[RP Atemporal] — Let me tell you a joke

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[RP Atemporal] — Let me tell you a joke

Mensagem por Allerie Böhr-Wolfenbüttel em Seg Set 19, 2016 3:08 pm

Let me tell you a joke
a roleplay é iniciada pelo post de Allerie Böhr-Wolfenbüttel, seguindo por Avery Lœw.-Björkwald. estando então, fechada para os demais. passando-se esta em arkham asylum, data atemporal. o conteúdo é livre. atualmente as postagens estão em fase de andamento.



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I'M FUCKED UP. I'M BLACK AND BLUE. I'M BUILT FOR IT, ALL THE ABUSE. I GOT SECRETS THAT NOBODY KNOWS. I'M GOOD ON, THAT PUSSY SHIT. I DON'T WANT, WHAT I CAN GET. I WANT SOMEONE WITH SECRETS.

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Re: [RP Atemporal] — Let me tell you a joke

Mensagem por Allerie Böhr-Wolfenbüttel em Seg Set 19, 2016 3:52 pm

Enunciam os mais veementes que para se alcançar os objetivos almejados obstáculos devem ser exterminados, ou melhor, superados. O prestígio é, na maioria das vezes, cedido àqueles que não o merecem, por jogarem sujo e serem isentos de escrúpulos. Mas e daí? Os grandes imperadores eram personalidades corruptas e de índoles imprestáveis. Subornos, chantagens, hipocrisias, tudo isso a troco de um nome, de reconhecimento. Este é o mais sombrio agente que move o mundo e seus habitantes: a ganância.

Pontiagudos e discretos, os saltos negros colidiam-se freneticamente contra o piso cimentado deveras sórdido, espalhando partículas de ácaro pela atmosfera psicótica que ali circundava. A silhueta de suas panturrilhas, bem como de suas coxas — acobertadas por um tecido anil que se alinhava perfeitamente ao corpo —, eram contornadas pelo tecido tênue e enegrecido de uma meia-calça propícia para o ambiente de ofício.

Intercalada à cintura da veste inferior, uma soturna e delicada peça, de caimento perfeito e botões foscos para que a luz não tivesse a oportunidade de se refletir. Por sobre os ombros, mascarando os braços e as curvas de seu corpo, um jaleco não tão tradicional como os demais. A vestimenta era decorada por bordados de flores em suas costas e mangas, assim como nas bases dos bolsos e nas golas.

Uma prancheta repleta de dados restritos era cingida pelos membros superiores, disfarçados pela palidez do tecido hospitalar. Referências acerca da saúde mental, dos delitos cometidos e de todo o histórico umbroso que lhe cabia. Tratava-se de sua primeira paciente: Avery.

A dama progredia com sua caminhada, concedendo às orbes acastanhadas a percepção e o alcance gradativo da nitidez perante os dizeres informativos sobre a porta: Ala Restrita; Era exatamente ali onde deveria adentrar. Suspirou, desfadigando a musculatura de seus ombros e costas, continuando em direção ao seu sentido final.

Berros eram facilmente identificados e disseminados através das sombrias e perturbadoras paredes de Arkham. O desespero e a insanidade tinham seus lugares reservados em meio aos gases atmosféricos, motivacionando arrepios involuntários por todo o corpo da estagiária. "Espero que essa merda toda valha a pena" Pensou, revirando os olhos por pura frustração, afinal, estar naquele lugar não era uma das melhores coisas que poderiam ser feitas.

♦ ♠ ♥ ♣

Recostando-se sobre o móvel construído a partir de alumínio e um estofado barato, Allerie organizava as madeixas ruivas por sobre seus ombros, permitindo que estas obtivessem um caimento perfeito sobre seus ombros. Os óculos de pouquíssimo grau foram encaixados a sua face, dando-lhe um ar intelectual e de seriedade. Cruzou as pernas por sob o plano em que apoiava seus antebraços, analisando os dados iniciais de sua paciente.

— Avery Lœw.-Björkwald, pode entrar. — A voz trêmula entregava o nervosismo que a invadia naquele momento. Estar sozinha com alguém de psicológico tão perturbado causava-lhe calafrios e arrepios na espinha. Pigarreou, buscando a estadia da calma. No entanto, a fertilidade de sua imaginação não a impedia de criar demônios e atribuir a eles o nome resignado.

Reestabelecendo a ordem em sua postura, tornando-a impecável, Wolfenbüttel relaxou as pontas dos dedos destros sobre a mesa, movendo-os um a um. As unhas afiadas e escarlates colidiam-se contra a superfície rígida, impacientes por tamanha ansiedade e pelos minutos que ainda aguardaria até que a dita cuja resolvesse lhe dar o ar de sua graça.

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