A novelty, or rather a new interest

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A novelty, or rather a new interest

Mensagem por Brendan Kon Callaghan em Seg Mar 27, 2017 9:31 pm

A novelty, or rather a new interest
A roleplay é iniciada pelo post de Caesar von Majewski, seguindo por Brendan Kon Callaghan. Estando, portanto, FECHADA para os demais. Passando-se esta em 22 de março de 2017, Williamsburg, Brooklyn. O conteúdo é LIVRE. Atualmente, as postagens estão EM ANDAMENTO.



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Re: A novelty, or rather a new interest

Mensagem por Caesar von Majewski em Ter Mar 28, 2017 9:15 pm

A limousine se movimentava pelas ruas escuras. Caesar estava perto da janela do passageiro, e enquanto isso, sentia a mão do homem que o havia contratado. Era um croata de quarenta anos. Sua pele era branca como a do prostituto/acompanhante de luxo e seus olhos eram esverdeados. Seu corpo era bem delineado, o que tornava as coisas mais divertidas. – Hm... Croácia... É um ótimo lugar. – Deixou um breve sorriso aparecer em seus lábios, analisando o outro atentamente. – Ér, não quero ser rude, mas qual o seu nome mesmo? – Indagou, arqueando uma das sobrancelhas. O indivíduo sorriu de canto, passando a língua entre os próprios lábios. – Aleksandar. Mas quando estivermos pertos de meus amigos, quero que me chame de Alek. – Um sorriso pervertido apareceu na face do mesmo.

– Ok. Você está pagando, pode pedir o que quiser. – Deu de ombros, expondo os fatos. Após sua frase, a mão que estava pousada em sua coxa resolveu apertar a região sensível de Caesar. – Menos sexo, Aleksandar. – Revirou os olhos. – Eu estou te pagando! – O croata grunhiu. O maldito não passava de um magnata maldito, mas isso não amedrontava o adolescente. Antes que ele percebesse, a mão de Caesar pousou na dele e acabou apertando com um pouco de força, utilizando seus poderes – mas de maneira discreta e afastando-o. – Você me contratou como acompanhante de luxo. Se quer me ver como prostituto, temos que fazer outro acordo. – Debochou.

O contratante fechou os punhos – e Caesar já sabia que ele planejava agredi-lo ou fazer algo do gênero. De qualquer forma, o mais jovem estava preparado. Vivia atento e era mais forte. Seus talentos – ou melhor, poderes – não eram expostos para todo mundo. Utilizava para sobreviver, não para se destacar: como heróis ou vilões. Usava-os para o que bem entendia, pouco se importando em qual classificação adentraria. Contudo, só mantinha uma coisa: não queria ser conhecido, de maneira alguma. – Como fez isso? ARGH! Não importa! Na próxima vez que fizer isso, eu te dou um tapa, sua cadela. – As palavras saíram de maneira fria pelos lábios de Aleksandar.

– Encoste a mão só mais uma vez. – Tombou a cabeça para o lado. – Vamos. – Deu de ombros. Antes que qualquer coisa pudesse ser dita, um tapa forte foi desferido contra o rosto do adolescente. Um baixo gemido de dor saiu de seus lábios, seu rosto virou por causa da intensidade do golpe. Caesar arfou e nada disse. Encarou o croata e logo voltou a olhar para frente. O motorista particular do magnata dirigia calmamente, como se nada tivesse acontecido – provavelmente fora comprado pelo dinheiro. – Bom menino. Late alto demais para um vira-lata miserável. – A ofensa foi desferida pelos lábios do viajante. O adolescente apenas respirou fundo e engoliu a enorme fúria que surgia em seu âmago.

Alguns minutos passaram, a enorme limousine preta parou diante um bar. Alek desceu e depois abriu a porta para o jovem, permitindo que ele saísse. Antes que se locomovessem, uma identidade falsa foi entregue ao acompanhante de luxo. – Aqui está o que pediu. Falsificada, mas de ótima qualidade. – O outro sorriu como se nada tivesse ocorrido há algum tempo atrás. – Perfeito. – Antes que pudesse dizer mais qualquer coisa, o croata entrelaçou o seu braço direito no braço esquerdo do menino – e ambos caminharam em direção ao recinto, adentrando-o – mas antes mostraram a documentação para verificar se tinham vinte e um anos.

Era um bar gay. Dançarinos estavam por ali – divertindo homens e até mesmo mulheres. Não tinha muita luminosidade, exceto no palco, onde vários homens dançavam e divertiam o público. Garçons deliciosos andavam entre as pessoas, trazendo e levando bebidas, assim como alimentos. – Ali estão eles. – Aleksandar apontou para um grupo de homens que vestiam terno. Fariam os negócios no bar, o que era uma situação bem cômica. O adolescente se vestia assim como o mais velho. – Ok, vamos até lá. – Forçou um sorriso travesso, puxando-o pela mão. Caminharam até a mesa onde estavam – e o garoto pôde ouvir um assovio de um dos rapazes. Comentários sujos saíram de seus lábios, contudo, Caesar apenas ignorou.

Aleksandar se sentou e puxou o menor para o seu colo, o que fez o menino sentir a genitália do mesmo pressionar contra as suas nádegas. Ah, não vai ficar tão barato., pensou, mas nada disse. O tempo ia passando, o tédio ia passando. A fome começava a bater na barriga de Caesar. – Ér... Posso pedir alguma coisa? – Perguntou bem próximo do ouvido esquerdo do mesmo. O outro deu permissão. – Traga um vinho para os meus companheiros também. Diga que está por nossa conta. Quando formos pagar, a gente cuida disso. Pegue o que quiser, delícia. – Assim que o jovem levantou, recebeu um tapa em suas nádegas, o que acabou chamando a atenção de alguns seres ao redor. O mutante sentiu suas bochechas ficarem avermelhadas – era a vergonha. Por que diabos passava por aquela situação?

Caminhou até o bar bruscamente, os passos eram pesados, o punho estava fechado. Ah, acabaria explodindo e atacando o croata. Sua promessa não seria descumprida: caso apanhasse, faria ele se arrepender. Ainda podia sentir o tapa na cara, contudo, não queria chamar a atenção. Se alguém percebesse que era um mutante, o foco poderia cair sobre ele. Assim que ficou mais próximo do balcão de madeira, puxou uma cadeira alta com couro preto e sentou-se, fechando os olhos por breves segundos. Mexeu a cabeça rapidamente e franziu o cenho ao ver um belo bartender passar por ali. Era bonito – e muito. Cabelos castanhos, olhos da mesma cor e corpo levemente bronzeado, além de ser bem definido.

Soltou um assovio e deixou um sorriso lascivo aparecer em seus lábios. – Hey, você, pitelzinho. – Chamou o homem que atraíra a sua atenção e pigarreou, preparando-se para puxar conversa. Não sabia se Aleksandar iria atrás dele, mas pouco importava. – Pode me trazer batata frita e coca? – Perguntou e tombou a cabeça para o lado, encarando o corpo dele de uma maneira nada discreta. Caesar sempre fora uma pessoa direta, principalmente após ter se rendido ao mundo da prostituição e de qualquer coisa que estivesse relacionada a alugar o seu corpo. Era totalmente comum ter relações sexuais com indivíduos mais experientes que seguiam o mesmo “ramo” que o seu.

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Re: A novelty, or rather a new interest

Mensagem por Brendan Kon Callaghan em Qua Mar 29, 2017 7:39 am


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Mais um dia de trabalho se iniciava cedo, sendo que era por turno e mesmo assim não deixava de haver certo movimento qualquer que fosse a hora que tivesse de ir. Nesse dia era redundante ser no que chamam de total aproveitamento da luz do sol, mesmo que o céu estivesse dublado. Sem trabalho de herói, apenas lidava com coisas que me encontrassem no dia a dia, sem trocas de uniforme, mas mantendo uma identidade secreta razoável para quando atuava.

Olhava meu uniforme no armário cada vez que ia na academia, era uma rotina de ter certeza de ter abdicado de não só atuar, como também de não participar de nenhum lado das brigas da família. Me afastar deles e escolher um emprego consideravelmente pouco valorizado assimilava tudo o que eu precisava, já que o meu querer não era realmente importante. Talvez por isso nunca vieram me visitar e eu devo ter morrido pra eles com o passar dos anos.

Cheguei no bar com uma troca de turno movimentada por aproveitarem a pouca movimentação de alguns cantos do salão. Troquei de roupa, vesti o colete brilhante e passei a roupa que vestia para dentro do meu armário. Trabalhar em um bar gay era nada menos do que divertido, eu não tinha intenção pessoal, mas era mais tranquilo em questão de reunião de pessoal e no caso de problemas haviam resoluções mais claras.

Pessoalmente não achava ruim, achava até mais fácil de resolver qualquer insatisfação, pois era uma vantagem de ter alguns funcionários desbocados. Passando das reuniões e assuntos cotidianos de atendimento, pudemos então ir para o salão e eu me atentei ao balcão que eu cuidava. Fomos trocando com os funcionários noturnos e logo assumindo algumas pessoas que estavam viradas, mas ainda lúcidos pra poderem pagar. Ouvi um comentário estranho e levantei o olhar enquanto fazia um Blood Mary apenas pra ter certeza que era comigo, pois era estranho ouvir um vocabulário meio velho.

Parei o drink por dois segundos e levantei o indicador avisando: - Só um instante. - Não reparei muito e logo fui terminando de preparar o drink, encerrando a estética do drink o levantei para o balcão pra ser levado pelo garçom. Me virei novamente para o cliente que me chamou e confirmei com a cabeça para o lado. Anotei num papel o pedido e passei para a cozinha por uma janela pequena atrás do balcão. Retornei a me colar a pia e levantei o olhar para o mesmo e o questionei sobre a coca: - Vai querer só um refri mesmo? Sem dose nenhuma? - Não tinha nenhum interesse perverso, mas apenas uma coca naquele lugar era bem incomum.





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Re: A novelty, or rather a new interest

Mensagem por Caesar von Majewski em Qua Mar 29, 2017 3:30 pm

Arqueou uma das sobrancelhas ao escutar a pergunta do mesmo. – Sem dose. – Afirmou calmamente, cruzando as pernas, em seguida. Passou a língua entre os lábios e olhou para trás durante alguns segundos, vendo o croata. Ele estava rindo, portanto, não sentiria a falta do moreno tão cedo. – Pede pra alguém levar o melhor vinho para aquela mesa. – Indicou o local onde estivera sentado quando chegara ao estabelecimento. – Ele vai pagar tudo. Caso tenha alguma dúvida, peça para algum bartender perguntar para ele. – O tom de voz de Caesar tinha uma pitada de superioridade, como se pertencesse ao mundo dos ricos – contudo, fazia parte da camada mais inferior da sociedade. A diferença era que conseguia disfarçar – algo que nem todo mundo sabia fazer.

Provavelmente, caso demorasse, Aleksandar acabaria indo até Caesar – mas era isso que o garoto queria. Provocá-lo, mostrar que ele não tinha total controle. Entretanto, o jovem tinha que ter paciência. Caso estressasse, mataria o outro ou acabaria machucando-o gravemente. Não se importava com a vida do rapaz, mas sim com o que poderia ocorrer. Chamaria a atenção, algo que realmente não queria. Esforçava-se para esconder-se, já que odiava ser o foco – no caso de ter que escolher entre o lado dos heróis e dos vilões. Tinha certas tendências para seguir o caminho da obscuridade, mas naquele momento obedecia somente uma ideologia: a criada por si mesmo.

– Por que fica atrás desse balcão? – Questionou e deixou um sorriso lascivo aparecer em seus lábios. Era o momento de dar o bote, estava se preparando para soltar alguma cantada ou fazer algo do gênero. Não, não queria sexo – mas e se conseguisse pelo menos o número do celular daquele desconhecido? – Você ficaria bem melhor ali. – Virou a cabeça brevemente e indicou o local onde os dançarinos se movimentavam. Alguns estavam sem vestes, a clientela estava louca – bem próxima deles. – Com certeza teria uma multidão ao seu redor. – Deu de ombros e, em seguida, uma expressão misteriosa apareceu em sua face.

– E ganharia muito mais dinheiro. – Comentou, semicerrando os olhos brevemente e analisando-o, mas logo voltou a olhar para Aleksandar. – Seria esperto de sua parte... Cada um arranja um jeito de conseguir mais coisas. – Falou como se estivesse distraído, mas estava apenas observando cada gesto do croata e seus amigos. De vez em quando, pensamentos súbitos tomavam conta do adolescente: por que estava envolvido com tudo aquilo? Por que era um prostituto? Por que era um acompanhante de luxo? Queria ser normal. Sonhava em completar o Ensino Médio, adentrar alguma universidade de New York e, posteriormente, ter um emprego digno.

Caesar sabia muito bem que a aparência não duraria para sempre. O tempo passaria, ficaria velho, feio ou, no mínimo, não tão atraente. Por sorte, era da Polônia – um país onde muitos indivíduos eram conhecidos pelos olhos claros e/ou cabelos loiros. Não herdara os fios cor de trigo de sua mãe, entretanto, adquirira olhos claros dos von Majewski – e ainda continuava sendo uma criatura totalmente bela.

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Re: A novelty, or rather a new interest

Mensagem por Brendan Kon Callaghan em Sab Abr 01, 2017 1:31 pm


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Arregalei os olhos com a resposta do cliente me fazendo pensar porque ele iria pra um bar se não iria beber e logo viera a lógica que era o trabalho dele. Não como eu, ou os dançarinos, mas como alguém que oferece prazeres sexuais, ou puto mesmo, mas ainda não ficava claro porque parariam aqui antes de irem pro que interessa. Concordei com o cliente por educação e peguei a latinha de refri para o mesmo, colocar sobre o balcão perto do mesmo, mas logo me virei para a janela da cozinha e pedi pra mandarem o vinho caro lá da adega pra levar numa mesa.

Voltei para perto do balcão mantendo o cliente sob a minha atenção enquanto esperava o vinho imaginando se o cliente dele tinha algum tipo de fetiche como um tipo de encontro antes do sexo, ou sei lá. Eu pelo menos não vejo sentido em ir com um puto no bar antes do sexo, pois o referido que ele me mostrou não estava exatamente focado no garoto que ele contratou. Passou pela minha mente que ele pudesse ser caluniado em meio a essa passada no bar, pois ele poderia mudar seus interesses por algum dos dançarinos.

A pergunta do garoto me pegara de surpresa, de fato não havia pensado sobre ser dançarino, mas não sabia dançar no normal pra pista de dança, quem dirá sensualizando para aqueles safados. Sorri sem graça e arqueei a sobrancelha direita respondendo: - Em resumo? Eu tenho poderes e não gosto de ser o centro das atenções, por isso evito os holofotes tanto da mídia, quanto aquele palco e os safados que põe dinheiro na cueca dos outros. - Dei de ombros suavizando a testa enrugada e descendo a sobrancelha.

Ouvi o sino da cozinha, me virei e peguei a garrafa de vinho, assim como a porção de fritas e pedi pro garçom levar na mesa que o jovem me indicou. Voltei a encarar o mesmo antes de entregar o pedido e estendi a tigela da porção sobre o balcão com cuidado pra não cair nenhuma. Consegui ler aqueles devaneios do outro e bati no balcão pra chamar atenção e ergui a mão do tapa com o indicador apontado para o mesmo: - Ei, se tu quer algo melhor corre atrás logo, sem preguiça. Esse lance de prostituto é bom na necessidade, mas não dá pra viver disso pra sempre. Larga o escroto ali da mesa e vai procurar algum serviço mais duradouro que não fique no cardápio do local.

Falei sem pensar, mas me irritava pessoas com a pergunta e a resposta nos próprios pensamentos e mesmo tão óbvio, não conseguiam juntar as coisas. Quase parecia que não queriam saber, ou então que era um pensamento pra passar o tempo. Mas quem se faz perguntas bobas pra fazer o tempo passar? Não tinha lógica e ainda devia irritar essa busca por uma resposta que provavelmente o óbvio desagradava já que não era percebido.






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FORÇA: 11 INTELIGÊNCIA: 11
RESISTÊNCIA: 12 + 5 AGILIDADE: 12
VIGOR: 14 CARISMA: 10

Perícias:
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i. KRAV MAGA, nível pedagogo;

Poderes
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i. SUPER-FORÇA: ele já apresentava níveis de força sobre-humanos chegando até a algumas toneladas sem esforço, com o tempo foi se estabelecendo um nível desconhecido depois de levantar a cidade de Kandor para o espaço sem os poderes psíquicos. Além do básico, ele utiliza um campo telecinético para levantar aumentar sua força se necessário;


ii. TELECINESE TÁTIL: ele apresenta poderes telecinéticos completos; permitindo voo, levitar coisas, manipular e repelir objetos e pessoas, criar campos de força e disparar rajadas telecinéticos. O corpo dele está completamente cercado por um campo invisível de energia telecinética, protegendo-o do mal e reforçar as suas capacidades físicas. Isto também pode ser utilizado para manipular objetos que se encontram sobre a mesma superfície que o garoto;


iii. VISÃO DE CALOR: vibrando moléculas dentro de sua linha de visão, ele pode definir as coisas em chamas através da aplicação de calor extremo;


iv. VISÃO SOBRE-HUMANA: variando de possibilidades com o que é usada, pode variar as capacidades de Superboy. Podendo funcionar nos meios mais comuns como telescópica, ou microscópica sem violar as leis da física, como também infravermelha nos casos mais variados da noite pela escuridão do ambiente. Em uma versão mais tecnológica, percepção do espectro eletromagnético de sinais de rádios/televisão, assim como outros tipos de transmissões e frequências. Permitindo evitar a detecção por meio desses sinais se forem de radar por exemplo. Para um uso mais humano, quase que social pode ver a aura que os seres vivos liberam, com cores diferentes para as variadas emoções dos mesmos;


v. VIGOR SOBRE-HUMANO: conseguindo manter ação física contínua por um tempo limitado graças a sua limitada absorção de energia solar para transformar em energia;


vi. SUPER-AUDIÇÃO: semelhante à visão, é dono de uma audição incomum, assim, ouve algo a quilômetros de distância;


vii. AGILIDADE SOBRE-HUMANA: possuinte de uma agilidade extremamente elevada, conseguindo se movimentar de maneiras quase impossíveis;


viii. VELOCIDADE SOBRE-HUMANA: a velocidade é muito acima dos humanos, seja andando/correndo ou voando, atingindo, certas vezes, km/h.;


ix. REGENERAÇÃO: recupera-se de ferimentos com velocidade absurda, porém, depende da gravidade do mesmo;


x. AUTO-SUSTENTO: ele pode viver e falar em vácuo do espaço muito bem;


xi. LONGEVIDADE: vive muitos anos, enquanto mantém uma aparência jovial;


xii. INVULNERABILIDADE: balas e qualquer coisa feito de metal não afetam o físico do garoto, que é como uma parede espessa;


xiii. TELEPATIA: apresenta certa resistência telepática, podendo ler seus pensamentos. Tem a possibilidade de ver e apagar memórias;


xiv. INTELECTO: já tendo demonstrado que sua mente trabalha incrivelmente rápida para um humano normal, e combinado com os poderes mentais, ele poderia ser um de seus maiores ativos em algumas áreas de raciocínio;


xv. POLIGLOTA: devido aos seus poderes psiônicos, ele consegue aprender novas línguas apenas com o toque em uma pessoa nativa na língua. Por enquanto conhece o inglês e o kryptoniano;


xvi. SUPER RESPIRAÇÃO: consegue criar ventos com força de furacões por exalar o ar de seus pulmões. Ele pode esfriar o ar quando ele deixa seus pulmões para congelar alvos, usando sopro congelante. Podendo também reverter e não só empurrar o ar pra fora, como também puxar enormes volumes de ar para seus pulmões;


xvii. REFLEXOS SOBRE-HUMANOS: dono de reflexos absurdamente elevados, conseguindo reagir instantaneamente a qualquer coisa lançada a si, poderes, ou até mesmo a perigos e acidentes;


xviii. CAMPO DE FORÇA: Com a criação de uma proteção ao redor de seu corpo, ele é capaz de resistir ou reduzir o prejuízo de ataques não baseados em energia, fazendo com que o objeto a ser desviado de seu campo pessoal. Balas e estilhaços são facilmente desviado, desconsiderando parcialmente sua invulnerabilidade (não é perfeita) nesse aspecto. Este campo não consegue repelir gases ou ataques baseados de energia, contudo sua habilidade está em progresso constante;


xix. RESISTÊNCIA MENTAL: habilidade de resistir mais a ataques psiquicos de outros telepatas, ou até mesmo a aguentar poderes que afetem a mente como ilusionismo e sedução. Em comparação de poder, poderia nem sequer sofrer danos se o oponente for mais fraco.

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Re: A novelty, or rather a new interest

Mensagem por Caesar von Majewski em Sab Abr 08, 2017 11:22 am

As explicações do outro fizeram o menino arquear as sobrancelhas. Hm, então ele era um herói. Antes que pudesse dizer qualquer coisa, sua linha de pensamentos era atrapalhada com um som alto – pelo menos, para ambos. Piscou algumas vezes e franziu o cenho, um pouco confuso, e lançou o olhar perdido para a palma da mão que atingira o balcão – estava bem próxima da porção que havia pedido. Franziu o cenho, expressando a confusão que sentia. O mais velho começou a dar – literalmente – uma lição de moral, deixando o garoto de programa levemente confuso – ah, então esse poderia ser um dos poderes dele. Não gostava se destacar por causa de seus talentos, contudo, era um invasor de mentes? Sorriu de canto, suspirando e ficando em silêncio logo inicialmente.

– Jesus, você lê mentes. – Comentou e encolheu os ombros brevemente, como se isso fosse um problema. Seu tom de voz saíra de maneira sarcástica. Pegou uma batata, mastigando-a e pousando as íris claras no outro. – Não é tão fácil. – Sorriu de canto, deixando a sua tristeza levemente exposta – mas não poderia contar tudo para ele, como se fossem íntimos. Nem se conheciam na verdade, portanto, não queria sair contando seu passado aos outros. E foi nesse instante que tentou controlar seus pensamentos, mas pareciam que eles queriam disparar só de saber que aquele desconhecido poderia saber todas as informações que passavam por sua cabeça. Era algo incômodo, na verdade. – Poderia não ler a minha cabeça? É desconfortável. – Riu baixinho, como se estivessem brincando ou algo do gênero.

– É o seguinte, caro desconhecido. – Pegou mais uma porção de batata, comendo a mesma de uma vez. Posteriormente, sua mão direita pegou um canudo – que estava bem próximo – e abriu a coca, colocando o canudo dentro da mesma. Bebeu um gole e passou a língua entre os lábios, sorrindo brevemente. Sentia-se como um adolescente no Ensino Médio, ou melhor, era para a sua vida estar dessa forma: sentado em algum banco, rodeado por adolescentes e comendo coisas gordurosas. – Você deve estar se perguntando o motivo de estar aqui, com um cliente. Era para estar trepando no quarto do hotel dele. – Deu de ombros, falando num tom cuidadoso, onde somente ambos poderiam ouvir.

– Sabe aqueles caras que estão na mesa com ele? – Indagou e começou a seguir – com o olhar – o garçom que levava o vinho até Aleksandar e seus parceiros de trabalho. – Ele sabe que tenho só dezessete anos. – Falou e passou a língua entre os lábios, voltando a se movimentar e ajeitar-se na cadeira, ficando diante o barman. – Ele e os amigos dele sabem de tudo. Hm, já pensou no motivo de eu estar aqui? – Sorriu de maneira misteriosa.

– Aleksandar, o cara com quem eu estava no colo, é um tipo de pedófilo. Já sei disso por suas preferências. Ele procurava uma pessoa nova para ser seu acompanhante. Ah, e tem um combo: os amigos dele também possuem gostos semelhantes. – Deu de ombros e comeu mais uma batata. – Meu Deus, isso daqui está uma delícia! Vocês realmente sabem fazer uma comida gostosa. – Arregalou os olhos de maneira teatral. – Provavelmente, estarei drogado até o final dessa noite, caso fique sentado na mesa deles. Serei violentado novamente, não receberei meu pagamento, mas no dia seguinte estarei trabalhando normalmente. – Falou como se fosse uma coisa comum. – Também tenho poderes, mas não, não sou vidente. E creio que não preciso ver o futuro para saber o que eles pensam, quem eles são e o que pretendem fazer comigo. Afinal, nem os conheço. – Bufou, deixando o desprezo completamente exposto.

– Não posso sair da prostituição tão fácil, sacas? Meus documentos legais estão bem longe daqui. E se eu voltar para buscá-los... Bom, talvez comece a ser fodido e nem ganhe dinheiro por isso. – Semicerrou os olhos, arrepiando só de lembrar do manicômio onde fora colocado injustamente. – Nunca escolhi essa vida, nunca a quis, mas como eu já disse, aproveitei o que ela me ofereceu. Tenho olhos bonitos, cabelos bem ajeitados, ainda sou jovem e... Bom, por aí vai. – Deu de ombros e comeu mais uma batata.


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Re: A novelty, or rather a new interest

Mensagem por Brendan Kon Callaghan em Ter Abr 11, 2017 4:08 am


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Já tinha percebido que ele estava perdido em meio ao que fazia, talvez só estivesse ali por falta de oportunidades melhores realmente. De verdade havia parado de invadir a privacidade dele por raiva então não me importava o que ele achava que eu pudesse fazer de verdade. Apenas o olhei surpreso com aquele sarcasmo apesar do que acabei de falar. Me senti diferente quanto a ele, beirava a uma pena, mas ficava perto daquele sentimento de adoção mesmo que eu não fosse o Batman pra ficar tendo filhos postiços aos montes. Nem casa tinha pra morar com outra pessoa.

O que ele foi falando me incomodou, de verdade me fez repensar se deveria mesmo me abster dos holofotes porque a situação dele era realmente errada e não faria bem pra ele porque logo poderia morrer por isso. Pensei em sua reação quase me incomodando pela forma de resposta que ele agiu ao saber que sua mente foi lida, mas o assunto foi tão pesado que qualquer ideia pra me explicar melhor se foi como se tem tivesse tido.

Olhei nos olhos e fiquei sem graça em reconhecer uma vida que foi jogada assim como a minha, mas a dele era tão mais mexida que a minha me fazendo sentir vergonha de sequer comparar as duas pra tentar entender mais dele. Levantei a mão esquerda para o balcão: - Esar, me chame de Brendan e se você quer realmente ajuda, eu posso ir aonde estão seus documentos. - Dei de ombros e prossegui:

- Também tenho uma vida de merda, no momento porque me deram poucas opções. Tenho dois irmãos, um mais velho e um mais novo e ambos são arqui-inimigos, bem opostos no conceito da mídia de herói e vilão. Eu tenho quase os mesmos poderes deles então pode ter uma ideia de como brigavam mais ainda por achar que eu tenho de escolher um lado. - Sorri forçado e neguei com a cabeça tentando tirar da mente o rosto de ambos que vieram pra mim como se estivessem ali novamente discutindo sobre mim, de forma que eu me sentisse um objeto sem vida e muito valioso.

A ideia inicial ingenuamente era de botar os idiotas da mesa pra correr, mas eram clientes dele, seria como espantar a freguesia de um comércio em um momento específico. Eu estaria sendo cruel com ele, e ele poderia arrumar outros clientes quando quisesse porque sexo para pervertidos sexuais nunca tem hora certa. Por isso minha proposta parecia melhor ainda do meu ponto de vista como alheio a rede de prostituição do mesmo e querendo ajudar. Limpei um pouco o balcão por falta de clientes durante aquela conversa e sem mais drinks pra fazer.

Dei de ombros dando mais uma olhada pra mesa que ele veio e o questionei: - Você quer parar com isso tudo? Não vou te obrigar a nada e a minha oferta quanto aos seus documentos não vai mudar, mas quero sinceridade na sua resposta. - Repensei no que iria falar e mantive o contato visual: - Posso me afastar do conceito de herói e vilão, então você também pode se afastar da prostituição se quiser. Acho que poderia ser bom em qualquer coisa que quisesse desde que tente.






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VIGOR: 14 CARISMA: 10

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i. KRAV MAGA, nível pedagogo;

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i. SUPER-FORÇA: ele já apresentava níveis de força sobre-humanos chegando até a algumas toneladas sem esforço, com o tempo foi se estabelecendo um nível desconhecido depois de levantar a cidade de Kandor para o espaço sem os poderes psíquicos. Além do básico, ele utiliza um campo telecinético para levantar aumentar sua força se necessário;


ii. TELECINESE TÁTIL: ele apresenta poderes telecinéticos completos; permitindo voo, levitar coisas, manipular e repelir objetos e pessoas, criar campos de força e disparar rajadas telecinéticos. O corpo dele está completamente cercado por um campo invisível de energia telecinética, protegendo-o do mal e reforçar as suas capacidades físicas. Isto também pode ser utilizado para manipular objetos que se encontram sobre a mesma superfície que o garoto;


iii. VISÃO DE CALOR: vibrando moléculas dentro de sua linha de visão, ele pode definir as coisas em chamas através da aplicação de calor extremo;


iv. VISÃO SOBRE-HUMANA: variando de possibilidades com o que é usada, pode variar as capacidades de Superboy. Podendo funcionar nos meios mais comuns como telescópica, ou microscópica sem violar as leis da física, como também infravermelha nos casos mais variados da noite pela escuridão do ambiente. Em uma versão mais tecnológica, percepção do espectro eletromagnético de sinais de rádios/televisão, assim como outros tipos de transmissões e frequências. Permitindo evitar a detecção por meio desses sinais se forem de radar por exemplo. Para um uso mais humano, quase que social pode ver a aura que os seres vivos liberam, com cores diferentes para as variadas emoções dos mesmos;


v. VIGOR SOBRE-HUMANO: conseguindo manter ação física contínua por um tempo limitado graças a sua limitada absorção de energia solar para transformar em energia;


vi. SUPER-AUDIÇÃO: semelhante à visão, é dono de uma audição incomum, assim, ouve algo a quilômetros de distância;


vii. AGILIDADE SOBRE-HUMANA: possuinte de uma agilidade extremamente elevada, conseguindo se movimentar de maneiras quase impossíveis;


viii. VELOCIDADE SOBRE-HUMANA: a velocidade é muito acima dos humanos, seja andando/correndo ou voando, atingindo, certas vezes, km/h.;


ix. REGENERAÇÃO: recupera-se de ferimentos com velocidade absurda, porém, depende da gravidade do mesmo;


x. AUTO-SUSTENTO: ele pode viver e falar em vácuo do espaço muito bem;


xi. LONGEVIDADE: vive muitos anos, enquanto mantém uma aparência jovial;


xii. INVULNERABILIDADE: balas e qualquer coisa feito de metal não afetam o físico do garoto, que é como uma parede espessa;


xiii. TELEPATIA: apresenta certa resistência telepática, podendo ler seus pensamentos. Tem a possibilidade de ver e apagar memórias;


xiv. INTELECTO: já tendo demonstrado que sua mente trabalha incrivelmente rápida para um humano normal, e combinado com os poderes mentais, ele poderia ser um de seus maiores ativos em algumas áreas de raciocínio;


xv. POLIGLOTA: devido aos seus poderes psiônicos, ele consegue aprender novas línguas apenas com o toque em uma pessoa nativa na língua. Por enquanto conhece o inglês e o kryptoniano;


xvi. SUPER RESPIRAÇÃO: consegue criar ventos com força de furacões por exalar o ar de seus pulmões. Ele pode esfriar o ar quando ele deixa seus pulmões para congelar alvos, usando sopro congelante. Podendo também reverter e não só empurrar o ar pra fora, como também puxar enormes volumes de ar para seus pulmões;


xvii. REFLEXOS SOBRE-HUMANOS: dono de reflexos absurdamente elevados, conseguindo reagir instantaneamente a qualquer coisa lançada a si, poderes, ou até mesmo a perigos e acidentes;


xviii. CAMPO DE FORÇA: Com a criação de uma proteção ao redor de seu corpo, ele é capaz de resistir ou reduzir o prejuízo de ataques não baseados em energia, fazendo com que o objeto a ser desviado de seu campo pessoal. Balas e estilhaços são facilmente desviado, desconsiderando parcialmente sua invulnerabilidade (não é perfeita) nesse aspecto. Este campo não consegue repelir gases ou ataques baseados de energia, contudo sua habilidade está em progresso constante;


xix. RESISTÊNCIA MENTAL: habilidade de resistir mais a ataques psiquicos de outros telepatas, ou até mesmo a aguentar poderes que afetem a mente como ilusionismo e sedução. Em comparação de poder, poderia nem sequer sofrer danos se o oponente for mais fraco.

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Re: A novelty, or rather a new interest

Mensagem por Caesar von Majewski em Dom Abr 16, 2017 3:40 am

Viu-o levantar a mão esquerda e franziu o cenho, sentindo-se totalmente confuso. Ele não era tão frio – muito pelo contrário: parecia ser gentil, muito mesmo. Ele se chamava Brendan e... Estava oferecendo ajuda? Franziu o cenho novamente, ficando pensativo. Ok, ele, provavelmente, pediria algo em troca. Ou será que não? Por que auxiliaria o adolescente sem motivo algum? O mundo não era tão perfeito assim – Caesar sabia disso muito bem, reconhecia que o ser humano era uma das criaturas mais maldosas que estava espalhado pela Terra – destruindo-a aos poucos. Não abriu a boca para falar qualquer coisa, apenas pegou mais uma batata, mastigando a mesma lentamente e provando de seu sabor. O gosto era perfeito, o sal não passara do ideal, portanto, era uma situação onde tudo estava normal e sem conflitos.

Suspirou pesadamente ao escutá-lo, sentindo-se brevemente desconfortável. Deveria ser completamente estranho ser forçado escolher entre ser um indivíduo bom ou mau – contudo, já sabia o que ele preferia: a neutralidade, entretanto, Brendan tinha tendência de cair no lado heroico das coisas. O que o impedia? A pouca vontade de ser o centro das atenções. Odiava aparecer, portanto, não agia como o herói que devia ter em seu âmago. Caesar era completamente diferente. Fazia o que lhe dava na cabeça, entretanto, tinha tendências criminosas – cometer algum assassinato, machucar ou fazer qualquer coisa do gênero. O motivo? Via as pessoas como criaturas cruéis, não confiava tão facilmente nos outros.

Arqueou uma das sobrancelhas ao escutar o outro e suspirou fundo. As coisas não eram tão fáceis, tão simples. Por que Caesar confiaria naquele estranho? Era uma conversa de bar, nada mais, nada mais. – Eu agradeço por ter vontade de ajudar. – Disse e pegou mais uma batata, comendo-a lentamente. Bebericou um pouco de seu refrigerante, e após isso, ficou encarando o garçom por alguns instantes. – Não, não quero largar a vida de prostituto. – Afirmou, deixando a sinceridade sair de seus lábios. Como conseguiria os pequenos privilégios que tinha durante algumas horas? Só os conseguia por sair com clientes riquíssimos que pagavam jantas e davam até mesmo presentinhos – uma maneira de mimar – para o adolescente.

– Pelo menos, não agora. – Respirou profundamente e abaixou a cabeça, encarando a comida que estava bem na sua frente. Sentiu suas bochechas esquentarem lentamente, afinal, sentia vergonha daquela situação toda – e mesmo sabendo que, pela segunda vez, tinha uma chance de sair da vida que tinha, não se via em outro lugar. – Em breve, quem sabe. – Deixou um sorriso tristonho aparecer em seus lábios e ergueu a cabeça, olhando-o. – Mas eu quero sua ajuda para pegar os documentos. – Afirmou rapidamente. – Vai ser melhor. – Lançou uma piscadela. – E Brendan... – Dissera o nome do outro, parando a sua fala brevemente. Não sabia o que dizer, sentia uma confusão mental tomar conta de si.

– Obrigado. – Encolheu os ombros e voltou a morder mais uma batata. – Enfim. – Mexeu a cabeça, pensando em algum assunto onde pudessem falar de uma coisa menos tristonha e mórbida. – Faz alguma faculdade? Pretende fazer? – Franziu o cenho, observando-o. – Eu sempre tive vontade de fazer Direito. – Falou, permitindo que sua animação saísse por alguns instantes, mas logo se controlou. – Algum dia, quem sabe. – Deixou o sarcasmo sair de seus lábios. Caesar, provavelmente, morreria pobre, velho e no meio da rua – o seu corpo não seria mais útil, a sua personalidade não seria mais adorada e, além disso, seus “amigos de trabalho” jamais o auxiliariam.


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