MESQUIDA, Thaila

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MESQUIDA, Thaila

Mensagem por Thaila Borges Mesquida em Sab Mar 25, 2017 7:28 pm

Reencarnada




Escreva os dados


i. A NOMENCLATURA: Thaila Borges Mesquida
ii. COMO É CONHECIDO: Cheetah
iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnado
iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: Vinte e três anos
v. PRIMEIRO RESPIRO: Vinte e três de Abril de mil novecentos e noventa e quatro;
vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Espanhol
vii. COMPORTAMENTO: Malevolência Neutra
viii. COMUNIDADE: Vilão

Informe os atributos


i. PONTOS DE ATRIBUTO: 60 pontos

ii. ESPECIALIZAÇÃO: Atacante (+5 de força)
iii. ATRIBUTOS:



FORÇA: 16 + 5INTELIGÊNCIA: 10
RESISTÊNCIA: 16AGILIDADE: 10
VIGOR: 16CARISMA: 02



Diga as perícias


i. PERÍCIAS:

i. Leitura corporal , calouro;
ii. Intimidação, experiente


Cite os poderes


i. SUPER-PODERES:

i. Forma de Guepardo: Thaila tem a habilidade de se transformar em uma “Mulher-Guepardo”, recebendo alterações em sua fisionomia, o que inclui garras e presas que cortam e perfuram qualquer coisa, até mesmo a pele de um Kryptoniano. Seu rabo preensivo também se mostra fatal, podendo ser usado até mesmo para estrangular uma pessoa, ou arremessa-la. Obviamente Tahlia também conta com sentidos aguçados, tendo consequentemente uma excelente visão, além de conseguir enxergar no escuro.

Sua super-força é de fato incrível e em conjunto com a sua agilidade é extremamente letal. A Cheetah consegue competir com os melhores velocistas dessa era por conta de sua super-velocidade. Sua super-durabilidade é incrível apesar de não deixá-la imune à perfurações.


ii. HABILIDADES:

i. Conhecimento acadêmico: Possui conhecimentos de uma pessoa formada em antrolopogia e arqueologia por conta de sua reencarnação.

ii. Combate corpo-a-corpo: Thaila herdou a experiência da Cheetah em lutas. Minerva era habilidosa em combate, conseguindo enfrentar a Mulher Maravilha no "mano-a-mano", inclusive derrotando-a em algumas ocasiões.


Conte o histórico


He calls me the devil. I make him wanna sin.

Todos são pecadores, só que simplesmente não aceitam isso, apesar de ser a mais pura verdade. Obviamente eu sou uma pecadora, só que diferente dos outros eu assumo isso, amo pecar, adoro a sensação de desafiar o que foi imposto, o certo, me sinto poderosa, livre, e sinto pena de quem não consegue enxergar o mundo da mesma forma.

Ironicamente a minha conexão com o pecado desencadeou uma maldição que estava em minha alma, adormecida no meu corpo desde a primeira respiração, a fúria de um deus de outras eras, uma divindade já esquecida, ou melhor, que nunca foi conhecida. Nem eu mesmo consigo entendê-la, preciso admitir que já tentei, mas aprendi a apenas aceitar, abraçar essa condenação, ama-la.

Can you feel the warmth?

Nunca fui conhecida pela minha inocência. Uma alma maldita, uma desgraçada convicta. Sempre fui odiada pelas pessoas, invejada, almejada, mas ainda assim amada, como um imã eu os atraia, o meu poder os encantava. Durante a adolescência isso ficava claro, garotas se jogavam aos meus pés, meninos me desejavam, não mediam esforços para conseguir minha atenção. Homens e mulheres em plena juventude se humilhando diante um semelhante, não existe nada mais empoderador. Eu tinha o que queria, quem eu queria.

Intocável, inalcançável, o sonho de todos os rapazes, de algumas garotas é claro, eles queriam provar o mel da tal abelha rainha, fantasiavam comigo, almejavam meu corpo, se tocavam imaginando minha figura, iam ao delírio com a minha imagem. Eu sabia que eles faziam essas coisas, e isso era excitante. Apesar de exalar sexualidade eu não conseguia me entregar para ninguém, sempre os deixava querendo mais, não por querer ser difícil, não por sentir desejo, simplesmente algo me dizia que não era a hora de me doar a aquele pecado.

Uma batalha de interesses era o que acontecia dentro de mim. Eu desejava a liberdade, o sexo, o prazer, mas algo dentro de mim continuava me limitando, privando-me de minha própria vontade, proibindo o meu prazer, a vida. Porém a cada luta interna eu me libertava mais e mais, as amarras ficavam mais soltas e o dia da minha liberdade caminhava a passos lentos.

You ain't gonna walk free boy
Not finished with you yet!

Nunca esquecerei esse dia, era mais um dia de festas da faculdade. Eu estava linda e ninguém precisava me dizer, dava para sentir o poder. O espelho era como uma questão, enquanto o desejo pela minha própria imagem era a resposta. Eu finalmente estava pronta.

O sangue estava mais quente, as luzes mais fortes, o álcool me deixava excitada, os desejos impuros cortavam minha carne e me libertavam das amarras. A noite correu como um relâmpago que parte em direção ao solo e logo me encontrei em um parque distante da festa. Ainda lembro como a noite estava fria, o peso do meu casaco e a libertação que senti ao retira-lo. Se eu fechar os olhos ainda sinto o vento gelado cortando a minha pele, as mãos pesadas do homem contra meu corpo, a dor misturada com o deleite, um prazer nunca experimentado, um estado de êxtase, um pecado sublime que despertou uma irá.

A dor tomou conta da satisfação, os gemidos abafados deram lugar a gritos ardidos. Parecia que minha pele estivesse sendo partida, arrancada a força. O sangue queimava como se o próprio inferno estivesse dentro do mim, trazendo consigo uma cor laranja ao meu corpo, enquanto ao mesmo tempo o cobre se apoderava das madeixas de carvão.

O espanto do rapaz só não foi maior que a minha alegria. Finalmente eu me encontrava livre, o pecado tinha me abraçado como um pai, a vida estava para começar. Ainda dou risada ao lembrar do semblante do moço, seu desespero, a corrida atrapalhada que de nada adiantou, pois como Mércurio logo o alcancei e destruí sua carne com o carinho das minhas unhas. O brilho da seiva vermelha despertava fúria, e eu gozava com a destruição daquele homem, saboreando-o de uma maneira que eu nunca havia imaginado, sentindo seu sangue em minha boca, me esbanjando em seu corpo, aproveitando-o como um regalo dos deuses.

A morte do garoto foi tratada como um total mistério pelos jornais. Como um felino estaria em um parque da cidade, como ninguém teria avistado o animal, como ele teria fugido, as questões eram incontáveis, e não demorou muito para que tudo virasse uma noticia morta, um monte de papel empoeirado em arquivos.


Somente eu sei a verdade sobre o dia do nascimento da Cheetah.

Outras Coisas


i. Fontes: Comic Vine e DC Database
ii. É fluente em oito linguas.


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VILÕES
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