Calizaire, Eliel

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Calizaire, Eliel

Mensagem por Eliel Calizaire em Ter Mar 21, 2017 2:51 am

reencarnado




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Eliel Vega Calizaire
ii. COMO É CONHECIDO: Catwoman/The Cat
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnado
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: Trinta e dois anos
v. PRIMEIRO RESPIRO: Dezessete de abril de mil novecentos e oitenta e quatro
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Espanhol
vii. COMPORTAMENTO: Neutralidade Bélica
viii. COMUNIDADE: Anti-Herói

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 80 PA
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Ágil (+5 de Agilidade)
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 13INTELIGÊNCIA: 18
RESISTÊNCIA: 17AGILIDADE: 20
VIGOR: 15CARISMA: 12



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:


xv. corpo a corpo (x. luta de rua), nível i, calouro;
viii. furtividade, nível i, calouro;
i. Armas Brancas (chicote), nível i, calouro;



Cite os poderes


i. SUPER-PODERES: 

i. Super-Agilidade: Desde sempre, Selina Kyle fora uma mulher bastante atlética possuindo uma agilidade sobrehumana, fazendo-a ser capaz de escalar muros, cercas e até mesmo prédios em pouco tempo. Assim como a Selina, Eliel desde sempre foi um homem bastante atlético e com uma agilidade superior a de humanos comuns, sendo relacionado sempre a felinos por tais capacidades.

ii. Super-Velocidade: Sempre praticando ginástica e acrobacias, tanto Selina quanto Eliel conseguira desenvolver um condicionamento físico excepcional, sendo perfeitamente capaz de correr bastante.

iii. Sedução: Utilizando de todo o seu charme, Selina sempre foi a perfeita figura felina e sensual, encantando homens no intuito de enganá-los e fazê-los lhe obedecerem. Assim como a felina, Eliel sempre possuíra uma malícia no olhar, um gingado espanhol e um jeito específico de falar e agir, sempre visando a sexualidade como forma de constranger, seduzir, espantar ou envolver todos ao seu redor.

iv. Animalia: Desde cedo, devido a sua pouca conexão com os seres humanos ao seu redor, o pequeno Eliel apegou-se instintivamente aos felinos, chegando ao ponto de criar inúmeros gatos em casa. Até o momento, Eliel ainda não comunicou-se com felinos maiores, como leões e tigres, apesar de em teoria, conseguir.

v. Mímica Animal: Possui a capacidade de imitar instintivamente quaisquer animais felinos, como ser tão ágil e flexível quanto um gato, tão rápido quanto um leão ou tigre e ser plenamente capaz de dar enormes saltos e ter a força de diversos felinos.

vi. Percepção: Tem a incrível capacidade de possuir uma atenção redobrada, quase sobrenatural, antevendo ataques e estudando lutas e golpes no intuito de conseguir encontrar pontos fracos.

vii. Sentidos Aguçados: Possui todos os seus sentidos ampliados, conseguindo ter uma excepcional capacidade de rastreamento e tendo atenção redobrada.

viii. Super-Resistência: Como um natural atleta, Eliel possui resistência à ataques físicos grandes, recuperando-se e resistindo excepcionalmente à danos.

ix. Super-Força: Assim como seus irmãos felinos, tanto Selina quanto Eliel possui uma força acima do comum, sendo capaz de erguer pesos bem acima do normal que um humano conseguiria erguer.

x. Regeneração: Selina sempre fora uma habilidosa felina capaz de sobreviver a inúmeras tentativas de assassinato, e, assim como ela, Eliel também é incrivelmente resistente aos ferimentos por ter a capacidade de se regenerar de ataques e ferimentos. Apesar de potente, sua regeneração possui limitações e em casos de decepamento ou de órgãos vitais arrancados, Catwoman provavelmente morrerá.

xi. Imunidade à Toxinas: Amiga de longa data de Poison Ivy, Selina fora agraciada, assim como sua amiga Harley Quinn, com a incrível capacidade de ser totalmente imune a gases tóxicos e substâncias nocivas. Como que acompanhando as mesmas condições genéticas agraciadas de Catwoman, Eliel também possui uma alta imunidade à venenos e toxinas.

xii. Persuasão: Através de sua voz, sempre em tom suave e sensual, Eliel é plenamente capaz de fazer facilmente homens e mulheres lhe obedecerem para cumprir pequenas tarefas simples, e o mesmo vale para os felinos que, ao ouvir da voz envolvente de Catwoman, se rendem e lhe obedecem.

xiii. Nove Vidas: Assim como o mito, Eliel possui nove vidas como os gatos supostamente possuem. Isto implica que, ao sofrer mortes graves (afogamento, hemorragia, tiros na cabeça, atropelamento, etc...), Eliel é capaz de voltar à vida com uma vida a menos na lista. Apesar de útil, dependendo da morte, Eliel corre o risco de não conseguir voltar à vida (se sua cabeça ou coração forem arrancados, por exemplo, seria impossível dele voltar). Quando sua última vida acabar, Eliel morrerá definitivamente.




Conte o histórico


— Talvez seja por isso que gosto de gatos e felinos, Sr. Magnus: eles são mais leais que homens... — esbravejou o meta-humano, seus olhos marejados estavam vermelhos, e suas mãos seguravam firmemente seu chicote retrátil ao redor do pescoço do homem ajoelhado no chão da varanda. As mãos do homem seguravam no couro preto, tentando desvencilhar-se, mas de nada adiantava, pois a fúria do homem felino à sua frente ultrapassava quaisquer limites.

No fundo, Eliel sabia que não teria volta, e ele não estava se importando se sua vingança seria cruel ou contra todos os seus mandamentos básicos criados por ele próprio; Magnus deveria pagar com a própria vida pelo o que fizera ao felino. E então, chutando o rosto do homem Eliel observou o homem ser atingido, por fim caindo para trás despencando do mesmo prédio no qual anos atrás ele também havia caído e morrido.



∆∆∆




Desde pequeno, Eliel sempre se sentiu a criança mais feliz do mundo. Nascido na Espanha, o garoto era filho da porto-riquenha Natalie, enquanto seu pai era um esloveno bastante bonito chamado Sebastian. O amor dos dois começou quando o casal se conhecera nas ruas de Espanha, onde o amor dos dois floresceu e desde então Natalie e Sebastian nunca separaram-se. Eliel, até então possuindo seus dez anos, admirava o amor de seus pais, sendo uma criança bastante apegada aos pais e um pouco reclusa com o restante do mundo. Porém, certa noite, após ouvir uma bela história de Natalie, o pequeno acordou com a casa em chamas. O fogo consumia a madeira e espalhava-se numa velocidade assustadora por toda a casa, e ao longe, Eliel pôde ver seus pais, tão belos e unidos na morte, um do lado do outro, com um furo na testa.

Pode-se dizer que a vida do garoto era muito misteriosa. Alegando milhares de vezes para a polícia que havia visto seus pais com um tiro em cada testa, o garoto fora desacreditado. E ali, vendo sua casa em ruínas, o garoto ficou extremamente desconfiado do policial que fizera questão de falar com ele, que falava ao celular apressado e olhava para ele o tempo inteiro. Eliel era filho de um policial, oras! Ele sabia que policiais não agiam daquela maneira. Seguindo seus instintos, Eliel aproveitou um segundo de distração do policial e fugiu dentre as viaturas, bombeiros e a multidão de vizinhos curiosos. Nas ruas, Eliel foi se virando aos poucos, mas não demorou para que ele fosse enviado a um orfanato. Sua vida por lá era tediosa, com ele recusando-se a falar algo sobre ele e sempre se esquivando das perguntas, até que eventualmente o garoto foi deixado em paz. Ao longo dos anos, Eliel se envolveu em inúmeras brigas, sempre tendo uma agilidade excepcional aprimorada pelos solitários treinos pelos locais mais vazios do orfanato.

Porém, o padre Tomás chegou e o inferno do garoto se iniciou. Padre Tomás de alguma forma era mais inteligente que Eliel, sabendo que ele mentia sobre sua amnésia (desculpa dada pelo garoto para não revelar quem ele era e ser encontrado pelo infame policial corrupto), e foi então que, também desconfiando do padre, Eliel utilizou algo que aos seus dezessete anos ele possuía de sobra para usar: sexualidade. Somada ao fato de Tomás gostar de meninos mais jovens, Eliel acabou por seduzir facilmente o homem e descobriu a verdade: Tomás era parceiro do policial corrupto, e era sua missão ir em cada orfanato, cada reformatório e casa abandonada na Espanha e encontrar Eliel vivo ou morto, sendo sua missão entregar o garoto ao policial corrupto. Apaixonado pelo garoto, Tomás facilitou a fuga do rapaz do orfanato, que passou a prostituir-se e roubar para conseguir dinheiro fácil. Se a vida de Eliel Calizaire melhorou? Não mesmo!

Com os estudos do orfanato e umas mentiras aqui e ali, Eliel conseguiu um emprego de verdade muitos anos depois, aos vinte anos de idade. Ele trabalharia para uma empresa fundada por um romeno chamado Magnus Varkham, um homem muito bonito e influente. Claro, Eliel buscava com seu pequeno grupinho de ladrões roubar a empresa, entretanto eis que o gato fora pego no flagra; certa noite, Magnus encontrou seu secretário trabalhando até tarde, e Eliel comentou para o homem que havia descoberto um esquema de fraude na empresa – o que era verdade. Irritado, afinal era o próprio Magnus que subtraía dinheiro dos cofres, o impiedoso homem partiu para cima de Eliel, lhe imobilizando e espancando-o. Como se não fosse suficiente, Eliel sofrera estupro e fora atirado da janela, caindo diretamente num rio.



∆∆∆




Acordando com seu gato de estimação em seu peito, Eliel não fazia ideia se estava vivo ou morto. Algo nele havia despertado, e não era nada bom ou agradável. Junto da repulsa, da traição e do ódio, surgira uma nova persona. Molhado à beira do rio, Eliel alongou os braços, lambendo a ferida de sua mão direita e ronronando, andando na ponta dos pés em direção à sua residência. Eliel não era mais ele mesmo, ele era um ser felino e sexy que faria seu próprio caminho e seria seu próprio herói. Memórias de um passado distante lhe vinham à mente, fragmentadas, mas poderosas. Selina não se renderia a homem nenhum, Eliel não se renderia a homem nenhum: ele iria usá-los, ele iria criar suas próprias artimanhas e se resolveria sozinho.

Atirando todas as suas roupas fora, o felino foi com sua jaqueta que servira de fantasia de James Dean para uma loja voltada para o público BDSM, onde lá comprou calças, botas, jaquetas e um chicote, e então o homem esperto modificou seu chicote, tornando-o retrátil, assim como suas luvas aperfeiçoadas. Vestindo uma máscara que muito lembrava um gato, Catwoman nascia, enquanto Eliel alisava seu corpo coberto pelo couro e látex e se lambia sensualmente, ronronando e rindo. Largando seu grupo pequeno de bandidos, Eliel sumiu do mapa, e logo mansões e museus foram assaltados, e pela forma feminina e sexy de Eliel agir logo chamaram a figura ladra de Mulher-Gato, afinal, o felino mantinha seu rosto coberto. Obviamente, isso foi ótimo, afinal Eliel nunca fora associado à figura por ela ser uma mulher.

E assim, passaram-se os anos, e Eliel e sua gata Selina – ele adorava esse nome – foram para os Estados Unidos, onde finalmente, após longos sete anos, Eliel encontrou seu adversário, e pela primeira vez Catwoman cometeu assassinato. Descobriu-se que, por ser um policial honesto, o pai de Eliel havia sido assassinado por capangas de Magnus, que encobriram todo o crime mascarando-o como incêndio. Eliel foi o fim do líder da organização, o policial corrupto que havia socorrido Eliel quando criança fora preso e pela primeira vez The Cat sentiu-se bem em fazer o bem.

Agora, The Cat, ou Catwoman, como preferir, caminha pelos terraços e muros de Nova York, ronronando e buscando mansões e museus cheios de jóias reluzentes, e vez ou outra, o moreno sempre doa algo para orfanatos diversos. É como sempre dizem: os felinos são os animais mais inteligentes e envolventes.

Outras Coisas


Fontes: Aqui, Aqui e Aqui. Também confesso que sou fã de todas as mídias da Mulher-Gato e sei muito sobre ela.
Observação i: Pus no alter-ego "The Cat" pois no início Selina Kyle era chamada assim (na Era de Ouro da DC Comics), então quis preservar tal charme, porém também mantive o mais popular alter-ego, o de Catwoman.
Observação ii: Assim como Selina Kyle, Eliel possui itens específicos.
• Luvas: Tratam-se de luvas negras que possuem garras retráteis e cinzas, capazes de cortar até mesmo aço com muita facilidade.
• Chicote: Um chicote de aproximadamente dois metros e meio negro, retrátil e que cabe perfeitamente em seu cabo, cujo botão pode alongar e diminuir o comprimento do mesmo.
Observação iii: Pus todos os poderes que já vi Selina utilizar nos quadrinhos, entretanto o poder xiii pus em alusão às mulheres-gato dos cinemas que sempre possuíam diversas vidas. Se não for aceito, por favor me avisem em MP que eu edito e retiro.



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