[RP FECHADA] - Up In Flames

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Dante H’gar em Sab Out 29, 2016 1:55 am

Up In Flames
a roleplay é iniciada pelo post de Sebastian Harkness, seguindo por Christopher Sk.-Wøjkiëwic. estando então, fechada para os demais. passando-se esta em 06 de novembro, domingo às 19:35, na região do cais/porto. o conteúdo é restrito para menores. atualmente as postagens estão em fase de andamento.


avatar
CIVIL E RECÉM-NASCIDO
32

Nova Iorque

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Dante H’gar em Dom Out 30, 2016 12:04 am



murder on my mind



Estava sendo um domingo frio e agourento, com nuvens negras cobrindo o céu e ventos cortantes que chegavam a cortar a pele com seu sopro gélido. Aventurando-me pelas ruas escuras e violentas da famigerada Gotham, saí a pé rumo às docas, onde encontraria num porto atividades suspeitas de uma nova máfia exportadora de drogas ilícitas contrabandeadas diretamente do México. Como sempre, as missões envolvendo grupos criminosos interessavam Amanda Waller de alguma forma, o que incitava a impiedosa líder da Força Tarefa X a enviar-me sempre em missões solo em busca de algo que só poderia ser a tal substância nociva que Liam alegou ser uma nova espécie de droga para amplificar poderes de meta-humanos. Obviamente, Waller pouco se lixava para o crime nas ruas ou o tráfico de seres humanos, apenas visava a parte lucrativa onde ela saía vitoriosa e com um exército cada vez mais poderoso, sempre conseguindo aprovação do governo para avançar mais e mais. Bem, não há tempo para pensar muito na mente megalomaníaca, egoísta e pirada de Waller, eu tinha uma missão para fazer e iria realiza-la o quanto antes, pois eu queria ir dormir cedo e me livrar logo daquela bagunça.

Chegando no porto, agachei-me e ergui a mão direita, enquanto minha pele transformava-se em poeira esbranquiçada, rodopiando acima de meu tecido que regenerava-se, agrupando-se e virando um binóculo altamente preciso. Levei-o aos meus olhos, observando ao longe um homem alto em roupas do gueto cumprimentando um homem alto de terno e longos cabelos negros com um coque alto. Um navio branco com listra vermelha estava no porto, onde haviam mais três homens transportando pesadas caixas de madeira – provavelmente eram drogas ali dentro. Decidi agir imediatamente, então me pus de pé e caminhei decididamente em direção dos homens, que me notaram tardiamente e apontara suas armas, entretanto ergui a mão direita e o binóculo se desfez em poeira negra, transformando-se em pontiagudas flechas que, ao meu comando, atingiram todos na testa.

— Fácil como roubar doce de criança. — Cantarolei alegremente, exibindo um leve sorriso convencido enquanto aproximava-me da mercadoria, tocando na primeira caixa e fazendo-a sumir, como sempre eu já tinha em mente o local para onde ela iria. Ao pôr a mão na segunda, fui atraído por uma presença. Virei-me para um homem, ainda um pouco escondido pela penumbra do porto. Estreitei os olhos, fitando-o com interesse e desconfiança.

— Seja lá quem for, melhor aparecer! — comandei, neutro e firme. Seja lá quem fosse, enfrentaria e venceria, afinal eu queria mais que tudo ir logo para casa após terminar mais uma missão exaustiva.



With Christopher | Artificial Nocturne | Wearing
Copyright © 2016 All Rights Reserved for Lotus Graphics
avatar
CIVIL E RECÉM-NASCIDO
32

Nova Iorque

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Christopher Arsenáult em Dom Out 30, 2016 11:08 am

Maybe i’m insane

Sebastian

If I could be any part of you, I would be your tears. To be conceived in your heart, Born in your eyes, Live on your cheeks And die on your lips.

Aqueles que sonham à noite, nos recessos empoeirados da mente, acordam no
dia para descobrir que tudo foi em vão: mas os sonhadores do dia são homens
perigosos, pois podem atuar seus sonhos de olhos abertos, para torná-los possíveis.

— T. E. LAWRENCE

Chris realmente era polonês. A postura fechada, os lábios finos advertindo perigo, o nariz aquilino resultante de inúmeras resistências de socos, a cabeça loira raspada e os dedos quase sempre bem cuidados transmitiam um ar remoto supostamente herdado de seus antepassados bastantes severos a comodidade física. Ele era também muito estranho, por admitir que não tinha um sono impecavelmente regular e cansaço para andar quase sempre lançando um olhar extremamente cuidadoso por cima dos ombros. Gostava de coisas clássicas e um tipo de vida organizada como qualquer ego siciliano. Não negava porém ao fitar o reflexo no espelho, que a qualidade enriquecida nas cédulas de seu lençol não valia nem mesmo 5% do que era. Sabia trapacear e por ganhar na mente e perder no coração, percebia que ser inteligente não era o tudo espetacular que esperava ser.

No dia em questão vestia uma polo branca abotoada até o início do pescoço com uma jaqueta de couro revestindo ambos os ombros, abrindo uma fenda inacabada da pele desacostumada com o sol onde foram aspergidas, pequenas quantidades de perfume. Sua calça era tingida de preto e os sapatos muito aparentes a um senhor, estavam limpos ou quase novos. O típico rapaz que ao invés de brincar com brinquedos caros em casa, preferia ir na rua a procura de galhos :

 — Você poderia ser mais cuidadoso, Christopher. Não é de ferro. - Mills era um gentil senhor que auxiliou a chegada do loiro a Gotham. Por incrível que parecia também, conseguia ser o único a deter controle. Sk odiava ter de seguir ordens, mas com a ajuda de medicamentos e o esforço ao ego, acabou por aceitar que precisa soar mais educado  :

 — Fez um ótimo trabalho. - Sussurrava o estrangeiro girando ambos os pulsos enfaixados. Na lateral do fino tecido, cerejas vermelhas de sangue brotavam no entanto, sem chances de que sujasse o lugar. O velho riu guardando as tesouras e a linha. Como um rapaz de vinte e quatro consegue se machucar tanto? Se perguntava.  — Irei ao porto. Acho que já fiquei por tempo demais. Só lamento ter que arrebentar os seus pontos Mills. - Completou sarcasticamente.

 — Não guardarei nada. Tomarei um chá, o que deveria fazer também. É Domingo e está frio.

Christopher desceu cuidadosamente da maca improvisada em um canto obscurecido do apartamento acertando as vistas para sair. Ao segurar a maçaneta morna, lançou um sorriso gentil demais pra quem o conhecesse e chacoalhou momentaneamente os ombros :

 — Você sabe, eu não gosto de algumas pessoas. Idosos estão inclusos.

[...]

Mills nunca esteve tão certo quanto o clima naquela noite. Uma nuvem branca se exsudava de seus lábios escuros e os dedos pareciam querer congelar com a brisa intrusa. Havia algo naquele sentido de Gotham que lembrava a sua velha Varsóvia e muito modestamente o rapaz não se dava a profundidades. Caminhava silencioso sem irromper um som. Os que queriam problema, adorava dispor de um dos inúmeros efeitos em que as quais conseguia fazer sem esforços ; trava de movimentos e algumas convulsões.

Acendeu o cigarro e o ergueu contra a boca, revigorando da ludibriosa imagem que tinha ao passar na frente da universidade. Raphael ou Summer deveriam estar estudando ou melhor, ele mesmo poderia se desligar do interesse fortuito de buscar uma cura afinal, poder nunca seria um problema correto?

Errado.

A penumbra noturna o envolvia com tanta facilidade quanto os raios do dia. Luz por luz em sua palidez, feriam os olhos esverdeados ao passar por baixo da última lâmpada de poste deformando-se nas sombras. O ângulo do queixo se virava sempre atento por algum perigo. A fumaça que embriagava a visão, logo revelou uma imagem incomum.- para os outros. Formidavelmente viu certa de três corpos caírem, com olhos perplexos que fizeram-o menear positivamente com um semblante afiado como um corvo. Algo naquela transfiguração de formas, o atraia. Não pela forma projetada, mas os seus efeitos imediatos. Christopher gostava de consequências. Um bufo baixo o abandona batendo a cinza preguiçosa que se empoleirava na ponta do rolo pálido, contendo um riso ignorantemente abafado pela sua descoberta.

Desviou-se calmamente do afloramento congestivo de pequenos animais, roedores, e ergueu ambas as mãos emitindo pequenos sons difusos de palmas seguidamente revelando tórax, rosto e dedos :

 — Foi um espetáculo legal. - Estalou a língua retirando bituca permitindo que a última essência do tabaco se esvaísse. Entretanto, foi naquela aproximação que notou as figuras alheias e a sequência de cores binárias que formavam em sua mente. Cada uma mantendo seu lugar certo, independente se fossem sofiticadas ou não.    —  Uma pena interromper... - Acrescentou estreitando igualmente as íris canibais de forma irônica ou indagadora. Quem é você, o perguntavam com virulência.    —  Seria interessante permanecer mais um tempo lá atrás,  mas sabe? Existem coisas que precisamos resolver rápido. - Seus pés desaguavam próximos aos corpos. O olhar carregado de nuvens por baixo da pele cinza, veias sobressaltadas pulsavam.  — Como isso que você está.  Me dê. - Uma das mãos se elevaram na direção do igualmente pálido meneando lentamente como ordem.
TH

_________________



avatar
ASSASSINOS
27

Em qualquer lugar, que seja longe de você.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Dante H’gar em Seg Out 31, 2016 1:21 am



murder on my mind



Como já deveria ter previsto, alguém surgira para atrapalhar os meus planos. A missão poderia ser fácil, mas com a invasão gigantesca de meta-humanos à cidade eu parecia não ter muita escolha a não ser simplesmente me entregar e enfrentar todos eles, se possível. Já havia topado o meu caminho com diversos heróis e inclusive alguns vilões, mas nada muito exagerado ou de grandes magnitudes, como agora, por exemplo, onde um homem de porte médio e magro aproximava-se parecendo realmente interessado em minha forma particular de luta. Estreitei os olhos em pura desconfiança, abrindo a palma de minhas mãos deixando mais algumas caixas para trás sem transportá-las todas para a minha base. Só o que me faltava era um Zé Droguinha querendo roubar as drogas que eu tinha como missão roubar e transportar para os meus superiores! Pendi a cabeça para o lado esquerdo de forma sutil, mordendo o lábio inferior observando que o outro era naturalmente um lutador, com direito a mãos enfaixadas e olho machucado. Ou isso ou alguém apanhou feio em alguma briga de bar.

— Dar para você? Mas vai ser assim tão grosso e direto, moço bonito? Podemos conversar e negociar um pouco, assim ambos saímos vitoriosos, o que me diz? — sugeri, aproximando-me com passos dignos de um felino, na ponta dos pés e com uma desenvoltura que eu sempre possuíra, entretanto amplificada ao máximo no intuito de distrair o outro. Não poderia dizer se ele era heterossexual ou não, mas caso fosse no mínimo bissexual ou homossexual, poderia ganhar certa vantagem. Minhas roupas assumiram um tom negro, desfazendo-se como areia sendo jogada ao vento, sobrando apenas uma cueca como peça a cobrir-me as partes.

— Como você mesmo disse; “existem coisas que precisamos resolver rápido”. — Sussurrei já próximo demais do outro, meu hálito que cheirava a chiclete de hortelã contrastando com o dele que tinha essência pura de nicotina. Sorri provocativamente, pondo minha mão direita em seu ombro, a esquerda abri a palma de minha mão, fazendo com que minhas células reagrupassem e estendessem além da pele, girando em pequenos tornados e alterando-se, tomando a forma física de uma garrafa de cerveja, cujo líquido estava gélido.

— Não quer tomar um drink comigo? — olhei-o profundamente nos olhos, fitando-o totalmente seguro de mim, visando distrai-lo e conseguir sair daquela pequena enrascada vivo e, acima de tudo, vitorioso em minha missão. Afinal, eu era um dos melhores agentes da Waller, podia inclusive me considerar o melhor, já que eu havia realizado algo em torno de quinze missões, todas elas vitoriosas apesar dos níveis diferenciados de periculosidade. Não seria um novo possível meta-humano que me impediria de alcançar os meus objetivos.



With Christopher | Artificial Nocturne | Underwear!
Copyright © 2016 All Rights Reserved for Lotus Graphics
avatar
CIVIL E RECÉM-NASCIDO
32

Nova Iorque

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Christopher Arsenáult em Ter Nov 01, 2016 12:56 pm

Maybe i’m insane

Sebastian

If I could be any part of you, I would be your tears. To be conceived in your heart, Born in your eyes, Live on your cheeks And die on your lips.
Christopher não esperava ser avaliado reféns de dois pares de olhos azuis. Nunca esperava de certo, que quisessem concluir algo a seu respeito com agilidade. Ignorou a perpétua chama que se reduzia a pó dentro do peito, analisando as marcas nos corpos. Flechas eram um arsenal útil, pensou. Quando se ergueu, tentou da maneira mais efusiva de seu caráter trocar mutuamente mesmo interesse com o estranho embora ainda, estava estupefato com a habilidade alheia.

Os lábios foram mordidos e as mãos repousaram perto do bolso quando ouviu o som abafado de que se entendia ser, algum tipo de mineral ou algo farulento. - no mesmo minuto captou e traduziu minuciosamente a linguagem arcaica do louro.- seu nariz se moveu exibicionista com um leve inclinar, herança de bisavós. Tecidos esvoaçavam por trás da atual companhia o que fez nosso prestigiado polonês, manter-se imóvel observando panoramicamente e atento, às mudanças adquiridas.

O som de passos se assomou por um lado dos ouvidos, ele estava se aproximando e o anti apenas cruzou os braços. Peito e uma tez evidentemente clara porém viva, os diferenciavam numa insensível e insinuante verdade de quem era realmente o vivo. Ele tinha um bom corpo atraente para ele em outras épocas, refrescava-se. E a luz o proporcionava uma boa aparência. Bonito em outras palavras, acrescenta.

Uma garrafa somente então fora erguida contra a luz refugiada dos postes do porto antes deixando os sapatos de Sk, marcados de areia, poeira e resíduos desinteressantes de citações. Os lábios entreabiram lentamente soltando um risinho baixo porém individualista de interpretação, dobrando a estatura mediana lançando o braço contra o direito do outro, proporcionando calor com a ponta dos dígitos no cotovelo descendo e contornando a anatomia fresca até abraçar com os dedos, o pulso do rapaz dourado :

— Não é uma má ideia. - Disse quase que entretido com a figura do vidro refletor parecidos com a cor da poça que estava ao fundo, falha num erro metafísico de construção.   — Mas se eu fosse você, tomaria bastante cuidado. Eu não sou tão fraco de bebida. - Murmurou próximo ao lóbulo não se importando a princípio, ao ditar as palavras com lentidão e que seu ar quente esvaído da boca, o tocassem.  Queria ter certeza de que no futuro havia sido claro quanto ao aviso.

Após uma mordiscada fraca retomando a postura, procurou tomar educadamente usando gestos moderadamente formais de abrir a bebida e encaixar o gargalo nos beiços ingerindo uma pequena quantidade do álcool que desceu seu trajeto orgulhosamente ácido. Passou o pulso enfaixado por cima do beiço numa higiene rebelde, virando os olhos buscando um rótulo da iguaria. Não demorou muito para que forçasse a garganta e se voltasse a companhia :

— Posso saber o nome do rapaz gentil? - Inquiriu com esperteza repousando uma das mãos contra o ombro, devolvendo a espécime.
TH

_________________



avatar
ASSASSINOS
27

Em qualquer lugar, que seja longe de você.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Dante H’gar em Qua Nov 02, 2016 9:59 pm



murder on my mind



Não costumava ser um assassino, a não ser que as oportunidades sorrissem e eu tivesse que realizar uma missão perigosa onde o objetivo era assassinar algum membro político envolvido com máfia ou membros de organizações ilícitas. Resumindo; comumente matava seres desprezíveis cujas personalidades já eram habituadas à violência e matança, que já haviam retirado vidas antes e fariam novamente tal ato. Não era exatamente um código, afinal se minha chefe ordenasse eu teria de matar inocentes, mas como ela tinha sua própria máscara, sempre orquestrava planos diversos para obter mais e mais poder, posando de boa agente do governo. Bem, ao menos ela era melhor que meu antigo chefe, Viktor. Expurguei rapidamente tais pensamentos de minha mente, sentindo o toque da ponta dos dedos do outro percorrer meus braços e pousar em meus pulsos.

Seu toque era macio, ele possuía um timbre de voz rouco pelo cigarro que já me era conhecido de experiências anteriores, junto de um hálito forte e cheiroso que lembrava-me homens rústicos de mãos macias e exploradoras. O outro era um espetáculo. Sorri largamente, mordendo o lábio inferior sem muita inibição e então fingi parar para pensar sobre sua afirmativa quanto as bebidas.

— Até onde consigo me recordar, sou bem resistente aos efeitos do álcool também, então somos dois. — Garanti, dando uma piscadela, flertando visivelmente ali, buscando formas de entreter o outro. Apesar de todo o flerte e atuação de “jovem loirinho inconsequente e sexy”, eu até estava gostando de todo o clima ali, principalmente do moreno atraente e de jeito másculo. Ele me fazia gostar de sua companhia. Ele então experimenta da bebida mais de uma vez, parecendo apreciá-la, e eis que sinto sua mão em meu ombro. Revirei os olhos, pondo a minha mão direita que estava anteriormente em seu ombro no seu pulso, firme e pulsante, baixando a mão do moreno até minha pele, descendo-a até minha cintura. E ele perguntava mesmo meu nome?

— Sebastian, e o seu? Não costumo ser assim, mas veja bem; você vem do nada com sua beleza exótica, mãos machucadas e olho roxo e me pede para lhe entregar caixotes com pós afrodisíacos? Você é mafioso, moço bonito? — respondi-o, apertando sua mão e deixando-a ali em minha cintura, estreitando levemente minhas orbes, fitando-o com visível interesse, inquirindo-o e buscando respostas satisfatórias, apesar de flertar com ele. Peguei a cerveja de sua mão, pondo meus róseos lábios na garrafa e sorvendo um grande gole, sentindo a bebida descer pela garganta, e então aproximei meus lábios dos seus, parando a centímetros de beijá-lo.

— E então? — parei antes de beijá-lo, sorrindo contundente.



With Christopher | Artificial Nocturne | Underwear!
Copyright © 2016 All Rights Reserved for Lotus Graphics
avatar
CIVIL E RECÉM-NASCIDO
32

Nova Iorque

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Christopher Arsenáult em Qui Nov 03, 2016 1:50 pm

Maybe i’m insane

Sebastian

If I could be any part of you, I would be your tears. To be conceived in your heart, Born in your eyes, Live on your cheeks And die on your lips.
Veementemente, evitou um contato visual contra o outro enquanto escutava todos os seus dizeres. Sebastian. Diferente para as suas percepções, francamente seria raro conhecer outro que possuísse o mesmo nome - já que o polonês dificilmente fazia passeios entre estes, para lugares não muito convidativos para outros tipos de pessoas -  até o instante em que no qual sentiu sua mão se deslocar, comandada sem impulsos sôfregos do outro. Descendo, fazendo sentir um vento frio se instalar por dentro da faixa. Só fora impossível se dizer atordoado, Christopher odeia ter que se ocupar com algo na mente fora si mesmo.


Sebastian parecia capturar o calor preguiçosamente escondido do sol e ele mesmo era muito frio. Não o do tipo que fosse necessário se envolver em blusas pesadas. Uma sensação gélida de vazio. Notou vagamente antecedendo a chegada deste, em como estava ; Parado no meio da entrada da noite, balbuciando para si próprio em como as ataduras o incomodavam e pressionavam. Em decorrência, começou a acreditar que existiam fatos incontroversos o rondando constantemente.


Prendeu a respiração no momento em que vira a perpétua ação do outro na colisão efêmera porém intransitória do contato de seus lábios. Christopher que não era de acordo a ficar excedido da proporção do calor emanado, sugestivamente passou a mão agora livre no outro lado do raio da cintura alheia dando um puxão para aproximar-se mais de si, compreendendo que seu nome fosse um segredo inescrupuloso :


— Me chamo Christopher. - O timbre o abandonou bem baixo e próxima a divisória pálida do maxilar à pescoço, reverenciando as poucas informações obtidas. Não deixou de rir da sua mesma forma desidratada referente às observações do outro, notando que o alvo se tratava de uma presa bastante visionária. Selou momentaneamente a pequena parcela da tez chamativa refletida sob o fulgor da luz, exibindo estupidamente um sorriso histrião.   — Sou alguém que vai esquecer daqui a pouco. - Seus dentes entraram em clara evidência apesar de não ter utilizado nenhuma sonoridade de deboche ou ironia. A nobre arte de esquecer poderia ser algo genuíno, naquelas circunstâncias.


No entanto inebriado com o vislumbre de seu inconsciente real, sentindo que a garrafa era uma perigosa inibição, conferencionou aparentemente frio ao segundo cessar agora distribuindo grande parcela da sua força dos dois braços para as mãos onde fincaram-se possessivamente e com violência, na carne amargamente vestida. Correspondeu ao segundo beijo, não tão mesquinho da incrível lógica de estarem num lugar tipicamente frequentado por outros, exercendo forte coação com os lábios. Chris era o famoso soldado faminto, carniceiro e  embora fosse desabituado a escolhas físicas, procurou explorar o maior contato que poderia conter, avançando um dos pés contra os dos loiro jornadeando de forma malandra e desbravadora a canícula momentaneamente úmida. Sua face começara se efervecendo com algumas pequenas descargas que se liquifaziam dentro das veias salientadas :


— O que tinha aí atrás, me ajudava a me manter, hmmmm calmo. - Concluiu pensativo, apertando a cintura já na sua convicção pouco ruborizada de filetes finos de suas digitais não tardando em continuar desta vez, carregando o veneno saboreado. — E você está aqui, me atrapalhando querendo que eu me vingue… Usando a força. - Por mera petulância, Christopher toma a garrafa sem ingerir nada apenas tirando de jogo. Passou a mão que antes estivera adormecida ao calor do tecido de Sebastian, firmando contra a nuca descendo nariz e lábios pela extensão esguia do pescoço. Seduzir era uma demo em que o polonês particularmente se ausentou instando apenas, a lúgubre ideia que valesse a pena tentar até mesmo quando tratava-se a respeito de trabalhar alguns de seus detalhes sensoriais; Olfato que capturava um aroma fecundamente novo, e a boca que jazia numa nebulosa fervente de temperaturas e texturas :


— E acredito que, você não é nenhum tipo de policial. - Sua aspiração se entrecortou tornando a fitá-lo nos olhos, deixando as orbes metálicas reluzirem. — Um ladrãozinho que infelizmente, chegou na minha frente? - Questinou alfinetando com a unha anular, a região esquerda da cintura descendo as vistas para ver a marca mínima que se desenhou rindo com vilipêndio.
TH

_________________



avatar
ASSASSINOS
27

Em qualquer lugar, que seja longe de você.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Dante H’gar em Sex Nov 04, 2016 3:59 pm



murder on my mind



O outro era quieto e de poucas palavras, sendo em sua maior parte calado e observador, me fitando com olhos atentos e proferindo apenas poucas palavras, sugestivas e que pesavam em minha mente caótica. Com uma mão do outro lado de minha cintura, o outro deu um súbito puxão, fazendo meu corpo encostar no dele e com um sussurro baixo, revelou seu nome como o segredo mais bem guardado do universo; Christopher. Christopher! Observava-o com admiração e foco, dando-lhe absoluta atenção, umedecendo com a língua os meus lábios e então olhando-o de cima a baixo. Seu beijo era intenso, poderia afirmar com toda a certeza. Seu corpo roçava no meu, tecido contra a pele nua, e suas mãos seguravam minha cintura com tanta força que eu podia jurar que ardeu um pouco minha pele com o aperto, entretanto não consegui reclamar, pois estava distraído demais com seus lábios esmagando os meus com um longo beijo.

— Melhor do que eu esperava. — Admiti, entortando o lábio inferior em uma expressão de surpresa, logo dando um sorrisinho na direção do homem sério, que agora colocava sua mão em meu pescoço e face e inclusive ria com certo ar de desprezo.

Como deveria imaginar, ele queria as drogas para consumo, segundo ele as substâncias nocivas deixavam-no calmo. Revirei os olhos com a afirmação óbvia, observando o outro com um sorriso de escárnio, erguendo minha mão direita. Graças aos meus poderes mágicos, o tecido da palma de minha mão moveu-se de forma circular, como que um tornado, e do seu centro surgira um pesado rubi avermelhado, puro diamante. Ergui as sobrancelhas para o outro, sem conseguir evitar de sentir-me convencido de meus próprios dons.

— “Ladrõezinhos” conseguem fazer isso, Christopher? Acho que não. — Questionei-o com cinismo, estreitando o olhar em certo ar sarcástico e pus o pesado rubi – do tamanho de uma bola de golfe, aproximadamente – na palma do outro. Ergui meu joelho direito no meio das pernas de Christopher, subindo-o até encostar em sua genitália.

— Eu posso fazer o que eu quiser, na hora que eu quiser, sem precisar sair do lugar. Estou aqui pois preciso, infelizmente, afinal tenho minhas fraquezas e tenho um trabalho que preciso fazer. Então sim, estou roubando essas drogas para enviá-las para uma base para qual trabalho. Então creio que as drogas nos caixotes não são cocaína, maconha ou LSD e sim drogas experimentais que vão ferrar com o seu corpo. — Expliquei-o rapidamente, observando-o friamente enquanto falava, olhando para trás e observando os caixotes restantes. Voltei meu olhar para Christopher, subindo ainda mais o joelho direito sentindo sua genitália sob minha pele nua. Sorri de canto para o outro.

— Não devia usar drogas... não quando tem a minha companhia. — Oferecido, pus a mão do outro em minha cintura novamente, porém desta vez com o dedo indicador provoquei baixando um pouco a peça de roupa que cobria o restante de meu corpo, dando o sinal verde para ele baixar a peça, caso quisesse.




With Christopher | Artificial Nocturne | Underwear!
Copyright © 2016 All Rights Reserved for Lotus Graphics
avatar
CIVIL E RECÉM-NASCIDO
32

Nova Iorque

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Christopher Arsenáult em Sab Nov 05, 2016 12:03 am

Maybe i’m insane

Sebastian

If I could be any part of you, I would be your tears. To be conceived in your heart, Born in your eyes, Live on your cheeks And die on your lips.

Christopher esperaria de qualquer um, algo que fosse mudar o momento. As falas alheias apenas o deixaram mudo até encarar, um misterioso e fruto da fantasia, uma joia vermelha que ribombava luzes fátuas e que o fizeram puxar o traço esquerdo da boca num ângulo de compressão. Fico feliz em ver, mais um assim, refletia referindo-se aos poderes que a cada dia, pareciam ser assuntos normais naquela cidade. De certo, nunca imaginou que na cidade polonesa onde nasceu e nas quadras empoeiradas sob as noites, encontrar uma pessoa como aquela. Talvez por se tratar de um lugar não existencial aos outros, isso também fosse outra coisa normal :

— Belo truque. - A língua estalou analisando a besta em que era e riu com mais naturalidade do próximo fato a ser exposto. Drogar-se, queria até se ver incapacitado de apagar memórias ou causar coisas que conseguia a distância. No entanto, não negaria que sua expressão facial imprimissem estas características. Talvez mais tarde em alguma ocasião indevida, agradeceria aos traços gélidos de boneco gráfico.

O toque que subia, por um minuto sido trocada de lado o fez descer a íris vagamente não escondendo o vazio sendo preenchido inadvertidamente. Suspirou mordendo o canto do lábio insuflando os dois pulmões como a quem deixasse claro todo o desenrolar do aparato. Virou o queixo procurando se desvencilhar do contato risonho denunciando todas as agressividades que lhe passavam dentro da cabeça nos sonidos baixos, finos e irrelevantemente duradouros :

— Este assunto só se parte de uma premissa. Da qual, não tenho interesse no momento. - Atalhou com a voz nauseada. Ele queria brincar e modestamente, Chris era fadado a competições. Você seria um rapaz bom, se não fingisse ser outra pessoa depois. A última expressão estourou numa risada benigna com direito das vogais se arredondarem com exagero contido tomando cada qual, um avanço incalculado dentro da sua cabeça.

Os dedos novamente recepcionados, fizeram a mesma tarefa interesseira de tocar, marcar, possuir por curto tempo e incredular-se com calor transfixado a seu frio. A tosse seca habitual de um fumante de longa data, saíram entrecortados com a feição mirrada e desvanecida atribuída excepcionalmente captando a mensagem. Desafeiçoado de qualquer ato simbólico,  Christopher instaurou três de seus primeiros dedo analisando a figura sadia da pele alva, quase ruborizada por sua indelicadeza afanando o tecido para si mesmo.  Observou a tonalidade semelhante as órbes do loiro o ficando próximo demais, para não descartar a hipótese de que trocavam o mesmo ar. Um aparentemente vítima do veneno do outro.

Desceu tal penumbra, mentalizando as mesmas qualidades que os olhos do outro o poderiam afogar. Dobrou a coluna silenciosamente onde selou ruidosamente porém com finez, o abdômen e meio traço até o umbigo só tocando somente nas coxas, ainda relevando a marca anteriormente assistida. Ergueu o queixo observando a região íntima acumulado uma pequena parcela de ar diferindo um assopro carregado de acidez :

— Seria incrível se fosse frágil demais a temperaturas. - Riu com deboche erguendo-se a mesma estatura carregando desta vez entre os dedos, o órgão alheio por vezes apertando e a raras, acariciando. Seu rosto quedou a visão dos corpos sem vida, efetuando a sua “correspondência” vigoradamente forçada. A boca comprimiu uma abertura mínima selando-o com profundidade alternando enquanto isto, movimentos próximos a genitália repetitivos de um vai e vem pressionando o topo com o dedo anular. Após um curto tempo graças aos genes bipolares do estrangeiro, o próprio rivaliza força contra o ombro  magro criando um choque o empurrasse para frente na tentativa de ganhar espaço para tirar o casaco escuro de gola erguida atirando violentamente contra o chão pesando os pés para se voltar.
TH

_________________



avatar
ASSASSINOS
27

Em qualquer lugar, que seja longe de você.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Dante H’gar em Seg Nov 07, 2016 11:02 pm

+18




murder on my mind



O moreno de longos cabelos era extremamente belo e possuía uma forma de agir sutil e desprovida de muitos significados, logo, não me era difícil assimilar que o outro era extremamente resguardado e contido. Com uma imensa satisfação constatei mentalmente que minhas investidas haviam funcionado, e o outro entregava-se a um instinto selvagem, somado a uma dominação incisiva por parte do outro, algo que ao meu ver parecia ser natural de Christopher. Entregar-me era algo normal para mim, principalmente quando se tratava de sexualidade. Homens gostam de dominar, mulheres gostam de serem bem cuidadas e tratadas como deusas e eu gostava de dar isso para ambos e dominarem-nos. Não que eu sequer cogitasse por nenhum segundo que Christopher fosse realmente ser dominado por mim. Não, na verdade ele estava muito além do estado comum. Ele era contraditório e diferente, no mínimo.

Uma risada baixa e rouca saiu um tanto quanto grogue sair de meus lábios à medida que eu tinha meu corpo explorado pelas mãos de dedos compridos e firmes, que apertavam, soltavam e deixavam marcas leves avermelhadas. Senti minha última peça ser retirada de meu corpo, surpreendendo-me o moreno fitava-me com olhar glacial, entretanto era possível sentir no âmago de meu ser um calor que emanava do outro, incendiando-me e fazendo meu corpo reagir em um espasmo pelo frio ao nosso redor. Sorri de canto ainda sem jeito, sentindo seu beijo em meu abdômen, seguido de um comentário preenchido de deboche e então Christopher iniciou movimentos de ida e vinda em meu membro semiereto, aplicando vigor, pudendo eu notar que em algumas ocasiões o outro alternava o olhar para o meu membro, ora para os corpos caídos no chão. Observei-os também, distraidamente, e então pude sentir uma dor em meu ombro ao ser pego de surpresa jogado para longe do outro, que retirava seu casaco e jogava-o no chão.

Apesar de meus poderes premonitórios não conseguia ainda digerir tal ação. Levando-a como um ato de desafio – desafios pareciam excitar o outro – decidi erguer a mão direita, dedos indicador e médio erguidos e girando de forma circular, à medida que eu, nu, aproximava do outro, enquanto um círculo em chamas, aproximadamente tendo sete metros ao nosso redor, erguiam-se numa parede pequena que iriam até nossos joelhos. Mordi o lábio inferior, indo até Christopher e puxando-o pela gola de sua camisa, a qual toquei fazendo-a cair em pó ao chão. Beijei-o, com toda a lascívia que sentia e queria passar, enquanto minhas mãos pousavam em seu ombro nu e minha dolorida ereção batia nas coxas ainda vestidas do outro. Soltei um gemido baixo, sorrindo e erguendo a mão esquerda enquanto tudo ao nosso redor desfazia-se. O céu mudava de cor, o negro coberto por nuvens escuras no céu tomava formas geométricas de quadrados multicoloridos, o chão de concreto escuro tornava-se num frio piso de mogno, à medida que os corpos sumiam. E então, sorri levemente para Christopher, já em meu quarto.

— Você me quer, Christopher? — sussurrei em seu ouvido direito, mordiscando seu pescoço e deixando uma trilha de beijos até seu ombro, o qual mordi com média força, voltando meus beijos para seus lábios macios. Agarrei a cintura do outro, puxando-o para grudar-se ao meu corpo nu, meus dedos como que movidos por mágica seguravam o seu cinto, desafivelando-o e buscando deixa-lo nu assim como eu. — Eu sinto a sua mente, Christopher, eu sinto sua dor e sua fúria, toda essa sua.. violência. Me bata, se quiser, me estoque tão profundo que me deixe sem fôlego e com manchas roxas, mas por favor; transe comigo onde bem quiser e como você quiser, Chris. — Sussurrei em seu ouvido, ronronando como um felino e agarrando a ereção do outro, apertando-a deixando escapar um suspiro.



With Christopher | Artificial Nocturne | Underwear!
Copyright © 2016 All Rights Reserved for Lotus Graphics
avatar
CIVIL E RECÉM-NASCIDO
32

Nova Iorque

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Christopher Arsenáult em Qui Nov 10, 2016 2:08 pm

+18

Maybe i’m insane

Sebastian

If I could be any part of you, I would be your tears. To be conceived in your heart, Born in your eyes, Live on your cheeks And die on your lips.

Assim que escutou o tecido resfolgar contra o solo, um trinado grosso e imprudente o fez despertar virando o rosto com calma mesmo que sua curiosidade era ágil demais para buscar detalhes no lugar. Algo parecia subir a beira de seus pés como uma fogueira. Christopher já aparentava desistir de alcançar os seus objetos de cura matutina, sem descrever se a sensação fosse de excitação ou apenas descoberta. Uma sombra de carvão se projetou à frente de seus olhos com um sorriso branco, iluminado pela brasa que aquecia agora suas coxas, cintura e panturrilha sentindo a sua gola ser presa pela investida.  O calor se dissolvia gradativamente pelas raízes sanguíneas de seus braços, as dobradiças dos dedos se avermelhando e o ar pesando contra os intervalos do pescoço causando uma asfixia temporária. A gola foi roubada tão próxima que agora não sabia discernir se o que sentia fosse ardência da magia misteriosa do loiro ou a convergência infiel das brasas que evaporavam de suas artérias.


O aperto foi mais que sincero, talvez uma maneira muito eficiente de possessão e soberania, as unhas alinhando um desenho vermelho na cintura que descia demoradamente nas nádegas. Ora ele conseguia encurralar o outro com os fluídos de sua língua outras e proveitosas de seu desejo, o outro o mantivera em cárcere que só se via liberdade quando os dedos desciam adentrando a entrada úmida, brincando, maltratando com pontadas e penetrações duradouras só finalizadas então, quando sentiu sua alma ser incinerada e o corpo se retesar em uma tentativa muito quanto atrevida de fisgar a pele com os dentes.


O crepitar daquela parede efêmera, o fez piscar mais uma vez sentindo os fios castanhos com cinzas, rindo até mesmo do efeito letal do que é convidar o calor para dentro de si. Seu corpo estava fervendo dando-se conta que a blusa preta também havia desaparecido como poeira e não somente, o peito aquecia os dedos ainda frios sentindo a falta do que seria experimentar o outro.


O lugar levado parecia não compactuar com o que imaginava às vezes pensando que havia acertado ser alguma espécie de quarto outras, uma moradia completa se dependesse da opinião alheia. Era no mínimo frugal e arejada, algo confortável e novo mesmo que Christopher não fosse habituado a lugares.


— Você quer que eu te queira?  Fez um sinal inarticulado com a primeira fala, talvez sorrindo ou também manifestado um semblante carniceiro. Ele nunca pertenceu a algo e este algo, nunca foi dele. Mais uma aproximação se fez e Christopher vaporizou a mesma quantidade ácida, intervindo com o dedo indicador quando se vira diante do brilho impiedoso das íris azuladas. Sentiu o jeans o abandonar aos poucos, arfando com profundidade com o rosto inclinado para o lado contemplando a postura alheia. Os dedos jornadearam com força por cada linha dourada puxando modestamente para trás. Escutou a frase pelo ouvido admitindo que sua boca também queria falar a aceitação e provavelmente, a crua confissão de que aquilo fosse ser feito até mesmo sem concedimento.


Os dedos se levaram ao envolto do pescoço pálido ( o mesmo movimento de enforcamento ) sem demonstrações de violência, atento às palavras como se fossem ordens. Pressionou o dedo polegar próximo do pomo exercendo força, enquanto imprevisivelmente aventuravam-se na energia ascendida dos lábios. Por mais “culto” que soasse, Sk um passo depois, puxou os fios da nuca para trás assistindo a respiração falhar entre o outro com o toque em seu membro semidesperto, suspirando com o mesmo jeito fumante.


A passos colados como se seus pés e os do outro fossem um, estreitou o corpo próxima a uma superfície plana e convidava pela profunda maciez onírica. A luz da lâmpada falhava entre as estruturas físicas sustentadas pelas palmas da mão cada qual, posicionadas ao lado do rosto do loiro. A mão esquerda viajou abruptamente para a coxa onde espalmou com gosto marcando dos dedos para trazê-lo para mais perto de si mesmo encaixando-se pouco mais furtivo quanto a sua chegada repentina.  

Sem se importar com civilidades empurrou em peso, o quadril contra a entrada levemente apertada. Por um momento lhe pareceu ser bastante violento, ao forçar ainda mais os dedos até numa demonstração de que os próprio doíam vendo a tez corar, ganhando a cor viva do vermelho ocultado por mínimos e preenchimentos de músculos. A boca se entreabriu erguendo o queixo fazendo mais expulsões de ar do que convites elevando tal perna, ao lado de um de seus ombros e onde alguns fios castanhos pareciam cair desalinhados. Os beiços se estenderam a lateral do pé alheio mordendo com as íris fixas e metálicas - própria de sua família - refletindo o mesmo reflexo para que o outro percebesse os antes e pós. Impaciente e efervescentemente este contemplou a sensação de aperto, de algo íngreme quase impenetrável fazendo com que seus olhos diluíssem contra a paisagem que se movia insinuantemente, até mesmo parecendo forçá-lo a querer escutar algum grito. Sua sanidade, iria embora.  


TH

_________________



avatar
ASSASSINOS
27

Em qualquer lugar, que seja longe de você.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Dante H’gar em Dom Nov 13, 2016 3:41 pm

+18




murder on my mind



Era divertido ver como as pessoas reagiam toda vez que eu utilizava os meus poderes. A expressão no rosto de Chris era diferente, contudo, sendo neutra e impassível, sem muitos indícios de susto exceto uma leve junção das sobrancelhas no cenho franzido. As mãos do meta-humano percorriam por meu corpo, encontrando finalmente minha entrada e com força ele fez seu dedo adentrar-me, logo um segundo era adicionado à penetração e como resposta intensifiquei os beijos à medida que seus movimentos eram ampliados. Christopher parecia estar sentindo-se à vontade por completo ali, entregando-se ao instinto dominante dele e agia com violência, apertando meu pescoço de forma ritualística e repentinamente meu corpo fora atirado na cama, logo Chris vinha por cima e, com uma selvageria inerente o moreno me penetrou. Comprimi os lábios, fechando os olhos e soltando um gemido junto a um suspiro de dor, procurando cortar ao máximo os grunhidos de agonia.

— Quantos centímetros você têm, rapaz? — perguntei abrindo um sorriso de escárnio, erguendo minhas pernas e entrelaçando-as na cintura de Christopher, e então apoiei as mãos no colchão de forma que pude impulsionar meu corpo para ficar sentado no colo do outro de pernas dobradas. Enrosquei meus braços em seu pescoço, procurando avidamente seus lábios macios e com gingado passei a rebolar em um ritmo incessante. — Sou atleta de nível olímpico, posso te ensinar umas vinte posições, caso queira... se puder me acompanhar, lógico. — Falei baixo a oferta, encarando-o com desejo e passando minha língua de seu ombro esquerdo até seu queixo, apreciando o gosto de suor na pele do outro por conta do calor ao nosso redor anteriormente.

Podia senti-lo, rijo e de formato grosso e bem feito, venoso e roliço, manuseado perfeitamente pelo outro, apesar de eu agora conduzir o ritmo e estar sentado em seu colo guiando como fazíamos sexo. Podia continuar ali por um bom tempo, alterar as posições – obviamente – e fazer brincadeiras, mas como eu não mantinha muito controle percebi que o teto estava vermelho, e então logo os corpos já em carne viva dos homens que matei caíram no chão próximo da cama, e então Chris e eu éramos “banhados” em sangue carmesim, vivo e úmido, nos umedecendo.

— Desculpes, excitação e situações de risco me fazem ter meus poderes descontrolados. Espero que não se importe. — Beijei-o, apesar de ainda chover sangue em nossos corpos e, sem mais delongas, movimentei meu corpo, subindo-o e então descendo-o firmemente, rebolando com os quadris no majestoso pedaço de carne ereto do outro.




With Christopher | Artificial Nocturne | Underwear!
Copyright © 2016 All Rights Reserved for Lotus Graphics
avatar
CIVIL E RECÉM-NASCIDO
32

Nova Iorque

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Christopher Arsenáult em Dom Nov 20, 2016 5:28 pm

+18

Maybe i’m insane

Sebastian

If I could be any part of you, I would be your tears. To be conceived in your heart, Born in your eyes, Live on your cheeks And die on your lips.
Influências ao corpo, nunca foram o seu forte Christopher. Sua particularidade o deixava atingir dois extremos. Ciclotimia é algo realmente perigoso de se brincar. - Enquanto estivesse também ali, preso a pares de olhos no limbo da consciência e desafio, este também se segurava. Em simultâneo, também não negava que o sangue corria a sua extensão não tardando de pulsar. Presa e livre, seu queixo sendo erguido e o céu da boca fazendo o trabalho que os demais eram encarregados de roubar o ar. Aquilo, um jogo estratégico, vinha sendo bem arquitetado contudo, desejava copiosamente que aquele também cuja prisão em sua cintura acabara de fazer, que este polonês também era ditador de uma cartilha pesada. Uma em que na qual, fez-se presente ao simples erguer de uma das coxas o desequilibrando fazendo que com que ambos tivessem uma troca de hálitos longa, a voz baixa e íntima do outro, logo sendo engolida pelo moreno.  Sebastian tinha um sabor peculiar, afrodisíaco.

As pálpebras se selaram enquanto sentia o morno corroer gradativamente a linha de seu pescoço e ombros. Conforme o gingado do rapaz sob si, Chris manteve um olhar atento ainda na imprevisível ladrilha do entregue e contido forçando os dedos contra a carne, as unhas ali fazendo marcas que com certeza não estaria depois por perto para admirá-las. Um corvo, crava o que pode em sua carniça, fato entretanto que ele mesmo deliciava-se em refletir. Gemidos baixos, atrapalhados pela corrente do ar que entrava pela boca o faziam ter o vislumbre da feição risonha do rapaz que sussurrava pequenas frases injetadas de sarcasmo, linguagem em que o estrangeiro traduziu minuciosamente :

— Hum. - Segurou a expressão um tempo pendendo com a face de lado enquanto assim perseguia com seus dedos no pequeno eixo existente entre os olhos. Pressionou-os com força tendo o auxílio  polegar, afastando a face deste com um sorrisinho envenenado na parte dentária. — Não devo ficar muito atrás. - Comentou entre livremente ao forçá-lo contra a entrada do outro interrompendo meticulosamente os movimentos alheios firmando as mãos contra as bandas, sentindo um incômodo ou o calor - obviamente - se propagar pelas  entrada de suas veias. Seguidamente, impulsionou força na musculatura do braço o subindo com força e rápido descendo repetindo o processo cerca de três vezes não dando-se ao cavalheirismo de esperar o tempo compactuar contra o loiro.

Mas Wøjkiëwic não esperava, um céu de sangue.

Era impossível dizer que pudesse ouvir o som da carne se desgrudar do firmamento, revelando órgãos deteriorados e um olho recém-carcomido, - apesar de que o anti estava compenetrado em algo mais importante para ser detalhista - existiam cores mortas as quais um dia, Christopher veria quando fosse parar no inferno. Um peso se assomou sob eles e mais um som abafado de uma sonoridade de algo que passou rápido, entrecortou o ar. Era um braço. Neste meio tempo no qual Christopher tirou para fitar os olhos turbilhados do loiro, um pingo caiu entre seus beiços. O polonês gentilmente provou do gosto agridoce impondo as presas vorazes e brancas da boca, capturando os lábios em uma mordida longa sucumbida a desejo e possível traição, ao escutar as poucas palavras transmitidas :

— Ainda não mostrei os meus truques. - Exibiu os lábios avermelhados eriçando contra o do outro, sentindo o suor brilhar em um manto pálido acima dele e ao polonês, uma coloração cinza e decomposta.

Diferente de antes agora foi um estrondo pesado;  O cadáver colidiu contra o chão e logo uma chuva densa, mista de nervos, restos de sistemas e terminações sanguinárias os banhavam. Vermelho era uma cor bela, concluiu. Os cabelos grudaram a nuca e os dedos eficazes, puxaram os do outro com força para trás.  Assistindo o púrpura escorrer em uma morte incompleta pela extensão do tórax descendo calmamente, aproximou os lábios desenhando com uma trilha circular, declinando com o olhos ao membro e a fina pausa dada aos contatos, também bordando-se de vermelho.

Outro corpo caiu mais atrás, outro e mais um. Christopher mostrou um sorriso grandioso - condescendente - estava percebendo que algo em sua mente sairia de controle. Ergueu os escudos castanhos, enegrecidos da noite sem refletir o reflexo de Sebastian ondulando o quadril para cima após puxando-o novamente para baixo. Fitou-o com profundidade com as íris cerradas, sua cabeça começava abordar um mapa conclusivo. Aquele quadro de terror, uma cena sexual despudorada. Toda atmosfera era proeminente para que o jovem rapaz agisse como bem quisesse ; Na tentativa de usurpar de sua rajada psíquica, o tal tentava vencer os circuitos que pareciam flamejar na correspondência de ideias, na tentativa de atingir a área septal do cérebro - correspondente ao teor de prazer - e provocar um aumento que os beneficiassem. Não obstando-se de ser exigente, seus olhos repousaram contra a clavícula do Suicida, passeando os dedos uma carícia maternal - vindo dele, poderia se tratar de um milagre - apertando em uma massagem demorada até fitar a garganta saudável, movendo para cima e para baixo conforme a sua respiração.

Os lábios se aproximaram da mesma região selando demoradamente logo voltando a encará-lo apertando os fios da nuca sentindo o coro também tocar a palma de sua mão. Desta vez este mesmo tratou de interromper a masturbação que fizera, acariciando com um anel formado pelo dedo polegar e indicador a base chegando a glande, com um aperto incalculado. Imaginando ao meio do marasmo que sua suposta ideia desse errada, tentou então atribuir mais força na região cerebral desta vez procurando causar intencionalmente outros efeitos aparentes ; Baixar a respiração e sede. Apesar da ação não apresentar os primeiros traços característicos, o meta-humano já viajava na imagem. Os beiços se abrindo cautelosamente secos, a garganta pidona por algo líquido e satisfatório. O peito ofegando, uma postura rígida, mas que ainda mantivesse seu charme submisso :

— Ah, me parece com sede. Sua cor, está um pouco mais pálida. - Disse usando de um tom falsamente preocupado, com as sobrancelhas emotivamente dramáticas, a adaptação em cada um de seus glóbulos observadores não contendo ainda assim um gemido frêmito que este o fazia invadir. As expressões o excitavam fazendo aumentar a capacidade que suas pernas possuíam para se chocar contra o orifício. — E tive uma ideia. - Acrescentou com uma pausa para aspirar o ar fecundo. Podridão. Insano:

— E você tem todo o direito, de matar isto. - Uma risada travessa ecoou retumbando dentro do cômodo. Preparado. — … Mas não será com água. - Completou aproximando a boca do lóbulo direcionando vagamente com a expressão de desafio.

Ações:
i. Estimular uma carga na região do septo cerebral, para o aumento de prazer.
ii. Estimular uma carga no septo também, procurando ofegá-lo e em seguida, provocar sede.

INFO :

ESPÉCIE : Meta-humano.
CODINOME : Økt.

ATRIBUTOS :

VELOCIDADE : 15
INTELIGÊNCIA : 10
VIGOR : 10
CARISMA : 10
FORÇA : 15
RESISTÊNCIA : 10

PODERES :
rajada psiônica - Capacidade de sobrecarregar a mente, causando dor, perda de memória, perda de consciência, estado vegetativo ou morte depois de ter criado uma conexão psiônica com a mente da pessoa

super-resistência - Capacidade de realizar tarefas cansativas por um longo tempo sem se cansar.
TH

_________________



avatar
ASSASSINOS
27

Em qualquer lugar, que seja longe de você.

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Adam Warlock em Dom Nov 20, 2016 5:28 pm

O membro 'Christopher Wøjkiëwic' realizou a seguinte ação: Lançar Dados


#1 'Ação' : 5

--------------------------------

#2 'Ação' : 1
avatar
ENTIDADES
2016

Vácuo do espaço-tempo

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Dante H’gar em Dom Nov 20, 2016 11:51 pm

+18




murder on my mind



Não sabia em que tipo de roubada eu havia me metido. Em vez de assustar o outro, havia apenas atiçado seu instinto dominador e sua fúria, o que o fez tornar-se agressivo e predatório, pressionando firmemente suas mãos contra meu pescoço ou meu traseiro, parecendo gostar de meu pequeno descontrole e suas consequências bizarras. Fechei os olhos, minha respiração tornando-se pesada e dificultosa e antes de eu poder sentir a agonia do ar faltando-me os pulmões, eis que sou surpreendido pelo uso dos poderes alheios, fazendo-me soltar um gemido baixo e entrecortado pela falta de oxigênio e o começo de uma masturbação por parte do outro. Eu estava por cima de Christopher, mas era ele quem estava no comando, era isto que suas ações poderiam vir a ser interpretadas – eu já havia chegado a tal conclusão há minutos atrás desde o primeiro beijo. Uma pequena sensação de sede se fez presente em minha garganta seca, e erguendo uma sobrancelha constatando ser obra do outro ouvi-o perguntar de forma sonsa se eu estava com sede.

— Sim, graças aos seus poderes. Bem útil isso, não acha? Matar seus oponentes de sede? — debochei amargamente, revirando os olhos e fazendo uma leve careta de desconforto com a situação. Não que o sexo em si estivesse satisfatório, longe disso; estava maravilhoso. Seu desafio, contudo, era misterioso: o que diabos ele queria chegar com tudo aquilo? Estreitei meu olhar sobre ele, sorrindo de canto e beijando-o nos lábios. — O que quer ganhar me deixando morrendo de sede? Quer saciar a sede com... sangue, urina ou esperma? — franzi o cenho em dúvida, cogitando as três opções, sem desconsiderar ou negar nenhuma deles em mente.

Mordi o lábio inferior de Christopher impondo certa mediana força, beijando seu pescoço avermelhado e seu ombro, sentindo em meus lábios não só seu gosto particular e forte de suor mas também do sangue que chovia do teto de meu quarto. Deixei que Christopher dominasse a situação, penetrando-me como bem quisesse, até que pus minhas mãos em seu peitoral e empurrei-o, obrigando-o a deitar-se no colchão fofo de minha cama, e com muita, muita delicadeza, saí de cima de seu membro ereto e roliço. A mão esquerda pousou nos lençóis outrora limpos e fiz uma concha com a palma da mão, levando um pouco do líquido escarlate para o pedaço de carne grosso e envolvendo-o numa masturbação envolvente e quente, deixando-o pulsante e pronto. Acelerei os movimentos, até que, cansado de provoca-lo, abocanhei sua ereção, envolvendo meus lábios e com a mão esquerda ainda úmida segurei sua base, utilizando de meus poderes para fazer o membro do outro crescer com o uso de meus poderes. Algo em torno de um crescimento de sete ou oito centímetros, no máximo, nada exagerado.

Soltei a ereção alheia, já bem maior que antes – não que o tamanho anterior não fosse satisfatório, mas eu particularmente gostava de brincar com a realidade – e então passei minha língua de pouca umidade de seus testículos até a ponta; a glande avermelhada, a qual engoli e passei minha língua repetidamente, voltando a engolir sua ereção. Após terminar, com a mão direita segurei sua fonte de sêmen, grande e arredonda, massageando-a, enquanto isso utilizava a outra mão para masturba-lo.

— Vai saciar minha sede ou não? Dos três ingredientes citados, creio que os três serão satisfatórios... — questionei-o e então fiz a sugestão, exibindo um maquiavélico sorriso de canto.





With Christopher | Artificial Nocturne | Underwear!
Copyright © 2016 All Rights Reserved for Lotus Graphics
avatar
CIVIL E RECÉM-NASCIDO
32

Nova Iorque

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] - Up In Flames

Mensagem por Conteúdo patrocinado

Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum