KÖHLER ØSTERGARD, URIEL

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KÖHLER ØSTERGARD, URIEL

Mensagem por Deathstroke em Sex Set 16, 2016 12:42 pm

A knife to wound;
a knife to heal
Proveniente daquele que desapareceu, Uriel Köhler Østergard foi a nomenclatura dada por aqueles que o conceberam, porém, se tornou reconhecível como Klarion. Natural de Los Angeles (EUA). Tende a ser confundido com Maksymilian Barczak. O registro da sua data de nascimento é anotada como em quinze de janeiro de  mil novecentos e noventa e três, ou seja, tem as solas dos pés tocadas ao solo da Terra há vinte e três anos. O seu conceito moral de bem e mal o caracterizou como um Neutral evil, o que permitiu se transformar em um teen titan.

Invejado por sua especialização de velocista. dez é a medida exata aplicada na Força do ser em questão; o exímio intelecto é algo reparável pela pontuação de dez em Inteligência; seguro de si como uma parede, a escala até então de resistência é dez; tão inalcançável como o vento, imperceptível como a sombra, a velocidade é de  Vinte; a vitalidade é definida pelo vigor, e está nivelado em dez; carisma é sinônimo de cativar as pessoas, ou subjugá-las com a lábia, e chega a dez.

"O que falar sobre os talentos dele? Estupendas. Embora, as informações estão vagas."

Magia Negra  é o controle sobre as artes profanas das trevas contrastando a capacidade de rogar pragas como doenças, ferimentos, dores na musculatura física, causar sonolência, atingir os sentidos e atribuir total domínio sob as sombras podendo moldá-las como ; pessoas, animais, objetos ou formas animalescas de sua mente. Também é possível proteger-se ou fazer seu corpo transformar-se em neblina. Práticas de rituais são comuns tendo ligações a necromancia, Uriel possui capacidade de se comunicar e enxergar fantasmas, mover objetos, levitar e emergir penas de suas costas geralmente de coloração preta onde podem formar um par de asas usadas para levantar vôo, proteger-se ao se abraçar ou causar pequenas ventanias.  Duplicação Seus pés liberam cápsulas de energia que o permite se multiplicar e ter controle de suas formas. Quando destruídos, a energia utilizada voltam a o pertencer. São cópias físicas e biológicas exatas que podem locomover-se a seus comandos.
Intangibilidade Possui a capacidade de atravessar objetos e lugares como paredes, solos ou balas. Pode apenas esticar o braço para afanar objetos e até mesmo atravessar pessoas. A atividade só é iniciada quando Uriel começa a ter concentração em sua mente compenetrando-se a um alvo x para imprimir ao corpo, a ordem de diminuir a sensibilidade de ser sólido.
Menalocinese capacidade de criar portais capazes de trazer ou enviar pessoas para locais diferentes, esse poder também permite a locomoção de ataques de longa distância ou de pessoas perto de seu corpo. O processo é iniciado após o contato visual ao alvo abrindo uma espécie de espiral escuro sugando o alvo para dentro transferindo a um plano desejado. Da mesma maneira, Uriel pode criar com a força da mente, mais de um portal para expulsar objetos ou ataques luminosos, transportando-as para atingir o inimigo independentemente da direção ser lateral, sobre ou abaixo do alvo. Auracinese é a capacidade de ver, controlar e absorver a aura astral de alguém. Essa habilidade possibilita que o usuário faça qualquer dano, alteração mental ou espiritual em uma pessoa. Em um estágio de observação, Uriel consegue enxergar a aura das pessoas em tons fortes como vermelho, amarelo e laranja representadas por sensações como raiva e descontrole. Frias como verde e azul, emoções de calmaria ou sonolência. Dependendo do momento desejado, o toque da mão do rapaz pode abalar a estrutura espiritual da pessoa a enfraquecendo causando desmaios, coma ou morte e a fatos mais notáveis na qual exige grandes requerimentos, Köhler pode capturar a energia de uma pessoa transferindo para outra ou roubando para si. Em casos de repasse por parte da energia, o mesmo pode aumentar o grau sobrenatural de outros isto é, deixar o poder fortalecido de outrem.

"Ele é uma pessoa que me deixou intrigado. Lendo o seu histórico, pude notar que os seus feitos são admiráveis, mas quero saber mais." Segundo as vozes que atravessavam firmemente as frestas da porta, uma nova briga estava prestes por vir. De repente, o som passou a ser intermitente e logo o garoto preso dentro ao quarto com uma cama completamente branca, não aguentaria mais. Seus dedos corriam confusos a superfície afrontosa do lençol até ser desperto por um choro baixo. O rosto virou-se profusamente demorando certo tempo para reconhecer quem era. Charlie estava sentada abraçada as próprias pernas com o rosto afogado em um grande intervalo de ar que fazia entre seu peito e coxas chamando a atenção do maior gradativamente preocupado, enquanto arrastava-se para próximo lançando ambos os braços para envolvê-la :

- Charlie. - O timbre que ali abandonava o loiro, tinha frequência dissonante e forte. Um pouco atritada devido a aproximação dos lábios ao crânio alheio revestido de longas melenas escuras. Os dedos abraçaram um dos lados do rosto da menor aprochegando perto do peito, para que a outra se acalmasse. - Vai ficar tudo bem. Eu estou aqui, respire. - Acrescentou murmurando. Não demorou muito para que um estrondo irrompesse com mais violência, fazendo a porta sacolejar. De uma hora para outra, a morena fervilhou em seus braços com um olhar perturbador para a entrada. Uriel notando a mudança de humor, forçou os braços, mas nada cessou. A menina o empurrou de olhos ardentes e afiados. Consequentemente arrombou a porta deparando-se com os dois pais em briga. Ele sabia que naquele corpo não jazia a garota de antes.

Até porque, nem ele mesmo era o Uriel de antes.

O dedo indicador da mesma se ergueu rumando contra os maiores onde progressivamente uma luz púrpura crescia inerente aos olhos castanhos e profundos do rapaz. Involuntariamente o palmo se ergueu avizinhando as costas roliças encobertas pelo tecido puído da blusa de lã :

- Ravena. - A tonalidade ondulante de sua voz fora a premissa perfeita para a fenda que se abria aos poucos, revelando uma aquarela intergalática. De fato, as posses físicas não lhe eram um problema entretanto, a jovem a sua frente diferente de anos convividos fazia sua mente relapsar vagueando entre o ser que nasceu e quem acabará por se tornar. Klarion e Ravena. Ambos ali em domínio de uma casa que aos poucos se aniquilava, em dezenas de partículas inimagináveis e sem pressões. Claro que sim. Aquele era um plano mais que fadado a estourar.

Os dedos apertaram-se cada vez com mais coação não importando-se se poderia existir ou não, incômodo. Estavam sendo tragados pelas artimanhas sempre projetadas pelo garoto quando a situação estava para piorar. Aquilo era um acaso que sempre poderia ocorrer com a revelação de cada um como um prisma exposto contra a luz lacônica revelando cores jamais esquecidas.

Nós nos perdemos, Uriel. {Sim. Estamos fora do habitual.}
Não preciso mais de você. { Eventualmente…}
Eu vou respirar, se não o tiver para me proteger. {Lentamente} Vou sorrir. {Com pouca frequência}

O argumento travado em um tempo curto de sensibilismo, fizeram a dupla concluir que a causa de esconderem-se dentro do casebre, já não seria necessária. As suas costas, mostravam a figura materna caída contra diante da paterna de olhos fechados e lábios entreabertos. Ele contrário a postura sôfrega da figura feminina, aparentava ser ameaçador onde uma mão aberta em um ângulo graúdo pouco acima do próprio rosto, sabia exatamente onde acertar. Violência para os Østergard era um problema minúsculo e no ponto de vista dos dois filhos que eram lentamente obliterados daquela dimensão por um espelho.

Uriel e Charlie irmãos e ambos uma figura esbelta de um calor mágico, acreditavam que nos espelhos onde quedaram-se de peito, os  livrariam das hortênsias azuis que adornavam aos poucos, rasgando, sangrando e remoendo. Como qualquer praga. O vidro se partiu contra o outro espelho igualmente lúcido de beleza voltando as faces do loiro e da morena ; Se entreolhando. E quando fizera o ruído horrível e agudo do material se dissipando, uma luz fluorescente elevou ardentemente contra a antiga residência. Corredores, quartos, sala e demais. Encharcados de sangue. Os pais partiram também, sendo mortos com o sangue metálico das proles cada um ocupando sua sentença a sua realidade. Cada um, como um esquife.  

{ Eu ficaria muito mais feliz, se você optar por não sair. Mas se você deve deixar-me, precisarei correr mil léguas para me convencer, que a vida é melhor assim.}
"Me  diga, no que se baseaste para montar esses dados? Quais as suas referências?"

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