[RP FECHADA] We're Sucker for Pain

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[RP FECHADA] We're Sucker for Pain

Mensagem por Dante H’gar em Ter Nov 22, 2016 11:06 pm

We're Sucker for Pain
a roleplay é iniciada pelo post de Sebastian Harkness, seguindo por Ezekiel Satrazemis. estando então, fechada para os demais. passando-se esta em 22 de novembro, terça-feira, numa cafeteria simples no centro da cidade, às 23:37 da noite. o conteúdo é restrito para menores. atualmente as postagens estão em fase de andamento.


avatar
CIVIL E RECÉM-NASCIDO
32

Nova Iorque

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [RP FECHADA] We're Sucker for Pain

Mensagem por Dante H’gar em Ter Nov 22, 2016 11:38 pm

let's do something fun
Nunca havia ido para Coast City em toda a minha vida. Estava na cidade com um propósito obscuro e pouco revelador a mando de meus superiores, bem, superiora; Amanda Waller, a chefe e a controladora de todos nós da Força Tarefa X. A cidade era bem mais segura e bonita que Gotham, apesar de não me passar toda a segurança que a sombria cidade de Gotham conseguia me passar. Talvez fosse minha inclinação para as sombras e a perversidade, ou talvez minha loucura. ”Você não é louco, Harkness, apenas precisa se apressar logo, você vai ter um encontro com um mafioso à meia-noite, garoto! Foco!” falou uma voz feminina dentro de meus ouvidos, fazendo-me olhar para o alto, observando o teto coberto da pequena loja de café. Estreitei meus olhos. Minha consciência agora falava e era mulher? Se fosse, explicaria muita coisa.

— Aqui é Amanda Waller, Harkness, pare de escrever no seu diário e ler em voz alta ou explodo sua cabeça agora mesmo, está me ouvindo? — gritou Waller no interfone em meu ouvido, o que fez-me baixar a cabeça, sorrindo baixo por conta da minha própria distração.

— Foi mal. — Sussurrei, pondo a ponta dos dedos indicador e médio no interfone dentro de meu ouvido, muito bem disfarçado. Uma garçonete loira me encarava, com uma xícara de café em mãos, parecendo confusa. — Que foi, tenho uma marca de chupão no pescoço ou alguma coisa? — perguntei, provavelmente deveria ser os chupões do Christopher ou do Liam, ou do cara sem nome que achei por aí numa boate. Levei a mão direita ao pescoço, procurando por indícios de marcas, sem encontrar nenhuma. Logo a garçonete serviu-me café e se foi, acenei um tchau para ela exibindo um largo sorriso, e por sua vez a mesma entrou por uma porta, sem nem responder. Mal educada!

— Terá uma pequena companhia com você esta noite, Harkness, um membro da Força Tarefa X. É tudo muito simples, visto que sua cabeça loira e perturbada talvez não entenda nada complexo: vai ver um homem asiático com terno negro, ele vai pensar que vocês dois são novos compradores mandados por um amigo íntimo, e então vocês dois o matam. Ponto final. — Explicou Amanda, e semicerrei os olhos olhando o vidro da janela ao meu lado que dava vista para a rua. — O homem que irá até vocês dois é de uma poderosa máfia que põe risco a cidade de Coast City ao mexer com material de vírus biológico. Há possibilidades dele ter se tornado um meta-humano graças à exposição excessiva ao vírus, então todo cuidado é pouco. — Encerrou Amanda, desligando a ligação.

Suspirei, recostando-me numa cadeira e então cruzando os braços enquanto esperava pelo outro, até que vi um moreno de olhos expressivos e grandes entrar na cafeteria. Franzindo o cenho e sorrindo de canto constatei que ele poderia vir a ser o meu parceiro da noite quando o vi me fitando fixamente, em seguida olhando para o visor de seu celular como se constatasse quem eu realmente era. Ele aproximou-se e então apoiei os braços cruzados na mesa, sorrindo de canto e mordendo o lábio inferior, olhando-o de cima a baixo.

— Oi, bonitão... Waller te mandou me fazer companhia? Aposto que sim. Bem, sou Sebastian, mas me chamam de Augorion, então me chame do que quiser... — disparei a pergunta de forma confiante, estendendo a minha mão para um gentil aperto. Terminei dando uma pequena ênfase de que achava-o atraente, feito isto apoiei-me nos meus braços cruzados e olhei-o nos olhos. — Belos olhos, parecem tão penetrantes... o que você faz? Ou é “comum”? — disparei outra cantada barata, entretanto fiz uma pergunta mais séria logo em seguida, observando atentamente o outro.
avatar
CIVIL E RECÉM-NASCIDO
32

Nova Iorque

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum