WIEFFERING, Atze Ephraim

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WIEFFERING, Atze Ephraim

Mensagem por Adam Warlock em Qua Set 21, 2016 12:01 am

"Now every cheap hood strikes a bargain with the world and ends up making payments on a sofa or a girl. 'N' every gimmick hungry yob digging gold from rock 'n' roll. Death or glory becomes just another story.
Proveniente daquele que desapareceu, Andreas "Atze" Ephraim Wieffering foi a nomenclatura dada por aquele que o adotou, porém, se tornou reconhecível como Lobo. Natural da Bulgária. Tende a ser confundido com Jack O'Connell. O registro da sua data de nascimento é anotada como em Treze de Setembro de Mil Novecentos e Sessenta e Oito, ou seja, tem as solas dos pés tocadas ao solo da Terra há Vinte e Quatro aparentemente. O seu conceito moral de bem x mal x caracterizou como um CHAOTIC NEUTRAL, o que permitiu se transformar em um INJUSTICE LEAGUE.

Invejado por sua especialização de Atacante. vinte e dois é a medida exata aplicada na Força do ser em questão; o exímio intelecto é algo reparável pela pontuação de Nove em Inteligência; seguro de si como uma parede, a escala até então de resistência é Doze; tão inalcançável como o vento, imperceptível como a sombra, a velocidade vitoriosa atinge atualmente em Doze; a vitalidade é definida pelo vigor, e está nivelado em Doze; carisma é sinônimo de cativar as pessoas, ou subjugá-las com a lábia, e chega a Três.

"O que falar sobre os talentos dele? Estupendas. Embora, as informações estão vagas."

— Força Sobre-Humana: Sua força é constantemente alterada em suas aparições pelos escritores, seu nivelamento é proveniente de seus adversários como exemplares. Lobo tem mostrado força semelhante ao Superman — ou kryptonianos, que seja —, mais um exemplo de suas façanhas fora a de destruir planetas inteiros, e precisamente possuir a capacidade de erguer cem toneladas sem fazer esforço aparente.

— Agilidade Sobre-Humana: Lobo possui a capacidade de aguçar sua percepção e aumentar seu fluxo atemporal que o faz se mover mais rápido que humanamente impossível, isto é, na execução de seus movimentos. Os golpes chegam em seu ápice com a junção desse poder, impulsionando a rapidez e o baque de tais. Apesar de alcançar tamanha velocidade em seus atos, o mesmo se limita a saltos e giros no ar — nada de correr.

— Resistência Sobre-Humana: Lobo tem a capacidade de realizar tarefas cansativas por um longo período de tempos em se cansar. Por exemplo, ele pode correr, erguer pesos e lutar por dias sem que se canse. O mesmo não pode ser dito sobre sua mente, que ainda é suscetível a ataques psíquicos.

— Rastreador: Não fora somente por seus atributos físicos que Lobo recebera notoriedade em sua carreira como Caçador de Recompensas, e sim por possuir um sentido de rastreamento apuradíssimo que lhe permite rastrear qualquer pessoa onde quer que ela esteja — estando em Terra ou pelo universo. Como é apresentado em suas aparições, é costumeiro que o mesmo seja feito pelo seu olfato — este deve ter tido ao menos contato físico com a pessoa ou seus bens.

— Longevidade: Devido a imortalidade do czarniano, — tamanho poder não fora capaz de ser herdado pelo humano a quem reencarnou —, este, no entanto tivera seu encaminhamento a tardar o envelhecimento de suas células. Sua reencarnação é mortal, irá envelhecer e pode ser morto, mas seu envelhecimento é lento, lhe dando a dianteira de aparentar ter metade da idade que realmente tem.  

— Regeneração: Se for incapaz de sustentar uma lesão, seu fato cura acelerada lhe permite regenerar seus tecidos danificados ou destruídos instantaneamente, com pouca dor aparente — é certo citar que se pode curar de qualquer lesão, pois sua regeneração e sua rapidez para tal é frequentemente alternada. É mostrado, por exemplo, que consegue recuperar desde membros decepados à reciclagem de células.

— Auto-Sustento: Tal habilidade provém de sua raça, os czarnianos. Lobo não precisa de nenhum alimento para se manter, nem água, ar ou dormir para descansar. Em sua reencarnação a herança é menos intensa, contudo, seu corpo não funciona como um corpo normal. Apesar de ser escravo de tais necessidades, este faz com menos frequência. Tornando-se mais resistente em ceder a estas vontades.

"Ele é uma pessoa que me deixou intrigado. Lendo o seu histórico, pude notar que os seus feitos são admiráveis, mas quero saber mais."

Viviam como ratos, sim. Eles eram a personificação daqueles que não se encaixavam na sociedade que fechavam os olhos para sua existência, mas infelizmente nem sempre esta fora vossas realidades. Outrora eram duas crianças: o imoral com tendências homicidas que tardava a envelhecer e a menina que uivava para a morte. Andreas como fora batizado tivera uma infância infeliz. O primogênito viera entremeio a um milagre, pois fora dito que sua mãe jamais pudera gerar filhos devido a uma doença em seu útero — esta instantaneamente desaparecera em descoberta de sua gravidez, por motivo ainda desconhecido. Não eram ricos, família modesta e ambos protestantes. A criança aclamada como milagre logo viera a ser julgada como um demônio ao passar dos anos que não prejudicavam sua aparência. A ajuda médica nem fora cogitada, os progenitores preferiram aderir  a prática do exorcismo. O mesmo acontecera a sua irmã antes de enfim libertá-la à chegada de sua puberdade.

Axel, sem dúvida alguma, não era como ele. Era uma gatuna empenhava-se na arte furtiva e principalmente estudar seus alvos com suas íris azuladas em vigilância. Atze é prepotente e impulsivo, como o atacante que é, não apresenta quaisquer filtros que julgaria uma pessoa sã em atacar desconhecidos. Apesar de tudo, não é alguém que anseie em suprir suas necessidades com a mesma urgência que a caçula — isso quando não se trata da sede insaciável de violência que toma seu âmago devido seus atributos inumanos. Definitivamente não é alguém que teme, mas que sim procura ser temido. Imaturo permanece com o tardar dos anos que passam e sua aparência continue incólume. O adolescente tem o dobro da idade que aparenta, que apesar de experiência continua sendo o garoto imaturo e ignorante que seus progenitores tanto tentaram educar. O amor lhe faltou, e o medo se tornou a única porta para conquistar respeito.

A hiperatividade despertava-os ao crepúsculo, mas era quando o breu tomava os céus e as estrelas os pontilhavam na companhia da esfera  “de merda” — apelidada pelo reencarnado do czarniano — que suas tendências homicidas e ladinas tomavam seus corpos em um rito de passagem para a consumação. Os alvos era aqueles que ostentavam, as mulheres que escolhiam cortar caminho para vossas residências na escolha de um beco escuro ou os homens infiéis que retiravam suas alianças enquanto se comunicavam com suas amantes ao telefone. Crianças eram ignoradas, os mesmos não possuíam paciência para perdurar um sorriso somente para adulá-las — mas adoravam vê-las chorar. Deficientes e idosos não eram ignorados, incapazes de demonstrar alguma clemência. Estavam famintos, e como animais precisavam entregar-se ao instinto. Outras escolhas profissionais foram facilmente descartadas, apesar de sua vasta idade, Atze é incapaz de permanecer em um ambiente onde não é o alfa. Obedecer não era uma escolha, então preferia se arriscar nas ruas e a invadir terrenos abandonados para sobreviver. Axel também escolhera estar do seu lado a ter de rezar a cada lufada. Não eram felizes, mas podiam alegar liberdade.

As vidas dos irmãos iriam mudar drasticamente com a chegada de um desconhecido, um desconhecido que carregava o sangue adversário em suas veias. As orbes azuladas, imaturas e inexperientes, assistira ao por do sol antes de atrever-se a despertar a caçula que ainda dormira em um montanha de lençóis puídos. Ali já era a sétima moradia de invadiam, uma vela fábrica de tecidos da qual ocorrera um incêndio no meio de uma madrugada. Diante as perdas, a empresa falira e a locação encontra-se abandonada desde então. Tiveram de fazer uma limpeza, exterminar tanto as pragas racionais e irracionais para enfim chama-la de sua. Haviam se estabelecido no último andar, onde conseguiam ter uma ampla vista da cidade. Andreas apagara seu cigarro em seu antebraço, contemplando a queimadura desaparecer entremeio as células que se renovavam. Tornava-se cada vez mais rápida sua regeneração, contribuindo para a sua impulsividade em investidas. Desceu as escadas com rapidez, despertando a Axel com um estrondo ao encontro de duas barras de metais. Bem, a sorte de ambos é que são igualmente poderosos, pois implicâncias é que não faltam.

Em conjunto encaminhavam-se para as ruas, ambos jovens aparentando idades semelhantes: Axel na flor da adolescência e Andreas quase ao fim dela. Eram os olhos da morena que buscavam os alvos que trariam mais ganhos, enquanto o do mais velho procurava os mais robustos que apresentassem um terço de seu próprio ego. Marchavam pelas sombras, com seus olhos refletindo o neon comercial. Os traços femininos de Axel que atraía a atenção masculina apesar da montanha de músculos ao seu lado, fisgando-os para becos dos quais eram apunhalados. O mesmo não poderia ser dito do primogênito, que agarrava-se a qualquer um que ousasse menosprezá-lo com seus punhos. Aquela não era uma noite de ganhos, e sim de perca de tempo, como comentara Atze ao encostar-se a parede fria. A menor mantinha-se a ignorá-lo, brincando com uma arma branca em seus dedos. Fora pegos desprevenidos quando uma figura adentrara em seu campo de visão a cantarolar uma música alegre demais para aqueles tempos. A voz embargada e seu andar desorientado entregava sinais de embriagues, estes sendo o suficiente para ganhar a atenção de ambos ao apresentar vestes de grife.

Aquele a quem chamariam de irmão e descobririam ser um marciano não passava de um embriagado alucinado meio boboca naquela noite. Assim que as mãos do mais velho ousaram em abordá-lo viera a surpresa de sua habilidade. O loiro empurrou Andreas contra uma das caçambas de lixo em um singelo movimento, enquanto a outra apenas assistia o ocorrido em primeira fila. Atze ergueu-se com sua agilidade sobre-humana, prontificando-se a ficar defronte a aquele que ousou encostar em seu corpo divino. As bochechas rubras e o arfar de seu peito entregava sua raiva, e os punhos se encontraram a ponto de elevar a quem estivera próximo. Miraram um ao outro, recolhendo seus punhos ao avaliar a si mesmos. A surpresa ultrapassou o rosto do moreno, que preferiu aguardar, dessa vez, o golpe do outro a fim de mostrar-lhe uma surpresa — um possível golpe mortal. “Vo-vocês...” As palavras eram cuspidas, falhas e pouco apresentando algum nexo. “Gostariam de jantar?”

"Me  diga, no que se baseaste para montar esses dados? Quais as suas referências?" Vou ser bem sincera porque não sou trouxa nem nada que tive ajuda e peguei de várias fontes sim pra não ter erro — certeza que vou ser negada —, aí vai: DC Wiki, Legião dos Heróis e Taberna do Herói.


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