[RP Fechada] - Family Reunion

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[RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Vincenzo Stark em Sab Mar 25, 2017 5:48 pm

Family Reunion
A roleplay é iniciada pelo post de Vincenzo Stark, seguindo por Melanie Stark. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 02/02/2017, Restaurante da Família Stark. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.


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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Vincenzo Stark em Sab Mar 25, 2017 9:50 pm


Professor
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Era um dia cheio para mim além de acabar de voltar de uma visita a um juiz que estava me ensinando um pouco como me comportar no meio de uma multidão, ele com certeza era um mutante assim como eu, porém eu poderia ler mentes já ele era um mutante mimético e sendo assim muitas das vezes passava maquiagem devido algumas partes de sua mutação que eram visíveis em seu corpo, porém, essa não era hora de pensar nisso e sim de ir atrás de minha família ao qual eu nunca conheci apenas sei que existe devido ao testamento de minha mãe onde ela havia contado toda a verdade.

Ia para o restaurante de minha família com uma roupa simples nada de muito chique já que não tive nenhum tenho de comprar alguma coisa devido a essa ajuda do mutante mimético que me dava uma ajuda ou melhor dizendo aluas de comportamento já que eu não tinha muito sendo que vim do interior e assim que vi a fachada do restaurante queria cair duro no chão, tinha uma foto de minha meia irmã devido minha mãe a guardar e dar depois de sua morte e sendo assim engoli o ar seco que tinha entalado em minha garganta e em seguida comecei a entrar no recinto.

Quando entrei comecei a procurar por minha irmã perdida e sendo assim olhava para cada pessoa no lugar, seus pensamentos eram de ricos querendo mais e mais dinheiro, outro em um carro novo e as mulheres ali em joias e mais joias até então ver minha irmã ao longe e com um sorriso começava a passar pelo garçons e com minha mão direita tentava chamar sua atenção. -Mel? Mel! - Dizia gritando em quanto todos me olhavam estranhamente se afastando um pouco.



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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Melanie Stark em Seg Mar 27, 2017 6:23 pm

Little Brother


Hoje eu não acordei muito feliz, devo confessar. Acontece que, quando se é uma heroína em tempo integral, você nunca descansa direito, sabe? E apesar de eu ser incrível, não posso fugir da verdade, eu no final das contas sou humana! Estaria errada se dissesse que dormir é sempre bom, já que se perde muito tempo dormindo, mas o descanso é muito bom e necessário, então é claro que eu queria muito disso, só que sabia hoje que não teria, como é em todas as manhãs... Por que esse meu mal humor matinal? Bem, talvez deva estar na fase em que essas coisas são mais comuns, ou simplesmente por que estou cansada de ser acordada pelo meu mordomo-computador.

Só que, para a minha sorte, esse mal humor foi desnecessário, pois logo que eu me levantei e chequei com Jarvis quais as emergências para hoje, não minto em dizer que estava contente em ver que o que me aguardava era apenas meu cronograma como empresária, e nenhuma emergência como Iron Lady. Claro que adoro fazer o que faço, colocar idiotas nos seus devidos lugares, cuidar do mundo para que não se destrua e... bem, tudo o que alguém como eu pode fazer pelo mundo (o que engloba uma infinidade de coisas, que eu não vou descrever aqui para me estender, sorry), mas às vezes é bom ser só eu mesma e cuidar das minhas coisas.

Por sorte, hoje foi assim, pois nenhum grande mal apareceu para dominar a cidade, destruir o mundo ou coisa do tipo, então pude relaxar um pouco. Claro, ainda tive que ajudar à administrar minhas empresas e resolver alguns assuntos internos, mas dava para fazer isso ao mesmo tempo em que eu relaxava na piscina, então eu o fiz! Só tive que mudar o local da reunião da sala chata de reuniões, para a piscina da cobertura do meu prédio.

Mas enfim, meu dia acabou sendo ainda melhor do que eu imaginava, admito. Foi só no final da noite que eu tive que fazer algo fora da minha agradável zona de conforto. Mas quem dera eu que nada poderia dar errado...

Acontece que, hoje, no fim da noite, eu estava no restaurante da família (um deles na verdade) jantando com o homem que poderia me fazer sorrir um pouco mais ainda hoje, e estava tudo na mais perfeita paz como sempre foi nos restaurantes dos Zenetti (sério, o ambiente é o máximo, você tem que visitar uma vez para ver, é incrível!), até que um palhaço de repente entra gritando algo que realmente me deixou desconfiada a princípio, por isso pedi licença para o homem sentado do outro lado da minha mesa, o meu encontro de hoje, para falar com meu mordomo computadorizado, pois tinha que cuidar daquilo- Jarvis, pode levantar para mim todos os dados relevantes sobre o homem escandaloso que acabou de entrar no restaurante? Só quero que me diga se ele é perigoso. Talvez esteja perseguindo alguma Mel, ou perdeu alguém com esse nome... -pedi para o meu amigo, ao pressionar o broche na minha roupa, próximo do meu decote e apontá-lo na direção do homem que entrara, para dar ao computador alguém para analisar já que apontara a câmera escondida no meu broche para o sujeito.

Não demorou muito e meu amigo logo falou ao meu ouvido, através do comunicador disfarçado que eu sempre carregava comigo- Não encontrei nada sobre o indivíduo na polícia, madame. Nenhum antepassado, reclamação ou qualquer indício de que representa ameaça. -ele me avisou, e ainda assim eu fiquei mais desconfiada- Só por que não está registrado, não quer dizer que está limpo... -comento, me levantando do meu lugar aos poucos, pensando já em agir- Devo enviar reforço madame? -perguntou, como sempre sendo cauteloso comigo, o que me faria até sorrir... se não fosse de sua programação... e também, eu estava concentrada em outras coisas agora para me importar com isso- Não, eu cuido disso. Mas pode enviar alguns martinis para o meu quarto antes de eu chegar em casa. Tenho que ter algo para fazer quando eu chegar lá, por que eu acho que esse maluco estragou a minha noite... -disse para Jarvis, respirando profundamente para tentar acalmar a raiva que eu sentia daquele sujeito estranho.

- Opa! Oie? Mel? Desculpa senhor, mas acho que se confundiu. O empório do mel fica do outro lado da cidade. -brinquei, assim que me levantei do meu lugar, e comecei a andar na direção do sujeito, me aproximando dele com calma, com as mãos cruzadas à frente do meu rosto, enquanto meu vestido ondulava à cada passo que eu dava em sua direção. Como se fosse sincronizado, assim que cheguei a cinco metros do homem, os seguranças do restaurante se aproximaram por trás do mesmo, tentando agarrar seus braços para imobilizá-lo enquanto eu tentava falar consigo- Agora me diz, que mel você procura? Mel de brezo, tília ou... não sei... algum que valha bilhões de dólares e vista uma armadura vermelha e amarela super legal? -pergunto, ainda falando ironicamente com o sujeito, debochando enquanto me aproximava. Claro que era uma forma nada gentil de perguntar se ele me procurava, afinal todos sabiam da minha fortuna e, claro, que eu visto a armadura da Iron Lady, nunca escondi isso... era só ele ter um pouco de cérebro e iria entender a referência...

O que? Me culpa por estar zangada por terem estragado a minha noite? Sinto muito, mas não ligo para sua opinião, pois eu estava mesmo irritada... e ele tinha é sorte por eu não descontar nele fisicamente a minha frustração- Não, esquece! Não vou perder meu tempo com um maluco ou bêbado que não sabe como se portar em um restaurante acima de seu nível. -e então dou de ombros logo após as minhas palavras, dando as costas para o sujeito e andando com calma de volta para a minha mesa, fazendo questão de fazer barulho com meu salto enquanto andava- Só o tirem daqui, ok? Sem mais escândalos. Se ele entrar de novo ou fazer qualquer outro escândalo hoje, podem chamar a polícia. -ordenei aos seguranças, enquanto continuava a andar, com calma... só para saber o que ele iria fazer.

Pois é, o dia não poderia terminar de forma agradável, não é?

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OFF: Estreando! Espero não ter começado muito mal ><  


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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Vincenzo Stark em Seg Mar 27, 2017 7:03 pm


Professor
The Mentalist

 
 
 


Então ela não sabia mesmo quem eu era e isso poderia perceber pelo jeito que a mesma falava e como se comportava e assim que a mesma estava tirando sarro de minha cara apenas a observava até que então os seguranças do restaurante logo me imobilizaram e eu apenas continuei ali sabendo que eles estavam vindo graça a meus poderes.

"-Melanie pede pra eles me soltarem por favor." - Dizia em sua mente sem fazer nenhum esforço para me soltar tetando manter a minha calma ou até mesmo resistir em apagar a memória deles já que iria dar um grande esforço para mim e sendo assim apenas olhava para ela fixamente.

"-Se quer saber quem eu sou e o que estou fazendo aqui pede pra eles me soltarem!" - Dizia para ela usando meus poderes para que os guardas não desconfiassem de mim já que eu não era o único mutantes ali. "-Outra coisa não fala nada do que está ouvindo já que posso sentir os outros mutantes por perto e eles não gostam de telepatas." - Falava calmamente com um sorriso no meu rosto como se fosse um idiota.

"-Ler e conversando pela mente"

Poderes Usados:
Ler mentes: Capacidade ler mentes e projetar seus próprios pensamentos nas mentes dos outros dentro de um raio de aproximadamente 250 milhas. Com esforço extremo, ele pode estender grandemente esse raio.

Detecção de Presença Mutante e Humana: Ele também pode sentir a presença de outros mutantes sobre-humanos e humanos comuns dentro de um pequeno raio de si mesmo ao perceber as distintas radiações mentais emitidas por tais seres. Para detectar a presença de mutantes além deste raio, ele deve amplificar seus poderes.



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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Melanie Stark em Qua Mar 29, 2017 12:13 am

Little Brother


Enquanto eu voltava para a minha mesa, ainda tentava entender por que é que de repente apareceria alguém aleatório justamente em minhas horas de folga para acabar com o único encontro que eu havia conseguido em uma semana, após trabalhar tanto para manter a cidade segura e meus lucros no céu. A essa hora na verdade eu nem lembrava que havia um homem na minha mesa me esperando para voltar à conversar comigo (um bem gato aliás, loiro e alto, me impressionou com seu porte físico, só não me deixou muito animada com seu baixo Q.I., mas tudo bem, acho que agora não importa mais), pois enquanto eu voltava a andar, dando as costas para o sujeito segurado pelos seguranças do meu restaurante, imaginava de onde é que ele havia vindo, para eu pesquisar mais depois que ele saísse... Mas quem é que disse que ele saiu?

Mal dei as costas e nem consegui dar um passo, pois Jarvis disse uma coisa para mim pelo comunicador escondido na minha orelha- Madame, seu equipamento de bloqueio detectou uma tentativa de invasão mental. -quando ele disse isso, minha mão foi imediatamente para dentro da minha bolsa, enquanto eu perguntava- De quem? -pergunto, esperando sua resposta para tirar minha mão da bolsa- As ondas telepáticas detectadas indicam o sujeito nove metros atrás da senhora, imobilizado pelos seguranças da senhora.. Mas era um recado. -e então disse-me o que o telepata queria me dizer, sua primeira frase, pedindo para que eu o libertasse. Tudo bem que eu demorei alguns minutos para responder, e ainda conversei com um computador que se comunica comigo através de um transmissor oculto, então era capaz de ele me achar louca, mas tentei falar como se nada tivesse acontecido.

- E por que te libertaria? Poderia muito bem estar aqui para me matar com seus poderes. Ou... não sei, talvez você tenha sido treinado para impedir que eu transe com caras legais e bonitos que eu acabar de conhecer... e se for esse o caso, eu tenho é que te matar. -expliquei para ele, ainda debochando enquanto que, após o apertar de um botão oculto, o interior da minha bolsa (seu tecido metálico que o reforçava) começava à envolver o meu braço aos poucos, se encaixando e se reformulando por inteiro, peça por peça, para formar o braço de uma das minhas armaduras, uma versão básica, apenas para defesa pessoal, e logo após isso, eu deixei a bolsa cair da minha mão, após pegar de dentro da mesma uma célula de bateria portátil que eu carregava para emergências. Não daria para enfrentar uma longa batalha ou mesmo parar criminosos super-poderosos, mas era o suficiente para eu disparar alguns feixes de energia ou trocar bons socos, então podia me sentir mais segura.

Assim que estava armada, apontei o meu braço na direção do telepata, com minha mão aberta e a palma da minha mão brilhando, sinalizando que estava pronta para dar um tiro no sujeito em qualquer movimento em falso seu. E claro que as pessoas ali se assustaram, e até se levantaram quando viram aquilo, mas eu tentei acalmá-los- Opa, relaxem, ninguém vai se machucar. Certo amigo? Ou vai preferir sair daqui da forma mais difícil? -pergunto, com a mão ainda aberta e brilhando, apontada para seu rosto ainda- Por favor, fala que vai ser da forma mais difícil? Por que, acho que daqui consigo fazer uma tatuagem que vai ficar muito legal nesse seu olho direito... -pedi, sorrindo de forma sarcástica enquanto me preparava para atirar. É, demonstrar confiança era uma forma de acalmar os nervos dos que dependem de mim, e isso para mim é até normal, pois tenho mesmo motivo de ser confiante.

Só que, foi então que ouvi Jarvis me transmitindo suas novas ''palavras mentais'', ou recados telepáticos, como preferir- Ou eu posso te expulsar daqui com uma onda não-letal do meu repulsor, e só te processar por atormentar a paz. -disse, dando de ombros logo em seguida, após ele dizer que teria que mandar que o soltassem se queria saber o que ele fazia ali. Sendo sincera, aquilo me deixou curiosa, mas não parecia ser muito importante, então... bem, por mim tanto faz se ele dissesse ou não. Aliás, sua última mensagem que o Jarvis me traduziu me fez até olhar com a sobrancelha arqueada para ele, sem entender bem aquele seu aviso sobre não revelar nada sobre ele.

Confusa, até abaixei meu braço com a armadura e olhei em volta- Mutantes? E eu deveria ter medo de algum? -pergunto ao sujeito (Vincenzo), descrente que ele havia me dito aquilo- Tá, vamos ver. -disse, antes de me virar para o resto do restaurante, levar minha mão até a boca e assobiar bem alto, chamando a atenção de todos ali, e também calando-os de uma vez, para eu falar- Oi? Então, eu sou a Iron Lady, vocês sabem, certo? A garota com armadura de metal que voa por aí, levanta carros, impede prédios de cair e... às vezes derruba prédios nos malvados para salvar a cidade e coisa do gênero... né? -pergunto, e todos ainda impressionados com a armadura de metal que eu vestia em um dos meus braços fizeram que sim com a cabeça, dando a entender que sabiam do que eu dizia- Ótimo! Dito isto, ele é um mutante telepata, mas está sob minha custódia, logo, ele é meu até que eu decida chutá-lo daqui, e quem tentar tirar de mim esse prazer, vai se ver comigo. Entendido? -novamente, todos fizeram ''sim'' com a cabeça, só que de forma confusa agora, sem entender por que é que eu dizia aquilo- Ótimo, agora, vamos, sei que há mutantes entre vocês, mas eu não ligo. Alguém quer atacar? Vão se juntar para atacar à mim ou ao telepata? -perguntei, e deixei uns bons minutos para alguém responder, mas... é claro, ninguém se manifestou.

Fazer o que? Quando se é boa no seu trabalho, ninguém se mete contigo! Por isso, logo me virei novamente para o telepata, para falar com ele- Viu? Ninguém vai nos enfrentar, não precisa se preocupar se vão gostar ou não de você. -comentei, falsamente tentando acalmá-lo, para logo em seguida apontar minha mão com a palma brilhante outra vez, para seu rosto, e pronta para disparar- Tem que se preocupar é em me convencer à lhe ceder o meu precioso tempo, ou vai ficar um pouco queimado na cara. -avisei, calma ainda, apenas falando de forma debochada para o sujeito- Agora, vamos, se tem algo de importante para falar, é agora! Vai, tem cinco segundos, por que minha noite é preciosa demais para perder aqui.

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OFF: Liga não viu? Ela só está com medo de o Vin machucar alguém com os poderes dele, aí por isso ela está sendo precavida e tentando resolver as coisas rápido, para que ninguém se machuque. Ela é um amor viu? <3  


<3


O equipamento que a Melanie está usando está oculto, mas bloqueia poderes telepáticos de serem usados nela e é feito da mesma tecnologia que há em seus capacetes, bloqueando qualquer tentativa de leitura, invasão, controle mental ou qualquer coisa derivada direcionada à sua mente, mesmo ilusões. Só que, ainda assim, Jarvis pode sussurrar à ela os recados que tentarem ser enviados para a mente dela, pois ele interpreta os sinais telepáticos sem problemas.
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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Vincenzo Stark em Qua Mar 29, 2017 9:34 am


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"Mas quer droga!" Pensava comigo mesmo tendo de contar a minhas verdadeira razão por eu estar ali e sendo assim respirei fundo e logo abri um sorrido meio idiota no rosto. -Tudo bem, eu sou seu irmão! - Dizia rapidamente a ela tentando me livrar de um peso em minhas costas.

-Sim eu sei quem é você, meu nome inteiro é Vincenzo Stark, mas sou conhecido por muitos de Professor X! - Dizia olhando para os seguranças ao meu lado logo voltando o meu olhar para Melanie tentando sorrir, provavelmente ela me acharia louco e não acreditaria em mim.

-Eu tenho provas, mas pra isso eu preciso pegá-las em meu bolso se me permitir. - Dizia calma sabendo que eu teria pelo menos uma carta de nosso pai e também a cópia do testamento de minha mãe em meu bolso.



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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Melanie Stark em Sab Abr 01, 2017 3:10 am

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Ainda estava pronta para disparar uma rajada de energia contra aquele invasor em qualquer que fosse o seu movimento em falso, não para matá-lo realmente, apenas para deixar uma marca, ou no mínimo que doesse bastante, de toda forma, faria de tudo para que ele não pudesse machucar a ninguém dali com sua telepatia, caso quisesse, e eu sabia que ele ainda poderia causar um bom estrago com ela nas mentes dos civis ali, o que só me deixou ainda mais preocupada. Por sorte, nem seria necessário isso, talvez, pois ele disse o que parecia querer me dizer desde o início e... é, eu não consegui evitar de ficar boquiaberta com suas palavras. Por sorte, Jarvis percebeu o estado em que eu me encontrara, em choque, e por isso já se adiantou e, de seu próprio jeito, tentou me ajudar.

- Madame, as análises fisiológicas do polígrafo e de seu rosto indicam que ele não mente. -informou a minha IA, logo após ouvir o homem à minha frente dizer que era meu irmão. Eu não sabia se ficava irritada por ele estar provavelmente tentando me abalar com essa informação, ou se ficava chocada por ter a possibilidade de eu ter alguma chance de ter ainda uma família. Tudo bem, qualquer um bem treinado pode passar pelo teste do polígrafo, e por isso não consegui confiar totalmente no teste- Verifique a veracidade dessa informação. Quero saber de sua precedência. -falei com Jarvis, que pelo visto havia previsto isso, pois logo emendou- Já estou fazendo isso madame. -informou, o que significava que estava pesquisando por registro de todo o mundo, e por isso talvez precisasse de algum tempo.

Por isso, resolvi prosseguir com a conversa mais um pouco, e com as palavras desse telepata, não seria difícil ter assunto- Professor x... -repeti, tentando me lembrar desse nome, que me parecia familiar, mas infelizmente não sabia. Enfim, como visto, ele queria mesmo colaborar, então eu fiz um sinal para os seguranças, que logo o deixaram em paz e voltaram aos seus postos com a minha ordem. Porém, ainda não abaixei o meu braço com a armadura apontada para o sujeito, por precaução- Acho que está ficando maluco, ou talvez usou algo bem forte que sobe rápido para a sua cabeça, pois eu perdi minha família inteira em acidentes... Mas tudo bem, pode pegar suas provas. Quero ver com meus próprios olhos. -disse, vigiando o sujeito.

E é claro, como sou multitarefas, ao mesmo tempo que o vigiava, também acabei pensando em uma coisa, quase uma piada- Espera... por que professor x? -perguntei, enquanto ele pegava a tal prova- As outras letras não estavam disponíveis? Ou tem alguma afeição pela letra? Não sei... tem tatuado aí em algum lugar? Sua mãe lhe dava sopa de letras apenas com a letra x quando era menor? -perguntei, de forma irônica para o sujeito, o que era minha forma de me acalmar enquanto que Jarvis também fazia sua pesquisa- Me pergunto, como é que deve ser a reunião com os professores das outras letras. O professor G é gay? Seria bem engraçado! -e após essa brincadeira, soltei uma curta risada. É, estava me divertindo um pouco, admito.

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OFF: Awn que lindooos <3  


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O equipamento que a Melanie está usando está oculto, mas bloqueia poderes telepáticos de serem usados nela e é feito da mesma tecnologia que há em seus capacetes, bloqueando qualquer tentativa de leitura, invasão, controle mental ou qualquer coisa derivada direcionada à sua mente, mesmo ilusões. Só que, ainda assim, Jarvis pode sussurrar à ela os recados que tentarem ser enviados para a mente dela, pois ele interpreta os sinais telepáticos sem problemas.
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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Vincenzo Stark em Sab Abr 01, 2017 2:12 pm


Professor
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Eu apenas a observava quando finalmente ela disse que eu poderia lhe entregar as provas e assim que os seguranças me soltaram pegava alguns papeis e a carta de nosso pai no bolso logo as colocando na mesa, sua pergunta me fez rir juntamente as suas brincadeiras.

-Parece idiota eu sei, mas bem eu sou professor e ajudo mutantes com suas habilidades, porém eu faço aulas particulares, já o X é d verdadeiro professor que vive em outra dimensão, mas ai estão as provas que queria. - Dizia tetando ser rápido e certeiro.

Os mutantes do local me olhavam no olho e eu podia ouvir seus pensamentos, muitos deles queriam me expulsar dali e outros me matar por saberem de meu poderes telepático e sendo assim olhava para cada mutante e apagava a mente deles, sem afetar Mel ou seus seguranças e sendo assim colocava minha mão esquerda com os dois dedos no mesmo lado para fazer isso com calma.

Poderes:
Manipulação da memória: Basta ele se concentrar em tal lembrança a bloquear, fazendo que essa lembrança nunca seja lembrada. Ele também pode inserir memórias falsas para que você se lembre algo que nunca aconteceu.



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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Melanie Stark em Seg Abr 03, 2017 1:42 am

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Chegou uma hora em que, enquanto eu me concentrava em falar com o sujeito ali, as pessoas já não ligavam mais para nós, entende? Digo, alguns ainda ficaram preocupados de me ver empunhar um braço da minha clássica armadura de Iron Lady, já que sabiam a destruição que eu causaria se descarregasse aquela energia em alguém ou em algo dali, dependendo da quantidade de energia que eu usasse de uma só vez também, o que é claro que assustaria muita gente gente e... bem, tinham razão em ficar atentos, mas os outros que não ficaram, também entenderam que não era preciso de alarde, afinal, eu estava com tudo sob controle.

Era até possível ouvir novamente o barulho de garfos e facas novamente, com a maioria ali voltando a almoçar tranquilamente e até conversando mais baixo que antes. Talvez por não quererem me atrapalhar, ou apenas por que estavam a falar da mulher ali que confrontava um perigoso mutante, ou algo assim. Bem, estava mesmo concentrada em outra coisa ali, por isso não me importei que conversassem, então continuei olhando para o sujeito enquanto que ele pegava algumas coisas, que deveriam ser as suas provas, enquanto que Jarvis ainda parecia estar procurando documentos sobre ele.

Bom, mas nem foi necessário, pois assim que ele me mostrou aqueles papeis, eu comecei a ficar impressionada, pois realmente parecia ser tudo... bom, no mínimo uma farsa muito bem feita, então para o guia das dúvidas, é claro que pedi ajuda ao meu amigo no comunicador- Jarvis. Está vendo isso? -disse, apontando o broche no meu peito para os papéis que eu folheava, certificados de nascimento, registros e todo tipo de coisa formal que dizia mesmo que ele tinha meu sobrenome- Sim madame, estou escaneando enquanto a senhora lê, e comparando com o que estou encontrando nos registros on-line. -ele me informou, enquanto que eu continuava folheando. E realmente, o que eu lia ali realmente me fez ficar com uma pulga atrás da orelha, mas eu não fiquei impressionada de verdade até ler a carta que estava ali no meio.

- Jarvis, analise a letra... -pedi, enquanto lia a carta do meu pai para aquele homem, e congelava logo em seguida. Eu realmente não sabia o que dizer ao ler aquilo, pois realmente meu pai parecia se sentir culpado na carta por ter traído a minha mãe em segredo e ainda ter deixado um filho em segredo do resto de sua família. No fundo, eu sabia já que resposta Jarvis me daria, só não queria admitir... mas, é claro, chegou uma hora que eu não consegui mais segurar o suspense, e disse- E então? -perguntei ao computador, querendo saber o que é que ele havia encontrado, apesar de já ter uma ideia- Os documentos que encontrei até agora coincidem com os registros feitos, todas as datas estão corretas. Seguindo o rastro digital deles, nada foi falsificado ou registrado recentemente. -ele me dizia, e eu começava a olhar agora para o sujeito que havia me entregado os papéis- E a caligrafia na carta é com 99,8% de certeza que é do seu pai. -ignorando a taxa de erro mínima (afinal, o papel estaria bem amassado quando foi-me entregue, por isso eu assumi que era isso que deixou o computador na dúvida, mas meus instintos já me diziam o que ali era verdade...

É, ele era meu irmão... bastardo, mas era... Então, foi aí que me surgiu uma dúvida, que é claro que não guardei apenas para eu mesma- Tá, tudo indica que você fala a verdade... -admiti, abaixando aos poucos meu braço com a armadura, e apoiando-me na mesa atrás de mim com minhas duas mãos- Mas e então, o que fazemos? O que você quer de mim? Dinheiro? Por que agora? -perguntei, ainda que um pouco desconfiada de ele ter me procurado tão tarde, se talvez soubesse há algum tempo já que eu existia. Bem, eu ao menos iria querer saber se tinha alguma família sobrando por aí, já que tanta gente da minha morreu em poucos anos... todos que restassem se tornariam preciosos para mim... Mas, antes que eu pudesse pensar naquele sujeito como realmente minha família, tinha que saber mais do por que de ele estar aqui e agora falando isso comigo.

Aliás, outra coisa que me deixou curiosa foi aquelas suas outras palavras que ele dizia para mim enquanto eu estava analisando seus papéis. Infelizmente, o choque da notícia fora tão grande que eu não prestei atenção em suas palavras antes, mas como sou realmente boa de memória, acabei me lembrando do que ele disse enquanto eu falava, e foi aí que eu pensei em mais uma coisa, só que desta vez algo que poderia ser muito bom- Espera, você me disse que dá aulas particulares para mutantes que precisam de ajuda com suas habilidades, e... um professor de outra dimensão? -disse, repetindo o que ele dissera para poder refletir um pouco. Primeiro, gostei de saber o que ele fazia, pois parecia ser uma boa pessoa e, sua ideia realmente tinha potencial, mas... um professor de outra dimensão... Será que era como eu e esse Tony Stark? Será que existiam muitas outras pessoas como nós? Bem, eu tive que perguntar, pois estava mesmo curiosa sobre isso- Você tem memórias desse professor também? Eu achei que era só eu que sofria com isso... mas, no meu caso, bem... é um Tony Stark. -disse, intrigada com aquela nossa situação, e quais as chances de meu irmão perdido ter tanta coisa semelhante comigo, fora nosso sangue por parte de pai.

- Ah, e sobre os mutantes, a demanda é grande? Digo, há muitos seres com poderes que precisam de ajuda e lhe procuram? -continuo, preocupada, mas agora pensando mais por aquele lado mais... humanitário dele. Afinal, deve ser difícil viver em um mundo que teme o que é diferente, sei disso pois eu mesma sofro só por ser mulher e busco me destacar, imagino como deve ser ainda pior para pessoas que nunca pediram esses poderes e ainda tem que se esconder por que não os controlam e tem medo de machucar as outras pessoas! Pois é, eu sei que eles existem, mas não generalizo, há potencial para todos serem boas pessoas, só precisam de alguém que os ajude nisso. E se ele tentava ser essa pessoa... é, ganhou alguns pontos comigo... claro que tenho que pesquisar mais sobre ele, verificar seus antecedentes para ver se ele falava mesmo a verdade sobre ajudar mutantes, e depois pensaria melhor no assunto, mas... só de ouvir aquilo, tive algumas ideias que eu não consegui deixar apenas em minha cabeça- Você já pensou em expandir para atender mais do que um ou dois alunos por vez? Para ajudar mais desses mutantes que precisam...

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O equipamento que a Melanie está usando está oculto, mas bloqueia poderes telepáticos de serem usados nela e é feito da mesma tecnologia que há em seus capacetes, bloqueando qualquer tentativa de leitura, invasão, controle mental ou qualquer coisa derivada direcionada à sua mente, mesmo ilusões. Só que, ainda assim, Jarvis pode sussurrar à ela os recados que tentarem ser enviados para a mente dela, pois ele interpreta os sinais telepáticos sem problemas.

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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Vincenzo Stark em Seg Abr 03, 2017 10:54 am


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Ela parecia um tanto quanto calma ao ver que eu era realmente seu irmão a letra de papai mudou um pouco quando ele havia me mandado aquela carta já que foi a ultima e provavelmente ele já estaria no fim de sua vida com isso precisasse de ajuda para escreve-la, eu queria ter conhecido o mesmo pessoalmente que não foi possível já que ele preferiu me esconder do mundo e não mostrar para as pessoas que eu também era o seu filho.

Mel também tinha aquelas visões de um homem chamado Tony Star e será que essa era a razão por ela ser quem é ou seria apenas algo que nenhum de nós dois iriamos saber, quem sabe algum dia eu poderia conhecer o Professor de outra dimensão ou eu apenas seria o seu espelho nesta dimensão e nunca nos encontraríamos?

Era o quer minha mente se perguntava a cada segundo que respirava até que um sorriso em meu rosto se formou quando ouvi sobre meus alunos, eu tinha mesmo o intuito de ter algo maior e no momento isso era impossível e sendo assim preferi não dizer muita coisa até que a mesma parou de falar.

-Bem eu não quero nada de você eu apenas pensei que seria bom em te conhecer pessoalmente, eu nunca ouvi falar de você pelo meu pai, mas minha mãe como viu sabia quase tudo sobre você e bem a única coisa que tinha sua é uma fota que meu pai me mandou sem querer, tome ela é sua. - Dizia pegando a foto de sua carteira e a entregando, não queria nenhuma confusão e sendo assim estava devolvendo a ela o que lhe pertence e em seguida abri outro sorriso em meu rosto.

-As minhas aulas particulares eram boas, porém, eu sempre tinha pensando em fazer algo grande não apenas para um aluno por vez, também pensei que eles poderiam se refugiar pela escola enquanto eu os ensinava, mas eu quase não tenho muito dinheiro e espero que algum dia eu consiga ajudar a todos de uma vez. - Dizia ainda em pé sem querer abusar muito, já que não queria tirar a paciência de minha irmã ali sentada e sendo assim olhei para os guardas a trás de mim e com um sorriso meu sem jeito peguei as coisas em cima da mesa.

-Talvez você não me queira mais por aqui te atrapalhando eu vou indo, mas foi em conhecê-la mana. - Dizia guardando as coisas e em seguida começando a me locomover para fora do local, talvez ela não me quisesse ver por ali mesmo e isso eu poderia entender já que eu apareci do nada na vida dela e em apenas um dia, isso poderia ser de mais pra ela.

Obs. É só pra ver a reação dela. kkk



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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Melanie Stark em Qua Abr 05, 2017 5:08 pm

Little Brother


Aos poucos, não apenas Jarvis foi confirmando as palavras e os papéis que o homem me entregara, como também os meus instintos foram tirando aos poucos as minhas dúvidas que eu poderia ter sobre aquele homem ser ou não quem ele dizia ser... E sabe que isso acabou despertando muitas coisas na minha cabeça que eu já imaginava ter esquecido há muitos anos? O que para mim foi muito mais perigoso do que qualquer coisa que ele poderia ter feito para mim se eu não estivesse com meu equipamento anti-telepatas... Pois, os sentimentos pela nossa família são coisas realmente perigosas, que nos levam ao extremo às vezes,ainda mais se nossas famílias não forem tão grandes assim para nos darmos ao luxo de perdermos muitos membros da mesma. Era disso que eu tinha medo.

Na minha cabeça, imaginava até se ele havia feito tudo aquilo para me manipular de uma forma diferente ao imaginar que talvez eu tivesse já minhas proteções mentais, talvez aquilo fosse mesmo verdade e ele estivesse apenas buscando me usar com tal informação, por isso eu não poderia mesmo me descuidar, ainda que ele pudesse ser talvez minha última esperança de não estar realmente sozinha no mundo, pois novamente tinha uma família. Bem, minhas suspeitas aos poucos foram diminuindo quando ouvi suas palavras, ao entregar-me também uma foto minha de quando eu era pequena, enquanto dizia que não queria nada de mim. Isso não podia ser verdade, afinal, todos só vem até a minha pessoa por que querem algo meu. Seja minha tecnologia, dinheiro ou meu corpo, sempre tem algo por trás do que falam, e por isso ainda tinha parte de mim  que desconfiava do homem, mas também... tinha aquela outra parte, que tinha esperança de que ele fosse bom e falasse a verdade... e foi essa parte que resolveu dar um voto de confiança para ele.

- Obrigada, pela foto. -disse, sacudindo a foto em minhas mãos, enquanto o olhava novamente- Então, Vincenzo... -disse, me lembrando dos nomes que vi na certidão de nascimento- Gostou de me conhecer? Do que viu? -perguntei, para saber sua opinião sobre minha pessoa e, claro, queria que ele fosse sincero, Jarvis estaria olhando e ele podia detectar qualquer mentira pelos scanners que ele possui. E claro, também sou ainda melhor do que uma máquina para detectar mentiras, então adoraria pegá-lo no ato, mas esperava realmente que não fizesse isso. Enfim, por minha culpa (sou curiosa, me julgue) acabei fazendo o rumo da conversa mudar, principalmente por que ele falou sobre duas coisas pelo qual eu sou fascinada, e algo dentro de mim dizia que talvez fosse isso mesmo que ele queria, mas decidi deixar de lado essa minha paranoia, por conta das provas  até então sobre nossa relação.

E quando nossas ideias sobre os mutantes e proteção de inocentes estavam começando a parecer que se alinhavam, comecei a imediatamente pensei em várias soluções para os nossos problemas, ideias que realmente ajudariam muita gente, se esse tal de Vincenzo fosse quem ele realmente afirmava ser, não apenas meu irmão como também uma pessoa de bom coração. Só que, ele parecia querer ir embora, sob a desculpa de que talvez estivesse me atrapalhando e... não, não, eu reconheci essa jogada. Aquela coisa de ideia dele de ensinar para mais de uma pessoa, mutantes, dizer que é meu irmão e ainda ameaçar ir embora assim de repente? É, não sou burra, percebi logo o que ele queria com isso, mas eu iria é me apropriar dessa sua ideia e ainda o descartaria em seguida, se ele mostrar ser tão manipulador quanto eu imaginava, ou... bem, talvez tudo aquilo fosse apenas uma grande coincidência, e não tinha nenhum plano mesmo para me manipular... Não, eu não vou cair nessa! Todo cuidado é pouco.

- Espera aí! -disse, apontando para ele com o meu braço ainda coberto pela minha armadura de Iron Lady, e meus seguranças entenderam esse gesto rápido o bastante para se colocarem no caminho do sujeito para que ele não fosse embora, pois eu não havia terminado com ele ainda- Você vem, joga todas essas informações para mim e ainda coloca na minha cabeça essa ideia sobre escola para mutantes, e depois quer ir embora? Não não, não mesmo Vicente. -disse (errando seu nome de propósito sim, para irritá-lo), um pouco sarcástica, mas agora meio irritada por suspeitar da sua tentativa de manipulação- Isso é uma tática clássica de manipulação em uma negociação, eu sou perita em psicologia e em jogos mentais, então disso eu entendo bem, ok? Não adianta fazer isso comigo e nunca mais tente, ouviu? Detesto isso! -avisei, andando em sua direção, até ficar a menos de um metro dele, pois queria olhar bem nos seus olhos quando continuasse. É, eu odiava mesmo ser manipulada ou me sentir usada, e foi o que aconteceu, porém, tinha que admitir uma coisa- Mas, sabe que você me deu uma ideia? E não me custaria nada... -disse, refletindo enquanto olhava nos seus olhos.

Pois é, ele podia ou não estar tentando fazer aquilo, me manipular, mas eu não tinha certeza, só que de toda forma era bom deixar claro ali que detestava quando tentam fazer isso comigo, só para o caso de alguma futura referência para ele não fazer e assim evitar brigas comigo... caso continuasse mesmo na minha vida... Só que, tinha que continuar ao menos com o assunto e dividir a minha ideia, agora que novamente tinha a sua atenção- Olha, tendo em base que a sua ideia foi a mesma que a minha: uma escola em que mutantes podem não apenas aprender a se controlar, como também utilizá-la de abrigo para se manterem seguras contra aqueles que possam odiá-las ou renegá-las por serem diferentes, eu tenho uma proposta para você. -comentei, colocando as mãos nos meus quadris, e falando com calma para ele agora, sem qualquer irritação, pois falava de salvar vidas de inocentes ali, e eles eram mais importantes que qualquer briga.

- Há várias instituições de caridade em meu nome e algumas em nome da minha empresa, que cuidam de ajudar a população das mais diversas formas. Então, eu pensei aqui e... bem, tem uma dessas, que cuida de abrigar e ensinar jovens super-dotados intelectualmente, crianças prodígio que normalmente não conseguem explorar todo seu potencial em escolas comuns, seja por conta de seus intelectos superiores ou dificuldade sem socializar... -ia explicando com calma, levando meu suposto ''irmão'' para outro canto do restaurante, uma área privativa, e à prova de som (canto que eu costumo usar, para outras coisas... quase nunca para conversas... mas isso não vem ao caso), para que pudéssemos falar sem que ninguém nos escutasse- Enfim, essa minha instituição contrata professores especializados para ajudá-los, não só a explorarem todo seu potencial como também a se socializarem com as pessoas normais ou coisas do tipo. Então, entende onde quero chegar? -lhe perguntei, após chegarmos na sala a prova de som, fechando a porta atrás de mim.

- Ainda não confio em você, mas estou pensando em lhe dar uma chance de que é uma boa pessoa. Mas APENAS uma... -avisei, levantando meu indicador para ele, sem ameaças, apenas avisando mesmo- O que acha de ajudar aos seus alunos utilizando esse meu instituto? Pode levar seus alunos para lá, ensinar quantos quiser ao mesmo tempo, tanto ao ar livre quanto nas classes, e ninguém saberia que eles são mutantes, apenas seriam vistos como ''jovens super dotados'' que moram em um instituto de caridade, claro. Algo do tipo: ''creche para superpoderosos foragidos'' iria chamar muita atenção para crianças que buscam fugir de todo preconceito, certo? -pergunto, de forma um tanto sarcástica- Posso até equipar o lugar para que treinem bem os seus poderes, sem que nada saia do controle, mas garanto que, com as árvores que já existem lá e as proteções que vou adicionar no instituto e seus arredores, poderiam brincar de ''pique-pega com um trovão montado em um dragão'' que não seriam vistos mesmo por satélites. -digo, com certo sarcasmo e bom humor nas minhas palavras, enfim explicando toda a minha ideia. O que parecia talvez ser seu sonho realizado, mas é claro que eu não iria deixar isso sair ''de graça'' para ele- Porém, é claro, como nem tudo vem de graça nessa vida, tem umas condições. -avisei, me encostando na porta atrás de mim, indicando para que ele se sentasse, se quisesse discutir sobre isso.

Claro, era uma boa ideia, mas eu tinha que saber se ele estava interessado na ideia antes de continuar a falar sobre isso. Afinal, qualquer coisa eu poderia também prosseguir e continuar com minha ideia de ajudar aos mutantes, com ou sem esse meu suposto irmão, pois tenho todos os recursos para isso mesmo, só precisaria achar outra pessoa para ensinar/ajudar aos mutantes, caso ele não fosse de confiança. Mas tinha que saber antes se ele queria me ouvir e, talvez, ficar me devendo...

De toda forma, tinham outras coisas que eu queria tratar consigo, e não poderia evitar de falar, independente do rumo da conversa anterior, por isso me adiantei- Ah sim, antes que eu me esqueça, tem outras duas coisas que eu gostaria de falar com você. -disse, me sentando ao seu lado, em uma das cadeiras acolchoadas daquela sala particular- Primeiro, se quer mesmo que eu acredite que você é meu irmão, ou meio-irmão pelo que dizem os documentos, passe amanhã no meu escritório, para que meu computador possa fazer uma análise completa de sua biologia. Depois dessa análise, se for confirmada que partilhamos algum dna de nosso pai, posso acreditar em você. E meus exames nunca erram, acredite. -avisei, para o caso de pensar em forjar qualquer coisa. Mas é claro, tinha uma última coisa que eu tinha que saber, e não me demorei para continuar- E em segundo, você não respondeu minha outra pergunta. Há outras pessoas como nós? Com duplicadas nossas de outras dimensões ligadas às nossas mentes? -pergunto, extremamente curiosa, e ainda olhando em seus olhos, para detectar qualquer mentira sua, caso tentasse- Pois isso parece até... não sei... se fossem apenas versões alternativas nossas, não iríamos sofrer com memórias deles, nem saberíamos que existiram! Seria muito bom eu analisar os nossos cérebros e nossas memórias para ver no que somos iguais e no que diferenciamos das pessoas comuns. Assim podemos saber como essas memórias repentinas aparecem, qual é seu gatilho e... bom, tudo o que for possível, por outras assim como nós, pessoas ligadas à suas encarnações de outras dimensões, para ajudá-las. -propus, esperando sua resposta, e torcendo para que para essa fosse sim, pois não aguentava não saber de algo- Aceitaria fazer isso também? Pelo bem da ciência e de... bem, outras pessoas como nós...

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OFF: Desculpa a Mel, ela é meio paranoica mesmo, mas é uma boa pessoa, juro!


<3


O equipamento que a Melanie está usando está oculto, mas bloqueia poderes telepáticos de serem usados nela e é feito da mesma tecnologia que há em seus capacetes, bloqueando qualquer tentativa de leitura, invasão, controle mental ou qualquer coisa derivada direcionada à sua mente, mesmo ilusões. Só que, ainda assim, Jarvis pode sussurrar à ela os recados que tentarem ser enviados para a mente dela, pois ele interpreta os sinais telepáticos sem problemas.

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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Vincenzo Stark em Qui Abr 06, 2017 4:33 pm

Eu era barrado pelos seguranças do local sem saber o significado daquilo, por sorte eu havia apagado a memória dos mutantes ali presentes e eles não saiam que tinha um telepata ali e com isso poderia ficar em mais tranquilo e com um sorriso logo que ouvia a voz de sua irma logo me sentava na mesa sem pedir.

-Mil perdões achei que não queria mais me ver e então não se preocupe com isso não ira mais acontecer isso eu prometo para você.-Dizia calmamente até então ouvir sua proposta sobre a escola, mas antes de eu dizer algo eu eu fui alertado de ir até seu lugar para que ela visse que eu não estava mentindo com um sorriso concordei e logo me fez aquela pergunta sobre as duplicatas que logo sorriso.

-Eu não sei muito sobre elas e não sei se existem mais, apenas vim um homem na cadeiras de rodas que era careca e se chamava Charles Xavier. - Dizia explicando para a irmã que mesmo que eu quisesse saber eu não sabia de nada e em seguida ao terminar de ouvir suas palavras eu olhava para os lados tetando pensar em algo e ver se aceitaria a segunda parte até sorrir.

-Tudo eu aceito, tudo pelo bem da ciência e então antes que eu e você falarmos sobre suas instituições não acha melhor que eu faça o teste na sua empresa? - Perguntava com um sorriso para a irmã e em seguida esticava a minha mão para fazer o acordo de uma vez já estando mais calma e sem me preocupar.

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Re: [RP Fechada] - Family Reunion

Mensagem por Melanie Stark em Qui Abr 06, 2017 7:17 pm

Little Brother


Felizmente, não demorei para convencer ao meu suposto irmão para me seguir, isso era ótimo pois assim poderíamos conversar na mais completa paz, e tendo em vista que estávamos em meio à um restaurante, falando sobre o que poderia ser meu próximo grande projeto... Bem, era melhor mesmo sairmos do meio daquele lugar, agora que já sabíamos que o homem ali estava ao menos em missão de paz, fosse ele meu irmão de sangue ou não. De toda forma, gostei de vê-lo colaborar tanto, me fez realmente querer ser menos violenta e arrogante com ele, por isso até deixei de lado minhas ideias que envolviam a violência, principalmente quando continuamos à conversar, na parte mais particular do restaurante.

Sabe, eu primeiro fiquei bem zangada por pensar que ele estava tentando me manipular através de palavras, já que não conseguia fazer isso com os seus poderes, mas pelo visto ele desistiu de tentar após ver que eu realmente havia ficado brava com isso, ou talvez realmente nunca tivesse essa intenção, o que não importa, só que eu realmente gostei que ele tenha logo pedido desculpas para mim pela suas palavras. De toda forma, era bom mesmo para ele não tentar de novo, por isso deixei de lado esse assunto, até que ele voltasse a tocar nisso outra vez. O que eu esperava que não, claro.

Felizmente, logo consegui esquecer toda essa briga, já que agora falávamos de algo que tínhamos em comum, memórias de outros seres em nós, que se confundiam com as nossas. E ao menos no meu caso, eu já nem me importava mais, mas ainda seria ótimo poder detectar pessoas ao analisar essas memórias de outras encarnações de forma mais profunda, poderíamos descobrir algo sobre essas outras dimensões ou... bem... não sei, pode acontecer de tudo ao falarmos de reencarnação... coisa que até então eu não acreditava, já que sou ateia, mas tenho que rever alguns conceitos meus pelo visto- Tudo bem, isso resolvemos. Podemos conseguir saber mais sobre esse careca estranho. -confessei, tranquilizando-o, enquanto andava de um lado para o outro agora, pensando nas inúmeras possibilidades que teriam com o sucesso daquele experimento que ele estava aceitando em participar.

Pois é, eu estava animada, tanto que eu nem via que acabei por me adiantar um pouquinho ao falar com o sujeito ali, e ele mesmo me alertou disso, já que eu ainda tinha mesmo que fazê-lo passar pelos meus exames completos antes de bater com o martelo e aceitar que ele era mesmo meu irmão, ou meio-irmão. De toda forma, com suas palavras finais eu respirei profundamente, para me acalmar e ir mesmo com mais calma- Certo, você tem razão. Vamos, para acabar logo com as dúvidas! -disse de forma simples, indicando para ele com o dedo a saída, mas fui logo em seguida, ansiosa para chegar logo no meu escritório, para poder realizar os exames que queria no sujeito. Mas, é claro, tinha uma última coisa que eu tinha que exclarescer, por isso voltei a abrir a boca- Mas a ideia vai acontecer viu? Com ou sem você. Nem adianta tentar roubá-la! -disse, com um tom de humor, mas falando a verdade mesmo, apenas tentando não parecer muito séria. Enfim, após essas palavras, saímos do meu restaurante e começamos a andar na direção do meu prédio, e eu estava pronta finalmente para saber se ele era meu novo/último parente vivo e, claro, dar seguimento ao plano do instituto.

tag: Vincenzo| roupas: aqui

OFF: Aeee, fim <3


<3


O equipamento que a Melanie está usando está oculto, mas bloqueia poderes telepáticos de serem usados nela e é feito da mesma tecnologia que há em seus capacetes, bloqueando qualquer tentativa de leitura, invasão, controle mental ou qualquer coisa derivada direcionada à sua mente, mesmo ilusões. Só que, ainda assim, Jarvis pode sussurrar à ela os recados que tentarem ser enviados para a mente dela, pois ele interpreta os sinais telepáticos sem problemas.

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