[NARRATIVA] PICK A PETAL ENNY MEENY MINY MOE

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[NARRATIVA] PICK A PETAL ENNY MEENY MINY MOE

Mensagem por Zatanna em Dom Out 30, 2016 9:28 pm

PICK A PETAL
EENY MEENY MINY MOE
Ele, assim como todos os que estavam ao redor, podiam ver o quão cruel haviam sido os homicídios nesta manhã. Eram três mortos, um par de mulheres, e um homem. Seus torsos estavam expostos, e órgãos estavam faltando: lá, ao invés de coração e pulmões, haviam flores excepcionalmente únicas e venenosas. Ambos os corpos estavam com as mãos atadas, acima da cabeça. Nos olhos, uma mensagem: "I. SEE. YOU.".

Entre todos os que estavam lá, Coldwater, tão somente ele, sabia o que estava acontecendo. Desde meses atrás, estava sendo perseguido por alguém que não esclarecia sequer quem era, ou o que queria; quem sabe essas mortes haviam sido o ápice de suas sátiras. Além do que, todos os mortos tinham, também, uma excentricidade: estavam nús, e não tinham genitálias.

Era também, com certeza, um psicopata pervertido.





Informações



1. Tendo como abordagem a narração, discorra sua OP. O vilão só tem uma habilidade: anulação de habilidades. Ou seja, você não poderá constar com seu MIMETISMO VEGETAL, FITOCINESE, CONTROLE DE FEROMÔNIOS ou TOXINESE.
2. Ele é um homem não muito alto, moreno, e atraente. Gosta de ser sarcástico, então use isso na sua postagem.
3. Ponha suas informações em seu post.
4. Não admito quaisquer desrespeito em sua postagem: sem racismo, machismo, intolerância religiosa ou quanto a quaisquer identificação de gênero ou de orientação sexual. Caso haja, sua narração será impedida e sua conta punida sem prestar satisfações prévias.
5. Você tem até 15/11 às 12:00am para postar.

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Re: [NARRATIVA] PICK A PETAL ENNY MEENY MINY MOE

Mensagem por Haiako Yamashiro em Qua Nov 02, 2016 12:31 am

You’ve always loved the strange birds
Now I want to fly into your world
Frente os derradeiros acontecimentos que vinham o assombrando, somente então encontrou-se encurralado de verdade. Eliot, que apreciava táticas de intimidação melhor que ninguém, nunca tivera empatia suficiente para tentar se colocar no lugar das suas vítimas. Tal princípio advinha de um leve desequilíbrio mental acompanhado do sério transtorno de personalidade tratável com medicamentos pesados e doses de erotismo inserido nos trejeitos durante o cotidiano. Mas a situação atual era outra, plena a ponto de mudar todos os conceitos.

Ele, antes caçador, acabou se tornando a presa.

A vista macabra arrebatava calafrios, sobretudo. 8:30 da matina e uma pequenina parcela de moradores que residiam no perímetro já se amontoavam ao redor da cena do crime. Policiais procuram por pistas e iniciavam o trabalho de investigação para a solução do problema. Entre os espectadores, Coldwater - a corriqueira expressão de puro desinteresse estampada no semblante pálido. O clima permanecia frio e por isso precavia-se da baixa temperatura com uso de casacos de lã e vestes quentes.

Encarava os corpos, cogitando interligar a semelhança com que foram trucidados. Vestígios de hera venenosa, sua erva tóxica predileta, encontrados no interior dos cadáveres substituíam órgãos ausentes provavelmente retirados para o tráfico. Mãos amordaçadas e orbes talhados numa caligrafia medonha perpassavam o recado nada singelo. Tratava-se tão somente de uma perseguição, e ele seria o próximo da lista.

Cansado, perdera a conta de noites mal dormidas. Preocupa-lhe demais a hipótese de ser arrebatado, desprevenido, para o inferno pelas mãos do assassino. Pesadelos recitavam a ocorrência; ele, sonolento no colchão puído que adornava o chão da sala de estar enquanto o criminoso saltava a janela, embebedado de más intenções. Ironicamente, Eliot não alimentava medo algum. O alvoroço de emoções consequentemente incutia em algo mais sombrio; ódio. Detestava, com todas as forças, o tratamento banal do criminoso. E não obstante, os corpos despidos fora confiscados sem quaisquer resquícios genitais, as intimidades, segundo especialistas que transitavam por ali - pôde escutar o debate - arrancadas.

Cerrou os punhos, mantendo-se inexpressivo numa tentativa de não chamar atenção. Era chegada a hora de dar um basta, fosse lá em quem estivesse por trás de tamanha atrocidade.

"Levem as evidências para autópsia. Pegarei os resultados mais tarde na delegacia." ouviu de um dos oficiais. Costurando um sorrisinho nos lábios, deixou as desinências. Já possuía a vaga noção por onde começar.


Doze horas mais tarde e Coldwater enfim fora privilegiado com informações.

Os tiras não descansaram um só minuto desde o incidente na manhã, o que facilitou na obtenção de um rosto - ao menos a gravação de um. As câmeras de vigilância flagraram um homem rondando a vizinhança segundos antes o incidente e, sucedendo as gravações, segundos depois. Não aparentara ter sido um deslize do sociopata permitir-se ser filmado, observou o rapaz assim que acomodou o quadril na cadeira do escritório de uma investigadora após ela ter saído em busca de uma papelada sobre um caso não confidencial e sem serventia alguma, inventado por Eliot no calor do momento. Necessitava de um tempo sozinho na companhia das ferramentas policiais.

Deslizou os dedos pelo teclado do computador, atrás de melhorias na qualidade da imagem. O suspeito ostentava uma bolsa no ombro, cujo tecido estampava um logro muitíssimo conhecido pelo universitário. Estreitou os olhos, averiguando os detalhes. Não reconhecia o portador, a propósito, apesar de ter convicta certeza ser um funcionário da Estufa Botânica Municipal de Gotham City, segundo o enfeite. Clicou no ícone que encerraria a página do aplicativo e abriu uma nova na internet, pesquisando os dados da empresa e a lista de empregados. Olhou por sobre o ombro, apenas certificando que não seria pego com a boca na botija.

Surpreendeu-se ao localizar inúmeros contratados da prefeitura na aba dos serviços prestados pela fornecedora botânica, indagando se o prefeito detinha a noção que a verba nunca seria suficiente para pagar o salário de todos aqueles trabalhadores, uma vez que ele próprio, Eliot, na companhia de suas parceiras de crime, um dia qualquer haviam furtado milhões dos cofres públicos e deixado uma surpresinha para o caso do morcego resolvesse dar as caras. Abanou o rosto, dispersando as distrações e suspirou, descendo a barra de rolagem e analisando-os.

Os ponteiros do relógio desconsideraram qualquer trégua, e os minutos pareceram se arrastar numa velocidade absurda. Não encontrou nada que pudesse ser de sua serventia a partir dalí. Teria de ir por conta própria até o local e bisbilhotar.

"O que pensa estar fazendo, mocinho?" saltou da poltrona, assustado, girando o torço para encontrar uma policial muito confusa e furiosa. Sem perder tempo, engajou o corpo na direção do vitror que ornamentava a parede, o transpassando e caindo sobre um montinho de arbustos fofos que serviram para atenuar o baque da queda.

Antes que a mulher percebesse o rosto de Coldwater nos cartazes de procurado que enfeitavam toda a delegacia - desatenta que só - ele já estaria longe.


❀✿❀


Deleitou-se da forte fragrância de madressilva advinda de um canteiro de flores alocado na fachada, antes de se infiltrar no edifício. Antecedendo a acareação, dera um pulinho nos próprios aposentos para trajar o uniforme particular na tentativa de preservar a identidade - embora desconfiasse não ser necessário. Nada mais bastaria excedendo-se a própria psique; era dono de poderosas habilidades. Protegeria a si mesmo, se carecesse de auxílio.

Era noite. O empenho na busca do seu perseguidor particular e notório psicopata tira-lhe a paz do dia, e agora restavam apenas os nervos à flor da pele. Seria bom encontrar algo útil antes que sua cabeça explodisse. Eliot dificilmente lidava com a pressão.

O horto estava vazio demais e à medida que se aprofundava no âmago do instituto de pesquisas vegetais, sentia-se vigoroso devido a vasta variedade de formas de vida que consolidavam as capacidades floracinéticas. Porém, por um motivo desconhecido, a ligação mística nutrida para com as plantas não demonstrava funcionalidade. Algo o bloqueava. Considerou o stress, rolando os olhos.

Não tardou a se deparar com um inquilino alto, bem trajado e robusto. Curvado sobre uma viga de rosas, molhava as pétalas usufruindo de um regador. Não era preciso de muito para que Coldwater subtendesse tratar de outro apaixonado pela natureza - tal como si.

— Cheguei a duvidar se me encontraria tão rápido, Poison Ivy. o rapaz enrugou a testa, mirando olhares desconcertados na diretriz do antagonista. O homem dirigia a palavra despreocupadamente, como se de fato o conhecesse. Ímpeto de velhos amigos, até. — Ou devo dizer Eliot Coldwater? Tanto faz. — retesou, tenso, orbes arregalados.

— Como você...?! — perdia o controle sobre o próprio comportamento, mas impediu-se de prolongar o descaso. O estranho sabia da sua identidade, ponto. Ele tinha o trunfo. Mas existia muito mais por trás de todo aquele subterfúgio. — Ora, o que posso dizer? Estava louco para encontrar meu fã número um. — dissimulou uma segurança que não existia, enfim, aceitando a possibilidade de estar frente a frente com o suposto criminoso que o perseguia. Todos os sentidos gritavam perigo. Os ignorou.

— Sim, meu dia fica perdido quando não medito sobre Poison Ivy e suas façanhas. — cada palavra sorvida em escárnio irritava, todavia, a atenção do homicida prolongava-se sobre as plantas cuidadosamente atribuídas em jarros assimétricos.

— E qual o propósito de tudo isso, afinal? — Coldwater gesticulou, impaciente, erguendo os braços em um gesto um tanto amplo. Uma analogia às últimas ocorrências que envolviam cadáveres, flores e sangue.

— Pelo visto não é tão esperto como pensei. Qual seria o outro motivo a não ser vingança? — e pela primeira vez ele erguera o rosto, esboçando nos lábios carnudos um sorriso ambíguo. A derme lívida adornada por pelos de modo a formar uma barba rala e acetinada atraía demasiadamente. Íris azuis, madeixas acobreadas, porte másculo e outras iguarias que faziam jus a um bom partido. Bonito, complementou.

— E como assassinar pessoas aleatórias o ajudou a alcançar vingança? — arqueou uma sobrancelha, aproximando-se um pouco mais do sujeito. — Digo, nenhuma daquelas pobres almas eram próximas a mim. — a onomatopeia dos passos de Eliot tornava-se cada vez mais ruidosa, até que a distância que o separava do homem tornou-se mínima. Ambos numa disputa imensurável de olhares firmes e insolentes - tudo o que não poderia ser dito em palavras, mas tão ofensivo quanto.

— Se investigasse com mais afinco, perceberia que as iniciais de todas eles, juntas, formariam teu nome. Você é o responsável pelo sangue derramado, Poison. Ninguém mais. — incrementou o homenzarrão, bufando, manejando uma tesoura de jardinagem com agilidade contra as folhagens de uma tulipa, podando. — É uma de suas preferidas, não é? Enfeitava o vestido de minha falecida mãe quando você a matou a sangue frio. — sorriu, cínico, erguendo a flor na diretriz do ruivo.

Coldwater, outrora, retraiu o lábio inferior, analisando na cabecinha confusa todas as informações absorvidas daquele curto diálogo. Deixara a associação dos nomes passar; igualava-se a um enredo de filme policial e ele não possuía paciência alguma para resolver enigmas.

Mediante a segunda afirmativa, arqueou o corpo, retesando o torso ao recordar-se bem - e muito bem - de uma senhorinha de meia-idade trajada à caráter em um evento filantrópico, que resultou num grande desastre - o anfitrião seria o magnata Teddy Luthor, e a festa arrecadaria fundos para a criação de um hotel de luxo numa área vasta e arborizada a qual ele, Eliot, simplesmente adorava passar o tempo. A arquitetação da estrutura significaria o desmatamento total da enorme tarifa de terra, o que ele jamais permitiria.

Invadiu o local e destroçou tudo, reduzindo a mansão a pó. No término, restara somente morte e cinzas, e o corpo estirando de uma velhota que ostentava no peito um broche de tulipa.

— Efeito colateral. — deu de ombros. — Ela teve o que merecia, assim como todos os que conspiravam contra a Mãe Natureza. — atirou sem regalias, deliciando-se com a expressão irada do maior. Conseguinte, aceitou a orquídea de bom grado, costurando o mais largo e mais audacioso sorriso já estampado na faceta condescendente. — Você calculou mal o seu plano vingativo e realmente não me conhece tão bem como imagina. Desprezo você mais do que posso temê-lo. — cuspiu, lançando a flor num canto qualquer.

Por menores, ergueu os braços em movimentos ensaiados, uma dança na qual as plantas o acompanhariam em um ataque brutal. Todavia, nada deixou o espectro de normalidade, o que tornou Coldwater muitíssimo assustado. Perdi meus poderes? questionou, arfando.

— NÃO! VOCÊ QUEM CALCULOU MAL! — o grito do assassino reverberou na atmosfera taciturna, fazendo o mais jovem retroceder vários passos até tropeçar, desequilibrar-se e cair sentado no chão duro de concreto. — VOCÊ DEVERIA ME TEMER MAIS! — e com um floreio, arremessou a tesoura de jardinagem na direção alheia, visando atingir o jovem em cheio.

Eliot ergueu os braços mecanicamente numa tentativa deplorável de se defender. Sentiu uma ardência pouco suportável no antebraço, onde a lâmina da tesoura realizara um corte não tão profundo. Rapidamente, buscou içar-se para a tangente e procurar um local seguro, longe das garras daquele psicopata. Não era uma coisa que abolia seus dotes mutagênicos, era ele. Percebeu tarde demais.

— Não fuja de mim, sua erva daninha demoníaca! Você não tem onde se esconder. — urrava atrás de si, e conseguia ouvir as passadas altas numa correria desenfreada. Sabia que se fosse pego por ele, seria o fim.

Sorte que por ser vários centímetros menor e mais magro, era imbuído de uma flexibilidade que o brutamontes só dominaria a custo. Arremessou o próprio corpo contra as grades de uma divida que separava as estufas de plantas ornamentais das aquáticas, os pulmões queimando pela falta de oxigênio gasto na maratona. Recostou em um tanque d'água, apoiando as mãos nos joelhos, curvando-se levemente e engolindo o máximo de ar permitido.

O perseguidor esmurrava as barras de ferro que os mantinham distantes, exibindo traços psicóticos, quase bestiais. Um olhar sanguinário fora direcionado ao mais jovem, fazendo-o arrepiar-se defronte a ameaça muda. Não demorou-se em se recuperar e tornou a correr, atravessando as piscinas de flores que flutuavam n'água.

Não existia outra saída do edifício. Pelo menos não que recordasse. A única opção viável seria dar a volta completa em todo o perímetro e retornar à área de acesso. Assegurar-se na saída de emergência também era uma ideia inviável; esta, por sua vez, localizava-se no último andar e não teria como chegar ao solo - não com aquele monstro bloqueando suas habilidades. Suspirou outra vez, seguro de si com a fuga recém-arquitetada.

Coldwater logo então planou uma mão sobre o ferimento no antebraço destro, visando estancar o sangramento, desinteligente quanto às práticas medicinais. Apesar de ser um cientista, escasso era o seu conhecimento em quaisquer outros ramos que não fossem o de botânica. Contornou o alicerce de orquídeas aquáticas, deixando para trás um rastro de respingos de sangue que mesclava-se com a água qual lavava-lhe a ferida.

Atravessou os inúmeros aquários de vitórias-régias, plantas nativas da região amazônica, no Brasil, preservadas ali para estudos e exposições ao público. Mas arrependeu-se no mesmo instante que escolheu passear sob a iluminação das luminárias pendidas no teto, dando de cara com o mesmíssimo assassino que o perseguia minutos antes, agora munido com uma marreta. Ficou abismado com a velocidade em que fora encontrado, agachando bem a tempo de evitar o golpe que ele quase deferira contra si.

Ouviu-se um estalo e o vidro atingido cedeu. Da rachadura, uma torrente de água implodiu, carregando Eliot e o assassino pelo enorme salão de encontro às vigas que sustentavam a claraboia. Ironicamente, Coldwater conseguiu estabilizar-se quando o fluxo abrandou, prostrado no chão, cuspindo a água engolida.

Um chute na lateral do corpo o fez grunhir alto, pego de surpresa, forte o suficiente para arremessa-lo a rodopios. Sabia que um combate corpo a corpo seria muitíssimo desvantajoso, pois considerava-se fraco demais, fisicamente, em comparação ao criminoso. O homem sobrepôs o corpo sobre o seu, pressionando-o contra o chão - o rosto sendo esfoliado devido o atrito. A aproximação o enojava, e ao ouvido o maior ria, maldoso.

— Vou me aproveitar um pouco de você antes de te matar, Ivy. Soube que seu beijo é tão bom que chega a ser fatal. Veremos se é verdade. — zombou, lambendo o lóbulo da orelha antes de morder com brutalidade, arrancando outra parcela de gritos do rapaz. Uma mão grande escorreu para dentro das calças, arranhando a pele exposta. O objetivo dele estava claro como o horror no rosto do rapaz; tomaria o corpo de Eliot para si, à força.

Tirando proveito da pouca distância, Eliot pescou um pedaço largado por ali no piso do que sobrara do aquário, propelindo a destra na diretriz da face do brutamontes. A parte pontiaguda do vidro acabou alvejando o olho do troglodita que se atirou para trás, urrando de maneira escandalosa. Sua voz estrondosa ecoando pela localidade.

Livre, Coldwater ergueu-se de supetão, zonzo. Fisgou a marreta que outrora era manejada pelo psicopata, erguendo-a em mãos, acostumando-se com o peso do aço. Não iria deixar barato a audácia acometida.

— Você mexeu com a vadia errada. — e mirou a parte achatada da arma contra o queixo alheio, deslocando-o no mesmo golpe. Sucedeu de mais uma estocada, e depois outra e outra, até realizar um belo rombo no rosto antes considerado belo. Parte da massa cefálica esparramava-se no piso molhado, e o sangue tingia as roupas e tez do mais novo, espichando para todos os lados, dando-lhe uma imagem assustadora.

Três, quatro, cinco, e Eliot não conseguia impedir a si mesmo de continuar a massacrar o sujeito. Alvejou o corpo à frente consecutivas vezes até que não sobrasse muito para servir de evidência à cerca da identidade. A polícia teria dificuldades para reconhecer o corpo, concluiu, largando a marreta somente quando sentiu os braços fraquejarem.

Sentou-se, em estado de choque, abraçando-se. Um misto de emoções perpassava no rosto assombrado; medo, ódio, euforia, tudo esvaindo nas lágrimas que banhavam a face. Livrara-se enfim do homicida que o perseguia, todavia, a um preço muito caro - Eliot Coldwater agora também era um assassino.

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Re: [NARRATIVA] PICK A PETAL ENNY MEENY MINY MOE

Mensagem por Zatanna em Qua Nov 02, 2016 3:50 am

AVALIAÇÃO
Muito bem, Coldwater, eu vou ser bem sincera: eu amei cada traço da sua narrativa. Não houve sequer um momento em que tive de parar e reler, seja por não ter compreendido, seja pelo o que quer que fosse. Gostei de como manejou a trama, e de como determinou o vilão (que ficou extraordinariamente psicótico, bem como deveria). Não vejo nada que me faça criticar a sua postagem então, por isso, agradeço-o pelo deleite.

MÉTODO

ORTOGRAFIA, 23 de 25. * -50XP (X2)
FIDELIDADE À TRAMA/CHAR/GP, 25 de 25.
ENREDO, 25 de 25.
COERÊNCIA, 25 de 25.

REDUÇÕES

1. "E não obstante, os corpos despidos fora "foram" confiscados sem quaisquer resquícios genitais, "e" as intimidades, segundo "os" especialistas que transitavam por ali - pôde escutar o debate - "(até onde pôde escutar o debate)" arrancadas "foram arrancadas"."

2. Sucedeu de mais uma estocada, e depois outra e outra, até realizar um belo rombo no rosto antes considerado belo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

HP 75/100
REMUNERAÇÃO
900XP
PSYCOPATH MOTHER, um anel em forma de tulipa, prata, e que lhe oferece +5 ou nas competências físicas (FORÇA/RESISTÊNCIA/VELOCIDADE) ou mentais (INTELIGÊNCIA/CARISMA), dependendo veementemente da situação em que Poison Ivy se insere. Tem a duração de 2t.


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Re: [NARRATIVA] PICK A PETAL ENNY MEENY MINY MOE

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