OFICIAL, The Sun Is Coming

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OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Adam Warlock em Qua Out 19, 2016 9:05 pm

THE SUN
IS COMING
Pouco depois do meio-dia, após uma manhã chuvosa qualquer de outono, o turno seguinte teve um clima completamente adverso. Depois de dias de chuva incessante, aquelas de alagar os bairros mais pobres pela infraestrutura baixa do saneamento básico, o sol finalmente raiou no centro do azul anil. O globo chamuscava com força, a branquidão saturava a coloração da estratosfera. Humanos paravam para contemplá-lo em seu esplendor, pois já sentiam falta do astro, este que desapareceu após o ocorrido divino passado. Possivelmente teriam as córneas flamejadas se não parassem de mirá-lo. Os cientistas, há certo tempo atrás, descobriram que os raios solares, compostos por radiação ultravioleta, chegam no nosso planeta residente depois de exatos - ou não - 8 minutos que emanaram do centro da galáxia. Assim, nos banhamos sob os raios de 8 minutos atrás. Normalmente, a dimensão do sol, em nossa perspectiva, é de aproximadamente de uma bola de pingue-pongue.

Porém, talvez o que mais chamasse a atenção das pessoas fosse o tamanho progressivo do sol.

Sei. Tô ligado que você deve estar se perguntando: "Ahn, wtf, véi? Como assim 'o tamanho progressivo do sol'?"; calma, pequeno gafanhoto, titio vai explicar. O sol é fixo em todos os aspectos, possui: 695.700 km de raio, fica à 149.600.000 km de distância da Terra, a sua temperatura em média (na superfície) é de 5.777 K, 1,989 × 10^30 kg (1989 + 30 "zeros") é a sua massa. A impressão de que todos possuem da expansão do mesmo se deve por um só motivo: a aproximação do nosso planeta para em direção à esfera de chamas. A previsão de alguns historiadores finalmente se tornou algo concreto. O acontecimento, lento, se deve pelo o aumento gradativo da força gravitacional da estrela.

"Quem é responsável por isso? Vou matar esse filho da puta".

Aposto que foi o que passou na sua mente agora mesmo. Né, danado. Sei que tô certo. Quem dera eu estar certo disso. Mas, enfim, foco... Falava eu sobre o encarregado da diminuição da adjacência espacial entre ambos membros do universo, certo? Ok, ok. Bem, isso tudo se deve por cinco gêmeos univitelinos, os que se formaram a partir da separação de um óvulo fecundado só. Contudo, como pode imaginar, eles não são tão normais por causa da capacidade dita antes.

Manipular a gravidade é um poder excepcional e funcional de certo modo.

Todos foram concebidos com a habilidade de controlar o "gráviton", que é uma partícula elementar hipotética que seria a responsável pela transmissão da força da gravidade na maioria dos modelos da teoria quântica de campos (fonte: Wikipédia). Um uso desse poder, por exemplo, seria diminuir a influência da gravidade sobre si e, então, poderia se mover com mais velocidade do que um humano comum, ou, até mesmo, um carro.

— E a previsão do futuro vai acontecer. — Uma voz masculina ressonou através da imensidão do céu. Imenso no ar, o som se propagava em ecos conforme as ondas sonoras se chocavam contra o sólido plano de prédios ao seu redor. — Hoje mesmo, dia dezenove de outubro de dois mil e dezesseis. — E outra, semelhante a primeira, só que relativamente mais fina, tomou a voz ao término da frase anterior. E no mesmo efeito, a fala de tom alto foi estendida por boa parte da região central de Gotham. — Nós só nos demos o trabalho de adiantar o processo que demoraria cerca de milhões de anos para acontecer. — A terceira era mais grave dentre todas, a qual também possuía um pingo de sarcasmo como cobertura do bolo. — Sintam-se honrados em presenciar as cenas seguintes. — A quarta, por sua vez, era mais confundível, porque era parecida com um timbre feminino. — Que é o sol engolindo a Terra. — E a quinta, e última, era possessa por um seco, rude e frio.





Os quintuplos


HP: 250/250 (cada);
Espécie: Meta-Humanos;
Poderes: Gravitocinese + Percepção
Atributos:
- Força: 10;
- Inteligência: 15;
- Resistência: 20
- Velocidade: 10
- Vigor: 10
- Carisma: 0

Notas:

1. Há um espaçamento de 5m entre um gêmeo e outro - e suspensos no ar -;
2. Em um raio de 2m em torno de cada gêmeo, a gravidade está elevada bruscamente, o suficiente para quem se aproximar ser esmagado pelo próprio peso;
3. Como o poder da Percepção eles têm a capacidade de ter um vislumbre rápido de movimentos de vocês;
4. Enquanto a batalha se dá, a terra continua sendo atraída para o sol. Quando derrotados, ela voltará para sua órbita normal, mas somente quando todos forem mortos;
5. Desenvolvam o combate, não faça algo malfeito, porque pesará na hora de dar os níveis;
6. Relevem o fato que a Terra se aproxima gradativamente do Sol, nisto, o oxigênio vai diminuindo aos poucos, enquanto a temperatura aumenta.




Informações



1. Esse evento é OP, ou seja, One-Post (um post). Tem até dia 29/10 às 23:59h para postar;

2. O seu post deve ter, no mínimo, 500 palavras;

3. É necessário que no final ao final do seu post coloque algumas informações, como: Espécie, Poderes e Atributos;

4. Haverá risco de mortes no evento;

5. Qualquer coisa, qualquer dúvida, é só me contatar por MP;

6. Não usaremos o sistema de batalha PvP nesse evento. As ações aqui serão narrativas e efetivas;

7. Podem se organizar em grupos para o confronto, mas se organizem antes para ficar bonitinho e coeso.

8. A recompensa varia entre 6~10 níveis. O diferencial de 4 níveis será pela qualidade textual.  
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ENTIDADES
2016

Vácuo do espaço-tempo

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Anthony E. Shawn em Qui Out 20, 2016 1:13 am


Sense 1
 O sol parecia estar em um estado de super-potência, se é que isso realmente existia, o calor que chegava na terra era de matar, literalmente. Naquele fim de tarde nada mais do que apenas pequenos ocorridos envolvendo crimes haviam acontecido, isso graças aos vigilantes de Gotham que consistiam em mais de dez, inclusive minha própria pessoa. Com o traje original vestido e observando o movimento na cidade de cima de um prédio, percebia que mais uma vez algo bizarro acontecia, mas não chegava a se comparar ao ocorrido em Metrópolis semanas atrás. - Vamos ver o que é agora. - disse, me levantando da beirada do prédio e já saltando para o edifício vizinho até que por fim cheguei em minha garagem, ligando e partindo em direção ao incidente com minha moto. No caminho até lá era possível ver várias pessoas curiosas se agrupando para chegar até o fato bizarro que havia vindo do céu, dessa vez sem provocar barulho nenhum. Por alguma razão podia jurar que o clima estava, literalmente, esquentando.

Ao chegar no local que estava totalmente cercado por policiais e alguns vigilantes, desligava minha moto, mantendo-me em cima dela, enquanto observava algo bizarro acontecer; os tiros disparados contra o que pareciam ser jovens adultos, um igual ao outro, caíam sobre a órbita ao se aproximar dois metros dos mesmos. Sorri sorrateiramente, me perguntando qual era o tipo de poder que aqueles cinco indivíduos carregavam. Quando os jovens começaram a se aproximar dos policiais, os mesmos hesitaram em continuar a disparar contra os meliantes, dessa vez correndo cada um para seus devidos carros. Como estava a vinte metros de distância do tumulto mal podia escutar o que falavam, mas boa coisa é que não eram. Percebi que muitas pessoas caíam no chão ao ficarem expostas demais aos meta-humanos, então logo pude chegar à uma conclusão que eles tinham telecinese ou podiam controlar a força gravitacional da terra ou qualquer lugar que fosse. - Algo de errado não está certo... - murmurei, retirando uma shuriken em formato de águia e atacando contra o alvo mais fácil que era o do meio. A arma de longo alcance caíra no chão antes mesmo que os garotos percebessem, em seguida os cinco olharam em minha direção. - Lá vem - falei para mim mesmo, ligando a moto e dando partido para o lado oposto de que vinham os seres sobrenaturais, tomando distância e tentando entender o que estava acontecendo e como poderia ser capaz de deter toda aquela turma de uma só vez.

Enquanto observava o que acontecia atrás de mim, mais dois seres com poderes apareceu, dessa vez não eram nem um pouco maléfico ou com planos para destruir o planeta, um deles eu sabia quem era; Mercúrio, meu antigo parceiro no combate ao crime, porém o jovem rapaz não lembrava de mim e não era por menos, havia mudado tudo que usava naquela época, inclusive o alter-ego, não queria que meu primo soubesse quem eu era, pelo menos não nesse momento. Os dois iam na direção dos clones e não hesitei em alertá-los. - Não cheguem perto ! - disse, alto o bastante para que os dois ouvissem, o que voava e tinha asas que lembrava muito às de um anjo parou no ar, enquanto Mercúrio que se teleportava a cada cinco metros também hesitou em continuar, me olhando e me reconhecendo em seguida. - Já está cem por cento para receber mais pancadas, é ? - perguntei, mantendo minha voz firme e ficando em um tipo de linha horizontal com os outros dois meta-humanos. O que era composto por asas foi se aproximando aos poucos perto dos clones, ao chegar perto dos seres o mesmo foi puxado para baixo, mas conseguindo escapar dos clones, pois suas asas haviam ficado de fora da distância entre seu pé e eles. O Fallen Angel, assim como era chamado pelas pessoas de Gotham, voltou trazendo notícias que algum tipo de força bruta era capaz de puxar qualquer coisa em direção ao centro da terra, confirmando, então, o poder que os clones tinham. - Isso a gente não vê todo dia - murmurei, olhando para os rostos de Mercúrio e de Fallen, que na verdade não tinha nada escondendo sua face, era um homem sem segredos, por assim dizer. - Temos que nos juntar para vencê-los. - instrui, recebendo um assentimento de Mercúrio, mas ficando sem respostas do outro homem. Porém era possível perceber que ele estava disposto a ajudar na luta.

Ao olhar ao redor e ver todas as coisas que estavam ao meu favor e incapacitação de Sam, re-liguei minha moto, desviando meu olhar para Sam. - Ei azulzinho, consegue manter os clones distraídos ? - perguntei, recebendo um sim como resposta. O jovem fora para perto dos vilões, mas mantendo-se em uma distância segura e até saudável. Quando procurei o Anjo caído ao redor, percebi que o mesmo se aproximava dos clones, jogando coisas para perto deles e fazendo com que eles se separassem, dois iam na direção dele, outros dois vinham na minha e um sobrava para Mercúrio que acabara sentindo-se ofegante ao respirar, assim como todos de Gotham City e até da terra inteira. Um dos que vinham em minha direção tinha a voz ecoada, o outro era dono de um timbre fino que fazia qualquer pessoa que ouvisse ficar com vontade de rir, mas aquele não era o melhor momento para dar risada do inimigo, principalmente se eles estão vindo em sua direção. Sem hesitar, dei meia volta com a moto, acelerando-a para longe dos dois clones, apontando minha arma para trás e disparando sobre eles, mas infelizmente os tiros caíam sobre a terra antes, deixando-me sem saída naquele momento. Mercúrio parecia enfrentar bastante problemas, mesmo que estivesse apenas enfrentando um, já o Anjo caído estava conseguindo dar conta, embora levasse bastante pressão de ambos os clones que, na minha opinião, eram os mais fortes.

Agora os dois clones me davam trabalho, pois além de conseguir manipular a gravidade perto deles, também eram capazes de controlar a gravidade de objetos, como por exemplo minha moto que derrapou sem nenhuma explicação, fazendo-me cair dela, mas levantando-me em seguida, continuando a correr, mas tentando acertar os seres com shurikens que nada adiantavam. Foi só então que me veio na cabeça uma ideia que jamais pensei que teria coragem de fazer, embora muitas essa hipótese quase surgirá em minha cabeça; explodir a moto quando a mesma estivesse perto dos clones, provocando neles danos irreversíveis ou até levando-os à morte. A moto já estava perto dos clones que se aproximavam em passos grandes, só tinha uma chance de vencê-los e não podia deixar ela passar. Com a arma em mãos, apontei para o tanque do automóvel, disparando uma, duas, até que na terceira o tiro pego em cheio, provocando um grande dano aos clones que passavam praticamente do lado, um deles ficando gravemente ferido; era o da voz fina. - Esse não se levanta mais. - disse, percebendo que o outro já começava a se erguer, correndo furioso, mancando, em minha direção. Continuei a disparar tiros, tentando apontar até um pouco mais para cima do indivíduo para ver se funcionava, porém nada adiantava. Minha respiração ficava cada vez mais ofegante, enquanto o sol reprimia com violência seu calor em todo o meu corpo. Em um momento de deslize acabei tropeçando no chão, o inimigo ficando mais perto ainda, fora então que passou em minha mente as tão famosas leis de Newton. Voltei a me erguer novamente, percebendo que o campo gravitacional dos clones já me puxava para baixo, tentando-me ferir, sem hesitar continuei a correr, ganhando uma distância incrível do ser, não era atoa que eu havia sido campeão das maratonas da escola. Eu me deparar com uma van, adentrei o interior da mesma, procurando os cabos que eram capazes de ligar o carro, sendo eles de cores diferentes. Assim que consegui ligar o automóvel, dei partida em direção do clone que se encontrava longe, acelerando o carro como nunca havia feito na minha vida. - Vai dar certo, vai dar certo, vai dar certo... - torcia, chegando à cinquenta quilômetros com a van, ao chegar cinco metros de distância do clone, pulei do carro, vendo que o mesmo continuava em movimento, em direção do meta-humano.

Por incrível que pareça o clone conseguiu prever meu ataque, pulando para fora da direção da van, mas recebendo um impacto enorme em sua cintura direita. Antes que pudesse perceber o que estava havendo o outro clone que havia se machucado com a explosão da moto se encontrava de pé, perto demais da onde eu estava. - Droga ! - exclamava, recuando ainda no chão. Foi só então que o clone começou a tentar correr que acabei tendo uma chance, pois acabava de tocar em um dos explosivos que tinha comigo. - Hasta la vista, baby. - interpretei o exterminador, jogando o explosivo que cabia na palma da mão na direção do clone, o objeto caiu no chão, mas perto demais do ser que acabou indo aos pedaços e morrendo dessa vez para sempre. O outro ser que também me seguia continuava no chão, pois realmente a van havia pegado de jeito em sua cintura, de forma com que o sujeito ficasse sem andar. Me aproximei o suficiente de dois metros e meio com o mesmo sorriso que sempre demonstrava no rosto. - Fim da linha, companheiro. - Falei, retirando uma bomba de dentro de meu uniforme e jogando em sua direção, enquanto corria para longe, pois sabia que correria sérios riscos se continuasse parado. A explosão ecoou por Gotham e mesmo o mais pessimista acharia que o clone estivesse morto; engano meu. Agora o clone já estava de pé novamente, seu rosto deformado e o mesmo não parecia nada amigável, dessa vez sua expressão era pior que a da outra vez. Estiquei minha mão, apontando a arma para o clone e disparando, em seguida retirei um de meus bastões do colete de trás, continuando a correr para longe. Definitivamente era os últimos minutos de vida do meta-humano, mas pelo jeito ele queria me lavar ao encontro da morte junto, pois os danos que havia feito nele era irreversíveis. Mercúrio e o Anjo caído pareciam estar no final de suas lutas, em vantagem, embora muito feridos. O único jeito aparente de derrotá-lo seria saindo mão-a-mão, mas não adiantaria, então o melhor que poderia ser feito por mim era tomar distância do meta-humano até que ele não se aguentasse mais de pé, embora eu também já aparentava estar cansando mais do que o normal, suando mais que uma pessoa comum. Foi só então com a ajuda do Anjo caído que eu consegui me livrar do clone; o homem tacara um molotov na direção do inimigo, fazendo com que tudo ao redor pegasse fogo, inclusive o corpo todo do clone.

- Que dia... - murmurei, percebendo que Mercúrio se aproximava de mim e do Anjo, parecendo imensamente satisfeito com a derrota dos seres; a cidade em si estava completamente destruída, principalmente onde o Anjo havia lutado, pois suas características caóticas deixavam sua intenção bem claras ao o que ele achava das cidades e edifícios. Após cair a ficha que tudo havia acabado bem, eu, Mercúrio e o Anjo caído fomos até um bar que não havia tido nenhum dano com a luta e que agora deixava os "heróis do dia" beberem ali de graça. Mal sabia o dono do bar que o Anjo caído era, na verdade, um malfeitor que apenas ligava para seu bem estar e o de mais ninguém; percebi isso ao olhar para o centro de onde ele lutava, tudo estava incendiado, dando um enorme trabalho para o corpo de bombeiros resolver.

Espécie:
Reencarnado
Poderes:
Rastreador: Assim como Bruce, Robin tem um ótimo dom de rastrear e identificar as coisas, principalmente pistas deixadas para trás.

Acrobata: Com super-poderes lhe faltando, Robin usufrui de suas habilidades humanas, sendo muito ágil, tornando-o um ótimo combatente mano-a-mano.

Artes marciais: Sendo um dos maiores triunfos de Robin, suas especialidades são Judô, Tae Kwon Do, Escrima, Ninjitsu, Boxe, Karatê e Kung-Fu.

Estrategista: Ótimo estrategista, Robin sempre se destaca por isso, o transformando em um grande líder nas lutas em que acaba se metendo (quando se trata de mais alguém à seu favor, é claro).

Habilidade com armas brancas: Robin sempre leva consigo um bastão ao qual usa em combate, mas em alguns casos prefere não usá-lo, dependendo de seu adversário.

Nível de força elevado: Robin é bem mais avançados que as outras pessoas de sua idade, deixando isso claro, o principal motivo pode ser considerado a perda de seus pais tão cedo.

Trabalho em equipe: Enquanto alguns se arriscam sozinhos, Robin prefere uma "mão amiga" para ajudá-lo nas horas precisas, se tornando muito melhor ao unir suas forças com alguém.
Atributos:
Força: 22
Inteligência: 19
Resistência: 13
Velocidade: 24
Vigor: 12
Carisma: 11

local: Metrópolis vestindo: Traje original do Robin by Nanda from TPO
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HERÓIS
17

Gotham City

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Brian Huffles Donovan em Sab Out 22, 2016 6:00 pm

The sons of bitch
Com: Anthony e Samwell; humor: estável; vestindo; isso

O calor naquele dia não deixava nenhuma pessoa contente e o clima só ia aumentando, fazendo muitas pessoas saírem de suas casas e irem até uma localização com muito ar fresco, o que parecia ser difícil de encontrar, também. Naquele dia cinco meta-humanos resolveram aparecer e provocar um fuzuê enorme entre os cidadães de Gotham, uma dessas pessoas era eu, em meio aquela multidão, apenas observando as intenções daqueles seres. Os clones falavam em sintonia, dizendo que aquele era o dia em que o sol engoliria a terra, algo que demoraria mais tempo para ocorrer, pois a terra está suficientemente distante daquela estrela gigante. Quando as pessoas começaram a correr e se afastar dos meta-humanos, logo entendi o porquê, se tratando de alguma coisa haver com a gravidade, pois tudo que chegava perto deles era logo puxada direto ao solo, como se ao redor de cada um deles houvesse uma gravidade elevada ao da terra.

Logo abri minhas asas negras e defeituosas, afastando-me dos seres e tomando uma distância bem longe deles, batendo as asas e ficando acima do solo da terra, percebendo que mais vigilantes e heróis chegavam para o que se tornaria um combate futuramente. Um deles era o tão falado Robin, responsável por prender vários dos vilões de Gotham city, incluindo pessoas de minha equipe. Como o ditado já avisava: inimigo do meu inimigo é meu amigo. Fui para o lado dos dois seres, um tinha o poder de teletransportar-se, já Robin não continha poder algum, pelo contrário, o vigilante apenas usava seus sentidos humanos. Robin logo disse que teríamos que nos juntar para deter aqueles clones que ainda se mantinham longe da gente, assenti com a cabeça, assim como o garoto chamado Mercúrio. Logo tínhamos algo em mente, a distração seria o ápice para nossa vitória ou a decadência para nossa derrota. Sem temer o que poderia acontecer se eu fosse desprovido de qualquer ataque dos meta-humanos, voltei a bater as asas mais forte do que nunca, avançando para a frente, usando as características de uma águia para enxergar qualquer perigo iminente, logo levantando voo ao chegar perto e agarrando alguns destroços que estavam espalhados por onde os seres passavam. Segurando uma parte de alguma construção que em Gotham tinha, joguei-a por cima do clone que tinha um semblante sério, mesmo à cinco metros de distância, minha característica adotada como gorila naquele exato momento me fez acertá-lo em cheio, pois embora a gravidade estivesse pesada, algo que vem de cima acaba indo sempre em direção para baixo, não é mesmo ? -q a minha força havia sido suficientemente cabível para acertar o meta-humano, atraindo seu olhar furioso ao meu, junto com o olhar do mais sarcástico dentre eles. Logo voei para o este, pois ao norte estava os meta-humanos, ao sul Robin já travava uma batalha com dois dos clones e ao oeste Mercúrio enfrentava o clone feminino.

Enquanto os meta-humanos corriam em minha direção, atacava-os lá de cima, jogando neles qualquer coisa que encontrasse, como por exemplo um carro em cima do Sarcástico que logo se feriu gravemente, mas que não deixara de me perseguir. Quando finalmente eles estavam em cima do prédio e a pouco menos de dez metros de onde eu me encontrava, planando fora do chão, olhei para o céu, percebendo que havia ficado ofegante muito rápido e que o suor grotesco descia pelo meu pescoço, deixando-me bastante fadigado. Quando os dois correram em minha direção a única coisa que passara em minha mente fora voar para mais longe, agora ficando exatamente na ponta do edifício. - Qual das duas vadias vai ser comida primeiro ? - indaguei, vendo que o clone que era muito mais sério e focado do que o outro pareceu rir pela primeira vez, enquanto que o sarcástico correu em minha direção, pronto para me acertar. Sem me mover, continuei parado, aguardando o mesmo me acertar com oque quer que fosse seu ataque. Um murro pegara em cheio meu queixo, mas minha intenção havia dado certo, pois agora eu caía na direção de um dos quarteirões de Gotham, o tamanho da queda seria de pelo menos vinte e dois metros. O clone estava grudado em meu corpo, fazendo com que eu caísse mais rápido, porém naquele momento usei a característica da força de um urso polar, arremessando-o para longe de onde estava, voando descontrolavelmente em seguida, batendo no chão com menos impacto do que receberia antes, mas sendo o suficiente para que vários ferimentos internos ocorressem dentro de mim. O Sarcástico agora estava morto, pois além do impacto com o carro vindo de cima em direção de sua cabeça, agora ele havia caído a um tamanho anormal para que qualquer ser humano sobrevivesse, mesmo aqueles com poderes extraordinários. Se estou vivo nesse momento, devo agradecer às minhas asas já que levantara voo, mesmo de forma atrapalhada, antes de eu atingir o solo, diminuindo minha velocidade do impacto, mas mantendo minha massa da mesma forma.

Enquanto me levantava, percebendo que havia caído dentro do que antes era um bar, o clone com semblante sério vinha em minha direção, furioso e otimista que sua vitória era certa. O calor estava muito mais insuportável e após os últimos acontecimentos de pura adrenalina, estava quase sem conseguir respirar direito. Logo olhei para trás, percebendo que uma bancada cheia de bebidas estava intacta. Tendo uma das ideias mais estupidamente boas, peguei uma das garrafas de rum stroh 80 que era composto por mais de 80% só de teor alcoólico, em seguida retirando a minha camisa e rasgando um tecido dela, um pequeno fogo se alastrava no prédio ao lado e junto com a camisa e a garrafa voei para lá, aguardando o meta-humano aparecer e assim que o mesmo surgiu ao lado da bancada do bar, sorri cruelmente, colocando fogo no tecido da camisa que agora estava tampando a boca da garrafa - Boom - lançando-a em seguida para onde o ser estava, causando uma grande explosão de chamas, pois agora o bar todo pegava fogo e o ser parecia ter sido completamente engolido pelo fogo.

Ao terminar meu trabalho, bati as asas que no momento estavam machucadas, mas que me possibilitava de voar alguns metros do chão. Mercúrio parecia ter dificuldade para vencer seu oponente e logo voei em sua direção, encontrando um outro bar no caminho, recolhendo dali duas garrafas da mais pura Vodka, recolhendo um isqueiro que estava em uma das mesas do local comigo, em seguida continuando o meu caminho até o garoto que estava em cima de um edifício e que parecia não querer matar seu inimigo. Apressei meu voo o mais rápido que pude, parando em cima do edifício, a alguns metros do garoto e de seu oponente. - Acaba logo com isso ! - Dizia a ele, pois seu inimigo estava no chão, sangrando muito. Mercúrio nada fez e logo corri em sua direção, jogando-o para o lado e em seguida jogando a garrafa em cima do clone feminino, em seguida lançando o isqueiro em sua direção. Dito e feito, mais uma vez outro meta-humano estava morto, sobrara apenas um e Robin lutava contra ele. Antes que o fogo se espalhasse pelo prédio onde eu e Mercúrio estávamos, toquei em seu ombro, sendo teletransportado para a rua em que Robin lutava. O meta-humano ia na direção do herói, à qualquer momento um dos dois poderia morrer, definitivamente seria o vigilante, pois estava sem arma alguma para defendê-lo, mas antes que isso acontecesse, corri na direção de sua moto que ainda pegava fogo após acertar um dos meta-humanos, acendendo a garrafa última garrafa de vodka, em seguida Mercúrio nos teletransportou para onde o meta-humano estava, cinco metros de distância. - Ei, sua puta ! - Quando o meta-humano se virou, joguei a garrafa na sua direção, queimando tudo que estava ao seu redor, menos Robin, pois o mesmo ainda estava longe do último meta-humano.

Naquele momento o planeta pareceu voltar ao normal, em sua aproximação constante para perto do sol. Quando o fogo causado pela garrafa de vodka começou a se alastrar, eu Mercúrio e Robin nos afastamos dali, indo direto para um bar que estava intacto e que agora havia pessoas lá dentro. Pela primeira vez havia lutado ao lado de heróis e aquilo fora esquisito, pois pela primeira vez eu me sentia liberto de qualquer crime que havia cometido desde que nasci. Agora que o meu sangue já não estava mais quente, havia percebido que minha asa esquerda estava ao pedaços, enquanto minha mão que segurava o último molotov parecia estar queimada, mas felizmente não o bastante, apenas os quatro dedos que sustentava a garrafa.

Espécie:
Meta-humano
Poderes:
Asas de demônio + Mímica animal
Atributos:
Força:30
Inteligência: 20
Resistência: 30
Velocidade: 10
Vigor: 15
Carisma: 5

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Samantha Beihofner em Dom Out 23, 2016 1:52 am

They want to drag the Earth to the Sun...
And drag us all to Hell...



O sol brilhava, imponente, do lado de fora enquanto a escuridão absoluta de meu quarto me abrigava da luz excessiva do dia que nascia em Gotham. A noite havia sido deveras longa e, quando nada diferia do medíocre, um discurso telepático de dominação mundial me fez abrir os olhos, fitando o teto a poucos metros acima.
??? escreveu: E a previsão do futuro vai acontecer...
??? escreveu: Hoje mesmo, dia dezenove de outubro de dois mil e dezesseis...
??? escreveu: Nós só nos demos o trabalho de adiantar o processo que demoraria cerca de milhões de anos para acontecer...
??? escreveu: Sintam-se honrados em presenciar as cenas seguintes...
??? escreveu: Que é o sol engolindo a Terra.
As últimas palavras me fizeram abrir os olhos ainda pesados das poucas horas de sono. O rádio relógio no criado mudo, ao meu lado esquerdo, marcava 12 horas e 34 minutos e, ao saber que eu havia dormido um pouco mais de 5 horas já me fazia sentir letárgica, mas sob a ameaça de um cataclismo global, me pus de pé, vestindo as calças, o moletom grosso com capuz e o casaco. Os cabelos escarlate foram colocados para dentro da vestimenta e a toca por cima da cabeça. A máscara foi a última peça a ser vestida, logo depois das grossas luvas.

- Podiam ferrar qualquer outra cidade que eu não daria a mínima, mas ferrar a minha no processo... – Pus ambas as pistolas nos coldres, o machete na bainha e saí porta afora.

O corredor se abria, velho e fedorento, à minha direita. Acima da porta, uma luz incandescente amarelada dava um aspecto mais velho ainda ao local enquanto lixo, restos de produtos industrializados e poeira se acumulavam pelos cantos. As únicas coisas que decoravam as paredes eram as pichações das gangues locais. Agradecia mentalmente por não ter viva’lma naquele corredor enquanto descia as escadas até a rua.

Galguei caminhos tortuosos, passando por cima de possas de água acumulada, latas de lixo e cercas de madeira, até a área nobre da cidade. Um aglomerado de pessoas olhava para cima, para além das nuvens. A pequena esfera que era o sol, que eu enxergava através de grossas lentes enegrecidas, crescia cada vez mais. Podia sentir o calor aumentando gradativamente.

Mais acima, flutuando acima da multidão, a cerca de 25 metros de onde eu estava, cinco corpos distantes uns dos outros olhavam para as pessoas abaixo e, volta e meia, direcionavam a atenção para cima. Esperando para ver o mundo se chocar com o sol. Eu sabia que todos morreríamos antes de, sequer, chegarmos perto o suficiente, mas aqueles cabeças de vento não pensavam daquela forma.

- Como vou parar vocês...? – Foi a única coisa que saiu por meus lábios antes de um meta-humano passar voando e jogar um raio flamejando em um dos quíntuplos e este, simplesmente, desviar para baixo.

Eu já havia visto aquilo antes. Os irmãos tinham uma espécie de poder voltado ao controle gravitacional. Não podiam ser atingidos normalmente... a menos que não fossem atingidos diretamente.

Mais uma vez me encaminhei por entre a multidão e chegando ao beco de um dos prédios daquela avenida e, antes de entrar ali, passei o indicador no queixo de uma garota, que me olhou hipnotizada, e repeti o processo com um homem em seus 30 anos. Ambos me seguiram sem esforço algum até um lugar discreto. Eu precisava de combustível para fazer aquilo que eu iria fazer, então, com uma rápida olhada em ambos, escolhi a garota e, com um comando mental, a fiz dar dois passos em minha direção.

- Muito bem... – Umedeci os lábios quando a menina afastou os cabelos da frente do pescoço e, então, a abracei, erguendo a máscara apenas um pouco para que a boca pudesse chegar à sua pele.

Pude sentir um fino filete de sangue escorrer pelo queixo enquanto sorvia a sua vitae lentamente, saboreando como se eu mesma tivesse todo o tempo do mundo. Por mais que estivesse aproveitando o momento não mais de trinta segundos deviam ter se passado até a hora em que a soltei do abraço. O seu copo caiu ao chão, inerte, enquanto eu ofegava, me sentindo extasiada pela sensação de calor e poder que havia dentro de mim.

- Você é o próximo, bonitão. – Caminhei até o homem e, com um golpe rápido de uma faca, cortei a sua garganta.

O sangue que começou a escorrer dali não tocou pele ou roupas, sujando absolutamente nada. Descrevia caminhos sinuosos pelo ar, como se estivesse sangrando em gravidade zero, se acumulando em uma bolha consideravelmente grande do líquido escarlate. Toquei-a com a ponta dos dedos e a fiz se moldar ao meu braço, como uma armadura de placas feita inteiramente de rubi.

Subi pelas escadas externas, de incêndio, na lateral de um dos prédios para chegar até o topo e não parei até que conseguisse pôr os pés no terraço. Ainda lambia os lábios quando parei na beirada, tendo um bom vislumbre de todos os irmãos lá embaixo.

- 200 ml devem servir... – Fiz um movimento rápido em arco com o braço e um espinho de sangue cristalizado ganhou o ar, indo certeiro em um dos quíntuplos, porém, quando entrou no campo, desceu cerca de 45º e atingiu o chão. – Só compensar agora... – Disse e, então, lancei mais um, porém, desta vez, mantendo o controle sobre o mesmo para que ele continuasse o seu trajeto, isto é, exercendo uma força de baixo para cima para que ele não desviasse.

E ele não desviou

O projétil atingiu em cheio o inimigo mais da ponta, próximo a mim e, assim, seu corpo foi ao chão. Em um movimento semelhante ao de um ponto em uma piscina, com os braços abertos em cruz, saltei do topo do prédio de 5 andares e, com um mortal no meio do caminho, caí em cima do meta-humano ferido, usando o sangue em meu braço para amortecer minha queda.

- Não na minha cidade, desgraçado. – Dei uma rápida olhada para cima, notando que agora os outros irmãos me olhavam, e segurei a cabeça do inimigo, olhando em seus olhos. A proximidade tornou tudo tão mais fácil.

Seus olhos começaram a sangrar enquanto sentia o estômago borbulhar, com a vitae da garota que havia drenado a alguns minutos atrás. Alguns segundos depois suas órbitas explodiram e o sangue voou em minha máscara. Quando estava prestes a me levantar para bater em retirada, senti uma pressão extremamente forte em meu corpo, me jogando para trás e me fazendo deitar no asfalto. Parecia ter um montinho abaixo de mim.
??? escreveu:Matou nosso irmão...
??? escreveu:Pagará caro por isso...
??? escreveu:Com ou sem ele o nosso plano vai continuar...
??? escreveu:A Terra já está em curso, não pode nos parar.
Encarei firmemente o único quíntuplo que estendia uma das mãos em minha direção, em uma batalha mental acirrada: Ele se esforçava para exercer mais pressão em mim enquanto eu confundia seus pensamentos, impedindo-o de se concentrar para me matar. Lembrei do meta-humano que passara atacando nos minutos anteriores e sorri.

- Eu só queria diminuir o número de vocês...

Aguardando postagens dos seguintes: Íkaros, Max e Nicholas, não necessariamente nessa ordem.


Thanks Tess

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O mal é um ponto de vista

Codename: Black Plague

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Arch Howlett Forchhammer em Seg Out 24, 2016 1:39 am

The hardest button to button


Os ponteiros do relógio pouco se moviam, o tempo não parecia correr de forma alguma. O olhar, diferente do citado antes, estava inquieto, ora mirando pontos do cubo, ora Quadro. Porta. Televisor. Entre outros. A chuva, no lado de fora, pingava imparável. Gota por gota corriam através das telhas cinzentas e obsoletas do prédio, escorrendo até a extremidade, onde caiam em cascata até o solo por efeito gravitacional. A unha do polegar era mordiscado pelas dentárias. Os dedos da mão contrária, por sua vez, ritmavam sobre o plano da mesa, propagando um ruído oco de madeira com as dedadas. Entreabrindo os lábios, soprou um suspiro composto por diversos elementos: insatisfação, impaciência; tudo negativo. E revirou os olhos. Deu os ombros com o mover ascendente e descendente destes.  

— Foda-se também. — Bradou, sustentando aquela expressão de desgosto. Simplesmente girou a maçaneta e pôs os pés para a fora dali.

Andando sob os últimos resquícios do temporal, por consequência, gradativamente a sua vestimenta se molhava - obviamente -. Não obstante, os fios capilares dourados também enquadram-se nesse perfil de "molhados".

Repentinamente, "cadê a chuva?".

Depois de tempos sem parar por um segundo que seja, o aguaceiro foi interrompido. O céu ganhou aquele tom pelo qual já estava familiarizado, um fosco azulado incandescente. No centro, o globo solar finalmente deu as caras, a sociedade até já sentia falta de adquirir uns cânceres de pele de boas. A visão semicerrada com o franzir da tez, Íkaros fitou o astro por momentos ligeiros, antes de seus órgãos visuais começarem a arder. Bosta. Praguejou, arqueando uma das sobrancelhas.

Estático em meio à estrada, única coisa que pôde escutar foi a exposição de proclamações de terceiros diante às circunstâncias incomuns. Todas, e absolutamente todas, as pupilas dos cidadãos de Gotham. O céu era o seu rumo, mais precisamente, às coisas jazentes em meio ao ar; cinco figuras masculinas de aparências perfeitamente similares, com certo espaçamento entre um e outro. Os quíntuplos, um por um, da esquerda para a direita, deram início a um discurso sobre o fim do mundo. Blablablá, 21 de dezembro de 2012, de novo.

Presenciava a quem olhasse para Íkaros uma feição austera. Entremeio ao diálogo, o qual assemelhava-se mais a um monólogo, ele simplesmente revirava os globos oculares. O indicador destro levou-se à têmpora do mesmo lado, dando alguns cutuques na região. Sequencialmente soprou um gás, que outrora já repousava no fundo do seu pulmão, para o exterior em uma inspiração. — Nossa, que chatos vocês. — Falou em murmúrios, pegando a base da touca do jaqueta de couro. Sobrepôs os fios de ouro com essa, além de criar um ar sombrio ao camuflar a face masculina.

Antes que pudesse sequer contar a passagem de segundos, seguindo as leis do tempo e da física, o ar ao seu redor recebeu peso. Ventos em forma circular o circundaram rapidamente, no ponto circunflexo de encontro ao solo. Nisso, uma aura entorno dele se criou, uma espécime de manto escarlate feito puramente por energia composto, como a estrela Antares; Antares é o seu alter-ego. Camuflado em meio a euforia da multidão, a visão dos gêmeos se desviaram até o clarão avermelhado - o meta-humano -. Esse brilho incandescente ganhou altura, pois seus pés, assim como os dos cinco, ficaram suspensos na atmosfera.

E parou ao ter a mesma distância do solo do que eles. — Levantem a mão aquele que quer morrer primeiro. — Lhes chamou a atenção ao verbalizar tais palavras. Somente ouviu risadas em vários tons, coisas provenientes dos fraternos. Brahms pendeu a cabeça para o eixo diagonal, enquanto curvava uma das suas sobrancelhas. Será que eles não entenderam? Irônico, se perguntou no sistema nervoso; levou o palmo ao queixo, onde coçou a pelagem rala do maxilar. No processo, o vilão constava mesmo dali que o peso próximo aos cinco estava diferente, mais denso. Gravidade...? E pensou em tal possibilidade. Crente dessa ideia, com o seu controle sob a força gravitacional, o que tratou de fazer foi reduzir a pressão o bastante para retornar ao padrão do planeta Terra (10m/s²).

— Uni... duni... tê... Salame... Minguê... — Em cada som da canção, apontava um gêmeo por vez. — O sorvete colorê. — Deu sequência ao seu método de escolha do primeiro a falecer. — O escolhido foi... Você. — Por fim, achou a sua vítima. Contudo, antes que conseguisse fazer movimento ofensivo, teve o vislumbrar de algo. O homem tremulou, aparentava estar sendo manipulado por algo e/ou alguém. O líquido soturno escorreu ante o rombo que foi feito em sua escultura depois de um projétil ter o atravessado.

Deu de ombros. — Vai ser você então. — Deixou que o tecido muscular do local em volta da sua boca se esticasse, assim, um sorriso de ironia, além de sadismo, foi lapidado com os curvar dos cantos. O punho, ao mesmo tempo em que demonstrava aquele semblante sarcástico, foi cerrado. A circulação sanguínea era interrompida por conta do pressionar com força do fazer. E desapareceu em um feixe de luz.

"Desapareceu?". Quando os idêntico se deram conta, o terceiro sumiu. Só voltou a ser visto contra o plano de um prédio, com uma fissura no centro do tronco. Para ser sincero, o seu corpo de Íkaros havia se materializado em algo tipo um cometa de cosmos. Movimentou-se ligeiramente devido à velocidade sobre-humana que possui; um rastro luminoso carmesim foi deixado no percurso feito; o porquê de um dos demais ter surgido naquela situação se deve, bem, pois o membro da Liga da Justiça voou, de modo quase que invisível a olho nu. Energizando o punho direito com o seu poder cósmico, desferiu um soco, o que foi responsável pelo rombo. O impacto o fez ser lançado para trás na aceleração próxima a que o atacante se deslocava, ocasionando no choque contra a parede.

E reapareceu no mesmo ponto espacial de tempos atrás.

"É o quê?". O quarteto, ou melhor, o trio se perguntava sobre o que tinha acontecido com um deles; Steinkovich, ainda adornado por uma aura estelar, a qual dava a impressão que ele era um Super Saiyajin, esticou um dos braços, mirando-o para em direção ao já morto. — Um a menos. — Uma rápida rajada se dispersou ante a palma, rumando para aquele. O raio passou pelo o interior do prédio inteiramente logo em seguida ao físico, incinerando os dois.

E tudo foi em questão de segundos, impossibilitando a reação dos meliantes. O fraterno que tinha atacado o ser humano disfarçado, que derrubou o primeiro inimigo, foi alvejado silenciosamente por um chute com as duas solas dos pés bruscamente nos peitos, recebendo o mesmo efeito que o outro - sendo arremessado para trás -, inconsciente.


euzinho mello:
1.1. Espécie: Meta-Humano
1.2. Nível: 13

2.1. Poder: Absorção e Manipulação de Energia Cósmica
2.2. Sub-Poder: Percepção

3.1. Força: 22
3.2. Inteligência: 22
3.3. Resistência: 20
3.4. Velocidade: 35
3.5. Vigor: 20
3.6. Carisma: 11

FALTA DOIS NEGOS AINDA, CORRAM.



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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Melanie Stark em Seg Out 24, 2016 3:39 am

Apocalipse Now
Eu normalmente não sou de reclamar do clima, mas hoje realmente o dia estava infernal! Mesmo eu, que fui treinada para resistir mesmo a drásticas mudanças de temperatura, aos poucos fui ficando incomodada com o repentino aumento de calor, que estava tão anormal que nem precisava dar uma olhada em um termômetro para ver que tinha algo de errado acontecendo. Quando eu estava pensando se deveria apenas continuar em meu lar e esperar o calor passar usando poucas ou nenhuma roupa, vejo ao longe uma multidão se concentrando em um ponto da minha cidade, Gotham, e... bom, me veio à cabeça as memórias do que acontecera alguns dias atrás, o que me lembrou que multidões assim nunca são um bom sinal. Por isso, já comecei à me preparar para ir na direção que a multidão seguia.

Mas devo ser sincera sobre uma coisa, de início eu não liguei o aumento gradual do calor com a reunião daquela multidão curiosa com alguma coisa, mas depois que ouvi em alto e bom som aquelas vozes ecoando por toda a cidade e falando aquelas coisas... é, eu não tinha por que duvidar mais. Para a minha sorte, estava apenas vestindo a minha armadura enquanto ouvia as tais vozes anunciando o fim do mundo, então deu tempo de eu me preparar muito bem no caminho até a saída da minha base, pegando pesado no meu armamento, é claro, pois não poderia bobear diante de inimigos que tinham poder o bastante para mover um planeta, como eles pareciam estar fazendo. Então eu peguei de tudo, armas, balas, explosivos pesados, etc... mas não esqueci do básico também, principalmente das minhas inseparáveis espadas. Então, depois de arrumar tudo dentro do meu transporte (um carro escuro e muito bem blindado, como do exército, só que melhor), parti à toda velocidade na direção da multidão, mas indo por caminhos alternativos, para não ser vista e nem machucar ninguém.

Ao chegar nas proximidades do local, deixei meu veículo atrás de um prédio (longe da visão deles, e duas ruas de distância dos mesmos), e então me aproximei do que parecia ser o centro daquele caos. Não fiquei impressionada ao ver o que pareciam ser quintuplos flutuando enquanto a policia se dividia entre fazer ameaças vazias aos mesmos, ordenando que se entregassem, enquanto que alguns outros tentavam controlar a multidão que, ao fim da mensagem dos gêmeos, passaram à ficar em pânico, diante do fim que se aproximava. Mas, admito que fiquei curiosa para saber que tipo de capacidade eles tinham, então não perdi tempo e os ataquei, sem nem fazer ameaças ou me anunciar. Da esquina que eu havia guardado o meu carro, retirei uma pistola e simplesmente atirei na direção dos cinco gêmeos esquisitos, mas não deu em nada. Na realidade, deu para ver que em certo ponto as balas simplesmente eram puxadas para o solo, sem nem chegar perto dos esquisitos. Isso e os policiais sendo jogados para o chão quando tentaram se aproximar do quinteto ali, me fizeram concluir que só poderia ser gravidade mesmo, pela forma do comportamento do campo ao torno deles.

Mas, como eu ainda não parecia ter certa relevância para eles, me mantive distante e observei um pouco aos seres, analisando os limites do campo gravitacional em torno deles, o comportamento de seus poderes e... enfim, estava reunindo o máximo de informações que podia, enquanto que ao mesmo tempo tentava pensar em algo depressa, pois pela forma com a qual o calor aumentava, não tínhamos muito tempo de vida. Quando enfim terminei de determinar ao menos o alcance daquele campo gravitacional em torno de cada um, voltei para o meu carro e comecei à me preparar para lutar à distância. Afinal, teria que improvisar um pouco, já que não queria me aproximar de meus inimigos e me arriscar além do necessário.

Comecei pegando diversas granadas e explosivos mais potentes, depois peguei dois de meus fuzis, tasers potentes, meu bastão de energia e, por fim, deixei tudo em seu devido lugar, acoplados em minha armadura, sem atrapalhar minha mobilidade, e então voltei à correr na direção das cinco figuras. Mas, antes de me aproximar muito, espalhei explosivos (de detonação, cujo gatilho se encontra comigo, é claro) em pontos estratégicos de alguns veículos pelo caminho, seis carros e um ônibus (deixando os mesmos na parte de baixo dos veículos, para não serem vistos), pensando no que aconteceria em breve, e então continuei correndo na direção deles. Parei à pouco mais de dez metros deles, e então comecei, novamente sem chamar a atenção para mim, visando apenas acabar com aquilo rápido. Tentei testar a resistência de um deles, ao colar um explosivo adesivo em uma granada, e então os joguei na direção de uma das cinco figuras, visando um ângulo perfeito que fizesse se aproximar por cima de um deles, em uma investida em forma de arco, sendo afetado pelo campo gravitacional (que eu calculei com base em minhas observações) apenas quando estivesse acima deste ser, que faria a granada ser puxada para o crânio do mesmo, onde teria explodido, mas de alguma forma ele conseguiu evitar isso. De repente, quando os explosivos se aproximaram por cima dele, o mesmo reagiu rapidamente, usando seus poderes para jogar em um poste de energia os explosivos, causando uma explosão que destruiu a base do poste de metal e madeira, derrubando o mesmo e deixando fios elétricos expostos no chão, ainda longe deles.

- Desgraçados, eles tem um tempo de reação fora do comum... -disse em voz alta, mais como uma anotação pessoal, para que eu não esquecesse disso de forma alguma. Mas, para o meu azar, não tive mais tempo de planejar mais nada, pois os malditos finalmente olharam para mim, deixando claro que me dariam atenção de verdade agora. Em seguida, um deles começou à flutuar em minha direção, e disse de forma sarcástica para os outros quatro- Eu cuido dela. Vai ser rápido, é só uma mulher. -e então começou à usar seu poder em um carro, jogando o mesmo com tudo em minha direção, tentando me esmagar, como se fosse uma brincadeira para ele. Para a minha sorte, também tenho reação rápida, e por isso consegui saltar por cima do carro, deixando com que o mesmo passasse por mim sem me tocar, mas antes mesmo de tocar no chão outra vez, saquei uma bomba de luz de um dos meus bolsos e a espremi em minha mão, mas virada para os cinco, fazendo-os ficarem temporariamente cegos. O que me deu tempo o bastante para ficar de pé outra vez, sacar uma de minhas duas espadas e correr na direção de um poste próximo, cortando-o para que caísse em cima do mesmo, deixando-o atordoado. Concluindo assim, o primeiro teste das habilidades deles.

Sabia que eles podiam ser machucados, já que aconteceu isso com a queda do poste no homem, e sabia também que poderia enganar seus sentidos com distrações, então pensei em centenas de possibilidades de continuar aquela luta, mas tinha que me gabar um pouco, ainda mais depois do que ele disse- E agora, vai morrer para uma mulher... -disse, já levando minha mão para o bolso das granadas em minha armadura, mas não pude concluir minha promessa. Um dos irmãos do que eu acabara de derrubar acabou se recuperando mais cedo que os outros e ficou furioso ao ver aquela cena, então usando seu poder de onde ele estava mesmo, conseguiu me lançar vários metros para longe do caído- Afaste-se dele! -ordenou, e vinha em minha direção. Acabei indo parar apenas quando me choquei contra um carro, esmagando seu teto (devido ao meu peso graças à armadura e, claro, a força do ataque usado), mas consegui me recuperar rápido o bastante para desviar do ataque que o nervosinho lançava contra mim enquanto tentava resgatar ao irmão, jogando contra mim o poste que derrubei no gêmeo, como se fosse uma lança, atravessando o carro enquanto que eu saltava para trás do mesmo, em um mortal para trás digno de uma atleta.

- Que merda... será que nenhum dos gênios percebeu que MORAM no planeta que vocês querem destruir? -berrei para eles, furiosa, e... nossa, com muito mais calor que antes, o que me deixou bem preocupada, pois sabia que isso só podia significar que o sol estava mais próximo, e que eu deveria ser mais rápida. Então, para tentar ver melhor e não suar tanto, me livrei do meu capacete, jogando-o para trás, sem nem ver onde caíra, e voltando para a luta.

O que foi bem à tempo, pois agora os dois estavam em pé (flutuando, eu digo) e bem furiosos, voltando à investir contra mim juntos, ao me puxarem em sua direção. Não sabia ainda o quanto era forte o campo gravitacional em volta deles, e não queria arriscar testar isso agora com o meu corpo, então eu pensei rápido e saquei do meu bolso minha caneta à laser (comum mesmo, sem nenhuma modificação de alta tecnologia, só algo que uso para improvisações), e mirei em seus olhos, cegando-os mais uma vez ao aproveitar que ainda estavam sensíveis, e então perfurei o chão com meu bastão de metal para poder ganhar tempo e não continuar à ser atraída por eles pelo seu poder, não tão rápido pelo menos. Com esse tempo que ganhei, e a brecha que abri com a cegueira de volta neles, enquanto direcionavam palavrões contra mim, eu simplesmente abri todos os meus compartimentos de granadas, e deixei com que todas fossem na direção do gêmeos, mas retirei o pino de cada uma das granadas antes de irem, ao passar rapidamente a minha caneta por entre os aros dos pinos de cada uma, fazendo com que quatorze granadas explodissem ao mesmo tempo ao impactarem com os corpos daqueles dois.

Foi uma explosão enorme, o bastante para danificar boa parte dos arredores é claro (como asfalto, carros, partes de estabelecimentos próximos, etc), mas por sorte só os dois que sofreram, pois não tinha mais nenhum civil ali desde que eu comecei a confusão. Mas eu não escondi o quanto gostei daquilo- Haha, parece até o 4 de Julho. -comento, com um sorriso no rosto enquanto pedaços irreconhecíveis dos dois irmãos praticamente choviam pela avenida. Por mais que a cena pudesse ser bizarra, ninguém ficou mais afetado com aquilo do que os três gêmeos que restavam. Eles primeiro ficaram em estado de choque, como se não entendessem o que acabara de acontecer, pouco depois eles se olharam e depois olharam para os pedaços que sobraram dos irmãos, no chão... bem, quando dirigiram seu olhar para mim depois daquilo, eles não só me encararam com ódio extremo, como também vieram rapidamente voando em minha direção, prontos para acabar comigo.

Eles nem falaram nada mais, estavam tão zangados que simplesmente partiram para cima de mim, e eu mal tive tempo para me preparar. Só consegui sacar do concreto o meu bastão de metal, quando o primeiro carro se aproximou de mim, voando, graças aos podres deles. Não pude desviar do mesmo, tive que explodir o carro com a energia emitida da ponta do meu bastão, partindo o veículo em dois ainda no ar (sem machucar a ninguém, infelizmente), me salvando e ao mesmo tempo levantando uma cortina de fumaça com aquele impacto, uma distração rápida o bastante para que eu pudesse aproveitar para agir às escuras, pelo menos por alguns momentos, enquanto atacavam. Eles não paravam em momento algum, jogavam em mim tampas de bueiro, estilhaços de vidro, motos e pedaços de estabelecimentos, me obrigando à usar de toda minha agilidade para não ser atingida.

Em um momento eu tive que sacar minha espada para cortar alguma coisa muito grande que lançavam contra mim, em outros eu desviei dos objetos menores e espalhados que tentavam usar para me pegar desprevenida, e até passei por entre alguns que tinham abertura (como por exemplo, acredite se quiser, a parede de uma loja, que tinha uma janela aberta, que foi por onde eu passei para evitar de ser atingida), mas sempre fiz cada movimento meu tentando ir para trás, e me afastar dos sujeitos o máximo que fosse possível, para evitar seu campo gravitacional, com medo da força que eu ainda desconhecia que eles pudessem exercer. E, infelizmente, eu tive que entre um movimento e outro, me livrar aos poucos da minha armadura, pois ela começara a ficar quente demais por conta da aproximação do sol. Mas olha, foi difícil tirar viu? Tive que me contorcer bastante entre um destroço e outro que lançavam contra mim, para desfivelar e desprender de mim as partes pesadas de minha armadura, deixando-as cair e pegando o que eu precisaria para depois e que eu podia segurar, mas sem deixar com que fosse atingida. Óbvio que não deu certo...

Não deu para tirar o último pedaço da minha armadura, o peito, pois um carro foi jogado contra mim, e eu fiquei prensada contra a parede de um prédio... abrindo a chance que eles precisavam para continuar o ataque. Eu praticamente aceitei meu fim quando eles começaram à levantar os veículos que pretendiam lançar contra mim, mas foi aí que, ao ver a placa dos mesmos, eu sorri aliviada- Hahaha, que besteira... é só o que sabem fazer? -falei, de forma debochada, irritando-os ainda mais, e fazendo com que eles partissem para o último ataque. Quando os carros e o ônibus vieram voando em minha direção, eles pressionaram com força o carro contra meu peito, para que eu não pudesse sair dali, mas eu usei o tamanho do mesmo para me esconder atrás dele, e então apertei o botão de detonação que estava em um dos bolsos do peito da minha armadura, explodindo assim os mesmos veículos enquanto eles vinham, e causando uma grande explosão, muito maior do que a que matou os dois irmãos anteriormente.

Só para matar sua curiosidade, eu pretendia armar uma emboscada para eles, atraindo-os até esses carros para explodi-los em volta de todos eles, mas... bem, como você viu, tive que usá-los mais cedo, mas ainda assim funcionou.... de certa forma. Infelizmente, ainda que seja muito resistente e a explosão tenha sido relativamente longe de mim, ela ainda me machucou, mesmo tendo uma durabilidade sobre-humana. Mas não posso reclamar muito também, pois ao menos o mais importante foi protegido, então... não corri perigo de morte, só estava cheia de cortes e arranhões (sem falar que estava exausta também, pois ficara mais difícil de respirar, mesmo com minha capacidade pulmonar acima do normal), devido aos estilhaços que voaram para todos os lados, e danificaram praticamente toda aquela parte da avenida. Edifícios estavam danificados, vidro estava espalhado por todo o chão, assim como pedras e cabos de energias vindos dos postes que acabaram caindo, uma cena que era digna de um fim de mundo...

Só que, infelizmente, eles, meus inimigos, ainda estavam vivos... bem mais feridos que eu, mas vivos...

Se encontravam praticamente desfigurados (pelos estilhaços e a explosão em si) enquanto tentavam se levantar, mas ainda estavam determinados para me fazer pagar. Mas, é claro que eu ataquei primeiro, só que... dessa vez eu não minha muita coisa comigo. Com a confusão envolvendo a gravidade, consegui segurar minha espada e meu bastão, mas minhas armas de fogo ficaram jogadas muito longe de mim para eu pegar naquele momento, então parti para cima deles de forma improvisada, outra vez. Ao ver um cabo de energia próximo de mim, dividi meu bastão em dois bastões menores e peguei o cabo com os mesmos, sem tocá-lo, mas puxando o tal cabo de energia até um dos irmãos, andando até ele cansada, e pronta para me arriscar em seu campo gravitacional, ao me aproximar mesmo dele. Mas eis que tenho uma grande surpresa! Pois a força aplicada não era tão grande quanto eu imaginara, era como se eu sentisse o meu próprio peso me esmagando, mas meu corpo tinha resistência de sobra para suportar isso, e eu força mais do que o necessário para me mover em meio ao campo, já que sou sobre-humana, então continuei minha investida. Peguei de surpresa um dos irmãos, aplicando-lhe uma rasteira para que caísse no chão outra vez, então chutei seu estômago para que abrisse bem a boca, assim colocando o cabo de energia na mesma, fazendo com que ele começasse à ser eletrocutado, para o espanto dos irmãos.

- Ele se juntou aos irmãos... -disse, cansada, me virando para os outros dois, que estavam praticamente tão acabados quanto eu- ... agora, sua vez... -continuei, e então dei um passo na direção do mais próximo, me preparando para atacar fisicamente mesmo, já que conseguia agora superar aquele campo gravitacional deles, mas sou surpreendida por um pequeno cano de metal quebrado, que ele (o mais próximo de mim) faz perfurar a minha perna- FILHO DA PUTA! -berrei, mais por raiva que de dor, e então uni outra vez meus bastões para formar um só bastão, só para poder alcançar o sujeito, e então comecei à bater nele, com o mesmo. Na verdade, dei a primeira pancada logo na sua cabeça, para ele ficar tonto, e o barulho do bastão metálico batendo contra o seu crânio foi lindo, mas ele parou o mesmo quando tentei bater a segunda vez, puxando-o e jogando para longe com sua gravidade, o que me deixou ainda mais puta.

Guiada pela raiva, me impulsionei para cima dele com minha perna boa enquanto ele fazia isso, e por estar todo ferido, tonto e cansado, consegui pular nele, derrubando-o outra vez grudando nele ao segurar na sua cabeça com as minhas duas mãos- Manda... um beijo... -ia dizendo, cansada, enquanto tentava resistir à força gravitacional que os dois gêmeos restantes aplicavam em mim, para que eu saísse de perto dele, mas eu pressionava cada vez com mais força minhas mãos no crânio dele, caminhando para o inevitável- ... para o seus... irmãos! -e assim que completei a frase, consegui fazer o que queria. Esmaguei o crânio dele com minhas mãos, afundando primeiro meus dedões nos seus olhos, e logo depois... bom, você já pode imaginar o que aconteceu, certo? A cabeça dele abriu, e voou sangue e cérebro para toda parte... me deixando toda suja, e ainda mais furiosa por minha roupa de baixo (roupa de treino, calma, não pense besteiras) toda suja...

Quando me virei para o último irmão, eu praticamente rugi de raiva para ele, furiosa por ter tanta dificuldade para acabar com aqueles... moleques! Mas ele tentou um último golpe também, ao jogar em mim a porta de um carro destruído que se encontrava ali perto, mas eu consegui desviá-lo com a espada que ainda se encontrava em minha outra mão, ao me defender com ela, e então lhe apliquei uma joelhada, ao me impulsionar novamente com meu joelho bom, mas desta vez eu aproveitei o cano que estava atravessado pela minha coxa (da perna ruim) e o usei para furar o abdômen do meu último inimigo, e segurei-o pelo braço, pendurando ele por ali para que ficasse em pé ainda- Desapareça... -digo de forma simples e direta, encerrando ao dividir o homem ao meio com minha espada e uma precisão cirúrgica, em um corte feito de baixo para cima. E acredite, isso não me sujou tanto, mas à partir desse ponto eu também nem me importava mais em ficar limpa...

Depois da batalha, exausta, tirei sem delicadeza o cano da minha perna, e então fui mancando até o meu carro (pegando no caminho o que eu poderia ter esquecido dos meus equipamentos, é claro), aproveitando que o resto das pessoas fugiram para me deixar lutando sossegada... Aos poucos, sentia que a temperatura diminuía, o que significava que havia conseguido o que queria, agora só faltava mesmo é ficar um tempo parada para que minha regeneração acelerada agisse o suficiente para poder ir embora dali e tomar um banho. Por sorte, tenho alta tolerância à dor, então suportar aquilo não seria um problema tão grande quanto para uma pessoa normal, mas ainda assim eu tive que me distrair um pouco para ajudar com isso, então foi aí que eu recorri aos cigarros que guardo no meu carro, junto do isqueiro. Mas não o ascendi antes de soltar minha fala clássica- Missão cumprida... -e então comecei à fumar, para encerrar o dia.

tag: NPC's| roupas: Uniforme

OFF: To muito nervosa... desculpa, saiu muito grande, mas eu juro que cortei muita coisa, eme esforcei viu? (por favor, relevem alguns erros bobos aqui e ali, eu fiz com sono ><)


<3

Informações:
Nível: 3
Espécie: Humana (Reencarnada)

Força: 20
Inteligência: 20
Resistência: 15
Velocidade: 20
Vigor: 20
Carisma: 5

Perícia: Intelectual

Poderes:
Intelecto Aprimorado: Assim como é com seus demais poderes, por razões desconhecidas, Melanie possui um intelecto muito superior ao que os humanos poderiam ter, indo além de seus limites possíveis, e esse é seu maior triunfo. Funcionando em velocidades incríveis, sua mente é capaz de pensar e processar nove vezes mais rápido que é possível para um ser humano, e utilizar da sua mente muito mais do que um ser humano conseguiria, indo além dos dez porcento que os humanos utilizam, e ultrapassando os noventa porcento. Por causa disso, ela é dona de uma memória infalível, sendo capaz de memorizar perfeitamente qualquer coisa e ter a capacidade de armazenamento ilimitada. Sua mente é praticamente um computador, feito para estratégias e resolução de problemas, funcionando de forma ideal mesmo quando sob efeitos de fadiga ou estresse. Com preparo ou mesmo após alguma experiência analisando a adversários, ela pode, de forma instantânea, prever cada possibilidade de movimentos e táticas de qualquer inimigo, sem nunca esquecê-los, podendo até analisar comportamentos de inimigos para prever variações de seus movimentos.

Engenhosa em elaborar soluções para qualquer tipo de situações, com capacidade quase instantânea de fazer diversos cálculos em sua mente (especialmente quando envolve distância, velocidade e tempo), ela é capaz até mesmo de elaborar soluções para enfrentar mesmo seres com aspectos superiores aos dela, observando-os e explorando fraquezas. Lida muito bem com surpresas, é ótima em improvisar e tem um timing perfeito. É realmente incrível o que ela pode fazer por ter suas faculdades mentais tão acima do possível para um humano, sendo por isso em especial, uma ameaça real para quem a enfrentar, o que serve mesmo para super seres.

Reflexos Aprimorados: Surpreendentemente, Exterminadora possui reflexos, destreza e coordenação muito acima do possível para um humano. Sua velocidade de reação é tão grande, que ela pode desviar instantaneamente de tiros de vários inimigos ao mesmo tempo (mesmo em pontos cegos), e com a mesma velocidade pode discernir as intenções dos que estão à sua volta, o que na maioria das vezes lhe dá tempo de agir e reagir de forma quase automática e instantânea, praticamente infalível. É uma das suas capacidades que lhe permite enfrentar mesmo seres super velozes.

Velocidade Aprimorada: Não se sabe exatamente qual a velocidade que ela pode se mover, e ainda que não chegue a ser uma velocista, Melanie, a Exterminadora, pode atacar mais rápido que o olho pode seguir, e chega até a se envolver em combates com equipes inteiras de super humanos, mesmo com velocistas em seu meio.

Resistência Aprimorada: Um dos fatores mais surpreendentes da Exterminadora é, sem dúvida, sua resistência. Normalmente, ela consegue usar sua capacidade máxima durante dias antes de se mostrar cansada, sem falar de sua resistência a dor (que chega a ser sobre-humana, uma vez que ela já lutou mesmo perdendo muito sangue ou com ferimentos graves e sem demonstrar fraqueza), força de vontade, tenacidade e mesmo capacidade pulmonar, muito acima do nível humano.

Força Aprimorada: Seus músculos também são muito mais fortes do que aparentam, sendo muitas vezes superiores aos comuns para um humano, e é claro que ela usa muito bem essa força sobre-humana em combate, para aumentar os danos de cada ataque seu. Como demonstração de força, ela já foi capaz de pegar uma bala com os dentes, rasgar uma porta de aço e mesmo cortar um carro com sua espada sem nenhum problema. É dito que sua força é o suficiente para levantar algumas toneladas, o que a deixa bem longe de se equiparar com pesos pesados que se encontram por aí, mas certamente o torna capaz de enfrentar mesmo super humanos.

Agilidade Aprimorada: Melanie é extraordinariamente flexível, com seus tendões e demais tecidos corporais tendo uma elasticidade também acima do nível possível para um humano, ainda que também seja incrivelmente resistente. Com isso ela pode executar qualquer acrobacia considerada complicada, alcançar o estado de equilíbrio perfeito em qualquer posição, mesmo em cima de objetos, não importando o quão pequenos e estreitos forem, fazendo isso por instinto até.

Sentidos Aprimorados: Não menos importante, ela possui os sentidos aumentados a níveis muito elevados, podendo perceber e analisar as coisas muitas vezes mais rápida que um humano normal, beirando à perfeição total. É dona de visão noturna, além de ser sensível o bastante para perceber mesmo as mudanças mínimas no ar, o que lhe ajuda à reagir contra ataques mesmo vindo pelas suas costas, quase como um sexto sentido, que lhe permite esquivar de perigos mesmo sem vê-los, às vezes até supor algum acontecimento antes mesmo que ele aconteça. Tais aprimoramentos nos seus sentidos lhe dão também uma audição surpreendente, além de olfato e visão apuradíssimas (esse último que lhe torna uma dos melhores atiradoras de elite do mundo, se não a melhor, demonstrando até poder cortar ao meio uma mosca em movimento com um clipe de papel), o que também lhe proporciona uma visão noturna, ou seja, enxergar mesmo no escuro.

Durabilidade Aprimorada: O corpo de Melanie é surpreendentemente mais resistente que o de um ser humano normal, o que envolve não apenas a sua pele, como também demais tecidos, ossos e músculos, sendo extraordinariamente resistentes à lesões de vários níveis.

Fator de Cura Regenerativo: Seu corpo pode se regenerar de forma muito mais rápida e eficiente que um ser humano comum, quando tem seus tecidos ou ossos danificados ou mesmo destruídos. Ela pode regenerar qualquer coisa, desde tecidos danificados de alguma forma, a órgãos ou mesmo membros em falta, apesar de que não é instantâneo. Como consequência, tiros, cortes e ossos quebrados podem se curar em minutos, e por conta disso o seu corpo pode receber ainda uma quantidade enorme de dano antes de sucumbir à morte, o que ainda é possível, apesar que alguns ferimentos que seriam mortais para seres humanos comuns (como ser empalada em seu peito por uma arma, o que já aconteceu) apenas lhe atrasam.

Tal regeneração lhe proporciona ainda muitas outras coisas, mas principalmente a imunidade ao envelhecimento, sendo biologicamente imortal, sendo que suas células pararam com tal quando a Melanie atingiu seu auge físico, mantendo um estado de juventude e saúde perfeita de forma indefinida.

Imunidade Aprimorada: O corpo da Exterminadora neutraliza todos os contaminantes prejudiciais, tornando-a imune à venenos, toxinas, bactérias, vírus, doenças, parasitas, alérgenos, radiações, e etc. Aliás, sua mente também é imune à telepatia, controle da mente e coisas do tipo, assim como ele também tem força de vontade o suficiente mesmo para ser imune à possessão de corpo.

Adaptação: Uma das principais características dela, é que Melanie consegue adaptar rapidamente suas estratégias e estilo de combate em qualquer clima, em qualquer situação e contra qualquer inimigo ou coisa, o que lhe dá mais chance de sobreviver à qualquer coisa.

Visões precognitivas limitadas: Curiosamente, ela possui um sentido premonitório, que lhe permite ver o futuro em curtos espaços de tempo, o suficiente para ter chance de reação para qualquer ataque que vier contra ela, e combater o mesmo sem problemas.

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Freya Romanova em Seg Out 24, 2016 2:01 pm

The Sun!
Sabe, ser à prova de balas e meter medo em bandidos só de voar por aí é muito bom, eu gosto de ser quem eu sou, a Poderosa, combater o crime do meu jeito e não precisar dar satisfações à ninguém por tentar fazer o que é certo, mas... nem por isso eu tenho sorte no amor, entende? Então, é por isso que às vezes sou idiota em aceitar propostas de caras cheios de educação que me chamam para sair e... bem, não é com todos que acontecem isso, eu não sou o tipo de mulher que dá mole para qualquer cara, mas quando se sente tão sozinha quanto eu, você tem que arriscar um pouco, certo? Tudo bem, eu sei que isso não tem nada à ver com a situação atual, mas só tenha calma e preste atenção, pois foi por causa disso que eu comecei à perceber que algo estava diferente hoje, pouco antes de ter certeza que tudo estava indo em direção ao fim.

Enfim, tinha esse cara... um político bem jovem e bonito, que eu havia salvado de um atentado terrorista na semana passada, depois de ele dar uma palestra para uns estudantes e... tá, eu sei que pode parecer bobo isso, mas eu fiquei impressionada pelo quanto ele era um homem de visão, intelectual, bonito e, claro, educado. Sabe, ele nem falou da minha roupa de heroína! E a primeira coisa que os homens fazem ao me ver é sempre falar do quanto sou bonita, o quanto gostam da minha roupa e... não, foco! Ele conseguiu me impressionar, e ainda me convidou para ir à um evento que ele daria para angariar fundos para um orfanato que ele patrocina (o que me fez ver que além de tudo ele é rico e generoso... ai, calma Freya, calma!), e, sabe, ele me explicou que atrairia ainda mais gente ao saberem que eu iria participar, o que iria ajudar muito mais às crianças, mas eu meio que entendi aquilo como ele me chamando para um encontro, ou algo próximo disso. É, nada à ver, eu sei, mas... vamos ao que interessa! Esse evento aconteceria hoje mais tarde, então é claro que eu estava doida preparando minhas roupas, meus uniformes e maquiagens dias antes de ter que ir para tal evento, e foi no meio dessa correria que percebi hoje que algo acontecia de diferente na Terra...

Acredite se quiser, eu nem percebi direito que o calor havia aumentado na Terra, por conta do meu desespero em ficar bonita para impressionar alguém (e claro, minha resistência kryptoniana, que não ajudava nessa sensibilidade também, principalmente por eu estar desatenta), mas quando eu comecei à voar entre uma cidade e outra para buscar os itens necessários para a festa de hoje à noite, fui percebendo que, por algum motivo, ficava mais rápida sem fazer absolutamente nada. Aos poucos fui reconhecendo essa sensação, e percebi que era semelhante ao que eu sentia em momentos que voava para ficar mais próxima do sol e absorver mais radiação do mesmo, antes de uma grande luta (em uma escala muito menor, é claro), só aí que eu voltei minhas atenções para o astro-rei, e vi que ele estava bem diferente do habitual, como se estivesse maior... E fiquei observando-o durante um tempo, e fui percebendo que... ele aumentava? Fiquei espantada com isso, mas logo recebi a explicação, quando de repente ouvi vozes ecoando bem longe dali, com minha super-audição, e agora ficava confusa com todo aquele plano estranho de querer mergulhar a Terra no sol.

Por que faziam aquilo? COMO faziam aquilo? Eu tinha que saber, e óbvio, impedi-los, então larguei tudo o que estava fazendo e voei na direção das vozes estranhas (claro, não ''larguei'' no sentido literal da palavra, eu só deixei em casa as peças de roupa, maquiagem e etc, depois fui cuidar disso), percebendo cada vez mais a aproximação do sol com minhas células kryptonianas ganhando cada vez mais energia. Por incrível que pareça, odiei que isso acontecesse, pois apesar de ficar mais poderosa que o normal por conta disso, significava também que aos poucos não restaria mais um planeta para eu morar, todos que amo iriam morrer, e... olha, não vou entrar em detalhes do que senti, já que foi horrível pensar em tudo isso, então vou resumir e dizer que me apressei para chegar nos responsáveis por aquilo, para impedir logo eles. Agora, assim que cheguei, fiquei flutuando alguns metros acima deles, e arqueei uma sobrancelha ao ver que eles pareciam ser... gêmeos? Clones? Olha, não sei dizer, mas isso foi bem engraçado até, mas eu não estava ali para ser engraçada, e nem mesmo dar tempo para que eles continuassem com essa loucura, então aos poucos fui me aproximando do solo, até estar 'suspensa no ar' na mesma altura que eles, mas à cinco metros deles, ficando entre eles e as pessoas desesperadas que estavam ali olhando para os maníacos.

- Aí, boy band. -chamei a atenção deles, me fazendo ser notada tanto por eles quanto pelas pessoas, ao ir me aproximando aos poucos do solo, mas continuando sem tocá-lo, pronta para agir- Soltem agora o meu planeta, e prometo que podem sair inteiros dessa. -ameacei, olhando-os fixamente, e é claro que imediatamente me reconheceram. Algumas pessoas sorriram aliviadas, mas todas se afastaram um pouco mais calmas ao verem que eu estava ali, e por isso aos poucos o local fora ficando deserto, enquanto que os irmãos trocaram olhares, e logo depois ficaram me encarando. Eles pareciam ter reconhecido sim quem eu era, mas era como se não me dessem importância, como se estivessem confiantes de que tinham poder mais do que o suficiente para lidar comigo, o que não deixava de ser muito, muito interessante para mim, devo admitir. Acabei deixando escapar um sorriso de canto ao perceber como é que eles me olhavam e o quanto estavam confiantes, mostrando o quanto estava animada para ter uma luta de verdade após tantas horas lidando com bandidos comuns e meta-humanos... fracos.

Bem, eles não disseram nada em resposta às minhas palavras, me olharam na verdade como se eu fosse uma barata, com nojo, então não tive outra escolha, se não começar à me aproximar deles, para cumprir as ameaças que eu havia feito- Tudo bem, se querem isso do jeito mais difícil... Só espero que não se esqueçam, que eu tentei dar-lhes uma chance. -avisei, e então comecei à voar na direção deles com mais velocidade. Geralmente, não demoraria para eu atingir um inimigo, sou bem rápida se quer saber, mas quando eu cheguei a uma certa distância deles, encontrei uma resistência que eu nunca enfrentei em outros meta-humanos, e devo dizer que isso me fez parar um pouco... para refletir. Da forma com a qual eu sentia, parecia que eu era levemente puxada para baixo, uma forma mais fraca do que acontecia quando eu estava em outros planetas (como o meu planeta natal, Krypton), mas isso não me impedia de voar. Aos poucos, comecei à entender o poder deles, pois reconhecia essa sensação de quanto eu estava descobrindo como fazia para voar, ao controlar minha própria gravidade- Poder sobre a gravidade? Legal! Mas vão ter que fazer melhor do que isso. -avisei, sorrindo e me alongando, enquanto permanecia no lugar, ainda no ar, me acostumando com aquela sensação.

Meu corpo já havia sofrido pressões muito maiores que aquela, eu podia aguentar sem problemas aquilo, tanto é que eu até continuei suspensa no ar, ainda que tivesse ficado um pouco mais lerda com aquilo, mas ainda dava para lutar. Então eu não demorei muito mais, e continuei meu caminho na direção deles, deixando-os alarmados ao me verem tão próxima, como se não imaginassem ser possível.

A primeira coisa que eu fiz, foi tentar aplicar um soco simplse no que estava mais para o meio deles (o da voz feminina, que por algum motivo me dava certo nojo, não sei mesmo por que), mas os demais por instinto agiram em conjunto, e ao levantar uma das mãos na minha direção, mandaram uma pressão gravitacional enorme contra mim, tentando me jogar para trás, mas foi praticamente como um cabo de guerra. Eles juntos eram realmente fortes, mesmo eu sendo o que sou, ainda senti toda aquela maldita pressão, mas eu conseguia resistir, só não conseguia mais ficar no ar por conta de toda aquela força, já que era muita gravidade em cima de mim. De toda forma, encontrei espaço o bastante para sorrir e falar algo para eles- Vocês cometeram um erro mexendo comigo, ainda mais nessas condições... -disse, e então olhei para o sol, um pouco feliz com o que estava acontecendo- Mas tudo bem, logo vão descobrir do que estou falando... -disse, de forma debochada para eles, sem querer os irritando tanto que... bom, eles fizeram o que eu temia que pudessem fazer: aumentaram a força gravitacional, e me jogaram para o outro lado da avenida.

Meu corpo foi arrastado pelo concreto, parando cerca de vinte metros depois do ponto em que estava quando ataquei aos clones, e deixando uma grande marca no concreto, mas felizmente sem estragar as minhas roupas. Após aquele ataque, eles se entreolharam novamente ao ver que eu me levantava, como se estivessem planejando o que fazer agora, mas eu não deixei. Peguei as grades de ferro de um cercado que estavam ali e as rasguei, separando-as e praticamente fazendo duas lanças, que eu girei entre meus dedos antes de lançar com toda a minha força na direção de dois dos irmãos gêmeos ali, e incrivelmente... eles desviaram! Mal pude acreditar, pois as lanças voaram em uma velocidade incrível em sua direção, mas era como se eles tivessem antecipado isso e apenas ficaram de lado com seus copos, evitando que as lanças atingissem seu peito, como eu havia mirado, e continuaram pela avenida, parando apenas quando atravessaram um muro, enquanto os irmãos olhavam para mim com raiva, como se seu tivesse feito algo imperdoável.

- Ousa levantar a mão contra nós? -disseram, em uníssono- Vai pagar! -concluíram, e então começaram à rasgar o concreto, torcer postes, levitar e amassar carros, enquanto que eu concluía um pensamento meu em voz alta- É, são a pior boy band que existe... -brinquei, mas sem sorrir, apenas provocando-os, enquanto me preparava para o que estava por vir.

Primeiro, o concreto logo abaixo de mim se abriu, e como eles me impediam de voar devido à toda pressão gravitacional que faziam em mim agora, eu acabei aos poucos sendo engolida pela terra, conforme ela abria, e eles aproveitaram disso para jogar contra mim esferas de metal muito densas (carros que eles juntaram e amassaram até ficarem bem redondos e pesados), tentando me esmagar. Devo dizer que não foi fácil aguentar tudo aquilo, mas fiquei furiosa por ser atacada de forma tão intensa, então com os meus punhos eu afastei as esferas metálicas, socando-as e jogando para todas as direções (chegando até a explodir sem querer algumas), e então, ainda usando pura força bruta, eu me ergui do chão e comecei à escalar o buraco que eles fizeram para mim, enfrentando toda aquela gravidade que me pressionava violentamente contra o chão, mas sem sucesso. Quando enfim estava na superfície outra vez, fui até um carro mais próximo e o agarrei pela traseira, pegando um certo impulso antes de tentar erguê-lo e jogar o mesmo na direção dos irmãos, fazendo o carro se aproximar por cima deles. Ele quase os atingiu, mas um dos irmãos foi rápido o bastante para pegar o carro ainda no ar, pouco antes de atingi-los, exatamente como eu esperava, e então usei minha visão de calor para atingir o tanque de gasolina do carro, aproveitando que o mesmo tampava a visão deles com relação à mim.

Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, o carro explodiu perto deles, levantando uma grande fumaça escura naquele momento, e atrapalhando sua visão por um momento (sem falar que, o impacto causado pela explosão os distraiu significativamente), abrindo uma brecha para que eu pudesse me impulsionar com as minhas pernas em sua direção, me jogando em cima de um deles, e conseguindo enfim ficar entre eles. Quando a fumaça abaixou, eles me viram em cima de seu irmão, tentando alcançar o seu pescoço, e então decidiram agir para salvá-lo de mim, e foram muito espertos. Como perceberam, usar sua gravidade para me afetar era muito cansativo, pois eu sou muito mais forte do que imaginavam, então concentraram-se neles mesmos os seus poderes gravitacionais, ou seja, simularam super-força ao aumentar o peso de seus golpes, e se cobriram com um escudo gravitacional, assim poderiam lutar fisicamente mesmo contra mim, e por isso que eu não conseguia chegar mesmo ao pescoço daquele gêmeo que eu acabei voando em cima. Ele segurou as minhas mãos antes, e as afastava com certa dificuldade, mas assim que seus irmãos o ajudaram ao me golpearem juntos, seus problemas acabaram.

Eu fui jogada novamente para longe, mas como agora a gravidade não estava mais me puxando para baixo, consegui parar ainda no ar, e continuar voando, sentindo mesmo aquele golpe em conjunto que eles me aplicaram, mas sem pensar em desistir daquele combate. Na verdade, tive uma ideia diferente para continuar aquilo- Own, é bonitinho ver os irmãos defendendo o gêmeo bicha deles. -disse, de forma provocativa ao olhar para o clone que tinha a voz mais feminina do grupo, mas logo fingi ter deixado escapar aquilo ao levar minha mão até a boca e dizer- Ops, foi mal. -e então um deles veio todo irritado para cima de mim, após a minha provocação, caindo na minha armadilha. Ao se separar de seus irmãos, eu voei o mais rápido que pude para longe do resto, fazendo com que o irritadinho me seguisse, enquanto seus irmãos tentavam acompanhar, mas não tão empenhados quanto o que estava à frente deles. Aquela ''corrida'' não durou muito tempo, mas foi o suficiente para eu conseguir alcançar uma área mais abandonada da cidade (que eu verifiquei com minha visão de raio-x, é claro), então quando o irritado/afeminado me alcançou, me segurou e puxou pelo tornozelo em sua direção, para que pudesse começar à trocar socos comigo.

Ele estava bem mais forte do que antes, por causa da raiva talvez, mas fazia de tudo para que continuássemos voando, e os irmãos não nos alcançassem, assim mantive um combate levemente equilibrado. Eu o socava e fazia ecoar o barulho do meu punho atingindo seu escudo de gravidade, e o mesmo acontecia quando ele me socava ou me dava uma ajoelhada, graças ao peso aumentado de suas pancadas, me causando certo dano e, devo admitir, me fazendo até ter vontade de vomitar em certos golpes, por atingir a parte certa da minha barriga, mas consegui manter minha dignidade e meu almoço ao segurar essa vontade, e continuei lutando. Foi intensa a luta, pois eu o segurava para continuar voando com ele de forma aleatória pelo céu, enquanto que os irmãos tentavam acompanhar, mas não sabiam como, e estava ficando acirrado, até que... bom, começou à se tornar mais perceptível o calor no ambiente, o que significava que a Terra estava se aproximando ainda mais do sol, ou seja, minhas células tinham mais energia para absorver, e com isso eu ficava mais forte. Por conta disso, aos poucos eu fui ganhando vantagem, pois ele chegava ao limite por conta do esforço intenso que fazia, enquanto que ficava também muito cansado por causa da dificuldade de respirar que tinha enquanto que o sol se aproximava, ao mesmo tempo que eu ficava é mais disposta para lutar e forte, aumentando a força dos meus socos e, assim, pressionando-o mais e mais.

Chegou uma hora que ele desistiu de me enfrentar fisicamente e, sozinho, tentou me segurar com seu poder gravitacional, ao me puxar na direção do solo, para poder ganhar tempo e voltar à se unir com seus outros irmãos, mas não deu muito certo, pois eu respirei fundo naquele momento e, após inalar uma grande quantidade de ar, assoprei na direção do meta-humano, controlando a minha respiração para que ela ficasse bem fria. Daquela forma, usei meu sopro para realmente congelá-lo completamente, na frente de seus irmãos, tornando-o nada mais que uma pedra de gelo, e então voei em sua direção ao me encontrar livre de sua influência gravitacional, atravessando seu corpo congelado e fazendo-o em pedaços, continuando meu caminho até os quatro que restavam. E eles ficaram chocados com o que eu havia feito, mas enquanto que um deles tentava reunir os irmãos para que pensassem em uma forma de me fazer pagar por ter matado seu irmão, os outros três se encontravam tão furiosos que ignoraram os avisos do irmão mais sábio, partindo juntos para cima de mim.

Eles atacaram-me todos ao mesmo tempo, me cercando primeiro e desferindo chutes, socos e joelhadas de cantos diferentes, mas consegui defender-me com minhas pernas e meus braços, bloqueando-os com o que eu me lembrava dos golpes de artes marciais que treinava todos os dias, desviando os seus golpes quando acabavam sendo fortes demais para eu segurar e, claro, me esquivando de outros, para não arriscar ser atingida com força demais e ficar tonta, pois seria a brecha para que eles poderiam precisar para acabar comigo. Olha, não sei o que deu no outro irmão, pois ele ficava inseguro com o que deveria fazer, e parecia estar pensando em algo enquanto eu e os outros lutamos, mas aqueles três já estavam se virando muito bem contra mim. Eles me socavam de forma séria, e quando conseguiam me atingir, conseguiam até me deixar machucada! É, eles estavam bem fortes por conta do controle de seus próprios poderes, e da raiva também...

Aos poucos fui percebendo que o quarto dos irmãos se envolveu indiretamente na luta, reunindo gravidade em um ponto logo abaixo de mim, como se fosse em uma esfera, e assim atraía aos poucos a o meu corpo para aquela esfera, e apesar de não ser o suficiente para me jogar no chão, me tornava ainda mais devagar diante dos três que me cercavam, e que já tinham uma percepção alta o bastante para prever cada golpe meu, dando assim uma imensa vantagem à favor deles, mesmo que eu estivesse ficando mais e mais forte, com a aproximação da Terra ao Sol. Foi aí que comecei à tomar uma surra, sendo cada vez mais atingida pelos socos, chutes e demais golpes dos três gêmeos, ficando praticamente sufocada de tantos golpes que eu levava, e levemente tonta também... mas, para a minha sorte, olhei para um prédio abandonado que ficava próximo de nós, e tive uma ideia.

Com meu super sopro, os afastei de mim, e então usei minha visão de calor para fingi atingir os três irmãos, mas é claro que eles desviaram, pois eram muito rápidos. Porém, antes que voltassem à se aproximar, eles não perceberam que eu havia atingido o prédio logo atrás deles com minha visão de calor, destruindo as bases do mesmo de forma estratégica (uni minha visão de raio-x e visão telescópica para ter uma precisão maior, é claro), e assim fazendo o mesmo cair na direção dos três. Eles nem teriam percebido nada, se não fosse pelo quarto irmão ter gritado para eles, fazendo então os três olharem, mas ainda assim algo deu certo, e a maré virou ao meu favor. Quando olharam para trás, eles usaram seus poderes para segurar o prédio, juntos, desviando seus poderes para o prédio em questão, e não para eles mesmos, ou seja, ficaram desprotegidos e olharam para outro lado, e eu aproveitei isso. Como não me viram, eu voei em alta velocidade na direção deles (mais rápida que o normal aliás, devo admitir), e então dei meu golpe de misericórdia nos três, antes que pudessem perceber.

Com minha mão, atravessei as costas de um deles, abrindo um buraco no seu corpo quando minha mão saiu pelo seu peito, fazendo seu coração saltar para fora do seu corpo depois aquele golpe, literalmente. E, ao ter a minha mão do outro lado, segurei o pescoço do irmão que se encontrava logo atrás deste, enquanto que olhei para o terceiro logo ao lado deste, e enquanto eu quebrava o pescoço dele, também usava minha visão de calor na cabeça desse último, que acabou saindo mais forte do que eu queria (por conta da energia extra que obtive por conta da aproximação do sol) e desintegrou seu crânio, mas ainda assim cumpriu a sua tarefa... Quase que ao mesmo tempo, havia matado os três irmãos de uma vez, mas não após muita dificuldade. E enfim, me virei para o último que restara ali, ainda bem zangada por tudo o que eles tentaram fazer, e pelo que fizeram comigo.

Claro, após eu fazer aquilo, nada mais segurava o prédio que eu mesma derrubara, então tive que fazer isso, ou acabaria espalhando mais destroços do que o necessário pela rua, mas isso foi fácil. Depois me preocuparia em cuidar da rua, pois antes tinha que acabar com um último dos gêmeos que restava...

- Vocês estragaram o meu uniforme e me machucaram de verdade... -disse, ao soltar seus irmãos, deixando-os largados no chão de forma bem fria, e me virando em sua direção. Claro que me referia ao fato da minha roupa estar toda rasgada por conta dos golpes violentos que sofri, e do sangue (meu e deles) que me cobria, dava para ele perceber, mas ele pareceu não ligar- Nem sei quanto tempo vou demorar para me recuperar, mas vou fazer você pagar pela ideia imbecil de vocês de estragar o meu dia... -disse, furiosa, limpando a poeira que estava em minha capa, mas sem ficar muito mais limpa. De toda forma, fui flutuando devagar na direção do homem, que parecia ainda não ter medo, apenas raiva de mim...

Ele tentou me atacar, e para garantir até continuou aquele seu truque, de criar um ponto gravitacional abaixo de mim, para atrapalhar os meus movimentos, mas como fazia aquilo ao mesmo tempo que tentava concentrar em si mesmo seu poder gravitacional (da mesma forma que os outros irmãos de antes, fortalecendo-se para poder lutar fisicamente comigo), acabou dividindo as tarefas, então estava bem mais fraco do que antes, enquanto que eu me fortalecia por causa da radiação solar que ficava maior, então tive certa facilidade em lutar contra ele. Seus golpes não me causavam mais tantos danos, e cada vez mais causavam menos, conforme eu ficava mais forte e a Terra se aproximava do Sol, mas sua percepção tornava tudo bem equilibrado, pois eu não conseguia acertá-lo com meus socos, enquanto que os dele quase não me davam mais danos em certo momento do nosso combate físico, então eu perdi a paciência em dado momento em que vi que não conseguiria mesmo atingir ele como eu gostaria.

Furiosa, eu não me segurei mais, e assoprei com força, jogando-o para trás como se fosse um vento de furacão, afundando-o no teto de um ônibus escolar vazio que estava na calçada- Chega! -disse, me aproximando logo em seguida dele, e rasgando o metal do ônibus para embrulhar o sujeito, fazendo quase como uma espécie de caixão de metal para ele- Quer ficar mais próximo do sol? Então tá, desgraçado, vou realizar seu desejo! -disse, ao completar o caixão, e voei com toda velocidade para os céus, chegando em pouco tempo no espaço, pegando impulso para jogar o caixão com toda a minha força na direção do sol, antes que o sujeito conseguisse se livrar do caixão... Enfim, como estávamos realmente mais próximos do sol, não demoraria muito para que ele o atingisse, então não precisei ficar olhando muito para que pudesse ver o caixão sumindo naquela enorme bola de fogo amarela, sendo desintegrado por completo...

Nem sabia se ele havia morrido ao chegarmos no espaço, ou quando o sol o engoliu, mas agora tinha a certeza de que ele estava morto, então só aí eu relaxei outra vez, e aos poucos fui voltando para a Terra, que eu percebi que também voltava ao seu devido lugar.

Foi aí que, exausta, eu pousei no topo do prédio mais alto que encontrei, e me sentei ali mesmo, olhando para a minha amada cidade, ficando feliz por tudo enfim ter acabado bem... Mas, é claro, eu não podia ir embora do local ainda, não sou irresponsável assim. Ainda tinha que ajudar ao menos à colocar de pé (ou só tirar do caminho) o prédio que eu havia derrubado, então logo voltei para as ruas, quando vi que estava bem finalmente, por conta de minha regeneração. Só esperava agora que alguém chegasse para me dizer o que fazer com o prédio abandonado que eu havia derrubado, enquanto isso eu ia tirando os destroços do meio da rua, limpando tudo como podia.

É, eu sou bruta, e talvez violenta mais do que o necessário contra idiotas assim, mas também sou uma heroína responsável.

tag: NPC's | roupas: aqui

OFF: Mds, espero ter feito certo gente... por favor, não me matem, é minha primeira rp de One Post da minha vida! kkkkkk


<3


informações:

Nível: 3
Espécie: Reencarnada
Perícia: Atacante

Força: 35
Inteligência: 10
Resistência: 20
Velocidade: 10
Vigor: 20
Carisma: 5

Poderes:

Fisiologia Kryptoniana: Ela não imagina se isso advém de sua encarnação atual também ou se apenas é algo que ela herdou de sua antiga encarnação, mas para todos os efeitos, Freya possui a fisiologia de uma kryptoniana bem desenvolvida, o que lhe proporciona vários poderes quando está sob um sol amarelo.

Absorção de Energia Solar: Como dito antes, essa é a principal capacidade da Poderosa, a fonte de seus poderes, pois alimenta suas demais capacidades kryptonianas através da absorção da radiação solar de uma estrela amarela. Como essa capacidade é natural de seu corpo, ela não precisa se concentrar para permanecer ativa, pois se encontra desta forma o tempo inteiro, o que também pode significar um grande aumento de suas capacidades conforme a abundância de radiação solar nas proximidades da garota, o que significa que suas células suportam mesmo qualquer quantidade de energia solar recebida, ficando apenas mais fortes com isso.

Curiosamente, ela não possui apenas isso de diferente das pessoas normais, pois também parte de sua biologia se difere de tal forma que ela possui órgãos internos extras e sem análogos humanos, por isso suas funções exatas são desconhecidas. Presume-se que, um ou mais destes órgãos (assim como sua própria matriz bio-celular) tem a função de armazenar energia solar amarela para uso posterior, o que explicaria o por que de ela continuar ainda com seus poderes em alta mesmo após muito tempo do pôr do sol, quando tal radiação não está mais disponível. Se isso é verdade ou não, nem ela mesma sabe, assim como também não dá para saber se isso é só de seu organismo diferente (por ser uma kryptoniana diferente das/dos demais) ou também é o mesmo com o organismo dos kryptonianos comuns.

Visão de Calor: A kryptoniana pode, através de um ato consciente, disparar feixes de calor intenso através de seus olhos (como se fosse fogo altamente concentrado, capaz até de perfurar alvos), mirando em seus alvos com seus olhos. A intensidade e mesmo a largura do raio pode ser controlada pela garota, e com isso nem sempre será igual em todas as vezes que utilizar este poder, conseguindo assim, se ela desejar, atingir vários alvos de uma vez e até derreter estruturas grandes e resistentes à calor.

Super Visão: Assim como todos os seus outros sentidos, a visão da Poderosa está muito além do imaginado para muitos seres, conseguindo assim alcançar feitos que muitos nem sonhariam. Sua visão pode processar todo o espectro eletromagnético, bem como lhe permite ter grande controle sobre a percepção seletiva e foco, que por ela ter dominado lhe dá acesso à outras capacidades para os seus olhos. Estas incluem visão do espectro eletromagnético, visão telescópica, visão de raio-x, visão microscópica e visão infravermelho.

Com a visão do espectro eletromagnético, ela pode ver muito bem a maior parte de tal, conseguindo assim ver e identificar sinais de rádio e televisão, bem como todas outras formas de transmissão ou frequências transmitidas, podendo assim evitar ser detectada por meios de radar ou vigilância por satélite se desejar, além também de poder ver a aura gerada por seres vivos, detectando-os e reconhecendo os mesmos. Com sua visão telescópica, ela pode ver alvos à uma longa distância (cujo alcance ainda é desconhecido, apesar de parecer sim ter algum limite), e até mesmo dar um zoom em algum ponto específico, para vê-lo melhor mesmo de longe. Sua visão de raio-x não tem segredo, pois é a forma de ela ver através de qualquer volume da matéria, com exceção apenas do chumbo, mas ela pode com isso meio que selecionar o quanto ela deseja ver através de algo, podendo ver desde apenas por baixo de algumas camadas de algo, a até completamente além do mesmo, sem prejudicar nenhum alvo. A sua visão microscópica simplesmente lhe permite ver mesmo objetos e imagens minúsculas, chegando até ao nível atômico. Por fim, sua visão infravermelha lhe permite ver com mais precisão nas trevas, e até certo ponto na escuridão total.

Super Audição: Assim como seus demais sentidos, a audição de Freya é sensível o suficiente para ouvir qualquer volume de som, podendo ouvir algo à quilômetros de distância. Com concentração e habilidade, ela pode isolar os demais sons que estiver ouvindo para se concentrar em uma fonte ou frequência específica.

Voo: Freya é capaz de manipular as partículas de grávitons e assim desafiar as forças da gravidade e alçar vôo. Isso pode variar desde pairar ou ficar suspensa no ar, à mover-se em qualquer direção e em qualquer lugar, mesmo em locais onde não existe gravidade, ao controlar a gravidade de seu próprio corpo, podendo inclusive deixar o planeta com essa habilidade.

Invulnerabilidade: Divido a interação de sua estrutura molecular densa com a energia solar amarela da Terra, a kryptoniana possui uma grande resistência física, desde balas a até grandes níveis de energia ou radioatividade. Além disso, tal invulnerabilidade estende-se à todas as suas células, o que lhe proporciona também invulnerabilidade à venenos, toxinas e doenças.

Vigor Sobre-humano: Freya é capaz de se manter em atividades físicas exaustivas por uma quantidade de tempo indefinida, já que seu corpo também converte energia da radiação solar amarela diretamente em energia para o seu corpo, o que lhe torna praticamente incansável. Isso aparentemente lhe permite sobreviver no espaço também (junto de sua invulnerabilidade, é claro), já que lhe permite dispensar a atividade de respirar enquanto estiver carregada, mas ela ainda é limitada por atividades fisiológicas comuns, como beber, comer e dormir.

Super Força: A força de Freya é aumentada em muitas vezes pela radiação solar amarela, fazendo-a muito mais forte que aparenta, e com muito mais resiliência e eficiência biológica do que a de humanos. Sua força é praticamente um ato de vontade consciente, e é o que lhe permite realizar proezas físicas praticamente impossíveis, indo muito além da mera força comum mesmo à seres meta-humanos, tais como mover uma montanha sem a rocha desmoronar sob sua própria massa. A potência de seus socos é incrível, não é qualquer ser que resiste a um embate corpo-a-corpo com ela.

Super Velocidade: Freya é capaz de se mover à uma velocidade incrível através de pura força de vontade sua, graças a energia solar amarela em seu corpo. Por se estender não apenas para as suas atividades físicas comuns, como também para os seus sentidos (ou seja, toda forma sua de percepção ou pensamento), lhe permite grandes feitos, como capturar balas em pleno ar, reagir de forma incrivelmente rápida a inimigos diversos, assim como também lhe permite cobrir grandes distâncias em pouco tempo, seja voando ou mesmo correndo. Essa habilidade consequentemente também lhe fornece agilidade e reflexos super humanos, por conta de sua extensão.

Super Respiração: Graças à força de seus pulmões, Freya é capaz de criar ventos com a força de um furação ao exalar o ar de seus pulmões, ou mesmo reverter esse processo e puxar grandes volumes de ar ou vapor para seus pulmões, atraindo inimigos e até mesmo objetos enormes, graças a força dos ventos que cria ao inspirar também. Ela também pode, com essa habilidade, congelar o ar ao controlar o seu sopro, podendo resfriar ou até mesmo congelar inimigos facilmente.

Regeneração: Assim como demais kryptonianas, ela se recupera de ferimentos com uma velocidade absurda, dependendo da gravidade do mesmo e do quanto de energia solar amarela ela possui disponível, é claro. Já que, assim como suas demais capacidades, essa também pode ser fortalecida pela radiação solar extra que receber.

Longevidade: Por seu corpo ser alimentado pela radiação solar amarela, o mesmo consegue trabalhar sem grandes desgastes e mesmo se regenerar de forma tão eficiente que a torna capaz de viver mais do que pessoas comuns, o que explica ela ter uma aparência tão jovem mesmo sendo já uma adulta.

Combate corpo a corpo avançado: Freya tem memórias e instintos de sua vida passada, que lhe deram a capacidade de lutar como uma profissional em artes marciais, como se ela tivesse passado por vários professores no passar dos anos. Ela é ótima em muitos estilos de luta, mas principalmente em Karatê e Boxe, podendo se virar bem contra bandidos mesmo sem seus poderes.

Intelecto nível gênio: Não sabe se é de natureza sua ou outra herança da antiga Poderosa, mas Freya mostrou ser uma prodígio na computação, ter uma memória sobrenatural e ser muito inteligente, sendo considerada uma garota genial mesmo quando era mais nova.

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Samwell Hunter em Ter Out 25, 2016 10:41 pm



The helper arrived

 Avisos de que algo estranho estava acontecendo em Gotham city ecoavam por todo o quarteirão de onde estava, fazendo-me acordar assustado, logo liguei o noticiário de casa, de casa, teleportando-me para meu quarto, vestindo o traje do Mercúrio enquanto escutava o platão de última hora, por fim sumindo de Metrópolis, surgindo novamente apenas no centro de onde toda a bizarrice sobre cinco meta-humanos estarem intimidando as pessoas que por ali passava, falando coisas sem sentidos que a terra se acabaria logo hoje. - Logo hoje... - murmurava, lembrando que a décima segunda temporada de Supernatural seria transmitida de noite.

O lugar já não estava repleto de pessoas como o noticiário mostrava, na verdade estava quase deserto, apenas Robin, um vigilante sem poderes algum, mas com incríveis habilidades que um humano normal não teria capacidade de fazer, era um mix de muitos dons corporais. O mesmo me alertou sobre ão chegar tão perto dos meta-humanos que pareciam ser clones. Assim hesitei em prosseguir em frente, parando ao lado de Robin e percebendo que um outro ser estava ao meu outro lado, ou melhor, planando à minha esquerda; era um homem com asas bastante estranhas, a cor de suas asas eram negras. Robin disse algo referente a minha pessoa, fazendo-me prestar atenção nele, enquanto sorria. - Eu nasci pra isso ! - exclamei alegre, percebendo que havia dito algo na intenção errada. - Q-quer dizer, eu nasci para lutar contra isso - aponto para os clones, em seguida coçando a cabeça e percebendo que os clones vinham em nossa direção. - Qual o plano ? - perguntei, assumindo uma postura defensiva, em seguida recebendo uma resposta de Robin; cada um lutava contra os seres que viessem em sua direção. - Fechado. - Concordei, mesmo que não fosse um plano tão elaborado ou que garantisse que todos vivessem.

Com determinação, fui me aproximando em linha reta com o Anjo caído e Robin, logo os cincos meta-humanos se espalharam em nossa direção; dois para o Robin, outros dois na direção do Anjo caído, sobrando para mim o clone que tinha a voz feminina. Sem hesitar, me teletransportei para cima de um dos edifícios, retirando de meu cinto uma bomba de fumaça e jogando na direção do inimigo, mas o mesmo conseguira prever meu ataque, desviando do ataque. Em seguida me teletransportei para a rua de Gotham novamente, ficando afastado da ser. - Está com medo, bebê ? - Sorri pensando no que dizer, mas logo lembrei de uma das regras básicas da História em Quadrinho do Capitão Meteorito: nunca converse com um vilão. Sentindo o calor aumentar, afastava-me cada vez mais da meta-humana, finalmente conseguindo ter uma ideia de como impedi-la. Teleportei-me em grande velocidade até em casa, recolhendo a arma de gás que guardava no porão, voltando quase no mesmo momento para Gotham, mirando a arma na direção da mulher e logo atirando em sua direção. O gás fora todo sugado para baixo, deixando-me intrigado com aquilo. - Masoque !? - Quando a meta-humana veio em minha direção, voltei a sumir e aparecer em cima de um edifício que estava em construção, esperando a mesma vir atrás de mim que logo não demorou. Depositei a arma em um canto do prédio, prestando atenção na ser que agora subia ao meu encontro. - Seja o que Serpes quiser. - dizia, percebendo que estava em cima de tábuas de construção que tinham uma fragilidade bem notável, mas que ainda conseguia manter atrito com os concretos do prédio. Assim que a clone chegou onde estava, aparentava estar bem cansada, assim como eu. Quando a mesma correu em minha direção, percebi que as madeiras foram quebrando aos poucos. Quando a meta-humana chegou perto de mim, teleportei-me para um outro lugar antes que ela encostasse em meu corpo. Por ficar ao redor dela, pude sentir que talvez sua habilidade envolvia a gravidade, podendo manipular sem nenhuma dificuldade. Me encontrava exatamente no andar em que ela parara de cair, pois sua queda fora de pelo menos quatro andares seguidos. Seu corpo estava todo ferido e com hematomas enormes na parte do estômago, aos poucos a garota tentava levantar. Não conseguia iniciar mais nenhum ataque pois agora sabia que eu poderia leva-la à morte. Quase no mesmo momento o Anjo caído voou no prédio em que eu estava, gritando para que eu terminasse logo com a clone. - N-não... posso. - disse, percebendo que o mesmo trazia consigo um tipo de molotov improvisado, acendendo um pedaço de tecido que entupia sua boca e jogando na direção da meta-humana que após a queda não conseguia se mover, morrera tão rápido que até chegou a me deixar pensativo. Logo eu e o Anjo partimos para a rua de Gotham, indo ajudar Robin.

Quando avistamos o herói fugindo do clone principal, eu e Anjo caído nos preparamos para ajudá-lo, o homem teve a ideia mais louca de sua vida, ateando fogo na outra garrafa e tocando em mim, logo teletransportei cinco metros de distância do meta-humano, Anjo caído então finalizou seu ataque, jogando na direção do meta-humano o molotov que ao se chocar com seu corpo começara a ser corroído pelas chamas, causando sua morte como a mesma que havia visto com a meta-humana e com o deus que causara terror em Matrópolis. Quase no mesmo instante o calor passara, o planeta provavelmente havia recuperado sua órbita rotineira, deixando todos os cidadãos aliviados, embora muitos prédios haviam sido destruídos nesse combate 3x5. Ao final, eu e os outros dois fomos beber um pouco, embora apenas o Anjo havia bebido álcool, pois eu e Robin preferiríamos um energético para acelerar as testosteronas. Em seguida cada um fora para sua casa, pelo menos fora a única coisa que fiz após eliminar mais um perigo da terra, recebendo vários elogios de minha mãe de como eu estava bonito nas imagens da tevê, algo que era insignificante, mas que eu levava como um elogio.
Espécie:
Meta-humano
Poderes:
Teletransporte + Cura
Atributos:
Força: 14
Inteligência: 26
Resistência: 17
Velocidade: 15
Vigor: 15
Carisma: 10

Os clones

Tks Maay from TPO
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CIVIL E RECÉM-NASCIDO
18

Georgia - Atlanta

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Adam Warlock em Qui Out 27, 2016 2:24 pm

THE SUN
IS COMING
(avaliações)
ANTHONY E. SHAWN: +9 níveis.
BRIAN HUFFLES DONOVAN: +9 níveis.
SAMANTHA BEIHOFNER: +10 níveis.
ÍKAROS STEINKOVICH BRAHMS: +9 níveis e 30 de XP (avaliação feita por Samantha).
MELANIE ZENETTI: +10 níveis.
FREYA ROMANOVA: +10 níveis.
SAMWELL HUNTER +9 níveis.


OBSERVAÇÕES



1. Os critérios que usamos para avaliar as postagens foram: gramática, enredo, habilidades/poderes, desenvolvimento da luta;
2. Cada um teve a barra de Vitalidade reduzida em 25 por causa da exposição ao sol;
3. O evento ainda está em OPERAÇÃO, avaliei o que já foi postado para evitar mais trabalho depois. Tem até sábado, dia 29 de Outubro às 23:59;
4. Aos que já tiveram os posts avaliados, já podem solicitar a atualização de seus perfis AQUI. Lembre-se do desconto de HP e de que a cada nível completo, recebe +5 PONTOS DE ATRIBUTO para distribuir;
5. O Mestrado, o post do narrador que dará a finalização da oficial, ocorrerá dia 29 ou 30 de outubro.

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ENTIDADES
2016

Vácuo do espaço-tempo

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Noah G. Campbell em Qui Out 27, 2016 11:01 pm


▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄
I am free to you, do what I do for you, then it's time to recognize that a destroyed building is better than an extinct land. Are we defend you, but those who defend us?
▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄▄

You know nothing, Mrs. meta-human


 O dia estava mais do que ensolarado, o calor estava quase me fritando vivo, ainda mais dentro de uma roupa super colada, pois tinha que manter minha identidade em segurança, enquanto estivesse combatendo o crime. Enquanto corria, sentia uma briza entrar pelas brechas que a máscara tinha, tais eram a boca e a parte de frente da orelha, me dando assim mais conforto para escutar as pessoas. Os óculos protetores que usava no rosto evitava muito o transtorno que os clarões ou as escuridões poderiam provocar, pois eram adaptados para qualquer tipo de ambiente, isso fora um dos meus prêmios por entrar no Jovens Titãs.

Em Gotham City uma multidão tomava conta das ruas e cinco meta-humanos parecidos estavam parecendo discursarem algo sobre a terra ser engolida pelo sol. Sem hesitar, sorri com muita felicidade de finalmente encontrar algo para fazer e logo corri na direção deles, antes mesmo dos dois últimos terminarem de dizer algo. - Não hoje, nem amanhã, mas um dia, coleguinhas ! - Exclamei, atingindo uma velocidade acima do normal, pois minha distância de quase cinquenta metros me favorecia, fazendo atravessar o que quer que fosse a gravidade que eles manipulavam, pois nem isso eles haviam preparado ainda. Minha primeira vítima foi o clone com voz de mulher, sendo arremessada para trás, levando um soco potente, pois minha massa e velocidade me davam esses tipos de habilidades. Em seguida contornei o quarteirão, sem diminuir a velocidade em que estava antes, dessa vez atingindo o do centro que logo fora o segundo a ficar inconsciente, no chão, parecia até que estava morto. A velocidade só aumentava e ainda sobrava três clones, mas dessa vez minha ação serviria para todos eles. - Conheçam o novo carreta furacão ! - exclamei, rodeando ao redor dos cincos clones que ainda estavam perto um do outro, logo um furacão fora feito, sugando todo o ar que tinha dentro dele.

O mais impressionante não era objetos se juntando ao furacão que havia provocado e sim a presença de um outro ser, era um homem que estava com o corpo todo em chamas e agora o mesmo sobrevoava o furacão, despejando fogo nos meta-humanos. - Maneiro ! - Disse, sorrindo e quase me atrapalhando na corrida, mas sem perder o equilíbrio ou o tempo da corrida. Ao final, todos os clones estavam carbonizados e acima de mim o homem estava junto ao fogo, mas ele não sofria com tal elemento. Logo deixei de correr, parando com o furacão, enquanto as chamas se apagavam no ar. Assim que olhei para o herói, percebi que o mesmo era realmente um humano, não pegava mais fogo, pelo contrário, estava totalmente parecido com uma pessoa normal, só seu uniforme que era estranho. Olhei sorrateiramente para os clones que não tiveram nem chance de expressarem seus horrores pela cidade de Gotham. Agora que estava parado, conseguia sentir minha pele doendo, pois o sol estava tão quente que nem meu uniforme fora capaz de escapar dos enormes graus que nos Estados unidos tinha. Antes que alguém me visse ou que até o próprio homem em chamas viesse até mim, saí correndo para longe, dessa vez para o QG dos titãs.


Espécie:
Meta-Humano
Poderes:
Super-Velocidade + Super-Resistência
Atributos:
Força: 10
Inteligência: 8
Resistência: 12
Velocidade: 28
Vigor: 10
Carisma: 2

- I am Speed Boy.
And i'm the fastest kid in the world.

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Sex Out 28, 2016 3:41 am

The teenage rush
When the call came down the line

“Torre Titan para Impetus, recebemos... Vá urgente para o prédio comercial na esquina com 7ª e não seja visto.” Não precisei perguntar porque tomar cuidado com ser visto, ouvi a televisão da sala sobre problemas em Gotham, algo sobre cinco seres ‘celestiais’ adiantando o apocalipse. Escutei os avisos pelo jornal, tornando real o que eles iriam fazer e mais do que evidente que eles podiam de fato provocar aquilo.

— E a previsão do futuro vai acontecer. — Uma voz masculina ressonou através da imensidão;
— Hoje mesmo, dia dezenove de outubro de dois mil e dezesseis. — E outra mais fina;
— Nós só nos demos o trabalho de adiantar o processo que demoraria cerca de milhões de anos para acontecer. — A terceira era mais grave dentre todas;
— Sintam-se honrados em presenciar as cenas seguintes. — A quarta;
— Que é o sol engolindo a Terra. — E a quinta, e última, era possessa por um seco, rude e frio.

Abri minha mão direita apontando para meus pés e subindo pelo meu corpo sentindo as coisas mudando e o frio na espinha pela textura diferente da roupa. Estava vestido, desci novamente a mão, dessa vez para o chão e criei um portal que me fez sumir como areia movediça, mas era apenas uma sombra redonda oscilante que sumiria comigo. A primeira coisa que senti foi a brisa quente nos cabelos e aos poucos vendo um uniformizado olhando pela janela algo no ar. Semicerrei os olhos e percebi que eram as pessoas do jornal, transferi a atenção para o uniformizado e com o portal fechado pude tocar o chão enfim.

Dei um passo e o questionei: - Você me chamou porquê? A Torre não usa minha alcunha a não ser que eu esteja fora da base como civil, devia saber disso antes de hackear um sinal interno e mandar uma chamada como essa. Explique-se, agora. - Não vou mentir e dizer que foi fácil de ouvir, porque não foi, mas saber que havia um arquivo meu sobre o que eu sabia fazer era um pouco assustador. Tentei não empurrar o mascarado pela janela com telecinese e o deixei explicar suas ideias sobre os cinco, que na teoria dele deveriam ter algum controle de gravidade juntos.

Pois a ameaça ao planeta era séria e há alguns instantes ele havia lançado misseis contra eles que ou se desviaram de última hora, ou explodiram bem próximo deles. Mais didático que apenas palavras, ele mostrou na parede do prédio um vídeo transmitido da sua máscara como um Datashow que me fez arquear as sobrancelhas surpreso com a tecnologia que ele levava por aí. Cortei a explicação dele com o vídeo do míssil explodindo: - Isso não é campo de força comum, é outra coisa mesmo. Campo de força é proteção, esse míssil foi barrado por algo e explodiu em direção contrária ao objetivo. Sua teoria de gravidade pode estar certa. Mas o que entraria nesses casulos de gravidade?

Ele sorriu e apontou pra mim, eu virei um pouco o rosto arqueando uma sobrancelha e resmungando uma pergunta. Passou o dedo na máscara e o vídeo mudou para algumas cenas minhas atuando e ele explicou: - Inicialmente a magia. Ela não tem campo gravitacional para ser bloqueada, ou barrada como o míssil. - Ele prosseguiu falando de cineses como exemplo e possíveis respostas desse escudo, então o pedi para passar o vídeo de novo em replay assim que acabasse. Eu não tinha uma percepção impecável, mas algo neles me deixou interessado.

Não era bem como um interesse científico, estava mais como um receio de combate mesmo. Vendo talvez vezes demais notei que o campo de defesa dos dois misseis que ele lançou são diferentes e avisei a ele sobre isso: - Eles tem poderes semelhantes, ou iguais, presta atenção que no vídeo de novo. - Esperei passar uma vez antes de explicar: - O primeiro míssil foi evitado pelo cara da ponta direita, mas o segundo foi bloqueado pela garota do outro lado, a quarta da direita pra esquerda. Nota a virada rápida de cabeça dela, os outros não fazem o mesmo.

Considerando isso, sugeri uma alteração no plano: - Não devemos ir em combate, criarei ilusões sólidas para isso para irem no nosso lugar como clones provavelmente do ponto de vista deles. Teremos mais segurança de controle e do que acontecer lá sem realmente corrermos o risco de nos perdemos em combate. Melhor? - Percebi certa confusão nele, então criei um tipo de simulação da cidade com a luz do ambiente. Passei a mão sobre a cidade e os cinco apareceram, em seguida nossas seis ilusões apareceram e foram atacando os cinco.

O outro se aproximou de mim puxando a máscara para trás, se apresentou e foi dando mais ideias: - Pode me chamar de Alexander, já que não devemos ir tão na prática posso tirar a máscara um pouco. Você poderia criar uma esfera de luz sob eles para atrapalhar a visão deles antes de atacarmos, ainda teria seu clone visual de reserva e os outros cinco atacando eles. De certa forma um bom plano se eles realmente pensarem que eu estaria entre as três versões de mim e você controlando apenas seus clones e a esfera, se eles conseguirem ver você apesar da luz forte.

Acertamos mais alguns detalhes de combate, passados alguns minutos comecei a simular um tipo de computador mágico por ser mais comum pra ele podendo ele mesmo controlar suas copias e quando ele deu o sinal prossegui nos criando bem na nossa frente e os mandei para longe de nós com teletransporte. Os acompanhei pelo mapa da cidade e sentindo suas impressões do ambiente envolta, cada uma informando mais detalhes de um canto específico por onde iam, até o destino que se aproximava.

A esfera de luz forte surgiu acima dela, com uma proximidade perto do limite pela distância de impacto do míssil que Alex informou nos dados que registrou. Nem eu mesmo conseguia ver algo da janela, passei a ver apenas meus clones como foco do combate enquanto os do outro ele mesmo lidaria com a situação. Deixei um deles ficar abaixo da esfera quase como expectador, mais pelo ponto cego da iluminação do que por proximidade de algum ataque surpresa. As ilusões e eu tínhamos uma resistência com a iluminação criada por eu ter criado todos, talvez por isso contava mais com a vantagem do ataque surpresa do que uma possível falha no plano.

Os cinco: (A—B—C—D—E) Meus oponentes são o irmão “E", e a irmã “A”, outros ficariam com o Alex, mas haveria uma falha no plano e lidaríamos com o último juntos.

Meu clone 1 permaneceu vigilante há uma distância segura do campo de defesa e dos possíveis destroços voando, já o clone 2 segui contra o fortão (E) que desviou o primeiro míssil do anti-herói no vídeo. Ele levantou as mãos abertas atirando esferas de energia em sequência no tronco do inimigo, apenas mantendo um ritmo dos lançamentos caso houvesse qualquer tipo de desvio, mas uma remanejamento de ataque. Por fim, meu terceiro clone de mim atacaria a garota que não apareceu no vídeo (A), ou seja, a que se manteve parada durante o jornal e o ataque dos mísseis.

O clone três passou para as costas dela, colocou as mãos em torno da boca como uma mira para o grito nas costas da irmã, mas pela habilidade que especifiquei nele seria um amplificador da base do poder. Ele de fato gritara, mas com o foco na garota e a propagação de som específica não teria tantos danos como um grito comum, apesar de que seja mais perigoso que o de uma garganta humana sem poderes. Na teoria, som não se propaga no vácuo do espaço, mas também não é afetado pela gravidade, então ambos de meus movimentos seriam efetivos e danosos para ambos.

A sensação do ataque da minha parte pareceu horas enquanto atirava magia, gritava e assistia superficialmente cinco ataques diferentes com pessoas basicamente iguais. Meu peito – real – arfava com o peso do resultado de uma prova estranha com o tempo de estudo duvidoso e a curiosidade aumentada pelo perigo da recuperação ser pior que a primeira chance. Ouvi o primeiro grito que foi grave, quase que em seguida viera um chiado e como os canhões de The Hunger Games o barulho de impacto dos corpos ao chão. Acreditei ter sussurrado, mas me sentia surdo pelo susto momentâneo do que ocorreu e avisei: - Dois já foram.

Meus olhos ficaram quase que estáticos sem piscar de susto, não levando a sério que dois deles caíram. Não era de fato incredulidade no meu potencial, mas sim pelo plano em conjunto com um semi-desconhecido estava dando certo. Prossegui com o seguimento do plano e os dois clones foram lidando com os outros irmãos, mas senti um enjoo na barriga e então um formigamento na cabeça. Cai de joelhos focando nas ilusões sem desmantelar nenhuma delas e nem fraquejar no que fazia, respirava forte e senti aos poucos qual deles que perdi.

Fora um dos clones do Alex, em resposta alterei a porcentagem fantasma do meu foco dividindo entre os clones atacando os irmãos e o brilho da esfera de luz aumentado tentando talvez piorar mais ainda a visibilidade mínima deles. Os clones restantes de Alex lidavam com os irmãos de antes, o meu clone do som ajudava com um dos irmãos, enquanto que o meu clone da magia atirava contra os dois irmãos restantes. Tentava evitar o caminho de ataque dele, mas era difícil não sentir o receio de perder mais um clone se falhasse de novo. Eles eram resistentes mesmo sem tecnicamente serem atingidos por mim.

Estar de joelhos no chão foi um acidente, mas ajudou a me firmar mais para o impacto dos movimentos seguintes. Perdi o meu clone por um bat alguma coisa desviado para a garganta dele, mas foi a deixa para o clone mágico emitir um raio de energia ao invés de esferas e derrotar um dos irmãos (C). Meu peito parecia em guerra com os tambores de um ritual sem ritmo, era desespero e pressa misturados quase me fazendo perder a estabilidade das ilusões e dos controles de Alex. Ele me segurou com minha cabeça no seu ombro para eu não cair e me levantei com a ajuda dele avisando que estava bem para o final.

Ele puxou a máscara da nuca para sua cabeça de novo e nos teletransportei para um prédio próximo do combate. Ele comentou sobre os últimos planos, focar no irmão que ele atacava desde o início e depois encerrar o que eliminou dois dos três clones perdidos. Até estranhei quando ele disse que haviam sido 3 perdas de cada lado, mas lembrei da intensidade da última dor e por isso foi pior que a primeira. Respirei fundo e voei junto dele um pouco, nos distanciando com a aproximação dos cinco e a iluminação extra que criei. Lembrei dos dados do espaço seguro de aproximação e fiquei mais distante que o meu clone com magia. Sumi com ele e assumi o movimento aumentando o dano com o foco menor que tinha de controlar agora.

A dor de cabeça era momentânea, passava mais próxima de raiva do que um incomodo realmente. Morrer não fora o que senti, mas provavelmente o mais perto do que conseguia saber foi aquilo. Respirava com o ritmo de calma para não sucumbir a nada sem motivo e com o último dano no irmão foi como aconteceu momentos antes, mas já sabia como o último irmão agiria pela visão dos clones anteriormente. Alterei nossas posições para o prédio que cheguei com ele, apenas nós dois com o último dos cinco e a esfera de luz.

Estranhei a feição de susto de Alex olhando para algo e então me puxou para trás tentando me tirar da mira de algo, aos poucos fui me virando e vendo um tiro de explosão de energia na nossa direção e o atrai pra mim com telecinese o rápido que conseguia sumindo como um flash dali na direção contrária. Caímos em um terraço com pedras no chão, nada confortável para se cair e ainda mais com força contra elas. Revirei os olhos me levantando e arregalando os olhos chamando o outro para ver o estrago que aquele cara fez para os matar.

Não era tão ilógico já que matamos seus semelhantes, mas ainda assim era surpreendente tal força. Ele ficou me cutucando talvez excessivamente e o segui com o olhar vendo outra onda de poder, então repeti novamente o teleporte, mas dessa envolvi mais clones de nós envolta dele. Comentei com o outro de irmos com tudo agora, não importava o que ele fizesse, pois já foram duas explosões grandes na cidade e se permitirmos ele vai destruir o resto já que vai nos torrar no Sol em breve.

O olhei arqueando as sobrancelhas tentando dar o sinal de algo e logo ele sacou que se ele ainda mantinha o controle daquela aproximação, bastava tirar o foco dele e finalizar o último dos cinco que teoricamente iria parar a movimentação do planeta e talvez nos fazer retornar. Senti outra explosão que ele atirou e com o apoio do parceiro, prosseguimos juntos para um último ataque. Voei e levitei ele um pouco até ele pegar a posição que queria com seus próprios equipamentos.

Como fora efetivo com os clones, girei envolta dele como um planeta envolta do sol atirando energia mágica e soltando um grito supersônico focado nele, tomando cuidado apenas em onde Alex estava para não o acertar de nenhum modo. Deviam ter se passado poucos segundos apenas pela rapidez como aquilo dera errado, talvez se fosse pouco tempo minimizasse a preocupação que tive com o outro sendo morto. Avistei o outro sendo atraído para o inimigo através de um tipo de raio trator como nos filmes no espaço futurista. Tentei afastar ele com telecinese, mas o outro era mais forte, ou o poder era mais efetivo, a merda que fosse não importava de verdade.

Desisti de puxar ele, então avancei contra o último irmão com os punhos cerrados e juntos emitindo energia mágica até ficar na frente de Alex e o deixar nas minhas costas tentando o manter longe usando a mim de escudo. Ele me chamou e não permitiria que morresse comigo vivo. Juntei as mãos como alguns personagens de jogos (uma em cima e outra embaixo com a emissão de energia concentrada no meio) e fosse com toda força no inimigo antes que nos aproximasse demais dele. Estava mirando no peito dele, por ser a direção mais efetiva contra uma pessoa comum reconhecendo que a cabeça seria fácil de desviar e o peito ser maior. O tronco foi ficando em evidência e logo abriu um furo como aqueles desenhos de coração partido, só que mais nojento e sem nenhum remorso por ter feito aquilo.

Como um flash nos teleportei para um terraço, sumi com os clones que restavam e a esfera de luz. Sorri sem graça com a dúvida se era o Alex que me servia de apoio, ou eu que o segurava sentado. Cutuquei ele com o cotovelo: - Não me chame mais pra evitar outro apocalipse, ok. - Deitei de lado tentando não sentir dor, mas o impacto nas pedras e força que Alex foi forçado contra mim vieram tudo junto me tornando como uma pessoa de porcelana que o mínimo impacto podia quebrar-se todo. Desconhecia os danos feitos, mas pensaria nisso depois das dores terem diminuído um pouco que fosse e esperava ouvir alguma coisa do outro, talvez um ronco se dormisse ali mesmo.

Post seria completo sobre a derrota dos irmãos com o post do Alexander Wayner, mas o cuzão arregou e me deixaram postar pra não me prejudicar pela falta de comprometimento do outro. FOTO Eu estava com ele pronto tem uns dias e arrumar ele pra tentar com outro player assim em cima do prazo é foda porque trabalho e não dá pra combinar com alguém qualquer E LIVRE que dê certo algo decente pra missão e tal.




Espécie:
Meta-humano

Poderes:
Alteração Mágica da Realidade + Percepção

Atributos:
Intelectual.

Força: 8
Inteligência: 16
Resistência: 10
Velocidade: 14
Vigor: 13
Carisma: 9

_________________


It's time to trust my instincts!
Some things I cannot change
But till I try, I'll never know!

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Gale A. Johansen em Sex Out 28, 2016 6:09 pm

N

U

C

L

E

A

R

Quando você é um ser que pode à qualquer momento começar a pegar fogo é difícil você conviver com as pessoas. Isso era o que acontecia comigo antes, após vários cuidados do exército estadunidense, finalmente estava livre para eu ser um cidadão novamente. Andando com uma camisa regata, short e tênis, procurava um lugar onde poderia ficar estável naquele calor, aquilo só me ajudava a ter mais força pois o sol era um tipo de energia que eu podia usufruir. Retirando meus óculos, percebia que uma sorveteria estava logo a minha frente. - Sorvete! - exclamei alegremente, esticando meus braços para cima e parecendo uma criança. Sem hesitar retirei minha carteira do bolso, retirando dinheiro para dois sorvetes, pegando um de creme e outro de morango. Em seguida sentei-me em um dos bancos de uma praça de Gotham.

Era sensacional ter tempos livres, desde minha chegada aos Watchmen nunca mais soube o que era um dia sem lutas. Mas é como meu pai costumava dizer: "Alegria de pobre dura pouco, filho". Um furdúncio estava ocorrendo no centro de Gotham, não tão longe de onde eu estava. Suspirei profundamente, enfiando todo o sorvete na boca, enquanto me levantava do banco da praça e me preparava para assumir a identidade Nuclear. - Em chamas ! Pera... acho que isso pertence à uma outra pessoa - cocei a cabeça, pensando em outra frase. - Birl ! - Logo meu corpo entrou em combustão, não me ferindo por ser um meta-humano. - Vamos nessa, maluco ! - Falei por último, apontando minhas duas mãos cheias de fogo para o chão e levantando do chão desse modo. Sobrevoando a cidade de Gotham, pude perceber e identificar o que acontecia lá embaixo, um furacão era feito por algum ser, aprisionando cinco pessoas lá dentro, sendo eles os vilões.

Em seguida fiquei acima do furacão, percebendo que dentro dele o ar quase não existia, talvez para sufocar os indivíduos. Ergui minhas duas mãos para dentro do furacão, fazendo sua beira entrar em chamas, como meu poder não dependia de ar algum para funcionar as chamas acabaram por entrar e infiltrar a base do furacão, mas sem atingir o jovem que continuava a correr. - Vocês irão virar torresmos, queridos. - comentei, sorrindo bem convencido com minhas habilidades, em seguida percebendo que já era o bastante para ter matado os vilões. O jovem velocista já havia parado de correr e estava se preparando para correr; seu furacão acabou destruindo e arrastando alguns objetos para tudo quanto era lado, nesses momentos era ótimo saber voar para sair do tumulto que lá embaixo se fazia presente. Assim que o outro herói desconhecido desapareceu, fui logo voltando para a pracinha onde eu estava, com vontade de comer mais sorvete, pois agora tinha que esperar meu corpo ser apagado por completo pelas chamas, ainda não tinha aprendido a conter as chamas, algo que era bastante triste na situação de alguém que queira fazer alguma coisa em sua folga do combate ao crime. -q






Thanks Abbs

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Oceⱥn E. Kräwczyk em Sab Out 29, 2016 1:30 pm

Sometimes the common is a good distraction. The best way to achieve a man, is the heart.
Ao acordar, sentia as mãos alheias subirem por suas coxas, dorso; deslizavam por sua pele até alcançarem-lhe os ombros, e então, um beijo pousava sobre sua derme. Max umedece os lábios, e volta-se para o moreno que a olhava sob uma sensação lúbrica, entretanto, leve. Ainda que o ar gélido lhes esfriassem a respiração, a aproximação de seus corpos fazia dele quase que imperceptível. A manhã, quisera ela, que florescesse sem pressa, e tardasse tão vagarosa quanto.

Suas madeixas obstruíam-lhe o rosto, só não os olhos da Kräwczyk, herméticos. Haviam feito sexo, e despidos, abraçavam-se o quanto podiam; Max precisaria ir, ainda que nem ele ou ela quisessem. Arranhara-o superficialmente pelo maxilar, suscitando um selinho póstumo da alusão delicada de ambas as línguas, provocando um beijo ávido; "Eu definitivamente preciso ir...", surrupia, afastando ambas as bocas da influência lasciva. Lá fora estava cálido, nebuloso.

Ele passara, então, uma de suas mãos entre as pernas da mulher, e deixava-a sentir-lo tão próximo afim de que Max não quisesse ir, só que ela já não podia mais ficar. Max, mesmo nua e exalando um aroma afrodisíaco, fora-se da superfície em que estava deixando-o lá, e precisou achar suas vestes; quando já estava com elas em suas mãos foi, então despedir-se assim mesmo do homem. Passara-lhe os lábios belos pelos seus, e depois, agradecendo, pôs tão somente as peças íntimas para deixar para trajar-se, mesmo, já fora de lá. Sim, uns(as) homens/mulheres tiveram a satisfação de vê-la despida.

Quando estava, então, nos confins, a diferença brusca era perceptível de súbito. Ao deixar o ar frígido, seu corpo fora afligido por uma ardência cálida, como se não fizessem mais 11º, e sim mais. Muito mais. A discrepância a fez hesitar, mas nada que ficar parada e respirar não resolvesse...Que merda era essa?, os olhos de Max se arrastaram para cima, mas não suportaram muito mais do que uns átimos. "Eu vou é voltar. Pelo menos lá eu transo e não derreto por algo tão ínfimo.", como podia estar tão quente e ela sequer conseguir olhar para a procedência de tal?

Antes mesmo que pudesse afastar os lábios mais uma vez, volver-se, vê o que realmente estava para acontecer. Franzindo os olhos para que enxergasse o horizonte, vê, também, que o que ela achava ser uma distorção do ar tórrido, era, então, uma porrada de gente. Eles passavam como se estivessem em egressão. Estavam aflitos. Max teve de se afastar para que não fosse arrastada por eles; que que estava acontecendo? Kräwczyk aguardara antes de ir em oposição ao fluxo.

Quando alcançou, enfim, a incidência de toda a dispersão, já estava ofegante, e suas sobrancelhas uniam-se, hostis sobre os olhos que olhavam ávidos para os contornos que planavam em sua frente, eram 4. Haviam mais: uma mulher, um par de homens. Um deles ela discerniu como o homem com quem havia transado essa manhã, e na anteposta à esta. Seu peito ainda subia e descia; o que ela viu-o fazer com uns 2, foi demasiado inesperado.

"Ok, então. São esses os filhos da puta.", Max Kräwczyk ri. Transpassando as pontas das falanges das mãos sobre os fios de suas madeixas, ela, através de sua Ofuscação, passa a andar entre os que compunham o local. Amarrando-os, e deixando o pescoço nu, a mulher enfim respirara antes de parar mais-ou-menos próxima do único homem que ela sabia quem era, e que havia lhe passado suas aptidões durante o sexo. "Como funciona? Não, tudo bem, deve ser algo como a Telecinésia de Oceⱥn...Não, você não sabe quem é. Enfim. Não vou complexificar muito.".

Voar, isso ela sabia como. Sem muita recusa, seu corpo passara a se afastar, afim de alcançar uma amplitude ímpar à de ambos em sua frente; ela precisava, então, vasculhar o âmago de Íkaros Steinkovich Brahms - já o suficiente para saber como o chamar. Não tardara, e ela já esboçava satisfação antes mesmo de inspirar o ar morno para seus pulmões, e então, erguer uma das mãos afim de propiciar um acúmulo instável de concentração. Conforme arrastava a destra para a extremidade oposta à esquerda, sentia a pressão gravitacional em ambos os braços: não estava acostumada com tal. Em uma fração incontável de resposta, num piscar das pálpebras, Max desapareceu, e reapareceu atrás de um dos idênticos, colidindo ambas as palmas em seu dorso.

Acontece que a unidade de gravidade ungida entre suas mãos teve a mesma reação de um Buraco Negro; o corpo do rapaz fora meramente exaurido por ela, esmagado, e deteriorado. Não existia mais. O melhor de tudo, era que com a Ofuscação, nem um deles (além de Íkaros) haviam notado sequer sua presença.

MAIS:
Possui MIMETISMO EMPÁTICO e OFUSCAÇÃO. Sua especialização é a de INTELECTUAL e seu alinhamento é TRUE NEUTRAL (NEUTRO/NEUTRO). Nivelação: 01.

Força - 10
Inteligência - 20
Resistência - 10
Velocidade - 10
Vigor - 10
Carisma - 10

vitu

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Adam Warlock em Sab Out 29, 2016 8:06 pm

THE SUN
IS COMING
(avaliações)
NOAH G. CAMPBELL: +9 níveis.
LIAM HUGHES SAWYER: +9 níveis e 1/2 (+50 de XP).
GALE A. JOHANSEN: +10 níveis.
MAX KRÄWCZYK: +10 níveis.


OBSERVAÇÕES



1. Os critérios que usamos para avaliar as postagens foram: gramática, enredo, habilidades/poderes, desenvolvimento da luta;
2. Cada um teve a barra de Vitalidade reduzida em 25 por causa da exposição ao sol;
3. O evento ainda está em OPERAÇÃO, avaliei o que já foi postado para evitar mais trabalho depois. Tem até sábado, dia 29 de Outubro às 23:59;
4. Aos que já tiveram os posts avaliados, já podem solicitar a atualização de seus perfis AQUI. Lembre-se do desconto de HP e de que a cada nível completo, recebe +5 PONTOS DE ATRIBUTO para distribuir;
5. O Mestrado, o post do narrador que dará a finalização da oficial, ocorrerá dia 29 ou 30 de outubro.

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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

Mensagem por Adam Warlock em Dom Out 30, 2016 3:06 am

THE SUN
IS COMING
LIAM


Liam, o astuto participante dos Jovens Titãs (Teen Titans), pusera a si mesmo para enfrentar todos os cincos trombadinhas, os quais ameaçavam o extermínio do planeta Terra e, assim, dando fim à raça humana e aos residentes por menores do globo. Na verdade, era crente de que seu parceiro sexual surgiria das sombras para lhe dar suportar no combate claramente desvantajoso para o seu lado. Contudo, número não gera qualidade. O que parecia ser uma derrota completa se transformou em glória. Com os seus movimentos audaciosos de manipulação sobre o que é real, em conjunto, o próprio plano da realidade.

E novamente, contudo, suas capacidades realísticas não foram o bastante para abater os quinteto. Quando a reação lhe veio a tona, um impulso gravitacional o jogou até o chão. Antes de atingir plano, alterou o plano, o que gerou um teleporte em si mesmo. Reapareceu já sobre o chão, intacto. O garoto dos fios flamejantes foi para a sombra de um prédio, camuflando-se no esconderijo, enquanto os dois restantes o procuravam. Buscava por uma estratégia; olhou através da beirada do arranha-céus e só deu tempo  para sua vistas se arregalarem. As nuvens se uniram e perderam tons neutros e claros, se tornando o próprio breu. Feixes luminosos albinos corriam por entre os gases contidos em um só ponto, até o momento seguinte quando dois atravessaram os corpos dos gêmeos.

Períodos antes da atmosfera se incandescer mais uma vez, um tipo de rastro elétrico correu pela rua próxima ao ruivo. Talvez, mas só talvez, esse rastro foi o responsável pelas repentinas descargas de elétrons.


TRIO PARADA DURA


Certo. Que sincronia satânica é essa de pessoas que nem se conhecem, mas, tem? Hein, qual o sentido? Vai, me diz, espertão? Digamos que é obra do acaso o feito dos três meta-humanos, respectivamente em ordem de ações: inicialmente vos apresento a sanguessuga, a nitidamente ruiva falsa, comprimiu as veias da região do topo do corpo de um irmão ao ponto de fazê-lo explodir em uma vertente feérica; depois o menino com cara de crackudo, este que foi mais agressivo ao perfurar o tronco do corpo do segundo com o seu punho, provavelmente o da bronha para conseguir fazer isto, e nocautear o terceiro com porrada das pernas nos peitos; e tem a loira que chupou, literalmente, os poderes do cara que falei a pouco, recriando um pequena esfera obscura, a qual absorveu o quarto. Um belo dia para vermos um buraco negro.

E uma chibatada acertou as costas do quinto, que era composta por água moldada; seguidamente uma descarga elétrica transcorreu através a esse chicote, que agora circundava-o por completo. O raio o correu por inteiro, eletrizando seu físico encharcado. O trio processaram o acontecido ligeiramente, então colocaram-se à busca do responsável pelo fazer. O que viram foi somente uma figura no topo do prédio mais alto de Gotham; o semblante não era visível, único traço reconhecível era o balançar do sobretudo às correntes ventosas. — Cê não morre não, parsa? — A voz pragmática se mostrou como sepulcral, rouco em tom fúnebre, quando constou que o último acordado se debatia no chão por causa dos elétrons carregados. Era um homem o misterioso ser. — Não por muito tempo, cuzão. — O contraste irônico se apossava das falas; mirando para o solo em frente ao caído, uma cratera perfeitamente circunflexa se criou. Uma passagem para o inferno. Dela uma criatura escarlate, de dois pares de olhos, com por volta de vinte de metros de altura, se ergueu. Rugiu, tremulando os vidros e tudo o que seja sensível a ondas sonoras dos quarteirões adjacentes, ao mesmo tempo em que ascendia a sola do pé. E esmagou.

E o chão engoliu o demoníaco depois da execução. O salvador não era mais visto no mesmo lugar.

E os três foram até o terceiro, este que estava chocado ao solo, em um rombo. No processo do caimento, com o impacto de metros fez com que seus todos ossos, e absolutamente todos, se quebrassem. — A Terra não tem salvação... — A fala vinha entre pausadas, quando findava, o fraterno despejou sangue para fora em um cuspe, manchando os sapatos do trio. E o seu peito, por algum motivo, brilhava. — Serpes não morreu... — Prosseguia aquele que já tinha o pé diante da própria cova. — Ele vaga pela Terra atrás dos que são facilmente manipulados, formando um exército... — O soturno escorria pelos cantos da boca. — Um exército de meta-humanos artificiais. — E quando a marca se extinguiu, a vida dele foi a acompanhante de luxo.
 
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Re: OFICIAL, The Sun Is Coming

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