[RP FECHADA] - On Sundays We Always Wear Red

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Mensagem por Dante H’gar em Qui Out 27, 2016 6:31 pm

nome da roleplay
a roleplay é iniciada pelo post de Sebastian Harkness, seguindo por Nöulah Dràtz K. Dracomir. estando então, fechada para os demais. passando-se esta em 30 de outubro, boate Red Dragon. o conteúdo é restrito para menores. atualmente as postagens estão em fase de andamento.


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Re: [RP FECHADA] - On Sundays We Always Wear Red

Mensagem por Dante H’gar em Qui Out 27, 2016 9:28 pm



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Aquela era a primeira vez que eu estava em Metrópolis, e com ela vinha a sensação ambígua de frescor de cidade nova e ao mesmo tempo receio em estar ali por motivos desagradáveis. Como membro da Força Tarefa X, a cada missão realizada por mim eu tinha a chance de ter cada vez mais acessos a localizações secretas do grupo de Miller, mas sem nunca Waller realmente revelar nada. Óbvio, eu tinha poder suficiente para me livrar da bomba em meu pescoço, mas levado pelo sentimento de vingança eu havia sido forte e ao mesmo tempo burro o suficiente para me deixar ser aprisionado e mandado por Amanda.

No fim das contas, Liam havia sido incrível e era o primeiro meta-humano que eu conhecia e gostava de tê-lo em meu caminho. Tinha de admitir; o ruivo era corajoso e eu seria sortudo em encontra-lo novamente; poderia inclusive convencê-lo a unir forças contra Viktor Miller, afinal o herói parecia decidido a fazer a coisa certa. Todos deveriam sempre ser unânimes quando se tratava de concordar que o telepata era um câncer para a sociedade e o universo em geral. Metrópolis era uma bela cidade, cheia de acontecimentos ligados aos heróis e vilões da mesma forma que Coast City e principalmente a cidade de Gotham. A última pista que Waller havia dado para mim em meu último dia havia sido a localização de um líder de gangue parceiro de Miller, que era dono de uma boate em estilo asiático chamada “Red Dragon”, onde o homem limitava-se a ficar apenas numa área VIP observando o resto das pessoas dançantes na pista de dança. Típico de filme adulto violento sobre gangues, com a clássica pose de “chefão do crime”. Poderia por fora parecer uma boate em tons de vermelho com uma faixada lembrando símbolos asiáticos, mas por dentro, ignorando as músicas dançantes e o clima de pegação, sempre haviam bandidos e homens armados protegendo o líder, conhecido apenas como o “Mestre Vermelho”, nome esquisito mas fácil de memorizar.

Não foi difícil entrar ali: olhei as pessoas na fila da boate do outro lado da rua e então estreitei os olhos observando o bilhete dourado com símbolos japoneses indicando a reserva. Ergui a mão direita, ainda sentado no banco de espera do ônibus, e um bilhete exatamente igual surgira em minha mão direita após uma pequena nuvem cinzenta rodopiar. Respirei profundamente, pondo-me de pé e ignorando a fila, chegando no segurança careca de terno negro e óculos escuros – era de noite e ele usava óculos escuros? Ele estava em Matrix? – e antes dele poder irritar-se, ergui o bilhete VIP. O guarda abriu a porta e indicou com o queixo para outro guarda do lado de dentro que eu poderia passar, e então entrei na boate. Sorri de canto enquanto adentrava o salão negro recheado de pessoas dançantes e uma enorme estante de bebidas logo à esquerda, onde um barman entregava bebidas coloridas. Observei uma já pronta e fiz a mesma aparecer em minha mão direita, enquanto subia um pequeno lance de escadas negras em direção ao primeiro andar. Lá, havia apenas uma outra moça, loira e alta, sentada em um dos dois sofás negros tendo vista das pessoas dançando lá embaixo. Fui atendido por uma morena asiática e pedi um prato de batatas fritas – a ala VIP é sempre tão bem receptiva! – e ergui a mão direita após passar minha bebida para a esquerda e, de forma discreta, materializei várias notas de cem em minha mão.

Percebi, tardiamente, que a loira me observava e havia presenciado minha pequena mágica. Ergui o dedo indicador aos meus lábios, indicando que ela ficasse calada e guardasse aquele pequenino segredo meu. E então, do outro lado da festa, na área VIP e com as mãos apoiadas na balaustrada vermelha estava o Mestre Vermelho, fitando toda a imensidão de corpos dançantes lá embaixo. Estreitei os olhos, observando-o atentamente. Apoiei meu cotovelo direito no sofá onde eu estava e aproximei minha cabeça da loira, ignorando os olhares de dois homens de terno protegendo uma porta cor vinho que dava acesso à sala VIP.

— Sabe quem é aquele e como posso chegar nele, senhorita? — perguntei baixinho, quase tendo certeza de que a loira com olhos felinos soubesse quem era o homem. Recebi minhas batatas fritas, pagando a asiática e então experimentando minhas batatas gostosas enquanto esperava uma resposta, e claro; sem deixar de fitar o homem asiático.




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Re: [RP FECHADA] - On Sundays We Always Wear Red

Mensagem por Nöulah Dràtz K. Dracomir em Sex Out 28, 2016 7:50 pm

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Não fazia muito tempo que estava de olho no Mestre Vermelho, dono da famosa boate Red Dragon. O lugar tinha uma aparência bela e fina, digna de bastante dinheiro. Eu poderia simplesmente investir no local, comprá-lo do Mestre Vermelho. Claro que o mesmo iria cobrar um preço bem alto pelo local e por suas ações, e óbvio que eu teria o dinheiro, já que era uma das mais ricas de Metrópolis. Porém, era muito mais divertido quando eu fazia as coisas do meu jeito. Qualquer um, na verdade, todo mundo, sabia que quem matasse o Mestre Vermelho e seus capangas, conseguiria a posse do local, de suas ações, dos trabalhadores. Resumindo, tomaria posse de, sem exceção, todos os locais que eram sobre domínio do Mestre Vermelho. Era isso que eu iria fazer. Tomar o controle de grande parte de Metrópolis, assassinando o Mestre Vermelho e seus comparsas.

Havia saído de casa e ido até a esquina da boate. Meus cabelos estavam um tanto bagunçados, eu vestia um short jeans curto, um vans cinza e uma blusa branca da Supreme. Me apoiei sobre um muro, coloquei a mão esquerda no bolso do short, e sustentei minha perna canhota no muro. Com a mão destra, segurava um cigarro que tragava pelo caminho. Apaguei o tabaco no muro, jogando o resto fora. — Blur... — Murmurei, e automaticamente meu corpo se tornou completamente fosco e quase invisível ao olho de muitos. Apenas poucos, dos quais seriam meta-humanos, que teriam a capacidade de me ver sobre o modo de ofuscação. Me dirigi até a entrada  da boate, e esperei com que um civil fosse entrar no local. Quando acontecido, entrei junto, passando despercebida pelo segurança.

Subi as escadas, indo até o banheiro mais próximo da Área VIP. Voltei com minha aparência ao normal, ficando visível a todos outra vez. Saí do banheiro e me sentei num banco bem na entrada da Área onde o Mestre Vermelho ficava. Acendi um cigarro, e fiquei tragando o mesmo ali. Um garoto se aproximou, indagou-a alguma coisa que eu não havia prestado muita atenção. Induzi que o mesmo perguntava sobre o Mestre Vermelho, então falei o superficial. — Aquele é o Mestre Vermelho, em carne e osso, com seus seguranças e suas prostitutas. — Suspirei. — Se quer falar com ele, suponho que deva esperar uma vaga na agenda.


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Re: [RP FECHADA] - On Sundays We Always Wear Red

Mensagem por Dante H’gar em Sab Out 29, 2016 12:39 am



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A festa estava boa, a música eletrônica era barulhenta e chata e todos dançavam convulsivamente, parecendo estar todos doentes mentais ou sofrendo um colapso esquizofrênico. Ergui uma sobrancelha ouvindo as informações nem um pouco informativas ou úteis, mas permaneci com meu rosto numa expressão passiva ouvindo-a, mantendo um ligeiro sorriso em minha face. Virei minha face para o Mestre Vermelho, estreitando os olhos encarando-o com certa neutralidade e então me endireitei em minha poltrona, suspirando. A moça parecia bastante interessada no Mestre Vermelho da mesma forma que eu, entretanto o interesse dela parecia ser nele como pessoa, em contrapartida do meu lado, onde eu queria-o apenas para descobrir informações privilegiadas sobre outra pessoa.

— Têm certeza? Creio que eu possa ir até ele sem muitos problemas. — Estreitei os meus olhos, sorrindo para a moça, e de repente todo o local ao nosso redor pareceu cera derretida; as paredes pareciam dobrar-se como um pano ondulado, de repente nossas cadeiras levitavam acima dos corpos dançantes e estávamos com nossas cadeiras bem atrás da cadeira do Mestre Vermelho. Era possível vê-lo por trás, assim como duas prostitutas de cada lado dele e dois homens logo ao lado da entrada para a área VIP do lado esquerdo. Sorri para ela, apontando com o queixo para onde estávamos anteriormente; lá, estavam duas cadeiras com nós dois conversando e sorrindo calmamente, bebendo e comendo batatas fritas.

— Parece interessada nesse verme tanto quanto eu, moça, então faremos assim; vamos ficar aqui completamente invisíveis, inaudíveis e intocáveis ouvindo o que o cara tem a falar, e quando ele terminar de falar ao telefone você faz o que quiser com ele, pode ser? — assenti afirmativo para ela, recostando-me na poltrona e esperando que o Mestre Vermelho começasse a fazer ligações para que eu descobrisse onde Viktor estava. Talvez a loira estivesse temerosa ou talvez não, mas ela sabia que não poderiam se levantar da poltrona ou a ilusão iria desmoronar, e então morreríamos.



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Re: [RP FECHADA] - On Sundays We Always Wear Red

Mensagem por Nöulah Dràtz K. Dracomir em Ter Nov 01, 2016 5:24 pm

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Oh... uau... — Schznöulah definitivamente já havia visto aquilo em alguma batalha. Alteração da realidade. Era algo foda e um tanto assustador, pelo fato óbvio de não conseguir diferenciar o que era real do que não era. Porém, era bem interessante, uma vez que a jovem parecia estar sobre o efeito de drogas.

Bem... — A garota deu um passo a frente, ficando quase colada nele. Uma mão foi até o ombro dele, e a outra laçou-a em suas costas. Madness levou o rosto para mais próximo do garoto e deu um beijo no canto de sua boca. Em seguida, deu outro na bochecha e mais um logo abaixo de sua orelha. Apanhou-o então, com os dentes, seu lóbulo, o puxando levemente e logo o soltando. — Eu quero aquele bastardo vivo, num caixão, a sete palmos abaixo da terra, sufocando, sentindo a mesma agonia de escassez de ar, cujo dito fez com minha mãe.

Ela se afastou, mantendo as suas mãos por onde estavam. — Eu quero aquele verme morto. — Suspirou, e sussurrou em seguida: — E sim, eu sei que você é gay. Você tem esse jeitinho. — Suspirou outra vez, retirando as mãos de onde estavam, as colocando nos bolsos de seu short. — Mas então... quer ser útil e me ajudar a matar este velho e seus capangas? Poderíamos chamar atenção roubando este lugar primeiro, e depois de assassinarmos o bastardo, podemos dividir o poder de Metrópolis.


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Re: [RP FECHADA] - On Sundays We Always Wear Red

Mensagem por Dante H’gar em Sex Nov 04, 2016 12:58 am



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Não pude evitar de sorrir amplamente diante do fascínio da outra perante o uso de meus poderes e os seus efeitos na realidade ao nosso redor. Como eu supusera, a mulher de cabelos dourados e olhar feroz desejava o Mestre Vermelho morto, assim como eu, entretanto ela tinha reais motivos para querê-lo morto; ele havia matado sua mãe, e como vingança ela queria enterrá-lo vivo, da mesma forma que ele matou sua progenitora. Era justo, então assenti positivamente para a loira como forma de confirmar que seu desejo seria respeitado e honrado por mim. Obviamente, procurei não demonstrar animação com seu beijo e sua tentativa de sedução e flerte, provavelmente ela tentava me convencer a deixar o Mestre Vermelho para ela se esbaldar em sua vingança mortífera. Logo, sorri de canto com sua afirmação sobre saber que eu era gay e sobre eu ter um “jeitinho”. Uni o cenho em dúvida, não compreendendo como que a outra havia chegado aquela conclusão, entretanto ignorei dando de ombros para mim mesmo.

Quase que falando feito uma gângster, a outra esboçava planos de roubar o local, chamar a atenção dos guardas e então mata-los, deixando o Mestre Vermelho por último, para então dividirmos o poder de Metrópolis. Não precisava ser muito inteligente para chegar à conclusão de que a outra me mataria assim que eu deixasse de ser útil para seus planos. Peguei uma batata frita, pondo-a na palma de minha mão, e então olhei para a loira ainda sem nome, e concentrando-me fitei a batata frita, que encolheu-se como plástico no fogo, logo a batata frita tomou um brilho dourado, moldando-se e reconstruindo-se. Quando o processo terminou, estendi para a loira um pesado diamante lapidado.

— Absoluta certeza de que ainda quer roubar essa boate? — ergui uma sobrancelha, questionando-a com um leve sorriso, pondo o diamante na mão da outra e então tendo minha atenção chamada pelo Mestre Vermelho, falando em chinês pelo telefone com uma segunda pessoa. Revirei os olhos, mas procurei me concentrar em algum bom uso de meu poder e então logo nós dois víamos acima da cabeça do Mestre Vermelho letras formando frases, indicando exatamente o que ele falava.

— Sim, iremos nos encontrar amanhã, Bob. O navio chegará em Gotham recheado de drogas novas e sintéticas criadas recentemente em laboratório europeu. Top de linha, meu caro. Os jovens estadunidenses irão adorar e se viciar em segundos de uso. Quanto ao Miller, tranquilize-os; toda a fortuna está na parte do subsolo de minha boate, ele poderá busca-la amanhã. — Informava o Mestre Vermelho, desligando e dando um sorriso amplo de satisfação. Encarei-o, ficando de pé e observando com ódio o homem que estava criando parceria com Miller.

— Ele é todo seu, moça. — Abri um malicioso sorriso, erguendo a mão esquerda na direção de um dos guardas, logo a parede coberta por papel avermelhado alongou seu tecido, formando pontiagudas flechas que foram em direção aos corpos de ambos. Agora, a moça loira de nome desconhecido estava visível junto de mim, e não demoraria para o Mestre Vermelho agir contra nós dois.



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Re: [RP FECHADA] - On Sundays We Always Wear Red

Mensagem por Nöulah Dràtz K. Dracomir em Seg Nov 14, 2016 5:09 pm

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Wow! Que dahora! — A loira havia ficado encantada com aquilo, definitivamente. Ah, mas qual é?! Me diz quem não ficaria encantado com um cara que transformava qualquer material em minério bruto?! Enfim. A loira levou o rosto até o ouvido de Sebastian, e sussurrou: — Observe. — Nöulah usufruiu de sua Ofuscação para cegar três dos guardas, logo em seguida pulando algumas cadeiras, até parar no gabinete do Mestre Vermelho. Ela abriu a primeira gaveta, pegou três facas, e arremessou contra os guardas que havia cegado, acertando diretamente a garganta dos três.

Agora, usufruindo de sua habilidade de mimetismo demoníaco, se transformou na bela figura de demônio que era capacitada de se tornar. Obteve uma altura sobre-humana, pele avermelhada e escamada, garras afiadas e as feições que eram inconfundíveis e nada humano. Ela avançou até o Mestre Vermelho, colocando o velho gordo colado na parede, quase que perto do teto, o segurando com uma mão, pelo pescoço. — Você matou minha mãe. Ela era inocente. Por que você fez isso?! POR QUE?! — Até mesmo sua voz era inumana.

O velho soltou um riso irônico e sem graça, e começou a falar com aquela voz irritante. — Ai, ai... Dracomir, não? Sua mãe não era nada inocente, querida... a coitada dava pra mim loucamente, toda santa hora, pra conseguir dinheiro pra você e sua família. — Nöulah frouxou a mão do pescoço dele. Com certeza um de seus pontos fracos era sua mãe. — Ela implorava pra mim por dinheiro, disse que fazia qualquer coisa só para eu dar dinheiro para aquela vadia de meia tigela. — A loira se transformou em humana de novo, tendo suas roupas já não mais em seu corpo, por elas terem sido rasgadas anteriormente. — Não! Não, não, não, não! Ela era inocente! Você matou ela a toa! Seu... seu filho da puta! Cretino! Vadio! — No intervalo de cada frase, ela dava um soco certeiro no rosto dele. — Ela deu a vida por mim, seu... seu bastardo! — Ela pegou um pedaço de madeira que estava perto dela, e começou a pressioná-lo com todas suas forças no pescoço do velho. Ela admirou o Mestre Vermelho sendo sufocado. Aquilo espalhava um prazer imenso pra ela. Após sufocar completamente o velho, quebrou o pedaço de madeira em dois. Pegou a parte mais pontuda, e começou a socar o mesmo sobre o peitoral do velho caído ao chão. Mesmo que já morto, ela queria intensamente o sabor de sangue. Ele havia ferido ela com palavras, palavras que a loira sabia que não eram verdadeiras. Ela tirava e colocava o projeto de arma no peito do rapaz, até velo completamente coberto de sangue.


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Re: [RP FECHADA] - On Sundays We Always Wear Red

Mensagem por Dante H’gar em Ter Nov 15, 2016 12:01 am



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Não conseguia imaginar tanto ódio contido em uma pessoa aparentemente tão de boa com a vida e tão calma. Como psicólogo eu já devia esperar que as pessoas pudessem surpreender, não é mesmo? Entretanto, a verdadeira surpresa fora a incrível transformação da outra em um ser demoníaco gigantesco e amedrontador, que utilizara seus poderes e atacou o famoso Mestre Vermelho, ferindo-o e buscando respostas sobre o assassinato da sua mãe. Sempre superior até mesmo na hora da quase morte, o outro ainda teve bolas para falar mal da mãe da loira e ainda por cima debochar da situação da pobre mulher, o que fez-me baixar o olhar, ainda comendo minhas batatas fritas, agora de pé e observando calmamente a situação, apesar de por dentro estar sentindo-me entristecido pela loira. Utilizando uma força imensa, a loira conseguiu machucar e matar o velho.

Tentei aproximar-me da loira, como consequência disto alguns pingos respingaram em meu sapato, o que me fez entortar os lábios em irritação e chateação, mas relevei pegando um paninho e agachando-me, limpando a sujeira. A porta começou a ser batida, a madeira entortava e rachões surgiam, e quando a mesma foi arrombada ergui a palma da mão direita, o chão onde eles pisaram sumiu, fazendo-os caírem lá embaixo, e então virei-me para a loira.

— Satisfeita? Disse que iria enterrá-lo vivo. — Cruzei os braços, encarando-a com um sorriso de canto e então apontei para o corredor de onde os seguranças vieram e provavelmente mais outros viriam depois. — Já que conseguimos o que queríamos, vamos embora ou vai querer destruir esse lugar ou conseguir todo o dinheiro no subsolo? — questionei-a, esperando resposta.




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