MASSRI, Nimah Al

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MASSRI, Nimah Al

Mensagem por Adam Warlock em Sex Out 14, 2016 2:54 pm


Main aasamaan mein dekha aur keval vinaash dekha
Originada da transformação, Nimah Al Massri foi a nomenclatura dada por aqueles que a conceberam, porém, aos olhos da sociedade corrupta é conhecida como Raanee Hindoo. Natural de Índia. Tende a ser confundida com Priyanka Chopra. A seleção natural mostrou-a ser dessemelhante em vista aos terceiros, uma Meta-humana. O registro da sua data de nascimento é anotada como em Seis de Junho de Mil Novecentos e Sessenta e Seis, ou seja, tem as solas dos pés tocadas ao solo da Terra há cinquenta anos. O seu conceito moral de bem x mal a caracterizou como um CHAOTIC NEUTRAL, o que permitiu se transformar em uma Injustice League.

* Como descendente da evolução, a sua habilidade primária é a capacidade de Alteração Mágica da Realidade, usando para a bel-prazer, afim de saciar a própria satisfação; entretanto, também é dona da Harmonia intocável.

Invejada por sua especialização de Intelectual. Quinze é a medida exata aplicada na Força do ser em questão; o exímio intelecto é algo reparável pela pontuação de Trinta e cinco em Inteligência; segura de si como uma parede, a escala até então de resistência é dez; tão inalcançável como o vento, imperceptível como a sombra, a velocidade vitoriosa atinge atualmente em oito; a vitalidade é definida pelo vigor, e está nivelado em dez; carisma é sinônimo de cativar as pessoas, ou subjugá-las com a lábia, e chega a doze.

"Ela é uma pessoa que me deixou intrigado. Lendo o seu histórico, pude notar que os seus feitos são admiráveis, mas quero saber mais." — Não faça isso! Ela é sua filha, Ravi! — disse Yasmine, mãe de Nimah.
— Não faça isso?! O jeito que você fala dá impressão que estou levando nossa filha para a morte! É apenas um casamento arranjado, Yasmine, isso irá ajudar na minha campanha e em nossa renda, como você pode ficar contra mim? — Ravi caminhava de um canto para o outro com os braços nas costas em seu escritório. — Ela pode não aparentar, mas ela gosta dele, eu vi em seus olhos!
Para Ravi, Nimah casar-se com Ishan, um homem de posse, era fundamental para sua campanha, afinal, o seu futuro genro é dono de uma das mais bem sucedidas agências de advogacia da cidade. No entanto, Yasmine não achava certo — com razão — forçar sua filha a se casar com um desconhecido por interesses profissionais e egoístas, discordando totalmente de seu cônjuge.
— Consegui escutar do meu quarto vocês dois, o que está acontecendo? — perguntou Nimah ao abrir a porta rapidamente, pegando seus pais no meio da discussão.
— Filha... — respondeu Yasmine, levando-se da poltrona e caminhando até Nimah. — Eu sei que você pensa no melhor dessa família, mas não faça algo que possa se arrepender no futuro, não case com Ishan, não faça as vontades de seu pai, pelo menos uma vez... — suplicava Yasmine, que estava totalmente aflita com a situação. Nimah era uma ótima filha, sempre fazendo as vontades de Ravi, deixando-o orgulhoso quase sempre por seus atos e ações, por isso sua mãe estava totalmente preocupada.
— Eu estou feliz, mãe. É real, eu desenvolvi sentimentos por Ishan, ele é um homem maravilhoso e pretendo tê-lo em minha vida até o fim. — argumentou Nimah para Yasmine, sorrindo. Ravi não poderia escutar algo melhor, um longo sorriso surgiu em seu rosto, correndo em direção de Nimah e a abraçando fortemente.
Alguns meses se passaram, Nimah concluiu a faculdade de psicologia, mas não pôde exercer a profissão em seguida, pois seu casamento estava próximo. Um dos melhores organizadores de casamento fora contratado por Ravi, muito dinheiro, muita emoção, muita tristeza.
— Ei, como você está? — perguntou Ishan, chegando por trás de Nimah, a abraçando.
— Ansiosa, né? Esses meses se passaram tão rápido, agora tudo está tão próximo... — respondeu Nimah, segurando nos braços de Ishan. — Eu... Eu tenho algo para te falar, Ishan. — murmurou para ele.
— Não precisa... — Ishan a interrompeu, encaixando sua cabeça no ombro esquerdo de Nimah com os olhos fechados. — Eu sei que você não me ama. Eu sei que você só está se casando comigo por conta das vontades do seu pai, a eleição é muito importante para ele. — Todo aquele tempo, todos os meses de encenação, Ishan sempre soube que Nimah não nutria sequer um pingo de amor por ele, mas prosseguiu com o teatro por gostar dela. — Mas eu farei o meu melhor para que você veja algo bom em mim, eu gosto de você, Nimah.
— O jantar está pronto, venham crianças. — Ao abrir a boca para pronunciar palavras vazias, sua mãe, Yasmine, os chama para o jantar.

[...]

O grande dia chegou. Uma correria imensa, vários preparativos ainda estavam em andamento para que Nimah pudesse se casar com Ishan, este dia precisava ser especial, único, e o mais importante, histórico. Ravi estava em um bar próximo à sua casa, bebendo e comemorando com seus amigos, colaboradores e funcionários. Yasmine estava terminando de bordar o vestido da noiva, a cada tecer uma lágrima. Ishan estava em um hotel, preparando-se para o casamento, pobre homem estava tão nervoso e perplexo. Uma pergunta que todos fariam neste exato momento, cadê Nimah?
— Mujhe pata hai ki aap raakshason ke raaja hain, aur vishvaas mein aap mujhe bilkul bhee ab madad nahin karega ke lie hai, lekin main to aap ke paas lag raha hai, yah kaise inakaar karane ke lie pata nahin hai. koee bhee pooja karate hain, usake mandir bhool jaata hai, aur unake anuyaayiyon. saal ke lie, main ek hai jo yahaan aata hoon, main ek hai jo raavan kee pooja kar raha hoon. krpaya, main tumhen ek baar poochhana, apane aap ko prakat karane ke lie mere saabit hota hai ki mera vishvaas galat nahin hai any devataon hai ki aap bhee vahaan hai, tum bhee ek mahaan shakti rakhatee hai saabit hote hain. — Nimah estava no templo de Ravana, o Rei dos Demônios, venerando seu altar, rezando e acendendo alguns incensos para o Rei. Ela não tinha coragem de recusar as vontades de seu pai, muito menos de dizer não no altar, então, depois de anos visitando Ravana, ela decidiu pedir um favor a ele. Agora se ele a atenderia, se ele a ouviria, dependeria de quão grande era a sua fé.

Horas depois...

— Você ficou tão linda! — dizia Yasmine com os olhos cheio de lágrimas.
— Só estou assim por causa da senhora, que é uma ótima costureira... Passou todos esses meses costurando meu vestido, bordando, tecendo... Os Deuses terão um local especial para a senhora. — respondeu Nimah, dando algumas voltas enquanto se olhava no espelho.
A religião deles era muito severa quanto o casamento, algo sagrado e imutável. A cerimônia estava prestes a começar, os últimos detalhes estavam em andamento, como os desenhos de henna nas mãos da noiva. Enquanto se preparava em seu quarto, Nimah escutava a multidão do lado de fora, Ishan havia chegado em um cavalo branco, de turbante e empunhando uma espada, que usaria para enfrentar Moiré, primo de Nimah. Assim poderá ver se o cavalheiro está apto para defender a honra de sua futura esposa.
No início da cerimônia, o Sacerdote invoca as bênçãos de Brahma para o casal, e se dirige a seus antepassados, pedindo-lhes para abençoar aquela união, enquanto o noivo e o guerreiro travam uma linda — e ensaiada — luta.
— Nimah Al Massri, par aate hain aur apane mangetar shahad dena — disse o Sacerdote, pedindo para que a noiva se aproximasse do noivo vitorioso e lhe entregasse mel e iogurte como indicativo de sua pureza e doçura. Assim ela o fez, acompanhada de seu pai.
— Ke chhalle ka aadaan-pradaan. — Novamente o Sacerdote se pronunciou, pedindo para eles trocassem os anéis. Os noivos assim o fizeram, só que desta vez, Ravi soltou o braço de Nimah, afastando-se dela. O ambiente é purificado com óleos e essências, enquanto os pombinhos fazem juras de amor eterno.
Para o final do primeiro dia da primeira cerimonia, os dois deveriam pisar em uma pedra para simbolizar o amor eterno. Enquanto caminhavam em direção das pedras, observando os sorrisos de alegria de seus entes queridos e amigos, um som extremamente agudo ecoa pelo local, deixando todos ali presentes atordoados, exceto Nimah, que fora puxada por uma espécie de garra em direção aos céus, flutuando acima dos convidados.
— Aapako lagata hai ki main doongee shaadee is ... kabaad hai? (Vocês acham que eu a deixarei casar com este... lixo?) — Uma voz roca pronuncia algumas palavras, amedrontado todos. — Nimah adviteey hai. yah keval vishvaas hai ki aap sabhee ke beech mein maujood hai, jhoothee kapatee hai. (Nimah é única. É a única com fé que existe no meio de todos vocês, falsos, hipócritas.) — da garra que a puxou, uma forma é tomada, um homem? Um Deus? Mas algo o revelou... Suas várias cabeças. Ravana, o Rei Demônio estava ali.  
Nimah estava completamente sem palavras, por mais que sua fé fosse forte — muito forte, por sinal — ela não acreditava que os deuses ainda atendiam pedidos desta maneira, era o que ela achava... Vê-lo ali, em sua frente, flutuando, emanando poder, tudo era no mínimo excitante. Enquanto Ravana sobrevoava os convidados, Nimah escuta uma voz em sua cabeça:
— Você pediu por mim. Aqui estou. Você pediu que eu lhe ajudasse. Aqui estou. És a primeira mortal que é atendida por mim. Só que agora você deverá provar para mim sua fé, sua devoção, acabe com eles, acabe com todos eles, eu lhe toquei, tens parte do meu poder, PROVE QUE É MERECEDORA.
Como se estivesse despertado de um transe, Nimah abre os olhos e enxerga toda aquela situação em câmera lenta. Ravana em sua frente, os convidados apavorados, seus pais orando para os Deuses ajudá-los, seu noivo petrificado, tudo estava acontecendo tão rápido, mas ao mesmo tempo, tão lento. Com um simples gesto de mãos, o ar para, a gritaria para, as preces param, e, por fim, os corações param. Todos ali presentes, sem exceções, morreram instantaneamente. Ao ser tocada por Ravana, Nimah foi preenchida com o caos de um Rei Demônio, teve visões de seu exército, visões de várias possíveis linhas temporais, e em todas elas, ela poderia ser comparada a qualquer outro Deus Hindu.
— Excelente, Nimah. Você agora tem parte do meu poder, parte da minha alma. Use-o para benefícios próprios, destrua pessoas, suma com cidades, viva como desejar viver. — Enquanto Ravana a explicava mais alguns detalhes, a garra que a segurava no ar desaparecia aos poucos, deixando-a de volta no chão, perto de mais de 100 cadáveres.
Anos se passaram desde o dia do casamento, Nimah aprimorou as habilidades concebidas por Ravana, tornou-se extremamente poderosa... e entediada. Um dos benefícios era a jovialidade, que tinha 50 anos, mas sua aparência física era de 30. Histórias foram contadas durantes anos, histórias que citam Nimah e o casamento, denominando-a de Raanee Hindoo, a única mortal que teve contato com um Deus antigo.
Logo após ingressar na Liga da Injustiça, Nimah arrumou um emprego em uma estalagem secreta que faz experimentos com meta-humanos, ela atua como psicologa geral. No dia em que ela conheceu Michael, um de seus pacientes, Ravana sussurrou em sua mente e lhe mostrou um futuro promissor envolvendo o garoto, fazendo-a aproximar-se dele cada vez mais
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