— Bring your love baby I can bring my shame

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— Bring your love baby I can bring my shame

Mensagem por Tohma Oehlert Falkreath em Qui Mar 23, 2017 12:12 pm

Bring your love baby I can bring my shame
A roleplay é iniciada pelo post de tohma oehlert falkreath, seguindo por Alycia Blaschke. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 02 de janeiro de 2011 (FLASHBACK), EM UM HOTEL. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


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Re: — Bring your love baby I can bring my shame

Mensagem por Tohma Oehlert Falkreath em Qui Mar 23, 2017 1:31 pm

These f*cking eyes that I'm staring at
A obsessão pode conduzir as circunstâncias a algo mais, ligeiramente, crítico. Aliás, o que ela, a obsessão, não lhe deixa fazer? Você crê em estar tão certo, mas não tão errado é como está mesmo. Acho que "obsessão" era a palavra que descrevia, singularmente, aquele que recebe General Zod como alcunha. Ambição é uma tendência complementar a essa sensação, coisa que também possui. Seria o pior dentre todos e forçaria a si mesmo e o universo em torno a comprovar tal fato, mesmo que necessite abusar de suas capacidades, transformar-se-ia em algo concreto.  

Noite passada, em uma comemoração da virada do ano, Falkreath viu-se em uma festa de néon. Não que fosse uma pessoa com costume social, a frequentar eventos do gênero, e era bom devanear em reformular seus princípios. Foi sem acompanhante, nem ao menos um amigo para conversar qualquer merda. Mas nem por isso se deu ao luxo de não desfrutar do álcool, uma coisa que considerava como a única paixão. Pelo menos, que já tinha conhecido ao longo dessas cinco décadas. No entanto, ao longe do bar, avistou uma figura, de silhueta feminina, esta que lhe chamou a atenção.

Olhando-a, os acontecimentos ao redor e o próprio mundo transgrediam com mais lentidão, ao mesmo tempo em que ela deslocava-se, a dançar no ritmo delicado da música, normalmente. Sozinha. Analisou. Isso é uma vantagem para o moreno. Confiante, transpassou essa atmosfera convicta nas curvaturas dos lábios, em um sorriso de canto. Quase privou-se da visão, estreitando o olhar. Aproximou-se e puxou uma conversa.  

Ela bebeu demais.

Quando as pálpebras femininas ergueram-se, só pôde perceber que a localidade não era mais o cenário festivo. Pelo contrário, era um hotel, bem luxoso por acaso. Estava em um quarto grandioso, de cama larga, com panos alvos. A morena não estava mais com o vestido de horas antes, vestindo a peça íntima e uma camiseta do homem. O ruído do chuveiro adentrou as vias auditivas alheias, lhe dando a ideia de que não estava sozinha.

O som parou.

Poucos minutos depois, Tohma surgiu da porta da esquerda, com o torso desnudo e usando calças. A toalha branca era o objeto usado para secar os fios avelãs de médio porte, estes que insistiam em cair de fronte ao rosto. A voz feminina o fez crer que ela despertou, o que levou a aproximar-se a ponto de sentar na beirada da cama. — Dormiu bem? — Interrompeu o questionamento dela, verbalizando a interrogação, rouco.

A garota estava cagando e andando para se dormiu bem, ou não, só queria tomar a consciência do local em que jazia. O rapaz ostentou uma expressão curiosa, entremeio a curiosidade da outra. Arqueou as sobrancelhas imediatamente. — Está na minha casa, ué. — Depois de tanto bater na mesma tecla, respondeu uma das perguntas. — As suas roupas foram tiradas, porque você suou demais e vomitou nelas. — Enquanto soltava a voz, dando sequência ao complemento, o maior andou até o guarda-roupa. Tirou do móvel um camisa de botão, avermelhada, e a vestiu. Novamente, retornou a onde sentava-se. — Acho que não seria nada educado, nem saudável, deixar você naquela festa, nessas condições. — Entrecruzou as falanges de fronte à mandíbula, apoiando os cotovelos acima dos joelhos. — É Alycia, né? Teu nome... — Precisava da confirmação. — Tohma. — Apontou o próprio polegar para seu tronco.


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Re: — Bring your love baby I can bring my shame

Mensagem por Alycia Oehlert Falkreath em Sex Mar 24, 2017 6:55 pm

sucker for a wild boy
A noite anterior vinha em flashes.

Ela se lembrava do gosto das bebidas, mas não da quantidade de copos. Ela se lembrava dos toques, mas não das pessoas. Ela se lembrava de tudo, mas, ao mesmo tempo, de nada.

Passou as mãos pela cama, procurando qualquer contato humano que pudesse ter. Quando, finalmente, percebeu que estava sozinha, abriu os olhos. Encarou o teto do quarto, retirando o cabelo do rosto. De algum modo, as memórias pareciam não vir. A única confirmação que teve era de que não era sua casa e que não estava sozinha, graças ao barulho vindo do chuveiro, fazendo com que a mesma quisesse fugir, deixando qualquer um que estivesse se banhando para trás. Mas, graças a falta de roupas, documentos e dinheiro, deu-se por vencida e continuou onde estava, focando-se em lembrar-se do que acontecera.

"Alycia engoliu mais um shot, virando a cabeça para trás. Começou, então, a rir alto, apreciando o efeito que as outras bebidas já ingeridas a davam. Por tudo que já havia tomado, não sentia mais a queimação, apenas o efeito que a deixava tão feliz. Levantou, então, levando consigo sua bolsa, e se dirigiu a pista.

Ela dançava o melhor que conseguia graças ao seu estado, balançando os braços em conjunto ao quadril, soltando risadinhas e sorrisos bobos, graças ao trago que dera em algum cigarro oferecido a minutos atrás. Quando a cintura foi tocada, se virou bruscamente, jogando os braços em cima do rapaz. — Hey, smakelijk! — O holandês saiu rapidamente dos lábios avermelhados, fazendo com que disparasse a rir, ainda mais alto do que antes.

E foi ai que ela começou a se esquecer de tudo."


Quando deu por si, um garoto estranho já saia do banheiro, juntando as lacunas da sua memória. Olhou para baixo, passando as palmas pela camiseta masculina, indignada. Alguém ali viraria um coelho e ela tinha certeza que não seria ela. — Não. Não, não. Não. Nope. Nananinanão. O que você fez comigo? — Os olhos começavam a se encher de raiva a cada segundo sem uma resposta, obrigando-a a fazer mais perguntas. — Onde eu estou? Minhas roupas? Dinheiro, documentos, essas porras? Onde estão? — Ouviu a explicação, não acreditando nelas.

Rolou os olhos, saindo de cima da cama. — Sim, Alycia. — Andava pelo quarto de hotel com pressa, procurando qualquer coisa usável. A bolsa foi a primeira que encontrou, tirando de dentro da mesma um vidro, com conteúdo azul ciano. Engoliu o que estava no mesmo, virando-se para que mais dúvidas fossem cessadas. — Por que você assumiu que eu não conseguiria me cuidar? — Arqueou uma das sobrancelhas, dando-se por ofendida depois de tanto tempo.

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Re: — Bring your love baby I can bring my shame

Mensagem por Tohma Oehlert Falkreath em Dom Abr 02, 2017 2:02 am

These f*cking eyes that I'm staring at
As lembranças da noite anterior, tais como a da madrugada que protagonizou em seguida, soavam claramente nas correntes elétricas, originadas pelos neurônios. Por sorte, apesar da idade sutilmente avançada, mesmo que não se transpareça fisicamente por ter um físico jovial e invejável, a morte das células cerebrais ainda não era uma condição que o atrapalhava. Os conhecimentos biológicos ensinam que essas, em particular, quando falecem, não existem recuperação e regeneração, nem tratamento; precisa lidar com as consequências que o precedem. É uma tarefa diária.

A festa, em si, não tem o que de especial a ser memorizado, grafado nas paredes carnais do cérebro dele, afinal, não tardaria muito tempo para esquecer, por efeito e consequência da memória curta, do que aconteceu. A influência da bebida afetava isso, no entanto, a resistência a álcool era bem mais notável nele do que aos demais humanos. Não era, de fato, totalmente humano, mas não sabia o que exatamente era. Os neons das luzes fluorescentes piscavam frequentemente, dando-lhe uma latente agonia cranial. Não tinha costume a comparecer em locais como aquele, tanto que era a primeira vez em que posava os pés em uma boate. Fora esse detalhe, únicas coisas que guardava o sabor no paladar foram duas: o whisky, importado de sei lá onde; e dela.

O banho não durou tanto quanto merecia, só o bastante para limpar-se de quaisquer sujeiras. Os resquícios do líquido suado pelos poros também, mesmo sendo poucos ou mínimos, foi retirados com a fluente vertical da água, a qual vazava dos buracos do chuveiro. Com a toalha enrolada no cabelo, tipo um turbante, saiu do banheiro, ouvindo o ranger a porta, enquanto puxava. De imediato, a imagem tida pelas vistas foi de que ela já estava despertada. Acordada até demais, para ser sincero.

— Que felicidade em ver a minha pessoa, garota. — Ironicamente, a fala soltou instantes mais tarde dos ruídos negativos, que a mais baixa resmungava. A permanência dos olhos fixou-se aos dela, mirando diretamente a esfera negra, contornada pelo circulo predominantemente translúcido. A andança deu-se a guarda-roupa, onde tirou uma camisa. Anteriormente jogou a pedaço de tecido que escondia seus cabelos acastanhados, jogando os fios para trás no processo com a flexão das falanges. Botão por botão, perpassou-os pelos pequenos buracos, cerrando a mesma. — Por que eu faria algo? — Rebateu o questionamento.

Sentado à beirada da cama, os olhos rolaram verticalmente, revirando estes. Acompanhou-o com esses, vendo que vasculhava o quarto por inteiro, em busca de quaisquer coisas. Da bolsa tirou um negócio azulado; um frasco, que ingeriu sem remorso e receio. Zod só pode curvar as sobrancelhas, surpreso com o fazer tão repentino. Piscou poucas vezes, ao mesmo tempo em que selava o encontro dos braços, cruzados, em choque ao próprio peitoral. — Estão em cima da mesa, na sala de estar. — Apontou com o olhar o corredor onde deveria seguir, para chegar a tal lugar citado.

Seguiu-a, com espaçamento seguro entre ambos. Havia revirado as coisas dela só para verificar sua identidade, o que não foi tão fácil de ser achado em meio a trocentos itens. No meio do caminho a garota parou, interceptando a passagem do mais velho. Ele ficou quieto, sem mover um músculo bruscamente, encarando-a diretamente no rosto. A face que ostentou era séria. — Bem, primeiramente, você estava podre de bêbada. — Articulou o maxilar, falando com precisão a resposta, em partes. Suspirou. Apoiou o braço à parede lateral. — E nem conseguia ficar em pé direito. — Continuou. Batucou as pontas dos dedos contra o plano, gerando um sonido breve, já que fez por curtos segundos. — E tuas acompanhantes deixaram a festa antes de ti. — Deu uns passos a frente, parando a centímetros em frente a ela. — Porque estava flertando comigo. — Deu uma piscadela com a destra. — Mas, relaxa. Não abusei de ti, nem nada. Não faria isso com quem tá com estava nas mesmas condições que você. — Deu um riso cínico, minúsculo.



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Re: — Bring your love baby I can bring my shame

Mensagem por Alycia Oehlert Falkreath em Seg Abr 03, 2017 6:49 pm

sucker for a wild boy
O vidro retornou até a bolsa com um movimento simples de seus dedos, estes que procuravam por outro objeto, dessa vez, procurava pela arma de fogo que carregava, assim como a licença da mesma. Manteve os dedos em volta do cabo, sem que a mostrasse para o homem. Continuou com a palma no local ao erguer sua cabeça, encarando-o. Olhava no fundo dos olhos do mais velho, conforme ele falava, decidindo se acreditava nele ou não. Assentiu com o crânio, em um movimento rápido. Soltou, pouco a pouco, o seu pertence, tirando, pouco a pouco, o membro superior de dentro da pequena mala, deixando-a sobre a mesa. Caminhou até que seu peito se chocasse contra o dele, cruzando os braços abaixo dos seios, em uma expressão mandona e emburrada. — Preciso de algo para vestir, minhas roupas estão vomitadas, não? — Usou a ponta dos dedos para tirá-lo de perto de si, passando por ele em passos em velocidade mediana. Assim que chegou na beirada da cama, retirou a única roupa que utilizava, arremessando-a nele. — Meu sutiã não foi vomitado, foi? Eu gostava dele. — Soltou um suspiro, acabando por se sentar de frente para Tohma, cobrindo os seios com as mãos.

Ela deixara a bolsa para trás sem remorso, estava, agora, pouco se lixando se ele tentaria algo ou não. Sem sua arma, ainda tinha todo o poder mental, que seria prontamente usado contra o mesmo se ele viesse 'tirar pira'. Abriu um sorriso alegre ao ter o sutiã entregue para si, o vestindo o mais rápido que pode, estando, agora, vestida com pelo menos a roupa intima. O sorriso se fechou ao se deparar com a situação de que não tinha nada disponível para que usasse. — Como eu vou embora, Tomás? — Não deu-se o trabalho de checar se 'Tom' era realmente o nome do homem, apenas disse o mesmo, dando-lhe uma olhada de cima a baixo ao ser corrigida. — Tohma. Tanto faz. — Revirou as orbes claras, passando a mão pelo cabelo castanho, tirando-o qualquer fio de cima de seus olhos. — Uh-hum. — Murmurou, olhando para as unhas, sem o minimo de atenção na fala que tinha a obrigação de escutar para que a conversa fosse razoavelmente boa. Fez uma anotação mental sobre fazer as unhas, assim como deveria comprar algumas coisas para que preenchesse a geladeira de sua casa, até que, quando notou que ele parara de explicar. — Ok. Agora repete, porque eu não entendi.

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Re: — Bring your love baby I can bring my shame

Mensagem por Tohma Oehlert Falkreath em Qua Abr 05, 2017 8:43 pm

These f*cking eyes that I'm staring at
A bendita e santíssima ignorância da menina capacitou o revirar dos olhos masculinos, estes que não simulavam nem uma satisfação. Durante o que fazia, o sopro de gases deu-se por vencido, superando a vontade em renegá-lo. Ata. Pensou consigo mesmo. Não tardou muito para que notasse que Alycia focava-se demasiadamente no saco de couro, o qual apelidava de "bolsa". Sem mais se dar o luxo da demora, o olhar kryptoniano invadiu o tecido, mesmo a distância em que mantinha-se, enxergando através de quaisquer camada protetora. A visão tida com isso foi de alguns objetos, coisas básicas de mulher, como: kit de maquiagem, a carteira, papéis de contas atrasadas, uma pistola e um vibrador veiudo 22cm preto; sendo os dois últimos mais comuns. Passeava as pontas das digitas pelo espaço da cavidade, onde guardava os itens, até mesmo pelo o cilindro e brinquedo sexual. No entanto, preferia tatear o cabo da pistola, preparando-se para sacá-la. O mais velho somente arqueou as sobrancelhas, apresentando nem uma fobia a disparos, casos ocorressem.

— Não saque a arma, sua policial! — Ergueu os palmos, fazendo pose de rendição. Era uma simplória atuação visivelmente malfeita, já que disto não manjava em nada. Desfez a postura com um riso presunçoso nos lábios. — Nem preocupe-se em atirar qualquer merda em mim, senhora. — Afirmou. De fato, estava certo. Conhecia os limites de sua carne, a qual era tão resistente quanto uma parede espessa de ferro. Já tomou bala para tirar tais conclusões. — Não funciona comigo. — Deu palmadas contra o próprio peitoral, na esperança de um ruído metálico criar-se. E nada. E, então, cruzou os braços, assim como a outra fazia. — E o meu vibrador de carne é mais comprido do que o teu de brinquedo. — Cinicamente, sorriu, ostentando um canto. E é verdade, só para confirmar.

De um momento para o outro, a garota privou-se de roupas, ficando nua, exceto se não fosse pela calcinha. O rapaz continuou a exibir uma face neutra, séria mesmo diante do belo vislumbre dos seios garota. Entretanto, não estendeu-se por muito tempo, pois ela escondeu o busto com os antebraços por ter cruzado os membros superiores. — O sutiã... — O sorriso de malícia ainda era formado na boca dele, enquanto a maneira que mostrava-se, ela continuava. — Bem, digamos que precisei dar os meus modos nele. — Para a falar a verdade, não lembrava-se do que aconteceu com a peça tirada. Enfim, não é algo que importe muito. — Aliás, você tem belos peitos. — Comentou, descaradamente.

Ah. Ligeiramente lembrou-se do que rolou com sutiã: estava suado, então colocou-o para lavar. — Espera, garota. — Com lentidão, andou pelos corredores, indo de encontro ao cômodo da lavadaria. Na secadora encontrou a peça nos conformes, pegando-a. No minuto seguinte retornou a onde a menina jazia, jogando o item para a mesma. — Tá'qui. — Disse em meio ao arremessamento, o qual foi aparado no ar. — É Tohma. — Interpelou diante ao erro rude sobre como foi chamado. Proferiu palavras quaisquer, sem sentido algum, já que notava que ela não estava prestando a devida atenção. Preocupou-se em mais olhar a unhas, contendo a vontade em roê-las. — Você não sabe nem fazer um boquete direito. — Surpreendeu-se, que com essa frase ofensiva, a morena notou-o. — Ah. Então tá acordada? Ótimo. — Apontou a direção da porta com o olhar. — A saída é por ali. Fique à vontade para sair, mas logo aviso que o almoço tá quase pronto.


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