Czerwiński, Jesse

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Czerwiński, Jesse

Mensagem por Joker em Dom Nov 27, 2016 11:30 pm


My hands were shaking.
I couldn't sleep.
I couldn't eat.
Originado da transformação, Jesse Czerwiński foi a nomenclatura dada por aqueles que o conceberam, porém, aos olhos da sociedade corrupta é conhecido como GALACO. Natural de ATLÂNTIDA. Tende a ser confundido com TOM WEBB. A seleção natural mostrou-o ser dessemelhante em vista aos terceiros, um ATLANTE. O registro da sua data de nascimento é anotada como em vinte e cinco de janeiro de mil novencentos e oitenta e oito, ou seja, tem as solas dos pés tocadas ao solo da Terra há vinte e oito anos . O seu conceito moral de bem ou mal o caracterizou como um CHAOTIC NEUTRAL, o que permitiu se transformar em um HERÓI

Como o ser inumano que é, é normal que ascender as habilidades de seu povo, tal como a FISIONOMIA ATLANTE.

Invejado por sua especialização de Atacante. Vinte é a medida exata aplicada na Força do ser em questão; o exímio intelecto é algo reparável pela pontuação de vinte em Inteligência; seguro de si como uma parede, a escala até então de resistência é dez; tão inalcançável como o vento, imperceptível como a sombra, a velocidade vitoriosa atinge atualmente em dez; a vitalidade é definida pelo vigor, e está nivelado em dez; carisma é sinônimo de cativar as pessoas, ou subjugá-las com a lábia, e chega a zero.

"Ele é uma pessoa que me deixou intrigado. Lendo o seu histórico, pude notar que os seus feitos são admiráveis, mas quero saber mais."

Você estava se recordando do dia em que conheceu aquela cidade. Foi a noite mais longa de sua vida, até mesmo em comparação a seu nascimento e observemos o dia em que havia nascido, tinha o posto da pior também. A brisa batia a frente de seu rosto e estava caído aos braços diante da mãe morte quando pela primeira vez havia optado por ficar longe do mar. Você mesmo nunca esperou que ficar tanto tempo refém das luzes da cidade fossem o fazer mal a ponto de perder tudo que tinha quando caminhava para a praia esperançoso a voltar para casa. Primeiro, sua pele secou, seus lábios então trincaram e os glóbulos claros reviraram até cair contra a areia entre a linha do vivo e semi-morto. Suas mãos tremiam e o céu já estrelado, parecia girar a frente de seu nariz. A boca entreabriu tentando sugar ar porém era óbvia que a sua necessidade fosse a água. Os cristais estalando a seu lado, os corais o convidado para se aventurar. Tudo. Você nunca pensou que de certo, a curiosidade o colocasse no pedestal da morte e já tinha completa ciência que não se repetiria só então somente, sem se precaver. 

Uma sombra tão grande capaz de tapar a luz da lua que lhe banhava, o fez abanar as pálpebras apenas escutando um som dissonante agredir os ouvidos. Seu corpo se elevou a uma latitude desconhecida e quando fora perceber, estava deitado sob uma cama. Mais pessoas a seu lado, cochichavam idiomas que você não queria conhecer. Estava tão convencido que a palavra descobrir era um veneno, que não percebeu que seus braços estavam conectados a longos tubos que somente morriam perto de galões cilíndricos. 

O vi caído na praia. Ele saiu de lá horas antes, eu vi. Juro que vi! - Um protestava com despudor, apontando o dedo para você que tinha as vistas endireitadas para o teto. Seus lábios tentavam pronunciar algo, porém nada capaz de ser compreendido saiu. Permaneceu em silêncio orando e temendo que fosse morrer. Uma tampa então lacrou a frente de seu corpo e seus ombros pareceram adormecer, a câmara formada apenas o prendia de uma maneira boa : Água crescia molhando as poucas vestes obtidas e logo pôde notar que as íris também era afundadas no imerso. Você fechou os olhos e sorriu confortando-se para adormecer no entanto, uma quentura tomou conta de seu corpo. Na esquina do seu nariz com a boca, bolhas se formam, mas não eram de sua expiração. Seus dedos se moveram lentamente todavia a sensação estava gradativamente aumentando e ficando cada vez mais opressora, o fazendo criar desespero.

Nada deparava-se com a fria sensação de que tinha seu interior sendo cozido e o pior, você estava incapacitado de reclamar. Precisava se hidratar. Quando o movimento alheio fora se aglomerar ao seu entorno, você fez a expressão mais incrédula que poderia, porém foi ignorado outra vez. Seus pés se ergueram estourando as ligações e os braços estalaram quebrando agulhas por baixo de sua pele. O punho se fechou e num impulso forçado, quebrou o vidro jogando pequenos estilhaços contra o chão. Se ergueu tão vislumbrado que tudo que poderia mirar da sala, eram as faces impressionadas dos homens. Como um peixe, sua vista se comprimia somente ao que existia abaixo de si todavia, os ouvidos escutavam a pequena conferência de longe. Os passos se aceleraram e o sangue finalmente se viu livre. As raízes ascendentes de cada veia mesclam tornando-se em um fio bifurcado que logo deram-se de encontro com cada estrutura óssea saboreando da mesma sinfonia da dor. 

Você, Czerwiński nunca quis correr contra a maré, mas desde aquele dia estava simplesmente decidido as conformidades de que a terra fosse um lugar perigoso. A sua saída foi das mais constrangedoras suportando a noite fria e as explicações quando chegou ao imerso, de seu sendo tão aventureiro. Tomaram conclusões; Você é louco.


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