[NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

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[NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Zatanna em Qui Out 27, 2016 11:15 am

INSANE
Ambos acordaram às 7h da manhã, sem um motivo que fosse. Suas respirações eram bruscas, como se em uma situação qualquer houvessem deixado de respirar; as pálpebras se afastavam abruptamente, e suas têmporas doíam. Quando davam por si, viam que, para eles, havia sido deixada uma mensagem próxima a seus corpos: "A lucidez é fatídica, já que o que me faz querer-los, é pelo que está em seu âmago.". Nela, também constava as especificações do Asilo Elizabeth Arkham para os Criminalmente Insanos.

MENSAGEM:
Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness, vocês, entre muitos, serão os felizardos. Quero que saibam tudo sobre o que é são, ou o que é cruel. A lucidez é fatídica, já que o que me faz querer-los, é pelo que está em seu âmago. Podem vir me ver, para falar mais sobre isso? Ainda nessa manhã, por favor.

- S.S.




Informações



1. As narrações posteriores SÃO RESPECTIVAS à qualidade dos seus posts. Quanto melhor for, melhor será possibilidade de não morrer em ON.
2. Não conste nada que se sobreponha à narração. Delimite-se ao que lhe foi descrito, detalhado e determinado.
3. Ponha suas informações em seu post.
4. Não admito quaisquer desrespeito em sua postagem: sem racismo, machismo, intolerância religiosa ou quanto a quaisquer identificação de gênero ou de orientação sexual. Caso haja, sua narração será impedida e sua conta punida sem prestar satisfações prévias.
6. Você tem até 29/10 às 12:00am para postar.

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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Dante H’gar em Sex Out 28, 2016 3:17 am



murder on my mind



Estava tendo sonhos muito confusos, ultimamente. Sonhos não, pesadelos. Estava tentando ao máximo controlar meus poderes e permanecer na sanidade, mas era difícil com Amanda Waller em meu encalço e tantas missões a serem cumpridas. Estava num nível de sanidade que beirava ao instável, o caótico e o aceitável. Graças às minhas aulas de psicologia que cursei e estudei em livros no asilo Arkham, consegui atuar como são de forma que não transparecesse minha insanidade, em muitos momentos. Com monitores que mediam até mesmo as batidas do meu coração, onde quaisquer descuido e eu já recebia uma ligação no meu celular ou transmitiam uma ligação no meu interfone – que eu geralmente usava em campo. Em outras palavras: eu podia viver fora da prisão de Belle Reve, mas em hipótese alguma eu era livre, muito pelo contrário. Acordei aproximadamente às sete da manhã, ou melhor; acordei exatamente às sete em ponto, algo inédito visto que as últimas missões me esgotavam e eu apenas me acordava depois das nove, extremamente cansado e com enxaquecas infernais.

Assim que me sentei na cama, ergui minha mão direita na altura de minha cabeça, semicerrando os olhos e fazendo com que minha própria pele saísse da palma de minha mão formando uma espécie de ”poeira” que materializou-se numa arma. A parte “cortada” por assim dizer de minha mão voltou ao normal imediatamente, um processo indolor. Era algo novo o pequeno truque; como alterador de realidade posso alterar qualquer coisa ao meu redor, então experimentei extrair, por exemplo, fios de cabelo e pedaços de pele para transformá-los em armas ou algo útil, reconstruindo então a parte perdida. O que acontece era que aquilo funcionava, apesar do medo de ver sua pele virar poeira e sair do local e crescer outra nova. Era... assustador, porém necessário quando se há um bilhete bem ao seu lado. Peguei, abrindo-o e lendo seu conteúdo misterioso e convidativo, apesar do forte tom persuasivo e manipulador. Algum fanático, psicopata ou alguém realmente decidido de si para mandar uma mensagem como aquela para alguém como eu ou como Liam – o outro citado na carta.

Me pus de pé rapidamente, indo ao guarda-roupa e retirando roupas boas e resistentes o suficiente para um possível embate. Será que era algum teste do Esquadrão querendo pôr as mãos em Liam e me usando como isca por termos nos conhecido recentemente? Sem contar que o ruivo e eu tínhamos o mesmo poder, o que para Waller era um verdadeiro tesouro – ou um obstáculo, vai saber? Não importava o que fosse, talvez fosse um vilão maluco querendo que dois alteradores de realidades servissem-no ou lutassem um com o outro até a morte. Enfim, como eu era bastante imaginativo, ia criando teorias e analisava repetidamente a carta em busca de qualquer pista, desde a letra do remetente até as mínimas palavras, contextualizando seu significado. S. S. poderia ser desde um apelido, um nome ou alter-ego até mesmo ao próprio Esquadrão Suicida. Ignorando um pouco as teorias malucas, comi rapidamente cereal com leite e tomei uma xícara de café às pressas, já pondo minha jaqueta e partindo rumo ao endereço abaixo do recado: o famigerado asilo Arkham.

Como “cortesia” de minha superior eu havia ganho um veículo discreto para realizar viagens longas onde eu não pudesse usar muito dos meus poderes. Subi na moto, dando a partida e indo em direção ao asilo. Não demorou muito para que eu me distanciasse do centro e chegasse na parte mais isolada da cidade, sendo recebido pelos portões negros com lanças de ferros servindo como portões e o nome do asilo estampado junto das grades pontiagudas dos portões. Suspirei, olhando ao meu redor pela grama verde dos lados do asilo e as folhas secas das árvores em busca de qualquer guarda ou indício de armadilha, e não havia Liam em parte alguma, até que o vi ao longe, aproximando-se.

— Olá! Bom vê-lo novamente, moço bonito. — Abri um largo sorriso estendendo minha mão direita para um aperto de mão suave, na intenção de apagar a quase briga que tivemos ao nos conhecermos.




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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Sab Out 29, 2016 4:50 am

The teenage rush
When the call came down the line


Desconhecia as razões para ainda sonhar com meu pai ocasionalmente, porque particularmente o considerava passado e enterrado. Talvez fosse premonição de algo relacionado a ele se aproximando, mas independentemente do que fosse, me irritava e não teria desculpa para ficar lutando contra ele toda noite sem fim. Ele só tinha fogo, só que de alguma forma sempre conseguia se livrar, ou rebater o que eu mandasse contra ele.

De certa forma parecia que sabia exatamente aquele ponto fraco quase inexistente de cada ataque meu, seja um ângulo, ou uma direção errada que poderia ricochetear no momento certo. Era muita análise para pouco tempo. Acordei como se estivesse caindo, assustado com aquela impressão de desespero e dor nos olhos que incomodaria por mais alguns minutos. Não sei se haveria um dia em que sonhasse com ele em que não tivesse a impressão de cair ao acordar.

Olhei no relógio gemendo de resmungo baixo por ainda ser sete horas, sendo que meu costume era depois das dez pelo menos. Passei os dedos da mão direita na testa tentando amaciar as pálpebras um pouco e desci o braço para o lado da minha cabeça. Abri os olhos surpreso com o barulho que fez e olhando superficialmente parecia papel, mas levantando o objeto era na verdade um bilhete. Estranhei aquela mensagem, levemente curioso com o outro mencionado e primordialmente pela assinatura simples “S.S.”.

Ainda com sono, então não usei meus poderes nessas primeiras atividades da manhã, mas assim que consegui enxergar as coisas e o rosto estava mais acordado, pude alterar minhas roupas rapidamente. Vesti uma roupa branca com alguns desenhos e deixei os cabelos naturais mesmo. Verifiquei meu comunicador no ouvido para necessidades e minha carteira para evitar abusar dos poderes para comprar as coisas. Me teletransportei do meu quarto na Torre para um banheiro de lanchonete em Gotham, sai dele e pedi um café preto com açúcar e pouco creme.

Assim que paguei meu café e recebi meu pedido, me dirigi para a porta e a usei como disfarce para um portal, mas dessa vez para o local mais próximo de Arkham. Beco pequeno e uma saída de prédio qualquer, nada demais e nenhum problema ali perto. Sai daquele local apertado e segui na rua para o Asilo, já vendo de longe a estátua me esperando, ou melhor, esperando que lhe fosse permitida passagem para o local. Tinha a leve ideia de que o conhecia, talvez fosse alguém que brinquei, ou que assisti sofrer nas mãos de terceiro, difícil acertar.

Me aproximei aos poucos dividindo minha atenção entre o café e o pouco do asilo que conseguia ver pelas grades, quase como um interesse pessoal pensando se meu pai não deveria ter isso para um lugar assim antes de cumprir pena como criminoso. Cumprimentei o outro com a mão livre o bebi um pouco do café antes de responder. Dei de ombros suavemente tentando não soar tão grosseiro: - Não posso dizer o mesmo dadas as circunstâncias. Alguém já veio falar algo com você? - Cortei a ideia dele de persistir na apresentação e focar mais no que tínhamos pra fazer ali. Bebi mais do café tentando amenizar a hora em que estava acordado já em missão pelo que parece.



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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Zatanna em Sab Out 29, 2016 4:30 pm

INSANE
A atmosfera estava úmida, frígida. Estavam ambos de fronte ao Asilo Elizabeth Arkham, e não se via nada, só um homem e uma mulher que estavam a nos trajes de contenção; seus braços também estavam amarrados ao corpo de forma que só pudessem andar, e nem sequer piscavam seus olhos. Quando se aproximaram, unanimemente, falam: "Sejam bem-vindos! S. está ansioso por vocês. Por favor, nos acompanhem.". Soavam como uma única voz, e tão logo, o umbral desunia-se para que eles pudessem passar. Já lá dentro, o ruído brusco do mesma estrutura se findando denotava que não iriam tão cedo. O homem estava mais a frente, ao passo que a mulher estava entre eles.

"Ponham as mãos em meus ombros, por favor. Ele é bem néscio (lerdo), então deve ir enfiar a cabeça em algum arbusto por aí, ou comer alguma flor.", diz, "Vamos, está ficando frio.".





Informações



1. As narrações posteriores SÃO RESPECTIVAS à qualidade dos seus posts. Quanto melhor for, melhor será possibilidade de não morrer em ON.
2. Não conste nada que se sobreponha à narração. Delimite-se ao que lhe foi descrito, detalhado e determinado.
3. Ponha suas informações em seu post.
4. Não admito quaisquer desrespeito em sua postagem: sem racismo, machismo, intolerância religiosa ou quanto a quaisquer identificação de gênero ou de orientação sexual. Caso haja, sua narração será impedida e sua conta punida sem prestar satisfações prévias.
5.
6. A mulher é morena, tem olhos acastanhados e fala em um tom de voz agradável. Ela está bem imobilizada, mas nunca se sabe, não é? Conforme vocês a acompanham, mais uns sequelados começam a surgir, mas eles não falam com vocês, só os olham. Podem perceber também que não há sequer um responsável do Asilo entre eles.
7. Você tem até 31/10 às 12:00am para postar.

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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Dante H’gar em Dom Out 30, 2016 1:02 am



murder on my mind



As gárgulas com bocas gigantescas abertas em cima de cada lado dos portões negros e pontiagudos assustavam um pouco, dado o clima sempre sombrio da cidade de Gotham, em especial do asilo Arkham. Era como se uma aura maligna e perversa envolvesse a loucura que residia naquele prédio, apenas esperando para que uma faísca acendesse a insanidade como fósforo jogado ao gás. Observei o já conhecido herói aproximar-se de mim com uma face de poucas amizades, como era usual dele. Enfiei as mãos nos bolsos, negando com a cabeça sua pergunta sobre alguém já ter vindo falar comigo. Com sua pergunta, a anterior sensação de felicidade em rever o ruivo se foi, transformando-se subitamente em receio e um pouquinho de medo. Abracei meu próprio corpo, movendo o maxilar inferior para um lado e para o outro, mordiscando levemente minha língua. De repente, foi como se minha visão tornasse o mundo ao meu redor cinzento e escuro, e vi flashes de dois detentos do asilo nos comunicando algo que não consegui ouvir na visão. Como que num timing perfeito, surgiu logo do outro lado do portão dois prisioneiros dali, com suas camisas de força impedindo-os de usarem seus braços e nos cumprimentando em uníssono.

— Seja bem vindos! S. está ansioso por vocês. Por favor, nos acompanhem. — Falaram os zumbis, com nenhuma emoção em suas vozes neutras e desprovidas de livre arbítrio. Engoli em seco, olhando ao meu redor assustado, procurando por indícios da presença de Viktor, meu algoz e mestre. Não, mestre não, monstro manipulador! Senti meus olhos encherem-se de lágrimas e fitei Liam assustado. Nada falei, simplesmente dei o primeiro passo para adentrar o asilo e fitando os ruidosos portões de ferro se abrirem para eu e Liam entrarmos nos limites da propriedade conturbada por insanos mentais.

O homem foi logo à frente, ao passo em que a mulher comentava que o outro homem era um “néscio” e que iria em breve enfiar a cabeça num arbusto ou comer flores. Seu tom era agora simpático e agradável, como aquelas enfermeiras atendendo crianças em filmes infantis. Apesar da mulher estar entre eu e Liam, consegui olhá-lo nos olhos, numa pergunta muda de “o que fazemos agora?”. Era muito cedo para agirmos como uma dupla, mas dada as circunstância teríamos de trabalhar juntos, mesmo sendo ele um pé no saco e eu um péssimo herói traumatizado e meio insano. Notei que haviam muitos outros pacientes, todos nos encarando como se fôssemos atração ali, mas não havia nenhum enfermeiro, médico ou guarda sequer. Estávamos perdidos?

Info:
* Alter-Ego: Augorion
* Raça: Meta-Humano
* Poderes:
- Alteração Mágica da Realidade: Capacidade de usar forças sobrenaturais para graus variantes, adotando a medida de diversos poderes em uma junção.
- Premonição: Capacidade atemporal de ver fatos que vão ocorrer, já ocorreram ou estão ocorrendo.
* Especialização: Velocista
* Atributos:
- Força | 5
- Inteligência | 20
- Resistência | 10
- Velocidade | 17
- Vigor | 10
- Carisma | 8


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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Dom Out 30, 2016 8:14 am

The teenage rush
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Sentia frio apesar de não deixar transparecer isso, não só pelas minhas mangas cumpridas e sim pelos meus poderes funcionando quase como aquecedores dentro da roupa. Devia ser engraçado, mas sentia um incomodo pela forma com que o outro se calou, sendo que claramente não seria pela minha resposta dada aquele elogio que jogou sobre mim. Talvez devesse vir remorso a mim pela forma como o tratei, mas seria esperar demais por uma resposta tão natural e um sentimental tão sensível assim.

Contive-me bebendo meu café quente com a borda de egoísmo por não oferecer e não sentir a mínima vontade para tal ato. Se recebemos a carta juntos, deveríamos ter o mesmo tempo para chegar e inclusive comer algo se quisesse. Logo meus devaneios se perderam com as duas presenças levemente sem movimentos, fizeram a apresentação juntos e nos chamou para entrar. Aquelas palavras me interessaram pela forma como falaram juntos, um pouco pela possibilidade dessa fala em conjunto não ser natural e o mais importante, porque revelaram que o “S.S.” da carta tem a referência a um homem.

Isto é, consideram que a psique desses pacientes não foi alterada e a percepção estando correta, não encontrei motivos rápidos para discordar. Aos poucos, por meio da caminhada, os pacientes que nos acompanhavam foram se distanciando entre si, com a garota entre nós e o outro mais à frente. A mulher nos avisara das atitudes do inconsequente, me fazendo perceber certa falta de cuidado com os paciente ali como se pudessem realmente fazer de tudo mesmo sendo loucos.

Claro que não achei errado a apresentação, mas no caso de um chefe dificilmente aconteceria um erro como esses, justamente com receio em expectativa pelo outro. O seguindo aviso da mesma, foi quase falso se eu pudesse imaginar ela contando a verdade sobre aquilo. Desconhecia a razão de saber daquilo, contava apenas que não fosse por algum meta, mas com a sorte de sermos chamados ali, o normal seria basicamente o impossível considerando as possibilidades grandes. Olhei para o outro curioso para suas atitudes, no caso por ser nulas, prossegui atrás da paciente que nos direcionava o caminho.

As perguntas estavam arquivas na mente, sendo praticamente metade delas sobre o anfitrião e a outra metade sobre alguns meta em particular. Era como não mentir, se achasse a oportunidade conseguiria responder melhor e parecesse mais com verdade. Estranho dizer que os outros pacientes ali não iam tão longe quanto ao que a mulher comentou, me deixado e dúvida sobre ela que nos levava. Parecia quase neutro, como se não fosse seguido, ou a mordida é recente o suficiente para provocar eles.




Dados:
Roupas casuais: http://i.imgur.com/V1Y9Iwy.jpg
Forma de combate e uniforme: http://i.imgur.com/yH8DjuH.jpg

Alcunha: Impetus

Raça: Meta-Humano

Poderes: Alteração Mágica da Realidade + Percepção

Especialização: Intelectual.
Atributos:
Força: 8
Inteligência: 16
Resistência: 10
Velocidade: 14
Vigor: 13
Carisma: 9

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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Zatanna em Dom Out 30, 2016 11:38 am

INSANE
Os olhos da mulher ainda não haviam sequer piscado. As pálpebras simplesmente não se tocaram sobre os olhos, nem sequer uma vez. Conforme prosseguiam pelo Asilo, os psicóticos se dispersavam. Todos possuíam o mesmo rosto fúnebre e desagradável, como se só de olhar você pudesse ver todas a sua crueldade. Lá dentro não havia nada que eles já não tivessem pressuposto; era exatamente como supuseram ser. Exalava desconforto, desesperança e delírio.

Pararam, então, e a mulher olhara para eles, se afastando, e então volvendo-se para que pudesse ficar audível à ambos: "S. quer que fiquem por uns dias em nosso Asilo. Vou precisar que nos esclareçam sobre a sanidade de vocês...Estamos em um hospício criminal, e como somos só nós, vocês entendem, precisamos fazer tudo.", diz, começando a andar entre eles, "Então, qual é a demência de vocês?"; ela não parava. Suas pupilas dilatavam-se sucessivamente, e sua proximidade antes agradável passava a esboçar demasiado distúrbio. Era como se a contenção que ela possuía rente ao corpo já não os assegurasse de nada.





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1. As narrações posteriores SÃO RESPECTIVAS à qualidade dos seus posts. Quanto melhor for, melhor será possibilidade de não morrer em ON.
2. Não conste nada que se sobreponha à narração. Delimite-se ao que lhe foi descrito, detalhado e determinado.
3. Ponha suas informações em seu post.
4. Não admito quaisquer desrespeito em sua postagem: sem racismo, machismo, intolerância religiosa ou quanto a quaisquer identificação de gênero ou de orientação sexual. Caso haja, sua narração será impedida e sua conta punida sem prestar satisfações prévias.
5. Liam, não sei você, mas esta é uma dessas situações em que a sua percepção pode ou não salvar vocês. Há 2 possibilidades: 1. olhar através da vidraça a sua esquerda, de lá para fora, de onde você pode ver a flora que rodeia o Asilo Elizabeth Arkham, ou 2. olhar para trás.
6. Sebastian, você OBRIGATORIAMENTE deve responder à mulher.
7. Você tem até 02/10 às 12:00am para postar.

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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Dom Out 30, 2016 3:06 pm

The teenage rush
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Considerando minha falta de atenção com os outros ali, passei a notar melhor ao me rodeava porque não era um passeio ao parque e lembrar da mulher estranha que nos mostrava o lugar era um perfeito lembrete. Foquei inicialmente nela, lembrando da apresentação em uníssono com o outro paciente, em seguida talvez uma falta de piscadas se eu apenas não estiver deixando de ver a mesma nos momentos certos. Seria isso mesmo? Pretendia notar com mais interesse as coisas.

Não sabia tanto assim do asilo, mas ver todos em estados diferentes de loucura era como um circo às avessas, sem diversão e repleto de amargura combinada com a insanidade clara de alguns. Havia casos claros que eu achava ser esquizofrenia, uma semelhança mental com os meus poderes, mas o que eu pensava em muitas das vezes podia ser verdade em poucos instantes. Já com eles não, as coisas ficavam apenas nas cabeças deles. Considerando animais que falam, bichos estranhos e até mesmo aqueles amigos invisíveis das crianças solitárias que as falam para fazer coisas perigosas, provavelmente foi como chegaram ali.

Outros demonstravam seu perigo socando tijolos, ou o próprio rosto usando o reflexo do vidro como foco de sua mira. Ok, dessa vez nem eu mesmo consegui bolar uma razão plausível, talvez não precisasse ter mesmo. Haviam alguns que eu apelidei de “peculiares comuns”, são os que muitas vezes são mendigos e quase nunca notamos os estados deles por achar que querem nos roubar. Possuem aquela feição perdida nos olhos, um brilho fraco de interesse instável seja pelo outro, por comida, ou novidade. Os cabelos claramente não tem cuidado e em sua maioria são desgrenhados e grandes, podendo julgar o tempo de perdidos pelo estado dos fios na cabeça que poderiam não ter conserto.

Aquele lugar quase lembrava o ensino médio e as áreas das “panelinhas” porque haviam mesmo certos grupos devidamente separados, os aleatórios antissociais e aqueles estranhos o suficientes que são mais interessantes do que os conjuntos. O meu julgamento foi se alterando para algum tipo de sensibilidade pela visão de alguns pacientes foram demonstrando e comparava parcialmente em como aquela mulher nos levando estava tão “bem”. Na verdade, se ele até o momento era a única amarrada, deveria ser talvez a mais perigosa podendo disfarçar sua loucura e ser pior do que os que comiam grama ali atrás como se fosse a ambrosia dos deuses.

As perguntas que tinham para com o “S.” foram sumindo deixando apenas uma bem clara e simples: O que querem comigo? Não sabia sobre Sebastian e não arriscaria algo mental a ele, pela visão cortada dele entre o ambiente já percebia estar pior do que. Provavelmente por ter visitado algum local parecido por parente, ou sei lá. Parei rapidamente de criar minhas razões e motivos para as ações das pessoas que via, porque me senti doido demais tentando bolar algo, tentando criar algum sentido e acumular tentativas perdidas de algo inútil pela quantidade das coisas que via.

Olhei pra mulher notando ainda a falta de piscadas e observando isso com respeito, sendo apenas interessado na mesmo olhando nos olhos com atenção. Ela parou de andar, segui essa pausa com o outro e ela se afastou de nós, logo se virando para nos olhar e falar com ambos de uma distância audível para ambos. A fala dele não foi um aviso, foi como uma notificação de algo já ocorrendo e era tarde demais para parar, me forcei a semicerrar os olhos e notar algo nela, mas me arrependi disso em seguida.

Haviam as palavras dela, em seguida uma aproximação e um questionamento invadindo nosso espaço pessoal com aqueles olhos provavelmente sem piscar e aquela cara de desespero e delírio por nossas respostas. Dei um passo para trás pra não cair e olhei pelo caminho de onde viemos procurando uma saída simples que fosse, ou no pior caso mais problemas. Inclinei a cabeça um pouco confuso em responder a ela enquanto olhava envolta de nós, mas confiei que Sebastian pudesse ser mais interessante enquanto tentava encontrar uma saída por onde viemos mesmo que apenas olhando.

A forma menos drástica de lidar com aquilo inicialmente seria a calma, pois com base em alguns do pátio seria chamar atenção desnecessária, ou então alertar sobre nós para os reais problemas. Contudo, não podia ficar sujeito a tudo como se fosse concordar com uma internação contra a minha vontade e sem motivos plausíveis que fossem. Esperava opções olhando para trás, senão ficaria com expectativas nas janelas sucumbirem aos meus poderes.




Dados:
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Forma de combate e uniforme: http://i.imgur.com/yH8DjuH.jpg

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Velocidade: 14
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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Dante H’gar em Dom Out 30, 2016 7:06 pm



murder on my mind



Enquanto seguíamos a mulher que logo tomava cerca de cinco passos à frente, entreolhei-me com Liam, que parecia estar tão confuso quanto eu, entretanto bem mais calmo e tranquilo. Mas era lógico que ele estava tranquilo! Ele não havia sofrido maus tratos e sido preso injustamente nesse mesmo hospício anos atrás, sendo levado para longe do seio familiar e ignorado por sua própria mãe egoísta. Engoli em seco, tentando raciocinar de forma lógica e uni minhas mãos detrás de minhas costas, semicerrando os olhos e estudando todo o ambiente ao meu redor. Haviam todos os tipos de pacientes, desde os mais normais com olhares vazios e depressivos até os mais perversos, batendo a própria cabeça na parede ou fazendo isso com a cabeça de outros pacientes. Nenhum guarda estava ali para poder pará-los, e era com uma sensação horrível e um gosto metálico nos lábios que por cinco segundos fechei meus olhos, concentrando-me e buscando por visões de possíveis futuros próximos. De acordo com as decisões tomadas pela paciente que nos conduzia, as minhas e as de Liam poderiam influenciar completamente nas visões, mas mesmo assim busquei com afinco nesse curtíssimo período encontrar riscos e armadilhas.

Visualizei momentaneamente a mulher voltando-se de frente para mim e Liam, falando algo, provavelmente uma pergunta. Não havia muito mais além disso, entretanto previ que Liam iria buscar ao nosso redor possíveis armadilhas e indícios da presença do tal “Senhor S.”, inclusive olhando para trás. Voltei ao “presente”, ouvindo a indagação da mulher que até agora não piscou os olhos em momento nenhum. Estranhei, mas simplesmente relevei visto o fato de que ela poderia estar sendo controlada por algum telepata ou manipulador mental. Semicerrei os meus olhos, observando a mulher bem à minha frente. Se tínhamos deficiência mental isso não era importante, de qualquer forma Liam e eu éramos bem mais sãos da mente do que todos ali.

— Eu já fui internado no asilo Arkham antes, senhora, caso não tenha percebido ao ler as fichas antigas daqui. Fui liberado aos meus dezessete anos com louvor pelo doutor Viktor Miller. Não preciso ser internado aqui novamente. — Respondi-a de forma seca e polida, nutrindo meu habitual tom neutro para conversar que eu já havia aprendido a usar desde que havia começado a trabalhar para o governo – eternos mocinhos de fala mansa e pose aristocrata.

Tentei, mais uma vez, prever acontecimentos futuros no intuito de evita-los, esperando profundamente que Liam ao menos tivesse um sub-poder útil que pudesse ser usado além da alteração de realidade, pois eu e ele, mesmo unidos, não conseguiríamos nunca eliminar tantos loucos ensandecidos em tão pouco tempo, sem contar o mistério acerca do “S.S.”.


Ações:
Ação 1: Utilizei o dom da Premonição no intuito de prever o que surgiria caso Liam olhasse numa das duas direções entregues pela autora da missão.
Ação 2: Utilizei mais uma vez o dom da Premonição após falar com a mulher.
Info:
* Alter-Ego: Augorion
* Raça: Meta-Humano
* Poderes:
- Alteração Mágica da Realidade: Capacidade de usar forças sobrenaturais para graus variantes, adotando a medida de diversos poderes em uma junção.
- Premonição: Capacidade atemporal de ver fatos que vão ocorrer, já ocorreram ou estão ocorrendo.
* Especialização: Velocista
* Atributos:
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- Inteligência | 20
- Resistência | 10
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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Zatanna em Ter Nov 08, 2016 4:28 pm

INSANE
Ela estava próxima até de mais, quando por alguma razão que não sabiam qual, ela estagnou bem onde estava. Não se mexia, nem sequer a respiração podia ser constatada em uma subida e descida de seu torso; mas foi Sawyer quem pôde entender o porquê, enquanto olhara para trás. O que vê é um homem, moreno, com o olho esquerdo límpido, e o destro, soturno. Sua presença era adornada de todo e qualquer sentimento pútrido que pudesse vir à seu âmago. A mulher não havia emudecido por nada: estava apavorada, e só depois da aproximação longinquá do homem, ela se deixou piscar e então, recuar até fraquejar.

"Zaphine, eu pedi para que fosse agradável. Eles não estão confortáveis, ou estão?". Entretanto, Sebas podia prever muitas reações que viriam ao porvir, mas nem em sequer uma delas, a mulher estaria viva nos próximos 20s.





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5. Podem ou não ajudá-la, isso fica a sua preferência. Mas as decorrências posteriores estão vinculadas a essa decisão.
7. Você tem até 10/11 às 12:00pm para postar.

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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Liam Hughes Sawyer em Qua Nov 09, 2016 12:29 pm

The teenage rush
When the call came down the line


Percebi algum tipo de mudez da parte da invasora de espaço pessoal, não sabia totalmente o que acontecia a ela, mas ouvi certo silencio da parte dela que devido a resposta de Bash duvidava que fosse se calar por nada. Essa última frase ecoou na minha mente quando percebi a origem da mudança da garota. Homem alto com olhos desnecessariamente assustadores depois da emudecida recente da jovem e aquele sentimento horrível que a presença me fazia sentir.

Okay, não foi acidente. Ele pode ser a causa de tudo e nos trouxe ali por algum motivo. Ainda não sabia se havia de fato algum poder envolvido naquela situação, ou se era apenas medo e pavor surtindo efeito, mas a forma como a jovem foi se afastando quase como se pudesse sumir em tão poucas ações me fez quase perguntar se ela estava bem. A questão era idiota, eu sabia disso, mas não era como se tivesse uma pergunta menos direta e educada a fazer. Já sabia que estaria longe do que o termo “bem” significaria, e a fala do homem foi a pior de todas as hipóteses nas tentativas que eu pensaria ao tentar acalmar a doidinha.

Era claramente um jogo inverso ali, nos apresentou uma ideia e alterou essa percepção pra ver como reagiríamos se visse aquilo com outra forma de pressão. Semicerrei os olhos tentando me manter com a postura reta sem movimentos bruscos, na verdade quase sem movimentos além da respiração involuntária.
Subi meu braço esquerdo deixando ele abaixo do direito quase o cruzando e levantei o direito fechando o punho um pouco no queixo parecendo pensativo. Confirmei com a cabeça entortando um pouco a boca tentando fluir as ações para uma resposta menos ofensiva possível. Soltei o queixo e levantei o indicador para o homem, ainda que o cotovelo direito estivesse apoiado na mão esquerda e o questionei:

- Estranha sua lógica Senhor S.? Estarmos confortáveis, ou não com a jovem seria a menor das nossas preocupações se a machucar por ela agir exatamente como ela é. Aposto que conhece a história do escorpião e o sapo, não é? - Abaixei as mãos dando de ombros e mexendo a cabeça um pouco concordando: - Você pode tentar mudar as pessoas, mas algumas coisas estão realmente entranhadas nelas. É como se pudesse apagar a pessoa, mas ainda haverá aquele traço de personalidade nela que não sai e uma hora vai aparecer naturalmente. Pode ser que seja um instinto assassino, ou a impaciência. - Me calei e torci para o outro ter alguma ideia melhor porque sabia que não duraria muito aquele assunto dependendo das minhas palavras.

Pensei em fazer como alguns momentos antes e verificar nossas costas, mas não tiraria os olhos daquele homem. Algo no estranho me fazia querer ficar atento ao mesmo, talvez o susto que provocou na garota fosse a causa, mas acho que qualquer um que aparecesse sem estar amarrado já me faria ficar receoso. Ele parecia ameaçador com uma pitada sádica com o sofrimento alheio, apesar de torcer pra estar errado esses meus julgamentos costumavam estar corretos mesmo que muito superficiais. Sem dúvidas queria muito estar errado dessa vez.




Dados:
Roupas casuais: http://i.imgur.com/V1Y9Iwy.jpg
Forma de combate e uniforme: http://i.imgur.com/yH8DjuH.jpg

Alcunha: Impetus

Raça: Meta-Humano

Poderes: Alteração Mágica da Realidade + Percepção

Especialização: Intelectual.
Atributos:
Força: 8
Inteligência: 16
Resistência: 10
Velocidade: 14
Vigor: 13
Carisma: 9

_________________


It's time to trust my instincts!
Some things I cannot change
But till I try, I'll never know!

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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

Mensagem por Dante H’gar em Qui Nov 10, 2016 12:28 am



murder on my mind



Ainda estávamos em desvantagem, habitando terreno desconhecido indo a mando de alguém cujo nome ainda não sabíamos. Tudo era muito perigoso e misterioso, envolto em insanidade conosco visitando aquele local tão assombrado e repleto de doentes mentais, como eu um dia fora julgado como um. Não havia nada que eu pudesse fazer para sentir-me menos triste, a não ser seguir em frente e fazer o máximo de boas ações que pudessem fazer-me melhor aos olhos do governo, assim poderiam diminuir minha pena na Belle Reve. Bem, e o que boas ações tinham a ver com essa merda acontecendo agora? Ora, eu me pergunto a mesma coisa! Cruzei os braços encarando a mulher que nos guiava de repente virar-se e enrijecer o corpo em medo, arregalando os olhos e piscando-os pela primeira vez. O homem agora à nossa frente, que havia surgido do nada, parecia realmente interessado em nós, apesar de ter apenas recorrido à mulher, chamando-a de Zaphine. Observei seus olhos de cores diferentes, achando-o completamente esquisito e perigoso.

Meus olhos percorreram rapidamente o corpo do homem moreno de cima a baixo, então pousando-os nas feições maleáveis de Liam, que parecia realmente afim de puxar conversa com o outro. Distrações, só podiam ser! Concluindo que Liam puxava conversa, encarei o homem e, ignorando meus instintos gritantes, fechei os meus olhos e procurei em minha mente vislumbres do futuro, aproveitando a minha capacidade ao máximo sempre que possível. Com tantas perguntas e poucas respostas só com premonição para descobrir o futuro. Algo me foi mostrado, apesar de já desconfiar de tal acontecimento próximo de ocorrer: a mulher que nos guiava estatelada no chão, de olhos arregalados e sem vida. Engoli em seco, movendo minha mão direita, fechei-a em punho, criando uma luz avermelhada que serpenteava da ponta de meus dedos até meu antebraço completamente. Seria sábio ataca-lo? Que se foda, ele é perigoso e manipula mentes! Ele fará o mesmo com você, bobo! Ataque-o! Obedecendo a mente em minha voz – minha consciência, presumo – ergui a mão direita e disparei o feixe de luz vermelho na direção do outro.

— Liam, ignore a mulher morta, mate-o! MATA O VIKTOR MILLER AGORA! — Gritei a todo pulmões, olhando o ruivo de soslaio e tentando impulsionar meu feixe de luz para matar o homem que só podiam ser Viktor disfarçado tentando me conquistar e me dominar mais uma vez. Mas não hoje. Ele iria sofrer e morrer em minhas mãos. E Liam me ajudaria a matar aquele bastardo filho da mãe. Notei que tudo ao meu redor vibrava em tons de vermelho, o que indicava certo nível de dissociação da realidade enquanto minha mente caótica tentava se reorganizar. Só sabia de uma única coisa: Viktor morreria hoje.


Obs:
Como Sebastian concluiu que a mulher estava sob o efeito de poderes de manipulação mental, ele logo concluiu que o Senhor S é semelhante a um doutor violento do passado que o tratou em Arkham, e desta forma Sebastian dissociou-se da realidade entrando num estado psicótico - preciso interpretar meu personagem já que ele é afetado da cabeça não é mesmo? Ah, e as "vibrações vermelhas" são tudo da cabeça dele e ninguém mais verá isso além dele próprio.
Ações:
Ação 1: Utilizei o dom da Premonição no intuito de prever o futuro das ações do "Senhor S".
Ação 2: Utilizei a alteração mágica da realidade para criar um feixe de raio laser e então atirei no vilão.
Info:
Alter-Ego: Augorion
Raça: Meta-Humano
Nível: 2
Poderes:
Alteração Mágica da Realidade: Capacidade de usar forças sobrenaturais para graus variantes, adotando a medida de diversos poderes em uma junção.
Premonição: Capacidade atemporal de ver fatos que vão ocorrer, já ocorreram ou estão ocorrendo.
Especialização: Velocista
Atributos:
• Força | 7
• Inteligência | 20
• Resistência | 10
• Velocidade | 17
• Vigor | 11
• Carisma | 10


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Re: [NARRATIVA] INSANE - Liam Hughes Sawyer e Sebastian Harkness

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