BLASCHKE, Alycia

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BLASCHKE, Alycia

Mensagem por Alycia Oehlert Falkreath em Dom Mar 19, 2017 11:51 am

reencarnada




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Alycia Blaschke d'Udekem d'Acoz;
ii. COMO É CONHECIDO: Circe;
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnada;
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 21;
v. PRIMEIRO RESPIRO: Sete de outubro de 1995;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Bélgica;
vii. COMPORTAMENTO: Crueldade Anárquical {Só quero ver essa porra pegar fogo.};
viii. COMUNIDADE: Vilões.

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 60;
ii. ESPECIALIZAÇÃO: INTELECTUAL: o mais sábio, seus pensamentos são precisos e rápidos, dotados de um raciocínio perspicaz.

iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 10INTELIGÊNCIA: 10 (+5)
RESISTÊNCIA: 10AGILIDADE: 10
VIGOR: 10CARISMA: 10



Diga as perícias


i. PERÍCIAS: A princípio, só terá UM PONTO DE PERÍCIA para distribuir, logo, obviamente, ela, a única, estará no nível calouro.

i. LÁBIA, nível I, caloura.


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

MAGIA, esse dom herdado da vilã desaparecida lhe proporciona habilidades diversas relacionadas a magia. Entre elas: a pericia em criar ilusões, sendo elas de sua própria imagem e voz, a imagem de outras pessoas, objetos e animais; transforma homens — apenas homens — em animais ou objetos e pode fazê-los voltarem a forma original em um piscar de olhos; fabricar poções com extrema facilidade e perfeição; e, por último, mas não menos importante, a clarividência.

NECROMANCIA,  essa habilidade nada mais é do que a junção de ver, falar, controlar e contatar os mortos. Ela pode, por meio dessa perícia, montar um exército ou uma equipe de "zumbis" para utilizá-los em batalha.

CONTROLE MENTAL, consegue entrar na mente das pessoas, controlando-as ou mudando suas opiniões.  


Conte o histórico


Abria os olhos com lentidão, encarando o teto repleto de estrelinhas pintadas com tinta neon. Seus lábios se entreabriram, soltando o ar que estava preso em seu pulmão, suspirando audivelmente. Suas orbes curiosas percorreram o lugar onde estava deitada, tentando com todas as forças se lembrar como havia parado ali. Movimentou seus membros inferiores, colocando seus pequenos pés no chão e esfregando-os no piso enquanto se sentava sobre o colchão macio de uma cama desconhecida. Sentia uma inexplicável saudade de seu gato, que lhe acordava todos os dias, sem o minimo rancor por ter sido transformado em um animal de estimação.

A belga colocou o peso de seu corpo sobre os pés, levantando-se. Deparou-se com uma camiseta masculina sobre seu corpo, cobrindo o minusculo short que usava no dia anterior, quando saiu para uma festa na casa de sua melhor amiga. — Ali?! — Chamou Alice, andando pelo quarto sem ao menos colocar um calçado. Os dedos gorduchos apertaram a maçaneta e a giraram, abrindo a porta azul bebê — que contrastava com o quarto escuro, quase preto graças a falta de luz, já que todas as janelas estavam fechadas — e saindo de dentro do local desconhecido pela garota.

Escutava vozes ao longe, conversando animadamente sobre alguma coisa que ela não conseguia entender (Já que estava longe demais). Caminhava em velocidade média, nem tão devagar, mas nem tão lentamente. Alcançou a escada, visualizando uma família qualquer, que tomava café em volta de uma mesa. Esboçou um sorriso falso, batendo palmas vagarosamente, encarando um dos quadros presos na parede. — A família genérica americana mais linda que eu já vi! Parabéns! — A ironia podia ser sentida de longe por qualquer um que não fosse burro. Subiu no corrimão da escada de madeira, colocando sua bunda em contato com ele.

Descia escorregando como uma mestre, com os lábios esticados em um lindo sorriso largo e irônico. — Primeiramente: onde estão minhas coisas? Segundo: quem me trouxe aqui? — Fez as perguntas, assumindo uma expressão séria e mau humorada, andando em volta da mesa com uma paciência fingida. Percebeu que estava sendo ignorada, o que apenas aumentou sua irritação. — Certo. Vamos começar a falar. — Direcionou seu membro superior para a mesa, pegando a primeira faca que viu pela frente. Não era extremamente afiada, mas deveria servir. Sua mão envolveu o cabelo da matriarca em um falso rabo de cavalo.

Encostou sua faquinha no pescoço da loira, encarando a pessoa em sua frente, exibindo uma expressão de puro tédio. — Querem saber o que acontece se não me falarem agora? — A pergunta era, obviamente, retórica. A mesa toda se calou quando a faca deslizou pela pele clara, deixando um corte profundo, de onde escorria sangue. Soltou o corpo da moça, deixando que caísse sobre a comida que antes comia. Os lábios carnudos e vermelhos se moveram, formando as palavras "não se meta com a bruxa", em latim. No mesmo momento, os dois filhos da defunta se transformaram em coelhos, que saltaram das cadeiras, correndo desesperadamente pelo recinto.

Deu meia-volta, deixando o patriarca boquiaberto com o que acabará de acontecer, sem a mínima reação. Dirigiu-se para fora da casa pela porta dos fundos com a maior calma do mundo, abandonando a mansão após pular a cerca, sem nenhum medo ou receio de ser pega. Alycia estava pouco se importando com o que o morador sobrevivente diria a polícia, porque todos sabem que bruxas não existem.
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