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Mensagem por Joker em Ter Out 25, 2016 11:47 pm

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SEGUNDA-FEIRA, 24 DE OUTUBRO
Era noite em Gotham, como sempre parecia ser. As ruas eram encharcadas pela forte chuva, mais fortes que o normal. Iluminando cada canto da cidade, trovões dançavam em sua própria música, quase sem pausas. Durante as apresentações celestes, uma mulher choramingava toda vez que era agraciada com a chance de enxergar onde estava. Ela não estava sozinha, mas aqueles juntos dela não derramavam uma lágrima sequer.
— Por favor... não faça isso... — murmurava a mulher pela vigésima vez.
Um clarão, um estrondo. Um trovão. Mais clarões, mais estrondos. Mais um trovão.

TERÇA-FEIRA, 25 DE OUTUBRO,
DOCAS DE GOTHAM
Não havia forma melhor para acordar do que ter a visão de uma vítima de assassinato logo pela manhã, pensava o detetive Hodges. Muitos não suportavam ver um cadáver em uma situação como aquela, chegando a precisar de um momento para vomitar. O detetive já estava a caminho de sua aposentadoria, por isso nada o abalava mais nessa cidade.
As mãos dentro de luvas de Hodges procuraram por sinais de algo escondido no corpo. Chegou à conclusão que precisava do legista o mais rápido possível. Apenas alguém sem coração seria capaz de fazer algo como aquilo, alguém que o detetive imaginava estar morto ou, de certa forma, aposentado. Ele estava enganado.
●●●
— O corpo de uma mulher de trinta e nove anos foi encontrado na madrugada de hoje nas docas de Gotham. De acordo com a polícia, ainda é muito cedo para afirmar que se trata de um homicídio. Porém, foi descoberto que a pessoa que ligou para a emergência para socorrer a mulher, não estava no local quando a ambulância chegou. Por causa disso... — a âncora do jornal foi substituída por um jogo de beisebol, agradando os clientes da cafeteria.
Os relógios marcavam dez horas e ponto. O céu permanecia nublado, o que impossibilitava saber o horário através da posição do Sol. Hora de trabalho, hora de acordar para outros. Isso dependia da pessoa, seu emprego e o dia. Mas cada um tinha sua rotina previsível, assim como Gotham com seus criminosos tramando e executando suas ideias em cada instante. Um revólver foi apontado à nuca de um jovem, como parte do plano de um ladrão.
— Passa a grana — recitou a frase que havia treinado por horas em sua cabeça. — Anda logo! — Sua mão tremia, em consequência a arma também. Era possível escutar o som do gatilho se movendo rapidamente, mas não o suficiente para haver um disparo.
Oceⱥn, como é conhecido o jovem, precisava escolher por entregar tudo que carregava de valor, ou arriscar sua vida em uma reação ao assalto. O destino estava sendo irônico com ele, pois não fazia muitos dias que comercial a alertou sobre os perigos de se reagir em uma situação como essa. E, ainda há menos tempo, também havia lido em algum lugar sobre o aumento dos latrocínios na cidade.



informações importantes
1 — O prazo para efetuar seu post é de cinco dias. Caso seja necessária a prorrogação, enviem-me uma MP ou entrem em contato comigo através de algum outro meio, exceto Chatbox.
2 — Essa é uma missão difícil, portanto fiquem atentos aos seus textos e aos meus, pois não haverá dicas. Obviamente, erros podem levar à morte.
3 — Sendo a introdução dessa missão, é necessário que haja uma narrativa do que cada um estava fazendo na manhã do dia 25 e, se possível, na noite anterior também. Podem afirmar que se encontravam em uma casa, apartamento, em um bar ou até na cafeteria mencionada, pois ambos precisam de alguma maneira descobrir sobre o corpo nas docas.
4 — Em algum momento, um ladrão aponta uma arma para Oceⱥn na nuca, em um lugar onde ninguém está por perto para ver a situação. Arranje alguma forma de sobreviver a isso, mantendo suas coisas ou não. Max pode ajudar caso narrem que estavam próximos.
5 —  Esta é uma missão de dificuldade difícil Max Kräwczyk e Oceⱥn Kräwczyk, qualquer intromissão não autorizada será excluída sem aviso prévio.

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Convidado em Sex Out 28, 2016 1:00 am

DO YOU THINK YOU R BETTER THAN ME?
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SEGUNDA-FEIRA.

Oceⱥn estava com o rosto enfiado nas próprias pernas. As mãos sinuosas de Max afagavam-o, conforme lá fora, a sensação térmica era frígida e nublada. Para o Kräwczyk, não havia nada que emudecesse sua mente como ela; sua cabeça não parava, nunca, exceto em situações como essa.

Ela fumava, soprava o esvoaçado por entre os lábios, e ele desfrutava de seu afago.

TERÇA-FEIRA.

Haviam acabado de descer. Max e Oceⱥn se sobrepujavam à colisão cálida e úmida do ar em seus rostos, e andejavam até onde pretendiam se mocar. Lá, os olhos herméticos se arrastavam pelos rostos que haviam, e então, não tinha mais homem do que mulher; eram todos de uma mesma unidade - mesma cara, mesma merda. "Oceⱥn.". Suas pálpebras oscilaram e comprimiram, então, ambos os olhos antes de responder: Max olhava-o. "Sim?", ele, enfim, anda. "Peça o que quiser. A Sarah já vem, então não some...Eu vou ver se dá pra te secar.".

Tá, afinal. Ele só se senta e debruça os braços antes de analisar o que podia querer; nada que seja frio, ele sabe. Sarah é uma negra, de olhos belos e madeixas crespas e altas - ele também sabe quem ela é. Ponderava uma decisão, e não obstante, Oceⱥn sente uma superfície gélida próxima à sua nuca. Instável. Dada a proximidade, ele podia saber que uma arma estava assentada sobre si; e não era erguida por quem soubesse-a usar. Os olhos escorregaram bruscamente atrás do rosto deste homem (?) que, ainda, não sabia quem era.

Engatilhada. A reação fora conseguinte, e Oceⱥn comprime as articulações das mãos e lança a tal arma da vidraça à fora antes que quaisquer bala percorresse sua extensão; e ainda, como telecinético que é, arrasta-o brutalmente para a esquerda (forçando-o a colidir próximo a um casal de mulheres). "QUE PORRA É ESSA?", Max surgia. Ela estava bem ao lado de Sarah. "...Max.".

ADENDOS:
Detêm TELECINÉSIA E SUPER-INTELIGÊNCIA e especialização PERSUASIVA.

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Oceⱥn E. Kräwczyk em Sex Out 28, 2016 2:07 am

At least we'll both be numb. And he'll always get the best of me. At least we'll both be beautiful. I told him, "don't worry about it".
TERÇA-FEIRA, shit.

Havíamos descido, eu, e Oceⱥn, atrás do único local que possuía tudo do qual ele gostava. O vento ainda soprava frígido, e a atmosfera úmida pousava sobre os fios de suas madeixas; olhando-o, percebia que também estava rubro dada a frieza do ar. Não podíamos e não demoramos muito para achar o tal, onde Sarah Arizona deveria estar a aguardar - uma qual sempre me cedia belos favores de vez em quando. "Oceⱥn.", vociferei. Ele estava novamente abstraído, como sempre. Olhando para ele, movi a cabeça de forma que o fizesse entender que deveria se aproximar. Aliás, ele estava enxarcado; "Peça o que quiser. A Sarah já vem, então não some...Vou ver se dá para te secar".

Deixei-o lá, e fui atrás da própria Sarah ou alguém. Enfim, o que realmente importa é que, quando voltei, Oceⱥn havia lançado um cara sobre umas mulheres, e a vidraça havia sido destroçada à sua esquerda; olhei para Arizona (que eu havia achado próxima a um rapaz, flertando-o, possivelmente), e respirei profundamente: "QUE PORRA É ESSA?".

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Possui MIMETISMO EMPÁTICO e OFUSCAÇÃO. Especialização INTELECTUAL.

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Joker em Sex Out 28, 2016 3:12 am

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CAFETERIA

Pessoas costumam cometer erros quando estão em situações que exigem atenção, pois qualquer erro pode significar um final indesejado. O ladrão qualquer que optara por assaltar uma cafeteria não muito cheia, não muito conhecida, decidiu começar ameaçando o alvo aparentemente mais inofensivo. Uma criança como refém seria o suficiente para que todos obedecessem seu comando para entregarem todo o dinheiro que tinham junto de objetos de valor como relógios, pulseiras e celulares. Um bom plano, ou quase. O que ninguém contava era a pessoa menos ameaçadora ser, na verdade, um dos maiores perigos presentes no lugar.
Os dedos do homem que segurava o revólver foram soltando um por um o objeto sem que ele desejasse e, quando não mais tinha em mãos a arma, ela se manteve no ar por um instante antes de se lançar sozinha para a vidraça na entrada da cafeteria. Aqueles que assistiam a cena não compreendiam, por exceção do garoto antes ameaçado que ainda se mantinha de costas. Boquiaberto com a situação, o criminoso desarmado demonstrava estar muito surpreso pelos seus olhos que eram a única parte do rosto visível por baixo de sua touca — apesar de ser possível notar o desenho de seus lábios abertos. Antes de qualquer reação da parte dele além de algumas tentativas falhas de produzir qualquer palavra, seu corpo foi lançado bruscamente na direção de algumas mulheres que não conseguiram desviar a tempo.
A deixa para fugir foi dada e os clientes que não foram nocauteados por um homem voador deixaram o recinto às pressas. Eram no máximo meia dúzia, mas se aquela história vazasse, talvez o lugar deixasse de receber clientes de uma vez. Gotham é conhecida por sua infestação de criminosos, porém não é do costume deles assaltar cafeterias, ou não era. E reação de Oceⱥn, mesmo nos dias de hoje, seria a pior parte do ocorrido. Além do mais, muitos clientes são também foras da lei, mas veem o lugar como uma zona neutra. Se descobrissem que pessoas com habilidades especiais caminhavam por esses lugares agora, ninguém teria a coragem de dar as caras.
Quando Max apareceu, chamou a atenção de seu irmão com o seu grito, atordoando por um momento. Isso foi mais que o suficiente para o mascarado escapar sem fazer nenhum barulho até recuperar sua arma em meio aos cacos de vidro por onde precisou pisar para fugir depressa. Ele estava fugindo, o criminoso estava fugindo de Oceⱥn. Apesar de que, nesse caso, quem realmente produziu algum estrago e violência foi o próprio garoto com seus poderes.
Uma das mulheres atingidas havia acordado, seu cabelo loiro estava completamente desarrumado e ela se encontrava segurando a outra, possivelmente amiga ou algo do gênero, que não despertava. Havia um pequeno corte em sua testa por onde escorria seu sangue em pouca quantidade, ao redor da ferida parecia estar inchando além de mudar sua cor para uma mais forte.
— Por favor, chamem uma ambulância! — A loira começou a chorar.




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1 — O prazo para efetuar seu post é de três dias. Caso seja necessária a prorrogação, enviem-me uma MP ou entrem em contato comigo através de algum outro meio, exceto Chatbox.
2 — Essa é uma missão difícil, portanto fiquem atentos aos seus textos e aos meus, pois não haverá dicas. Obviamente, erros podem levar à morte.
3 — Pensem bem na escolha de vocês, perseguir o assaltante, ajudar a mulher inconsciente ou fazer qualquer outra opção que desejarem. Estão livres para fazerem o que seus personagens realmente fariam e não o que vocês acham correto fazer. Sejam seus personagens.
4 — Nenhum dos dois percebe o ladrão fugindo até ele já se encontrar do lado de fora e correndo, ficando longe do campo visual de Oceⱥn e, consequentemente, sem a possibilidade de ser pego novamente por seu poder.
5 —  Esta é uma missão de dificuldade difícil Max Kräwczyk e Oceⱥn Kräwczyk, qualquer intromissão não autorizada será excluída sem aviso prévio.

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Convidado em Sex Out 28, 2016 10:00 am

DO YOU THINK YOU R BETTER THAN ME?
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A reação de Oceⱥn não podia ser mais desagradável; mas seus olhos, insensíveis, passavam para os de Max, e seu rosto tão logo pousava sobre ambos os braços. Para ele era impossível ver que o que havia feito era, moralmente, filha da putagem, já que sua consciência era quase nunca empática o suficiente. Para ele, não havia feito nada de mais. Oceⱥn até olhou para o casal, mas não achava que estavam tão mal assim.

Estava como se nada de muito brutal houvesse; suas pernas se lançavam para lá e para cá, conforme olhava o que estava sendo feito. Max vê Sarah se arrastando atrás do que fosse chamar ajuda para a mulher desacordada; a própria Max estava definitivamente puta, e também não dava sequer mérito pro homem que se fora, e que havia estado armado. Ela se aproximou de Oceⱥn, passara a mão pelos seus fios finos e rosto, e só então, falara: "Arrume essa merda toda, não quero ver um vestígio que seja dessa vidraça. Vou pagar os prejuízos, então faça o que tem que fazer logo.", ela para, e olha-o enfim, "Faça antes de mais alguém ficar sabendo.".

"Tá.", diz. Ele descera pela esquerda, passando por ela sem muita pressa, e com a mente, ainda, unira todos os pedaços da vidraça antes de descartá-las no que houvesse de mais próximo. Feito isso, avançou a própria voz até que pudesse ser ouvido por Sarah: "Precisa de mais algo?".

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Oceⱥn E. Kräwczyk em Sex Out 28, 2016 10:30 am

At least we'll both be numb. And he'll always get the best of me. At least we'll both be beautiful. I told him, "don't worry about it".
Eu queria matar o Oceⱥn. Levei minhas mãos à união do cenho, fresta entre ambas mais acima do nariz; passei para os olhos, comprimindo-os antes de, enfim, expirar o ar que havia nos pulmões. Quanto ao que fora feito, poderiam surtir muitas reações e consequências a qual eu não estava afim de pressupor. Antes de mais nada, olhei para ambas as mulheres feridas e afastei os lábios: "Sarah, pode chamar ajuda para ela, por favor?", peço, e logo adianto meus olhos para Oceⱥn, quem sequer tinha noção do que havia feito. Só fez, e estava lá, lançando duas pernas para lá e para cá, com o rosto sobre os braços.

Andejei até ele, e o afaguei antes de falar; ele podia não se interessar, mas se isso vazasse ia ser um porre. Vislumbrei a vidraça desfeita. "Arrume essa merda toda, não quero ver um vestígio que seja dessa vidraça. Vou pagar os prejuízos, então faça o que tem que fazer logo.", sibilei, "Faça antes de mais alguém ficar sabendo.".

Então, quando já não restara mais nada para ser feito, pus a mão em várias cédulas e as pousei sobre as mãos instáveis de Sarah, que tão somente olhava incrédula para toda a situação: "Eu vou matar você, se fizer isso novamente, ok?", ela diz para Oceⱥn, que até então só dera-lhe um belo de um foda-se. "E obrigada, Max. Se eu fosse você, ficava para prestar os esclarecimentos.". Assenti, já que Sarah Arizona era uma mulher convincente, e seja por isso, também podia remanejar a mente alheia como quisesse. Era bem útil para alguém como ela; a negra agaxara, e depositara delicadamente uma das mãos sobre a loira: "Olhe para mim, querida. Nada de mais aconteceu, além de um homem que viera nos assaltar. Ele fez o Oceⱥn de refém, não era muito bom, aliás, e com todo o alvoroço, você e ela foram afligidas pelos demais. Você vai ficar bem, e o infrator fugiu pela vidraça; está tudo bem.".

Perfeito. Mas ainda tínhamos que ficar, o que não era nada agradável.

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Joker em Sex Out 28, 2016 8:29 pm

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CAFETERIA
A loira começou a se acalmar, passando de gritos de desespero para apenas soluços e muitas lágrimas. Alguém chamou uma ambulância que em poucos minutos chegou ali, algo incomum para uma cidade tão violenta como essa, mas a preocupação maior era a mulher inconsciente. Dois homens a colocaram em uma maca após terem verificado seu pulso e no instante seguinte já estavam fechando as portas de trás do automóvel para leva-la ao hospital mais próxima.
Na cafeteria restaram apenas a dona, os dois irmãos e a loira que foi impedida de acompanhar a outra dentro da ambulância. Não haviam mais cacos de vidros, assim como também não havia mais uma vidraça. Isso não mudou a visão de tudo que ocorria do lado de fora, mas permitia ouvir melhor, desde pessoas conversando enquanto passavam pela calçada em frente, quanto os dois carros da polícia que estacionaram em frente a cafeteria.
Quatro homens saíram dos veículos e entraram no lugar atravessando a nova entrada.
— GCPD — disse um deles enquanto todos mostravam os distintivos. — O que houve aqui?
A primeira a se manifestar foi aquela que não conseguia parar de chorar. Um policial se aproximou a ela e foi abraçado com força enquanto serviam como lenço de papel para os líquidos que escorriam do rosto daquela mulher.
— Primeiro o caso nas docas, agora algo numa cafeteria. O que ocorreu aqui? — perguntou o homem mais sério e mais velho, possivelmente quem comandava aquela equipe.


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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Convidado em Sex Out 28, 2016 11:29 pm

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Quando a ajuda vem para uma das mulheres, Oceⱥn está acomodado sobre os braços de Max. Ela deslizava com as mãos sobre os fios que sopravam sob seus olhos; ele vê, contudo, a aflição da que estaria consciente, ainda, e isso lhe trás demasiado desconforto. Ele não sentia-se assim por nada, com exceção da Max (e em situações como essa, ele acabava por saber como é). Nunca entenderia o porquê do desgaste dos pulmões, dos rasgos da garganta ou do líquido que escorria de seu rosto, que adornava seu maxilar, antes de enfim desprender-se da derme. Não era assim que acontecia com ele.

Então, uma frequência que lhe alcançava os orifícios auditivos foi que o fizera com que se afrouxasse dos braços de Max, não estando mais como a loira nos braços de Sarah Arizona. Ele olhou para Max, e com as sobrancelhas franzidas, de indiferença, passara a esboçar descômodo.

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Oceⱥn E. Kräwczyk em Sab Out 29, 2016 1:38 am

At least we'll both be numb. And he'll always get the best of me. At least we'll both be beautiful. I told him, "don't worry about it".
Tudo estava andejando como haviam suposto, e não tardou à ajuda chegar para levar uma das mulheres. A que ficara, de olhos úmidos, límpidos, abraçava Sarah que esboçava condolências. Em meus braços, Oceⱥn não falava. Estávamos todos fora, com os ares soprando ainda mais frígidos, e com a superfície das falanges das mãos, eu afastava as madeixas e insistiam sobre os olhos dele.

Sirenes. Queria sentir-me mais aliviada, mas o olhar esboçado por ele, Oceⱥn, me fizeram reagir; aproximei-o mais ainda de meu corpo, e preferi não responder. Ergui os olhos para os homens que andejavam até nós, esclarecendo-nos do que já sabíamos. O que houve, era o que eles gostariam de saber. Sarah, que ainda estava com a vítima nos braços, me olhava como se eu precisasse dar uma réplica o quanto antes: com a palma canhota descendo sobre o torço de Oceⱥn, o afastei suavemente para minha trás conforme exibia um semblante ungido de um alívio (ímpar a tal situação, mas errôneo). "Foi um homem. Ele estava armado...Arizona, você viu pra qual direção ele foi?".

Sarah era ainda mais persuasiva: "Não, não vi. Quando fui olhar, só vi essa mulher com mais uma, ambas bem feridas. Deixei de ver para qual ele havia ido.". Get us if you can, dumbass.

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Joker em Sab Out 29, 2016 7:52 pm

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CAFETERIA
Ninguém que testemunhou o ocorrido sabia dizer a direção para onde o criminoso havia escapado. O policial no comando esfregou a própria barba enquanto pensava no que fazer numa situação como essa, sem pistas que poderiam ajudar a capturar o ladrão que, aliás, ele não sabia o que foi roubado.
— Vocês sabem o que ele queria? O dinheiro do caixa? — perguntou para as únicas pessoas adultas que não estavam abraçadas a alguém durante uma crise de choro. — E você disse que duas mulheres foram feridas? Eu só vejo uma, onde está a outra?
Os policiais chegaram após a ambulância, minutos após todo problema provocado por alguém encapuzado e uma criança telecinética. Enquanto aquele no comando interrogava as testemunhas, os outros analisavam a cafeteria, principalmente onde deveria haver uma vidraça.
Durante o abraço em sua irmã, Oceⱥn lembrou que havia esquecido algo que precisava fazer. Como não era um adulto, ele poderia explicar que precisava sair enquanto sua irmã responderia todas as perguntas que os oficiais estavam fazendo. Não ficava muito longe o que ele precisava buscar, levaria somente alguns minutos de uma caminhada a passos largos de alguém de seu tamanho.


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3 — Esta é uma missão de dificuldade difícil Max Kräwczyk e Oceⱥn Kräwczyk, qualquer intromissão não autorizada será excluída sem aviso prévio.
4 — Oceⱥn deve sair da cafeteria em busca de algo dele ou dos dois irmãos, o que é (desde que seja algo não especial ou poderoso) e onde é (pode ser um apartamento dos dois, a casa de um amigo, uma loja conhecida) fica a sua escolha.
5 — Max Deve permanecer para responder as perguntas dos policiais.

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Convidado em Dom Out 30, 2016 12:30 pm

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Olhava para os homens, e queria não estar ali. O desconforto era sucessivo, mas não era visível em suas feições até que resquícios cruéis o avançarem a mente; sua mãe mesmo, havia sido morta pelo próprio da mesma forma como Oceⱥn houvera feito com o casal de mulheres posteriormente. A diferença, era que ele não tinha nem a mais ínfima afeição por elas. Rosa Kräwczyk era bela, sempre esteve tão próxima quanto longe, já que a introversão o impedia quaisquer relação que excedesse um abraço, ou o que quer que fosse.

Os homens que lá estavam podiam ser associados indubtivelmente com aqueles que o lançaram sobre uma superfície qualquer, com as mãos em seu pescoço e membros, e que o levaram para longe de Max. Muito bem, sim, Oceⱥn não era de sentir. Ele não é alguém que possa ter remorso, ou quaisquer sentimento ímpar. Entretanto, seu peito começara a subir e descer em uma respiração oscilatória; seu ombro começara a pesar, seu rosto assumia uma feição rubra. A língua que passava pelos lábios afim de umedecê-los, e os olhos, já desagradáveis, ardiam.

Não queria chorar (ou quem sabe, quisesse), mas seu diafragma comprimia afim de que seus pulmões soprassem o ar, e as glândulas lacrimas deixavam um par de gotículas deslizarem por sua derme, descendo até o seu maxilar, então. Não falara nada aos homens, ou à Max, nem muito menos à Sarah. Mas antes de passar ambas as mãos sobre o rosto e ir, suas pupilas de arrastaram veemente sob os olhos da mulher entre os braços de Arizona.

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Oceⱥn E. Kräwczyk em Dom Out 30, 2016 4:25 pm

At least we'll both be numb. And he'll always get the best of me. At least we'll both be beautiful. I told him, "don't worry about it".
O comportamento de Oceⱥn não estava bem, e talvez fosse por isso que ele me afastara dele. Sem que eu estivesse com as mãos sobre seu corpo, eu não poderia sentir ou prever o que estava se passando; quando vi, ele se afastara sem dar satisfações. Não só eu, como Sarah, os homens e a mulher, todos nós olhamos sem ter muita noção do que fazer. Quem sabe fosse um consentimento de todos, mudo, mas nem um de nós iria atrás dele. Em suma, eu tinha uma ínfima noção da razão pelo qual ele havia feito isso, mas nada que precisasse ser esclarecido para os demais.

Respirei fundo, deixando-o consigo mesmo, e afastei os lábios para responder: "Ela foi levada pro GGH, estava muito ferida e acabamos chamando ajuda antes de vocês...Não se preocupem com Oceⱥn, ele não está reagindo muito bem ao o que aconteceu.".

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Joker em Seg Out 31, 2016 2:31 pm

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CAFETERIA
Oceⱥn deixou a cafeteria em silêncio. Todos sabiam que aquilo poderia afetar uma pessoa adulta — como a loira ainda soluçando —, mas ele era uma criança muito nova para esse tipo de situação. Ninguém impediu sua passagem para fora dali. Com a sua saída, Max deveria dar alguma explicação apesar de todos compreenderem bem o que se passava.
Enquanto ouvia a resposta da jovem, o policial ergueu suas sobrancelhas e até retirou seus óculos ao dar um passo em frente, aproximando-se dela.
— Quando recebemos a ligação, disseram para também chamarmos uma ambulância, e foi o que fizemos. Como eles chegaram antes de nós se estávamos mais perto? — Comprovando o que ele dizia, outra ambulância se aproximava como seu som impossível de não reconhecer. Logo alguns paramédicos se encontravam próximos das mulheres e dos policiais. — Vocês vieram buscar mais alguém ou é só chegaram agora?
Os paramédicos negaram balançando suas cabeças. Eles olharam ao redor e viram a loira que chorava. A levaram para a ambulância, pois haviam alguns cortes sangrando em sua pele.
— Temos um problema, senhor — disse um dos policiais ao superior.

●●●

FORA DA CAFETERIA
A criança telecinética teve de parar sua caminhada para onde quer que pretendesse ir, pois ela apenas sentiu uma forte dor em sua nuca antes de sua visão obscurecer. Antes de apagar por completo, ele pôde ver uma espécie de veículo maior que um carro para onde parecia estar se aproximando contra sua vontade. Ele não movia um músculo, e foi assim que ele permaneceu até acordar em uma sala escura onde era capaz de ver nada, nem suas próprias mãos. Seu corpo parecia estar saindo de um estado de dormência completo para dar lugar a dores em diversos pontos aleatórios como se alguém tivesse batido nele ou ele sozinho em algo.
— Alguém está aí? Onde eu estou?  Por favor, me tirem daqui...— perguntava uma voz feminina desconhecida para Oceⱥn. Ela parecia estar poucos metros à frente dele.
No momento em que o rapazinho tentasse sair do lugar, ele descobriria estar com uma coleira em seu pescoço e correntes que não deixavam seus pulsos e tornozelos se distanciarem mais que trinta centímetros um do outro. Sua cabeça doía ao tentar se lembrar de como havia chegado nesse lugar, mas parecia estar seguro ou sem mais problemas por


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3 — Esta é uma missão de dificuldade difícil Max Kräwczyk e Oceⱥn Kräwczyk, qualquer intromissão não autorizada será excluída sem aviso prévio.

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Oceⱥn E. Kräwczyk em Seg Out 31, 2016 11:20 pm

At least we'll both be numb. And he'll always get the best of me. At least we'll both be beautiful. I told him, "don't worry about it".
Eu queria matar esses homens, e não só eu, Arizona também já estava ficando puta. Precisavam, mesmo, de tudo isso? Sinceramente, eles não poderiam fazer mais nada. O homem havia ido embora, e não ia voltar ou ser achado tão cedo; suspirei audível e deslizei as mãos pelos fios aloirados de suas madeixas, soltando-as sobre os ombros. Ela afastou os lábios e respondeu: "Nós pedimos a ajuda assim que ela e sua mulher foram afligidas. Quem ligou para vocês não fomos nós, e sim alguém que estava lá, e que se foi com os demais assim que puderam...Isso os esclarece?". Sarah também se aproxima, já que não estava mais acalentando os pêsames da morena (a que fora levada para ser tratada); "Nós estamos contribuindo como podemos, vocês sabem.".

Definitivamente, a reação do responsável pela intimação não seria mais cálida se um de seus subordinados o interrompesse. Que merda...

MAIS:
Possui MIMETISMO EMPÁTICO e OFUSCAÇÃO. Especialização INTELECTUAL.

Força - 10
Inteligência - 20
Resistência - 10
Velocidade - 10
Vigor - 10
Carisma - 10

vitu

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Re: [Missão narrada] More toys

Mensagem por Convidado em Dom Nov 13, 2016 11:21 pm

DO YOU THINK YOU R BETTER THAN ME?
DONT DISAPPOINTS YOURSELF.
Será que era assim? Quer saber, afinal. Seria sarcástico, não, ácido na verdade, se um dia qualquer como esse fosse aquele que me daria fim; que me mataria, mesmo, e que me afastaria de vez de Max, Sarah, e...Então ele sequer conseguia se recordar de qualquer um além delas. Estava inconsciente, mas ainda assim, não sabia se estava realmente. Porque, enfim, ele nunca para. Está sempre em consciência, em análise. Ele não pode parar - e ainda mais, a única capaz de fazer seu consciente emudecer é a loira, também uma Kräwczyk. Max.

Quando acordou, as pálpebras se afastaram abruptamente de seus olhos. Seu peito subia e descia oscilante, já que sua respiração não ia nada bem. A dor foi conseguinte, só não lhe afligira de forma mais grosseira porque prosseguiu sorrateira entre as juntas das falanges, das mãos, dos ombros e até das pernas. Sua cabeça latejava, e isso poderia ser ainda mais tácito. Sem poder ver com clareza, comprimia ambos os oculares atrás de quaisquer certeza de onde estaria. Uma mulher: uma reação. Ocean se afasta para trás e constata que está amarrado; "Merda...".  

Precisava se soltar. Só isso. Nada mais. Deixou também que seu coração se acalmasse, antes do que quer que fosse. Entretanto, não poderia ir sem saber quem é que estava lá com ele; só não queria estar de mãos atadas quando o fizesse. Concentrou-se, soltou-se das amarras da mesma forma que lançara um homem e sua arma para fora postumamente. Umedecera os lábios, unindo o cenho afim de conceber sucessão de suas aptidão psique-intelectível.

ADENDOS:
Detêm TELECINÉSIA E SUPER-INTELIGÊNCIA e especialização PERSUASIVA. Seu alinhamento é CHAOTIC NEUTRAL (CAÓTICO/NEUTRO).

Força - 05
Inteligência - 10
Resistência - 05
Velocidade - 05
Vigor - 10
Carisma - 15

NA NARRAÇÃO:
i. Usou a Telecinesia afim de soltar-se.

vitu
Convidado

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