NARRADA, faceless

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Mensagem por Adam Warlock em Seg Mar 20, 2017 10:28 pm

faceless
Meu caro jovem herói, você possui um senso natural pela e de justiça. A ordem não é uma característica que lhe falta, buscando apresentá-la ao resto da humanidade. Você é bom, Dylan Mitchell, e parece perceber a maldade há um raio de quilômetros de distância. Com esse pensamento em mente, a sua andança conduziu-o a um dos cincos condados de Nova Iorque, mais precisamente, ao Brooklyn.

A fama do local não é das melhores, nem mesmo a mídia tem tendência a corrigir essa imagem. E, no entanto, ou melhor, para variar, mais uma vez o nome foi manchado pelo rubro. Brooklyn foi sujo por sangue. Em uma rua, com certa proximidade à Ponte do Brooklyn, você avistou um amontoado peculiar de pessoas. Formavam um círculo semi-perfeito, ou seja, totalmente simétrico. A quantidade de humanos dificultou para que você chegasse a um ponto que enxergasse o que há no centro.

Seus olhos arregalaram diante da visão tida. O centro continha um corpo com um rombo no meio da barriga, espalhando as vísceras e tripas ao em torno dele. Ao mesmo tempo, o rosto foi desfigurado, não podendo reconhecer de quem tratava-se, a menos que verificasse a identidade.


observações


i. Arranje uma maneiras para que as pessoas, ao redor, lhe dê informações, pelo o que sabem a respeito, do que aconteceu com o morto. Seja criativo.
ii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
iii. Qualquer ausência deverá constar no respectivo tópico.
iv. Qualquer dúvida, me envie uma MP.
v. Poderes, habilidades, atributos, nível e perícias devem constar em spoiler no final do post.


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Re: NARRADA, faceless

Mensagem por Dylan Mitchell em Ter Mar 21, 2017 3:02 pm

Dylan Mitchell, Sorcerer
Desde que concluíra sua faculdade Dylan não teve muito o que fazer. Sua vida tomara rumos que nunca esperava. Ele não conseguia se manter em um emprego por muito tempo, não pela carga horária ou pelo trabalho, mas por causa de seus poderes. Ele não era como qualquer outro humano, ele possuía habilidades sobrenaturais, e mais tarde descobrira que os humanos com tais habilidades se denominavam mutantes.  Seus poderes estava em desenvolvimento e era difícil não usa-los, em seu trabalho ele ouvia os pensamentos de seus colegas de trabalho a todo o tempo. Ele não conseguia travar a sua mente a esses assuntos, os pensamentos dos mesmo simplesmente vinham. Ele podia se dar bem com essa habilidade, descobrindo os pensamentos de seus chefes e seus colegas. Mas sua índole o impossibilitara disso. Desde sempre, Dylan era conhecido por ser bondoso e gentil. Não havia históricos em sua ficha que o denunciava, sua ética era intocada. Em seu último trabalho suas habilidades foram longe demais, ele conseguira obter não só a senha do cofre da empresa a qual prestava serviço, mas como todos os segredos mais obscuros de seu chefe. Descobrira então que a empresa lucrava as custas de outras, furtando-as e roubando-as. Seu ultimato na empresa fora adentrar na mente do chefe e modificar por completo seus pensamentos, ordenando-o a se entregar e devolver todos os lucros obtidos, para as empresas a qual foram roubadas. A empresa teve cortes de lucro e de empregados. Dylan fora o primeiro a sair, não queria mais ficar um segundo naquela empresa medíocre.

O herói agora se postava em seu apartamento em Nova Iorque, Brooklyn. Ele decidira morar ali não por causa das oportunidades de emprego, mas por causa da fama da cidade. Ele encontrara na cidade um emprego, a qual se orgulhava, o emprego de herói. É claro que ele não deixava com que as pessoas descobrissem sua identidade e seus poderes. Se algo acontecesse a respeito disso, ele tinha seus meios para mudar, era de suma importância sua identidade não ser revelada. Era de tarde quando um barulho anunciara um novo ataque. Da janela ele conseguia ver as pessoas formarem um círculo semi-perfeito. Do alto do apartamento não conseguira ver o que jazia ao centro do círculo. Fechou os olhos e se projetou. Do alto vira seu corpo caído no tapete da sala de estar. Ele estava em sua forma astral e sem pensar voou em direção ao atentado.  

Ninguém o via, ele estava em uma forma que não podia ser vista ou tocada, mas essa habilidade havia um risco, enquanto sua alma vagava fora de seu corpo, o copo jazia atirado desprotegido. Ele alcançou o local e se deparou com a visão mais estonteante já vista. Um corpo jazia atirado no chão com um rombo ao centro de sua barrida, ao lado do corpo as tripas e vísceras jaziam fora do corpo. Aproximou-se do corpo e observou o corpo e ajoelhou ao lado do mesmo, o rosto do mesmo jazia desfigurado, sua identidade era desconhecida. Respirou fundo e voltou ao seu corpo. - O que aconteceu? – Se perguntou o Herói levantando-se ao voltar para o corpo. Não tinha como decifrar o atentado, apenas um corpo jazia estirado e mortalmente. Seu senso de justiça obrigou-o a deixar o apartamento e seguir na direção do atentado.

Chegando lá o local já estava rodeado de pessoas e policiais, descobrir o que acontecera ali tornara-se mais difícil do que planejado. Adiantou-se e passou por meio entre o aglomerado de pessoas com intuito de chegar ao centro. Ele trajava um terno preto. Quando deixou as pessoas para trás, uma nova barreira, os policiais. Estufou o peito prosseguiu o caminho até o corpo. Ao se aproximar dos policiais, adentrou as mentes de cada um. Usufruindo de sua manipulação memorial, controlou as memórias dos presentes. Ao olharem para o jovem Dylan de terno o reconheceram como seu capitão.

- Quero o relatório completo do atentado! Quero que busquem em meio à multidão uma testemunha. Quero todos interrogados e os que souberem alguma coisa, tragam-nos para mim. – Dylan o capitão, penetrou a barreira de policiais e fora até o corpo e ajoelhou ao lado do mesmo – O que aconteceu com você em... – Sussurrou esperando que os policiais trouxessem as testemunhas. E ouvir o que de fato acontecera, ele usaria seus poderes mentais se preciso, pois nenhuma testemunha sairia de seu campo de visão sem ter dados todas as informações possíveis.

Poderes:
i. Telecinese: Telecinese é o poder do ganho da manipulação e controle de copos somente com a força mental, sem o auxílio de nenhum movimento físico. O uso de tal poder depende da criatividade do telecinético, mas em geral permite a levitação, locomoção, o disparar ou o quebrar qualquer objeto físico.

ii. Telepatia: Telepatia é o nome dado ao poder que concede a habilidade de invadir mentes alheias para escutá-las, projetar seus pensamentos nelas como forma de comunicação. A telepatia é usualmente um gatilho para desbravar outros poderes do gênero mental, sendo a base de outras ramificações.

iii. Projeção astral: Projeção Astral é a capacidade para deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito. Essa habilidade é perigosa se não for utilizada sob total isolamento para proteger seu corpo contra um possível ataque.

iv. Manipulação memorial: É o poder que lhe permite adquirir o controle sob as memórias de qualquer pessoa, podendo conseguir as informações dela, assim como também apagar a memória dela ou até mesmo alterar certas pontos, distorcendo fatos vivenciados.

v. Fator de Cura: é a capacidade de curar ferimentos e restaurar a própria saúde em alta velocidade. A proporção da recuperação varia de personagem, podendo resultar até em uma imediata.

vi. Campo de Força: confere ao poderio de gerar um campo de força protetor ao redor de um personagem ou em um local específico. Este campo pode ter diferentes propriedades e níveis de resistência de acordo com o desejado pelo usuário.

vii. Controle Psíquicos: É a capacidade de projetar rajadas de força psiônica que afetam a mente da vítima sem efeitos físicos, causando dor, deixando a vítima inconsciente ou até mesmo matando-a.  Capacidade de alterar a aparência física aparente de si e dos outros, alterando as percepções dos que os rodeiam. Isso pode ir tão longe para fazer as outras pessoas acreditarem que o personagem não está lá, e sim camuflado (invisível). O único limite a essa possibilidade, se houver, só é imposto pelo número de pessoas se um telepata está a tentar enganar, e não o número de pessoas que na verdade é um telepata camuflado.

viii. Forma de Diamante: A capacidade de transformar-se num flexível estado de diamante, e se tornando translúcida. Desta forma é quase invulnerável e pode aguentar e levantar uma incrível quantidade de peso, embora diferentes escritores têm mostrado contas diferentes da sua força. O Corpo de diamante é praticamente incansável, também é imune a venenos da fadiga e não tem necessidade de água ou alimento. Impermeável ao frio e resistente ao calor sob esta forma. Não pode acessar seus poderes psíquicos em forma de diamante. Tem grau de imunidade telepática enquanto na forma de diamante.

PERÍCIAS:
i. Primeiros socorros: Concede a capacidade de prestar os primeiros socorros a alguém em diferentes situações e em diferentes tipos de ferimentos, nível calouro;
ii. Psicologia: Entende como a mente de cada pessoa funciona, identificando se sofrem de alguma síndrome e/ou transtorno, trauma e qual é o melhor tratamento/solução para cada situação como estas. A habilidade inclui a previsão de algumas ações caso o player tenha informações suficientes para deduzir o que o outro fará, nível calouro;
iii. Leitura corporal: É o estudo de percepção e a interpretação de cada sinal que o corpo humano possa transmitir como forma de linguagem. Por exemplo, quando alguém começa a gaguejar, pode ser sinal de nervoso, nível calouro;

Atributos E Nível:

Nível: 3
FORÇA: 10 INTELIGÊNCIA: 10 (+5)
RESISTÊNCIA: 10 AGILIDADE: 10
VIGOR: 15 CARISMA: 05


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Re: NARRADA, faceless

Mensagem por Adam Warlock em Ter Mar 21, 2017 4:57 pm

faceless
Evidentemente o homem era esperto, o que mostrou-se como verídico ao usar de suas capacidades mentais para projetar um clone. Em si não era um clone, era a personificação de seu mental e espírito sob a forma de uma peregrino intangível e invisível. Era como um fantasma. Nessa condição atravessou as pessoas sem dificuldade alguma, chegando em frente ao cenário mórbido, onde deparou-se com um corpo morto. Imediatamente, retornou a mente ao próprio corpo, unindo-os como o de costume. A feição heroica o lançou para próximo do local novamente, mas, no momento, como ele mesmo, permitindo que os outros o vissem.

Até na vestimenta mostrava a inteligência do rapaz: uma veste social; com ela criou a imagem de que era um membro do corpo policial da cidade, um tipo de investigador. Para salientar, as memórias de todos ao redor, inclusive aos policiais que já estavam presentes no cenário do crime, foram refiguradas para que cressem que ele era mesmo um policial. Sem piedade na voz, ordenou que as testemunhas foram apresentadas ao herói. Sem mais delongas, Dylan foi chamado a um canto por um policial, o qual era acompanhado por um alto homem de cabelos escuros.

Foi apresentado como a única testemunha. Por esse motivo, Mitchell perguntou-o o que sabia do caso.

— Hm... — O timbre da testemunha estava fanho e trêmulo, devido a aura pasma. Estava assustado demais pela morte. — A polícia olhou a identidade dele... E disse ser o Franklyn... Um amigo meu... — Entre pausas, dizia, ainda em choque. — Não sei o que deu de errado essa vez... Ele sempre faz esse mesmo percurso pra voltar para casa do trabalho. — O percurso que referia-se era o caminho que pegava. — Pra ir embora, ele sempre pegava aquele beco. — Apontou com o indicador o beco nas proximidades de onde o morto foi achado. Nele havia um rastro de sangue não tão nítido.


observações


i. Fica a teu critério se quiser interrogar mais a testemunha, ou prosseguir. Também, sinta-se a vontade para usar de suas habilidades para ir atrás de mais algo nele, que ele não falaria normalmente.
ii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
iii. Qualquer ausência deverá constar no respectivo tópico.
iv. Qualquer dúvida, me envie uma MP.
v. Poderes, habilidades, atributos, nível e perícias devem constar em spoiler no final do post.


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Re: NARRADA, faceless

Mensagem por Dylan Mitchell em Ter Mar 21, 2017 5:53 pm

Dylan Mitchell, Sorcerer
E o novo trabalho do jovem Herói estava se saindo mais complicado do que pensara. A cada segundo que passava mais pessoas chegavam ao local do crime, e se algo não fosse feito, o escândalo iria se alastrar. Levantou a mão ainda ajoelhado e esperou que um policial qualquer fosse até ele. – Chame logo a perícia, ninguém toca nesse corpo. – Dera as primeiras ordens. – E tire essas pessoas daqui, não quero nenhuma mídia cobrindo esse atentado. – Dylan sabia que deixar o corpo exposto só traria mais angustia, a todos. Mas o que mais o preocupava não era o espanto das pessoas, mas sim suas seguranças. Quem é que fizera esse rombo na barriga do mesmo, ainda estava por perto, a observar. E algo dizia-lhe, que o assassino não tinha problema em matar qualquer um que fosse, esses habitantes estavam correndo perigo. – Isole essa área e faça com que todas as pessoas saiam daqui! – Esta última ordem fora gritada, não só para o policial que veio ao seu encontro, como também a todos que ouviram-lhe.

Ele olhava para os lado e esperava pela testemunha, não era possível que ninguém que estava ali não tivesse visto nada. Como se respondesse as suas preocupações um outro policial estava com um homem ao longe. Este mesmo policial ergueu a mão, chamando o herói. Dylan se levantou e foi na direção do mesmo. – Mas que demora, o assassino já deve estar a quilômetros de distância. – Implicara com o policial.

Quando chegou próximo aos dois homens notara que a testemunha estava apavorada, Dylan não precisou esperar por seu testemunho para saber que o corpo estirado era conhecido deste. Dylan adentrou a mente do rapaz e tentou amenizar toda sua angustia e pavor, fez com que as lembranças mais felizes viessem à tona, tentando tirar o foco do acontecido. Ainda gaguejando ele começou a falar. Franklyn, este era o nome da vítima. Amigo. Trabalho, casa. Estas foram as palavras chaves que o herói prestara atenção. – Entendo, mas você deve saber mais coisa sobre esse seu amigo, não é mesmo? Policial deixe-me a sós com ele. – Dissera ao policial que permanecera ao nosso lado. – Vá ajudar aos outros a isolar a área. -  E esperou que o policial se distanciasse para focar-se ao homem a sua frente. – Aonde estávamos? – E ao dizer isso usou seus poderes novamente.

Dylan adentrou nas memórias da testemunha a fundo. Buscara as palavras chaves a qual anotara em sua mente. Primeiramente, Franklyn. Dentro da memória do rapaz ele buscou qual era a relação de ambos os homens, de onde se conheciam e a quanto tempo. Trabalho, procurou nas lembranças do amigo de Franklyn referências ao trabalho do amigo, o que fazia e qual a sua função. E por fim casa, procurara lembranças na mente do rapaz sobre a casa da vítima e aonde se localizava, também buscou a rota que o mesmo traçava por completo, e não uma mera indicação ao beco mais à frente. Antes de sair da mente do mesmo, ousara um pouco mais, procurou em suas memórias alguma adversidade que o amigo deste podia ter, queria descobrir algum inimigo ou algo que o outro fizera.

Após realizar a busca na mente do garoto, o dispensou. – Obrigado pelas informações, pode ir embora. – Indicou o caminho por entre os policiais. – Não tente fazer nenhum ato heroico, deixe isso para os profissionais. – Disse as suas costas. Ele conhecia o laço de amizade, e ter um amigo morto do modo que fora, certamente o faria buscar por informações, e um culpado. Reuniria todas as informações a mais obtidas e vasculharia o local a procura de pistas. Assim que tudo fosse vasculhado, seguiria na direção que o homem indicara, estava atento, ele não podia vacilar, o assassino podia estar na espreita para realizar mais um assassinato aquela tarde. E se dependesse de Dylan, ele estaria a trás das grades antes que outra morte acontecesse.

Antes de desaparecer das vistas dos policiais, apagara de suas mentes o seu rosto. Afinal nunca fora um policial.


Poderes:
i. Telecinese: Telecinese é o poder do ganho da manipulação e controle de copos somente com a força mental, sem o auxílio de nenhum movimento físico. O uso de tal poder depende da criatividade do telecinético, mas em geral permite a levitação, locomoção, o disparar ou o quebrar qualquer objeto físico.

ii. Telepatia: Telepatia é o nome dado ao poder que concede a habilidade de invadir mentes alheias para escutá-las, projetar seus pensamentos nelas como forma de comunicação. A telepatia é usualmente um gatilho para desbravar outros poderes do gênero mental, sendo a base de outras ramificações.

iii. Projeção astral: Projeção Astral é a capacidade para deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito. Essa habilidade é perigosa se não for utilizada sob total isolamento para proteger seu corpo contra um possível ataque.

iv. Manipulação memorial: É o poder que lhe permite adquirir o controle sob as memórias de qualquer pessoa, podendo conseguir as informações dela, assim como também apagar a memória dela ou até mesmo alterar certas pontos, distorcendo fatos vivenciados.

v. Fator de Cura: é a capacidade de curar ferimentos e restaurar a própria saúde em alta velocidade. A proporção da recuperação varia de personagem, podendo resultar até em uma imediata.

vi. Campo de Força: confere ao poderio de gerar um campo de força protetor ao redor de um personagem ou em um local específico. Este campo pode ter diferentes propriedades e níveis de resistência de acordo com o desejado pelo usuário.

vii. Controle Psíquicos: É a capacidade de projetar rajadas de força psiônica que afetam a mente da vítima sem efeitos físicos, causando dor, deixando a vítima inconsciente ou até mesmo matando-a.  Capacidade de alterar a aparência física aparente de si e dos outros, alterando as percepções dos que os rodeiam. Isso pode ir tão longe para fazer as outras pessoas acreditarem que o personagem não está lá, e sim camuflado (invisível). O único limite a essa possibilidade, se houver, só é imposto pelo número de pessoas se um telepata está a tentar enganar, e não o número de pessoas que na verdade é um telepata camuflado.

viii. Forma de Diamante: A capacidade de transformar-se num flexível estado de diamante, e se tornando translúcida. Desta forma é quase invulnerável e pode aguentar e levantar uma incrível quantidade de peso, embora diferentes escritores têm mostrado contas diferentes da sua força. O Corpo de diamante é praticamente incansável, também é imune a venenos da fadiga e não tem necessidade de água ou alimento. Impermeável ao frio e resistente ao calor sob esta forma. Não pode acessar seus poderes psíquicos em forma de diamante. Tem grau de imunidade telepática enquanto na forma de diamante.

PERÍCIAS:
i. Primeiros socorros: Concede a capacidade de prestar os primeiros socorros a alguém em diferentes situações e em diferentes tipos de ferimentos, nível calouro;
ii. Psicologia: Entende como a mente de cada pessoa funciona, identificando se sofrem de alguma síndrome e/ou transtorno, trauma e qual é o melhor tratamento/solução para cada situação como estas. A habilidade inclui a previsão de algumas ações caso o player tenha informações suficientes para deduzir o que o outro fará, nível calouro;
iii. Leitura corporal: É o estudo de percepção e a interpretação de cada sinal que o corpo humano possa transmitir como forma de linguagem. Por exemplo, quando alguém começa a gaguejar, pode ser sinal de nervoso, nível calouro;

Atributos E Nível:

Nível: 3
FORÇA: 10 INTELIGÊNCIA: 10 (+5)
RESISTÊNCIA: 10 AGILIDADE: 10
VIGOR: 15 CARISMA: 05


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Re: NARRADA, faceless

Mensagem por Adam Warlock em Qui Mar 23, 2017 8:14 am

faceless
O rapaz mostrou-se muito prudente, encarando a situação com neutralidade e frieza, bem como um herói deve ser. Não se deve mostrar emoções diante de um crime, principalmente, como no caso dele, policiais já estão acostumado com coisas assim, ou até pior. Mas ele não era verdadeiramente um membro do corpo de segurança aos humanos da cidade de New York, contudo, já tinha feições necessárias para adentrar em tal organização. As habilidades que contém, fariam dele um ótimo perito criminal, auxiliando potencialmente a solução de infrações da lei.

Enfim, as informações cedidas pelo homem incitavam diversos caminhos, rumos que a conversa, ou melhor, o interrogatório poderia ter. E, por sua vez, deveria se manter linear, totalmente focado no quesito: "você sabe de algo?". Dylan pensou o mesmo que eu, o narrador, logo tomando a iniciativa em manipular dos seus dons telepáticos para dar uma olhada melhor na mente do amigo. No processo, alternou a visão que a testemunha tinha do caso, deixando um pequeno sorriso correr aos lábios quando lembrou-se dos momentos em que passara com o morto. Mas, não eram só amigos, e, sim, amantes. Estavam apaixonados, por isso tanto o psicológico quanto o emocional da testemunha estavam abalados.

Sendo direto, Mitchell reparou em algo peculiar, o que deixou-o intrigado. De acordo com o acervo de memórias do homem à frente, Franklyn estava sendo perturbado, nos últimos meses, pelo colega de trabalho, um tal de Cale Johnson. Cale mora nas proximidades do cenário do crime, mas não se sabe exatamente onde. Além do mais, esse meliante era contra relacionamento de pessoas do mesmo sexo, podendo incitar a ser responsável por um assassinato e homofobia. No entanto, Franklyn contou ao namorado que ele, Cale, estava estranho nesses mesmos últimos meses: nunca fora assim, contra a relação. Pelo contrário, antes disso, apoiava. E, um dia, olhou de relance para Johnson, este que berrava no banheiro do trabalho. Estava com a aparência diferente do de costume: parte do cabelo ruivo tornou-se escuro, enquanto o tom de pele amarelado, em certos pontos, estava cor de ébano.

Após esses fatos serem contado a Dylan, este tomou a procedência em mover os policiais para que cercassem a área, impedindo quaisquer humanos, que não fossem policiais, de adentrar, incluindo a mídia. O que poderiam pensar de um crime desse porte? Seria um caos, proporcionado pelo medo. Assim, findou com as memórias referentes ao acontecimento daqueles que, antes, circundavam o corpo morto. Agora cabia a Dylan a dar sequência no que fazer: tomar ciência desse Cale Johnson, ou dar uma olhada no beco, onde tinha o rastro de sangue.


observações


i. Sinta-se livre para fazer uma das duas escolhas. Não deixe que os outros te influenciem no julgamento.   
ii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
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Re: NARRADA, faceless

Mensagem por Dylan Mitchell em Sab Mar 25, 2017 1:53 pm

Dylan Mitchell, Sorcerer
Dylan viu-se em um impasse, havia muitas informações, mas qual tinha relação com o atentado? Após descobrir que sua vítima era homossexual, ficara triste. Afinal, mera mais um caso de homofobia. Desde que seu corpo evoluirá, descobriu que era diferente dos outros homens, ele não sentia nenhuma atração por mulheres. Seu copo ativava-se quando estava em contato com outro homem, era só olhar para um homem para ter a certeza de sua sexualidade. Antes do amante se afastar projetou um pensamento em sua mente, tentando tranquiliza-lo.” Não se preocupe, eu encontrarei o culpado.” E ele de fato encontraria.

Cale Johnson, o primeiro suspeito. Mas havia algo em que não se encaixava, se ele aceitara de começo o namoro dos dois, e até os apoiava, por que isso mudara. Um pensamento invadiu a mente do jovem herói. Pelo que conhecia dos homens, a única coisa que os levava a cometer algo impensado, era a raiva, ou o ciúme. Será que Cale e a vítima era mais do que simples amigos? Será que Cale não soubera lidar ao perder Franklyn para outra pessoa? Dylan conhecia todos os tipos de homens gays, até os enrustidos aos, afeminados. E cale se encaixava perfeitamente no enrustido. Um homossexual que se escondia afrontando outros de sua mesma sexualidade.

Outro ponto que chamara a atenção do telepata fora as mudanças físicas do jovem. Não era de hoje que vivia em um mundo que era repleto de mutantes, que ao passar do tempo fora intensificando. Se ele estava certo, Cale estava se transformando em sua verdadeira identidade, dando as características descritas pela testemunha. Cabelo ruivo tornou-se escuro, tom de pele amarelado, e em certos pontos, estava cor de ébano. O crime evoluía a medida que Dylan procurava saber mais. E se seus pensamentos estivessem corretos, Franklyn não seria a única vítima de Cale, o amante do mesmo também estaria correndo grande perigo. E se quisesse salva-lo, Dylan teria que desvendar o crime o quanto antes.

Olhando para os lado notara que suas exigências foram ouvidas, os policiais foram cercando o local do crime interditando a área. Seu trabalho ali fora concluído, a próxima etapa era decidir, averiguar o beco ou tomar nota de Cale Johnson. Ainda com os pensamentos a mil, decidira averiguar a pista que estava logo a sua frente, o beco.



Poderes:
i. Telecinese: Telecinese é o poder do ganho da manipulação e controle de copos somente com a força mental, sem o auxílio de nenhum movimento físico. O uso de tal poder depende da criatividade do telecinético, mas em geral permite a levitação, locomoção, o disparar ou o quebrar qualquer objeto físico.

ii. Telepatia: Telepatia é o nome dado ao poder que concede a habilidade de invadir mentes alheias para escutá-las, projetar seus pensamentos nelas como forma de comunicação. A telepatia é usualmente um gatilho para desbravar outros poderes do gênero mental, sendo a base de outras ramificações.

iii. Projeção astral: Projeção Astral é a capacidade para deixar seu corpo com vida e ficar vagando como espírito. Essa habilidade é perigosa se não for utilizada sob total isolamento para proteger seu corpo contra um possível ataque.

iv. Manipulação memorial: É o poder que lhe permite adquirir o controle sob as memórias de qualquer pessoa, podendo conseguir as informações dela, assim como também apagar a memória dela ou até mesmo alterar certas pontos, distorcendo fatos vivenciados.

v. Fator de Cura: é a capacidade de curar ferimentos e restaurar a própria saúde em alta velocidade. A proporção da recuperação varia de personagem, podendo resultar até em uma imediata.

vi. Campo de Força: confere ao poderio de gerar um campo de força protetor ao redor de um personagem ou em um local específico. Este campo pode ter diferentes propriedades e níveis de resistência de acordo com o desejado pelo usuário.

vii. Controle Psíquicos: É a capacidade de projetar rajadas de força psiônica que afetam a mente da vítima sem efeitos físicos, causando dor, deixando a vítima inconsciente ou até mesmo matando-a.  Capacidade de alterar a aparência física aparente de si e dos outros, alterando as percepções dos que os rodeiam. Isso pode ir tão longe para fazer as outras pessoas acreditarem que o personagem não está lá, e sim camuflado (invisível). O único limite a essa possibilidade, se houver, só é imposto pelo número de pessoas se um telepata está a tentar enganar, e não o número de pessoas que na verdade é um telepata camuflado.

viii. Forma de Diamante: A capacidade de transformar-se num flexível estado de diamante, e se tornando translúcida. Desta forma é quase invulnerável e pode aguentar e levantar uma incrível quantidade de peso, embora diferentes escritores têm mostrado contas diferentes da sua força. O Corpo de diamante é praticamente incansável, também é imune a venenos da fadiga e não tem necessidade de água ou alimento. Impermeável ao frio e resistente ao calor sob esta forma. Não pode acessar seus poderes psíquicos em forma de diamante. Tem grau de imunidade telepática enquanto na forma de diamante.

PERÍCIAS:
i. Primeiros socorros: Concede a capacidade de prestar os primeiros socorros a alguém em diferentes situações e em diferentes tipos de ferimentos, nível calouro;
ii. Psicologia: Entende como a mente de cada pessoa funciona, identificando se sofrem de alguma síndrome e/ou transtorno, trauma e qual é o melhor tratamento/solução para cada situação como estas. A habilidade inclui a previsão de algumas ações caso o player tenha informações suficientes para deduzir o que o outro fará, nível calouro;
iii. Leitura corporal: É o estudo de percepção e a interpretação de cada sinal que o corpo humano possa transmitir como forma de linguagem. Por exemplo, quando alguém começa a gaguejar, pode ser sinal de nervoso, nível calouro;

Atributos E Nível:

Nível: 3
FORÇA: 10 INTELIGÊNCIA: 10 (+5)
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VIGOR: 15 CARISMA: 05


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Re: NARRADA, faceless

Mensagem por Adam Warlock em Seg Abr 03, 2017 8:14 pm

faceless
Escolha esperta foi a do homem, o qual optou por ir ao beco, nas proximidades do cenário de crime. Os passos foram apressados, porém, precisos. Ele estava atento a quaisquer eventos que pudesse atrapalhar sua busca. A baixa iluminação foi um fator que não contribuía para a visão, a qual não estava totalmente comprometida, devido aos outros sentidos, que também eram muito funcionais.

Dylan seguia o rastro de sangue. Esse ficava mais fraco, sem cor e existência, conforme os metros eram percorridos. Em certo momento, as manchas escarlates sumiram por completo. No entanto, a instrução de comando direcional foi dada por vozes mentais; pensamentos o conduziram para um canto, marcando o fim do beco. Nele uma figura era vista, agachada na aresta, de costas a Dylan. — Eu não queria... — Dizia a figura, tremulando as palavras por causa do medo.


observações


i. Faça algo.   
ii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
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iv. Qualquer dúvida, me envie uma MP.
v. Poderes, habilidades, atributos, nível e perícias devem constar em spoiler no final do post.


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Re: NARRADA, faceless

Mensagem por Adam Warlock em Qua Abr 12, 2017 11:17 am

aviso



observações


i. Prazo estendido até dia 15 de abril de 2017, tendo até o fim do dia para;
ii. Caso não poste até a especificação acima sem justificativa do porquê, a missão será fechada e houverá penalidade.


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