[RP ATEMPORAL] Keep on haunting

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[RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Dom Out 23, 2016 6:13 am

Keep on haunting
a roleplay é iniciada pelo post de Sebastian Harkness, seguindo por Liam Hughes Sawyer. estando então, fechada para os demais. passando-se esta em 25 de Outubro de 2016, Gotham. o conteúdo é livre. atualmente as postagens estão em fase de andamento.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Seg Out 24, 2016 12:38 pm



haunting my mind



Consciência. Sanidade. Liberdade. Conceitos básicos completamente destituídos de significados dentro da mente perturbada e assombrada que eu possuía, tão sofrida e retardada graças ao domínio absoluto de Viktor Miller que a invadira e a tornara num terreno infértil e caótico, onde apenas o caos dominava. Destruição, mortes e roubos eram a vida daquele antigo Sebastian assassino, ladrão e destruidor, que agora se tornara num Sebastian um pouco mais organizado das ideias, apesar de ser bastante desorientado vez ou outra, como se ainda houvesse por perto a voz de Dr. Miller a me influenciar. Foco no trabalho, Sebastian, foco na sua missão, repeti para mim mesmo em pensamento, enquanto estreitava os olhos e usava de novo o binóculos, vigiando Jasper, um traficante e conhecido exportador de humanos. Particularmente a missão tinha significado para mim, pois um dia estive no lugar daquelas vítimas; sendo dominado, mandado e sendo objeto, nada mais. Comprimi os lábios, sentindo o maxilar marcar a pele e minha mão direita fechar em punho. Toquei no fone invisível em meu ouvido.

— Tenho o filho da mãe no meu campo de visão, está com várias mulheres dentro de um container vermelho aberto, são cinco prostitutas desaparecidas desde a semana passada. — Falei baixo, ainda deitado no teto do porto onde estava logo abaixo o navio de porte médio que exportariam as mulheres para algum país qualquer no América do Sul.

— Entendido, Augorion, espere pelo comando de Waller; ela que decidirá. — Afirmou o sargento cujo nome e sobrenome eu não conhecia, apenas chamava-o de Águia por ele ter se comunicado com tal codinome em minha primeira missão.

— Claro que vai... — sussurrei, ainda segurando o binóculo e fitando o que ocorria lá em baixo.

— Augorion, pode apaga-los. — Ela foi rápida e incisiva, dando as ordens. Desliguei a frequência e rapidamente deixei o binóculo ali mesmo, pulando do teto do porto com cerca de sete metros de altura e apontei minhas palmas para o solo, focando meus poderes e logo um trampolim surgia, no qual pulei e dei um salto no ar, caindo agachado e com as mãos no chão úmido da recente chuva.

Corri em disparada até os homens, erguendo minhas mãos e sussurrando a palavra “augurum” em latim repetidas vezes, que significava “feitiço”, como forma de foco – aprendi a focar e direcionar meus poderes utilizando as palavras, e foi desta forma que surgira o alter-ego Augiron. As armas derreteram, fazendo os homens largarem-nas e virem em minha direção. Ergui as mãos, unindo uma palma na outra e fazendo cordas surgirem amarrando os homens, até que...

— Quem é você, ruivinho? — perguntei para um ruivo esquisito me fitando.




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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Seg Out 24, 2016 8:58 pm

The teenage rush
When the call came down the line


Não chegava a me irritar a revisão do plano de ataque, mas os olhares dos professores enquanto eu repetia o plano com a cara mais cansada e a voz arrastada era como me cutucar com palito de dente. Uma outra vez não tinha problema, mas aquela quantidade me sentia em uma sessão de tatuagem com eles me furando de ódio. Respirei fundo e repeti mais uma vez antes de cortar a fala do líder e o olhar nos olhos: - Já repeti isso mais vezes do que uma criança tem de escrever uma frase de castigo no quadro negro. Eu sei o plano, e não sou um suicida da Amanda pra esquecer o que fazer e arriscar o que temos. Agora, estou indo.

Levantei a mão direita passando sobre a cabeça e me transformei numa ave de tamanho médio, talvez um falcão, ou uma águia menor pela ideia que tinha. Sai voando da sala de comando pela janela sem esperar mais discussões dos outros e fui direto para o destino que latejava na mente como uma luminária dando falha. Pousei sobre uma das cargas no navio, desci entre um corredor planando até o chão e criei uma stroker nas mãos para dar o disfarce ideal. Cumprimentei alguns que se reuniram para descer do navio já perguntando se estava muito atrasado.

Ouvi uma risada com um comentário de um dos que me seguiam: - O chefe não se importa em quantas vezes vamos mijar. Só interessa que não mijemos na carga. - Não entendi a piada, mas ri como os outros fizeram, algo ritmado até que encerramos quando terminamos o caminho da escada. Seguimos para um container com a carga de drogas especiais, mas na teoria era outra coisa que haviam mascarado nos registros. Prostitutas eram a última coisa que eu esperava contar em ter de ajudar a contrabandear, mas vamos com o que tem.

Esperei entre um dos corredores como vigia, mas a arma começou a derreter em minhas mãos. Joguei ela longe do corpo olhando envolta procurando algum ataque surpresa e então ele veio usando uma cama elástica para o impacto e pousando em seguida já atacando os outros guardas. Me aproximei aos poucos, sem intenção de ataque, mas de proteger a carga dele, pois seja quem fosse a razão era aquelas drogas. Enfim tive a atenção dele e levantei as mãos em posição de ataque: - Não interessa quem eu sou, mas você não vai levar as drogas.

Respirei fundo e falei meu nome: - Impetus. - Foi como um estalo com a piscada dos olhos, minhas roupas mudaram, luvas nas mãos, olhos vermelhos e os cabelos escuros para cima como que armados para o combate. Olhava focado nele, já percebi algum tipo de magia pelo trampolim e as cordas do mesmo, e parcialmente pelas armas derretidas momentos antes. Considerei a luta e o questionei o motivo, pois mesmo mentindo poderia pensar na verdade e eu saberia disso: - Pra quem trabalha?



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Seg Out 24, 2016 10:16 pm



haunting my mind



A noite estava escura e as nuvens eram negras e esparsas, onde era possível de se ver vez ou outra a face da lua, e então cruzei os braços e ergui uma sobrancelha sorrindo de canto de lábios, em seguida mordendo o lábio inferior com o pálido ruivo me fitando. ”Não interessa quem eu sou, mas você não vai levar as drogas.”, ordenou o jovem, aproximadamente tendo a mesma idade que eu, parecendo totalmente decidido da intenção de me forçar a recuar. Semicerrei os olhos, fitando os homens amarrados indo de um local para o outro e falando palavrões. Ergui minha mão esquerda, um brilho dourado e meio avermelhado surgira ao redor de minha mão esquerda e as bocas dos homens foram amordaçadas por panos negros que surgiram imediatamente. Drogas? Segundo os dados do sargento Águia Alfa, eu tinha apenas de libertar as prostitutas e descobrir informações sobre a gangue exportadora de humanos, nada a mais. Suspirei, erguendo a mão esquerda novamente e fazendo um brilho púrpura surgir, mas logo o mesmo apagou-se e, levemente confuso, acabei reconquistado a plena capacidade consciente e sorri levemente para o ruivo.

— Bem, como não quero brigar com você, vou lhe dizer o básico: não sei nada sobre drogas, estou aqui para libertar essas prostitutas. Agora, pode me deixar fazer o meu trabalho? — expliquei-me omitindo a parte sobre acessar um painel de computador no navio dos bandidos e roubar informações para Amanda Waller, se bem que eu não poderia falar mesmo que eu quisesse, ou eu seria explodido em segundos. O ruivo não me parecia ser traficante se infiltrando por interesse ou rivalidade, muito menos um grande herói. No máximo, um “herói estagiário”, se bem que isso talvez não existisse.

Tentei, com certo esforço mental e o cenho franzido, materializar um taco de basebol em minha mão direita, que apareceu materializando-se mas parou na metade, o que me provocou certa perplexidade. Eu estava fraco? Havia feito pouco esforço, até então. Talvez o ruivo tivesse algum tipo de poder que inibisse poderes, ou algo similar. De qualquer forma, não iria errar e deixar que minha cabeça explodisse por causa do projeto de herói ali. O resto do taco de basebol materializou-se, segurei-o e ergui o taco com os olhos semicerrados em antecipação.

— Pode sair daqui, vim apenas resgatar as prostitutas, cabeça de menstruação. — Falei com um tom de voz irritadiço, decidido a bater nele com toda a força.




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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Seg Out 24, 2016 11:05 pm

The teenage rush
When the call came down the line


Acionei o comunicador conforme ele falava, deixando o áudio ligado e logo recebi a resposta da Torre que a forma de agir e falar vagamente sobre a missão, ele deveria ser do Esquadrão Suicida. A Liga da Injustiça era mais chamativa, a Waller era quem preferia coisas rápidas e significativas em seu interesse. Ouvi a explicação rápida e então uma discussão com outras vozes sobre o que deveria fazer, mas ouvi uma batida me fazendo entortar a boca também com a ofensa do desconhecido ali perto.

Ouvi o meu treinador mandando eles ficarem quietos e lidar com o vilão sem necessariamente mata-lo, mas também sem deixar que cumpra com a missão. Desliguei a chamada e fechei a boca em um bico, soprei na direção dele aumentando o ar e desfazendo o que ele criara. Sorri de diversão: - Vai ter de criar algo melhor que um bastão, fofinho. - Abri meus braços e bati minhas mãos na direção dele causando um impacto sonoro e bloqueando sinais e ondas por algum tempo.

Entortei um pouco a boca e engoli em seco: - Waller está bloqueada por alguns minutos, de nada. - Semicerrei os olhos pra ele enquanto abaixava os braços quase totalmente. Inclinei minha cabeça para trás um pouco e mandei: - Abra. - O container se abriu sozinho revelando caixas e mais caixas com maletas fechadas e vidros de líquidos vermelhos. Arqueei uma sobrancelha pra ele esperando uma resposta dele: - Pode verificar mais para dentro se quiser, mas não há prostitutas aqui. Ela quer essas drogas para criar um exércitos de soldados aprimorados.

Cruzei os braços esperando a desistência dele: - Vai embora e dizer que falhou, ou prefere o modo difícil? - Inclinei um pouco a cabeça notando os outros no chão amarrados e amordaçados tentando se soltar ainda. Ele não sabia nada de mim e eu saber do problema dele com a Waller era de longe uma das maiores desvantagens porque ela podia ser bem ruim tendo mais poder do que muito meta-humano por ai.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Ter Out 25, 2016 9:57 pm



haunting my mind



Estreitei os olhos desconfiado, segurando com as minhas mãos o taco de basebol com firmeza, olhando o moço de cima a baixo, me preparando para qualquer tipo de ataque. A julgar pelo seu sopro e o sumiço de minha arma improvisada, ele só podia ser um meta-humano assim como eu. Tentei identificar seus poderes, mas soprar objetos e fazê-los sumir era algo extremamente estranho. Outro movimento diferente e ele logo batia as palmas das mãos e eu ouvia o som do chiado do meu comunicador, indicando falha na conexão. Levei o dedo indicador da mão direita ao comunicador, me desesperando com a falha. Amanda Waller poderia me explodir a qualquer momento caso eu fosse uma “falha” numa de suas missões e o outro fazia justamente aquilo que ela poderia considerar como falha. Aproximei-me pisando forte no chão e olhando irritado para o ruivo, que me cortou fazendo com que a caixa do container se abrisse, revelando drogas ali dentro. Fiquei pasmo, percebendo o quão manipuladora Amanda Waller conseguia ser, principalmente quando se tratava na criação e dominação de outros meta-humanos.

— Olha só, moço... eu não me importo para a mercadoria. Confesso que fiquei um tanto quanto comovido com a chance de salvar as mulheres desaparecidas, mas mesmo sendo drogas eu simplesmente preciso pegá-las e entrega-las para meus superiores! Ou isso ou ela explode uma bomba no meu pescoço! — falei próximo do container, fitando o herói ruivo com impaciência e susto, sentindo meu coração disparar com a proximidade de uma bomba acabar com a minha vida a qualquer momento. O outro me dava as opções, ambas improváveis: dizer que falhou e ir embora ou então lutar com ele, do “jeito difícil”, como ele preferia expressar. Cruzei os braços, observando as maletas e vidros de líquido vermelho.

— Olha, chamo-me Sebastian, pode olhar com seus amigos sobre quem eu sou e o que sofri. Talvez não hajam arquivos disponíveis que informem tudo da minha vida, mas eu não vou desistir de realizar o máximo de missões possíveis até chegar ao meu objetivo, está me entendendo? — proferi firme, de cenho franzido demonstrando força e lucidez que neste exato momento me atingia cem por cento. Não haviam mais voltas e eu precisava continuar sendo o melhor possível para a Força Tarefa X, ou a minha valiosa e mortal missão seria passada para outro que não resistiria cinco segundos diante dos poderes de Viktor Miller. Soergui a mão direita firmemente para o homem de cabelos avermelhados, lançando um impulso para tentar derrubá-lo no chão. Caso ele caísse ou não, inevitavelmente eu iria tocar a mão esquerda no metal frio do container e me concentraria, no objetivo de transportá-lo para a base da Força Tarefa X onde ele iria parar.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Qua Out 26, 2016 2:25 pm

The teenage rush
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A fala do garoto não me irritou, já esperava parcialmente que ele não fosse desistir das drogas, e nem era por querer briga, mas com uma bomba no pescoço ele não tinha muita opção a não ser fazer o que falaram pra ele fazer. Minhas mãos estavam prontas para criar uma defesa, ou desvio de qualquer ataque dele, mas ele lançar um impulso contra mim foi ridículo. Virei para o container e alterei sua forma e localização: - Fecha e diminua. - Ele sumiu de vista e girei meu corpo me afastando dois passos para trás com expectativa pelo outro. Ele não encontraria o que queria nem com lupa, mas ainda precisava de uma ideia falsa e prossegui com uma ilusão da situação.


Arqueei uma sobrancelha ouvindo o comunicador zumbindo e ajudei o retorno do mesmo com os poderes sonoros. Liguei o comunicador de novo e fiz questão de falar normalmente: - Impetus para Torre, ligue-me com Waller. Sim, a Amanda Waller, sei que sabem como fazer. - Ouvi umas reclamações e então alguma resposta grossa com metade dos nomes reais dos meus professores, mas esperei que redirecionassem a ligação pra mim enquanto olhava o semi presidiário.

Semicerrei os olhos: - Boa noite Amanda, sou Impetus e você sabe quem eu sou senão não teria mandado Sebastian pra essa missão. Nesse exato momento, o colar e a bomba estão com defeito e não vai explodir ele como queria, as drogas estão comigo e não vai ter o que queria hoje. Boa sorte na próxima e deseje que eu não esteja envolvido. - Ouvi uns palavrões e uns chiados do lado da linha dela, mas parei de ouvir me despedindo: - Vai a merda você também, beijos linda.

Respirei fundo desligando a ligação: - Ela vai me matar enquanto durmo, certeza disso. - Girei a mão no ar conjurando o container como um pingente de celular para ele ver e sumi em seguida como um truque de mágica amador. Dei de ombros: - Boa sorte em achar outra casa e com se esconder da vaca da Waller, ela ainda mataria todos os meta se conseguisse pode para tal feito. Sabe criar um esconderijo? A prisão não será acolhedora para você.



Enquanto a ilusão o deixava focado, atrai o container (ainda pequeno) para mim e o teletransportei para a Torre. Liguei o comunicador avisando do envio e que estaria indo embora em breve. Me deixaram alguns instantes aguardando resposta confirmando a chegada do material e logo concordaram em me deixar voltar. Sorri me virando para o outro e desfiz a ilusão com os braços cruzados: - E ai? Teve bons sonhos?



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Dom Out 30, 2016 12:36 am



haunting my mind



O outro parecia estar de brincadeira comigo, o tempo inteiro me sacaneando e se achando esperto, mas como base de meus treinos sempre me foi ensinado a manter a calma e a pose, mesmo estando perdendo e apanhando. Sorri de canto vendo seu truque com o container ser realizado, fazendo o mesmo sumir e estar cem por cento sobre posse do projeto de herói. Quem iria querer um herói antipático como aquele? Ele não passava esperança, ânimo, alegria nem nada, apenas uma arrogância natural e um jeito chato de sempre impor inteligência e poder, querendo mostrar quem era que mandava. Cruzei os braços, revirando os olhos e dando meia volta, e foi aí que levei instintivamente a mão ao pescoço, arregalando os olhos e abrindo meus lábios em susto, fitando o ruivo.

— O que diabos você fez?! — esbravejei, erguendo a mão direita e literalmente dando um soco no ar, o que provocou uma forte rachadura no solo de concreto que esticou-se como borracha e formou uma poderosa lança afiada que foi na direção do ruivo, que cessou a partir do momento que começou a se comunicar com a Amanda Waller! Imediatamente parei o possível embate que poderia começar ali, ouvindo tudo o que o outro tinha a dizer. Ele ameaçou Waller, ele de certa forma me ajudou a me ver livre e então, quando abri a boca para agradecê-lo, a forma física do jovem sumiu, reaparecendo metros à frente, mais próximo de mim, com os braços cruzados e sorriso amplo de escárnio.

Baixei o olhar, levando a mão ao pescoço. Não havia protuberância, mas com meus poderes de alguma forma eu conseguia sentir o dispositivo funcionando perfeitamente dentro de meu corpo mais uma vez. Não sabia se me sentia bem ou não com a ilusão. Estar livre do dispositivo significaria ser assassinado cedo ou tarde por um dos assassinos de elite da Força Tarefa X, ao mesmo tempo em que eu não teria informações suficientes sobre o grupo dos Serpentários. Estar no grupo era limitado, mas eu pela primeira vez conseguia ter certo nível de liberdade que eu não conseguia obter antes estando sob o comando de Viktor. Com o maldito e poderoso telepata, não conseguia sequer abrir a boca sem que o outro mandasse, e agora, cumprindo pena e realizando missões para estar fora da cadeia, eu tinha de uma forma muito irônica uma verdadeira liberdade. Pois é, a vida é uma grande piada irônica onde você chora por último.

— Sorte a sua ter sido apenas uma ilusão, senão estaríamos com tiros na testa ou explodidos por uma ogiva nuclear neste exato momento. — Falei, encabulado, terminando de massagear meu pescoço e aproximando-me do outro sem querer demonstrar perigo ou ameaça, inclusive ergui as mãos em sinal de rendição. — Podemos conversar um pouco? Ou precisa ir correndo para a sua base na Liga da Justiça? Deve ser de lá, dada a comunicação criptografada e tudo o mais, senão teriam te rastreado antes mesmo de chegar aqui. — Ergui minha mão direita para um aperto de mão. Me sentia estranho, apelando para o outro e puxando assunto sendo que a menos de dois minutos estávamos quase brigando.

— É o primeiro que conheço com os mesmos poderes que eu. — Revelei, com um pequeno sorriso.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Dom Out 30, 2016 9:29 am

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Dei de ombros com a fala do outro, porque não me importava com os problemas dele e as ameaças do mesmo. Não tenho culpa do pesadelo ser esse, mas não posso dizer que não aconteceria de verdade, só que com uns meios diferentes. Meus professores nunca passariam uma ligação minha pra Waller, assim como ela também não ficaria 5min falando comigo se não cuspisse o interesse dela com o que eu tinha pra falar. Grossa e apressada, era essa minha ideia de Amanda e até hoje ninguém contradisse.

Sorri de diversão com a fala dele sobre meu grupo, mas passei a mão na barriga transformando minha forma em mais casual e bati na mão dele negando o cumprimento: - Ainda não o conheço o suficiente para educação, senhor suicida. Agora vamos embora daqui. - Nos teleportei através de um portal invisível que nos levou para uma avenida com mais recursos alimentícios e as roupas mais comuns para o outro, ou pelo menos, não tão táticas.

Toquei o ombro dele: - Quem disse que temos os mesmos poderes? E eu também não sou da Liga da Justiça e não sou o chatinhos dos heróis que recebe prêmios pelos seus atos. - Dei dois tapinhas de leve: - Estou com fome e vou comer, me siga se quiser. - Avancei entrando em uma das opções, pedi o pedido médio com fritas extra. Girei meu corpo entre os bancos e sentei contra a porta numa daquelas mesas que dá pra dar a volta se arrastando no banco de couro. Esperei meu pedido pensando se eu realmente morreria se a ilusão fosse verdade.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Seg Out 31, 2016 12:43 am



haunting my mind



Um tanto quanto recluso, o outro recusava o amigável aperto de mão e dava um tapa em minha mão, alegando que não tinha me conhecido o suficiente para poder ser educado. Suspirei, pondo as mãos nos bolsos da calça negra de couro e fitando o outro que parecia faminto. Pensativo, observei-o, sem me dar ao luxo de fazer nenhum comentário por hora, e foi quando inadvertidamente fui transportado junto dele para uma rua um pouco mais movimentada do que o porto onde estávamos. Ele parecia faminto, então foi na direção de uma das lojas e no caminho mudei o meu traje para roupas mais comuns, enquanto pensava separadamente sobre ele afirmar não termos os mesmos poderes. Assim que entramos e ele logo fizera seu pedido, sentei-me de frente para ele apoiando meus braços na mesa.

— Você altera a realidade com o uso de poderes mágicos, assim como eu, não é? — baixei um pouco mais a cabeça inclinando-a na direção dele para poder falar audível e baixo sem ser ouvido pelos outros. Pedi um milk-shake de chocolate e então olhei o atendente sumir após passar pela porta azul, e só então me virei para o herói sem nome.

— Não vai ser nem ao menos um pouco educado e dizer seu nome? Já te disse o meu. — Pressionei um pouquinho, suspirando e olhando através da vidraça o clima frio lá fora, cheio de homens e mulheres com sobretudos, suéteres e blazers. É, breve começaria a nevar. Quando me virei para o outro, já me sentia menos agitado e preocupado com sua presença, mas ainda sim com uma sensação incômoda em meu âmago, provavelmente desconfiança do que ele realmente queria agindo daquela maneira.

— Sei que não devia, mas... por que está agindo dessa forma? Como herói de algum grupo do qual você participa você não deveria ter a obrigação de me prender, me matar ou me entregar às autoridades? — perguntei baixo, apoiando meu queixo na mesa recém limpa e cheirando a lavanda, erguendo a mão direita fitando meu dedo indicador transformar-se numa poeira rodopiante e em seguida voltando ao normal, sendo coberto por espinhos e em seguida escamas. Continuei observando, até que fiz a ponta de meu dedo brilhar e aproximei-o do rosto do outro.

— E.T.! — falei com um timbre de voz agudo e irritante, rindo e fazendo meu dedo voltar ao normal quando o atendente chegou com os nossos pedidos. Recebi meu milk-shake e logo bebi do canudo o líquido gélido e doce, sentindo leve desconforto pelo gelo forte na minha boca.

— Então... de onde você é, moço? — perguntei, iniciando um diálogo breve, porém com real interesse no outro. Não era todo dia que herói e vilão acabavam numa lanchonete conversando calmamente.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Seg Out 31, 2016 12:25 pm

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Concordei com a cabeça de forma simples observando ele e percebendo como fazia sentido aquela nomenclatura de poderes. Dados as ofensivas alcunhas que recebi durante esses anos, fazia sentido alguma coisa – qualquer coisa – mais suave que bebe de Rosemary. Não o respondi, apenas marquei na mesa com uma tinta e uma passada de mão as perguntas dele como quem escolhe o que vem primeiro. Na verdade, estaria esperando ele questionar toda uma linha de raciocínio antes de eu começar algo sobre mim, porque não gostaria de explicar um detalhe do início depois de já ter terminado.

Sorri com a piadinha dele e então vieram nossos lanches para acalmar nossos estômagos e comi algumas batatas ouvindo a última pergunta dele. Respirei fundo olhando as anotações na mesa e empurrei o guardanapeiro para o canto da mesa. Levantei o olhar pra os olhos dele depois de deixar visível minhas anotações e comecei a responde-lo: - Prazer, me chamo Liam, ou Impetus. Eu achava que era algum tipo de mago com poderes variados, sem mais especificações como em alguns filmes que as coisas apenas acontecem com o impulso das pessoas quererem.

Sorri com a explicação fácil: - Daí vem o meu nome, mas o termo Impulso é relacionado a velocidade e eu não sou um corredor, até poderia. - Levantei o indicador, inclinando a cabeça e arqueando a sobrancelha esquerda chamando atenção: - Mas, não sou. - Fiz uma pausa começando a comer o sanduíche de entulho que eu pedi, mastiguei aquele aglomerado de sabores e sensações de comer algo tão bom. Talvez por ser bom que acabou rápido, então após limpar a boca um pouco já retornei a falar: - Sou natural de Chicago, ela lembra Gotham, só que ao contrário, enquanto aqui tem muitos metas, lá tem poucos e muitos acidentes naturais.

Dei de ombros: - Não sou herói e já deixei isso claro para os Teen Titans, eu lidava com emergências e me sequestraram sem meu consentimento. Aceitei ficar no grupo pra aprender mais dos meus poderes desde que não me colocassem pra agir como um herói dos tabloides. - Me calei enquanto olhava meu reflexo no espelho dos fundos do local percebendo uma tentativa de roubo bem descarado onde eu estava. Girei minha bunda no estofamento de couro colocando meu braço apoiado no banco e minhas pernas deitadas no espaço vazio.

Sorri simpático e gritei o garoto: - EI CUZÃO, tu mesmo, ladrão mirim, não vai roubar a loira de camisa rosa comigo aqui não. Agora, saí daqui antes que eu te expulse. - O garoto se virou pra mim com uma faca e eu levantei a mão esquerda pegando fogo enquanto arqueava a sobrancelha direita esperando uma resposta: - Vai encarar? - Ele se virou e saiu correndo, me virei novamente para Sebastian e sorri sem graça: - Aqui é uma franquia que tinha onde moro, então sim, sou sentimental com coisas boas do meu passado. Eu não deixo de salvar pessoas, mas você não matou aqueles guardas no porto e não está ferindo ninguém, de certa forma é alguém comum.

Olhei para o lado um pouco estranhando o que disse, levantei os indicadores como uma adição ao assunto: - Alguém comum é errado, mas você dizer que é vilão pra mim não é nada, porque não era minha missão. Contive o container e lhe impedi de leva-lo, fim. Você não me criou problemas grandes a ponto de uma briga de verdade, apenas não estávamos do mesmo lado hoje. Mais alguma coisa? - Voltei a comer enquanto esperava uma resposta do outro. A bebida estava realmente bem gelada e o hambúrguer quase gritando de tão bom.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Seg Out 31, 2016 11:52 pm



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Quando nosso pedido chegou, observei o ruivo começar a comer de forma um pouco rápida e bastante guloso, provavelmente o outro havia ido para a sua missão sem comer nada. Suguei do líquido adocicado calmamente, observando o herói de nome Liam falar bem mais do que eu esperava, revelando não apenas seu nome, mas quase toda a sua história, o que me fez pensar se eu deveria ou não confiar nele o suficiente para contar a minha história. Odiava ter de conta-la, pois de certa forma me sentia fraco só de revivê-la em minha mente, com todos os olhares de pena e misericórdia. Ele chamava-se Liam, era de Chicago e entrou nos Jovens Titãs como forma de conseguir controlar os seus poderes totalmente. Assenti, distraidamente bebendo do milk-shake e me focando completamente em observar o outro. Talvez ele já tivesse falado muito, ou talvez não, mas subitamente ele parou de comer e gritou com um batedor de carteirinha, inclusive ameaçou o outro com as mãos em chamas, atraindo a atenção de várias pessoas ao nosso redor. Fiquei desconfortável, não pelas atitudes de Liam, mas sim pelo fato de, em vez de agradecer por ter sido salva de ter sido roubada, a mulher loira de camisa rosa chamou Liam de aberração e me olhou com nojo, saindo do local pegando seu lanche para viagem.

— Que estúpida! Viu aquele short jeans menor que uma calcinha e aquela blusa rosa cafona? Nada combinando! — revirei os olhos, sorrindo em escárnio para o mal gosto nas vestimentas e para o seu comportamento estúpido.

E então, o outro me chamou de “comum”. Já fui chamado de muitas coisas, mas “comum” e “normal” nunca foram denominações que recebi de alguém, então fitei Liam com curiosidade e fiquei pensativo, pensando em mais alguma coisa que eu pudesse querer saber sobre ele, entretanto nada que me vinha à mente era apropriado ou relevante. Pendi a cabeça para o lado direito, encostando-a no ombro e logo me endireitei no banco bebendo mais milk-shake, finalmente terminando-o e levando os dedos às têmporas sentindo dor de cabeça pelo forte gelo na bebida. Massageei um pouco, por fim afastando o copo e sorrindo para o atendente que veio busca-lo.

— Bem, acho que te devo explicações. Você estava certo; não exatamente um vilão, mas como você bem sabe todos os membros do Esquadrão são potenciais vilões, afinal todos foram presos, não é mesmo? — dei um leve sorriso nervoso, mexendo com a mão direita num guardanapo para me distrair. — Sou de Londres, Inglaterra. Meu pai deixou minha mãe quando eu era muito pequeno e minha mãe se tornou obcecada em arranjar homens e casar-se com eles em menos de seis meses de namoro, sabe? Resumindo; fui deixado num asilo depois de alguns meses de reabilitação por causa do meu vício em álcool e daí conheci o Dr. Miller. — Falei baixo, mas audível o suficiente para o outro ouvir.

— Esse doutor tinha poderes, ele de alguma forma conseguiu identificar os meus antes de eu mesmo descobri-los e decidiu me sequestrar numa arma destrutiva, foi assim que fui preso. Dos meus dezessete até a metade deste ano, aos meus vinte e três, fui o prostituto oficial do Dr. Miller e de todos os dezessete membros da gangue, eu não tinha nenhum livre arbítrio, pois sofri torturas intensas para me dissociar da realidade e como bônus o doutor lá me manipulava por telepatia... roubei setenta e sete bancos nesse espaço de sete anos e destruí cerca de umas oito grandes gangues no país que eram rivais do Miller. Enfim, quando tive um pouquinho de sanidade mental me entreguei para as autoridades. — Falei de forma concisa, evitando falar muito sobre os pequenos detalhes, e durante minha explicação adotei um tom neutro.

— Quando a Waller apareceu na minha cela, pensei; liberdade, mesmo sendo supervisionada por ela e com uma bomba no meu pescoço, pode ser melhor que uma cela mínima de apenas quatro metros... sem contar que no meio das minhas missões eu posso muito bem topar no caminho do Miller e dos capangas dele. — Desta vez evitei olhar para o outro, baixando o olhar observando apenas as mãos de Liam, logo olhei pela vidraça o tempo lá fora.

— É, então você está certo: eu sou uma pessoa comum e não um vilão. — Falei baixo, mordendo o lábio inferior e estreitando os olhos para o outro, me pondo de pé. Retirei umas notas do bolso e estiquei-as, desamassando-as, e então deixei na mesa. — Quer ir para mais algum lugar ou tem hora de ir para casa, bonitinho? — questionei com as mãos nos bolsos, abrindo um sorriso sugestivo enquanto erguia as sobrancelhas repetidamente de forma brincalhona.




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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Ter Nov 01, 2016 3:14 am

The teenage rush
When the call came down the line


Eu queria ser mais sensível, juro que queria ser, mas a história de Bastian só me serviu para comer sem me importar em falar algo. Não que eu tenha bloqueado meus ouvidos de alguma forma, mas lembraria da história como que de uma pessoa diferente pelo desfoque no outro. Sabia que era errado, mas ele não pareceu se importar, ou muito menos, sequer notar alguma falta de olhar constante durante suas palavras.

Foi duro de ouvir, porque eu tinha uma ideia de ser quase invulnerável considerando o impulso de criar, ou fazer coisas tornando quase tudo possível. Mas esse medico tinha um ponto que eu não cogitei na minha tese, de nada adianta a prática sem a mente, enquanto que a mente estivesse bem a prática poderia ocorrer normalmente. Talvez até fizesse com que ele não conseguisse realizar as coisas dentro dele, quase como um interruptor de poderes.

A pergunta dele não me ofendeu, apenas dei de ombros enquanto encerrava com as batatas que ainda não comi. Passei a mão sob a nota dele e projetei mais notas, para a conta correta do nosso consumo. Levantei o olhar pra ele rapidamente com a resposta: - Não sou do tipo controlável. Já podemos ir. - Me levantei da cadeira e o segui para fora do local imaginando seu local especial provavelmente, se seria algum desses pontos turísticos que quase nunca visitam, ou se ele me levaria para algum lugar especial dele que poderia ser haver um significado por trás.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Qua Nov 02, 2016 8:20 pm



haunting my mind



Encerramos nossa conversa comigo falando toda a minha história sem nenhuma resposta do outro, e então com minha sugestão de irmos embora o outro acabara por me seguir até a saída, provavelmente esperando que eu levasse-o para algum lugar. Cocei a testa olhando para os locais ao nosso redor, erguendo a mão para um táxi qualquer que parou para nós. Sorri, com a cabeça indicando que ele entrasse ali comigo.

— Provavelmente deve estar se perguntando porque uso táxi quando posso me teleportar... bem, prefiro coisas mais normais, sabe? Manter as aparências. — Expliquei-me um pouco feliz, apesar de saber que Liam não dava a mínima para o que eu pensava. Dei o endereço de uma movimentada rua de Gotham alguns quarteirões logo à frente. Cruzei as pernas e tamborilei os dedos em minhas coxas.

— Então... Liam, quando planeja sair dos Jovens Titãs? Você definitivamente não é um grande herói e nem se caracteriza como vilão, então o que pretende quando tiver pleno controle dos seus poderes e o grupo não lhe for mais útil? — questionei-o um pouco interessado em sua resposta, pois já sabia que de certa maneira o outro sabia ser bom em surpreender e contar boas histórias.

Enquanto íamos fazendo nosso percurso, logo chegamos numa rua com um amontoado de pessoas na porta de uma boate. Não era minha intenção ficar por lá, para ser sincero, preferia o bar no final da rua, já na esquina, bem mais calmo, com músicas mais alternativas e sem tanto barulho ou chatice. Desci do carro pagando o adorável senhor gentil e fui na direção do bar cantarolando baixinho uma música do The Black Keys, logo adentrando no bar tipicamente rústico e country, pedindo cerveja e sentando-me num dos bancos, apoiando os braços no balcão e sorrindo para o atendente, cujo nome já sabia, Gregor. Logo recebi meu pedido junto de um prato de batatas fritas e comi um pouco delas, oferecendo algumas para Liam.

— A maioria dos caras daqui parecem machões assassinos que te encaram estranhamente, mas não se preocupe; eles são uns amores. — Falei baixo, próximo da face de Liam, dando uma piscadela para o ruivo e então acenando para um homem careca com barba ruiva bebendo uísque, que acenou de volta, mas depois apresentou o dedo do meio. — Viu só? Eles sabem ser gentis. — Dei de ombros, sorrindo levemente para Liam e bebendo da cerveja geladinha.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Qui Nov 03, 2016 1:09 pm

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Não posso considerar uma irritação qualquer a forma como as palavras dele me tocaram. Considerava eventos isolados no início da noite, mas já havia falado e ouvido tanto sobre nós que os termos de desconhecido praticamente fugiu de nossas mentes para pensar sobre a situação. Ele não gostava dos poderes, eu entendia parte desse desgosto porque eu provavelmente sentiria o mesmo se alguém me controlasse e me usasse como uma marionete.

Gostaria de ter até um senso de investigação para afirmar que compraria essa briga para ele, mas seria uma grande mentira porque não assimilaria o problema desse garoto. Não por não o considerar um problema que eu possa realmente encontrar, mas porque o doutor maluco é dele e eu não admitira roubar a oportunidade de outro de enfrentar seus próprios demônios. Meio cliché esse papo furado neh? Um pouco, admito.

No táxi, ele me fizera uma pergunta sobre eu sair dos Titans e me peguei pensando sobre quando entrei no veículo, porque lembro dele chamando e do carro perto de mim, mas não de entrar nele. Estranho lembrar do início, estar no fim e esquecer do meio do caminho. Virei a cabeça para a janela e falei vagamente como pensava nessa resposta todos os dias que precisava de foco: - Não estou nos Titans pelos meus poderes, eu tenho mais controle do que qualquer um acha que conhece os meus limites. Estou no grupo para conhecer trabalho em equipe, porque se eu sair tenho de ter algo melhor e possivelmente criaria outro grupo mais das ruas se conhecesse outros interessados para ingressar.

O automóvel parou e ele foi me levando para um bar, me fazendo arquear uma sobrancelha pela maneira como ele era livre naquele lugar e ainda era um lacaio da Waller. A palavra “propósito” piscava na minha mente como um foco a alcançar que eu não admitiria para o outro, de fato queria um grupo mais próximo de mim que eu confiasse como com a minha mãe. Achava que faltava pessoas assim, focadas no dia-a-dia onde tem ladrões e acidentes grandes demais para os guardiões da cidade normais como bombeiros e policiais.

Todos os grandes começaram com coisas normais, mas agora que cresceram essas coisas estão desenfreadas e por isso precisam de quem lide com elas. Neguei as batatas que me eram oferecidas e pedi um Martini duplo para o barman e sorri educadamente para o outro enquanto esperava o pedido. Tentando sair do silencio, o questionei: - Porque me trouxe aqui?



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Sex Nov 04, 2016 4:17 pm



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Pensativo, ouvi Liam falar que estava no Jovens Titãs não para controlar os seus poderes, como dito anteriormente, e sim para conhecer como era trabalhar em equipe. Pendi a cabeça para o lado direito apoiando-a em meu ombro, estreitando os olhos achando o ruivo um pouco ambíguo, entretanto mordi o canto do lábio inferior e então me endireitei no banco, assumindo uma pose ereta e bebendo de um copo de cerveja oferecido pelo Gregor. Suspirei, terminando de beber do líquido e então apoiei meu queixo na mão esquerda, e então fiquei meio confuso com sua pergunta sobre eu ter levado ele até o bar.

— Bem... no banheiro há camisinhas. Estava afim de transar hoje, sabe? — alonguei os braços para o alto, sorrindo maliciosamente para Liam dando uma piscadela para o ruivinho. Olhei-o com ar devasso, descendo os braços e pousando a mão direita em sua coxa, apertando-a enquanto aproximava meu rosto do seu. — Vamos? — ergui as sobrancelhas, e acabei não conseguindo disfarçar e gargalhei, retirando a mão de sua coxa e colocando fios loiros impertinentes de minha testa para trás.

— Brincadeirinha... mas se você quiser eu topo. — Continuei rindo, abanando as mãos em descaso, entretanto falei um pouco mais sério, encarando-o com sorriso. Gregor encheu de novo o meu copo, vindo com uma outra garrafa de Martini, preenchendo o copo de Liam. — E esse seu grupo das ruas? Seriam heróis desajustados querendo defender as ruas suburbanas de traficantes e Zé Droguinha ou iriam combater forças malignas de nível internacional? — perguntei-o com interesse, apesar de já saber que não poderia nem sequer aproximar-me desse grupo futuramente criado, ou eu teria minha cabeça explodida por estar associado a um grupo não registrado.




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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Seg Nov 07, 2016 11:18 pm

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Arqueei a sobrancelha direita com a fala dele, quase que precisamente o que queria, mas meio sem graça de tocar no assunto. Suavizei o rosto por pouco enquanto bebia o drink sentindo ele me tocar perguntando novamente se eu aceitava o que me perguntou. Retornei o copo para o balcão com telecinese e voltei a focar ele nos olhos curioso com a sua forma de agir, quase como se me testasse, assim como estava fazendo com ele.

O momento se alterou um pouco e sorri para o mesmo para comentar algo antes de responder o mesmo: - Você não é um espião da Waller, ou é muito ruim pra ser sincero, mas gostei dessa sua despreocupação do que eu falo. Não importa mesmo porque estou com os Titans, eu havia perdido meu foco sem minha mãe e acho que estou me encontrando de novo com eles. Agora... - Parei de falar para terminar meu drink numa virada de cabeça e de copo, retornando a olhar pra ele com certo incomodo na garganta para voltar a falar:

- Se você quer mesmo transar, deveria me propor assim. - A frase morreu conforme me levantei do banco, toquei as pernas do outro como apoio, subi a mão direita pelo seu corpo sentindo a estática dele e a repousando no pescoço do mesmo enquanto que minha boca trabalhava em contato com a dele. Foi suave com um selinho rápido e provocativo querendo que ele sentisse vontade de continuar, em seguida aumentando a rapidez conciliando com a intensidade do meu aperto em seu pescoço e perna para realmente marcar minhas intenções com aquele ato.

Ele ainda não me deixava em alerta, parecia de fato entregue ao momento apesar de eu agir sem impulsivamente. Afastei-me dele passando o polegar e indicador nos cantos da boca, sorri e andei para o lado dele: - Pode relaxar que quando eu formar meu grupo, você vai ter passe livre de visitante e quando se livrar dessa coleira meu cachorrinho, vamos delimitar suas áreas começado com o banheiro daqui. - Sussurrei em seu ouvido apenas para ele e me afastei dele indo para o banheiro. Usando qualquer detalhe que encontrasse ali em meio aos outros visitantes. Logo avistei o aviso em neon e o segui entrando no local, indo direto para o espelho verificando se não alterei nada na minha forma verdadeira sem querer, enquanto esperava Bash chegar.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Qui Nov 10, 2016 1:02 am



haunting my mind



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Não sabia o motivo pelo qual me olhavam tanto naquele bar. Talvez fossem minhas roupas bonitas e bem passadas, diferentes dos jeans surrados e jaquetas de couro desgastas, talvez fosse minha beleza e o poder incrível que eu exercia. Não sabia exatamente o porquê, mas agora muitos nos encaravam ali como se fôssemos algo incrível e ao mesmo tempo surreal, e dei de ombros distraidamente bebendo de minha bebida, e foi quando ouvi o outro comentar algo sobre eu não ser um espião da Waller e sobre gostar de minha despreocupação. Fitei-o, não sabendo se desgostava ou não de sua opinião.

— Não sou um espião, estou mais para agente tático. Uso meus poderes e transfiro equipamentos e objetos preciosos para a base, mato organizações inteiras em cinco minutos... sirvo para isso, apenas. — Expliquei-me, no fundo sabendo que eu apenas dava tais afirmações para o outro como forma de me sentir melhor, visto que ser chamado de um péssimo espião era algo um tanto quanto desconfortável, entretanto relevei com o aperto súbito em minha coxa. Sorri sem jeito à medida que o outro avançava comentando sobre a forma correta de chama-lo para transar. Meu fôlego se fora, assim como minha atenção no mundo ao meu redor, e tudo o que podia sentir eram os lábios dóceis nos meus.

Ergui a mão direita, estalando os dedos e uma música começou a tocar, enquanto todos nos ignoravam, provavelmente por manipulação minha. A música (link) era antiga e renovada no ritmo, e eu amava-a, e como impulso senti a intensificação do beijo e quando ele terminou tudo o que dizer foi um “uau” baixinho, sorrindo largamente e levando os dedos indicador e médio aos lábios, apreciando o gosto. Ele logo colocava-se de pé, me informando que eu teria passe livre para o seu grupo e que eu, “cachorrinho” segundo suas palavras, iria livrar-me da coleira e que nós iríamos delimitar áreas, começando pelo banheiro. Vi-o sumir, e então ergui as sobrancelhas abrindo um malicioso sorriso, enquanto ninguém percebia o beijo e a ausência de Liam por todos estarem sob efeito de minha ilusão – eu gostava de privacidade. Pus-me de pé e decididamente aumentei o volume da música entrei no banheiro, mordendo o lábio inferior.

— Olá, você vem sempre aqui? — perguntei com as mãos nos bolsos, maliciosamente. Um riso escapou de meus lábios e aproximei-me de Liam, pousando minha mão direita na lateral de seu abdômen e a esquerda próxima de seu cinto, o qual logo alcancei e desafivelei. Um intrometido saiu de uma das cabines, e revirando os olhos pelo clima encarei-o, irritadiço, ergui a mão esquerda e joguei-lhe uma bola de fogo, atingindo-o no rosto, e o mesmo caiu morto. — Onde estávamos? — voltei-me para Liam, terminando de puxar todo o cinto e deixando-o cair ao chão.

Empurrei-o contra uma parede, beijando-o nos lábios e segurando suas partes íntimas com a mão esquerda, apreciando a grossura e volume, movendo-o por cima da calça e cueca ainda, que logo seriam atiradas bem longe. À medida que nosso beijo tornava-se agressivo, minha mão direita subia por seu corpo bem torneado e pousava em seu peitoral, e empunhando força rasguei um pouco da sua camiseta, selvagemente mordiscando seu lábio inferior. Cessando o beijo em seus lábios, comecei a beijar-lhe o pescoço, explorando a pele alva e descendo até seus ombros, aproveitando-me de minha posição curvada, me agachei e dirigi-lhe uma piscadela repleta de luxúria. Baixei por fim sua calça, observando a cueca boxer apertada pelo volume, o qual beijei-o repetidamente, passando a língua pela carne espessa coberta pelo pano, provocando-o.




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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Ter Nov 15, 2016 10:36 pm

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Sorri de maneira boba com a referência de uma cantada velha para o momento e me virei no momento certo para seu encaixe com o meu corpo. Ele fora rápido desatando meu cinto e enquanto beijava o pescoço dele vi de relance ele assassinando um garoto qualquer que estava ali. Mexi o indicador e o médio na direção do garoto enquanto puxava a blusa dele para o lado dando leves beijos no ombro e trocando o efeito do ataque que Bash atirou nele.

Não deveria durar muito, mas seria o suficiente para transar com ele sem que ele se incomodasse com um corpo de alguém ali pra limpar. Meu cinto caiu no chão e fui empurrado contra a parede, sorri malicioso pra ele logo recebendo mais de seu beijo fogoso e sentindo suas mãos me tocando onde queria. Passei a mão esquerda pelo braço do outro enquanto a direita apertava suavemente sua bunda quase que seguindo a selvageria que ele me passava com a boca.

Foram beijos, tentativas de rasgar minha camisa por completo e então beijos no meu corpo, meu ponto mais fraco além da virilha. Entrei com minhas mãos na calça do outro apertando a bunda dele e puxando contra mim quase que ficando o mais próximo quanto possível dele. A provocação foi mais longe com ele descendo minhas calça e passando a língua por cima da cueca. Gemi baixo com aquela sensação úmida contra meu membro, sendo mais provocativa do que os apertos de mãos por cima da calça jeans levemente folgada.

Apertei o braço dele com a mão direita e o subi podendo beijá-lo novamente quase que uma carga enérgica para o corresponder e descendo como ele. Fui rasgando a blusa dele enquanto sentia a intensidade da briga entre nossas línguas, passando para seu peito quase liso de pelos finos e claros. Passei a língua em cada mamilo e mordi-os de leve enquanto desfivelava aquele cinto e o puxava contra mim sentindo aquela folga da calça dele. Aqueles mamilos rosa e aquela pele clara foi como uma perfeita combinação do pouco sol que o outro deve ter tomado nos últimos anos.

Me permiti descer mais pelo corpo dele, abrindo a calça e descendo tudo, sentindo algo no meu peito forçando pra subir um pouco e os no meu queixo logo chegando na boca com a minha aproximação. Segurei o membro novo pela base para levantá-lo contra a barriga dele e lambi sua extensão toda, como se faz com um picolé no calor e aquelas gotinhas já derretendo dele. Ele era quente e um gosto suave talvez do gozo e não salgado como alguns semelhantes de porcos ficam. Terminei aquela limpeza e o desci colocando a cabeça na boca e passando a língua o máximo que podia sem achar que sairia tudo naquele momento.

Retirei um pouco da boca e beijei sua perna direita enquanto fazia um movimento leve de punheta para sentir mais daquele membro antes de começar algo mais forte. Precisava sentir a textura e o ritmo daquela grossura atual antes do ponto de bala que ficaria em breve. Desci minha mão esquerda tocando na calça e a fazendo desaparecer assim como o casaco que vestia ficando apernas de cuecas e a camisa meio rasgada que ele me deixou. Virei o pênis para a direita e o beijei da base até a cabeça, deixando reto por mim e abocanhando ele com calma começando um ritmo gostoso para eu aumentar aos poucos.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Qua Nov 16, 2016 3:36 am



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E ali estávamos nós, com nossos corpos próximos um do outro e nos beijando intensamente, enviando sensações elétricas por todo o meu corpo. Beijava e passava a língua selvagemente por seu membro coberto pelo tecido de sua cueca, até que o outro pareceu cansar-se do meu trabalho e ele então começou fazer o trabalho por si só, agachando e brincando com meu membro, que a cada toque em meu corpo e lambida em meus mamilos tornava-se mais e mais ereto. Suspirei, observando-o lamber da base até a glande de meu pênis, o que fez um pouco de líquido seminal escorrer por minha perna. Observava-o com um prazer flamejante, até que puxei-o pelos cabelos e beijei-o, com uma fome imensa, sentindo meu gosto e o dele unidos perfeitamente. Segurei seu membro, concentrando-me e fazendo por fim nós dois estarmos completamente despidos.

— Pelo amor de todos os deuses, engole logo! — implorei engolindo em seco e vendo-o engolir a extensão de meu pênis, que pulsou e ficou em estado de total ereção, logo o prepúcio recuou expondo a glande e finalmente pude me recostar na pia de mármore do banheiro enquanto recebia o ótimo sexo oral do outro.

Interrompi-o bruscamente, retirando meu membro de sua boca de lábios fortes, e então beijei-o inúmeras vezes, mordiscando seu lábio e encostando nossas testas, sorrindo brevemente para o ruivo. Ele era mesmo muito bonito. Levei suas mãos ao meu traseiro, fazendo o outro apertá-lo. Ficando de joelhos, segurei a base de seu membro com a mão direita, primeiramente passando a língua calmamente por seus testículos, logo engolia o primeiro e depois o segundo, em seguida colocava ambos na boca e soltava-os, repetindo o ato até que passei a língua que foi da base até a glande, a qual engoli com gosto. Forcei o membro e então consegui engoli-lo por completo, sentindo as bolas úmidas no queixo e a base do pau do outro nos meus lábios. Permaneci certo tempo daquele jeito, para então voltar e repetir o processo mas agora sem pausar, acerando os movimentos enquanto com a mão direita massageava seus testículos e com a esquerda passava a mão por seu traseiro, apertando-o e encontrando sua entrada, a qual cutuquei com o dedo indicador.




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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Seg Nov 21, 2016 10:02 am

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Me sentia quase que com soluço pela forma como respirava limitadamente. Soltava um pouco e já precisava demais pra não sufocar, mas também não conseguia normalizar com o prazer que me atrapalhava fazendo com que liberasse o ar cedo demais. Era uma sensação gostosa ter aquela boca em mim, enquanto passava minha mão direita em seus cabelos.

Já devia ter bagunçado tudo, mas se não conseguia realizar tal feita quando o segurei com ambas as mãos e fodi calmamente aquela boquinha já aumentando o ritmo com a língua não atrapalhando tanto. Engoli em seco sendo o frio na barriga, retirei o membro da boca dele e o subi para o olhar nos olhos por uma fração de segundos antes de o beijar sentindo meu gosto e sua nervosa em se manter ocupada me tocando de qualquer maneira.

Sorri malicioso entre os beijos e mordi seu lábio inferior em meio ao carinho que lhe dava. Esperei ele se recuperar do susto um pouco e me aproximei beijando seu pescoço aos poucos: - Minha bunda está fora do seu limite de hoje, cachorrinho. Seja obediente e dê atenção a minha parte da frente.

Não esperei muita resposta dele, passando mais pra lateral do mesmo enquanto mexia com sua bunda e a pele de seu membro sentindo os detalhes dele que coloquei na boca. Possuía algumas veias e a cabeça era proporcional ao corpo, bem desenhado para uma entrada tranquila, mas ainda assim essa noite não seria a ideal. Pelo menos pra mim. Me mantive beijando e o tocando mantendo meu traseiro fora dos limites do primeiro encontro.

Ocasionalmente ficaria mais livre é claro. Provavelmente mais bêbado, ou com um tempo mais solto no clube noturno poderia ficar menos temperamental, mas no momento estava quase explodindo enjoado daquele ambiente. Segurei minhas intenções, interagi mais com ele sem perder o foco dos toques e o perguntei: - Se estiver tudo bem pra você também, senão podemos encontrar um passivo ali fora e o fodermos juntos se preferir. - Acariciei sua nuca descendo o rosto dele com beijos suaves até o pescoço esperando uma resposta oficial.



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Re: [RP ATEMPORAL] Keep on haunting

Mensagem por Dante H’gar em Qua Nov 23, 2016 12:21 am



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Admito que a sensação era acima da que eu esperava obter naquela noite. O membro de Liam era grande e na medida certa, possuindo grossura e calor excepcionais, cabendo em minha boca inteiramente, sentindo seus pentelhos a centímetros de meus lábios, os quais movimentavam-se indo e vindo engolindo seu pênis, acomodando-o e envolvendo minha língua com maior aplicação de intensidade na sua glande, que liberava um delicioso e salgado gosto de sêmen que eu esperava sentir completamente em mim. Fui puxado para um beijo, diferente do membro ereto e pulsante sentir sua boca úmida e cheia de vida era bastante confortante também, então retribuí sendo surpreendido pela mordida em meus lábios. Senti seus beijos e mordidas na região de meu pescoço, o que me animou novamente me retirando do estado de choque pela dor da mordida. Não pude evitar rolar os olhos de prazer e sentir meu pau pulsar ao ser chamado de “cachorrinho”.

— Hum, tudo bem, meu dono, perdão por ser um cachorro malvado. — Falei num tom falsamente manhoso de desculpas, olhando-o com certo ar de inocência. Não fora minha intenção, mas acabei por ler seus pensamentos, não de forma completamente nítida mas sim superficial, onde pude encontrar certo receio. — Tudo bem, eu posso ser bem versátil e, além do mais, para quê ter outro passivo quando têm eu bem aqui? — consolei-o, beijando seu queixo e levando as mãos do ruivo ao meu bumbum, fazendo com que o outro apertasse e, se quisesse, estapeasse ele o quanto quisesse. Queria me sentir bem e como sempre faria de tudo para conseguir agradar meu parceiro da noite – na verdade, enxergava Liam como uma companhia fiel e fixa, muito além de uma simples noitada.

Como vi ou ouvi algo relacionado a ele não gostar do ambiente, lentamente beijei-o enquanto concentrava-me no ambiente ao nosso redor, e então quando abri os olhos estávamos na beirada de uma praia, cuja água noturna era brilhante num forte tom azulado. Era uma das praias de uma ilha paradisíaca, pelo visto, lembro de tê-la visto em algum local pela internet. Empurrei Liam pelo peitoral, agarrando-o e beliscando um de seus mamilos, fazendo então o ruivo deitar-se num longo manto vermelho estendido pela areia escura da praia. Beijei os mamilos de Liam, sugando-os e mordiscando-os, deixando marcas de beijos fortes e então desci os lábios beijando e passando a língua por seu abdômen definido, até que cheguei ao seu membro, que lentamente o pus na boca, iniciando um sexo oral lento, onde eu passava a língua pela cabeça, colocava o corpo daquele pau considerável na boca e o engolia, repetindo o processo.

Decidindo ousar, decidi inverter as posições. Me posicionei de quatro com as mãos próximas da cintura de Liam, e estava com meu traseiro próximo do rosto do outro, pronto para ele usá-lo o quanto quisesse. Abocanhei seu membro, agora acelerando o ritmo enquanto sentia meu membro roçar no seu peito à medida que eu movimentava o corpo para acompanhar o gingado do sexo oral. Tudo ao som do ir e vir das ondas.




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