CAINE FAWKES, Sebastian

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CAINE FAWKES, Sebastian

Mensagem por Deathstroke em Dom Mar 19, 2017 7:00 pm

reencarnado




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Sebastian Caine Fawkes.
ii. COMO É CONHECIDO: Constantine; Hellblazer.
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnado.
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: Trinta e nove.
v. PRIMEIRO RESPIRO: Cinco de janeiro de mil novecentos e setenta e oito.
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Britânico.
vii. COMPORTAMENTO: Caoticamente bondoso.
viii. COMUNIDADE: Anti-Herói.

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: Cento e sessenta e cinco (+85 pontos inclusos pelo nível 17).
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Intelectual (+5 pontos em inteligência).
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 30INTELIGÊNCIA: 60.
RESISTÊNCIA: 30AGILIDADE: 15
VIGOR: 20CARISMA: 15



Diga as perícias


i. PERÍCIAS: A princípio, só terá UM PONTO DE PERÍCIA para distribuir, logo, obviamente, ela, a única, estará no nível calouro.


i. Lábia, nível pedagogo.
ii. Farmácia, nível pedagogo.  
iii. Psicologia, nível pedagogo.
iv. Intimidação, nível pedagogo.
v. Prontidão, nível pedagogo.
vi. Leitura corporal, nível experiente.


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

Dentre um repertório invejável de feitiçarias, vale ressaltar: os métodos notáveis de HIPNOSE, cujos efeitos mágicos permitem-lhe influenciar à fundo no comportamento de terceiros. Derivados desta maestria, faz-se presente uma exímia habilidade para o ILUSIONISMO, e, em casos isolados, até mesmo a capacidade de exercer CONTROLE MENTAL sob os próprios. Feitiços de TELECINESE lhe permitem manipular corpos físicos a bel prazer, sem a necessidade de tocá-los, bem como a ELETROCINESE e a PIROCINESE, respectivamente, lhe permitem a conjuração e a manipulação de raios e chamas - estas que, por sua vez, podem ser conjugadas do próprio inferno. A CLOROCINESE lhe permite a manipulação da flora ao seu redor. Além do mais, a MANIPULAÇÃO DE ENERGIA CONSTRUTIVA lhe permite a habilidade de moldar energia pura em diversos formatos possíveis, assim como a habilidade de projetar e manipular variadas espécies de energia para diversas utilidades. Noções e encantamentos de NECROMANCIA tornam-lhe capaz de contatar, invocar e subjugar os mortos à sua vontade. Pondo em evidência o quesito invocação, vale ressaltar que os estudos centrados em CONJURAÇÃO E DEMONOLOGIA tornam-lhe capaz de invocar entidades demoníacas e demônios transcendentais. Em casos extremos, detém da habilidade de manipula-los. Seu acervo de encantamentos também lhe permite ir além de sua forma física para o plano espiritual, usufruindo da PROJEÇÃO ASTRAL para se comunicar, vagar e, na intensidade correta, se apossar de um possível receptáculo. Goza também de feitiços que lhe dão acesso ao TELETRANSPORTE, podendo locomover-se não só à longas distâncias. Concluindo ao tópico, seus estudos minuciosos em simbologia tornam-lhe um mestre em selos e runas, capacitando-o na criação de CAMPOS DE FORÇA circunscritos, tanto para defesa quanto para isolamento ou aprisionamento. Um dom incomum dentre seu acervo consiste na CONSCIÊNCIA OU CONHECIMENTO CÓSMICO, o que nada mais é do que um instinto sobrenatural que lhe permite enxergar além da física usual por trás das coisas. Esta habilidade lhe permite uma percepção apurada de tudo o que se passa ao seu redor à nível cósmico, tornando-o passível de detectar perigos, vestígios invisíveis e até mesmo as verdadeiras intenções por trás de terceiros. INVISIBILIDADE, ADIVINHAÇÃO e SENSITIVIDADE MÁGICA também são truques usuais em sua lista.

Conte o histórico


1998 D.C. - MANCHESTER, ENGLAND. 05:30 AM.

Noite à noite, nova e consecutivamente. Aquele tormento nunca o deixava. Inexplicavelmente, situou-se numa espécie de deserto rochoso, não mais povoado que somente pela luz do luar ou o frio estarrecedor que se instalava ao seu encontro.  À sua frente, um horizonte límpido e ausente de quaisquer forma apresentava-se como uma trilha tortuosa, carente de qualquer filete de destino ao qual deveria prosseguir.  Entretanto, gostasse ou não, era crível de que seus passos tornassem-no apto a chegar à algum lugar. Permanecer imóvel era uma opção inviável. Privado de qualquer noção do espaço em que se encontrava, seus passos eram todos insegurança. Abraçado aos braços, o menino traçara seu próprio caminho rumo ao desconhecido. E assim fora, ao menos, durante uma porção indecifrável de tempo. Minutos, horas, talvez dias. Não saberia dizer, mesmo que quisesse. O que lhe fascinava era a silhueta improvável da porta que agora se erguia à sua frente, esculpida em torno de absolutamente nada.

Como sempre, intrigado e dotado de uma curiosidade estupidamente súbita, não tardou para que estivesse rente à porta. Ligeiras, as mãos se fecharam em torno da maçaneta exótica, girando-a até o momento preciso em que lhe abrisse passagem.

Noite à noite, nova e consecutivamente, o arrependimento lhe subia à espinha. Ao atravessar a porta, pouco se importou pela proeza inexplicável de que a porta – um módulo em meio ao vácuo, ausente de qualquer construção visível – lhe prostrara entrada ao interior de um estabelecimento. Não ao presenciar o que seus olhos fitavam entre aquelas paredes; um panorama abominável forrado a cadáveres recentes e sangue morno, no que parecia-lhe um pós-massacre em alguma espécie de clube. Contudo, a silhueta encolhida de uma criança aproximadamente da sua idade lhe chamava a atenção, cercada de destroços por sobre o solado avermelhado. Carregados de desespero e súplica, seus gemidos e soluços eram premissa suficiente para supor uma iminente necessidade de amparo. Perturbado pelos corpos que jaziam abatidos aos seus pés, mas urgente em prestar algum auxílio àquele miserável ser amedrontado, ousou abrir caminho por entre os mesmos, evitando toques diretos. Seus cabelos eram longos e negros, cobrindo-lhe os ombros esguios que davam cobertura ao corpanzil magro. Uma menina, concluiu. Muito provavelmente alguns anos mais jovem que o próprio, recém chegado aos catorze. Ousou tocar algumas madeixas da pequena morena, nervoso e desajeitado, numa tentativa parca de chamar-lhe a atenção. Um quadro razoável para uma criança que tivera o desprazer de se encontrar sob aquelas circunstâncias.

- Ei, ei, ei! - Indagou de forma irrequieta, visto que a menina sequer levantava a cabeça. - Você tá bem? A gente tem que sair daqui, levanta logo! - Completou, tentando convencê-la de forma acolhedora, ainda que, à bem da verdade, batalhasse contra os próprios pensamentos na tentativa de repreender ao medo crescente que lhe inundava o peito. Por fim, a pequena acabara por ceder à insistência de Sebastian. Cômico, certamente. Se não fosse trágico o fato de que tudo caminhava de mal à pior. Quando a garota leventara o rosto, susto e pavor dominara-no por inteiro. Abismado, seu corpo recuou de forma instintiva, dando com os calcanhares em um dos corpos finados que decoravam o piso e derrubando-o entre os mesmos. Os cadáveres já não lhe pareciam tão aterrorizadores quanto antes. Não se comparado ao que seus olhos podiam ver; a menininha inconsolável de outrora se levantara, exibindo orbes avermelhadas e um semblante apavorante. E, como se não fosse o bastante, apresentava estar em metamorfose contínua. Em questão de segundos, a silhueta esguia da morena começara a crescer de maneira desenfreada, músculos avermelhados à rasgarem a pele sensível, afim de dar lugar à uma criatura de dimensões horripilantes. Uma besta avermelhada, olhos vermelhos e chifres em evidência. Um demônio encarnado, que, apesar da aparência surreal, parecia-lhe parcamente familiar.

- Constantine... – Urgiu a criatura. A voz grave e estridente o suficiente para estremecer o ambiente e tirar-lhe o fôlego. Não era a primeira vez que dirigiam-lhe a palavra por aquele nome.  – Esta menina me pertence, John. E você é o próximo. – Concluíra a besta, o sorriso amarelado e estarrecedor à estampar-lhe as feições severas. Monstruosa, sua mão direita, cerceada em chamas que pareciam brotar diretamente do inferno pôs-se em direção ao menino, suficientemente grandes para devorá-lo entre os dedos. E, de fato, devorariam, não fosse o súbito espasmo que o fizera despertar daquele malquerido pesadelo.

- Bem vindo de volta, John. – A voz – esta, por sua vez, estranhamente acolhedora e familiar -  soara em seus ouvidos, à medida em que o garoto lutava para recuperar o fôlego, ofegante. Era mais do que evidente que o local onde acordara não se tratava de seu orfanato, tampouco seu leito. Ergueu a cabeça e esquadrinhou o perímetro onde repousava; para sua surpresa – ou alívio -, aquele recinto não lhe era estranho, muito menos o sujeito de capacete dourado que agora caminhava à sua frente. – Meu nome é... – Dissera o homem com o elmo, não a ponto de terminar sua citação. O próprio Sebastian fizera-lhe o favor. – Destino. Seu nome é Destino. – Concluiu. Todos aqueles sonhos lamuriosos e memórias indecifráveis agora lhe mostravam algum sentido. – E eu sou... – Tentou se apresentar, sendo frustrado pela interrupção do mago. – Você é John. John Constantine. Temos muito o que conversar, Sebastian.

Outras Coisas


Demais informações e complementos sobre o personagem reencarnado serão encontradas aqui


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