[RP ATEMPORAL] WE R TOXIC

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[RP ATEMPORAL] WE R TOXIC

Mensagem por Oceⱥn E. Kräwczyk em Ter Nov 08, 2016 11:13 pm

We R Toxic
A roleplay é iniciada pelo post de Íkaros Steinkovich Brahms, seguindo por Max Kräwczyk. Estando então, fechada para os demais. Passando-se esta em uma manhã qualquer, o conteúdo é variável. Atualmente as postagens estão em fase de andamento.


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Re: [RP ATEMPORAL] WE R TOXIC

Mensagem por Arch Howlett Forchhammer em Qua Nov 09, 2016 12:00 am





But we are alive Here in death valley
O ar era tomado por minúsculas partículas de pó, as quais somente eram visíveis aos olhos humanos quando uma carga de luz adentrava por entre uma fresta na janela do cubo. As paredes eram cinzentas, com tintura gasta pelo o tempo se reposição de cor. Cascas do cimento caiam até o solo, onde eram destroçados com o impacto, ora ou outra. O cenário podia ser caracterizado como algo sujo, porém, cumpria o seu propósito: sexual; o loiro estava no banheiro do local, em frente a pia. Levava a água na concha das palmas, esta que foi expelida do móvel, lavando o próprio rosto.

Um detalhe necessário foi esquecido por minha pessoa, desculpe, mas o cubículo que falei tratava-se de um quarto de motel qualquer, o primeiro que achou na beirada da estrada.

Ele moveu-se, tomando distância do ponto de partida, indo até próximo da única janela do local. Nu, dando as costas para tudo o que há de presente ali, mirou o horizonte; franziu o olhar, o globo de chamas lhe batia na cara, quase o cegando. — Que porra de sol. — Contraiu a musculatura do semblante, originando uma expressão austera. Enquanto isso ascendeu cineticamente um de seus braços, onde pôs o dorso de uma palma em frente às esferas prateados.

Capturou a “alavanca” da persiana, exercendo força ao puxá-la, pois travava constantemente. Por sorte, conseguiu cerrar isso, limitando a entrada dos raios incandescentes. E andou. Acerca da extremidade da cama, desviou o olhar para a garota que ainda dormia, parando com o ato de outrora. Saltou para o lado desocupado, jogando-se sem vestimenta mesmo. Só deu importância em pegar o controle da televisão ao seu lado, sobre o criado-mudo, o que fez o aparelho se ligar. — Acorda. — Falou, tateando o ombro da outra com o indicador certas vezes.

Percebendo que a prática foi falha, o homem coçou a barba rala do maxilar. Pensava em um jeito de fazê-la despertar. Após alguns instantes, estendeu os cantos da boca, uma ideia pairou sua psique; no segundo seguinte, deitou-se de lado, virando o tronco para em direção dela. Quebrando a adjacência, que já era quase nula, entre ambos gradativamente, inclinou-se o bastante para alcançar o lugar antes tocado. Chocou os lábios úmidos ali, dando início a uma sequência de selos ao longo da clavícula, até o pescoço. Para findar, capturou a superfície dérmica entre as dentárias, a pressionando seguidamente. — Acorda, ou teremos que pagar por mais uma noite.
We're still alive

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