— HICK PARTY {Narrada, Normal, Alycia Blaschke}

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— HICK PARTY {Narrada, Normal, Alycia Blaschke}

Mensagem por Doctor Manhattan em Seg Mar 20, 2017 10:06 pm

hick party
Tua sede por sangue foi além de New York, Alycia. Sofrendo em abstinência, começou uma busca por “diversão”, mas, conhecendo o estado em que vive, sabe da atenção que poderia chamar, de outros seres poderosos assim como você, e isso é a última coisa que você queria: que alguém atrapalhasse seu próprio espetáculo improvisado. Visando isso, o estado deixou de ser uma área de interesse, se quisesse algo de verdade, teria que buscar em outro lugar, e assim você o fez.

Em algum estado menor, numa cidade pacata de interior, você viu a oportunidade de sair do tédio enfermo. Em sua maioria as propriedades eram rurais, e em um dos ranchos que havia ali, teria uma festa na noite em questão, seria quase uma centena de jovens colegiais e alguns poucos universitários bêbados para você brincar.

Quando o dia finalmente caiu e o que iluminava a Terra era apenas a sombra do sol projetada na lua, você saiu de onde estava, vestida como um deles, e, por ser uma festa um pouco grande, provavelmente não iriam te parar para perguntar quem é, quem te convidou e de onde veio, para eles, mais pessoas significavam uma festa melhor, mal sabem eles.

observações


i. Vá até a festa como se fosse um deles, não chame a atenção em seu primeiro post de maneira alguma, seja por vestimenta ou agindo estranho.
ii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
iii. Qualquer ausência deverá constar no respectivo tópico.
iv. Qualquer dúvida, me envie uma MP.
v. Poderes, habilidades, atributos, nível e perícias devem constar em spoiler no final do post.


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Re: — HICK PARTY {Narrada, Normal, Alycia Blaschke}

Mensagem por Alycia Oehlert Falkreath em Ter Mar 21, 2017 8:25 pm

— 08:45 da manhã, St. Cloud, Minnesota.

As pálpebras da morena se abriram com lentidão, ao mesmo tempo que ela girava pela cama, trombando com um corpo. "Ué." Foi a primeira coisa que veio em sua cabeça, encarando o cabelo moreno do homem que estava deitado em sua cama. Ou seria ela na dele? Não soube reconhecer, graças a dor de cabeça que sentia no momento. Praguejou mentalmente, tentando se lembrar o motivo de ter enchido a cara na noite anterior. Algo com morte. Talvez sobre sua mãe? Ou irmã? Bom, não importava. Virou seu corpo esguio, encarando o outro lado do quarto. Piscou diversas vezes, processando as informações. Diferente de sua casa, o local parecia mais iluminado e com barulhos tão baixos que chegavam a assustá-la.   Olhou pela janela, percebendo a pigmentação verde no lugar de cinza, como geralmente era Nova Iorque.

"Puta que me pariu, eu 'tô no fim do mundo?" Assim que os pés tocaram no chão, lembrou-se de onde estava. Estava em St. Cloud, Minnesota. São 2.030,1 km de distância de sua casa, porém tudo valeria a pena com o passar das horas. Estendeu os lábios verticalmente, dando um sorriso irônico. Como seu corpo era coberto apenas pela roupa intima, Alycia enfiou-se dentro do vestido azul, que usara na noite anterior, e colocou os pés dentro dos sapatos de salto. Pegou a bolsa preta, assim como a carteira masculina ao lado da mesma, saindo do quarto ao bater a porta atrás de si.

— 21:23 da noite, St. Cloud, Minnesota.


Os rumores sobre a festa no celeiro foram sussurrados ao redor da bruxa o dia todo, atraindo-a para uma daquelas festas organizadas por jovens de cidade pequena. Ou seja, muita cerveja, mas não o suficiente para todos. Por isso, ela foi rápida ao pegar uma das garrafas que ainda restavam, dando leves goles na mesma. Com o passar do dia, ela compreendera o motivo de estar no interior. Na noite passada, sua madrasta, a atual rainha da Bélgica, deu a luz ao seu quinto irmão por parte de pai, fazendo com que a vontade de destruir algo crescesse em seu interior como fogo, queimando uma floresta inteira.

Por isso, teve que se retirar da melhor cidade do mundo, para que nenhum dos habitantes acabasse decaptado. Viajou até a cidade, usou um cara qualquer como seu hospedeiro e agora, invadira uma festa dos caipiras, esperando que sua parte maligna despertasse do descanso.

As parada doida:
Poderes:
MAGIA, esse dom herdado da vilã desaparecida lhe proporciona habilidades diversas relacionadas a magia. Entre elas: a pericia em criar ilusões, sendo elas de sua própria imagem e voz, a imagem de outras pessoas, objetos e animais; transforma homens — apenas homens — em animais ou objetos e pode fazê-los voltarem a forma original em um piscar de olhos; fabricar poções com extrema facilidade e perfeição; e, por último, mas não menos importante, a clarividência.

NECROMANCIA,  essa habilidade nada mais é do que a junção de ver, falar, controlar e contatar os mortos. Ela pode, por meio dessa perícia, montar um exército ou uma equipe de "zumbis" para utilizá-los em batalha.

CONTROLE MENTAL, consegue entrar na mente das pessoas, controlando-as ou mudando suas opiniões.
Resto:




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Re: — HICK PARTY {Narrada, Normal, Alycia Blaschke}

Mensagem por Doctor Manhattan em Ter Mar 21, 2017 8:59 pm

hick party
O rancho que sediava a festa compreendia em um celeiro livre de grãos, um estábulo sem cavalo algum retirados às pressas horas antes do evento ter seu início, uma casa um tanto quanto grande com térreo e primeiro andar e uma piscina nos fundos da casa. Por ser distante da zona urbana, barulho não seria problema em parte alguma da festa, livrando a preocupação daqueles que organizaram de a polícia bater na porta para acabar com o barulho.

Você entrou como uma jovem mulher qualquer, impecavelmente camuflada como uma civil comum num vestido rendado que variava entre azul e preto, o mesmo era perfeitamente justo ao teu corpo, acentuando todas as curvas possíveis que ele tinha para exibir. Isso apaziguou qualquer desconfiança sobre sua origem, mas ainda não escondia o fato de que você era uma mulher, e era gostosa.

Alguém que compartilha de mesma opinião sobre seu corpo te observou de longe, Alycia. Os olhos do rapaz te despiam a cada passo que você dava, cada mínimo movimento dentro daquele celeiro apertado e abafado incitava pensamentos eróticos na cabeça daquele moreno. Te desejando, ele não se contentou em ficar quieto e foi até sua direção em passos apressados, largando a bebida que bebericava minutos atrás.

Você estava dançando conforme a música no celeiro quando sentiu um par de mãos firmarem-se na tua cintura, não demorou para que uma voz rouca e masculina se mesclasse ao som da música. O tom grave já acentuado pela bebida te abordou com apenas um Olá. Você reagiu a ele como bem entendeu, mas de uma forma que ainda o mantivesse ali, pois, você havia recém-descoberto uma nova vítima.

Dançaram por um certo espaço de tempo indefinido, mas nada muito tão longo. Ambos os corpos colados, a música te incitava a rebolar contra a pélvis daquele que te abordou, e você descobriu que ele estava mais animado que deveria.

Já consumida pela vontade compulsa de ter sangue nas próprias mãos, você fechou os dedos da mão destra em torno do antebraço revestido por veias salientes com certa força e passou a guia-lo pelo celeiro feito de madeira até os fundos da estrutura, onde tinha uma escada que dava para uma espécie de sótão, onde havia alguns fenos prensados em cubos semelhantes a assentos.


observações


i. Narre um pouco de como foi estar no celeiro, como você reagiu ao ambiente e como reagiu a abordagem, total liberdade para reagir da maneira que quiser ao rapaz SE não o espantar, pois você irá guiá-lo até a espécie de sótão que a escada dá acesso, e então, o deixará vulnerável para o abate. Escolha como irar fazer, seja embebedando ele, conversando ou até mesmo seduzindo. Pare a narração no momento em que decide que vai iniciar algum tipo de tortura física. Não o machuque ainda. Respeite essa regra.
ii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
iii. Qualquer ausência deverá constar no respectivo tópico.
iv. Qualquer dúvida, me envie uma MP.
v. Poderes, habilidades, atributos, nível e perícias devem constar em spoiler no final do post.


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Re: — HICK PARTY {Narrada, Normal, Alycia Blaschke}

Mensagem por Alycia Oehlert Falkreath em Dom Mar 26, 2017 12:08 pm

— 08:45 da manhã, St. Cloud, Minnesota.
As costas foram de encontro com a parede próxima a si, enquanto as mãos trabalhavam em manter sua boca ocupada com a bebida que vinha da garrafa. Apreciava a música, que, graças a Deus, era no mínimo aceitável. Ariana Grande, talvez? Não, não era. Alguma cantora pop que ela não conhecia, mas reconhecia o talento. Balançava a cabeça no ritmo que a música apresentava, mantendo-se afastada da multidão. Não era extremamente mal iluminado, mas ela se sentia num lugar muito escuro, mesmo com as luzes acesas. Era perfeito, de certa forma, ainda se sentia estranha e deslocada. É uma jovem adulta, não uma adolescente. Uma festa fora de uma boate é um sacrilégio em sua visão, mesmo apresentando o mínimo para uma noite de diversão: álcool e música. Não o suficiente, mas mesmo assim, ainda existiam algumas garrafas  e a música não parecia tão desanimada.

Quando bebeu o resto de líquido do recipiente, colocou-o no chão, afastando-se da parede. Começou, então, uma caminhada para a 'pista de dança', que não passava de várias garotas dançando. Seu quadril se movia no ritmo da música, mesmo que não a conhecesse ou ligasse para quem cantava, preferindo, com certeza, alguma música eletrônica. Como se fosse transmissão de pensamentos, AlunaGeorge começou a tocar, deixando-a mais animada do que antes. Algumas pessoas pararam de dançar, se perguntando que merda era aquela, fazendo com que a moçoila começasse a rir. "Vocês escutam aquelas merdas e ainda tem a audácia de não conhecer essa deusa?" Alguns segundos depois, sentiu mãos rodearem sua cintura, deixando-a em estado de alerta. As palavras  vindas da boca confirmaram que era um homem, fazendo-a começar seu jogo. — Olá, mijn liefde. Como vai? — O sotaque não era forte, mas ainda fazia cócegas no inglês falado pela morena, dando a leve impressão de que ela não era da América. E, realmente, ela não é. A belga aproximou seu corpo do dele, movimentando seu quadril mais ainda.

Colocou suas palmas sobre as dele, virando o rosto para que conseguisse estabelecer contato visual. — Aqui está um pouco parado, não acha? Deveriamos ir lá em cima. — Apontou, utilizando a cabeça para as escadas que levavam para a parte de cima do celeiro, sendo discreta. Subiu os dedos, fechando-os em torno do braço alheio, enquanto levava-o, rapidamente, para o lugar desejado.

Os dois se dirigiram para cima, sendo completamente ignorados pela multidão dançante em baixo dos mesmos. Quando o menino se sentou, ela foi rapidamente sentando-se por cima, colocando seus braços sobre os ombros dele. Encarou-o, movimentando o quadril sobre o dele, levando uma de suas palmas para de baixo da camiseta que ele utilizava, arranhando o abdômen, que, infelizmente, não era trabalhado. Deixou com que um sorriso se formasse em seus lábios, enquanto pronunciava palavras aleatórias em latim, deixando os olhos do rapaz vidrados nos seus. — Fique parado, meu bem. — Levantou-se, andando pelo local, passando os olhos pelas paredes, em busca de qualquer coisa que pudesse usar para se divertir.

As parada doida:
Poderes:
MAGIA, esse dom herdado da vilã desaparecida lhe proporciona habilidades diversas relacionadas a magia. Entre elas: a pericia em criar ilusões, sendo elas de sua própria imagem e voz, a imagem de outras pessoas, objetos e animais; transforma homens — apenas homens — em animais ou objetos e pode fazê-los voltarem a forma original em um piscar de olhos; fabricar poções com extrema facilidade e perfeição; e, por último, mas não menos importante, a clarividência.

NECROMANCIA,  essa habilidade nada mais é do que a junção de ver, falar, controlar e contatar os mortos. Ela pode, por meio dessa perícia, montar um exército ou uma equipe de "zumbis" para utilizá-los em batalha.

CONTROLE MENTAL, consegue entrar na mente das pessoas, controlando-as ou mudando suas opiniões.
Resto:




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Re: — HICK PARTY {Narrada, Normal, Alycia Blaschke}

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