CALLAGHAN, BJORN KON-EL

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CALLAGHAN, BJORN KON-EL

Mensagem por Deathstroke em Ter Out 25, 2016 11:30 pm

Não sou o reflexo dos outros, posso ser parecido, mas meu caminho sou eu que trilho.
Proveniente daquele que desapareceu, Bjorn Kon Callaghan foi a nomenclatura dada por aqueles que o conceberam, porém, se tornou reconhecível como Superboy. Natural de Dallas, USA. Tende a ser confundido com Brenton Thwaites. O registro da sua data de nascimento é anotada como em sete de maio de mil novecentos e noventa e um, ou seja, tem as solas dos pés tocadas ao solo da Terra há vinte e cinco anos. O seu conceito moral de bem x mal x caracterizou como um Chaotic Good, o que permitiu se transformar em um Antihero.

Invejadx por sua especialização de defensor. nove é a medida exata aplicada na Força do ser em questão; o exímio intelecto é algo reparável pela pontuação de nove em Inteligência; seguro de si como uma parede, a escala até então de resistência é dezessete; tão inalcançável como o vento, imperceptível como a sombra, a velocidade vitoriosa atinge atualmente em dez; a vitalidade é definida pelo vigor, e está nivelado em treze; carisma é sinônimo de cativar as pessoas, ou subjugá-las com a lábia, e chega a doze.

"O que falar sobre os talentos delx? Estupendas. Embora, as informações estão vagas." Fisiologia Kriptoniana Clonada: Sob os efeitos do sol amarelo, Superboy possui os poderes de um kriptoniano comum. Seu único défit é que não consegue assimilar tanta energia solar como outros semelhantes kriptonianos, portanto não consegue ficar na forma alimentada que o Superman entrou com sua aproximação do Sol. Naturalmente consegue resistir até o toque de lava, mas não considerando sua perfeita invulnerabilidade como um kriptoniano.

Visão sobre-humana: Variando de possibilidades com o que é usada, pode variar as capacidades de Superboy. Podendo funcionar nos meios mais comuns como telescópica, ou microscópica sem violar as leis da física, como também infravermelha nos casos mais variados da noite pela escuridão do ambiente. Em uma versão mais tecnológica, percepção do espectro eletromagnético de sinais de rádios/televisão, assim como outros tipos de transmissões e frequências. Permitindo evitar a detecção por meio desses sinais se forem de radar por exemplo. Para um uso mais humano, quase que social pode ver a aura que os seres vivos liberam, com cores diferentes para as variadas emoções dos mesmos.

Visão de calor simulada: Vibrando moléculas dentro de sua linha de visão, ele pode definir as coisas em chamas através da aplicação de calor extremo.

Vigor sobre-humano: Conseguindo manter ação física contínua por um tempo limitado graças a sua limitada absorção de energia solar para transformar em energia.

Agilidade sobre-humana: Possuinte de uma agilidade extremamente elevada, conseguindo se movimentar de maneiras quase impossíveis.

Reflexos sobre-humanos: Dono de reflexos absurdamente elevados, conseguindo reagir instantaneamente a qualquer coisa lançada a si, poderes, ou até mesmo a perigos e acidentes.

Cura acelerada: Superboy tem uma capacidade de curar ele mesmo caso se machuque.
Auto-Sustento: Superboy pode viver e falar em vácuo do espaço muito bem.

Super-Respiração: Consegue criar ventos com força de furacões por exalar o ar de seus pulmões. Ele pode esfriar o ar quando ele deixa seus pulmões para congelar alvos, usando sopro congelante. Podendo também reverter e não só empurrar o ar pra fora, como também puxar enormes volumes de ar para seus pulmões.
Força sobre-humana: Ele já apresentava níveis de força sobre-humanos chegando até um par de toneladas sem esforço, com o tempo foi se estabelecendo um nível desconhecido depois de levantar a cidade de Kandor para o espaço sem os poderes psíquicos. Além do básico, ele utiliza um campo telecinético para levantar aumentar sua força se necessário.

Telecinese Tátil: O mesmo apresenta poderes telecinéticos completos; permitindo voo, levitar coisas, manipular e repelir objetos e pessoas, criar campos de força e disparar rajadas telecinéticos. O corpo dele está completamente cercado por um campo invisível de energia telecinética, protegendo-o do mal e reforçar as suas capacidades físicas. Isto também pode ser utilizado para manipular objetos que se encontram sobre a mesma superfície que o garoto.

Telepatia: Ele pode, pelo menos, ver e apagar memórias. Ele também aparentemente tem pelo menos algum tipo de resistência telepática.

Campo de Força: Com a criação de uma proteção ao redor de seu corpo, ele é capaz de resistir ou reduzir o prejuízo de ataques não baseados em energia, fazendo com que o objeto a ser desviado de seu campo pessoal. Balas e estilhaços são facilmente desviado, desconsiderando parcialmente sua invulnerabilidade (não é perfeita) nesse aspecto. Este campo não consegue repelir gases ou ataques baseados de energia, contudo sua habilidade está em progresso constante.

Intelecto Genial: Já tem demonstrado possuir superiores inteligente para que os seres humanos jamais poderia ter. Sua mente trabalha com velocidades incríveis e combinado com os poderes mentais, ele poderia ser um de seus maiores ativos em algumas áreas de raciocínio.

Multilinguismo: Devido aos seus únicos poderes psiônicos, ele pode aprender novas línguas só tocando a pessoa. Por enquanto demonstrou: Inglês e kryptoniano.

"Ele é uma pessoa que me deixou intrigado. Lendo o seu histórico, pude notar que os seus feitos são admiráveis, mas quero saber mais." Estava dormindo na faculdade quando aquela tempestade veio, a semana anterior já havia sido conturbada com pesadelos de surras que nunca sofri, mas agora fora a pior noite de todas. Eu vi quem era e eu sabia de tudo, mas não era eu exatamente, parecia uma outra versão de mim em outra vida. Vida. Essa era a resposta mais plausível. Só que saber o que era aquilo não mudava nada. Estava apanhando muito, sentia meu corpo fraco e meu último pensamento foi sobre o dono daqueles pesados socos “Ele parece o Craig”

Como um flash de luz nas foto, eu acordei ainda naquele sono pela minha falta de sensibilidade nas coisas. Sonhos tem esses defeitos para nos fazer perceber que não é real e sentir falta até das coisas ruins. Acordei em um local revestido de algo claro, talvez gelo, ou cristal se isso fosse possível com o tamanho daquilo tudo. Já sabia que estava na Fortaleza da Solidão, mas como sabia disso e o que era essa fortaleza não me recordava. Parecia que só tinha as respostas dos pensamentos principais dessa versão minha.

A versão de Craig no sonho apareceu, o uniforme parecia como o atual e então me toquei, ou pelo menos achei que tivesse entendido. Alguém parecido com meu irmão me matou, mas ele esclareceu ser uma versão dele de outro mundo, evitei minhas perguntas na mente já que não as falaria e seria inútil somar perguntas na mente. Era engraçado Craig tão coladinho num colam azul, acho que depois de anos nunca terei maturidade para vê-lo assim sem rir dele. Umas explicações sobre como revivi e como prosseguir sobre a minha morte, vieram as respostas que tinha em muita velocidade como rever minha vida em segundos.

Sorte talvez que eu dessa vida era um clone e não tinha tantos anos. Espera um pouco, EU ERA UM CLONE? Nossa, mas que estranho isso. Tim. Bart. Cassie. Dick. Clark. Connor, ou melhor, Superboy. Esse era eu. Ou pelo menos fui eu uma vez. Acordei pela primeira vez sem pressa de levantar da cama, sentia coisas demais, impulsos de força e velocidade nos meus movimentos que eram estranhos quase malucos de se aceitar estando sozinho. Furei a parede com o dedo literalmente achando que fosse de massinha pela facilidade que aconteceu.

Tentei voltar a dormir achando que era uma prorrogação do sonho anterior, mas sabia que não era e liguei para Craig me encontrar urgente na faculdade. Eu tinha dois irmãos com poderes, um deles não era bem confiável quanto ao meu estado de confusão e o outro era a melhor opção já era o mais presente na minha visão. Ele chegou após algum tempo que preferi ficar sem saber, ele não tinha segredos para ele e assim que pousou no telhado só levantei o olhar pra ele perguntando se ele reconhecia o nome Kal-El de Krypton.

Ele parou de andar surpreso, me ergui do parapeito do terraço e olhei para o céu como um desvio fácil dos olhos deles. Respirei fundo e contei sobre o sonho e ele explicou como no sonho o que me ocorreu, assim como minhas opções e o mínimo a ser feito que era controlar todas essas novidades que eu tinha em mim. Ele prometia me ajudar, mas ainda sentia os socos daquela versão jovem dele, a simplicidade em morrer e sentir toda aquela carga como Kol-El e tentar viver assim duas vidas em uma era confuso.

Ele não era diferente de mim de verdade, mas ele não teve família. Seu pai Lex era falso e só o queria usar, me usar contra a versão original que agora era meu irmão de verdade. Craig ficou ali contando alguma história que fazia sentido pelas memórias recentes, algo que ele repetia muito, mas não foi tão reconfortante como deveria ser. Levantei o olhar para o peito dele com o símbolo da família e o questionei: - E se eu usar ele? Iria envergonhar você, ou essa outra vida? - Ele sorriu e me abraçou, se afastou um pouco com as mãos ainda nos meus ombros:

- Repete o que disse para nossos pais, você não é como seus irmãos, seu caminho só você pode trilhar. Trilhe ele então. Use uma capa, ao invés de azul podia ser verde, ou o preto como já usou antes. - Concordei com a cabeça e o acompanhei levantando voo como se fosse supernatural de se fazer. O que consegui fazer foi uma pedra levitar, me despertando interesse e logo em seguida as lembranças de poderes novos devido a ressuscitação. Foi um formigamento na cabeça que me fez coçar como se algo estivesse andando ali, foi irritante saber que não passava e incomodava.

...

Alguns anos depois, eu estava mais adaptado as lembranças recorrentes de coisas que precisava saber como vilões e inimigos, ou demais coadjuvantes da minha outra história. A diferença era que ao invés de atuar em um grupo, ou praticar ator horríveis, eu agia sozinho, meu rosto estava claro sem máscara. A única falha das câmera eram as minhas tremidas quando parado para falar algo se necessário. Evitar qualquer quebra de regras e tirando os bandidos não havia reclamações de mim.

Seguis as ideias de antes, nada mudou, apenas uso os poderes em algo melhor vilanias egoístas, ou interesses controlados por terceiros. Eu tentei realmente a Liga da Justiça dois anos depois daqueles sonhos, admito que Craig deve ter mexido muitos barquinhos para conseguir me colocar lá dentro. Tinha problemas com autoridade e assumir isso duas vezes não era fácil, acabei por abandonar a liga na melhor saída que poderia ter feito e pedi desculpas ao Superman por isso, mas eles não eram o meu perfil.

Acho que essa vida normal como Bjorn alterou a forma de agir como Superboy e tudo ficou uma bagunça. Posso não seguir a vilania, mas igualmente não era um herói tão certinho assim, um anti-herói era a óbvia definição depois de tudo. As palavras que usei com meus pais passaram a ser quase um mantra pela forma que as usava e a quantidade de vezes que lembrava delas durante o dia. Parecia me fortalecer para quase qualquer coisa que fosse enfrentar, e mais ainda pra aguentar qualquer porrada, porque não morreria novamente. Sentia uma determinação mais forte em mim do que como Connor. Acho que a vida mais longa me dava mais razões pra viver e aproveitar o que tem pela frente.


"Me  diga, no que se baseaste para montar esses dados? Quais as suas referências?" Sobre a história base, eu usei referências do desenho Justiça Jovem. Quanto aos poderes e as descrições tem esse LINK e consultei aquele "dcwikia" comparando as descrições de poderes que não usaram aqui. No mais usei descrições que já usaram no fórum pra força e outros poderes da raça para o personagem.


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