FORCHHAMMER, Emma Saar

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FORCHHAMMER, Emma Saar

Mensagem por Emma Saar Forchhammer em Ter Mar 21, 2017 10:33 pm

original




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Emma Saar Forchhammer;
ii. COMO É CONHECIDO: Sharper;
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Mutante;
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 22 anos;
v. PRIMEIRO RESPIRO: 06 de outubro de 1995;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Dinamarquesa;
vii. COMPORTAMENTO: Neutralidade bélica;
viii. COMUNIDADE: Anti-herói.

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 60PA
ii. ESPECIALIZAÇÃO: Atacante (+5 de força);
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 15INTELIGÊNCIA: 12
RESISTÊNCIA: 12AGILIDADE: 12
VIGOR: 12CARISMA: 12



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. Lábia, pedagogo;


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

Mimetismo empático + Percepção


Conte o histórico


O homem sorriu, esticando as mãos calejadas para tocar o rosto esquálido da pequena Emma. Os cachos ruivos cobriam-lhe a face enquanto ela fazia o seu melhor para se esquivar do toque dele, mas a parede úmida e as cordas que atavam seu pulso não a permitiam isso. A mão dele a tocou, secando as lágrimas que escorriam de seus olhos.
Por que você chora, bonequinha? — ele sussurrou, a sua boca próxima a orelha da garota, as mãos tocando-a nas coxas desnudas — Você nunca vai se esquecer de mim, bonequinha.

5 ANOS DEPOIS.


O jornal daquela manhã apresentava uma matéria sobre a segurança de Nova York, apontando o Bronx como a área mais perigosa da cidade. As três da manhã, próxima a um bar de aspecto asqueroso, Emma não tinha outra opção se não concordar com o que era apresentado.
As orbes verdes mantinham-se atenta ao movimento irregular do bar, somente a espera dele. Depois de três anos, Emma finalmente conseguiria sua vingança.
A jovem encontrava-se do outro lado da rua, apoiada na parede de tijolos despreocupadamente. Ela tinha ansiado tanto tempo por aquele momento que pouco se importava se algo acontecesse a si mesma. Tendo passado a maior parte da sua vida a mercê de um homem cruel, não havia muito com o que se assustar, principalmente hoje.
O relógio em seu pulso recém marcava três e vinte da manhã quando ela o viu deixando o bar. As roupas largas e puídas eram um contraste perfeito com a barba mal feita e os cabelos compridos e sujos, assim como os olhos fundos e olheiras escuras.
Emma o seguiu.
Viu o homem que destruíra sua vida cambaleando pelas ruas escuras até ao quarto mal-cheiroso que ele chamava de casa. Ela o viu lutar contra a fechadura antes de segurá-lo pelo ombros e arremessá-lo contra a parede oposta do beco.
Ainda na noite anterior, Emma tinha encontrado um estranho garoto, mas tão forte quanto só ele conseguia ser. Com um simples toque, o poder dele era seu.
Pelo menos por agora.
Um sorriso débil surgiu no rosto angelical conforme ela se aproximava do homem-monstro. O simples humano que manchara para sempre a sua vida. O corpo de Emma se projetou sobre o dele e o cheiro de alguém que não tomava banho há, no mínimo, três dias, misturado com o cheiro de bebida barata.
Você nunca vai se esquecer de mim, bonequinho. — ela sussurrou, ainda sorrindo.

Outras Coisas

— Emma nasceu na cidade de Aarhus, vindo para a cidade após a morte de sua mãe;
— Nunca conheceu seu pai, apenas carrega uma foto dele e seu sobrenome;



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