SINCLAIR, Natalie

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

SINCLAIR, Natalie

Mensagem por Natalie Sinclair em Ter Mar 28, 2017 11:25 pm

REENCARNADA




ESCREVA OS DADOS


I. A NOMENCLATURA: Natalie Sinclair;
II. COMO É CONHECIDO: Canário Negro;
III. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnada;
IV. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 21;
V. PRIMEIRO RESPIRO: 22/04/1995;
VI. DESCENDENTE DE QUE POVO: Americana;
VII. COMPORTAMENTO: Bondade Caótica;
VIII. COMUNIDADE: Herói

INFORME OS ATRIBUTOS


I. PONTOS DE ATRIBUTO: 60 PA + 10 PA Bônus = 70 PA;
II. ESPECIALIZAÇÃO: Ágil (+5 DE AGILIDADE);
III. ATRIBUTOS:



FORÇA: 10INTELIGÊNCIA: 10
RESISTÊNCIA: 10AGILIDADE: 20 (+5 do bonus foi acrescentado)
VIGOR: 10CARISMA: 15



DIGA AS PERÍCIAS


I. PERÍCIAS: (baseadas na reencarnação que tem habilidades de investigação e armamento)

I. PILOTAGEM, nível pedagogo;
II. PRONTIDÃO , nível pedagogo;
III. INTIMIDAÇÃO , nível pedagogo;
IV. ARMAS BRANCAS, nível pedagogo;
V. ARMAS DE FOGO , nível pedagogo;
VI. LEITURA CORPORAL, nível pedagogo;
VII. MECÂNICA, nível pedagogo; (por ter construído sozinha a sua moto).
VIII. LEITURA LABIAL, nível pedagogo;


CITE OS PODERES


I. SUPER-PODERES:

I. Canary Cry: um poderoso ataque sônico, capaz de danificar e atordoar inimigos ou objetos, a ponto de quebrar metal. Ela possui um incrível grau de controle sobre suas cordas vocais. Isto permite-lhe imitar sons e gerar qualquer som que ela deseja, mesmo desenvolvendo várias habilidades. O Canary Cry foi capaz de atingir 300 decibéis, o que é suficiente para fazer com que as orelhas de uma pessoa comecem a sangrar mesmo que não sejam o alvo de ataque

II. Super-agilidade: Capacidade de ser totalmente ágil em quaisquer que sejam as circunstâncias, podendo desviar de ataques impossíveis com movimentos acrobáticos e até mesmo atacar diversas vezes contra apenas um usuário.

III. Artes Marciais: A Canário Negro possui um vasto conhecimento sobre as artes marciais, sendo elas: aikido; boxing; capoeira; estilo dragão kung fu; hapkido; judô; jujitsu; krav-manga; muay thai; savate; tae kwon do; e wing chun.


CONTE O HISTÓRICO


Não há como negar que o ambiente fazia parte da formação de um indivíduo. Então como não começar a contar a minha história sem explicar onde eu havia crescido?

O Queens era um dos bairros mais populares de Nova York. Seja por seu lado mais perigoso, seja pelas lendas que ali nasceram. Certamente que era uma área com uma mistura curiosa de culturas e comunidades. Negros, brancos, estrangeiros e nativos. Todos compartilhavam da mesma área e viviam problemas similares. Na mesma rua era comum saberem o nome dos moradores, das últimas novidades – vulgo fofocas atualizadas – e de certa forma, ter um senso mais apurado de comunidade.

Talvez essa imagem de vizinhança não fosse comum para todos os moradores do Queens. Mas para o era, pois meu pai era um detetive daquela região. Uma figura da lei que morava em um bairro um tanto duvidoso, com formações de gangues e brigas desnecessárias. Papai sempre dizia que quando ele era um simples policial era ainda mais complicado. Ser filha de uma autoridade da lei tinha grandes desvantagens. Poucos pais deixavam seus filhos fazerem amizade comigo, pois sempre tinha um parente que estava metido em alguma encrenca, ou foi capturado por meu pai. Ameaças vinha desde a escola, aspirantes a entrar em uma gangue sempre encontravam em uma menininha franzina o seu desafio para ser aceito.

Foi por isso que, desde muito cedo, meu pai me colocou em escolas de artes marciais. Não apenas para que eu aprendesse a me bater, mas para que a raiva de ser tão excluída sem motivos e para construir um senso de disciplina. Depois de um tempo eu percebi que não era nada fácil ser um pai solteiro em um bairro como aquele. Deixar-me praticar artes marciais foi apenas uma desculpa para que eu tivesse uma ocupação em um ambiente seguro, enquanto meu pai trabalhava. Porém, isso serviu apenas como um ponta pé inicial para o que se tornou uma paixão e uma válvula de escape. Havia começado com o boxing, depois capoeira e não havia parado mais, sempre buscando novas escolas quando me tornava mestra.

Na adolescência tudo é sempre um pouco mais complicado. Seja pela confusão e pela crise existencial de quem sou eu, fora árdua a batalha para ser aceita e respeitada pelos jovens da comunidade tendo um pai que prendia a maioria dos outros pais e irmãos. As coisas melhoraram quando, aos dezesseis anos, entrei em uma banda de rock como vocalista. Eu era realmente boa nisso e me sentia muito bem usando os trajes pretos e a jaqueta de couro. Talvez fosse a calmaria antes da tempestade, mesmo que minha vida naquela época fosse agitada. Casos casuais a cada vez que fazia um show em algum pub de NY, algumas bebidas entre amigos, rebeldia dentro de casa por querer fazer as coisas que eu gostava... Definitivamente essa era a calmaria antes do inferno começar.

O grande momento em que tudo muda, o ponto chave em que definimos a nossa história para sempre, veio com uma competição de bandas. Era época de provas finais e meu pai não queria permitir que eu fosse, então como toda e boa adolescente havia feito a coisa mais óbvia do mundo: fugir de casa. O show havia sido um sucesso e a banda havia passado para a próxima fase. Sabia que meu pai não poderia brigar tanto se eu contasse como havia cantado com tanta paixão. Porém, ao chegar em casa e ver a porta arrombada... Eu sabia que nada estava bem.

Encontrei meu pai caído atrás do sofá, com uma poça de sangue ao seu redor. Nunca havia sentindo tanta culpa e medo ao mesmo tempo. Um terror que crescia dentro de meu peito e foi expelido através de um grito estridente. Era a primeira vez que eu gritava de verdade. Jean Sinclair não permitia gritos em sua casa e eu havia aprendido isso da pior maneira educacional, então nunca havia repetido o ato. Mas naquela noite, o vendo tão pálido no chão, acreditando que o havia perdido. Gritei a plenos pulmões. Aquela foi a primeira vez que o “Canary Cry” foi executado. Todos os vidros e coisas frágeis ao redor quebraram, até que meu pai acordou sentindo a dor provocado pelo grito sônico. Só assim eu consegui parar e funcionar no modo automático, chamando uma ambulância.

Jean Sinclair ficou paraplégico e ninguém sabia explicar o que tinha acontecido naquela noite. Amargurado por ter seus preciosos movimentos roubados de si, Jean ia ficando cada vez mais depressivo. Dois meses depois eu não suportava mais aquela situação e comecei a investigar, fazer perguntas, procurar pistas por conta própria. Resultado? Esse havia sido o meu primeiro caso. Foi difícil, afinal quem havia invadido a nossa casa haviam sido policiais corruptos que temiam uma investigação particular que meu pai fazia. Descobrir quem foram os responsáveis quase o matou de decepção, até que propus um novo emprego para ele. Me auxiliar em investigações.

Desde a noite que liberei o primeiro grito eu havia compreendido que não era comum. Havia tentando treinar sozinha, mas só comecei a obter resultados depois do auxílio de meu pai. Desde que tínhamos começado a trabalhar juntos, ele passou a me ensinar os seus truques de investigador e passou seus contatos. O mais absurdo não era ele estar me ensinando como usar armas ou como fazer um interrogatório, aprendendo os trejeitos do comportamento de um suspeito... Era ter me obrigado a ir para a terminar a escola! Com o tempo eu entendi que manter aquele traço de normalidade e cotidiano havia me impedido de desistir de uma vez da humanidade. De mergulhar na escuridão que era o mundo do crime e da natureza perversa humana.

Agora? Estava com 21 anos estudando direito com bolsa parcial. Meu pai acreditava que havia abandonado a dupla vida para poder concentrar nos estudos... Porém velhos hábitos eram mesmo difíceis de serem esquecidos, não é verdade?

OUTRAS COISAS


I. ITENS DA REENCARNAÇÃO:
Moto da Canário Negro: Uma moto construída pela própria Canário, lembra um modelo de moto Harley Davidson, com guidons altos e motor potente.

Canary Cry Bomb: bombas redondas que emitem um som sonoro semelhante ao grito da Canário.

II. Sabe falar Japonês

III. Referência: http://dc.wikia.com/wiki/Dinah_Laurel_Lance_(New_Earth)


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum