçando um sorriso sádico que falhava em muito seu verdadeiro estado apavorado. Os dentes, pontiagudos e amarelados, eram um par conveniente diante daquele desastre da natureza; um bípede seminu de pele completamente arroxeada, tortos chifres em evidência e uma feição digna de uma cria proveniente do próprio inferno. Entretanto, cercado por runas e feitiços predispostos, o predador não era mais que uma presa débil de frente ao demonólogo. – A criança está morta, e eu mesmo me certifiquei disto. Devia ter visto o rosto dela, ma... – Engasgara em meio ao discurso. O ar em torno da criatura parecia distorcer em torno de seu próprio eixo. Uma pressão piamente cinética que englobava- lhe o corpo como se estivesse prestes a esmaga-lo. Em questão de instantes, o sorriso hediondo que, outrora, estampava-lhe o rosto, agora, cediam lugar ao semblante lastimoso, à medida em que seu corpo se contorcia.

- O inferno seria muito bom para um resto de aborto como você. -  Disparou o mago, aproximando-se de seu cativo. Feições sérias e sorrisos ardilosos à denotarem o deleite que lhe preenchia ao ver o demônio remoer-se de angústia. – Você irá para o céu, chapa. – Continuou, aproximando seu rosto ao da besta incapacitada. – Sabe o que anjos adoram fazer com patifes como você? Pois é. Eles enrabam, e enrabam com toda a maldita graça divina. Você logo saberá. – Completou e pôs-se a menear as mãos. Os dedos à dançarem de forma tortuosa, à medida em que o mago prosseguia com sua conjugação. Segundos adiante, um novo ideograma mágico surgira em torno da palma destra. Abruptamente e sem delongas, levou o palmo ao solado emadeirado do recinto, recitando uma pequena prece. Continuamente, o selo que jazia abaixo da criatura entrara em uma erupção ofuscantemente pálida. Um portal dimensional momentâneo que cessara instantes após, levando consigo toda a existência contida ao seu redor, incluindo, é claro, a besta em destaque.

- Punheteiro. – Ladrou em vão, apalpando os bolsos do sobretudo em busca dos cigarros. Levou um dos palitos aos lábios, utilizando-se do isqueiro para inflamar-lhe a ponta. Por fim, galgou rumo ao piso superior, abandonando o porão aos vestígios mágicos que lhe restavam. Ao térreo da mansão isolada, vagava despretensiosamente rumo ao sofá quando o smartphone lhe desviara as atenções; o alerta sonoro do telefone móvel introduzia-lhe à uma possível mensagem, do que, de fato, se tratava. Dentre os variados números que portava, aquele, em especial, se tratava de uma linha pessoal e exclusivamente reservada aos mais próximos. Talvez por isso fosse sua linha menos requisitada. Dentre aquele grupo seleto de amizades, fosse quem fosse, era, de sempre, sabido que o mago pouco se interessara por convenções sociais ou futilidades obsoletas. À caráter de seu predecessor, o gênio ríspido e obstinado pouco se enquadrava às suas relações paralelas, muito embora fosse magistral em construir inimigos.

Praquele caso, entretanto, decidira dar-se ao luxo de uma exceção. Por um instante, inegável, ponderou em ignorar completamente àquele convite e estirar-se na primeira plataforma acolchoada que encontrasse à frente, mas optou por responder-lhe ao chamado. Dirigiu-se à ducha afim de livrar-se daquele odor – literalmente – demoníaco, e optara pelos tradicionais trajes brancos os quais a ocasião demandava. Um pé no saco, diga-se de passagem. – Mamãe ficaria orgulhosa. – Troçou para consigo mesmo, enquanto admirava seu reflexo no espelho com algum desprezo. Concluindo ao ato, vestiu-se do sobretudo igualmente pálido e prostrou-se à deixar a residência, certificando-se de que não havia se esquecido de quaisquer detalhe frívolo no trajeto. Por fim, adentrara ao automóvel clássico, traçando rumo aos confins da deplorável Gotham.

...


Era, de sempre, interessante observar à como aquela cidade se mobilizava para a comemoração daquele evento; diferentemente da habitual cidade de Gotham e seu clima sombrio e pouco acolhedor, naquela data, seus trejeitos triviais cediam espaço à um ambiente inteiramente discrepante. Cidadãos dos cantos mais remotos da metrópole se encontravam em harmonia, entregando-se ao festejo daquela qual considerada a maior congregação da história da cidade. Um verdadeiro antro de cumplicidade, que mais lhe parecia uma convenção de profissionais da saúde. Optara por encostar o carro em uma esquina remota, carente da multidão que se instaurava ao centro e galgara tranquilamente rumo ao alvoroço, priorizando o encontro com a silhueta de Íkaros, que, àquela altura, provavelmente estava à sua espera.

E assim o fizera. Caminhara por um curto período de tempo até que o rapaz lhe viesse à vista. O próprio se manifestara quando constatara que Sebastian estava próximo. -  Não me culpe, doutor. -  Retrucou, usufruindo do mesmo tom maroto. – Sua mãe é uma criatura difícil de lidar. -  Completou e então prostrou-se ao seu lado, forçando o sorriso dúbio de quem possuía convicção suficiente para saber que o companheiro entenderia a piada. – Você fuma demais, pra quem não tem um fiapo de pelo nessas bolas. – Prosseguiu com a troça, salientando às piadas retóricas relacionadas à idade. – Guarde esses pra você. Meus pulmões têm seu próprio veneno. – Completou e pôs-se a apalpar os bolsos do sobretudo, buscando pelo sua própria carteira de cigarros. Com esta em mãos, muniu-se de um em aleatório, levando-o aos lábios. – Todas essas pessoas juntas nesse inferno de cidade e eu só consigo sentir o cheiro de merda. - Manuseou o isqueiro que sacara seguido do cigarro, faiscando-o sobre a ponta do palito. – Talvez seja só o cheiro de Gotham.


 
T.H by Shine

_________________


U BETTER CALL DADDY
CAUSE STRANGER THINGS ARE COMING  

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Christopher Arsenáult em Sab Set 17, 2016 8:57 pm

What does that even mean?

ELIOT

Almost. It’s a big word for me. I feel it everywhere. Almost home. Almost happy. Almost changed. Almost, but not quite. Not yet. Soon, maybe. I'm hoping hard for that.
Algo ali pareceu sofrer alterações curiosas. Merecedor de ser destruído assim que um contato cansado se findasse a algum trapo que o fizesse adormecer. A troca de desafios estava o fervendo criando um rubor simples abaixo dos olhos. Eli era esperto em imaginar que a democrácia do mais velho abolia altas exposições e atendendo tal expectativa do que cria ser alguém a altura, declamou :  

- Se tentasse mexer com a minha liberdade, existiria muito mais que um simples problema, Coldwater. - Respondeu com ressentimentos de seu tom fugaz ter se esvaído sem demandas.

E então sem levantar o olhar ,como um tratamento de silêncio mútuo, sua impertinência fora desfrutar dos dedos alheios tocarem a gola branca pedida na ocasião pública. Os traços de suas sobrancelhas  escuras, fizeram um arco duvidoso posteriormente afiado. Os glóbulos pouco luminosos devido a inescrutável arte de pensar enquanto via a sombra crescer perto de si :

- O que o faz ficar diante de alguém que pode matar então? - As vistas elevaram-se a grau complexo contra as do outro. A garganta arranhava em uma tranca involuntária quando apenas, os minutos já lhe eram praticamente insones. Lhe incomodara com mais peso aquela mudança tão repentina. Eliot poderia ser muitas coisas. Coisas que talvez a Sk, não ficasse a embargo de concluir o que era. Confusão. Aquilo chamava-se problemas a um de seus subconscientes acordados. Outros diziam que era inevitável não notar que os olhos claros dele, tinham a tonalidade natural do verde mesclado com o azul do céu. Chris gostava de azul. Mas aquilo era o tipo de tom que o assustava, pois era a mesma marca de refúgio dos sonhos. A água também usufruía a mesma aparência porém, em simples cristais. Os contornos exagerados, a profundidade das órbitas roliças. Eliot era uma criação confusa da mãe natureza sugestionando não ser fruto de uma cobiça comum.- talvez para o estrangeiro isso fosse mais dados alarmantes.- as pessoas que se aproximam dele disputaram guerrilhas para que não o perdesse.

Ele no entanto, não queria que Eliot fosse o seu refúgio. Também não queria se afogar na imensidão de suas íris sem poder pedir socorro e que muito consequentemente seu reflexo instaurado nas regiões escuras do mais novo, morresse. O anti podia ser isso se quisesse. Uma grande avenida de corvos ou como Coldwater havia mesmo declarado em veneno, dono de lugares abandonados e desinteressados ao restante do mundo. O fato muitas vezes incontroverso era o de Christopher ser apaixonado por ambientes assim. Quem diria pessoas misteriosas? Algo redundantemente rico de informações pra justo um que possuía compulsividades a adquiri-las.


Estava ganhando medo por um meio invisível e estranhamente diferente. Se fosse perito em observar ataques diretos que envolvessem o físico e brutalidades, ações com cuidado e íntimo eram-lhe um novo problema. Suas veias se abriram atentas, mas seu sorriso banhado de glória e viciado por corridas alucinantes se estendeu. O que era um jogo de palavras para quem gostava de tais? Um ato tão simples como beber um copo de água e com relação a fria sensação de possivelmente sofrer um envenenamento, não escondeu onisciência :

- Ao que parece, não sou o perigo ameaçador que a sociedade se depara. Talvez eu precise ter medo mesmo. - Pausou por um longo momento, procurando silabário propício para dar continuidade. O moreno retomava, ainda mais próximo e ludibriosamente a uma transferência de frases tão organizadas e curiosamente chamativas ao polonês. Não haviam pessoas a sua volta. Aquilo tornava somente a visão clara de espectros vazios. Pessoas por si só tinham nada mais do que neblina até encontrar algo que as preenchesse e a seu caso, ameaças polidas lhe alimentavam espirituosamente. Escutou falar de sua mãe, deixando as pupilas rapidamente dilatarem em reações pecaminosas da noite. Um rosnado baixo ficou sem vida ao trato que recebia cruamente íntima. Ao que lembrara, sua figuração em vida terrena jamais permitia ocorrer.  Tornou-se totalmente quebranto com as falas seguintes :

- Isso é o feito perfeito de um Wøjkiëwic. - A verdade ; Encontrei-me com Raphael. O mesmo parou e eu o encarei por debaixo das luzes que zumbiam dos postes da rua. - Nós lutamos. - O golpeei, mas cai. Levantei-me e de repente tudo parecia girar. - Gostamos disso. - Levei mais um murro e desmaiei.

Palavra por palavra, pausa por pausa lhe dadas com relação a família atribuem-se a contusões crescentes em todo o corpo. Os Wøjkiëwics brigavam e apanhavam. Contudo, restava ao mais velho as fraquezas físicas e sob essa condição, intitulava-se um gênio.

Um gênio por resistir.

Adiante, o jovem adulto aplicou um olhar recluso e completamente vulgar. Os detalhes mais carniceiros e lhe notáveis, eram de ir de um cavalheiro e a um ser criado nas ruas. Uns comentavam  que transmitiam charme e sutileza. Os mais velhos no entanto, alegavam uma impiedosa recusa de usar a educação tradicional. No fundo, Chris não ligava a menos que fitasse a expressão consternada de quem amava. Porém quem seria os dignos desse título?

- Você mesmo, precisará se convencer do bom trabalho para que morra completamente. Não seria um ato tipicamente metafísico? Ou um privilégio eu morrer apenas em corpo? Pois se algo que aprendi com o tempo, era de que pessoas mundanas possuem um costume faceiro de eternizarem aspectos dentro de si. - Antes que desse por encerradas todas as meras insinuações fechadas, a coluna inclinou minimamente aprochegando os lábios de um dos lados do rosto palidamente emoldurado pela terra. Seus pulmões se encheram do odor levemente fecundo e permitiu o calor de seu hálito vaporizar sob a pele dele. Podia sentir a mesma sensação o rebater como um espelho :

- Morri na sua frente três vezes e você gostou. Será que, na realidade seria assim? Isso que você tem bombeando aí dentro, gostaria de saber o que o cérebro planeja? Acorde, Eliot. - O tênis emitiu um ruído distante dando prova que ele já se reerguerá o fitando. Os lábios foram lubrificados instantaneamente tomando ar em reverência do falado :

- Em outras palavras, adoraria ser a causa da indigestão e morte da sua nobre mascotinha. - Riu com a mentalidade esquisita que tinha ao pensar no universitário, precisando fatiá-lo sofregamente com o maquinar dos braços extremamente finos e inúteis de forças para servir um banquete ao animal. Contrastou também, que nem sua pele e seus ossos fossem valiosos. Escutar a declaração com gentileza, o loiro se sentiu ligeiramente ofendido depois pensou melhor e assim acabou se sentindo uma das melhores pessoas que já pisaram no mundo ao ser incluso a uma escolha até por fim, um lixo descartável. Ele conseguia subir e descer com o seu ego. Era algo redondamente incrível ou absurdamente besta.

O queixo pesou inclinado a mínima fenda possivelmente capaz de enxergarem. Sua respiração descompassou sem ter mérito do que fazer prosseguindo o interesse alheio ocasionado a tê-lo ali, encoberto pela crosta escura :

- Disse um projeto… Algum rato grande que quer matar ou será que o serial killer de créche quer mesmo dominar o meu mundo? - Questionou com certo deboche afazendo do rosto sério tingido.

Informações:

INFOS :
- Meta-Humano ; Økt
- 24 Anos.
- Rajada Psíquica + Super-Resistência.
- Especialização Persuasiva.

ATRIBUTOS :
Força -15
Inteligência -10
Resistência - 10
Velocidade -15
Vigor - 10
Carisma -10
TH

_________________



avatar
ASSASSINOS
27

Em qualquer lugar, que seja longe de você.

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Nícola Elsternwick McBrax em Sab Set 17, 2016 11:19 pm





Wreak Havoc



Yeah! He found a six-shooter gun
in his dad's closet, with the box of fun things.
I don't even know what,
but he's coming for you. Yeah, He's coming for you!



Do alto daquela escada de incêndio, o homem podia observar toda a extensão do parque, que estava infestada de pessoas vestindo branco, alguns carros com músicas altas e embora não conseguisse identificar por conta da distância, certamente estava sendo uma festa regada a bebida alcoólica e com aquelas típicas quantidades alarmantes de drogas ilícitas. — Patético. — Suspirou ao ver aquela cena que se desenrolava ali. Embora fosse um Watchmen e não fosse precisamente um herói, queria fazer o possível para manter a cidade em ordem para não ter que passar o fim de semana ajudando na reconstrução de algo ou recolhendo os destroços dos prédios destruídos. Uma maneira eficaz de se camuflar entre as pessoas comuns eram agir como elas, se vestir como elas e falar como elas.

Logo ele saiu daquele lugar, ajeitando suas roupas completamente brancas enquanto ajeitava o coque em que seus cabelos estavam presos, aquilo o deixava com uma aparência mais jovial e ele certamente poderia usar isso de vantagem para passar como um participantes daquela festa que para Nícola parece algo um tanto quanto infantil. Ir todo de branco e colorir a roupa com uma espécie de pó colorido? Era quase um desperdício de tecido bom se ele não soubesse lavar bem as roupas para retirar aquelas manchas desnecessárias, mas para um bom detetive, aquilo bastava.

Ele olhou para as mãos enquanto um fino raio esbranquiçado atravessa seus dedos, era como uma brincadeira para ele. E como todos estavam vestidos de brancos, era quase como apenas um reflexo mas ele logo cessou aquela brincadeira, sabia que poderiam existiam pessoas que não era tão normais ali e poderiam notar aquela curta demonstração. — Só preciso disso. — Resmungou enquanto olhava a sua volta, andando calmamente entre a multidão enquanto procurava algum ponto mais alto, para que ele conseguisse ter uma boa visão de toda a área sem ter que se distanciar muito. Seu intelecto avançado poderia ser uma boa ferramenta naquela hora, queria calcular a quantidade de pessoas no local e usar algumas estimativas para descobrir quando tinham alguma habilidade especial, e até quais eram elas. Sempre era bom manter uma database com coisas tão preciosas.

Informações:

1. Informações gerais:
▲ Nícola Elsternwick McBrax - Nebulosa
▲ Watchmen
▲ 32 anos

2. Níveis e atributos:
Nível 1
Especialização: Intelectual

Inteligência: 24
Força: 14
Vigor: 14
Resistência: 13
Velocidade: 15
Carisma: 10

3. Poderes e Habilidades
Primários:
    ▲ Absorção e Manipulação de Energia Cósmica.
Secundários:
    ▲ Super Inteligência.


THANK YOU SECRET!

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Avery Lœw.-Björkwald em Dom Set 18, 2016 4:04 am


ONE BIG ROOM
FULL ALL BAD BITCHES

A balburdia poderia ser ouvida pelos arredores do parque. Lá, manifestantes contentavam-se em festejar uma data que tratava-se de um feriado. Avery franziu o cenho, não compreendendo de imediato as motivações por detrás de tal festividade. Ademais, caso passasse mais alguns minutos dentro daquele carro, provavelmente seu humor sucumbiria para o lado negativo de seu ser e então, ele viria à tona. Suspirando baixo, concentrou-se em não deixar abalar por tal infortúnio, virando o rosto em direção ao motorista do veículo em que estava. Ordenou que ele parasse a poucos metros do que seria a entrada do local, podendo partir assim que ela saísse do automóvel. Sem questionamentos, sem justificativas; o ato de serventia do homem contratado pelo pai da garota era feito sem rodeios, do jeito que a alemã apreciava. Por conseguinte, deixou de sobreaviso que não retornaria tão cedo para a residência, recebendo apenas um aceno afirmativo do outro, que tomou partida e distanciou-se nos momentos seguintes.

(...)

Os olhos brilhantes estavam atentos a cada movimento inerente ao aglomerado de indivíduos dispostos em trajes tão esbranquiçados quanto o que ela usufruía. O modelo compunha apenas em um vestido rendado simples, findando próximo aos joelhos; a peça dava proeminência aos cabelos escurecidos, vangloriando de igual modo as tatuagens dispostas pela tez sardenta da jovem.
Esboçou um sorriso de escárnio enquanto mantinha-se a alguns metros dos corpos dançantes, que moviam-se de acordo com a música ensurdecedora presente no local, proveniente daquela festividade; curiosamente, o objetivo de tal comemoração, para os civis, relacionava-se de forma antagônico com a onda de criminalidade na região. A morena soltou um breve riso mediante a tal pensamento, à medida que preparava-se para vaguear por entre os festeiros. Iniciou as passadas com cautela, esperando internamente não reencontrar um conhecido naquele ambiente.

database:
Joker. Reencarnada. Nível 3.

Atributos:
Força - 10
Inteligência - 20
Resistência - 15
Velocidade - 10
Vigor - 15
Carisma - 10

Habilidades: INTELECTO REFORÇADO é o primeiro talento visível, herdado de Joker. Decerto é curioso notar que, embora Avery esteja caracterizada como uma humana "comum" - uma vez que ela não possui poderes mutantes-, muitos consideram a inteligência exacerbada da morena uma espécie de arma, devido ao fato da mesma possuir farto conhecimento em ciências, tais como química, engenharia, e armamentos explosivos. Quando aliada à personalidade excêntrica e doentia do palhaço do crime, transformam-na em uma pessoa perigosa, mestre em improvisação, capaz de passar por cima de tudo e todos para ter o que deseja. Avery torna-se, então, praticamente incontrolável e inconstante, não parecendo ter noção moral do certo e errado, utilizando-se da perspicácia e raciocínio rápido para ludibriar e controlar quem quer que seja, a fim de salvaguardar sua sobrevivência e semear o caos.

A RESISTÊNCIA À TORTURA E DOR configura uma capacidade inata à Avery, já que a mesma possui facilidade em não sucumbir mental e fisicamente ao ser exposta a situações de tortura, ocorrendo tal resistência também quando relacionada à dor. Alguns dizem que, pelo fato da mulher ter sido submetida ao masoquismo no início de sua adolescência, ela acabou tornando-se indiferente para com as sensações negativas causadas por esse tipo de perversão, fazendo-a suportar as consequências por detrás de atos que possuem viés semelhante. Por outro lado, o COMBATE CORPO A CORPO, enquanto aliado à velocidade e imprevisibilidade inerentes ao ancestral imposto na descente, habilita-lhe a uma luta caótica e intempestiva, atribuindo-lhe como conhecimento em alguns tipos de lutas, sabendo como causar imobilização imediata. Não obstante, a INTIMIDAÇÃO lhe assegura poder verbal para comandar ou controlar respeito através do uso de medo. Comumente, a habilidade engloba, dentre outras coisas, ameaça física, expressões ameaçadoras, manipulação emocional, insultos verbais, constrangimento proposital e/ou ataque físico real.

Devido ao fato de ter passado metade de sua vida em meio à produtos químicos, muitas vezes nocivos para sua saúde, adotou certa singularidade no que diz respeito aos efeitos provenientes dos gazes manipulados, o que a concebeu IMUNIDADE A TOXINAS E VENENOS. Por último e não menos importante, Avery detém PERÍCIA EM ARMAS DE FOGO E ARMAS BRANCAS, o que torna-a apta para manusear quaisquer objetos pertencentes à categoria de armas de fogo - a exemplo, revólveres e pistolas -, e armas brancas, tendo apreço por facas e punhais.

thanks

_________________


        — Come on & let me in;

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Damian Fairchild em Dom Set 18, 2016 5:22 pm


Stars are only
visible in darkness,
Fear is ever-changing
and evolving.

✩✩✩


O sol a pino faz-me crer nas possibilidades de um cataclismo.
Nico discorda, alegando que os presságios caraterizam frutos da minha imaginação. Uma forma educada de culpar meu distúrbio.

No entanto moldava planos para o restante do dia e assim presto assistência a suas necessidades ajudando-o com o vestuário, ciente do pedido feito como desculpa para me abster de agouros. Segundo ele, a habilidade que detenho em mesclar tons sempre dava resultados surpreendentes, algo do qual costumo me orgulhar. A sensibilidade com as cores me é realmente natural. Por exemplo, este momento carecia de índigo; simbólico à vida, distração, energia. E festeiros convictos - ele pelo menos era - daria um toque estupendo no nosso estado de espírito. As ocorrências seriam incertas, sobretudo, apenas risos e a festa regada a álcool. No fim ele opta por violeta - algo que não me surpreende - enquanto busco adequar meu corpo aos trajes referentes o look programado. Ponho o blusão alvo demasiadamente grande como quem veste uma armadura, conseguinte, a bermuda jeans.

— Tem certeza que é uma boa ideia sair sem convidar os outros, irmão? — reforço a incerteza por intermédio de um timbre fraco que me escapole, contestando-o, e a custo evito contato visual. — É só mais uma festa. Uma sessão de filmes acompanhada de muitos doces seria melhor e animaria a todos. Procurando Dory ainda está em cartaz? — sei o quanto Nico pode ser insubmisso - e como sei - mas fazê-lo mudar de ideia nunca é sempre um trabalho em vão. Excedendo-se a tentativa atual.

Submeto-me logo a seus caprichos, apesar de detestar com todas as minhas células e átomos conciliar laços com desconhecidos - festas servem para isso, certo? - uma vez que as raras ocasiões se deram por acaso, mediante necessidades das quais me envergonho; afogamento, refúgio, ressuscitação, problema psicológico e outras múltiplas desgraças. Cerro as pálpebras costurando um riso cordialmente animado e muito bem dissimulado em minha face, subtraindo o infame ar negativo impregnado em minha alma atormentada. Eu poderia protegê-lo - quem dera - de quaisquer eventuais situações. Fiz dessa mentira uma verdade, inspirando oxigênio o suficiente para relaxar.

— Você está excepcionalmente lindo, irmãozão! Vamos? Vamos. — conjecturando elogio e puxa-saquismo, tomo seus dedos entre os meus em um aperto de mão que não foi muito bem recepcionado - ele demonstra odiar quando imponho afeto para com ele - e percorro a extensão do corredor, aproveitando da minha força descomunal para arrastá-lo do cômodo aconchegante que era o seu quarto.

Seria um luxo poder me encaixar tão bem quanto ele nessa sociedade ímpia.


✩✩✩


A música alta me assusta. Abraço protetoramente meu próprio corpo enquanto avançamos pela multidão, Nico ao meu lado de semblante indecifrável. E me ocupo a andar de fininho, pé ante pé, envergonhado demais por estar no meio de tantas pessoas estranhas e potencialmente perigosas. Nunca soube me comportar com decência e isso desencadeia o suprassumo da minha crise obrigando-me a abaixar a cabeça diante a qualquer um que plane olhares curiosos sobre minha pessoa.

— O que quer fazer agora? Eu não pretendo dan... — recuo, impossibilitado de completar a frase após receber o impacto de um corpo musculoso demais para deixar passar a dor do baque. — Ei! Você deveria pedir desculpas por ter esbarrado em alguém. — frustrado com a má educação alheia, volvo então Nico com meus reluzentes orbes furiosos. — Isso é tudo culpa sua, cabron! — e bato em retirada, pondo em ímpeto uma marcha desastrosa para o mais longe possível da aglomeração que me sufoca. Ignoro os jatos de tinta que implodem contra meu peito - aliás é parte de um happy holi - o rubor abismal tomando as maçãs do meu rosto quase que concomitante.

Em momentos assim, procuro ir embora sem titubear. Entretanto, recordo-me de que ninguém estaria em casa à minha espera, e a solidão é cruel demais para que eu pudesse aturar sozinho. — Pode me dar um desses, por favor? — o atendente da barraquinha de sorvetes transmite uma bondade que me cativa ao recepcionar meu pedido de bom grado e ali espero, lutando com os pensamentos que direcionavam a uma reconciliação com meu consanguíneo. Sem dúvidas, sou o mais infantil dos três, e não é definitivamente um defeito, mas sim uma deficiência visível no meu temperamento arredio.

E de longe, apenas um observador do evento, percebo que não é uma total perda de tempo permanecer na localidade. A alegria preenchendo-me tal qual meu corpo da energia solar, enxotando para um lugarzinho distinto a chateação e as lágrimas que jazem acumuladas nos meus cílios. Em demasia, prontificava-me a ser, sem querer, emotivo demais.

Torcia, somente, para que o turbilhão de sensações não agravassem minha psico e destruísse - se possível - a diversão de Nico, onde quer que ele estivesse.

adendos:
Informações.
Marcel Rossweise; 17 anos, reencarnado (Estelar), nível 3.

Superpoderes.
ABSORÇÃO DE ENERGIA, possui o corpo biologicamente capacitado para absorver os raios ultravioletas de modo a usá-los como combustível e adquirir habilidades sobre-humanas, podendo fortalecer-se tanto durante o dia quanto durante a noite sem se preocupar com o desgaste físico. Entre o vasto arsenal de possibilidades que podem ser otimizadas, a SUPER-FORÇA, SUPER-AGILIDADE e SUPER-DURABILIDADE são as mais notáveis. É capaz de destruir prédios com um único golpe a realizar atividades extremamente cansativas durante longos dias sem perder o fôlego, além de também resistir ao frio e ao calor quando exposto a temperaturas muito elevadas com facilidade. Ainda expandindo tais fantásticas capacidades, consegue alçar VOO a partir de pequenos impulsos e viajar a uma SUPER-VELOCIDADE, atravessando longas distâncias em um curto espaço de tempo; enquanto no ar, obtém um exímio controle sobre o próprio peso, permitindo que realize ACROBACIAS sem quaisquer problemas. Starfire também pode utilizar a energia acumulada no próprio corpo para iluminar olhos e mãos e lançar rajadas multicoloridas que servem tanto para carbonizar o alvo quanto para atordoá-lo, sendo compatível com EMISSÃO DE ENERGIA CONCUSSIVA, uma vez que os seus projéteis adquirem formas sólidas - comumente esféricas -, desencadeando explosões de grandes proporções ao contato e conferindo uma SUPER-RESISTÊNCIA a estes mesmos tipos de ataque, não se ferindo. Entretanto, as suas melhores peculiaridades se dão pela PERÍCIA EM ARTES MARCIAIS, caracterizada pelo conhecimento bastante amplo que tem em vários estilos de lutas e combates, e a LINGUÍSTICA, uma vez que através de um beijo pode aprender a falar a língua da pessoa que beijou.

Atributos.
Força - 10
Inteligência - 5
Resistência - 15
Velocidade - 5
Vigor - 15
Carisma - 10
PARQUE ROBINSON
COM NICO ROSSWEISE©

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Santino Corleone em Dom Set 18, 2016 5:45 pm

 
O meta-humano observava a kryptoniana descer até o solo, pousava de seu voo, pensara que de algum modo aquilo chamaria uma grande atenção dos festeiros, logo lembrou que era mais que normal haver super poderosos em Gotham, ainda mais agora  com Gordon no comando da cidade. Sorriu ao vê-la a sua frente, de pé a sorrir, beijava-a afavelmente e esfregava a mão livre em seu braço em um gesto de carinho. - Pois é, você me conhece bem - Disse Santino sorrindo, de fato ela planejara a fuga já sabendo que ele iria segui-la, era uma moça mimada pelo marido e esperta para envolvê-lo em seu jogo.
Santino estava insatisfeito com aquela multidão, achava uma tremenda hipocrisia aquela festa para celebração de paz, sentia que Nivea, assim como ele, queria de algum modo chamar a atenção. O rapaz preferiu levá-la para beber algo enquanto acostumava-se com a musica, ficaria claramente muito mais animado de toda aquela chatice após alguns goles de bebida alcoolica.
Assim que chegaram em um dos balcões de bebidas, Santino bateu na mesa para chamar a atenção dos atendentes, puxava sua amada pela mão, segurava-a junto a si. - Eu quero um Uisque maltês qualquer, por favor. - Santino virava o pescoço a olhar para Nivea - O que irá pedir mi amore?  
Notes: -//- // Tag: Santino; Nivea; Holli // Words: -//-



Spoiler:
Espécie: Meta-humano
Nível: 3

Poderes:
 Desenvolvimento Genético
+
 Manto Telepático

Atributos:
Força: 13
Inteligência: 10
Resistência: 25
Velocidade: 17
Vigor: 10
Carisma: 5

ytn

_________________


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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Nico Rossweise em Dom Set 18, 2016 8:29 pm

wreak havoc
It's been a long time since I came around, been a long time but I'm back in town and this time I'm not leavin' without you. Baby, I'd rather die without you and I




O estado de Marcel tem complicado cada vez mais. A cada dia que passa, carece de mais atenção e de uma demonstração de afeto exagerada, que não estou preparado e muito menos disposto a oferecer. Uma longa distração pode ser a peça chave para pôr as engrenagens de Marcel para funcionar; é um risco de perda total ou de ganhos saturados, mas é um risco que precisa ser aceito.

As constantes indagações do irmão mais novo aquecem a minha cabeça antes do momento factual, o que não costuma acontecer. Uma explosão estava prestes a acontecer, e, conhecendo a própria essência assim como a daquele com quem compartilho o mesmo sangue, muito provavelmente algum dos dois acabaria internamente ferido.

— Eu não acho que seja necessário... — antes mesmo de completar a sentença, acabo sendo interrompido pela emenda de Marcel. A indecisão do garoto dos olhos de tons diferentes me extrai um suspiro acompanhado de tensão.

Não me parece correto forçá-lo a me seguir até a festividade que acontece na praça, todavia, há um longo período eu tenho dedicado todo o meu tempo a ele que sequer consigo me lembrar de como é viver por mim mesmo. Se a lembrança não falha, Marcel não tem um bom histórico com festas. Costumeiramente, sua tendência habitual é fugir para longe do barulho ou se meter em encrenca.

Sinto meu pulso sendo capturado e, em seguida, sou arrastado conforme as vontades do meu irmão. Consigo resistir por um momento, que é suficiente para fisgar meu anel em cima da penteadeira e acoplá-lo a um dos meus dedos. Antes que Marcel possa pestanejar ou refutar a ideia de ser teletransportado, um vórtice misto entre tons de violeta e púrpura o suga da cabeça aos pés e o mesmo acontece comigo.

♡♡♡

É difícil acompanhar os passos rápidos de Marcel. Parece que, de algum modo, ele deseja se perder de mim. Eu não o culpo, já que não sou mais o mesmo com ele em vista do estresse excessivo a que me submeto para tomar conta da sua personalidade excêntrica e descomedida. Mas, da mesma maneira, eu sigo sua caminhada descompassada. Sinto-me no dever de tomar conta do seu bem-estar.

Quando um desconhecido esbarra em seu ombro e não retorna para pedir por desculpas, faço questão de me vingar. O anel cintila em meu dedo e um tentáculo violeta persegue a perna do rapaz; depois de envolvê-la com firmeza, há um vulto masculino que perpassa o meu campo de visão, parecendo voar apressado para algum lugar. Finjo que não sei o que está acontecendo depois que o tentáculo energético se desintegra no ar.

Um sorriso me escapa quando Marcel me acusa. Talvez não tenha percebido o desenrolar dos ocorridos. Enquanto me preocupo em analisar os rostos ao meu redor, ele desaparece. A minha mente se divide em duas tarefas ambíguas e distintas, no exato momento: continuar estudando as feições em busca de uma única bonita dentre tantas outras feias, horríveis e medonhas ou procurar por Marcel. Deixo que o anel faça a busca por mim.

A minha psique divaga através de uma projeção rosada que intercepta um por um dos numerais da incontável multidão que me cerceia. Capto pensamentos desconexos, sujos e inocentes. A quantia imensurável de jovens detém uma variabilidade gigantesca de modos de pensar e isso, por um momento, me assusta. Assumo, por fim, para mim mesmo, estar assombrado com o que se passa na cabeça de Marcel. Eu nunca invadi a sua privacidade para me certificar do que acontece lá dentro. Talvez eu deva.

stuff:
Nico Rossweise, 18 anos, reencarnado (Star Sapphire), nível 3.

Força — 5;
Inteligência — 10;
Resistência — 10;
Velocidade — 5;
Vigor — 20;
Carisma — 10;

O ANEL VIOLETA apresenta a variabilidade material, ou seja, pode se adaptar a qualquer acessório que seu portador prefira. Suas habilidades são extensas e, assim que é acoplado ao corpo do seu hospedeiro, o abona com OMNILINGUÍSTICA, a fluência em toda e qualquer língua ou dialeto falado no universo inteiro; como o representante do amor puro, resigna a capacidade de identificá-lo, forjá-lo ou modificá-lo através da EMPATIA, da MANIPULAÇÃO DE FEROMÔNIOS e SEDUÇÃO. Ainda, o anel consegue captar os desejos mais ínfimos e particulares de um coração. A versatilidade do anel também é transferida na área dos construtos físicos, que são sólidos moldados a partir da energia violeta do anel e criados nos princípios da MATERIALIZAÇÃO E DESMATERIALIZAÇÃO, além da projeção de raios energéticos a partir da EMISSÃO DE ENERGIA CONCUSSIVA. Podem ser criados armamentos, projéteis e objetos derivados da criatividade e conhecimento do portador do anel. Também há a possibilidade de criações de CAMPOS DE FORÇA de tamanhos e propriedades diversas e específicas a partir da capacidade energética do acessório, assim como a habilidade específica das tropas Safira-Estrela de CRISTALIZAÇÃO, em que o(s) alvo(s) é(são) inteiramente cristalizado(s) até que o conjurador o desfaça. Além de proporcionar a capacidade de VOO, o anel, por ser uma entidade alienígena, também capacita seu portador da adaptabilidade pulmonar e às propriedades gravitacionais do ambiente em questão, como a ausência de oxigênio ou a pressão do vácuo. Sob os atributos da joia interestelar, há a inviabilidade de mentiras; nem o portador da gema violeta e aqueles que a cercam são capazes de mentir diante do conceito de amor verdadeiro que é carregado no interior da pedra, sujeitos à loucura caso tentem, resistam e consigam. O anel também possui competência para criar links empáticos entre as mentes de indivíduos e o seu portador, o habilitando de conexões mentais para a performance de TELEPATIA e RAJADA PSIÔNICA. A CURA e REVITALIZAÇÃO são possíveis apenas em indivíduos que tenham o amor verdadeiro dentro de si; é possível curar qualquer espécie de ferimento e trazer pessoas de volta à vida. O TELETRANSPORTE tanto do portador quanto uma quantia ilimitada de outros sujeitos é uma aptidão adicional da joia. Outra singularidade do anel é a PSICOGÊNESE, a criação de criaturas energéticas embutidas de consciência e capacidade de raciocínio, embora todos controlados de acordo com a vontade de seu criador [A psicogênese de Star Sapphire é limitada à uma única criatura — O Predador, a personificação da obsessão e paranoia de todos os amantes]. Ainda há a COGNIÇÃO voltada aos princípios do amor, sendo possível prever a desenvoltura amorosa de alguém, assim como identificar a carência do sentimento em qualquer lugar do universo. A tropa Safira-Estrela é imune aos poderes do anel da avareza e, assim como qualquer outro anel, necessitam ser recarregados periodicamente.





Parque Robinson, acompanhado por Marcel Rossweise




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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Allen Forchhammer em Dom Set 18, 2016 8:37 pm


FULL OF COLOR
A
pós ter provado a bebida e aprovado aquela “criação” me aventurei a dar mais um gole, Frances me acompanhou no ato, mas então percebi que ela esperou eu me distrair para cuspir o conteúdo. Mais uma vez. Entreabri os lábios e suguei um pouco do ar gélido para resfriar a minha boca enquanto sentia o líquido pesado como chumbo descer pela minha garganta. Logo após, suspirei profundamente em um sentimento de apreensão. A verdade é que desde que começamos a sair com frequência e as saídas resultavam em bebidas alcóolicas, eu a via cuspir o que fingiu engolir na minha frente, nunca me perguntei o porquê de ela fazer aquilo, se ela não tocava no assunto, eu também não faria o mesmo. Me surpreendia uma pessoa tão inteligente como ela continuar com aquela fantasia mental mesmo após o breve tempo em que ela passou apreendida em uma prisão de segurança máxima, falando nisso, ela me deve respostas de como saiu daquela bagaça e com riqueza de detalhes. — Ei, baby... — Chamei sua atenção e fixei meu olhar em seu rosto, mais específico na região de sua retina ocular, como se isso pudesse me ajudar a desvendar sua mente, mesmo sabendo que tal ação não está ao alcance de minhas habilidades.

Aproximei mais alguns passos dela e fechei meus dedos em torno da garrafa que a mesma segurava. — Sabe que não precisa mais fazer isso, não é? — Aplicando uma quantia de força da qual eu não gosto de usar com ela lhe tirei a garrafa da mão, meu olhar ainda fitando sua face. — Eu quero saber porque você sempre fez isso desde que começamos a sair. — Mordi o lábio e parei um segundo para analisar o que eu disse, falando assim parecia que nossos “roles” eram na verdade um encontro, o que definitivamente nenhum deles foi ou aproximou de tal. — A andar juntos, quero dizer. — Me corrigi após uma torcida proposital para acentuar a correção. — Sabe, eu sempre percebi que sempre que bebíamos juntos, você nunca de fato bebia nada a não ser suco de uva integral. — Esperei que minha abordagem não a abalasse, minhas palavras foram cuidadosamente calculadas antes de entrarem em prática, não queria fragilizar nossa amizade. Aproximei mais alguns passos já que a região próxima ao bar começou a abrigar uma multidão inesperada e se eu continuasse na distância que estava, provavelmente seria levado para longe dela pelo fluxo de pessoas.

— Olha, se você faz isso para ser minha amiga, sabe que não precisa, não é? Nunca precisou. — Capturei meu lábio inferior entre os dentes e exerci certa força sobre tal. A proximidade que estávamos deixava nossos corpos quase que colados, eu tinha certeza que minha respiração quente ia contra o seu rosto pálido levemente rubro devido as circunstâncias e fatores externos que nos rodeavam. — E eu realmente espero que seja pelo menos o álcool que você descarta, pois se você jogava fora todos os alucinógenos que eu compartilhei contigo... por favor, não diz que eu sempre fiquei doidão sozinho... EI VÉI, ELA TÁ COMIGO! — No início da frase, um biquinho manhoso foi se formando em meu rosto enquanto cogitava a possibilidade de todo esse tempo ter sido o único a cair na calçada delirando, mas logo minha expressão mudou para uma irritada quando um cara aleatório e who aproximou-se de Frances com um sorriso malicioso e apalpou sua bunda, eu o alertei sobre a situação com a voz claramente alterada, tomei uma postura mais protetora e possessiva quase que instantaneamente, envolvi o corpo da menor com ambos os braços, mas por causa das mãos ocupadas com as garrafas eu tive que fazer um “X” em suas costas.

O movimento foi o bastante para colar ambos os corpos, o cara já não se encontrava perto de mim ou de Frances, nem ao menos consegui memorizar a face do inseto. Abaixei meu rosto para dar atenção a garota, automaticamente um sorriso de canto brotou em meu rosto com a breve paz que sua imagem me passava. — Desculpa, aquele cara é um idiota. — Abaixei levemente minha cabeça e deitei minha testa sobre a dela, a ponta de ambos os narizes se roçaram por um breve segundo em um movimento não intencional e puramente ingênuo. — Eu só quero que saiba que você não precisa fazer isso se quiser. O lance de beber e tal. — Após falar com proximidade suficiente, cessei o contato que minha testa exercia sobre a dela e voltei a tomar uma postura ereta, ainda com minhas mãos envolvendo seu corpo e a pressionando contra mim levemente, no meio daquele mar de pessoas pulando e gritando, éramos os únicos serenos. Por enquanto.
Wieffering, Sisyphos:
• Espécie: Kryptoniano
• Nível: 3

♦ super força,
♦ vôo
♦ visão de calor
♦ visão de raio-x
♦ visão telescópica
♦ super audição
♦ sopro congelante
♦ velocidade sobre-humana
♦ regeneração
♦ longevidade
♦ invulnerabilidade

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 30
▲ Vigor: 20
▲ Resistência: 15
▲ Velocidade: 15
▲ Carisma: 10
all pressed in black and white;
funebrius


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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por James M. Bergenthal em Dom Set 18, 2016 9:14 pm



holi

Haviam documentos impressos, canetas, marca-textos e folhas de blocos de anotação por todo o quarto. Literalmente por toda a extensão do cômodo. Sobre a cama organizava-se apenas o meu objeto de estudo no momento, enquanto todos os outros elementos flutuavam pelo ar, girando em uma órbita constante – movimento que me auxiliava a não permitir que os objetos caíssem. Esporadicamente eu trazia para perto de mim algum deles quando necessário e me livrava de outro quando já era dispensável. Buscava todos os registros possíveis de indivíduos com o sobrenome Bergenthal nos Estados Unidos, no entanto, descobrira logo que a quantidade de tais indivíduos era realmente grande.

Após algumas horas de investigações, minha mente já dava sinais de que estava sendo afligida pelo tédio. Encontrei então levitando a dois metros e meio do meu rosto um panfleto recheado de diversas cores bem saturadas. O título do evento encontrava-se claro ao centro do papel. Happy Holi. Minha memória não assimilou nenhuma informação sobre tal festa, mas me pareceu interessante sair um pouco do quarto em Nova York, até mesmo porque o tal evento ocorreria em Gotham, Nova Jérsei, alguns quilômetros ao sul de Manhattan.

Optei por trocar de roupa para não gastar foco e energia em transmutar minhas vestes e em segundos estava pronto, vestido completamente de branco como informava o panfleto. Passei na recepção e cumprimentei com um aceno de cabeça a moça simpática que ali se encontrava assim que me aproximei dela.

– Pois não, Mr. Cahill?

Terminei de cerrar os dois botões centrais do paletó.

– Tenho uma reunião de negócios esta tarde e não sei que horas retornarei ao meu quarto. Você poderia, por favor, pedir que evitassem entrar em meu quarto? Ou que pelo menos não mexam em nada ali, existem documentos importantes que eu organizei pessoalmente e seria realmente decepcionante se algo de errado acontecesse com eles. – O tom passivo-agressivo se encaixava bem à minha voz grave, de leve sotaque inglês.

Lillian Pearse – estava gravado em seu crachá – não se abalou diante do pedido ou do meu tom e apenas assentiu.

– Tudo estará na mais perfeita ordem quando retornar, não há com o que se preocupar. – Agradeci com um sorriso contido e me retirei, ainda capaz de ouvir ela sussurrar algumas palavras adicionais. – Boa reunião, Mr. Cahill.

Não a respondi.

[...]

Era uma massa alva a perder de vista. Chegar até Gotham voando não foi especialmente exaustivo, apesar de eu ter feito escalas em três locais pelo caminho para não exigir muito do meu corpo. A cidade, que eu descobri quando cheguei, já tinha sido alvo de ondas desesperadoras de criminalidade, agora parecia realizar aquele festival como uma confirmação definitiva de que esse passado havia sido superado. Não poderia discordar.

Sorri de leve, ajeitando os fios dourados do meu cabelo para trás. Seria um dia interessante.

Bergenthal:
Espécie: Humano Reencarnado
Nível: Três
Especialidade: Intelectual

Poderes:

Super-força |Tem uma força extrema. É dito que o Ajax original poderia, no máximo de sua capacidade física, rivalizar com a do próprio Superman e mover planetas de lugar.|

Super-velocidade |É dotado de uma velocidade bem acida da média, tanto em seus movimentos, como em seus pensamentos, o que potencializa sua capacidade de reação, sua velocidade pode rivalizar com a do Flash.|

Invulnerabilidade |Tem alta resistência, podendo ser a prova de balas ou aumentando sua resistência aos danos de uma explosão, por exemplo.|

Longevidade |Seu organismo deteriora-se com menos intensidade ao longo dos anos quando comparado a um ser humano comum.|

Voo |Pode desafiar a gravidade para alçar voo imediatamente, em velocidades variadas.|

Fator de regeneração |Seu organismo pode se recuperar velozmente de ferimentos, danos que seriam mortais ou mesmo membros inteiros.|

Visão Marciana |Além de um raio disparado por seus olhos, que pode tanto ser de energia concussiva ou de calor. Ele também tem a capacidade e enxergar o espectro eletromagnético e a capacidade de controlar partículas ionizadas de matéria mapeadas para um pacote de ondas de densidade variável, também chamada de visão raio-x.|

Capacidades Sensoriais |O Caçador de Marte conta com nove sentidos em oposição aos cinco dos humanos comuns, permitindo que ele perceba o mundo ao seu redor com maior precisão.|

Intangibilidade |É capaz de alterar a densidade do seu próprio corpo a níveis tão baixos que atravessa objetos sem se ferir. Também pode usar essa habilidade para avariar máquinas ou causar dor a um oponente. É um dos poderes que mais exigem concentração.|

Invisibilidade |Pode impedir que as células do seu corpo reflitam luz, tornando-se invisível. Outro poder que exige grande concentração.|

Telepatia |Uma das principais habilidades de todo Marciano e consequentemente uma das mais notáveis herdadas por James. Engloba capacidades como ler, controlar, rastrear, blindar, reprogramar e manipular mentes, além de poder gerar explosões mentais, ilusões realistas, dor, induzir sono e realizar projeção astral. As extensões desses poderes são virtualmente ilimitadas, podendo ler as mentes da esmagadora maioria dos seres viventes na Terra, mesmo aqueles com bloqueios psíquicos.|

Telecinese |Chamado de Mente Sobre a Matéria é a aptidão de movimentar, empurrar, puxar ou fazer levitar objetos sem necessariamente tocá-los, utilizando apenas a vontade de seu pensamento. Também é capaz de gerar escudos e rajadas telecinéticas que podem tanto proteger quanto destruir.|

Metamorfose |Pode alterar a sua estrutura física completamente, até mesmo em níveis subatômicos. Usualmente, permite que o Caçador de Marte transforme seu corpo em qualquer ser humano, animal ou mesmo objeto, inclusive manipulando a matéria para modificar sua roupa, por exemplo. O controle sobre suas próprias células permite-lhe que possa alterar suas dimensões, modificar a forma e tamanho de seus membros, alterar sua constituição química, diminuir ou aumentar a sua densidade (o que explica sua invulnerabilidade e intangibilidade) e transmutar sua fisiologia por completo.|

Intelecto Avançado |Sua mente tem uma superioridade intelectual mais alta que a de um ser humano comum, permitindo a ele acumular vasta gama de conhecimentos e compreender facilmente eventos, pessoas e acontecimentos.|


Atributos:

Força 15
Inteligência 15
Resistência 20
Velocidade 10
Vigor 15
Carisma 5



This is a fight for the day, night, black, white

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Re: OFICIAL, Wreak Havoc

Mensagem por Adam Warlock em Dom Set 18, 2016 10:00 pm

wreak havoc
A festividade em comemoração ao Dia da Paz em Gotham City era intensificada conforme os segundos prosseguiam, dando sequência temporal como demanda as leis da física. O fim de tarde já estava em seu estado final, revigorando a miscelânea de cores quentes e frias que pintavam o céu naquele instante. Bebidas, drogas, camisinhas. Todos os tipos de objetos imagináveis eram encontrados no solo de Robinson Park, o que daria muito trabalho aos humildes garis ao limpar.

Mas, os habitantes ali presentes estavam a desfrutar do entretenimento disposto pela playlist de músicas muito bem escolhidas e a diversidade incomum de líquidos alcoólicos.

A atmosfera já adquiria o negro do turno noturno, tal como os pingos sutis de cor albinos em certos pontos da imensidão atmosférica. Dava para formar imagens abstratas de criaturas e seres mágicos para aqueles com um perspicaz sentido visual; a propagação de ruídos de estalos enaltecidos, portanto, adentrou os ouvidos.

Um show de fogos de artifícios, com muitas formas e tonalidades. Espirais azuladas, explosões vermelhas, são poucos exemplos comparados àqueles que contemplavam o espetáculo.  

— Meus queridos e amados cidadãos de Gotham. — A música teve o volume minimizado constantemente até o instante em que se extinguiu por inteiro, o que permitiu o ressonar da voz masculina. Detrás do DJ, no palco, um telão incandesceu-se logo após um efeito de estática, como estabelecesse comunicação com algo. Um homem de face desconhecida por causa das ondas eletromagnéticas, entretanto, não tardou muito para que se transformasse em reconhecível.

Prefeito James Gordon. Era ele, o responsável por tudo de bom que tem ocorrido ultimamente com o município corrupto. Um líder nato, talvez o melhor entre todos; um personagem para ficar na história dos Estados Unidos da América, como Abraham Lincoln. — Espero que estejam aproveitando a festividade do Dia da Paz aqui em Gotham. — Com o terminar do palavreado, alheios assentiram com emoção em seus timbres. “Sim”. — Ótimo. — Como soubesse qual seria as respostas dos terceiros, Gordon deu continuidade ao discurso.

Antes o semblante harmônico e sereno do velho homem era visto pelos telespectadores, mas esta adquiriu aspectos de rigidez e austeridade. Seco. Semicerrou as pálpebras, enrugando a tez. Ajeitou os óculos de grau e cuspiu uma tossida abafada do pulmão. A câmera afastou-se um pouco, o que deixou a visão mais ampla do local donde Jim estava. Era uma sala com iluminação precária, sentado em frente a uma mesa de material metálico e com os braços entrelaçados defronte ao tronco. — O assunto que venho hoje a falar-vos é suma importância para o atual dia. — Todo mundo automaticamente gelou com o rumo que a conversação estava tomando.

Entreabriu os lábios e um suspiro se dissipou no ar. Um cigarro foi posicionado no espaçamento gerado entre o superior e o inferior, incendiou a ponta exterior do charuto. Tragou-o. Inalou parte da fumaça e outra dispersou. — Não basta o crime não estar presente nesta sociedade, o mal ainda reina aqui. E, pelo pior, não são pessoas comuns empunhando AK-47 e com máscaras nas faces, assaltando bancos e etc. São seres com aparência humana, mas com dons que extrapolam a linha da humanidade e realidade.

— Tem alguns anos que uma espécie de chuva de meteoritos caíram aqui na Terra. Julgávamos serem amontoados de poeira cósmica e minerais que foram atraídos pela força gravitacional do planeta, mas não era só isso. — Com o cigarro repousando entre os dedos, mirou por segundos a dimensão do comprimento do mesmo se diminuir gradativamente conforme o material químico era queimado. E mais uma vez levou à boca, sugando. — O que o Governo encontrou pareciam umas cápsulas especiais, um gênero de nave avançada tecnologicamente. — Parou e repetiu a ação de antes. — Dentro havia humanos, ou seres extraterrestres com fisionomia idêntica a nossa. Os capturamos e os levamos para ser analisados nos laboratórios da área que vocês sabem que não tem a necessidade de ser informada. — A pesquisa de muitos anos resultou no seguinte... — Do flanco do móvel ele pegou um punhado de folhas. Um portfólio com tudo o que o Governo conseguiu de ciência sobre os “intrusos”. “Raça: desconhecida; aparência: idêntica aos humanos; capacidades sobrenaturais: quando expostos a luz solar, eles adquirem façanhas e habilidades que superam as da raça humana.” — Recitou tudo. Todos e quaisquer tipos de monitores (televisores, celulares, computadores e etc.), sem exceção, transmitia a mensagem de Gordon. — Com o passar dos anos, percebemos que não é só outros planetas que tem criaturas com poderes sobrenaturais, eles vivem aqui na Terra também, e o que é pior, vivem camuflados, escondido no meio das pessoas, se disfarçando como se fossem humanos. Não. Por isso criamos o projeto Wreak Havoc, os nossos patrulheiros. Foram criados com o DNA dos inumanos que recebem poder do sol juntamente com o DNA marciano, este que há alguns anos capturamos.

Todos que assistiam, independente do modo em que faziam isto, estavam gélidos, tremendo, outros achavam que era somente uma pregação de peça do Governo estadunidense. Era? — Declaro o projeto Wreak Havoc em funcionamento. — A câmera enquadrou os lábios do mais velho, o qual sibilava lentamente tais palavras. Ao findar a frase, o destro indicador pressionou um botão escarlate num controle cinzento. Com o ato, nos arredores da cidade, numa espécime de depósito, numa ala vários homens artificiais, criados em laboratório, tiveram as pupilas acendidas. Essas ganharam um tom avermelhado, como aquele do botão apertado. Não tardou para que ascenderem em voo, destroçando o teto com seus físicos robustos e com resistência formidável. Começaram a vaguear, em sobrevoo, Gotham em cada seu milímetro, à procura de meta-humanos e extraterrestres.

. . .

O telão se escureceu depois da última frase de Gordon, que deu início a tudo. Os habitantes trocavam olhares, sem entender absolutamente nada. Porém, há alguns metros do local onde jaziam no Parque Robinson, um Wreak Havoc desceu em alta velocidade. Caiu no solo em uma pose vitoriosa, a famosa de “super-herói”, mas logo se firmou ereto. Uma cortina de fumaça que abrangeu todo o espaçamento ali se criou, dificultando a visão da criatura por certo tempo. Um raio infravermelho ejetou de suas pupilas, analisando cada ser ali presentes. — Alvos localizados. — A voz robótica do monstro ecoou o suficiente para que todos ouvissem. Wreak Havoc era dono de pigmentação epidérmica caucasiana clara; fios enegrecidos e escorridos para trás, atingindo à altura de até a nuca; alta estatura de, por volta, cento e noventa centímetros (1,90m). Imóvel, ficou abastecendo-se com a energia proveniente do sol, mesmo o turno sendo noturno.




wreak havoc


HP: 150/150;
Espécie: Artificial (Dna Kryptoniano + Dna Marciano)
Poderes: Invisibilidade, Intangibilidade, Elasticidade de Membros, Super-Força, Voo, Velocidade Sobre-Humana, Sopro Congelante, Visão de Calor.
Atributos:
- Força: 30;
- Inteligência: 5;
- Resistência: 20
- Velocidade: 10
- Vigor: 15
- Carisma: 0





Informações



1. Como uma Happy Holi comum, é necessário que os participantes vão até o Parque Robinson vestido completamente de branco. Acessório cor a parte, mas a preferência é que sejam alvos;

2. O próximo mestrado, ou seja, postagem do Narrador/Eu será sexta, dia 23/09 às 22h. Agora só pode ser postado uma vez por conta aqui. Nesse turno ainda é permitido a entrada de novos players;

3. É necessário que no final ao final do seu post coloque algumas informações, como: Espécie, Poderes e Atributos;

4. Não. Não haverá risco de mortes durante o Evento;

5. Qualquer coisa, qualquer dúvida, é só me contatar por MP;

6. Não usarem o sistema de batalha nesse evento, só basta que lance o dado AÇÃO a cada uma que fizer;

7. Se tirar 0-4 no Dado a ação será considerada como FALHA, caso o valor estiver entre 5-7 ela será PARCIAL, e entre 8-10 será EFETIVA.
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