FITZPATRICK, Defteros

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FITZPATRICK, Defteros

Mensagem por Defteros Fitzpatrick em Seg Mar 20, 2017 10:54 am

reencarnado




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Defteros Irons Fitzpatrick
ii. COMO É CONHECIDO: Magneto.  
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnado.
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 35 anos.
v. PRIMEIRO RESPIRO: 20 de agosto de 1981.
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Galês.
vii. COMPORTAMENTO: Maldade Legitimada.
viii. COMUNIDADE: Vilão.

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 80 + 10  
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Resistente (+5 RES)
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 15INTELIGÊNCIA: 20
RESISTÊNCIA: 10 (+5)AGILIDADE: 15
VIGOR: 15CARISMA: 15



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. resistência à tortura, nível pedagogo


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

i. Magnetocinese: Magneto tem controlo total sobre todas as formas de magnetismo e utiliza esse controle para manipular metais ferrosos e conseguir uma variedade de efeitos. Magneto pode manipular o campo eletromagnético de um planeta inteiro e uma vez, por exemplo, até mesmo puxou uma 'bala' gigante metálica onde Kitty Pryde foi presa, a qual estava a pelo menos alguns anos-luz de distância da Terra, embora estas sejam tarefas que exigiram grande esforço de sua parte. Magneto aproveitou o magnetismo para parar exércitos, levantar ilhas do fundo dos oceanos, mover montanhas, mudar o curso dos rios, e ameaçar devastar o mundo com inundações e terremotos. Magneto uma vez cobriu todo o globo com um pulso eletromagnético auto-gerado que causou devastação mundial. Além disso, ele pode usar seus poderes magnéticos em mais de uma maneira simultaneamente. Ele pode montar completamente uma máquina complicada em questão de segundos através de seus poderes. Não está claro se o poder de Magneto é psíquico ou puramente de natureza fisiológica.


  • Campos de Força Magnéticos: Magneto normalmente se protege com um campo de força pessoal que ele pode rapidamente expandir para proteger grandes áreas. Seu campo de força resistiu aos efeitos de várias armas nucleares, erupções vulcânicas, as profundezas do espaço e ataques de vários superpoderosos.  Magneto também pode usar seus campos de força para acertar ou aprisionar um inimigo, e também levitar objetos e seres no ar.



  • Armadura Magnética: Além dos campos de força externos, Magneto pode reforçar as fibras metálicas de seu uniforme com campos magnéticos, tornando sua roupa em um tipo de armadura com uma resistência próxima do adamantium. Ele pode resistir a golpes de adversários super-humanos fortes como Namor ou Colossus e permanecer consciente.



  • Raios Magnéticos: Magneto tem a habilidade de disparar poderosos raios e pulsos eletromagnéticos, e demonstrou essa habilidade para destruir tanto objetos metálicos como não metálicos. Magneto também pode usar essa habilidade para ferir gravemente os seus inimigos, como já fez com a Tempestade.



  • Voo Magnético: Magneto também é capaz de manter voo por distâncias muito longas e a velocidades variáveis. Apocalipse, ao tentar replicar o poder de Magneto em Mística, mencionou que Magneto se entrelaça com as linhas do campo magnético ao seu redor, em vez de ao longo dela. Isso foi mais tarde confirmado pelo Fera e mais tarde pelo Sinistro, o qual formou uma aliança temporária para tirar Mística da influência de Apocalipse.



  • Conexão Geomagnética: O gene x de Magneto desempenha um papel importante na percepção do Campo Electromagnético da Terra. Esta característica se manteve mesmo quando ele perdeu temporariamente seus poderes. Quando ele é afetado, Magneto também é. Magneto sabe instintivamente tudo o que acontece com ele.



  • Redução Gravitacional: O controle de Magneto sobre a força magnética e eletromagnética é tão forte que ele pode desligar a gravidade dentro de um raio limitado de si mesmo por inverter a polaridade do campo magnético da própria Terra.



  • Manipulação de Metal/Matéria: Magneto pode manipular o metal em nível atômico e fazê-lo assumir diferentes formas. Magneto também demonstrou a capacidade de manipular indiretamente objetos não-metálicos através de minérios metálicos que eles podem conter, por exemplo, a enorme ilha que Magneto levitou devido ao minério de ferro que havia nela. Magneto também é capaz de criar campos eletromagnéticos poderosos, capazes de levitar objetos não metálicos, ele também pode fazer isso através de campos de força.



  • Ligação Metálica: Magneto demonstrou recentemente o poder de ligar atomicamente substâncias metálicas. Esta técnica recém-desenvolvida permite que Magneto misture ligas metálicas com terra, água e ar.



  • Manipulação de Ferro Orgânico: Magneto pode controlar os vestígios de ferro dentro de matéria orgânica e pode manipular o fluxo de sangue enriquecido com ferro para o cérebro para induzir efeitos muito limitados. Existem apenas 2,5 gramas de ferro na corrente sanguínea de um corpo humano saudável e talvez uma grama no máximo no resto do corpo. Como referência, uma moeda pesa 2,5 gramas. Magneto usou suas habilidades magnéticas para extrair o Adamantium ligado a estrutura esquelética do Wolverine.



  • Visão Eletromagnética: Ao concentrar-se, Magneto pode enxergar o mundo em torno de si como padrões de energia magnética e elétrica. Ele pode enxergar as auras electromagnéticos naturais emitidas por seres vivos.



  • Manipulação do Espectro Eletromagnético: Embora o poder primário de Magneto seja o magnetismo, ele também pode projetar ou manipular qualquer forma de energia dentro do espectro eletromagnético, embora isso seja extremamente cansativo para ele, fazendo com que ele se atenha principalmente ao magnetismo. Ele pode potencialmente disparar e absorver raios de eletricidade e outras formas de radiação eletromagnéticas ou de energia, criar calor intenso como radiação infravermelha, e tornar-se invisível, desviando a luz visível ao redor de seu corpo. A radiação infravermelha é parte do espectro electromagnético, o que também inclui a luz visível, ondas de rádio, luz ultravioleta, raios gama e raios-x -- magneto pode projetar qualquer um destes até certo ponto, apesar que fazer isso o deixa extremamente cansado.



  • Eletrocinese: Magneto é capaz de gerar e projetar poderosos disparos de eletricidade, devido à sua manipulação sobre o espectro eletromagnético. Ele é capaz de absorver raios, e projetar uma aura elétrica em torno de si mesmo.


ii. Resistência Telepática: Magneto se treinou extensivamente para enfrentar telepatas, e é resistente a ataques telepáticos. Este treinamento é semelhante ao que é dado aos X-Men e aos Novos Mutantes pelo Professor X, embora os efeitos são ainda mais aumentados com a ajuda de seu capacete, a sua forte vontade e seus próprios poderes eletromagnéticos.


Conte o histórico



Estava sentado, em um canto da própria prisão, refletindo sobre os episódios passados. A iluminação era precária, porém, era o bastante para ler. Folheavas as páginas já amareladas, obsoletas e com as pontas corroídas pelo o tempo. O livro em questão assemelhava-se a um diário na realidade, pois contava meados de sua história. Seu nome era “Vida”.



Primeiro capítulo, "Eu sou o ouro, a riqueza".

O sol perdia a sua pose no raio atmosférico, assim como a sua iluminação descendia gradativamente. Punha-se milimetricamente, ao mesmo tempo em que o percorrer dos períodos temporais se concretizavam. Esses acontecimentos demarcavam, obviamente, e anunciavam o início do frio da noite. Em sequência, ou no mesmo instante, um escudo circunflexo de platina surgia, mas o outro desaparecia. Conforme era efetivado, os pingos albinos davam as caras em meio ao breu noturno, como o seu acompanhante na dança dos turnos.

Ah, noite, eu sou teu filho. Cria do teu sangue; grunhidos se propagavam singularmente através das finas paredes, as quais permitiam o ressonar. Os gemidos, cujos pareciam mais gritos de dor, detinham um timbre feminino. E, horas mais tarde, um choro infantil. A mulher era mãe, criadora de dois meninos idênticos: Aspros e Defteros.

Os gêmeos, apesar de serem iguais em todos os traços físicos, possuíam dessemelhanças visíveis quanto as suas personalidades: Aspros era o agressivo dentre os dois, costumava perder a paciência com facilidade, pouco dava a importância para o estudo, só amava voltar para casa com seus punhos ensanguentados; Defteros, por sua vez, era o mais culto, o seu dia resumia-se à leitura dos livros que seu irmão e ele roubavam. Um exemplar em especial atiçou a sua curiosidade, “Linne”. Isso se deve, pois seu nome completo era assinado, na época,  como Defteros Beauregard Linnestein.

Diga-me o teu passado. Conte-me sobre quem e o que sou. Linne, quem és tu? Redigia em seus pensamentos. Franzindo a tez, unia os cenhos, enquanto lia cuidadosamente cada palavra escrita nas folhas.

Anos antes, éons existenciais, Linne era um sobrenome com um pesado metálico, como o próprio chumbo, nos ares da região interiorana de Gales, lar dos perseguidos pelo o grupo do clero. Muito antes de transformar-se no nome familiar, Linne era um homem. Todavia, não era um homem, talvez fosse O Homem. Os homens que já escutaram a fama dele repassavam a seguinte mensagem para os descrentes: “Tudo o que tocava, virava ouro”; e chegava até os ouvidos dos oficiais da lei. Linne, aparentemente, era dotado de uma aptidão incomum em relação aos terceiros; mas não sabia-se o que até então.

Alquimia, a disciplina e princípios fundamental para os usuários da transmutação material. Era uma prática ancestral, como o próprio tempo, ou até mais velho que o mesmo. Ela une, em seu vasto conhecimento, um espectro cognitivo de noções de matemática e física. Isso era feito com a modificação dos aspectos característicos da genética do material, escrevendo seu código molecular até o instante em que a propriedade mostrava-se como desejado.

O macho da espécie sabia fazer tudo isso em questão de segundos, ou até mesmos instantes. Acreditava que essa habilidade era passada de geração para geração, ou seja, que era passado de pai ou mãe para filho. Linne foi, então, o nome de uma das famílias dos maiores alquimistas existente. Talvez, a única.


Esse era o resumo do que foi lido. O garoto mirava os olhos de sua mãe. As pupilas, antes dilatadas, se retraíram, ficando como pingos negros em meio à platina de suas íris. — O que é... Linne? O que somos? — Questionou o pequeno, com os lábios tremulando.

A mãe suspirava, andando sem pressa até a frente dele. Pegou suas mãos, depois de jogar-se sobre seus joelhos. — Você merece saber a história inteira, meu filho.



Segundo capítulo, "Eu sou a prata, a robustez".

— Seu pai e eu tentamos manter você e o seu irmão longe dessa vida. Mas, nós somos umas das famílias com o mais puro dom para a alquimia, Defteros. — Falava a mulher. Ela ergue-se ao ajeitar a coluna, a deixando ereta, como deve ser. Os passos lentos a conduziu até um talher sobre a planície de madeira da mesa, onde capturou um talher metálico entre as falanges. — Porém, isso é uma arte perdida.  — Apontando o item pegado para o campo de visão do menor. De um instante para o outro, o que era prateado dourou. — O porquê disso é obra do teu bisavô Meryn.

O mais baixo não compreendia, coisa que era perceptível em sua feição inocente e ingênua. Trazia as sobrancelhas ao alto da testa, as arqueando seguidamente. — Meryn foi o pior dentre os homens, e um alquimista legítimo. hábil. Entretanto, era um assassino do melhor tipo. Ou do pior. — Entrepausas, o discurso histórico da mulher continuava. — Por causa dos feitos dele, a nossa família foi caçada por boa parte do continente. Muitos membros, nossos familiares, foram dizimados. — A seca e áspera voz da mais velha se manteve ao longo do que era falado em comparação ao início, explicando o porquê de houver pouquíssimos familiares. — Aqui, nesse lugar, descobriam que os Linnestein possuem a eximia habilidade para a manipulação das moléculas. Julgaram que todos nós éramos como Meryn. Meros estúpidos.

O menino não tinha reação diante de tais palavras, frases e conjugações. Não sabia como ficar psicologicamente em relação ao fato do quase extermínio de sua família. Os pensamentos se divergiam a cada segundo, entravam em colapso, distorções e confusões, tudo simultaneamente. — Mãe... — Ela já tinha lhe dado as costas, olhando para o vácuo. — Pode me ensinar alquimia?

A mulher Soprou um suspiro por entre seus lábios, os quais detinham um espaço pequeno e de formato circular. A morena abriu um sorriso de canto, transparecendo as dentárias de marfim. — Claro, meu bem.



Terceiro capítulo, "Cobre, eu sou a humanidade".

O olhar lamuriante fazia a face do menino; a sua presença estava camuflada em meio ao dos ademais cidadãos. Os globos estavam estalados, com as pupilas reduzidas a pingos. — Não... — E a história se repetia mais uma vez depois de décadas: a execução, em praça pública. Os beiços secos e finos dele estavam estáticos, prendidos a uma posição entreaberta. Queria berrar, mas a voz parecia ter simplesmente falecido. Queria jogar-se no chão, mas o corpo simplesmente congelou. O peito queria rasgar, porque seu coração palpitava tão bruscamente, o que acarretava na dor local. Via o líquido soturno escorrer através das lâminas, cujas puseram um ponto final à vida da sua mãe, pai e irmão.

Dias antes... As aptidões alquimistas de Defteros começaram a se desenvolver, pouco a pouco, com o passar dos anos. Linnestein, com o suporte e auxílio dos progenitores, já tinha facilidade em transmutar objetos metálicos de porte mediano. O local de treinamento era escondido, em meio à floresta próxima à cidade onde residia. Todavia, uma terceira pessoa o viu a treinar. Foi atrás de quem era o jovem, portanto, descobriu quem ele era filho dos Linnestein. Denunciou-o às autoridades. Como ele não estava presente no dia que os oficiais foram até sua casa, eles pegaram e assassinaram a sua família na frente da população. Simples assim.



Quarto capítulo, "Eu sou o ferro, a perfeição".

Morando sobre as frias ruas do feudo, mais precisamente em um beco escuro, teve a casa apreendida ulteriormente a extinção de seus parentes. Sob a calada frígida da noite, sentiu alguém tocar-lhe o ombro; como reação imediata, logo despertou em um salto, enquanto ascendia meado superior de seu físico juvenil.

— Calma, meu jovem. — O ser, que o fez acordar em meio à madrugada, continha um tom velho em sua voz. Era um homem de cabelos grisalhos, com resquícios de poucos loiros. — Eu sei o que você é, garoto. — Com uma face emburrada devido ao sono, o pequeno estreitou o olhar durante a dissertação alheia; próximo a seu pescoço jazia o fio de baixa temperatura de uma adaga, composta – a lâmina – de ferro. — E sou como você, Linnestein.

As falanges do mais velho tocaram o ferro da arma. De um segundo para o outro, a fusão foi derretido, tornando-se uma forma viscosa.  De fato, era como ele. Esse homem tinha a consciência de que Defteros não sabia só transformar as coisas em ouro, coisa que concretizou-se tempos depois. A extensão dos poderes abrangia aos metais em geral, manipulando-os magneticamente.

Outras Coisas


i. Fonte: Magneto (Max Eisenhardt) - Marvel Wiki;
ii. A troca de nome foi uma ordem dada pelo o instrutor, o qual julgou que a mudança abafaria a notoriedade da identidade familiar;
iii. Esse mesmo homem moldou-o como um vilão transitório (do tipo que pode mudar a índole quando necessário). Também provou da morte vinda pelas mãos do aprendiz que resolveu traí-lo;
iv. Por vontade própria, passou alguns anos sob a tutela policial, em uma prisão. Só escapou pela rebelião de presos tida nessa mesma prisão;
v. Depois da saída da prisão, foi onde encontrou a menina pela qual tomaria responsabilidade. Uma mulher de aparência jovial, mas não sabia controlar-se, assim, o psicológico atrapalhava na efetivação dos seus poderes mutantes. Essa foi nomeada informalmente como X-23, devido a cicatriz de queimadura no corpo onde demarca tal escrita;
vi. Antes da prisão, quando mudou-se para os Estados Unidos da América já com o novo sobrenome, relacionou-se com o atual senador de Nova Iorque. E, previsivelmente, a relação não deu certo por motivos das divergência de pensamentos e na forma em que o fazem, principalmente quanto ao o que é certo e errado;
vii. A alquimia citada na história é simplesmente uma extensão dos poderes magnéticos de Magneto (Defteros), utilizada com a reformulação das moléculas e átomos do elemento metálico da tabela química.


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