[MISSÃO NARRADA] — Mire, puxe o gatilho. Mate.

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[MISSÃO NARRADA] — Mire, puxe o gatilho. Mate.

Mensagem por Adam Warlock em Seg Jul 04, 2016 9:12 pm

Mire, puxe o gatilho. Mate.
Sob a escuridão da madrugada, um ranger metálico podia ser ouvido a que jazesse naquele inóspito local. Porta a porta eram abertas, então, passos também tinham o mesmo efeito. Passos coordenados, precisos e ágeis sobre aquele solo cinzento feito de puro concreto linear. Stephen estava na sua cela em Arkham, a de número 69, aguardando o beijo de a morte tatear seus lábios e drenar a sua vida, como fazia a cada dia. Entretanto, algo chamou sua atenção, o que levou a fitar a entrada e saída do cubo. Homens rapidamente adentraram, com armas miradas para o rapaz. Suas mãos foram atadas pelos pulsos na região lombar do dorso, além de um saco preto sobreposto a sua cabeça, o que impedia a utilização do sentido visual.

— Esse é o novato? — Uma voz máscula e grave pertencia ao ser que falou aquilo. Uma forma circular de metal frio foi colocado na têmpora destra de Stephen momentos antes do saco ser removido. Era uma pistola, a qual pertence a um pistoleiro. Deadshot. Uma máscara escondia a face do conhecido vilão, alva com um tipo de mira de rifles de precisão no olho direito. — Esse tipinho aí não vai sobreviver, Amanda. — A cadeira onde o sequestrado estava foi girada pelo atirador, direcionando-a para em frente à mesa feita de madeira até pouco acima do quadril (altura em relação a quem está em pé). — Morrer ou não, é escolha dele. — O rosto da morena de feições africanas se revelou ao homem, com uma expressão seca.

— Stephen Nygaard Volkov. — Da gaveta da mesa ao puxar, tirou uma ficha. Eram arquivos sobre a vida do malfeitor. — Um vilão. Incendiário. Pirocinético e dotado de habilidades de hipnose. Preso há alguns meses pelo Batman após um longo combate, onde foi nocauteado pelo morcego e, em seguida, levado até o Asilo Arkham. Nada de impressionante. — Jogou-a sobre a mesa, escorregando em um deslize até parar próximo a Stephen, este que poderia ler todos os seus antecedentes naquele papel. A algema de uma matéria desconhecido, o qual anulava os poderes dos meta-humanos, foi liberto, deixando os membros do mesmo livres.

— Algo de estranho está ocorrendo em Central City. — Antes que ele pudesse perguntar o que, a mulher o interrompeu, completando o que dizia. — O governo acha que é um mutante, ou um alienígena. Foda-se que tipo de ser é, mas essa coisa destruiu parte da cidade, deixando pilares rochosos. Também é rápido. De relance uma pessoa conseguiu gravar uma aparição rápida dele. — Virou a tela do seu computador, mostrando o vídeo de poucos segundos de algo tipo um golem. — Volkov, tem duas opções: aceitar em ir nessa missão com o Deadshot ou tomar um tiro dele agora mesmo. — A têmpora permanecia a sentir o gélido toque da pistola empunhada pelo pistoleiro, o qual o encarava com frieza.



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1 — Terá um prazo de cinco dias para a próxima postagem, ou seja, tens até sexta-feira dia 08/07.
2 — Se necessitar de mais tempo para postagem, por favor, me contate com antecedência por MP ou Chat que aumentarei o prazo.
3 — Ao longo do post narre a sua reação perante a arma apontada para sua cabeça e o discurso de Amanda Waller. Por fim, depois responda a sua pergunta.
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Re: [MISSÃO NARRADA] — Mire, puxe o gatilho. Mate.

Mensagem por Stephen Nygaard Volkov em Ter Jul 05, 2016 4:54 pm


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Refém do contínuo e inquietante silêncio da cela — parcialmente rompido pelo respirar profundo de Stephen —, ele aguardava. — Pois é… Mais um dia como qualquer outro… — ironizou, vendo-se incapaz de conter uma breve risada entrecortada por suspiros sonoros. Afinal, o que mais faria senão acatar a ordem de manter-se ali quieto como um animal enjaulado? A constatação disso, aliás, arrancou-lhe um sorriso amargamente sarcástico. Estava assentado sobre a ponta do catre à disposição, as costas reclinadas, os antebraços pousados sobre as coxas, mantendo-se nesta posição desleixada por minutos ininterruptos. Imerso em pensamentos, ele deixava-se levar por eles, permitindo assim que o tempo fluísse. Ouviu-se, no entanto, o rumor de passos apressados, vários deles, e subitamente. Mal tivera tempo de atentar-se ao que de fato acontecia; homens introduziram-se rapidamente àquele cubículo onde Stephen se achava, armas visíveis em punho, determinados nas suas devidas funções. Logo as mãos do loiro mostravam-se atadas para, em seguida, a escuridão total cobrir-lhe o campo visual.

O instinto lhe alertava que resistir seria meio caminho andado à sua morte, principalmente estando à mercê de sujeitos fortemente munidos. Justamente por isso, não opôs qualquer forma de insurgência, preservando-se estático e silente durante todo o período. Momentos depois, fora conduzido a um novo cenário, aparentemente. Nele... uma voz desconhecida ecoou. Simultaneamente, percebera o quanto a recepção veio-lhe calorosa: podia sentir na têmpora, desde que chegara, a sugestiva forma de uma arma roçando ali, embora o rosto continuasse velado. Forçou-se a preservar a tranquilidade. Somente na sequência, tivera o saco removido de sua cabeça, e por fim os olhos diligentes puderam avaliar as minúcias em volta. Notara primeiro o sujeito responsável por intimá-lo com a pistola, porém não por considerável período, pois logo a cadeira onde sentava girou, atingida pelo chute do tal pistoleiro, e conduziu Stephen à outra figura presente. Amanda, ouvira dizer.

Ambos trocaram olhares inexpressivos. E então... ela pôs-se a relatar particularidades verídicas acerca do próprio Stephen, que limitou-se a abanar sutilmente a cabeça a cada palavra proferida, reconhecendo cada uma delas. E como para testificar o que dissera, a mulher empurrou-lhe a ficha, sobre a qual o olhar do rapaz recaiu com evidente interesse. Nessa hora, as algemas foram retiradas, e ele flexionou os membros superiores, cuidadosamente, a fim de suavizar a tensão nos músculos. Pretendia pronunciar-se, mas se dera conta do quão difícil seria: a morena adiante simplesmente seguia tomando a dianteira no diálogo. Ao final, mostrou-lhe a tela do computador particular, e apenas nesta ocasião Stephen revelou-se abismado com o que via. — Mas o que porra... — Preferiu calar-se. Finalmente, uma condição fluiu dos lábios da mulher. Stephen imediatamente exibiu um sorriso debochado, reparando na absurdidade da proposta. — Ora, eu ainda temo pela minha vida, senhorita... — Nem sequer precisou ponderar a respeito. — Obviamente, aceito a missão. Contanto que esse louco — indicou Deadshot — mantenha a maldita arma longe de mim.

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Re: [MISSÃO NARRADA] — Mire, puxe o gatilho. Mate.

Mensagem por Adam Warlock em Qua Jul 06, 2016 1:43 am

Mire, puxe o gatilho. Mate.
Tanto Amanda quanto Deadshot mantinha uma face friamente seca e séria, apesar de que a do último era impossível de ser visto por causa do tecido mascarado que revestia a cabeça. Ambos franziram o cenho, a morena atravessava o olhar por Volkov, este que relaxava os membros e suas articulações. Um sorriso unilateral estendeu nos lábios sutilmente carnudos da mulher, esta que repousou seus braços sobre a mesa, entrelaçando os dedos de ambas as mãos; o pistoleiro, por sua vez, caminhou passo a passo até a janela do lado destro da sala, mirando o horizonte. “Obviamente, aceito a missão. Contanto que esse louco mantenha a maldita arma longe de mim” foi o que o sequestrado respondeu. Instintivamente o outro rapaz virou-se para ele, andando para em direção ao mesmo. Parou em sua frente e puxou a pistola do coldre localizado na lateral da silhueta, dando um tipo porrada, um cruzado no maxilar com o cabo da arma de fogo. — Não peça coisas que não possam ser atendidas. — Fez um comentário gravemente enquanto o pirocinético fechava as pálpebras, desmaiando.

. . .


— Acorda aí, tipinho. — A extremidade do mesmo equipamento tateava em cutuques a têmpora de Stephen, o qual até pouco instantes estava dormindo. Quando deu conta de si, a sua localização estava adversa a da anterior. Era um local mais fechado do que antes, especificamente estava em um tipo de van policial. — Esse é novato, Deadshot? — Outra voz masculina e desconhecida indagou aquilo, rindo em seguida como um louco. — Duvido aguentar o segundo round. — Outro terminou o que o primeiro dizia, juntando-se à risada frenética, a qual contagiou os demais terciários. Então, lá, fora Volkov e Deadshot, jaziam três militares com fuzis de assalto, além de dois nos bancos frontais – motorista e co-motorista. — Puta que pariu! — Contornou as palavras num tom alto o motorista, exclamando com uma expressão espantada pelo o que tinha visto a frente. O golem de pedra. Para esquivar de esse ser, girou o volante com brusquidão para esquerda, fazendo com que o carro derrapasse e virou, perdendo a estabilidade.

O impacto do ato desmaiou todos ali, aqueles que estavam dentro do veículo blindado de coloração negra e iluminação precária. No processo do tombo, a válvula da gasolina foi rompida, assim, despejando líquido no solo, muito próximo ao automóvel. Stephen foi despertado pelo pistoleiro, ele tentava abrir a porta traseira, mas estava emperrada por algum motivo desconhecido. — Tipinho, faz alguma aí. Tá sentindo esse cheiro? — Referia-se ao cheiro forte gasolina, somente se intensificava o odor a cada instante. — O motor vai superaquecer e, por fim, bum. — Simulou um som de explosão, pois era o que aconteceria caso o pirocinético não pensasse em algo rapidamente. — Vai, cacete. Rápido. — A pressão imposta só piorava o psicológico do homem.



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Re: [MISSÃO NARRADA] — Mire, puxe o gatilho. Mate.

Mensagem por Stephen Nygaard Volkov em Qua Jul 06, 2016 8:35 pm


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Havia dado seu veredito e não tinha a mínima intenção de reconsiderar a decisão. As opções eram escassas, afinal: viver em troca de um favor... ou morrer ali mesmo. E se fosse para sair daquele inóspito ambiente vivo, se sujeitaria às imposições das duas figuras presentes no recinto sem hesitar. Após Stephen proferir as palavras, um silêncio incômodo abateu-se sobre eles. A expressão imperturbável, enigmática da mulher permanecia firme; sob a máscara do pistoleiro, Stephen supunha que o semblante portasse as mesmas feições insossas. Deadshot, a essa altura, era perseguido pelo olhar perseverante do pirocinético, que analisava seus movimentos, avaliava cada provável ação a ser realizada, como se pudesse antevê-las. Quando o mascarado resolveu aproximar-se, no entanto, o loiro viu-se incapaz de desviar do golpe desferido no maxilar, uma espécie de cruzado perfeitamente aplicado que fez seu mundo girar subitamente. Muito distante, sentindo-se afundar gradualmente na escuridão, ouviu a voz determinada de Deadshort ecoar... antes de os próprios sentidos perderem toda a estabilidade até ele de fato apagar por completo.

(...)

Um tatear constante na têmpora o convidava a despertar. Instantes depois, as pálpebras se apartavam sofregamente, revelando à vista de Stephen — ainda se recuperando do estado desnorteado depois do blecaute — uma breve noção do novo cenário em volta. Ligeiramente sobressaltado e com o olhar embaçado, correu-o ao redor a fim de situar-se. De nada serviu. Mesmo retomando a parcela razoável da consciência, identificar onde estava pareceu-lhe improvável. — Ah, merda... Onde fui me meter...? — sussurrou a si mesmo tais palavras, quase inaudíveis. Nessa hora, vozes realçadas pelo escárnio irromperam de todas as direções do espaço restrito; em seguida, risadas histéricas. Stephen mergulhava cada vez mais naquela sensação de perplexidade, descobrindo-se vacilante. — Quem são... — forçava-se a dizer —, porra... quem são vo... — De súbito, uma guinada abrupta para um dos lados realizada pelo motorista do veículo — sim, se dera conta, apenas há alguns segundos, de estar confinado a um bendito veículo — fez o corpo de Stephen perder toda a firmeza e ser lançado violentamente para uma determinada direção. Novamente, um absoluto breu.

Outra vez, os olhos abriram-se por meio um de movimento dificultoso e vagaroso. Latejos lancinantes lhe assolavam a cabeça, e ainda assim ele forçou-se a voltar à realidade, clarear a mente e deter o olhar no sujeito mascarado, que novamente tentava arrancá-lo daquela condição entorpecida. — Deadshot... Caralho, eu não paro de ser apagado... — Preferiu não prosseguir dialogando. A essa altura, pondo os pensamentos em ordem, começava a se inteirar a respeito do panorama — cheiro pungente de gasolina, a posição sugestiva do veículo capotado. Uma combinação perigosa, indubitavelmente. — Puta que pariu... — E Deadshot apenas reforçou o inevitável. Foi quando Stephen passou a disparar os olhos em todos os sentidos possíveis enquanto, simultaneamente, ponderava acerca das alternativas. Valer-se precipitadamente do próprio poder seria quase um ato suicida, todavia... podia usufruir da pressão das chamas no intuito de forçar a abertura da porta emperrada. Espalmou então as mãos na porta; convergiu um calculado nível da energia nas palmas e, por meio da considerável força que detinha, impulsionou todo o arranque do corpo naquele único sentido. — BIRRRL!

Nível/Atributos/Poderes/Perícia:
NÍVEL: 1.

ATRIBUTOS: Força 12; Inteligência 8; Resistência 10; Velocidade 8; Vigor 10; Carisma 2.

PODERES: Pirocinese + Hipnose.

PERÍCIA: Combate Corpo a Corpo — Iniciante.

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Re: [MISSÃO NARRADA] — Mire, puxe o gatilho. Mate.

Mensagem por Adam Warlock em Qui Jul 07, 2016 11:25 pm

Mire, puxe o gatilho. Mate.
O mascarado, irritadiço com o tom de fraqueza que assombrava a voz de Volkov, manteve a sua, demonstrando um ar de impaciência e de não importância. — Vai, cacete. Foda-se se não para de ser derrubado, terminar a missão é o que importa. — O sonido da fala saia abafado devido ao revestimento facial alvo, entretanto, o acústico permanecia aquele rouco amedrontador. Ao mesmo tempo disso, a mão livre, enquanto a oposta segurava a pistola pelo punho com o indicador fixado ao gatilho para puxá-lo a qualquer momento, esta foi conduzida à trava da arma, desbloqueando a mesma com movimentos manuais. — Esses novatos são dão desgosto, puta que pariu. — O olhar telescópio correu desde Stephen, o qual as suas palmas tateavam o liso da porta metálica, até os corpos dos demais que antes jaziam ali dentro do veículo. Todos mortos: o motorista com o caco de vidro da janela atravessando a artéria do pescoço, o passageiro frontal teve o crânio impactado com visor frontal, os restantes, aqueles pertos do pirocinético e o pistoleiro, tiveram órgão perfurados por aparatos de ferro ou outro qualquer material feito de algum metal. — Que cena horrorosa. — O líquido soturno corria constantemente dos ferimentos desses e o odor “saliente” da gasolina somente se intensificava.

— Acelera isso daí, tipinho. — O impulso vocal da pressão imposta parece ter feito com que Stephen conseguisse o que tinha em mente. E conseguiu. Direcionando uma parcela suficiente do seu manuseamento flamejante, a porta se incinerou, um buraco largo o suficiente para que os dois saíssem então, coisa que em seguida fizeram. Ao se deparar com o lado exterior, tanto um quanto o outro se localizavam em uma ponte, tipo a Golden Gate de San Francisco. Outrora rapidamente se afastaram do veículo que se flameou até o segundo que uma explosão por ser ouvida. Uma sequência de explosões então se prolongou devido ao efeito de reação em cadeia ou dominó: um carro explodiu próximo a outro, o qual fez o mesmo perto de outro, e assim continua. Foram cinco no total. — Mas que porra, tipinho. — Incrédulo o mestre das armas de fogo disse, franzindo o cenho por sob a máscara. Então, do súbito momento de distração, um ser pulo para sobre a carcaça, do que restou da lataria do automóvel blindado que os transportava.

Era um ser de aparência humana, como qualquer outro, mas ambos os dos parceiros do Esquadrão Suicida sabiam que ele não era algo comum. — Deadshot. — Dizia o desconhecido numa volumosidade alta, quase que num berro. — Quem é o velho ali? — A distância entre os dois e outro era de 7 metros, por isso dava para ter vislumbre do meta-humano indicando com o dedo o pirocinético. — Quem é ele? — Deadshot, de imediato, puxou as suas duas pistolas 9mm dos coldres laterais da sua silhueta, destravando-as no processo. Simultaneamente as direcionou para o adversário. — Não interessa para você, Concreto. — Disparou algumas fazes, gerando sonidos estalos. Os disparos foram parados por uma espessa barreira de concreto que se formou a frente do outro, a qual posteriormente se dissipou.  



sobre o inimigo
Nome: Desconhecido
Apelido: Concreto
Nível — Ranking: 5 — D
Raça: Meta-Humano.
Poder: Mimetismo em Concreto.
Atributos:

— Força: 10
— Inteligência: 5
— Resistência: 15
— Velocidade: 20
— Vigor: 20
— Carisma: 10




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