H. NIDHÖGG, ARTHUR

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H. NIDHÖGG, ARTHUR

Mensagem por Arthur H. Nidhögg em Sab Mar 18, 2017 5:28 pm

reencarnado




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Arthur H. Nidhogg;
ii. COMO É CONHECIDO: Shazam;
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnado;
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: Vinte e duas;
v. PRIMEIRO RESPIRO: Vinte e cinco de Julho;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Estadunidense, Philadelphia;
vii. COMPORTAMENTO: Bondade Caótica;
viii. COMUNIDADE: Herói.

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: Sessenta (60) pontos;
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Atacante (+5 em Força);
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 20 (+5)INTELIGÊNCIA: 10
RESISTÊNCIA: 5AGILIDADE: 15
VIGOR: 5CARISMA: 5



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. PRONTIDÃO, nível calouro;


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

Arthur, em sua forma normal, não apresenta nenhum poder aparente. É apenas um simples humano, vulnerável à adversidades do mundo e aos seus perigos. Contudo, ao pronunciar a palavra "Shazam", um raio azulado avassala seu corpo, e sua forma muda. O homem passa a ter um aspecto mais "adulto", aparentando ter entre trinta à quarenta anos de idade. Arthur também sofre um aumento considerável de massa muscular e altura, além de ser presentado com uma vasta gama de poderes.

Arthur é detentor do poder do lendário Mago Shazam, que extrai dons de Salomão (Sabedoria), de Hércules (Força), de Atlas (Vigor), de Zeus (Poder), de Aquiles (Coragem) e de Mercúrio (Velocidade). Dentro dessas seis categorias estão distribuídos diversos poderes e habilidades, que serão listadas à seguir.

  • SALOMÃO — A sabedoria de Salomão dá a Arthur grande conhecimento, percepção, compreensão e discernimento. Por meio místicos, Salomão é realmente capaz de falar com o herói durante seus momentos de necessidade. Ela também dá a Arthur muitas habilidades intelectuais, algumas conhecidas e outros ainda desconhecidas. Algumas destas habilidades específicas são memória fotográfica e o conhecimento avançado de estratégia de guerra e táticas.

  • HÉRCULES — A força de Hércules dá ao personagem uma das maiores e mais extensas forças físicas do mundo. Com ela, Shazam consegue erguer corpos com massas gigantescas e destruir materiais extremamente resistentes. Por seu nível de força ser tão grande e perigoso, Arthur constantemente o limita, assim ele geralmente só usa a força necessária para realizar o que a tarefa ou desafio exige. Devido a isso, ele não é visto frequentemente movendo objetos de escala planetária embora realizar tais tarefas esteja dentro de suas habilidades

  • ATLAS — A é para o vigor de Atlas, o Titã que suporta os céus sobre os ombros. Isso significa que ele não precisa dormir ou comer quando está como Shazam, além de ter resistência praticamente ilimitada. Devido à resistência de Atlas, o herói não fadiga durante ou depois de qualquer esforço, não importa o quão extenuante ou o seu tempo de duração.

  • ZEUS — Z é para o poder de Zeus, o mais poderoso dos deuses olimpianos. Com isso, Shazam possui a Eletrocinese, além de não poder ser afetado por qualquer tipo de onda elétrica. Shazam também pode fazer pequenas alterações em sua aparência por usar o poder de Zeus. A extensão do poder de Zeus não é conhecida, mas sabe-se que o torna imune à magia.

  • AQUILES — A é para a coragem de Aquiles, o maior herói da Guerra de Troia. Isto concede-lhe uma força interior e confiança. Tal coragem o leva a proteger qualquer outra pessoa antes de si mesmo.

  • MERCÚRIO — M é para a velocidade de Mercúrio, o mais rápido dos deuses romanos. Isso concede ao Shazam a velocidade de um deus e o poder de voar. Estima-se que sua velocidade seja tão extensa que, ao mover-se, pode ser confundida com teletransporte.


Conte o histórico


— Onde estou? — pronunciou em monólogo o jovem Arthur, olhando o recinto que estava. Segundos atrás, uma espécie de névoa encheu toda sua casa, inundando o local. Logo em seguida, após todo o nevoeiro ter se esvaído, Arthur encontrava-se em outro lugar. Era uma espécie de castelo medieval, soturno, gótico. Duas estatuetas de pedra encontravam-se em sua frente, protegendo um corredor que daria em uma longa escadaria. Acima deste corredor estava uma parede com o símbolo de um raio talhado no próprio mármore.

Corajoso, o jovem desafiou o corredor, andando lentamente até chegar as escadarias. Ultrapassou-as, tomando cuidado com ratos e aranhas que circulavam por perto. — Tem alguém aí? — exclamou, e o eco do castelo fez o trabalho de divulgar a informação por todo o recinto. Sem resposta, o jovem continuou a andar, até deparar-se com "coração" do edifício. Era uma sala enorme, com diversas escadas, todas levando para diferentes quartos e sacadas. Algumas dessas escadas possuíam esqueletos humanos, e perto dele tinha um esqueleto de um grande réptil alado. — O que é isso? — disse, curioso.

Ainda andando pelo salão, deparou-se com três objetos. O primeiro deles foi um grande espelho, ornamentado com ouro e prata. O segundo foi uma jóia esverdada, que iluminava parte do castelo, e o terceiro foi uma armadura medieval, devidamente destroçada e com símbolos do mesmo raio que viu anteriormente. Passou pelos objetos sem prestar muita atenção, mas jurou ter ouvido alguma coisa deles. — É apenas um jovem. — falou uma das vozes. — Veremos se conseguirá quebrar a maldição. — agora outra voz. Arthur não se importou muito, afinal, se o quisessem morto, ele já estaria.

— Venha, na direção da luz! — exclamou uma última voz, diferente de todas as outras. Uma luz ofuscou seus olhos, e uma passagem abriu-se para o jovem. Sem exitar, Arthur galgou até ela, desaparecendo em meio à claridade sem fim. Fechou os olhos devido à intensa luminosidade, e abriu-se apenas segundos depois, agora em outro lugar. Este era um salão um pouco menor que o anterior, mas muito mais curioso. Nas laterais estavam sete entidades, flutuando em balcões luminosos, cada uma com sua respectiva cor. Seus nomes estavam encrustados em lápides de uma língua estranha que, estranhamente, Arthur conseguiu decifrar. Orgulho, Cobiça, Ira, Luxúria, Inveja, Preguiça e Gula — os sete pecados capitais. Olhando para tais entidades, Arthur escutou seu chamado. — Então é você, o puro. — um trono de pedra revelou-se entre as sombras, e sentado nele estavam um senhor de idade. Tinha cabelos imundos, cinzentos, e trajava uma túnica vermelha. Segurava um cetro em forma de relâmpago, que emanava uma energia azulada. — Quem diabo é você e onde diabo eu estou!? — gritou Arthur, vidrado no senhor. Os olhos do idosos enceram-se de fúria, e um símbolo em seu peito brilhou em um azul profundo. — Você está em meu lar, e só falará quando lhe for dirigida a palavra! — exclamou, e continuou em seguida. — Eu sou o último do conselho dos magos e guardião da Pedra da Eternidade, a maior fortaleza mística em toda a existência!

Arthur ficou sério, soltando um suspiro. Estava desprezando o tal "mago". — Minha magia lhe trouxe até aqui, mas pelo visto é apenas mais uma criança estragada, igual à última que chegou. Pelo visto minha magia vêm enfraquecendo. — assim, o último do conselho levantou-se do trono e segurou firme seu cetro, liberando uma rajada de energia contra o jovem. — Você é puro, meu jovem? É este o guerreiro místico que eu busco? — perguntou o feiticeiro, soturno. Nesse instante, uma onda de energia circulou em todo seu corpo, revelando imagens e momentos de agonia e terríveis que passou na infância. O assassinato de seus pais, os roubos que cometeu, as brigas no orfanato, e tantos outros momentos. O mago parou de ultrajá-lo, olhando com decepção para o loiro. — Você não é puro. — assim o feiticeiro levantou seus braços, tentando lançar um feitiço contra Arthur. Queria teletransportá-lo dali e apagar sua memória. Porém, foi interrompido pelo jovem, que se debatia no chão. — Há quanto tempo procura por alguém assim? — Arthur retrucou, já devidamente recuperado do choque. — Há muito tempo. — o feiticeiro respondeu. — Então, deixe eu te dar uma dica. As pessoas são horríveis, elas te desapontam, te botam para baixo. Passei minha vida toda aprendendo isso. Pessoas boas são devoradas. Tiram vantagens delas. Elas desaparecem. Acredite, não importa o quanto você tente ser bom, todo mundo vai te arrastar pro fundo com eles. Você está procurando uma coisa que não existe.

O mago arregalou os olhos, surpreso com o discurso de Arthur. — Você disse que já tentou ser bom? Você possui as brasas da bondade dentro de você, então? É isso? É isso que eu devia ter procura em todos esses séculos? — o feiticeiro estava maravilhado. — Mas assim que os poderes forem concedidos, não poderão ser retirados. Não importa. Não tenho outra opção. Não há mais tempo. — o mago levantou novamente seu cetro, inundando o garoto com energia. Desta vez, revelou diversos detalhes bons de sua vida, como a defesa de seus amigos, a coragem que possuía e até mesmo culpar a si próprio. — Sim, você possui potencial! Diga Shazam! — exclamou o velho, ainda com o cetro em movimento. — Sha... Zam! — Arthur gritou, e sua forma mudou-se completamente. Ficou mais alto, mais musculoso, e possuía uma barba loira. Sentia-se poderoso, mais resistente, mais inteligente e mais veloz. — Agora, você é herdeiro de meu assento no conselho da eternidade. O poder do relâmpago vivo é seu. — falou o idoso, deitando no chão, prestes a falecer. — Velho? — falou o jovem. — Não esqueça, seus poderes são imensos não os desperdice. Esteja preparado para deter o Mal Supremo, e impedi-lo de despertar os Sete Pecados Capitais. Ele o matará para obter o domínio total da magia de nosso mundo. Esteja preparado. — assim, no momento que Shazam, ou Arthur, iria tocar o corpo do mago, foi acertado por um raio luminoso. Fechou os olhos, e quando abriu, estava sem sua casa novamente. — Isso foi um sonho? Será que... Shazam! — e assim, Arthur transformou-se novamente. Não foi um sonho.

Outras Coisas


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