[RP FECHADA] — I need a doctor... {092416}

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[RP FECHADA] — I need a doctor... {092416}

Mensagem por Convidado em Sab Set 24, 2016 12:03 am

I need a doctor...
a roleplay é iniciada pelo post de Sisyphos Abbel Wieffering, seguindo por Frances Anastasie Hale. estando então, fechada para os demais. passando-se esta em 24 de setembro de 2016 o conteúdo é livre. atualmente as postagens estão em fase de andamento.


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Re: [RP FECHADA] — I need a doctor... {092416}

Mensagem por Allen Forchhammer em Sab Set 24, 2016 10:17 pm


CAI DENTRO CUZAO
A
pós o clarão, senti uma dor que nunca sentira antes, algo queimando em meu interior, estremecendo e tencionando todos os meus músculos. Mordi o lábio inferior com deveras força para não demonstrar fraqueza e saí de cima de Frances, ela encontrava-se deitada e encolhida no chão, meu corpo estava sobre o dela, a envolvendo contra aquela onda sísmica eletromagnética juntamente do clarão para tentar reduzir os danos dos mesmos sobre o corpo que era bem mais frágil que o meu. Estendi a mão para ela poder levantar-se, mas eu notei as suas pernas bambas na sua tentativa inútil de ficar em pé sozinha, quando seu corpo vacilou para cair, utilizei de minha agilidade para me reposicionar atrás da mesma e pousar ambas as mãos em seu corpo, impedindo-a de um contato direto com o solo. Lhe mostrei um singelo sorriso simpático, o qual foi retribuído e suspendi o seu corpo em meu colo, com a mão destra envolto de seu torso, firmando-se próximo a seu ombro e a canhota na parte de trás do joelho, na exata localização de suas juntas. Aconcheguei sua cabeça no meu peito e desviei minha atenção de seu rosto, com o olhar procurei observar todo o estrago que aquela criatura havia feito sem exercer nenhum esforço, apenas o castigo de sua destruição. Pessoas com queimaduras expostas estavam sentadas no chão tentando realizar primeiros socorros por conta própria, outras estavam desmaiadas e mais outras estavam tontas, mas o bem-estar delas não eram da minha conta.

Pousei discretamente ao lado do grande hospital de Gotham, contornei o prédio em passos apressados até que me vi de frente para a porta de vidro dupla que dava acesso a seu interior. Atravessei-a e instantaneamente milhares de rostos viraram-se para mim, tentando tirar conclusões sobre o caso. Ergui uma sobrancelha irritado com tamanha atenção que eu chamei, mas eu não podia culpar os curiosos, afinal tanto eu como Frances estávamos cobertos de pó colorido, ambas as duas roupas brancas levemente chamuscadas nas extremidades e minhas mangas haviam resquícios de tecido desigual, isso indicava que a mesma havia sido rasgada com força. Sem contar o fato de que o tecido da blusa da Frances era meio transparente e alguns tarados levaram a atenção para dois pequenos borrões rosados que transpareciam embaçados através do tecido, aquilo me fez a envolver com mais força contra meu corpo. — Eu preciso de uma ajuda. — Solicitei com a voz levemente alterada com uma recepcionista que me atendia atrás do balcão. Seus olhos estavam mais atentos ao monitor a sua frente do que a mim, talvez preenchendo algum formulário, ou talvez ela só não dava a mínima para nós. Após alguns questionamentos simples como nome e idade, uma equipe de quatro enfermeiros conduzindo uma maca brotou ao nosso lado. A deitei calmamente na maca e coloquei uma mecha de seu cabelo atrás da orelha, seu olhar era de alguém que estava esgotado demais para falar alguma coisa, me limitei apenas a um simples sorriso bobo antes de vê-la partir em direção a uma porta dupla metálica que dividam a recepção do corredor das alas hospitalares.

— Sobre mim o que? — Respondi para a recepcionista quando ela me perguntou algo que claramente eu não escutei. Ela repetiu lentamente e pausadamente, parecia que havia uma certa raiva em suas palavras por eu não ter prestado atenção nela na primeira vez. — Ah, eu não preciso de atendimento não. — Concluí com a voz rouca e recebi um olhar curioso vindo dela, e eu sabia exatamente porque, pois, eu e Frances aparentemente havíamos passado a mesma situação, situação essa que a equipe médica desconhecia, tanto eu como ela tínhamos vestígios de queimadura leve na pele e nas vestimentas, nas vestimentas eram mais visíveis em mim e na pele eram mais visíveis nela. Questionei a atendente se eu poderia vê-la naquele momento, mas ela me barrou com uma resposta que eu poderia só após do diagnóstico e caso ela tivesse condições, e se eu fosse da família. Resmunguei baixo e me sentei em uma das cadeiras acolchoadas da recepção, cruzei os braços em frente ao meu peito e relaxei o pé direito sobre o joelho da perna esquerda, fechei os olhos e abaixei a cabeça por alguns minutos. Escutei seu nome sendo pronunciado baixinho para a moça atrás do balcão, ergui o olhar e vi um dos enfermeiros que a havia levado segurando uma prancheta, era o diagnóstico. Levantei quase num pulo e fui até o balcão mais uma vez. — Atualizações sobre o caso? — Perguntei com um sorriso de canto, o qual foi desfeito juntamente a uma revirada de olhos quando recebi a informação de que eu não tinha autorização para vê-la pois não era da família, e ela precisava de descanso. — Mas eu sou da família! — Exclamei sem paciência, ela ergueu uma sobrancelha como se estivesse duvidando, mas era mesmo mentira. — Não de sangue, mas estamos namorando a dois anos. — Outra mentira. Fiz um biquinho e lhe lancei um olhar de cachorro abandonado, a mesma suspirou e me deu permissão para passar o resto da noite com ela, e também me informou que pelo seu quadro não ser grave, poderia ser liberada no dia seguinte pela manhã. Sem agradecimentos, dei as costas e avancei além das portas de metal, identifiquei a sala médica que me informaram e bati no vidro para lhe chamar a atenção. Girei a maçaneta da porta e adentrei no lugar lentamente, fechei-a quando já estava dentro. — Ei. — Me agachei ao lado da cama hospitalar, deixando nossos rostos numa altura nivelada. — Essa vai ser uma história e tanto para lembrar depois. — Abri um breve sorriso no meu rosto.
all pressed in black and white;
funebrius

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Re: [RP FECHADA] — I need a doctor... {092416}

Mensagem por Convidado em Dom Set 25, 2016 10:42 pm

Well, now that you've got your gun It's much harder now the police have come Now I'll shoot him if it's what you ask But if you just take off your mask You'd find out everything's gone wrong. Now everybody's dead And they're driving past my old school He's got his gun, he's got his suit on She says, "Babe, you look so cool, you look so cool,
Eu poderia ter feito melhor.

Foi instantâneo: ver aquele robô (ou pseudo-robô nunca vou saber que desgraça era aquilo e agora pouco me importa) e tudo o que aquele filho de uma grandessíssima prostituta falou sobre as pessoas que vinham do mesmo lugar que o Sissy me fez querer protegê-lo a todo custo, não só ele, não só por causa daquelas palavras, mas porque eu sabia como era ser alvo de perseguições quando você chega num local novo.

Eu quase nasci albina, vocês já devem ter reparado isso logo que viram a cor do meu cabelo. Quando se é adolescente fica mais fácil, pois você pode dizer que descoloriu (ou platinou para os mais glamurosos). Mas quando se é criança, as outras crianças olham como se você fosse um alienígena. E foi isso que eu vi no Sissy quando ele entrou naquele sala no terceiro dia de aula da última semana do mês: alguém desproporcional aos padrões comuns do corpo de um adolescente de 16 anos.

Mas voltando ao que interessa — no caso, a explosão — a primeira reação que eu havia tido foi proteger o Sissy, depois é que eu vim pensar no que eu faria com aquela coisa, eu sequer sabia se havia conseguido protegê-lo ou não — só vim saber momentos depois, quando esse panaca arrancou meu sutiã na frente de sei lá quantas pessoas, me deixando quase nua. — e quando eu e Zatanna começamos a pensar no que fazer com o robô, a única coisa que eu via era ele indo pra cima do pedaço de lata, irresponsável como sempre era em tudo o que fazia.

Você tá maluco?! — Foi o que eu havia gritado, ainda que ele não me ouvisse, levando meus braços cruzados por cima da camisa para esconder o que eu pudesse esconder. — Sisyphos! — ele sequer me ouvia, parecia empolgado de mais em bater inutilmente no robô. Ambos estavam tão entrelaçados que era difícil ver onde terminava sissy e onde começava o robô.
Quando apitou 100% eu percebi que todos os milésimos de segundo que eu havia tido para mirar e atirar haviam se esvaído entre meus dedos, e que Sissy ainda estava atracado com o robô. Eu corri sem pensar em direção aos dois, nem me lembro mais se minha varinha ainda estava na minhas mãos nesse momento, mas com toda a pouca força que eu tinha, eu lembro de ter empurrado-o para longe do robô, e encarado aqueles olhos vermelhos de LCD avisando que algo perigoso estava por vir. Uma sombra se lançou por cima de mim, pela lateral esquerda e tudo ficou escuro.



Meus ouvidos estavam zunindo como se eu houvesse passado duas horas com os fones de ouvido no máximo. Minha visão estava turva e tudo o que eu via eram borrões de luz alaranjada e azulada no meio do que eu achava ser um céu escuro. Vi o corpo de sissy por cima de mim, e desejei que ele não estivesse morto, ele havia me protegido, como eu havia tentado fazer o mesmo momentos antes, e percebi que, perto dele, eu era fraca demais.
— Sis? — Murmurei, minha garganta estava tão seca que doía, assim como minhas costas e minhas costelas, eu ainda sentia minhas pernas, o que significava que eu não ficaria paraplégica. Minha cabeça latejava de dor e talvez eu tivesse torcido um braço ou um pé — porque eles estavam doendo de mais — haviam arranhões em meus joelhos e cotovelos, e eu estava suja de terra, mas eu precisava saber se ele estava vivo.

Quando finalmente se levantou eu percebi que ele não estava tão bem como eu — oras, ele também estava sujo de terra, mas se houvesse algum arranhão, com certeza desaparecera — olhei ao redor, e quando eu finalmente comecei a ouvir outra vez, eu ouvia pessoas chorando e gritando em dor e agonia. Nunca fui de me importar com cenas de tragédia, mas quando as coisas acontecem com você, você passa a ver com outros olhos.
Comecei a chorar, a chorar pelo que havia acontecido. Não havíamos feito nada, pagávamos nossos impostos, votávamos, dávamos dinheiro para o estado ao pagar nossas multas por estacionar o carro no lugar errado e mesmo assim eles faziam aquilo conosco? Porque éramos diferentes?

Tentei me levantar, mas minhas pernas estavam bambas demais para isso. Sissy estendeu sua mão e eu a agarrei com força. Minha varinha ainda estava presa a minha mão, e não parecia nada ruim a não ser alguns arranhões e sujeira. — Sis, espere. — Pedi, antes que ele me colocasse no colo. Cambaleei com esforço em direção a uma garota morena que chorava com o corpo desacordado do namorado no chão — provavelmente morto — sei que o que quer que eu fizesse, não adiantaria, mas eu queria ajudar alguém. Me aproximei do corpo e estendi a varinha por cima de alguns arranhões, que aos poucos se fechavam como se nunca houvessem estado ali. — Vai ficar tudo bem. — Disse a ela, incapaz de forçar um sorriso. A garota olhou para mim como se um milagre tivesse acontecido diante de seus olhos, e após um fungar ela agradeceu.



Quando finalmente chegamos ao hospital, toda aquela luz e aquele cheiro e hospital me reconfortaram de alguma maneira, eu encolhi meus braços na altura da camisa outra vez, tentando desviar os olhares pervertidos e voltei meu rosto para o peito de sis, cuja camisa agora recebia um acréscimo de terra e grama arrancada. Senti seu corpo se movimentar, e após dois ou três passos, virei o rosto na direção contrária e vi uma funcionária desinteressada no que estava acontecendo ali. Meus pensamentos estavam lentos demais para que eu pudesse fazer algo, então deixei que Zatanna tomasse as rédeas e cuidasse de mim, da mesma forma que eu achava que cuidava dela quando a recebi.

De imediato uma maca e alguns enfermeiros surgiram, fui posta deitada enquanto seis deles corriam comigo para dentro da emergência, as luzes dos corredores passando por mim como faróis de carro. Eu fechei os olhos e deixei que tudo fluísse naturalmente.



Os bips da máquina ao qual eu estava ligada, que monitoravam meus batimentos cardíacos já não me incomodavam mais. Meus olhos estavam fechados, numa tentativa falha de tirar um cochilo, mas os flashbacks de tudo o que havia acontecido passava diante de meus olhos cada vez que eu os fechava, como se fosse um sonho.
Suspirei, me perguntando o que seria do dia de amanhã, com certeza aquilo passaria nos jornais pela manhã, e eu não conseguia ver o relógio, então mal sabia a quanto tempo estava ali. Me estiquei para alcançar o controle, mas as enfermeiras haviam posto longe de minhas mãos de propósito, não ousei esticar meu braço, pois querendo ou não eu conseguiria sentir a agulha do cateter em minha veia se movimentando, e aquilo me daria uma agonia imensa, agonia essa que sempre me incomoda quando preciso tomar soro.

Comecei a trabalhar para organizar meus pensamento. Zatanna não me respondia, presumi então que estivesse cansada, afinal ela também estava comigo na hora do ataque, olhei ao redor e vi minha varinha perto do controle. Mesmo que eu pudesse usar ela para atrair o controle até mim, eu estava exausta de mais para usar qualquer magia ou encantamento. Os passos no corredor e o som das rodinhas da máquina eram tudo o que me impediam de dormir, pois minhas pálpebras pesavam por demais.

Quando finalmente comecei a pegar no sono, alguém entrou na sala, provavelmente uma enfermeira para trocar a medicação ou o que quer que estivessem fazendo comigo naquele momento, mas uma enfermeira jamais tocaria meu rosto com as costas da mão. Abri os olhos e vi sissy em pé, um sorriso começou a se formar em meus lábios, mas não pareceu estar apto a durar muito. — Tem certas coisas que eu preferia esquecer. — Murmurei, minha voz ainda estava fraca, porém bem melhor do que na hora do ocorrido. — Pegue uma cadeira e se sente, como você está?
lista de supermercado:

1. Informações gerais:
▲ Frances Hale a.k.a. Zatanna
▲ Reencarnada
▲ 18 anos

2. Níveis e atributos:
▲ Nível 3

▲ Inteligência: 10
▲ Força: 10
▲ Vigor: 10
▲ Resistência: 10
▲ Velocidade: 10
▲ Carisma: 10

3. Poderes e Habilidades
▲ Cinéticos:
Geocinese; Aerocinese; Pirocinese; Telecinese; Hidrocinese; Umbracinese; Lumocinese; Criocinese; Eletrocinese

▲ Físicos:
Teletransporte; Transformação; Cura; Alteração de tamanho;

▲ Mágicos:
Feitiçaria; Hipnose; Prestigitação; Telepatia; Voo;
they're making up another story;
Convidado

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