O conto perdido no tempo

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O conto perdido no tempo

Mensagem por Adam Warlock em Qua Jun 15, 2016 2:49 am

Ponto de Ignição

A história nos cria como ser, nos molda como pessoa, nos lapida como adulto. A história é parte de todos nós, também é o principal fundamento para o desenvolvimento de um futuro. Um detalhe de um segundo atrás pode mudar o que vai acontecer no segundo seguinte.




A paz é entediante


O universo nem sempre foi um lugar onde já existiu igualdade entre a vasta diversidade de seres: alguns são dotados de aptidões, as quais outros nunca imaginaram existir, o mesmo vale em questões e assuntos tecnológicos, conhecimento expansivo e etc.

Justiça sempre foi feita com as próprias mãos. Injustiça pode ser vista a cada esquina.

O Planeta Terra, nosso lar, aos olhos das pessoas comuns, desde os primórdios dos tempos foi um planeta comum para se viver em paz; recheada por humanos e animais dos quais brigam entre si para a sobrevivência do mais forte. Ou sobrevivência do mais esperto ao olhar por outra perspectiva.

Os super-poderes de índole boa, com ajuda dos demais heróis e anti-heróis, realizaram o surpreendente feito de capturar todos, e faça ênfase em todos, os vilões solto por aí, pois estavam praticando o que sabem e têm gosto em fazer. Maldade. Alguns matavam para saciar a insana vontade, outros somente assaltavam bancos, transferindo bilhões para as próprias contas. Contudo, quando os bondosos se uniram em uma força tarefa a favor do bem, os vilões foram detidos e mandados para o Arkham Asylum, a prisão de segurança máxima pela qual o cavaleiro das trevas ama usar. Ou amava.


Um detalhe primitivo


Mas, provavelmente você já quis voltar no tempo para impedir algo. Ou refazer uma escolha diferente. É óbvio que gostaríamos de possuir essa oportunidade, mesmo que pequena e inalcançável, de voltar no tempo e mudar as coisas que supostamente estavam erradas.

The Flash, o maior velocista reconhecido, para ele essa probabilidade não está longe de suas mãos.

Para desfazer o assassinato de sua mãe, The Flash correu velozmente com a sua super-velocidade, atravessando a barreira do próprio tempo. Como o seu desejo, conseguiu impedir aquele trágico evento de acontecer novamente.

Suas intenções sempre foram das melhores.

O que ele deveria estar ciente: alterar,  mesmo que uma coisa mínima, já feita, gera um colapso temporal, logo, repercussões e consequências imensuráveis. Essas acarretam acontecimentos mais trágicos e desastrosas ainda.

Efeito Dominó e Efeito Borboleta.

Em poucas palavras, o mundo transformou-se para um diferente daquele que estava familiarizado. Um universo alternativo foi criado a partir daquele ponto no espaço-tempo modificado. Fraturas e rachaduras temporais, a inversão em um espelho destroçado.

O que ninguém imaginava, ou passou em algum momento em seus pensamentos, é que muitos dos heróis, anti-heróis e vilões desapareceram subitamente durante essa troca de linha de tempo. Contudo, outros surgiram portando as habilidades semelhantes daqueles que um dia existiram; também novos se originaram do caos, com dons e habilidades formidáveis.

Tudo teve início com o ponto de ignição.


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Re: O conto perdido no tempo

Mensagem por Adam Warlock em Qui Mar 16, 2017 3:31 pm

Ponto de Ignição

O prólogo


Atlântida, o famoso reino perdido em meio ao oceano em contos literários, era um local regido pela tirania de Orin - o título dado aqueles que governam o império -, mais precisamente Aquaman. Seu posto como regente era passado do pai para filho, do avô para pai e etc; porém, o que poucos saibam é que, inicialmente, dezenas ou centenas de anos atrás, o trono foi tomado. Mors, conhecido como Eau, o verdadeiro herdeiro do título de "Imperador Atlante" conseguir reivindicar isto através da morte de Aquaman, a qual foi feita, supostamente, pelo herdeiro. Contudo, o verdadeiro responsável permanece como desconhecido.

Na outra extremidade do universo, correndo pelas galáxias, presenciamos o falecimentos do planeta de onde viviam os kryptonianos, Krypton. A causa de tal ocorrimento varia através dos estudiosos, mas costumam dizer que o avanço tecnológico e desbravamento do interior fez com que o seu núcleo sobreaquecesse. Nos últimos minutos de vidas, kryptonianos lançaram suas proles, ainda bebês, para um lugar onde pudessem crescer. A Terra. O inesperado é que ao chegar ao planeta em questão, caíram no pior lugar possível: a famosa Área 51; foram presos em cativeiro no subsolo da região, privados da energia solar, o que lhes dão forças. Porém, em um dia qualquer, repentinamente um vão foi criado na espessa parede do cativeiro, possibilitando a fuga desses.

Diferente de milhões de anos-luzes de distância, Marte era visto próximo à Terra. O planeta vermelho reside em sua órbita ao lado do nosso. O que os humanos não tinham ciência, assim como as demais civilizações espaciais, é que os marcianos realmente existiam, como especulação muitos; e eram mais desenvolvidos que os seres humanos em si. A população era separada em duas raças: os marcianos verdes, os menos desenvolvidos; os alvos, os mais desenvolvidos. Uma guerra entre ambas as raças se iniciou, o que acarretou na dizimação de muitos marcianos; aqueles que restaram procuram por um novo abrigo, vulgo, o planeta azul.


O primeiro ato


Uma cidade desaparecida no apocalipse: Gotham, a cidade no estado de New Jersey, de onde o cavaleiro das trevas surgiu. Quem andava por suas ruas, por quaisquer motivos que fosse, costumava a temer os recorrentes furtos, assassinatos, latrocínios e outros tipos de violações grave das leis de proteção à humanidade; para trazer o sentimento de paz aos corações dos cidadãos, o seu prefeito da época, James “Jim” Gordon, tomou providências. Em parceria ao Governo dos Estados Unidos da América, criou a força-tarefa chamada “Wreak Havoc”, a qual se prontificou em eliminar o mau visivelmente presente em Gotham.

E a paz reinou, depois de anos de escravidão imposta pelos males humanos.

Em comemoração ao novo estado da cidade, foi dada uma festa – Happy Hori – no centro do Robinson Park. As músicas que tocavam era de agrado público, porque não possuíam só um estilo e gênero; tudo estava as mil maravilhas, até que o guardião de Gotham, “Wreak Havoc”, deu às caras após o discurso do prefeito sobre a existência de seres humanos portadores de habilidades incomuns, assim como outros que nem são do Planeta Terra.

Sua função foi identificar quem se encaixava nesses padrões e, automaticamente, eliminá-los; como uma cria de dois sangues distintos, Kryptonianos e Marcianos, contudo, para iniciar seus movimentos, antes precisava recargar através da luminosidade solar. Aqueles que ali jaziam, então aproveitaram a oportunidade lhes oferecida para atacar. Por qualquer sorte que tivessem, conseguiram eliminar a monstruosidade instantes antes de ele estar pronto.


O segundo ato


Em meio a uma catástrofe de descargas elétricas, que incandesceram os céus escuros repentinamente, uma figura incomum juntou-se à camada atmosférica, em suspensão aérea. Intitulava-se como “A Salvação”, seu nome era Serpes. Em conjunto a ele, mas como lado oposto, havia algumas múmias cósmicas, que, por sua vez, ofereceram suporte àqueles que os seguissem. Uns fizeram, outros não.

Serpes, como qualquer outro inimigo, ansiava pela destruição da Terra. Bem clichê. O que o diferenciava era seus métodos: se manteve imóvel todo o combate; recebia os ataques, e não os revidava, até que uma chuva ácida foi invocada, que queimou os revestimentos dérmicos daqueles que jaziam ali. Por fim, após algumas horas de luta imparável, Serpes precisou se retirar em uma fuga precisa.


O terceiro ato


Dias de incessante chuva ulteriormente a eventos divinos. Mas que calor infernal é este? Seria efeito do famoso aquecimento global o fato de estar mais quente do que o normal? Não. Outra ocorrência, que todos puderam notar, é que o astro-rei parecia maior do que antes; isso devia-se à aproximação milimétrica que a Terra fazia, rumando ao centro da galáxia. Mas por que diabos a Terra saiu da sua órbita? Cinco trombadinhas idênticos.

Quíntuplos gêmeos eram os responsáveis pelo o futuro acontecimento do colapso entre ambas as esferas, a qual ocasionaria na destruição da galáxia inteira. Porém, senão fosse pela a união de seres místicos que prezam por sua existência nesta face terrena, e, talvez, as dos outros também, conseguiram derrotar, assim, anulando o controle sob a gravidade entre os corpos – Sol e Terra -, fazendo com o que a segunda retornasse para a sua posição comum.

Nos últimos segundos de vida, um dos idêntico alertou a um grupo de protagonistas que eles - os quíntuplos - tratavam-se, na verdade, de humanos transformados em meta-humanos, tudo graças ao misticismo do Serpes. Além do mais, esse, Serpes, fazia o mesmo inúmeros humanos, dando-os poderes em troca da lealdade dos mesmos.



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Re: O conto perdido no tempo

Mensagem por Adam Warlock em Qui Mar 16, 2017 6:23 pm

Injustiça

de um lado na fenda no espaço-tempo


O caos plantou-se, novamente, sobre a face terrena deste plano. Todo o esforço feito pelos líderes mundiais, principalmente James “Jim” Gordon, em acabar com o mal, foi jogado aos bueiros. Boa parcela da população, por volta de um terço, caiu nos jogos das faculdades mentais de Serpes, o qual apresentava uma índole de “salvador” da humanidade. Esses, a humanidade, só sabiam que crer que os seus verdadeiros salvadores, aqueles que possuem aptidões diferenciais e, até, sobrenaturais, eram os causadores desse holocausto mundial. Antes disso, a informação referente ao “sobrenatural” vazou em todas as mídias, impulsionado pelo falso deus, a fim deixar os habitantes originais do globo a par de absolutamente tudo.

Serpes, conforme o número de aliados aumentava gradativamente, subia ao poder e fortalecia, intitulando a si mesmo com o “Imperador da Terra”. Os superpoderosos, no processo, se viram com a necessidade de ocultarem-se nas sombras e, ao menos, dentre os demais humanos. Enquanto o deus proporcionava habilidades incomuns aos que antes eram “comuns” e “desinformados”, ou “desinteressados”, os incomuns não já possuíam a consciência do que eram por própria vontade; camuflaram-se e esqueceram-se das verdadeiras naturezas.

Foram meses dessa tirania, a qual resultou na exterminação da maioria de heróis e vilões, entre outros grupos semelhantes. Serpes recebia, cada vez mais, poder, tomando controle sobre todas as pessoas, implantando uma falsa imagem; uma clara ilusão, esta que não afetou os sistemas mentais dos opositores ao seu governo devido a resistência psicológica. Uma decisão foi tomada pela minoria, resultando na formação de uma rebelião um tanto quanto agressiva. Sangue jorrou de ambos – dois - os lados: os aliados e os opositores; os segundos reduziram muito, adquirindo o catálogo de “extintos” na tabela das raças, espécies, e etc.

O falso deus, no entanto, enfureceu-se diante desse ato pútrido. Ver suas crias sendo dizimadas uma por uma, mesmo que a outra face fosse mais danificada, despertou uma sensação que nem sabia que existia. Como vivia da neutralidade, nunca foi apresentado devidamente às emoções, sentimentos e sensações, por isso a acordar da ira não foi algo benéfico a ninguém. Descontou-a em tudo e todos, até mesmo em seus seguidores. Cidades deixaram de existir, assim como os povos que habitavam tais espaços.

Os novos sobrenaturais foram mortos, como os naturalmente criados. Suplicaram por perdão aos “nascidos assim”, a fim de que consolidassem a rebelião contra Serpes. Como seria a única saída para, eles aceitaram, mesmo mantendo um pensamento desconfortante sobre falsidade dos antigos seguidores de Serpes. Quando o deus notou, toda a Terra revoltou-se contra ele.

— Mundanos! — Clamou aos céus o deus. Trovões explodiram entremeio as nuvens obscuras, que envolviam a atmosfera a dias seguidos, sem término. — Vocês não merecem o amor que dei a vocês. — Os pisques dos relâmpagos incandesciam a escuridão, sendo a única fonte de luz, já que a eletricidade foi desativada. — Tratei de me livrar desses imundos, ao mesmo tempo em que transformava vocês em seres divinos, assim como a mim. — O timbre elétrico do gigante intensificavam-se a cada instante corrido, soprando ondas sonoras, estas que destroçavam os vidros de estabelecimentos. — Vocês merecem a morte, junto ao seu planeta!

Serpes, em um ato inesperado, socou seus punhos másculos ao céu, ao invés do chão como todos esperavam. Somente observaram, vendo o falso deus debater a intangibilidade do vento. Entretanto, estraladas ficaram as vistas da população mundial quando algo adentrou os campos de visão: uma rachadura formada em pleno céu. Os corpos tremeram de medo, ao presenciar até onde os poderes de Serpes estendiam-se.

Os superpoderosos, em uma atitude inesperada, atacaram a entidade com o que tinham a dispor, porém, nem ao menos um arranhão lhe era causado. Já fartos, assistiram-no a propagar o rombo. Um buraco se formava, totalmente negro, sem vida. Por algum motivo desconhecido, a gravidade reagiu mediante a formação do buraco, ficando mais densa, mais pesada, o que dificultava a movimentação dos humanos; aqueles que não suportavam o peso do próprio corpo foram esmagados.

Quando o rombo estava suficiente aberto, o deus pegou cada base contrária dele, forçando os braços musculosos a abri-lo. O encarava e, então, viu uma luz no fundo desse buraco. A luz atravessou-o. Muitos se ausentaram do sentido visual com o brilho alvo e queimante. Quem conseguisse enxergar, repararia que Serpes mirava diretamente a passagem, sem piscar. Sem reação. De um segundo para o outro, o buraco expandiu-se o bastante para cruzar todos os céus, visíveis em todas as nações. O clarão já havia desaparecido, mas outra imagem projetou-se através do espaço na fenda. Um céu. Ao ser aberto verticalmente, coisas abaixo desse céu podiam ser enxergadas, como arranha-céus, aviões transitando. Voluntariamente entreabria-se, aumentando a visão do outro lado.

Um universo tão semelhante ao que viviam, mas, ao mesmo tempo, tão diferente.


do outro lado


Era um dia qualquer, de um tempo esquecido. Momentos em que perderam-se ao longo da história e as suas distorções. O fluxo seguia constante, ou seja, de maneira tão chata e entendiante. Os vilões faziam o que sabiam fazer de melhor, enquanto o outro lado da moeda tratava-se de impedi-los. O crime e os malfeitores existiam a cada quarteirão, apreendidos, ou executados, pelos bom e prudentes responsáveis dessas áreas.

Os reencarnados é uma raça desconhecida, além de inexistente, nesse universo. Todos eram originais, mas ao ponto de que não havia mais nada de inovador e inédito aos olhos da população. Entretanto, um dia, a tremulação do céu chamou a atenção de todos. A cada batida, o chão tremia em conjunto. Os superpoderosos ergueram-se, tendo os pés suspensos do solo, ascendendo-se aos ares para verificar do que ocorria. Porém, em certa altura, uma força repeliram-os, lançando-os contra o chão em velocidade absurda.

A durabilidade avançada e a regeneração, quase que instantânea, prontificaram-se em recuperar os ferimentos do impacto, da queda. Tolos. Tentaram outra vez, e nada de adiantou, porque foram disparados contra o chão outra vez. Tentaram mais diversas vezes, enquanto os terremotos continuavam, frequentes e mais fortes a cada vez. Quando a rachadura apareceu, uma onda explosiva findou com os topos de prédios.

Os terráqueos e outros visualizaram a cena em pontos com concentração de pessoas. O buraco criou. Transformou-se em um rompimento. A luz correu, mas não tão forte quanto do outro lado. A fenda cresceu mais e mais. O impulso em torno dela desapareceu, o que permitiu alguns verem de perto o que tinha no outro lado da fenda.

Um universo tão semelhante ao que viviam, mas, ao mesmo tempo, tão diferente.



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Re: O conto perdido no tempo

Mensagem por Adam Warlock em Sex Mar 17, 2017 1:50 pm

Injustiça

um novo dia, de uma nova vida


A fenda era um tipo de espelho. Não. Ele não refletia a imagem de um lado. Sim. Ele era uma passagem. Um portal, a passagem de universo ao outro. O que ninguém, independente do lado do buraco, imaginava é que a abertura resultaria em um fim, de certo modo, catastrófico. Quando ela consumou o resto da atmosfera, o que foi tentado impedir por todos os superpoderosos, mas não resultou em nada, os ambientes universais foram tomados por um breu sem fim.

A escuridão do vácuo iniciou mais uma vez. Em um flash rápido, no meio do caos, onde havia uma existência sequer, algo explodiu. O cosmo foi criado. Ainda em alta velocidade, aos poucos, as estrelas foram as fontes de iluminação na penumbra. Em seguida, as galáxias surgiam, compondo por globos rochosos, os quais foram apelidos de planetas. A Via Láctea não ficou por fora disso, com suas esferas girando em torno de uma estrelas de chamas; o Sol.

A história da Terra ocorreu tudo novamente, tão veloz quanto a primeira corrida a qual desencadeou em todos esses eventos. Em questão de um segundo, foram ao ano atual. 01 de janeiro de 2017. Serpes havia desaparecido misteriosamente e os seus opositores nem se lembravam mais do falso do deus, muito menos da fenda gerada. Do outro lado, a única ação drástica acontecida foi o desaparecimento dos superpoderosos, mas, assim como ocorreu no lado primário da moeda: quando um morre, outro nasce.

Ainda em 01 de janeiro de 2017, após a "recriação", novos tipos de reencarnados foram apresentados, que mal sabiam manusear suas habilidades, enquanto outros já existiam, agora, todos vivendo em um mesmo plano. Uma linha temporal nova e um universo totalmente diferente do que estavam familiarizado, ambientado na grande New York, um dos mais pólos sociais dos Estados Unidos da América. A história foi reescrita mais uma vez, tudo por uma brincadeira com o que pode dizimar com a vida em geral.


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Re: O conto perdido no tempo

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