FALK GÄRTNER, AURORA

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FALK GÄRTNER, AURORA

Mensagem por Deathstroke em Sab Set 24, 2016 2:00 am

hell-raiser
Originada da transformação, aurora falk gärtner foi a nomenclatura dada por aqueles que a conceberam, porém, aos olhos da sociedade corrupta é conhecida como dawn. Natural de bélgica. Tende a ser confundida com julija steponaviciute. A seleção natural mostrou-a ser dessemelhante em vista aos terceiros, uma meta-humana. O registro da sua data de nascimento é anotada como em dez de maio de mil novecentos e noventa, ou seja, tem as solas dos pés tocadas ao solo da Terra há vinte e seis anos. O seu conceito moral de bem x mal x caracterizou como um chaotic evil, o que permitiu se transformar em um membro da injustice league.

* Como descendente da evolução, a sua habilidade primária é a capacidade de Rajada psíquica, usando para a bel-prazer, afim de saciar a própria satisfação; entretanto, também é dona da Controle do medo.

Invejada por sua especialização de persuasivo. dez é a medida exata aplicada na Força do ser em questão; o exímio intelecto é algo reparável pela pontuação de quinze em Inteligência; segura de si como uma parede, a escala até então de resistência é dez; tão inalcançável como o vento, imperceptível como a sombra, a velocidade vitoriosa atinge atualmente em cinco; a vitalidade é definida pelo vigor, e está nivelado em cinco; carisma é sinônimo de cativar as pessoas, ou subjugá-las com a lábia, e chega a VINTE E CINCO.

"Ela é uma pessoa que me deixou intrigado. Lendo o seu histórico, pude noter que os seus feitos são admiráveis, mas quero saber mais."
1990
"Como é linda", comentavam alguns. "Adorável! Um anjinho", admiravam-se outros. Os sorrisos falsos e presentes para a recém nascida, a maioria de parentes distantes ou funcionários do casal, sempre interessados em parte da herança que um dia pertenceria a Aurora. Na frente de todos, Maxine sorria e elogiava sua filha, mas uma mãe sabe. Mesmo com poucos meses de idade a jovem Gärtner apresentava comportamento... diferenciado. "Georg... Temos que nos livrar dessa... criança".
1997
Gritos de pura agonia ecoavam nas paredes frias do internato, mas ninguém mostrava sinal de se importar o suficiente para checar a situação, as freiras prontamente ignoravam tudo que perturbava a paz, fingiam simplesmente que nada acontecia, que Deus cuida dessas pobres almas. Um riso delicado, tímido e estranhamente inocente tomou lugar dos berros estridentes. Contente por ter conseguido o que queria, a criança com duas pequenas tranças deixou o quarto com seu novo brinquedo. Naquela idade, é claro, não media as consequências de sua ações ou muito menos sabia porque todos que a irritavam se contorciam de dor aos seus pés, só sabia realmente que amava a sensação.

1999
"Essa era a última, Georg! Última maldita escola que vai aceitá-la por aqui!" Aurora ouvia atentamente pela porta cuidadosamente trancada, como se soubessem que ela estaria ali. "Eu sei! Eu sei... Vamos dar um jeito, amor... Podemos mandá-la para sua tia..."  e com essa fala Maxine se cala e reconsidera, "Tia Karen? Em Gotham?" e como se fosse a solução para toda miséria no mundo exclama: "Sim! Ela sempre gostou de Aurora..." Com um sorriso no rosto, a garota destranca a porta com certa facilidade. "Posso fazer as malas?"

2005
"E é tipo, não como se eu amasse ele, sabe?... Aurora?" o voz distante de sua 'amiga' mal passava pela mente da morena no momento, focava-se em seu treino, socar o manequim era o centro de suas atenções, fazer o ataque perfeito, aprender, treinar, ser a melhor. O telefone jogado em cima da cama ainda chamava seu nome repetidamente, já começando a soar irritadiça. "Inacreditável!" foi a última palavra gritada pelo aparelho antes da linha ficar muda. Mas a única reação da garota foi revirar os olhos, tinha pouquíssima paciência para as futilidades da elite de Gotham. Não podia deixar de pensar que era mais fácil na Bélgica, onde não era necessário fingir amizades ou sorrisos.

2011
Mentir era natural, após anos de prática. Quase até enganava a si mesma, mas no fundo o único momento que se sentia verdadeiramente feliz era ao infligir dor por seus poderes. Levantou sua mão e como resposta recebeu os urros de dor, mais similares a música a ela. Ainda testava seus limites, máximo que teria chegado era amnésia retrógrada, mas segundo a pesquisa que conduzia em seu curso de medicina, tinha evidencias que conseguiria, um dia, chegar a morte cerebral.

2015
O ambiente elegante e tranquilo a enojava. Sabia que nem metade dos presentes no baile tinha o dinheiro que alegava ter... Apenas aparências e "um nome a manter", Karen no entanto adorava qualquer evento de gala, e como a única pessoa que Aurora sentia algum afeto, sempre a acompanhava. Não esperava no entanto, ser aproximada por um homem inteiramente de preto não muito mais velho que ela. "Senhorita Gärtner... Minha associação tem conhecimento de suas... habilidades. Temos uma proposta que pode te interessar. Já ouviu falar da Injustice League?" Aurora sorriu.


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