NARRADA, easy rider

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Mensagem por Adam Warlock em Ter Mar 21, 2017 2:41 pm

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As estradas que interligam o mundo, ou precisamente, as cidades e estados, elas não são terras para qualquer. Precisa ter malemolência para saber lidar com a mesma e os perigos que a circundam. Facilmente pode ser abordado por um malfeitor, montado em algum transporte ligeiro, portando uma arma em mãos. No entanto, não eram motivos suficientes para anular e adormecer o desejo aventureiro da Lobo, a qual vagava com sua moto.

New York sabia ser entediante quando quer, por isso a necessidade em visitar outros locais é enorme. Com isso em mente, pela manhã, a mulher aprontou-se, sentou seu rabo acima do banco da motocicleta e rumou ao estrangeiro. Seu caminho foi pelo sudeste do mapa, correndo para o estado da Pennsylvania, estado vizinho ao que partiu.

O percurso era relativamente longo, mas nada que o potente veículo não desse conta. O horário demarcava não muito depois do meio-dia e a temperatura era agradável; o céu era azulado, com poucas nuvens esbranquiçadas e o sol irradiando um brilho neutro. Para facilitar a trajetória, poucos carros transitavam por ali no determinado dia e hora, o que permitiu que ela corresse na velocidade que bem entendesse. O vento chacoalhava as mechas douradas. Afinal, quem precisa de capacete quando se tem dom para resistência e regeneração? E, mesmo que pudesse passar meses sem quaisquer alimentos, a garganta secou. De longe enxergou aqueles famosos bares, na margem da rodovia, bem na divisa dos estados. Além do mais, presenciou, no estacionamento, muitas motos, do tipo que gangue de ciclistas usam.


observações


i. Faça uma breve narrativa do caminho até o bar, falando sobre a paisagens e coisas assim. MAPA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA.
ii. Sei que é problemática, no sentido de gostar de causar algum problema, por isso cause algum estrago antes de adentrar o bar, não precisamente nele, ou no que o circunda. Faça o que bem entender, a liberdade te abraça.
iii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
iv. Qualquer ausência deverá constar no respectivo tópico.
v. Qualquer dúvida, me envie uma MP.
vi. Poderes, habilidades, atributos, nível e perícias devem constar em spoiler no final do post.





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Re: NARRADA, easy rider

Mensagem por Carter Hawthorne em Ter Mar 21, 2017 7:13 pm


O crepúsculo toma o horizonte que distinguia-se dentre tons frios e quentes que fazem parte do anoitecer e a cada amanhecer quando a lua e/ou sol tarda a aparecer; o vento chicoteia meus cabelos contra o meu rosto a causar cócegas pela resistência que naturalmente possuo, outrora servindo de estorvo se o mesmo ocorresse a um humano. O capacete não é necessário quando se tem uma regeneração e força tão acelerada quanto a minha, sem contar com as minhas habilidades automobilísticas adquiridas das experiências que vivenciei desde que tomei prazer em pilotar motocicletas; mas a "Baby" é unicamente especial, e não é por seu motor potente que gera duzentos e treze cavalos e um peso que mal posso considerar quando estou acima pela leveza que representa se comparada com a força que tenho, mas seu significado de como a consegui. Obviamente, eu nunca teria grana suficiente para ter uma motocicleta dessas. Conseguira em uma vitória de umas das corridas ilegais donde um grupo de riquinhos metido a besta acharam que podiam me vencer por ter uma motocicleta dessas. É aquele ditado, não adianta ter uma Ferrari em mãos se ainda é um menor de idade. Eu sei que essa porra de ditado não existe, mas você entendeu o que eu quis dizer porque desenhar é que eu não vou.

A destra mantém e aumenta a velocidade que a motocicleta corta dentre os veículos que se encontram na estrada com extrema facilidade, buzinadas e xingamentos são direcionados a mim, mas os fones de ouvidos que tocam uma de minhas playlist de heavy metal me impedem de ouvi-los. Melhor ainda, ou acabaria por me envolver em alguma briga desnecessária que provavelmente acabaria com mortes de "inocentes", ou pelo menos assim sairiam nas manchetes de jornais e tal. Mas quem lê essas coisas nos dias de hoje? Só os tiozão quando não estão a atazanar as novinhas que passam na frente deles a saciar a vontade uma foda que agora não podem mais ter. Sério, vocês já viram uma piroca de um idoso? Eu prefiro comer merda a tocar em alguma delas. Se um dia eu ficar mais velha, provavelmente serei as tiazonas papa-anjo. — Merda! Isso é realmente sério? — Protesto contra minha própria garganta que seca a partir de um momento que mantenho a diminuir um terço da viagem pela velocidade que continuo pilotar. Balanço minha cabeça negativamente e semicerro os olhos a procura de qualquer estabelecimento que estivessem alguma daquelas máquinas ou algum bar imundo onde posso tomar uma dose de vodca para prosseguir com minha viagem sem rumo.  

O que foi que eu disse? Pois bem, o primeiro estabelecimento que tomo em vista é a porcaria de um bar onde sou capaz de ver contáveis motocicletas estacionadas na parada que deveria receber inúmeras caravanas de motoqueiros que provavelmente pertencem a um clube pela estampa parecida em vossos coletes de couro. Estaciono o mais distante possível dos mesmos, esperando que não fosse recepcionada por um babaca embriagado. Contudo, quem consegue resistir a uma garota gostosa com uma motocicleta foda? A "Baby" dá de dez a zero a qualquer montaria que esses idiotas pilotam, com toda a certeza eu afirmo enquanto os miro de longe. Giro a chave de ignição e oficialmente desligo o motor, prestes a descer da moto, um imbecil se arrisca se aproximar da jovem indefesa que eles enxergam. "Bela moto." Ele comenta, com seu hálito de álcool insuportável a tomar minhas narinas assim que se pronuncia, no entanto, seus olhos se encontram a passear pelo meu corpo definido por conta das vestimentas que o cobrem. Se já não estivesse acostumada com esse tipo de comportamento, me sentiria violada pela maneira que ele me come com os olhos. — Cara, vamos direto pro assunto, falou? Eu nunca chuparia você e no momento em que ousar lascar um dedo nessa motocicleta eu te faço comer seu próprio pau.


  • Nível: 3;
  • Especialização: Atacante;
  • Atributos: Força: 20, Inteligência: 15, Resistência 10, Agilidade 10, Vigor 10, Carisma 10;
  • Perícias: Armas de Fogo, nível calouro; Mira, nível calouro; Pilotagem, nível calouro;
  • Poderes: Rastreadora, Longevidade, Super-Força, Super-Agilidade, Super-Resistência, Regeneração (Fator de Cura), Auto-Sustentação.


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Re: NARRADA, easy rider

Mensagem por Adam Warlock em Qua Mar 22, 2017 2:04 am

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Com a sequidão na goela, a moto da loira foi estacionada há metros seguros da porção numerosa de veículos semelhantes, de modelos dessemelhantes, geralmente de cores escuras. Todavia, a distância não a livrou de ser vítima de olhares sugestivos, lançados por imbecis, que achavam ter alguma chance com um avião, de escultura física bem torneado e lapidado, daqueles. E, um que estava sob efeito de bebidas alcoólicas tinha um devaneio, ou melhor, uma clara ilusão de que se daria bem essa noite.

— Oi, gostosa. — As palavras tropeçavam na boca do homem, o qual mal conseguia articulá-las. Sem receio aparente, o que deveria ter, apoiou-se ao tanque da tal de “baby”. O palmo estava sujo com algum tipo de resíduo, este que não fedia. Possivelmente era a própria merda, já que são raras as ocasiões que esses bares têm papel para limpar a bunda.

— Vem sempre aqui? — Deslizou a mão pela lateria, sujando o negrume cada vez mais. Devido a visão turva, claro que nem preciso dizer o porquê, mentira, ele tomou vários gorrós e tá sentindo o efeito. Enfim, a visão turva não possibilitava que ele identificasse as expressões faciais da “gostosa”. Porém, posso reduzi a maneira em que ela apresentava só com um frase: Carter estava afim de arrastar a cara do cara no asfalto quente.

— Vamo fecha? — O homem tomou maior proximidade então, tomando o tronco dos dois. No processo, contatou a roupa dela, infectando-a com aquele resíduo fedorento.



observações


i. Narre sua reação, com base a breve introdução que dei, diante do cara bêbado estar sujando sua moto.
ii. Fique a vontade para tomar uma atitude de qualquer modo.
iii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
iv. Qualquer ausência deverá constar no respectivo tópico.
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Re: NARRADA, easy rider

Mensagem por Carter Hawthorne em Qua Mar 22, 2017 5:19 am


O filho duma puta nem se deu ao trabalho de ouvir minha sentença; a única coisa que importava era o quão o seu pinto do tamanho do meu mindinho quer adentrar na minha preciosa que por alguma razão a qual desconheço estava convicto de que conseguiria o que tão ansiava com as tiradas sujas que se dirigia a mim. Meu nariz se franzi a partir do momento que me sinto um tanto quanto entorpecida pelo cheiro que exala de sua derme imunda, e é particularmente seu hálito que consegue me embriagar só pelo fato de estar há um palmo de distância de minha pessoa. Ele então se aproxima com mais uma de suas cantadas esdrúxulas que despertam  o que há de mais sádico em meu âmago outrora reprimido pela estabilidade garantida pelo ganho nas corridas ilegais que estava tendo. Agora eu só consigo pensar em mil e uma maneiras de acabar com esse imbecil da forma mais dolorosa e lenta possível que, no entanto, ambos sabemos o quão sou impaciente e duvido que consiga prolongar seu sofrimento ao invés de dar um fim a sua vida insignificante de uma vez por todas. Afinal, eu não sou uma heroína e poupar e/ou perdoar quem quer que seja não faz bem o meu estilo.

Meu faro é mais sensível do que realmente apresento, outrora tivera me incomodado por anos pela presença extrema dos odores que me cercam e não me escapam a mente; ou seja, se você se tornar por alguma desventura meu inimigo, eu vou encontrá-lo seja lá onde você se esconde. No céu ou no inferno, eu vou saber. Imagine então quando um deles se encontra defronte de mim, e com sua palma visivelmente suja a pousa sobre o estofado de couro do único objeto que me é importante. Minhas íris azuladas acompanham o movimento alheio com os olhos semicerrados, apesar de meus lábios se encontrarem em um formato de um "O" perfeito devido a incredibilidade que predomina sobre as demais emoções existentes em meu cerne. A cena se passa em câmera lenta diante de minha visão, como se estivesse em algum daqueles filmes de ação que o protagonista fodelão está prestes a destruir enfim o inimigo que o perturbou durante o filme inteiro. Sinto meus dentes enfim trincarem e minhas sobrancelhas se unirem de um misto de raiva e puro repudio, eu enxergo apenas o vermelho quando seu corpo se une ao meu na ausência de um convite. É hora de dizer adeus.

A destra se firma na nuca alheia em um convite claro para que ele prossiga então com seus atos influenciados pela mais pura luxúria que move seu pequeno membro que logo está prestes a ser esmagado pela extremidade de meu coturno. Assim que seus lábios são preenchidos por um sorriso carregado pela malícia e um urro escapa de seus grupos de amigos que revelo a intenção de meu movimento. Uno um terço de minha força para não ter a face alheia a manchar meu jeans com seu sangue imundo, mas acabo por me decepcionar pois quando exerço tamanha tensão em minha destra em conjunto do meu movimento do meu joelho que amassa a face alheia contra a derme exposta pelo rasgo da minha calça mal consigo identificar seus traços pelo sangue que jorra dos  inúmeros cortes que causo com o único golpe. Ouço-o balbuciar alguma asneira quando seu corpo tomba contra a superfície arenosa e dou um passo para me aproximar de seu corpo moribundo. — Vamos, tire sua calça. Eu sempre cumpro com minha palavra. Se não for com você, que seja com um de seus amigos! — Vocifero para os ares, com o punho esquerdo manchado do sangue alheio a pingar sobre o chão arenoso. Minhas mãos se encontram em punhos aguardando que o pequeno grupo avançasse direto para morte e se demorassem, que eu adiantasse.


  • Nível: 3;
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  • Perícias: Armas de Fogo, nível calouro; Mira, nível calouro; Pilotagem, nível calouro;
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Re: NARRADA, easy rider

Mensagem por Adam Warlock em Qui Mar 23, 2017 9:25 am

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É hoje que eu fodo com essa vadiazinha. Pensou o homem, contornado pelo espírito da embriaguez, pousando os palmos acima das visíveis curvas da cintura alheia. O pensamento ressaltou-se quando a loira tomou a nuca dele entre os dedos, acariciando a derme cascuda com as extremidades. Forçou a pigmentação da pele, a qual ruborizou, devido ao efeito das unhadas curtas. Enquanto isso, a menor carregou os beiços com um sorriso nada puro, reflexo da aura que tem.

Contudo, a voz do homem divergiu do timbre ruidamente sórdido para um grunhido agoniante. Sem que pudesse reagir, proveniente a velocidade incomum da garota, a nuca, e o resto do crânio, conduziu-se, involuntariamente, ao osso agressivo da perna dela, disparando um golpe. Ele, portanto, foi logo jogado ao chão, expelindo líquido soturno pelas cavidades nasais e, parte, bucal. Escorria pelos cantos, assim como os dentes frontais e incisivos despencavam, após desgrudarem da gengivas.

— Sua puta! — Com dificuldade em pronunciar e gesticular a mandíbula, falou o homem, encarando a loira pelos rabos das vistas, abaixo da mesma. Tocou o nariz evidentemente quebrando, assim como quaisquer esqueletos faciais. E, para a sorte do mesmo, foi com a palma suja de merda. Agora, estava na merda, literalmente.

— Peguem essa puta, seus merdas. — Aparentemente, o homem, que achou que se daria bem nessa tarde, era líder da tal gangue de motoqueiros. Os homens, um pouco receosos, tomaram entre falanges seus equipamentos: os 5 portavam alguma arma; o primeiro tinha uma pequena faca cega, o segundo corrente enferrujada, o terceiro tinha um pé de cabra, o quarto possuía um machete, e o quinto pedaço de pau. Não pau pau que Carter referia-se antes, mas, sim, pau de madeira e tal. Todos, logo, rumaram para próximo da garota, tentando atacá-la.


observações


i. Sinta-se a vontade para lidar com os 5, todos de uma vez, ou um por vez.
ii. Fique a vontade para tomar uma atitude de qualquer modo.
iii. Você terá um prazo de 5 (cinco) dias para postar.
iv. Qualquer ausência deverá constar no respectivo tópico.
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vi. Poderes, habilidades, atributos, nível e perícias devem constar em spoiler no final do post.



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Re: NARRADA, easy rider

Mensagem por Carter Hawthorne em Dom Mar 26, 2017 8:53 pm


Genuíno. Meus lábios se inclinam em um sorriso sádico que se materializa toda vez que me delicio com uma dose de adrenalina — ou violência, para ser mais precisa —, que continuava a se expandir e tomar meu corpo na medida em que acompanhava o infeliz que eu deformei a cara chamar por suas putinhas de pau pequeno a fazer o trabalho sujo que ele não conseguira. A hesitação causada pelo temor é palpável, quase fazendo meu corpo tremular como se estivesse a um passo de um orgasmo. Sei a imagem que estou passando para os exatos cinco homens que se prepararam para avançar em minha direção todos estando armados em conjunto de uma esperança falha de que teriam alguma chance contra minha pessoa; estou parecendo uma louca, uma loba sedenta pela carne crua dos veados que se encontram defronte, pobres e indefesos. Eles não têm mínima chance, nunca tiveram. Um grunhido escapa de meus lábios e meus dentes alinhados se trincam enquanto me posto em uma pose de ataque ao afastar meus braços do corpo e retraio meus músculos para avançar no primeiro que me atacasse — ou em todos eles juntos, não faz diferença.  

Você deve estar se perguntando como eu vou enfrentá-los sem ter quaisquer experiência com uma luta específica, mas me questiona com tal por desconhecer a experiência da violência puramente instintiva ao fazer uso da força bruta a me guiar por meus sentidos aguçados. Consigo farejar o medo em cada um deles, que emana de seu âmago enquanto a mente trabalha a todo vapor estando ciente dos minutos que ainda lhe restam. O primeiro demonstra considerável habilidade ao portar uma faca de pequeno porte, que para seu azar se encontra cega. Como eu sei disso? Pois bem, minha linda pele delicada como porcelana já havia sido corrompida por semelhante arma branca em uma de minhas primeiras experiências vividas nas ruas nova-iorquinas. Essa é uma história que devo deixar para mais tarde, pois a lâmina alheia está prestes a fincar contra meu abdômen quando o empurro com meu braço direito com o intuito de afastá-lo. Tardo para sentir que a lâmina fincou na derme do meu antebraço, tampouco me surpreendendo com a ausência da dor devido a adrenalina que toma minhas veias e consequentemente provoca uma ação imediata ao retirar a faca sem pensar duas vezes. — Seu filho duma puta!

O meu próprio sangue mancha a regata por conta do ferimento que se encontra a meio caminho de se cicatrizar, mas sou desprivilegiada de acompanhar o processo quando sinto dois deles se aproximar de uma vez enquanto o restante trata de me cercar. Assim que a corrente do marginal envolve meu braço e a força alheia é usada para me puxar ao seu encontro eu provoco o contrário. Assim que o corpo do maior se aproxima desfiro um chute contra sua barriga roliça e o derrubo no chão para que em seguida pise em sua face com o coturno de couro com toda a força nutrida desde que o maldito encostou em minha motocicleta com sua mão imunda. Se eu pelo menos tivesse uma pistola, pode ter a certeza que nenhum deles estaria de pé nesse momento; mas agora eu só tenho a mim e meu corpo, o que é suficiente pela fraqueza natural de um ser humano comum se comparado comigo. O terceiro que empunha um pé de cabra tenta me atacar pelos flancos, mas consigo desviar de seus golpes com a super-agilidade que possuo; o objeto vai ao encontro do meu braço quando protejo meu rosto com o membro, e aproveito tal instante para desferir uma rasteira contra o homem e tomo posse da "arma" que inicialmente utilizou contra mim. Penetro a ferramenta de metal contra seu crânio, consequentemente acarretando num segundo homicídio.

O cara com a machete que conseguira minha atenção, pois a lâmina não se encontrava tão cega em comparação com a primeira; desvio do último com o pedaço de pau para avançar no que me representa mais perigo. A lâmina passa de raspão pelos meus fios dourados quando desvio de uma investida e o homem que empunha o pedaço de madeira finalmente consegue me acertar quando o faço. O golpe é em minhas costas, impulsionando meu corpo para frente e me deixando mais próxima do filho da puta da machete. A habilidade do segundo, no entanto, é falha quando decide se gabar da sua capacidade de empunhá-la, girando-a em um movimento no punho mal aperfeiçoado. Tomo então a empunhar e assim que consigo fazê-lo uso de seu cabo para bater contra o rosto alheio e no instante seguinte giro meu punho para penetrar a lâmina no ser que me atingiu pelas costas. Tudo acontece rápido demais, já que consigo me movimentar numa velocidade acima de qualquer outra que possam desenvolver. Por isso sou super, por isso sou a Lobo. O terceiro homicídio é feito, e o quarto está prestes a ser executado quando me direciono ao homem que segurava a machete. Retiro a lâmina do corpo moribundo do outro para usá-la nele, fincando-a em sua barriga seca. Dou-me conta enfim que resta apenas um deles, aquele que me atacava e se defendia com um  pau de madeira.

Esse é o maior que você tem? — Miro sua "arma" e seu membro escondido em seus jeans surrados que entrega sua localização pela umidade ali existente. O idiota mijou nas próprias calças. Sua última tentativa falha de se defender é tentar me atacar com o pedaço de madeira, mas em outro movimento ágil consigo interceptá-la e com a minha força despedaçá-la — ela já não se encontrava em seus melhores dias devido o primeiro golpe causado em minhas costas. Meus joelhos vão ao encontro da superfície arenosa e me rebaixo a sua altura enquanto minha cabeça tomba para o lado direito, vislumbrando sua faceta aterrorizada pelo destino fatal que lhe encara de frente. — Presumo que queira se juntar aos seus amigos. Posso te ajudar nisso. Eu gosto. — As últimas palavras são proferidas em um tom tomado pelo ápice do êxtase a qual me encontro. Dou um primeiro passo e meus indicador desliza pela face tomada pelo fluido aquoso e incolor mais conhecido como suor. Não me importo com a umidade, não faço o tipo fresco que se intimida com qualquer sujeira. O fato não se adapta a Baby, é claro. Pois é por tal afronta que me encontro nessa situação. É por isso que eu matei todos eles. A destra fecha em um punho e minhas íris perdem o foco quando ambas as mãos se direcionam contra o rosto alheio em socos consecutivos que deformam a face alheia ao expressar a emoção que senti quando Baby foi violada.


  • Nível: 3;
  • Especialização: Atacante;
  • Atributos: Força: 20, Inteligência: 15, Resistência 10, Agilidade 10, Vigor 10, Carisma 10;
  • Perícias: Armas de Fogo, nível calouro; Mira, nível calouro; Pilotagem, nível calouro;
  • Poderes: Rastreadora, Longevidade, Super-Força, Super-Agilidade, Super-Resistência, Regeneração (Fator de Cura), Auto-Sustentação.


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Re: NARRADA, easy rider

Mensagem por Adam Warlock em Seg Abr 03, 2017 4:29 pm

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É um dito popular que quem mexe com a mamãe coruja, volta com a xota ardendo. No caso deles, tiveram a audácia em manchar a lataria de ano inox da motocicleta, amorosamente nomeada como "Baby". A punição a estes foi a morte, nada mais justo, é claro. Porém, a dona e justiceira, tomada pelo espírito da vingança, não saiu totalmente ilesa, somente alguns ferimentos superficiais adornaram a carne da fêmea, nada que a regeneração anormal não lidasse.


Recompensas


i. -20 de HP. Para recuperar, só fazer um post em rp.
ii. 5 níveis (+25 pontos de atributo e +5 de perícia)
iii. -3 níveis de fama (fama negativa).
iv. Distribua os pontos aqui: http://injustice.forumeiros.com/t461-solicitacao-de-atualizacao



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