O'CONNOR, Bartholomew Kingsley

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O'CONNOR, Bartholomew Kingsley

Mensagem por Fênix em Qua Out 05, 2016 4:42 pm

See, life isn't fair, then at least death's there
Originado daqueles que desapareceram, Bartholomew Kingsley O'Connor foi a nomenclatura dada por aqueles que o conceberam, porém, aos olhos da sociedade, é conhecido como Zoo Kid. Natural de Bristol, Reino Unido. Tende a ser confundido com Archy Marshall. A seleção natural mostrou-o ser dessemelhante em vista aos terceiros, um Meta-humano. O registro da sua data de nascimento é anotada como em vinte quatro de agosto, de mil novecentos e noventa e seis, ou seja, tem as solas dos pés tocadas ao solo da Terra há dezenove anos. O seu conceito moral de bem x mal  o caracterizou como um chaotic good, o que permitiu se transformar em um herói.

* Como descendente da evolução, a sua habilidade primária é a capacidade de mimetismo animal, usando para a bel-prazer, afim de saciar a própria satisfação; entretanto, também é dono da animalia.

Invejado por sua especialização de intelectual. dez é a medida exata aplicada na Força do ser em questão; o exímio intelecto é algo reparável pela pontuação de vinte em Inteligência; segurx de si como uma parede, a escala até então de resistência é cinco; tão inalcançável como o vento, imperceptível como a sombra, a cinco vitoriosa atinge atualmente em ponto por extenso; a vitalidade é definida pelo vigor, e está nivelado em cinco; carisma é sinônimo de cativar as pessoas, ou subjugá-las com a lábia, e chega a cinco.

"Ele é uma pessoa que me deixou intrigado. Lendo o seu histórico, pude notar que os seus feitos são admiráveis, mas quero saber mais."O mundo pouco à pouco parecia cada vez mais complicado para um garoto que sobrevivia de esmolas e carteiras batidas. Um garoto confuso, que lutava a cada segundo para continuar vivo, mesmo que a vida não fizesse sentido algum para ele. Já não sabia mais no que confiar ou no que acreditar, só sabia que tinha de continuar, afinal, ainda tinha seu irmão mais novo, Hunter, para sustentar e encher de esperanças. Barth se sentia distante de tudo, seu único conforto era a alma pura e inocente de seu irmão. Seu ganha pão, era tocar com seu violão por praças em troca de alguns trocados, suficientes para comprar uma pequena refeição.

Mesmo com a promessa de nunca esconder nada do irmão, ele não podia simplesmente falar que possuía algum tipo de "poder", isso nem ao menos fazia sentido. Desde mais jovem, podia compreender o que os ratos que rodeavam seus colchões estragados nos beco onde dormiam falavam. Alguns meses depois, em uma noite de insônia, viu sua raiva ser transformada em algo mais estranho ainda.

Se sentia maior, olhou para suas mãos e viu duas grandes patas escuras que eram complementadas por braços cobertos de pelos. Correu, até alguma vitrine, e quando viu seu reflexo, entrou em choque, não podia acreditar naquilo. Rezou, para que aquilo fosse apenas um sonho qualquer e se deitou, mesmo na sua forma gigantesca de gorila. No outro dia, havia voltado ao normal. Pelo menos ficara normal até à madrugada, onde passou em claro pensando no que ocorrera. Estava decidido, precisava se concentrar e se "transformar" mais uma vez. Não obteve sucesso. O garoto passou suas próximas semanas praticando, até finalmente realizar seu objetivo, além de gorila, Barth adquirira a habilidade de se transformar em animais diferentes, com certeza, aquilo era uma dádiva divina, e ele sabia bem como poderia usufruir dela. Graças à seus "poderes" podia fazer o que quisesse, podia roubar qualquer sem ser reconhecido, e assim continuar sobrevivendo. Sua mirabolante ideia funcionava, de madrugada ele agia, atacando qualquer jovem, pegando seu dinheiro; o jovem se sentia mal por ter de fazer algo do tipo, mas era para sua sobrevivência.

Em uma noite, seu senso heroico desabrochou. Quando viu um garoto qualquer sendo espancado por uma espécie de gangue, sentiu que deveria agir. Quando os malfeitores questionaram o que era aquilo, ele apensa respondeu "Eu sou o Zoo Kid". Na hora nem pensou, mas aquilo parecia soar muito maneiro. Ao derrotar aquele bando de delinquentes, pensou que talvez tivesse outro dom... Ele tinha o poder de ajudar as pessoas. Neste momento ele se decidiu, por mais idiota que aquela ideia pudesse parecer, ele agora era um super-herói.  


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