[RANDOM] MASKS

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Mensagem por Doctor Manhattan em Qua Set 14, 2016 9:17 pm

masks
Quatro homens mascarados adentraram em uma joalheria de luxo no centro de Metrópolis com extrema violência. O quarteto portava armas de fogo de artilharia pesada, sendo elas um rifle de assalto com os pentes cheio de munição, uma shotgun, uma submachine gun de uma mão e uma Desert Eagle. Um posicionou-se na porta, proibindo os civis de entrarem ou saírem do local, este utilizava uma máscara¹ e permaneceu em silêncio, estático e alerta, portando a AK-47 devidamente carregada em mãos. O seu segundo companheiro apontou a arma para o chão e disparou três vezes num ato intimidador com a sua shotgun, após o término dos disparos ele ordenou para que todos os clientes deitassem no chão, com ambas as mãos na cabeça e sem fazer nenhum movimento brusco, as palavras foram praticamente cuspidas no grito, que saiu um tanto quanto abafado devido a máscara². O terceiro criminoso, o que estava ajeitando sua máscara³ no rosto, além da submachine gun de apenas uma mão também portava um enorme saco preto e de material resistente, este saiu averiguando cliente por cliente para recolher os seus pertences, solicitando de maneira nada gentil, enquanto o último criminoso, o de máscara⁴ mais “enfeitada”, também portava um depósito de tecido resistente para colocar as joias que estava roubando, enquanto apontava a sua Desert Eagle para as balconistas devidamente uniformizadas de ternos elegantes.




Informações



1. Este é o primeiro evento random do fórum, portanto, não terá nenhuma complexidade para melhor avaliação da taxa de aprovação dos players. Esses eventos, como o próprio nome sugere, serão aleatórios, com prazo de postagem também aleatório, e servirá, pelo menos no início, como uma forma alternativa e mais prática de adquirir XP e subir de nível;

2. Este evento ficará disponível até o dia 17/09, encerrará o prazo no exato momento em que o narração administrativa for postada no Wreak Havoc;

3. É necessário que no final ao final do seu post coloque algumas informações, como: Espécie, Poderes e Atributos;

4. Não. Não haverá risco de mortes caso ocorra algum deslize de seu personagem;

5. Você irá resolver a situação apresentada acima em apenas um post, com um limite mínimo de 500 palavras contadas no word. Caso você não o tenha, confira AQUI;

6. NESTE evento, não haverá uma avaliação em si de certos aspectos do seu texto, apenas queremos a SOLUÇÃO do problema, portanto, por não exigir muito do player, a recompensa pela conclusão é de 70 XP + Bônus avaliativos;

7. Personagens de índole boa, a solução será a captura dos criminosos. Personagens de índole , a solução será ajudá-los ou roubar a joalheria e os próprios criminosos. Personagens de índole neutra devem escolher uma das soluções acima;

8. MÁSCARA 1 || MÁSCARA 2 || MÁSCARA 3 || MÁSCARA 4

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Re: [RANDOM] MASKS

Mensagem por Derek Froster em Sex Set 16, 2016 12:18 pm

CATIAU
Era apenas mais um dia comum em minha vida. Uma terça-feira como todas as outras, provavelmente iria passar algumas horas treinando e o resto viveria como um “humano” normal. Ou pelo menos era isso que eu acreditava que seria apenas um dia normal em minha vida.

Como sempre, nove da matina o dia tá pra começar, não acordo muito cedo, né? Para um dia bom não podemos esquecer da boa batata doce e frango logo de primeira para dar uma sustância ao treino. O que parando para pensar atualmente é bem inútil, afinal, sou capaz de levantar toneladas com apenas um braço, como vou hipertrofiar mais meus músculos? Teria que treinar usando caminhões e boings. Porém o prazer do treino é algo que sempre vai existir, sentir os músculos queimarem e incharem é algo inexplicavelmente único.

Com uma regata tank-top branca e uma bermuda azul marinho, deixei meu flat no centro cidade para ir até a academia onde treinava a pé. Normalmente voava até lá, mais simples, mais prático mais rápido, mas hoje havia decidido ser como pessoas mundanas comuns. Ainda não sabia, mas essa escolha seria recompensadora mais para frente. Quer dizer, teriam alguns imprevistos e problemas, porém vamos deixar isso para depois.

Caminhava lentamente pelas ruas de Metropolis, o trajeto não era muito extenso e podia ser vencido em menos de quinze minutos. Ou era isso que acreditava. Como num passe de mágica, minha audição captou um som distante, entretanto ainda era perfeitamente audível. Múltiplas armas foram disparadas e gritos invadiram meu tímpano logo em seguida.

Faria um pequeno desvio ou seguiria para o meu treino? A ansiedade crescia exponencialmente dentro da minha cabeça. Não conseguia resistir a urgência de ajudar aquelas pessoas desesperadas.

Lentamente meus pés deixavam de tocar o chão e a gravidade já não me puxava mais para o centro da terra. O banco ficava há uns sete quilômetros de onde eu estava, o que seria um problemão se eu não quebrasse a barreira do som com facilidade.

A distância fora vencida em menos de dez segundos, e quando me dei conta estava na porta de entrada com os assaltantes me encarando em suas máscaras de palhaços.



Devagar passei pela porta giratória de vidro e todos me encaravam como se fosse louco. E não estavam errados, quem em sã consciência entraria em um banco durante um assalto? O homem com a máscara com a bandeira americana na testa apontou a arma em direção ao meu peito.

- MÃOS AO ALTO. – Com um sorriso escárnio ergui os braços. – Do que está rindo, moleque? - Perguntou ele, full pistola.

- Só estava pensando o quão engraçado é o teatrinho de vocês. – O palhaço trouxe a arma a minha testa e pude sentir o metal gelado contrastar com a pele quente.

- Tem certeza que vai continuar com essas brincadeirinhas? – Seu dedo segurava perigosamente o gatilho da Desert Eagle.

Meus dedos envolveram o cano prateado da arma e o pressionaram suavemente contra minha cabeça. O assaltante, como esperado, se assustou e disparou duas vezes. O coração de todos batia freneticamente com a mais recente ação, aquilo havia causado um alvoroço e me dera a oportunidade de neutralizar os quatro homens.

Com a palma da mão, apliquei um golpe no cotovelo do braço que segurava a arma. O simples toque quebrou seu braço, rasgando a pele e expondo o osso destruído.  Sem perder tempo, corri até o próximo assaltante, o que carregava uma shotgun e golpeei seu estômago com o punho. Enfermidades acontecem e como ainda não tinha controle sobre minha força, acabei por estourar alguns órgãos com o impacto causado.

Tudo estava muito fácil, e é claro que as coisas se complicariam. Os outros dois foram rápidos e apontaram suas armas para mulheres, o que dificultaria meu trabalho.

- Agora abaixa essa bola ou vamos matar um a um todos os reféns. – Os meus olhos brilharam rubro e um onda de calor fora disparada contra a mão do homem com a AK-47. Não tive tempo de assistir sua mão ser desintegrada, pois o outro filho da puta havia disparado contra a mulher grávida.

Minha percepção de tempo expandiu e conseguia ver o projétil fazer teu trajeto em direção ao crânio da prenha. Como um borrão incolor, surgi na frente da mulher recebendo a cápsula contra meu abdome. Antes que o ladrão percebesse o que acontecia, girei meu tronco no sentido anti-horário desferindo um chute giratória contra o rosto dele.

- É... Acho que não sirvo para ser herói. – Falei quando avistei a mandíbula ensanguentada do homem caída no chão, no lado oposto do corpo. – Errr, acho que meu trabalho aqui tá completo né? – Um maneta, um com o braço fodido, um com o trato digestivo destruído e o outro sem metade do rosto, eu realmente não tenho o jeito para lidar com situações desse tipo. – Isso é tudo por hoje, pessoal. – Como um jato deixei o recinto e voltei para casa, já tinha tido a dose de adrenalina diária.

As paradinha.:
Kryptoniano - Atacante

25 Força
10 Inteligência
15 Resistência
10 Velocidade
15 Vigor
5 Carisma


— Super-Força: O seu poder de ataque é poderoso, notavelmente acima dos humanos normais. Não possuem dificuldade alguma em destruir paredes metálicas com um soco qualquer;
— Voo: Tem a capacidade de ficar suspensos no ar, assim como de sair fora do planetar, ao manipular a gravidade sobre os próprios corpos, fazendo com que esta seja eliminada;
— Visão de calor: Ejetando uma rajada de tom avermelhado de suas córneas de altíssima temperatura;
— Visão de raio-x: Como um aparelho de raio-x, conseguem enxergar a estrutura ósseo dos seres, até mesmo através de paredes;
— Visão telescópica: O sentido visual é mais apurado que os humanos normais, podendo dar zoom;
— Super-Audição: Semelhante à visão, os kryptonianos são donos de uma audição incomum, assim, ouvem algo a quilômetros de distância;
— Sopro Congelante: Diferente da visão de calor, o sopro do kryptoniano é gélido, congelante. Eles não têm dificuldade alguma em congelar alguém com o sopro;
— Velocidade Sobre-Humana: A velocidade é muito acima dos humanos, seja andando/correndo ou voando, atingindo, certas vezes, Km/h.  ;
— Regeneração: Recuperam-se de ferimentos com velocidade absurda, porém, depende da gravidade do mesmo;
— Longevidade: Vivem muitos anos;
— Invulnerabilidade: Balas e qualquer coisa feito de metal não afetam o físico do kryptoniano, que é como uma parede espessa.
CATIAU

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Re: [RANDOM] MASKS

Mensagem por Amber Casferth Werdtaley em Qua Set 21, 2016 1:34 pm

"Just, Masks"


O sobretudo negro cobria suas curvas e a face era escondida pela sombra de um chapéu de aba larga.

Metrópolis era a maior e mais importante da Costa Leste dos Estados Unidos e lá havia a possibilidade de que a ruiva encontrasse as informações necessárias. Segundo seu mais confiável informante, havia uma determinada joalheria na qual um dos empregados servia como guia para as entranhas dos submundo de Metropólis.

A mulher andava tranquilamente pelas ruas da cidade, visualizando de forma minuciosa cada entrada de cada uma das lojas que surgia à sua frente. Sob uma fachada elegante e moderna seu alvo se escondia. A ruiva empurrou a porta de vidro, os saltos de bico fino tamanho quinze ecoando pelo piso de cerâmica branco a cada passo dado. Sem demora, Amber se aproximou do balcão de vidro onde as mais diversas e caras joias eram exibidas. Atrás, encontravam-se vários atendentes. Seu olhar se fixou num loiro de olhos azuis, era ele. Seu informante havia lhe repassado algumas fotos do alvo.

Amber forçou a mente, trazendo à tona a memória da imagem e a certeza junto.

Era ele.

Ela se aproximou do balcão com cautela, fitando-o de modo que o chamava com olhar.

Ele veio.

Quando a ruiva se inclinou sobre a prateleira de vidro, deslizando a mão na parte interior esquerda do sobretudo, retirando seu passe que lhe garantiria acesso ao submundo de Metrópolis... tiros ecoaram pelo recinto e quatro homens mascarados adentraram o local.

Era uma assalto.

A ruiva fechou as pálpebras contendo a irritação latente que crescia em seu âmago. Qual era a probabilidade daquilo acontecer naquele exato instante? Seus poderes só podiam ter se descontrolados por uma fração de segundos para que aquilo acontecesse, não era possível! Aquele momento era crucial e os malditos bandidos tinham acabado com a oportunidade dela. O guia tinha sumido na primeira oportunidade.

Amber semicerrou os olhos e fechou ambas as mãos em punho, alguém ia arcar com as consequências. Ela se virou, fitando os homens. Não passavam de humanos comuns, usando armas para se sobressair em relação aos outros. Todos os quatro usavam ternos e máscaras de palhaços um tanto quanto exóticas. Eles riam. Uma risada alterada e psicodélica, como se estivessem drogados.

Os clientes se encontravam no canto, deitados contra o chão. A mesma situação era a de alguns dos empregados que não tinha conseguido fugir junto de seu alvo. A única pessoa em pé ali era ela, Amber Werdtaley. Um deles se aproximou da ruiva, retirando o chapéu de aba longa com a ponta da AK-47, revelando a face feminina. Os cabelos esvoaçaram com A mulher sequer piscou. Não havia medo em sua face, apenas a boa e velha expressão neutra.

— Pro chão. — a grossa voz masculina ecoou pelos tímpanos dela. A Casferth inspirou fundo. — Pro chão, vadia!— ele resmungou, impaciente pois não tinha sido atendido na primeira vez. A ruiva continuou a ignorá-lo, ainda pensava no loiro e na oportunidade perdida, alguém tinha que pagar por aquilo. —  Por acaso você é surda, vagabunda? — ele se exaltou, puxando-a pelo sobretudo.

Em segundos, com um simples olhar de escanteio lançado pela Watchman, o balcão de vidro explodiu em pedaços. Cacos afiados voaram nas mais diversas direções, mas nenhum a atingia, todos eram desviados sem que tocassem nele e redirecionados para os palhaços. Alguém tinha que pagar e esse alguém seria o maldito palhaço e sua trupe.

— Desculpe... — ela estapeou de leve a região do sobretudo na qual o homem havia tocado, como se estivesse limpando uma sujeira inexistente. Os cantos dos lábios se curvaram para cima, num sorriso de desdenhoso. — O que dizia? — ela questionou, o tom de irritação latente na voz enquanto o fitava com desprezo.

O terno de tecido fino, e de alta costura, se encontrava com diversos cortes como um pano cheio de retalhos. De alguns dos cortes, jorrava sangue, sinalizando o lugar onde o corte provocado pelo vidro tinha sido fundo, talvez fundo o suficiente para se fincar na pele deles. Atordoado com o ocorrido, ele apontou a arma na direção da watchman. Amber, num movimento rápido, deu um giro de quase 360º, para aplicar um spin back kick - um chute que consistia em acerta o oponente com o calcanhar após o giro -, e aproveitando-se do impulso levantou a perna direita no ângulo exato para deixar em sua mira a face esquerda do homem.

O chute foi certeiro.

A ponta do salto alto de bico fico ainda fez com que a máscara rachasse, devido ao impacto da força aplicada pela mulher. O palhaço girou com o contato do pé contra sua face, sendo lançado longe demais considerando que era uma mulher quem o chutava. A ruiva andou até ele, ainda sob a mira das armas do restante da trupe.

— Eu lhe perguntei sobre o que falava...— ela resmungou com ironia, usando o salto para pressionar a região mais sensível do homem, isso mesmo. O mascarado grunhiu com a dor causada pela ruiva que apenas riu com malícia. — Pelo visto temos um mudo aqui. — ela estendeu a destra na direção da arma dele e a fez levitar até a própria mão.

Ainda sob a mira dos estupefatos ladrões, ela atirou no homem sob seus pés, cuja máscara rachada apresentava a pintura da bandeira americana. A morte foi inevitável, pois, o projétil atingiu o seu destino, o centro da testa do homem.

— Sabe... — ela se afastou do morto com passadas largas. — Eu vim aqui com um propósito. — A mulher parou de andar, o sorriso desapareceu dando lugar a expressão sombria. — E vocês deixaram ele fugir... — ela riu de forma débil. — Agora advinha quem vai pagar o pato? — ela estendeu a canhota, fazendo uma bola de fogo surgir na própria mão. — Exatamente, queridos... — a ruiva riu ao notar o brilho do medo fazer a coragem vacilar nos olhos de um dos mascarados.

Ela levantou a arma, apontando AK-47 na direção dele.A máscara era feia, com a boca pintada de vermelho. O homem era tão covarde que abandonou a própria arma para sair correndo... Uh? Amber revirou os olhos e impediu-o lançando a bola de fogo nos pés dele.

— Sua mãe não lhe ensinou que é errado dar às costas à uma mulher? — a ruiva grunhiu. — Que tal um jogo? Vocês tem cinco segundos antes de morrerem da forma mais patética possível. — ela sentenciou, as orbes castanhas, tom de mel, ganhando uma leve coloração rosada. Ela levantou ambas as palmas na direção deles - dando chance ao palhaço que outrora fugia de se liberta da telepatia dela -. Seu objetivo? Iria azará-los, no sentido literal da palavra. Das palmas abertas, um feixe de luz levemente rosado foi direcionado aos bandidos. — Agora tentem me acertar... — ela jogou a própria arma no chão. — Ou morram.

Os três restantes estranharam a atitude, mas aproveitaram-se do momento para apontar as potetes Ak-47 na direção da ruiva. No momento em que apertam o gatilho da arma para que assim matassem Amber, eles notam que a bala não queria sair. Um deles, o mais tolo, virou o cano da automática para a própria cabeça e, magicamente, a bala decidiu sair, atravessando o globo ocular do azarado. Era o mascarado número três.

A risada Werdtaley ecoou pela loja, horrizados os clientes encaravam os bandidos e a mulher que decidira bater de frente com eles e, internamente, se perguntavam: A quem deveriam temer mais?

— Faltam dois... — ela cantarolou, a voz da mulher era melodiosa e suave. Seus olhos se fixaram numa jóia incomum cuja "caixinha" que a guardava tinha um símbolo. Amber tinha certeza de que já o havia visto antes... Ela se agachou, apossando-se da caixinha. O mascarado número dois decidiu aproveitar-se do momento para atacá-la. Notando que a morte do companheiro havia sido por culpa dela, decidiu abandonar a arma de fogo e empunhar uma arma branca, uma adaga.

Ele correu na direção da mulher, mas, no meio do caminho, tropeçou no corpo do colega, indo de encontro ao chão. A má sorte o perseguia e, sem surpresa alguma, caiu de uma forma que a pequena e afiada adaga se fincou em seu coração. Guardando a caixinha no bolso, Amber decidiu que já era hora de ir embora. Iria descobrir onde tinha visto aquele símbolo incomum.

— E agora só falta você... — ela sorriu sádica para o mascarado número um, um sorriso encenado. Ela levantou a palma direita, apontando na direção dele. Piedade, o homem pedia de joelhos no chão. Novamente, o feixe de luz rosado deixou suas mãos para atingi-lo. Amber se aproximou do homem e se agachou diante dele. — Você teve sorte, homem. Apenas irá para a cadeia. —ela riu antes de se levantar e dá uma joelhada na cabeça dele, fazendo-o desmaiar.

Utilizando telepatia, a ruiva fez o chapéu levitar em sua direção e colocou o acessório na cabeça. Ela deslizou a destra para dentro da região direita, interna, do sobretudo. Retirando dali um smartphone, iria contatar seu informante.

Informações:

Espécie: Reencarnada, Jinx.

Nível: 3

Pontos de Ação Atributos

Força 20
Inteligência 15
Resistência 10
Velocidade 12
Vigor 15
Carisma 8


Índole: Neutra

Poderes

Jinx tem controle de probabilidade, ou manipulação de sorte ou - no caso de Jinx - má sorte. Jinx é descrita como uma encantadora que detém o poder de má sorte, que se manifesta como rosa, explosões de energia em raios / ondas disparadas de suas mãos. Os poderes de Jinx retratam uma manipulação de probabilidade, ou mais especificamente, a capacidade de''azarar" de seus inimigos, daí o seu nome (em inglês, Jinx significa mau agouro ou azar). Quando ela está disparando ondas de energia seus olhos brilham num rosa brilhante, e pode fazer estruturas racharem. Ela é capaz de exercer sua magia para uma variedade de efeitos. Ela tem demonstrado a capacidade de usá-lo para explosões de energia, vôo, geração de ilusão e da manipulação elementar, entre muitos outros usos.
Quando ela quer que seus inimigos sejam " amaldiçoados ", ela usa principalmente suas ondas de energia para romper estruturas sólidas em seus arredores, embora outros efeitos também são possíveis, tais como ondas de maré . Sua energia de má sorte também pode servir um papel ofensivo direto como explosões concessiva.



Magia: Maldição de Objetos: A capacidade de tornar objetos mais fortes, mais rápidos e/ou mais poderosos do que já são, como transformar um carinho bate-bate para agir como um rápido carro de corrida. Explosão Hex: Ela pode atirar feixes para explosões de energia que podem derrubar objetos e pessoas.
Explosão Ótica: Jinx pode quebrar qualquer objeto usando seus olhos e sua mente.

Projeção de energia:  Às vezes chamado de "manipulação da energia", projeção de energia é a capacidade de gerar e ondas projeto variando de energia do corpo de um metahuman. Essa energia pode assumir a forma de explosões concentradas, explosões de concussão, ondas de força ou vigas auto-perpetuar. Estes feixes podem provir de qualquer lugar e ser utilizado ou dirigida de um grande número de maneiras, dependendo do carácter seja defensivo ou ofensivo.

Voar: Às vezes chamado de "levitação", Flight é um termo usado para descrever a capacidade de alguns personagens para resistir a força da gravidade de um planeta e navegar pelo céu sem a ajuda de tecnologia.

Geokinesis: Controle de Terra. Jinx é uma feiticeira elemental formidável que chama a sua magia da terra firme, natural. É por isso que ela deve ter contato entre o solo e os pés descalços em todos os momentos, ou então seus efeitos mágicos tornam-se enfraquecido ou perdido completamente.

Pyrokinesis:
Controle de fogo. É a capacidade mágica de criar e controlar o fogo, através das mãos. Ele permite que o usuário crie bolas de fogos, além de jatos de fogo, entre outras formas

Manipulação de Sorte:
Ela pode manipular a sorte de alguém para torná-la boa ou ruim.

Telecinese: Jinx tem a capacidade de manipular e controlar objetos com a mente sem o auxílio de nenhum movimento físico, podendo levitar, mover, atirar ou quebrar qualquer objeto físico em geral.

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Re: [RANDOM] MASKS

Mensagem por Sophie Czarevich Brahms em Qui Set 22, 2016 9:22 am


it can't be a mistake if i just call it change



Acordou num sobressalto; a escuridão estranha e excessiva do quarto lhe assustando num primeiro momento. Seu coração batia acelerado e seu corpo ainda tremia, os resquícios das imagens sórdidas ainda pairando em sua mente. Não havia um momento que dormia e que não tivesse sonhos perturbados. Fogo e sangue, sempre fogo e sangue.

Decidiu se levantar, sair de seu quarto e respirar ar-livre. Talvez, passar um tempo na casa de Marcel. Sim, sim, seria ótimo. Pegou sua mochila e jogou nela algumas mudas de roupa, entre outros objetos pessoais. Deixou um bilhete embaixo da porta do quarto do seu irmão, e agradeceu por seus pais não terem levantado ainda. Deixou sua casa apressadamente, embora que, ao chegar na rua, diminuiu seus passos, começando uma caminhada vagarosa.

Marcel morava longe, e, ainda que estivesse andando há um bom tempo, ainda estava na metade do caminho. Passava por um bairro luxuoso, desses que possuem casas exageradamente grandes e boutiques cara demais para alguém como ela. Costumava ser um lugar monótomo e parado sempre que o percorria, por este motivo, se surpreendeu ao ver certa movimentação. Pouco mais à sua frente, ainda na mesma calçada, o alvoroço lhe chamou a atenção. A violência explicita, os gritos e as armas não deixaram muitas dúvidas sobre o que estava acontecendo. Nem precisava se concentrar para sentir o desejo ganancioso que vinha daquela direção.

Aumentando o aperto na alça de sua mochila, começou a caminhar decididamente na direção do criminoso. Não entendia esse seu ímpeto de fazer a coisa certa sempre que podia, esse instinto heroico, como chamava, caçoando de si mesma. Nunca foi o tipo de pessoa que se preocupava com os problemas dos outros, para ser sincera, os seus sempre bastaram. Mas, de um tempo para cá, tinha essa avidez em fazer o bem sem justificativa, como se precisasse disso para tirar um grande peso de suas costas. Talvez ela gostasse de boas ações para se redimir com o mundo.

Não havia muitos civis naquela área, o que facilitou para ela se locomover, ainda que estivesse totalmente visível para o criminoso. Aproveitou de seu porte pequeno e avançou sagaz na direção do criminoso mascarado. Automaticamente, assim que entrou no campo de visão alheio, o homem virou a arma em sua direção, ameaçando atirar. Ainda que a mascara abafasse sua voz, ele gritava, e gritava cada vez mais alto, para que ela parasse onde estava, ou ele iria mandar “chumbo”.

Esse tipo de situação sempre era sempre muito cômica, como se ele simplesmente conseguisse acertar um tiro nela.

Sem sequer considerar as intimidações, a garota continuou firme na ideia de chegar até ele. O transgressor se mostrou fiel ao que falara, mirando em Charlie e apertando o gatinho com uma frieza que chegou a surpreendê-la. Mas, no momento seguinte, quem se surpreendeu foi ele próprio, quando a bala não realizou seu caminho por inteiro, parando no ar em frente ao rosto da menina, para em seguida cair no chão.

Charlie abriu um sorriso mínimo, achando graça na expressão masculina. Ao menos, esse tipo de situação tem lá sua graça. Não parou de andar, e, com isso, várias balas vieram em sua direção. Realmente, muitas balas. Mas, todas elas tinham o mesmo fim que a primeira, barradas no meio de seu percurso e caindo inúteis, como se não fossem objetos mortais. A compreensão de que ele estava indefeso pairou sobre os dois, e Charlie pode sentir as emoções dele mudando, a superioridade e a ganância mudando para algo mais profundo, que vinha das entranhas alheia e tomava, pouco a pouco, a mente do homem.

O medo sempre foi sua emoção favorita.

Incentivou o sentimento do homem aumentar, instigando outros à aparecerem durante o processo. Ansiedade, angústia, arrependimento, culpa, frustração, melancolia, pânico. Embora soubesse o quanto danoso poderia ser à mente humana, não se importou. Ele deveria ter pensado nas conseqüências antes de sair por aí roubando joalherias, pensou consigo mesma ao observá-lo largar a arma para se agachar, deitando no chão em posição fetal enquanto chorava copiosamente. Idiota.

Passou por cima do corpo que soluçava e escancarou a porta da loja. Automaticamente, toda a atenção passou a ser direcionada para si. Ela levantou suas mãos, não em sinal de rendição, mas sim, na direção dos indivíduos que apontavam armas para ela, ao que parecia, intrigados pelo motivo de uma colegial ter entrado no recinto interditado. Perguntas sobre o quarto companheiro foram feitas, e igualmente ignoradas pela jovem.

Tudo foi muito rápido. Ostentando um olhar determinado, Charlie fez singelos movimento com as mãos estendidas, um pedido silencioso. Às suas ordens, sombras começaram a surgir dos cantos da grande sala, percorrendo numa velocidade ligeira até os criminosos, alcançando os pés, subindo pelas canelas e se apossando de todo o tronco, sem deixar sequer o rosto desatado. Não existia arma que pudesse solta-los daquele aperto.

Gritos foram ouvidos pela jovem, tantos daqueles que se encontravam presos pela escuridão que parecia viva, quando pelos civis, horrorizados pela demonstração. Outro movimento de mãos, e o corpo dos três homens deslocaram-se, velozes, um ao encontro do outro. Choro, súplicas, rezas, isso fez apenas Charlie apertar ainda mais o elemento que os rodeava, até ouvir o barulho de ossos se partindo. Talvez isso os fizessem aprender a lição, ou os deixassem traumatizado pelo restos de suas vidas. Não era como se ela se importasse.

Charlie respirou fundo abaixando as mãos. As sombras recuaram, mas os homens continuavam no exato lugar que os deixara. Na verdade, ninguém teve coragem de sair de seu lugar, talvez, temendo ser o próximo.

Ela tinha que treinar mais esse lance de salvar as pessoas.

Puxou o capuz do moletom que vestia, ainda que todos já tivessem visto seu rosto, sentia essa necessidade de esconder-se, tamanho o constrangimento que sentia. Deu uma ultima olhada nos criminosos, os três parecendo bem debilitados. Seus olhos desviaram para os civis, que ainda pareciam assustados e receosos dela atacá-los. O som não muito distante de sirenes a fez perceber que ficou ali por tempo demais. É hora de ir, pensou dando meia volta, pulando novamente o homem que vedava a entrada.

Sem dúvidas, Marcel adoraria ouvir aquela história.


Informações. :

Reencarnada, Chaotic Good, nível três.

Atributos: Força - 10; Inteligência - 10; Resistência - 15; Velocidade - 15; Vigor - 20; Carisma - 10.

Habilidades: EMPATIA, Ravena possui a capacidade de ler ou sentir sentimentos e emoções. Esta habilidade também lhe permite ampliar ou reduzir emoções já existentes em seres vivos. Ela afeta qualquer tipo de emoção, como raiva, ódio, amor, confiança, etc. Pode também ser usado para acalmar seres vivos, ou deixá-los apáticos. Sua empatia se estende à planos etéreos, onde pode se vincular, sentir e ver almas e bem como entrar em contato com mentes com uma maior facilidade. Pode negar a dor de um ser e desfazê-la completamente. Através desta empatia, pode vincular-se a uma mente alheia para causar danos mentais, o que lhe dá vantagem contra seres de mente frágil. Suas capacidades empatas não se limitam apenas ao plano físico ou astral, mas também pode claramente explorar o plano mental. CURA EMPÁTICA, que lhe permite absorver a dor de feridos para aliviar seu sofrimento, os induzindo à cura rápida, entretanto, Ravena recebe uma parcela da dor do paciente para ela mesma. Isso não pode ser feito para grandes lesões. TELECINESE, a capacidade de manipular e controlar objetos com a mente, podendo levitar, mover, atirar ou quebrar qualquer objeto físico. TELETRASPORTE, uma forma de ignorar o espaço e o tempo entre vários pontos, locomovendo-se de um lugar para outro em um piscar de olhos. Usando sua própria alma, ela pode teletransportar a si mesma e outros seres em largas distâncias e como o de esperado teletransporte instantaneamente. LEVITAÇÃO, habilidade que a habilita desafiar a gravidade e literalmente voar. UMBRACINESE, capacidade de manipular escuridão, geralmente a acessando mentalmente de uma dimensão de energia negra ou simplesmente do Mundo Inferior. Com esse poder é capaz de criar formas sólidas, viajar pelas sombras em um simples teletransporte, invocar espíritos e criaturas das trevas sendo estes seus escravos sombrios. PROJEÇÃO ASTRAL, capacidade de deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito pelos planos. MAGIA, MAGIA NEGRA E BRUXARIA, como dito, possui o dom da magia e da magia negra, sendo o último não muito utilizado por lhe trazer grandes consequências. É excepcional com bruxaria, lançar feitiços e derivados. SOUL-SELF, capacidade de projetar sua alma para fora do corpo, geralmente sob a forma de um corvo negro gigante, ou inúmeros corvos de tamanho normal, intangíveis ou não. MIMETISMO DEMONÍACO, capacidade de se mimetizar em um Demônio de até, aproximadamente, dois metros. Suas íris se tornam avermelhadas, sua pele adquire um tom bronzeado e o formato de suas orelhas mudam para um pontiagudo. Suas unhas se tornam garras, grandes e resistentes, asas crescem em suas costas, assim como uma causa preênsil afiada e retrátil, que pode servir tanto para ataque quanto para defesa. Em batalha, consegue roubar parte da stamina e vigor físico, tomando-as como benefício. Sua regeneração se torna mais rápida e, enquanto nessa forma, há a capacidade de controlar a pirocinese.

thanks

_________________


Fallen angels at my feet, whispered voices at my ear, Death before my eyes, Lying next to me I fear. She beckons me, shall I give in? Upon my end, shall I begin? Forsaking all I've fallen for I rise to meet the end.

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Re: [RANDOM] MASKS

Mensagem por Doctor Manhattan em Sab Set 24, 2016 1:17 am


Informações


1. O evento random M A S K S está oficialmente encerrado, todos os players que postaram dentro da data estabelecida ganharão as recompensas;

2. Players que postaram dentro do prazo original (42 horas) receberão XP dobrada, tanto a base quanto a bonificação por demonstrar compromisso com as atividades do fórum;

3. XP Base. XP Bônus.

▲ Frances Hale: 70 XP + 80 XP • 2 = 300. (3Nvs.)
▲ Derek Froster: 70 XP + 80 XP • 2 = 300. (3Nvs.)
▲ Amber Werdtaley: 70 XP + 130 = 200. (2Nvs.)
▲ Charlie Köhler: 70 XP + 130 = 200. (2Nvs.)

4. Solicitar alterações AQUI.

5. Cada nível compreende 5 pontos.

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