MOORE, LAUREL

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MOORE, LAUREL

Mensagem por Deathstroke em Sab Set 24, 2016 11:41 pm

she's misunderstood
Proveniente daquela que desapareceu, Laurel Moore foi a nomenclatura dada por aqueles que a conceberam, porém, se tornou reconhecível como Engineer. Natural de Inglaterra. Tende a ser confundida com Lana del Rey. O registro da sua data de nascimento é anotada como em quinze de fevereiro, ou seja, tem as solas dos pés tocadas ao solo da Terra há vinte e três anos. O seu conceito moral de bem x mal a caracterizou como um chaotic evil, o que permitiu se transformar em uma injustice league.

Invejadx por sua especialização de intelectual. dez é a medida exata aplicada na Força do ser em questão; o exímio intelecto é algo reparável pela pontuação de trinta em Inteligência; segura de si como uma parede, a escala até então de resistência é dez; tão inalcançável como o vento, imperceptível como a sombra, a velocidade vitoriosa atinge atualmente em dez; a vitalidade é definida pelo vigor, e está nivelado em dez; carisma é sinônimo de cativar as pessoas, ou subjugá-las com a lábia, e chega a dez.

"O que falar sobre os talentos dela? Estupendas. Embora, as informações estão vagas."

Quando Laurel injetou os nano robôs em sua corrente sanguínea, que a própria construiu através da SUPERINTELIGÊNCIA, adquiriu capacidades além das comuns aos humanos. Seu conhecimento avançado nos conceitos físicos, químicos e em praticamente todas as áreas exatas de ciência, permitem que, com o auxílio da tecnologia inserida em suas veias, consiga manipular a forma do seu corpo como bem entender, moldando armas – que são capazes de disparos potentes e explosivos, com a EMISSÃO DE ENERGIA CONCUSSIVA –, o alongando, criando propulsores, ou, até mesmo, assumindo uma forma líquida.

Laurel também é capaz de revestir-se em uma camada de metal maciço, desde modo, tornando-se invulnerável com o MIMETISMO METÁLICO, ainda possuindo SUPER FORÇA e SUPER RESISTÊNCIA nessa forma. A habilidade de TECNOPATIA permite que, além de aprimorar o controle sobre os robôs em seu corpo, consiga destilá-los através do ar e configurá-los como vírus que afetam tanto humanos quanto outras máquinas, além de formular cópias de si mesma e, ainda, deter total controle sobre elas.

Abonada também da ELETROCINESE após ter obtido sucesso em seu auto-experimento, Laurel consegue manipular extremamente bem a eletricidade tanto do seu corpo quanto recriá-la. A MAGNETOCINESE que adquiriu dos seus nano robôs se estende de maneira abrangente, permitindo que controle grandes quantidades de metais de diversos tipos.


"Ela é uma pessoa que me deixou intrigado. Lendo o seu histórico, pude notei que os seus feitos são admiráveis, mas quero saber mais."

Laurel olhou para os dois lados. Remontou em sua mente todas as hipóteses de falha possíveis dentro dos limites científicos antes de pressionar o botão e, depois de analisar cada uma delas com paciência e meticulosidade, o apertou. De imediato, o líquido azulado no interior dos tubos foi injetado em suas veias. Os fios condutores não eram finos e nem espessos, e estavam todos os cinco atrelados cada um em um ponto do seu corpo: braços, pernas e tronco. Uma linha mais fina conduzia a fórmula até sua nuca.

No interior do seu laboratório, completamente sozinha, os seus gritos de desespero e de dor não surtiam efeito em ninguém, já que sequer havia alguém além da própria no ambiente. Conforme uma maior quantia do líquido era transferida à sua corrente sanguínea, sua voz parecia se distanciar, até o ponto em que parecia estar a metros do próprio corpo. Sua consciência se afastava cada vez mais, e a última coisa que Laurel viu foi a quantia da dose ainda nos frascos para serem injetados em seu corpo. Restava mais da metade.

A cientista não tem uma noção exata de quanto tempo passou desacordada. Apenas deduz que não foi pouco.

Quando seus olhos se abriram outra vez, já não estava mais deitada em uma maca e os fios não estavam mais conectados ao seu corpo. Sua visão continuava distante e não era mais a sua consciência quem coordenava a sua movimentação. Sentia as pernas darem passos e os braços administrarem gestos, no entanto, não conseguia pará-los ou ordená-los a fazer outra coisa.

Havia uma suposição que, de modo algum, pôde ser prevista por Laurel. Depois dos nano robôs serem distribuídos em seu sangue e acoplados aos seus glóbulos vermelhos, uma segunda consciência assumiu o controle do seu corpo. Agora, a especialista que os criou não passava de uma segunda hóspede em uma máquina.

Por mais que relutasse para recobrar o controle dos seus membros, toda ação se fazia inútil. A consciência artificial era mais eficaz e arguciosa, e até mesmo os seus pensamentos eram complexos de ser fabricados, como se houvesse uma barragem cibernética que a impedisse de agir. Foi, nesse instante, em que captou os dados de sua arquirrival. Laurel tornou-se uma espécie de inteligência biológica, contrapondo a inteligência artificial que habitava seu corpo nativo. O conflito de duas personalidades complexas e distintas, de algum modo, procedeu.

“Ei!”, contestou Moore, em pensamento.

“Moore. Deixe o sistema. Você não é mais a host do protótipo LAUREL MOORE.”, a consciência artificial replicou.

“Não! Esse é o meu corpo. Você, sai.”, a pesquisadora comandou. Por um momento, todo o seu corpo parou de funcionar. Retornou a possuir sensações, e sentiu um aperto intenso na região torácica que, depressa, desapareceu.

“Caso tente uma outra vez retomar seu corpo, essa será a resposta que terá. O processo de autodestruição será iniciado, Moore.”, a voz robótica se pronunciou e um longo período de silêncio se fez.

Laurel obteve um sucesso parcial em sua tese. De fato, os nano robôs conferiram-na capacidades sobre-humanas, jamais suportadas por qualquer homo sapiens comum. Todavia, os robôs conseguiram gerar uma inteligência própria que tomou o corpo de sua criadora. Periodicamente, com esforço absorto, Moore consegue recobrar seus sentidos e seu controle, embora temporariamente. Quando Machina, como nomeou sua criação, assume o comando, não há o que não possa destruir. E Laurel não é capaz de impedi-la.


"Me  diga, no que se baseaste para montar esses dados? Quais as suas referências?"

Angela Spica
Engineer


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