ROUSTEING-HERRING, Brooke

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ROUSTEING-HERRING, Brooke

Mensagem por Brooke Rousteing-Herring em Qua Mar 29, 2017 11:30 pm

REENCARNADA




ESCREVA OS DADOS


I. A NOMENCLATURA: Brooklyn "Brooke" Rosie Rousteing-Herring | Rosie Von Rousteing (nascimento);
II. COMO É CONHECIDO: Marvel Girl;
III. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnada;
IV. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: 21 outonos;
V. PRIMEIRO RESPIRO: Setembro de 1995, dia 10;
VI. DESCENDENTE DE QUE POVO: Anglo-Americana;
VII. COMPORTAMENTO: Neutralidade Bélica;
VIII. COMUNIDADE: Anti-Heroína.

INFORME OS ATRIBUTOS


I. PONTOS DE ATRIBUTO: 60pa + 10;
II. ESPECIALIZAÇÃO: Ágil (+5 de Agilidade);
III. ATRIBUTOS:



FORÇA: 15INTELIGÊNCIA: 10
RESISTÊNCIA: 10AGILIDADE: 20 + 5
VIGOR: 05CARISMA: 10



DIGA AS PERÍCIAS


I. PERÍCIAS:
I. Intimidação, Nível Experiente;
II. Mira, Nível Calouro;


CITE OS PODERES


I. SUPER-PODERES:

i. Empatia: Possuinte de poderes empáticos incrivelmente poderosos que lhe permitem controlar, manipular e alterar empaticamente os sentimentos, sensações e emoções dos outros.

ii. Telepatia: É capaz de ler pensamentos, projetar e transmitir seus próprios pensamentos, bem como afetar as mentes dos seres humanos e animais com inteligência superior (como golfinhos, corvos ou cães). Possui diversos usos, como:


  • Defesa Telepática: Pode manifestar sua telepatia de várias formas defensivas

    Manto Telepático: Pode mascarar a sua presença e o uso de suas habilidades de serem detectados por outros psíquicos e entidades psíquicas. Ela pode estender essas defesas para os outros ao seu redor também. Se mascarar através de telepatia não é perfeito e psíquicos poderosos podem notar e "ver" através dessa habilidade.

    Manto Mental: A habilidade de rearranjar os “engramas mentais” de mutantes, assim seus distintos padrões de pensamento mutantes não pode ser detectados por dispositivos como outros telepatas.

    Escudo Psíquico: A habilidade de erguer um escudo psíquico para proteger a sua mente e a de outros.

    Ilusões Telepáticas: Pode criar ilusões telepáticas realistas e faz pessoas passarem por eventos que não estão realmente ocorrendo.

    Camuflagem Telepática: Pode alterar a aparência física de si mesma e de outras pessoas, alterando as percepções das pessoas ao seu redor. Isto pode ir tão longe a ponto de fazer as outras pessoas acreditarem que as pessoas camufladas não estão lá (invisíveis). Um limite, se houver, só é imposto pelo número de pessoas que ela está tentando enganar, não pelo número de pessoas que ela está camuflando.

    Manipulação Telepática: Pode manipular a mente de outras pessoas facilmente, alcançando uma variedade de efeitos.

    Alteração de Memória: Pode apagar, implantar, restaurar ou alterar a memória de outros.

    Controle de Mente: Pode controlar os pensamentos e ações dos outros.

    Possessão Mental: Ela pode possuir a mente dos outros e usar os corpos deles como se fosse seu próprio corpo.

    Alteração de Personalidade: Ela pode alterar a mente dos outros por pura força de vontade, assim mudando parcialmente ou completamente a personalidades deles para sempre.[112]
    Paralisia Mental: Ela pode induzir paralisia mental ou física temporária.

    Amnésia Mental: Ela pode apagar quaisquer memórias em particular ou causar total amnésia.

    Transferência Mental: Ela pode transferir sua mente e poderes para outros corpos hospedeiros se o seu próprio corpo físico for de alguma forma morto.

    Cura de Trauma: A habilidade de apagar as memórias de uma pessoa e curar um trauma mental através de "cirurgia psíquica", o poder de estimular ou enfraquecer os centros de dor e prazer no cérebro das pessoas.

    Sedativo Mental: Ela pode "sedar" telepaticamente suas vítimas de modo que, se elas já estiverem inconscientes, elas permanecerão assim pelo tempo que ela continuar as "sedando".

    Empurrão Neural: Ela pode aumentar a velocidade dos sinais neurais no cérebro, ela pode também aumentar os poderes de outros mutantes para níveis incríveis, mas o efeito é apenas temporário.

    Inibidores Psíquicos: A habilidade de colocar “inibidores psíquicos” nas mentes de adversários mutantes, impedindo eles de usar seus poderes.

    Conexão Mental: A habilidade de desenvolver uma conexão mental com qualquer pessoas.

    Rajada Psíquica: Ela pode projetar rajadas de força psíquica que não têm efeitos físicos, mas que podem afetar a mente da vítima de modo a causar dor, a deixar inconsciente ou deixar alguém com morte cerebral. *

    Projeção Astral: Ela pode projetar a forma astral de seu corpo no Plano Astral ou no plano físico. No plano físico ela pode viajar na forma astral através de grandes distâncias. No plano astral, ela pode criar mentalmente objetos psíquicos e manipular os aspectos do ambiente a sua volta. Ela pode se comunicar com os outros seres astrais ou com outros seres através do contato com seus pensamentos e memórias.

    Detecção Mental: Ela pode sentir a presença de outros mutantes dentro de um pequeno, mas ainda não definido, raio de si mesma, percebendo as radiações mentais distintas emitidas por tais seres.


iii. Telecinese: Projeção de energia psicocinética permite a ela levitar, empurrar ou manipular objetos como desejar, erguer e mover a si mesma através do ar para simular voo, estimular moléculas individuais para criar calor, gerar força de concussão como rajadas ou explosões, e criar escudos de proteção.


  • Ave de Fogo Psíquica: Ela pode manifestar sua telecinese como uma ave de fogo psíquica, cujas garras podem infligir danos físicos e mentais.

    Campo de Força: Ela pode criar um campo telecinético para proteger a si mesma e seus companheiros ou usá-lo para erguer vários objetos pesados.

    Transmutação de Matéria: Ela pode manipular e transmutar a matéria em um nível sub-atômico (por exemplo, transformar madeira em ouro, pedra em cristal, fazer com que corpos físicos se desintegrem por alterar sua estrutura molecular, etc).



CONTE O HISTÓRICO

Era uma vez uma bela garota.
Cuja beleza era tão delicada que com um simples olhar você não conseguiria julgar nada de ruim referente a ela. A forma como seus graúdos olhos azuis brilham, os seus lábios ligeiramente carnudos e naturalmente rubros e até mesmo seus longos fios escuros contrastando ao tom pálido de sua derme salpicada de pequenas pintinhas –  como um céu alvo onde se vê estrelas negras aqui e ali –, em conjunto, afastam a qualquer crença de que coisas ruins aconteceram ou aconteceriam para essa bela menina.

E para estes que se arriscam acreditar nisso...

É com um imenso desprazer que lhe apresento a história de Rosie, e lhe garanto que não há um final feliz.

Att.
Brooklyn Rosie Rousteing-Herring
Aquela que um dia foi apenas Rosie.


Londres, Reino Unido..
O palco onde havia sido protagonizado o parto natural e estupidamente longo, naquele fim de tarde do décimo dia do mês de setembro no ano de mil novecentos e noventa e cinco, fora em terras inglesas; o lar de uma afável mulher de nome Oliwia, de coração tão romântico quão eram suas afamadas obras literárias publicadas não somente na Europa mas nas Américas. O doce coração de Oliwia encontrava-se partido, mas jamais desesperançoso com o amor. Do que importava se o homem americano, uma paixão intensa de nove meses atrás, não estava mais em sua vida? Ela havia perdido o amor do americano sonhador e teimoso mas estava preenchida por um outro amor. O amor que sentia pela sua pequena menina – concebida em uma mágica noite de natal nova-iorquina no ano anterior.

Rosie.
Como as mais belas rosas que sempre enfeitavam a pequena varanda-de-Julieta do quarto de Oliwia. Como a rosa vermelha que embelezou os fios negros e longos do cabelo feminino, na noite da véspera de natal em Manhattan, quando pensou ter sido vítima de um amor a primeira vista – por ele, o americano sonhador e teimoso.

Quando a pequena e frágil menininha, que berrava fortemente desde o momento que se tornou uma recém-chegada ao mundo exterior daquele que conhecia, – a segurança do útero materno – abriu seus pequenos olhos muito claros para os acastanhados de sua mãe, Oliwia soube: Seria os olhos do pai, um pedaço dele bem ali.

E a doce Oliwia assistiu o passar dos anos, pelos brilhantes olhos de sua filha.

Na verdade, era completamente o oposto. Nos olhos de Rosie ela via-se presa no passado, fosse o passado que jamais esqueceria, no amado frio de dezembro americano, ou no passado em que via a sua amada Rosie necessitada do calor dos seus braços e dos seus cuidados maternos.

Agora, já não era mais assim.
A cada novo ano de crescimento e Rosie se mostrava um pouco mais independente, mais curiosa, mais desejosa por aventurar-se com novidades – como havia sido com seus primeiros passos, com a primeira palavra que disse, com a primeira nota A que recebeu, até mesmo com o seu primeiro amor.

Brooklyn.
Para Rosie, era sinônimo de amizade, cumplicidade e um sentimento tão grandioso que ultrapassava seu entendimento. Era o nome do menino da casa ao lado de cabelo ruivo encaracolado, rosto sardento sempre iluminado com um sorriso dócil e joelhos magricelos sempre ralados pelas estripulias que fazia junto a ela. Para Oliwia era uma novo pedaço do americano sonhador e teimoso em sua vida – não era "Brooklyn" o nome do condado onde ele havia nascido? Onde ele a levou para uma noite de amor delicada e inesquecível? Oh, e era também o nome do melhor amigo da sua filha, que crescia e crescia, agora em companhia do inseparável Brooklyn.

E ele realmente foi inseparável, dos cinco aos quinze anos de Rosie.

E para a infelicidade da menina, não passaria daquilo.


Era feriado de comemoração à chegada do verão, quando houve o rompimento; e foi também quando Rosie descobriu que sua vida a partir dali não seria exatamente o que havia planejado. O fim da tarde daquele dia, trouxe não apenas o findar de uma tarde extremamente divertida mas o início de uma noite perturbadora para a menina, que assistiu o pior dos seus pesadelos se tornar realidade. Tudo teve início quando Brooklyn insistiu para que fugissem da festa de suas famílias, no pequeno bosque que se estendia no fundo das casas, para irem em busca de uma nova aventura. "Vamos deixar o destino nos surpreender", ele havia dito, enquanto puxava a pequena mão da menina cujo coração se agitava sempre que estavam em contato. E algumas quadras mais adiante do que era conhecido por ela, foram cercados por um quarteto de garotos visivelmente mais velhos e completamente ébrios.

Eles queriam a Rosie.

Brooklyn não permitiria.

Eles agrediram a Brooklyn, brutalmente.

Rosie assistia. Nauseada, desesperada, paralisada.

E no momento que não havia mais movimento provindo de Brooklyn, e que suas sardas já não eram mais visível com a quantidade de sangue tirado por meio de golpes violentos e incessantes, Rosie sentiu. Ela sentiu, no fundo do seu peito, algo despertar, queimar e correr por suas veias de forma tão intensa que a deixou arrepiada. Ela não conhecia aquela sensação ou sentimento, sequer sabia definir o que era. Mas ela sentia. Sentia como um impulso gritante no seu interior, indicando que ela podia parar aquela tragédia, que ela podia contra-atacar. Com um grito cheio de dor, a menina se permitiu – e desejou imediatamente não tê-lo feito. Com o grito de ordem, para que cessassem as agressões, sentiu como se a força dos seus pensamentos sedentos por vingança crescesse, força essa que pareceu se amplificar em sua mente a ponto de atingir a mente daqueles que cercavam-a.

Ela não soube como, mas sentia isso. Sentia que podia ampliar aquele desejo violento que dominava sua mente para as demais mentes, e em alguns segundos passados, seus olhos assistiram ao seu desejo tornando-se real. Um por um, curvou-se ante a garota, tombando contra o asfalto sem qualquer sinal vital aparente, como se fossem bonecos largados ao chão.

Eles estavam mortos. Todos eles.

E era culpa dela. Somente dela.


OUTRAS COISAS


I. Fonte: Jean Grey's File

Adendos:

i. Após o acidente em Londres, onde matou aos agressores com o dom de Rajada Psíquica*, Rosie permaneceu em estado de choque, isolando-se de todo o mundo por quatro meses (De Agosto até Dezembro); no fim de Dezembro, próximo ao natal, sua mãe decidiu leva-la ao encontro de seu pai, em USA.

Ao chegar em Nova-Iorque, Oliwia e Rosie encontraram a Benjamin Herring II, o pai da menina que já não residia no Brooklyn, mas sim em Upper East Side, e era um empresário em ascensão na cidade, na área da Hotelaria.  

ii. Desde a chegada em Nova-Iorque, Rosie decidiu não retornar a Londres - por desejo de esquecer a antiga vida e a tragédia que refletia o lugar. E com a decisão de mudar-se para a cidade americana, a garota decidiu adquirir uma nova identidade, passando de Rosie von Rousteing – sobrenome de solteira de sua mãe – para Brooklyn Rosie Rousteing-Herring.

iii. Ainda que tenha assumido o nome Brooklyn em homenagem ao seu melhor amigo de infância – e para a felicidade do pai, que era um amante do bairro onde havia nascido e crescido –, a garota optou por ser reconhecida como Brooke, um apelido proveniente do nome.



_________________


bittersweet
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