SAWYER, Liam Hughes

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SAWYER, Liam Hughes

Mensagem por Adam Warlock em Ter Out 18, 2016 3:29 am

A loucura não é um problema, nós nos divertimos juntos às vezes.
Originado da transformação, Liam Hughes Sawyer foi a nomenclatura dada por aqueles que o conceberam, porém, aos olhos da sociedade corrupta é conhecido como Impulso/Impetus. Natural de Estados Unidos. Tende a ser confundido com Cameron Monaghan. A seleção natural mostrou-x ser dessemelhante em vista aos terceiros, um meta-humano. O registro da sua data de nascimento é anotada como em vinte e seis de março de mil novecentos e noventa e quatro, ou seja, tem as solas dos pés tocadas ao solo da Terra há vinte e dois anos. O seu conceito moral de bem x mal x caracterizou como um Chaotic Neutral, o que permitiu se transformar em um Teen Titans.

* Como descendente da evolução, a sua habilidade primária é a capacidade de Alteração mágica da realidade, usando para a bel-prazer, afim de saciar a própria satisfação; entretanto, também é dono da Percepção.

Invejado por sua especialização de intelectual. oito é a medida exata aplicada na Força do ser em questão; o exímio intelecto é algo reparável pela pontuação de dezesseis em Inteligência; seguro de si como uma parede, a escala até então de resistência é dez; tão inalcançável como o vento, imperceptível como a sombra, a velocidade vitoriosa atinge atualmente em catorze; a vitalidade é definida pelo vigor, e está nivelado em treze; carisma é sinônimo de cativar as pessoas, ou subjugá-las com a lábia, e chega a nove.

"Ele é uma pessoa que me deixou intrigado. Lendo o seu histórico, pude notar que os seus feitos são admiráveis, mas quero saber mais." Fora criado por sua mãe que possuía poderes criocinéticos e com aquele mistério comum sobre seu pai por ter só uma pessoa a quem perguntar. Aprendeu o básico sobre poderes e emoções com ela, mesmo que seus poderes sejam quase um mistério pela sua infância, havia situações cotidianas que podiam despertar qualquer habilidade que ele tivesse. Aos quatro anos ele foi diagnosticado por um ladrão com uma resistência mental, não haviam muitos dados para testar essa suspeita. Logo que as autoridades lidaram com o ladrão, foi com usa mãe para casa se mudando de Detroit e aquele clima perigoso do bairro onde moravam para a casa onde ela cresceu e tinha como herança.

O garoto conseguiu ouvir alguns sussurros da mãe Cécille dividida sobre quebrar uma promessa, e que retornaria como “ela” sempre disse. Só entendeu meses depois que sua mãe fugiu de casa com um namorado pirocinético que sua avó reprovava. Depois de pelo menos dez anos, o namorado fora preso com acusações pesadas de assassinatos e vilania em larga escala. O garoto julgou o tempo pela sua idade por ter a mínima referência plausível pra lógica com os comentários picados que ouvia. Essa escassez de informação morreu com a internet quase como uma doença que muitos tinham e utilizavam da mesma.

Suas descobertas mais detalhadas sobre seu pai foram ficando mais interessantes, não pelos poderes de fogo do mesmo, mas sim pelo cuidado que sua mãe tinha para com os poderes adormecidos dele. Era medo de que ele tivesse os mesmos poderes dele e tivesse impulsos assassinos, ou coisas piores provavelmente. Liam cresceu com sua curiosidade de sua mãe trocada pelo carinho com a mesma, queria acalmá-la como podia sobre os temores dela. Não tinha as respostas que ela queria, mas sabia de uma coisa mais importante, o poder que desenvolveria não iria muda-lo seja qual fosse ainda seria ele. Era assim que pensava pelo menos.

Os anos foram passando, a casa foi ficando menos velha e com alguns toques modernos como uma cor mais viva e sofá sem rasgos, ou mofos. Eram apenas dois, mas estavam ficando bem acima tudo, só que a calmaria dessas coisas não minimizava as dúvidas de sua mãe e quando Mail Jordan Hughes encontrando seu filho foi como ter seu pior pesadelo ao vivo. Liam estranhou a atitude da mãe em afastá-lo do homem e o pediu pra fazer um café, pois ele era um amigo que estava de visita na cidade. A mente de catorze anos pareceu ferver de possibilidades com a visita de seu pai, mais por ele saber quem era do que pela sua mãe naquela casa de novo.

Enquanto fazia o café sabia que era o pior que já havia feito, sua cabeça estava longe daquelas quatro paredes amarelas e nem a água quente o queimaria se entornasse. Com o café pronto, retornou para a sala com o conjunto pronto para o café dos quatro presentes. Sentia uma pressão como se seu corpo quisesse se mexer por alguma coisa, sua mãe estava visivelmente nervosa, seu pai não tirava os olhos dele e o colega dele ainda calado parecia quase um guarda costas por estar parado no corredor que dava para a porta principal. Pareceram horas de silêncio com eles sem falar nada, a dúvida corria o garoto por dentro e acabou quebrando aquele iceberg servindo café em uma xicara e convencendo o homem calado a se sentar ao lado de Mail para tomar.

De curiosidade, o olhar do pirocinético foi para dúvida, depois pra surpresa e enfim curiosidade de novo, sem entender o porquê apenas desviou o olhar para sua mãe enquanto estendia a xicara com café para ela. Deu de ombros e avisou que sabia quem ele era haviam alguns anos já, não precisava esconder nada. Esperava que sua mãe falasse algo, mas seu pai roubou a fala e avisou que o levaria para cuidar dele agora, porque precisava de um tempo criado por um homem. Com essa fala, sua mãe reagiu congelando o amigo do seu ex e levantando do sofá com a mão direita estendida avisando que não levaria seu filho.

O homem sorriu com o ouviu e em um flash sua mão livre atirou fogo como lança chamas na direção dela. Sua mãe não atirou gelo dessa vez então pela primeira vez o garoto reagiu impulsivamente contra alguém com poderes. Pulando para o outro sofá ajudando a abaixar sua mãe no chão enquanto com a mão estendia pararia o fogo de alguma maneira. Não tinha ideia de como, era como fluir algo do corpo como lágrimas, ou suor, sem foco na origem apenas fluía. Inicialmente um campo de força impedindo o fogo de prosseguir, mas foi se aproximando da origem e depois impulsionou o outro contra a janela para fora da casa.

Sua atenção foi direcionada novamente para sua mãe que o questionou a quanto tempo sabia dos poderes, o garoto deu de ombros sorrindo de maneira boba do modo que sua mãe odiava e respondeu que tinha alguns minutos no impulso. Sua mãe passou a treiná-lo como uma heroína de novo, e alguns meses depois o colocou na prática para testar esses impulsos que o mesmo tinha na hora certa. Ele já havia demonstrado mais do que campo de força e repulsão telecinética, como raios e criação de ilusões enganando vilões enquanto sua mãe resgatava os reféns.

Não era uma fraqueza oficialmente, então quando sua mãe se prontificou a ir sozinha em um incêndio enquanto ele ia pra escola, não a questionou, mas não se surpreendeu de verdade quando chamaram ele depois do intervalo para dar as más notícias. Ele mal tinha feito dezesseis anos e perderá a mãe, mais rápido que suas possibilidades foi seu pai que apareceu na porta novamente oferendo uma oportunidade. Um chute na canela esquerda, ele se abaixa um pouco e pula sobre ele usando as pernas para escalar girando no pescoço dele e o forçando a girar na varanda e cair pelos quatro lances de escada.

Se levantou do chão às pressas e olhou seu pai nos olhos avisando-o: - Nunca vou virar um vilão como você. Se eu não te procurei, entenda que é porque eu não quero relações com alguém que usa seus poderes para atos fracos e ridículos. - Retornou para casa sem voltar a ver seu pai naquele dia e nem nos anos que vieram pela frente. Prosseguiu atuando na cidade como herói chamado Impetus ou Impulso, quase como ouvir o rádio da polícia, mas era mais como escutar o delegado na casa atrás da sua gritando algum problema novo. Tirando os códigos da polícia, não teve dificuldades em ajudar a polícia nos problemas que apareciam desde ladrões, a incêndios grandes e casos de meta-humanos com ideias errados como seu pai.

Alguns anos se passaram, ele agora tem seus vinte e dois anos, se sentia mais forte e apto do que nunca, apesar de não entender bem seus poderes pelos limites do que poderia desenvolver, ou não. Numa noite de quinta feita havia chegado em casa voando e entrou pela cozinha procurando o que comer, mas foi surpreendido com um golpe nas pernas atrás da bancada e só acordou depois no escuro. Tentou se mexer, mas o local apesar de com pelos, era duro como carpete, ou alguns tapetes, com as tremidas seguintes percebeu que estava no porta malas de um carro. Tentou inutilmente usar algum poder, mas sentiu dor de cabeça e uma risada de alguém que julgou ser o motorista.

O caminho foi silencioso, por medo e raiva de quem estaria fazendo isso então se focou em tentar se soltar daquilo que o prendia. Os poderes foram causando menos dores e logo que teve sucesso ficou em alerta para o momento em que seria solto. Talvez horas, ou apenas minutos até que finalmente o carro parou e enfim atacou o homem frente ao porta malas. Inicialmente com um empurrão telecinetico e após sair do local apertado envolveu o homem com cordas recém criadas enquanto questionava o porquê daquilo tudo.

Uma voz falou dentro da sua mente que ele era apenas o mensageiro. Não precisava machuca-lo, pois o serviço era trazê-lo até ali. Liam soltou e deu a volta no carro encarando um tipo de prédio alto que logo a porta principal se abriu e um homem desconhecido para ele o apresentou para uma das bases dos Titans. E que ele estaria ali para encaminhamento de poderes para entrar no grupo. Foi confuso, mas com alguns comentários sobre os atos do garoto, acabou que a conversa ficou menos potencial para a violência e acabou sendo baseada em curiosidade. Explicando possibilidades de cada uma das suas habilidades já demonstradas.


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