[RP FECHADA] LYCANTHROPY

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[RP FECHADA] LYCANTHROPY

Mensagem por Erwin Ozawa em Ter Set 20, 2016 6:42 pm

LYCANTHROPY
a roleplay é iniciada pelo post de Christopher Sk.-Wøjkiëwic, seguindo por Minhyuk Börhn. estando então, fechada para os demais. passando-se esta no dia dezenove de setembro de dois mil e dezesseis nas proximidades de algumas propriedades ricas.  Ambos se esbarram no momento errado enquanto a situação simplesmente sai do compasso planejado. O conteúdo élivre. atualmente as postagens estão em fase de andamento.

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“my heart is bound with countless locks and chains. they hurt my heart, they crush it. i feel like i can’t breath. you lost the key to my heart, i’m afraid it will forever be locked.”

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Re: [RP FECHADA] LYCANTHROPY

Mensagem por Erwin Ozawa em Qua Set 21, 2016 3:12 am

Far from over

MINHYUK

as an angel, you must hide your wings. the bright white light of your essence is masked by the darkness of the world around you. you suck in the black light of society, and with every breath, you turn darker inside.
Aquela havia sido o ápice de todas as madrugadas. O motor do carro rosnando, os pneus escuros guinchando com força contra o solo, os olhos chamando o perigo através do retrovisor e um companheiro pelo qual precisava vencer. Tudo perfeito. Era uma típica cena de corridas de rua onde o mais velho do grupo em questão, havia arranjado como pretexto para se divertir. Estava friamente seguro e excitado imaginando o sabor da vitória salgar os lábios, descendo o vidro preto da BMW ofuscando venenosamente os dois universitários em que as quais, estava rivalizando.

O loiro só se via feliz nestes momentos quando a adrenalina pulsava em suas veias fazendo os pelos dos braços comprimir em altas elasticidades. Era alucinante e inexplicável detalhar a sensação de pisar fundo e cortar uma faixa amarela que geralmente rebolava sensualmente no final do trecho circuito. Lindo, tudo que amasse em um momento barato. Não precisava mostrar carteira, nome e nem quantas cédulas tinha para esbanjar. Um princípe das avenidas frias.

Mas como bem, as coisas não duram para sempre…

Ao que atendia o efeito do redbull na noite o fez mal. De certo modo, cuspir o estômago inteiro em dez minutos dentro de uma privada, não lhe eram motivos de buscar um médico e eram nessas e outras que constantemente Christopher adoecia. Fraco. Teimosamente fraco.

A procura dos sonhos, um novo pesadelo. Cada vez mais real, mais estranho e mais anestesiante. Não sabia-se quantas fronhas já havia molhado por conta do suor de nervoso. Por um minuto acreditava que tudo que pudesse tocar, traria para essa realidade e nestas também tinha fé de reconstruir os membros perdidos pelos anos. Tomou um banho para purificar-se das impurezas digeridas e vestiu a velha jaqueta maltrapilha de guerra a beira de mais um dos incontáveis colapsos.  Dirigiu-se a uma farmácia qualquer que desse na vista até por um desleixo normal, deixar a carteira cair defronte com a fachada apagada do couro permeável inocuamente derramando boa porcentagem de sua documentação.  No que fora dobrar o joelho para aparar toda a papelada esparramada como lixo na calçada, um vulto sinistramente rápido passou por suas costas por pouco não o fazendo cair :

— Ladrão! - Escutou um enraizar nervoso de um tom genuinamente feminino. Pela sonoridade, aparentavam ser ou de uma mulher de trinta anos com sérios problemas respiratórios ou uma idosa com muito pelo nasal que fizera não ter concentrações em criar continuidade para o que ocorreu. O polonês virou a face lentamente contornando a esquina em espera de um tempo até decidir por fim, seguir o vento.

Seus passos largos eram absorvidos pelo sol da ainda matina dando-lhe uma imagem bastante juvenil. Dobrou a esquina em milésimos segundos dando-se de supetão com um beco estreito. Só podia ser ali :

— Ei! - Neste minuto sua própria voz ecoou branda e rapsódica trilhando as paredes úmidas entre um casamento desconexo de urina e água que escorriam dos canos quebrados.  Na lógica de Christopher, o raptor poderia ter se escondido ou entalado no emaranhado de arames que tinha cerca de nove passos adiante. O rosto quedou de vistas para o chão vergando frivolamente a coluna para recompor o fôlego. Os dedos amarelados abraçaram o osso do joelho antes que pudesse concluir. — Não sou a polícia. Nem irei lhe machucar… - Fixou cansado já esquecido do enjoo e dores de anteriormente.” … Talvez não fisicamente.” .
TH

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Re: [RP FECHADA] LYCANTHROPY

Mensagem por Minhyuk Börhn em Sab Set 24, 2016 6:21 pm

to think you would get me to the altar
Eu posso ser novo fisicamente e perante aos olhos de muito sei que pareço bobo também, mas bem, isto nunca me incomodou na minha nova vida. Muito pelo contrário, dá para mim coisas que almejo, principalmente pedras brilhantes e valiosas chamadas de jóias. Sim, eu vivo para o crime, mas não está no meu feitio reclamar disto, ainda que tenha nascido em uma família bem rica.

Ainda que a noite estive convidativa à uma brincadeira de pega ladrão, e eu seria o ladrão, obviamente, já que adoro estar ocupado sendo o centro de atenções. É como eu digo, falando bem ou mal, falem de mim, queridos.

Estava entrando em uma farmácia deserta, logicamente apenas por conta do horário, do contrário, estaria movimentada. Olhei para o redor, fingindo buscar algo entre as prateleiras. A dor de cabeça estava ali e era este o motivo e também não acreditava que rebaixaria o nível de assaltante de banco e joalherias, mas o instinto era maior. Sorrateiramente me aproximei da bancada e sorri para a balconista. - Olá, senhorita. Eu to com dor de cabeça... - Fiz um bico chorro e assim que ela se virou, pulei sobre a bancada e empurrei a cabeça dela contra a parede, vendo-na desmaiar em seguida. - ... você estava me dando dor de cabeça. Obrigado pelo remédio. - Ri baixinho, abrindo o caixa e comecei a pegar as notas dentro. Pulei a bancada de volta e estava entrando um rapaz, soltei-lhe uma breve piscadela antes dela gritar o adjetivo pejorativo a minha linda, doce, gentil e delicada pessoa antes de sair correndo e virar a rua, entrando na primeira dobradiça que me levou a uma beco.

Fiquei erguido ao alto da lateral do prédio graças às minhas habilidades e já estava pronto para descer e voltar a andar normalmente quando vi, de longe, a silhueta, mas o que seria melhor do que poder enxergar no escuro naquele momento? Era o mesmo rapaz da farmácia, o que ele estava fazendo ali? Bem pelo menos não policial e bem. Eu quero brincar.

Com certo impulso, pulei da parede a cai sobre o mesmo, derrubando-no no chão e fiquei de face a face com ele, exibindo um sorriso sarcástico. - Oi. - Ri baixo e prendi as mãos dele sobre a cabeça, usando a força equivalente a de um gorila e depois assumi o peso equivalente ao do mesmo animal, não é que eu tenha ganhado massa muscular, estava mais para algo como alteração da gravidade. - Por que me seguiu? - Fitei os olhos dele estreitando os meus.
BY MITZI

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Re: [RP FECHADA] LYCANTHROPY

Mensagem por Erwin Ozawa em Dom Out 09, 2016 11:05 pm

Far from over

minhyuk

They’re scared that people secretly hate them, often worry that everyone will leave them and they’ll truly be alone. They are worried about being controlled. They’re also scared of being in situations where they have no power/control - such as, being humiliated.

Em consciência do torpor virulento que o circulava, Christopher começava a dar andamento a todas as possibilidades francas do que poderia encontrar. Em meados de seus vinte e quatro anos sendo apenas três destes, a real ciência de suas habilidades, sabia que qualquer forma poderia surgir. Talvez seus genes diplomatas não fossem capazes de arrebatar tudo. Talvez aquilo não era problema dele. Afinal, fora só buscar um remédio para enjaular duas das intermináveis bestas que o confrontam constantemente.

Vá embora, Wøjkiëwic.  Apenas vá, não olhe para trás e nem deixe a sua curiosidade o matar. As costas se ergueram, encontrando-se finalmente de pé suspirante por uma perca irremediável de tempo. Os cílios tilintaram e quando estivera prestes de virar a coluna para a rua, escutou um ruído. Algo como um empoar de asas, um corte oxigenado de cima para baixo no entanto, antes que pudesse tomar suas conclusões, seu tórax pesou desta vez contra a degradação urbana do beco.

Piscou com dificuldades, a luz lhe feria intencionalmente cada glóbulo ardendo e secando. Um oásis, pensou. Acima da panturrilha a sensações de peso lhe prejudicava temporariamente a respirar o que a acaso, manteve os lábios entreabertos puxando o máximo de ar lhe possível.  Quando ouvira uma voz baixa e masculina infantilmente o saudar, um ímpeto fôlego juvenil escapou inesperadamente de sua boca :

— Esta não é a questão maior no momento. - O rústico ar parecia o rejeitar. As pernas moveram-se lentamente enquanto sentia ambos de seus braços erguidos. O peito moveu em uma onda por fim surpreendendo-se com a visão revelada ; Cabelo coco avermelhado, traços infantis e exangues igualmente estrangeiro e uma força colossal. Como seria possível? Era muito provável que não fosse o único a ser castigado com capacidades fora do habitual. Feche os olhos e reabra :

— Acredito que possamos conversar. Não iria querer ver do que sou capaz. - Murmurou visando a cobertura de uma nuvem o planar. Satisfatoriamente, o polonês moveu os pulsos devolvendo um sorriso ignóbil típico de um soldado, demantendo certa tranquilidade  no vocábulo europeu. — A medida que me aperta, meu sangue corre desesperado - Pausou dando continuidade após sorver toda a qualidade de seus palavrões compostos pelo incômodo. —, mas logo desaparece. Sabe por que? Resistência. - Completou analisando a anatomia indiferente do que ao lhe parecia em meio farpas de uma expressão séria.

Algo ali o cheirava confusão.  Necessariamente,  não relutou no manicômio de sua conversa desafiadora. Uma das sobrancelhas loiras, levantaram e a boca contorceu numa curva retórica. Não fazia mínima vontade de ouvir o que o outro tinha a depor contra. Todas as frases de Sk. eram o meticuloso processo sucedido a intervalos longos de silêncio :

— Ande. Mostrará o que conseguiu fazer, ou precisarei agir? - Rosnou aleatoriamente puxando os braços para si mesmo contudo, se convenceu que era e vão.
TH

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