[RP FECHADA] - This Gonna Hurt, I Say!

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Mensagem por Dante H’gar em Dom Out 23, 2016 10:23 pm

This Gonna Hurt, I Say!
a roleplay é iniciada pelo post de Sebastian Harkness, seguindo por Alexander K. Wayne. estando então, fechada para os demais. passando-se esta em 28 de outubro de 2016, sexta-feira, num bar em Gotham. o conteúdo é restrito para menores. atualmente as postagens estão em fase de andamento.


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Re: [RP FECHADA] - This Gonna Hurt, I Say!

Mensagem por Dante H’gar em Dom Out 23, 2016 11:20 pm

+18




this gonna hurt



Estava entediado, ultimamente. Cumprindo pena na prisão de Belle Rive, eu vivia confinado, sendo limitado a apenas ler livros, ter suco vez ou outra e alguma comidinha gostosa como regalia pelo meu bom comportamento. Não era para menos, afinal, com tantos crimes cometidos por mim no passado tudo o que eu queria no momento era pelo menos ter um pouco de paz e sossego, me vendo livre de todo o domínio mental de Viktor. Estar completamente liberto das manipulações do poderoso telepata e mafioso era uma bênção da qual eu não queria fugir, e eu tinha de conviver entre estar no limiar de duas prisões: a mental e a física, e eu preferia, não, morria de vontade de estar cem por cento livre de ambas as prisões. Por isso, aceitei ingressar na Força Tarefa X de primeira, sem nem pensar duas vezes. Mentiria se dissesse que foi o espírito da vingança e a ideia insana de que numa das missões eu poderia encontrar o famoso grupo de mafiosos conhecidos como Serpentarius.

Era sexta-feira, já eram dez da noite, aproximadamente, e lá estava eu em mais uma missão. Inicialmente eu deveria recolher informações e digitais de um vigilante de uma empresa, que os pessoais – meus chefes – desconfiavam de que ele estava relacionado a uma gangue japonesa, chinesa ou coreana – não prestei muita atenção, apenas recolhi os dados na base e fui embora, e além do mais, qual a diferença entre os nossos amiguinhos de olhos puxados? Pulei do sofá, apoiando minhas mãos no carpete vermelho e empinando meu traseiro mordendo o lábio inferior, sentindo o membro do outro me invadir. Sim, devia recolher informações e matar o bandido, mas por que não transar com ele antes? Ele era tão grande, peludo e com mãos fortes e membro grosso que não resisti. Dei para ele. Mordi o lábio inferior, fechando os olhos e perdendo o fôlego com a estocada final. Ainda engatado em seu membro, me virei, sorrindo para ele e esperando que ele se inclinasse e, ao fazê-lo, retirei de debaixo da mesa da sala uma faca e rasguei sua garganta.

Sexta-feira sempre tinha sangue e morte, ora! Devidamente arrumado e levando o corpo enorme do meu ursão dentro de um saco, desci as escadas ignorando o óbvio elevador com possíveis testemunhas e saí pelos fundos do meu apartamento, jogando o cadáver no lixo e limpando as mãos. Ouvi o celular tocar, atendendo-o de prontidão, e do outro lado ouvi a voz mandona da Waller.

— Oi, titia, tudo bem? Acabei de descartar o vigilante bandido e mafioso da gangue chinesa... coreana, japonesa... ah, tanto faz! Enfim, matei um dos guardas dele e descobri o endereço, acabei de mandar para o e-mail seguro. — Falei animadamente, andando rumo a um bar aberto às onze da noite enquanto com a mão livre limpava uma gotinha vermelha na jaqueta negra de couro, que colocava em evidência meus músculos, assim como a parcialmente justa calça clara jeans.

Cheguei em um bar tipicamente americano, cheio de madeira do chão ao teto, várias garrafas antigas em uma estante mal feita e um cara meio estranho limpando os copos preguiçosamente. Entrei ignorando os olhares dos outros homens, que não pareciam dispostos a comprar briga comigo – talvez minhas roupas convencessem de que eu era um deles. Sentei-me num banco e pedi tequila, e logo notei um homem jovem, diferente de todos os outros homens barbudos e velhos metidos a motoqueiros. Desci do banco com meu copo e sentei-me do lado do moreno, abrindo um sorriso exagerado.

— Oi? Prazer, sou Sebastian. — Estendi a mão, sorrindo para ele de forma agradável. Por que não ter amigos?



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Re: [RP FECHADA] - This Gonna Hurt, I Say!

Mensagem por Alexander K. Wayne em Seg Out 24, 2016 12:41 am

Num bar em Gotham
hit rock bottom

“Anos de vida desperdiçados”, pensava Alexander. Desde que se lembra por gente, foi treinado para ser um cientista, um guerreiro, um salvador. O homem mandado para o passado para impedir o fim do mundo por conta da guerra invencível contra as máquinas inteligentes de seu tempo. Todavia, alguém brincou com a linha temporal, mudando não apenas o passado, mas, obviamente, o futuro no processo. O Messias do futuro era agora, em poucas palavras, um salvador desnecessário.
Seguindo a lógica, ele seria apagado da história com uma mudança tão drástica como essa que ocorreu. Seus pais não existiam mais, ou não eram como deveriam ser. De qualquer forma não seria possível nascer um Alexander Wayne nesse passado-alternativo para ele poder voltar no tempo para salvar o mundo. Nem mesmo a IA do bat-traje possuía alguma explicação para esse fenômeno desconhecido.
Como meio de manter a mente em pensamentos menos depressivos, optou por manter Gotham segura, ou pelo menos tentar.
— Senhor, esse é o prédio de acordo com a informação extraída daqueles criminosos — explicou ALFRED, a IA de seu traje.
Na beirada de um prédio de quinze andares, Batman analisava o edifício em frente com seus scanners. Havia interrogado uma gangue de ladrões mercenários poucos instantes atrás para descobrir o paradeiro de uma das cabeças de uma organização criminosa de Gotham. Porém, os ladrões sabiam somente a localização de alguém que conhecia o líder. Aquilo cheirava a mentira, mas não custava verificar.
Em um salto com direito a cambalhota no ar, os planadores do traje se abriram para leva-lo em direção a janela aberta do outro lado da rua. Graças a tecnologia de um futuro apocalíptico, o cálculo para aquele salto foi perfeito, fazendo-o aterrissar sem nenhum problema dentro de uma sala vazia.
“Vazia? ” De acordo com as informações coletadas, o homem que procurava deveria estar ali naquela hora. Uma surpresa inesperada para uma sexta-feira. Seria uma procura desnecessária para alguém desnecessário? Fosse ou não, merecia uma investigação e foi que Alex deu início. Inicialmente procurando marcas de calor no infravermelho, descobriu que alguém estivera por ali há pouco tempo.
— Isso é estranho. Por que essa mesa está quente... — uma cena obscena veio em mente. O motivo era simples demais, sexo. Seu alvo havia feito isso com alguém e logo após isso saíram dali, o que não é comum.
Um calafrio percorreu a espinha de Alexander quando avistou uma gota de sangue próxima à mesa. O que começou em diversão, acabou terminando em assassinato. Outra pessoa conseguiu encontrar aquele homem e o matado antes do Batman chegar. Ironia do destino o viajante do tempo chegar atrasado.
Era a gota d’água que Alexander precisava. Sem conseguir chegar aonde desejava com a investigação, decidiu descansar. Era uma sexta-feira, tarde da noite e ele se encontrava exausto psicologicamente. Sendo ainda um jovem de vinte e cinco anos, inevitavelmente iria parar em algum momento num bar. Ele precisava relaxar.
Como Alex, e não como Batman, entrou no primeiro lugar que encontrou para beber qualquer coisa. Em sua época não haviam muitas opções para ser criterioso. Sua roupa era do estilo comum de um cidadão, mas pouco similar a utilizada por gente que frequenta um bar nos confins de Gotham. Apesar de ser diferente, não foi incomodado. Em pouco tempo ele conseguiu um copo e uma garrafa de cerveja. Não reconhecia a marca, mas era a melhor que tomava em muitos anos.
Em meio aos seus devaneios, uma mão surgiu em sua frente. Uma mão de verdade. Alguém se apresentava e o cumprimentava. Ele correspondera ao cumprimento.
— Olá. Meu nome é Alex — apresentou-se durante o aperto de mãos, aproveitando para dar uma olhada rápida no corpo dele. — O que trouxe você a um fim de mundo como esse? — Puxou assunto. Não desejava passar a noite depressiva sozinho, nem sóbrio.
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Não há mais um futuro para voltar, exceto aquele que pode ajudar a construir agora nesse novo mundo, nesse novo presente...

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Re: [RP FECHADA] - This Gonna Hurt, I Say!

Mensagem por Dante H’gar em Seg Out 24, 2016 12:14 pm



this gonna hurt



O bar era um pouco escuro, com luzes amareladas no teto e uma TV antiga acima da estante de iguarias alcoólicas, exibindo um jogo de futebol americano sem graça. O bar poderia ser considerado chato por todos aqueles barbudos em roupas de couro quietos, bebendo cerveja e vez ou outra batendo na mesa em felicidade ou chateação por causa das partidas. Terminei o meu copo, erguendo-o e então pedindo uma garrafa de cerveja para mim e para o moço moreno que estava sentado na mesma mesa que eu, o que era estranho. Ou isso, ou eu havia sentado na mesa dele, se bem que eu não me recordava direito como vim parar neste bar, de qualquer forma. Ele apresentou-se como Alex, questionando em seguida como eu havia parado naquele fim de mundo. Acabei rindo, olhando para o teto encardido e as luzes tortas dali e curvei o lábio inferior dando de ombros.

— Para ser sincero, não faço a mínima ideia de como vim parar aqui. Acho que foi por causa do meu trabalho. — Falei meio sem jeito, erguendo os ombros e fazendo uma leve careta de “fazer o quê?”, sorrindo e expondo meus dentes meio tímido. Sentia-me lúcido, bem, como nunca antes, talvez fosse o fato de eu ter dado um tempo no trabalho e decidido ser normal e ir beber um pouco num bar qualquer. Apenas rezava para meu lado insano não surgir novamente, ou isso ou eu poderia machucar todo mundo ali.

— E você, como veio parar aqui nessa parte obscura de Gotham? É muito diferente do perfil marginal e bandido desta parte da cidade... — semicerrei os olhos encarando-o, aproximando meu rosto do dele para não sermos ouvidos pelos motoqueiros ou o garçom arrogante, para não gerar brigas desnecessárias. Alex não parecia ser um homem de Gotham; todo alinhado e bem vestido, apesar de não ser completamente formal, mas mesmo assim estava cem por cento acima da média dos maltrapilhos dali.

Logo, o garçom careca e de lábios em constante e tortuosa expressão de chatice nos entregou duas garrafas de cerveja, e como imperativo abri a garrafa e limpei a ponta da garrafa com a ponta da minha camisa, unindo os lábios meio desaprovador, levando um olhar de ódio do garçom. Olhei-o, meio tímido e baixando os ombros encabulado, e ele deu as costas indo limpar o resto dos copos. Virei-me para Alexander, sorrindo de canto com a quase discussão e consequente briga que não aconteceu por muito, muito pouco.

— Que fim de mundo! — sussurrei comigo mesmo. Antes de poder puxar mais papo, fui chamado a atenção pelo dispositivo.

— Merda, preciso ir! Foi bom conhece-lo, bonitão. — Sorri e saí dali, indo para as ruas de Gotham ir para mais uma missão.




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