WHITEMORE, Alessa

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WHITEMORE, Alessa

Mensagem por Alessa Whitemore em Qui Mar 30, 2017 3:25 pm

reencarnada


 


 
Escreva os dados


  i. A NOMENCLATURA: Alessa Lunaris ''Luna'' Grace Whitemore
  ii. COMO É CONHECIDO: Bill Ray Beta / Thor, a deusa do trovão
  iii. TIPAGEM SANGUÍNEA: Reencarnada
  iv. QUANTAS ESTAÇÕES VIVEU: Oitenta e cinco anos
  v. PRIMEIRO RESPIRO: Vinte e nove de fevereiro de mil novecentos e trinta e dois
  vi. DESCENDENTE DE QUE POVO: Americana / Estadunidense
  vii. COMPORTAMENTO: Verdadeiramente Neutra
  viii. COMUNIDADE: Anti-Heroína

 
Informe os atributos


  i. PONTOS DE ATRIBUTO: 120 + 10 (bônus)
  ii. ESPECIALIZAÇÃO: Atacante (+5 de Força)
  iii. ATRIBUTOS:

 

 
 
FORÇA: 35INTELIGÊNCIA: 20
RESISTÊNCIA: 20AGILIDADE: 20
VIGOR: 20CARISMA: 10



 
Diga as perícias


  i. PERÍCIAS:

 
i. Armas Brancas, nível experiente
  ii. Resistência à tortura, nível calouro


 
Cite os poderes


  i. SUPER-PODERES:

 
Força Incalculável: Graças a sua reencarnação, Alessa possui uma grande força sobre-humana com limites totalmente desconhecidos, se é que eles podem mesmo existir. Para se ter uma noção da força dessa garotinha, ela tem força o suficiente para esmagar luas inteiras com suas mãos ou mesmo destruir planetas com seus ataques com certa facilidade, e isso parece ainda ser pouco para ela. Apesar dessa sua força não possuir um limite aparente ou mesmo definível, ela geralmente utiliza pouco toda sua extensão, já que ela nunca vai querer acabar com o planeta em que vários inocentes moram, esses que ela inclusive luta para proteger, então é mais um motivo para se controlar, certo?

Velocidade super-humana: Alessa pode se mover, reagir e lutar a velocidades super humanas, várias e várias vezes que a dos melhores atletas humanos (inclusive mais até que muitos seres poderosos como meta-humanos ou mutantes), e com o uso de Stormbreaker essa velocidade aumenta ainda mais, permitindo com que as velocidades de Alessa aumentem em níveis várias vezes acima da luz.

Reflexos super-humanos: Acompanhando o nível de velocidade ao qual ele se move e luta, como dito antes, a garota consegue ter um tempo de reação melhor mesmo do que muitos super-seres poderosos, conseguindo até mesmo melhorar ao portar Stormbreaker, indo para níveis várias vezes acima da luz.

Resistência super-humana: Alessa possui ainda uma resistência super-humana que lhe permite executar tarefas diversas (incluindo, é claro, lutar) usando o pico de todas as suas habilidades durante um período indeterminado (que é medido em pelo menos meses) sem se cansar. E isso apenas melhora em climas quentes, pois nesse caso a sua resistência se torna literalmente ilimitada. Com isso, ele pode sobreviver mesmo no espaço sem precisar comer, dormir, beber ou comer.

Invulnerabilidade: O corpo de Alessa é tão resistente à lesões físicas que nem dá para compará-la aos seres humanos, ou mesmo até outros seres poderosos. Com essa sua invulnerabilidade, ela é capaz de resistir a gigantescas forças de impacto, temperatura e pressões extremas, sobrevivendo no coração de um sol sem sequer um desconforto leve, assim como também é capaz de resistir a mesmo explosões de energias poderosas o bastante para destruir planetas inteiros sem que ela receba qualquer ferimento físico. Ela também pode sobreviver no espaço sem problemas, não apresenta qualquer problemas ao enfrentar também o zero absoluto (sendo imune ao mesmo), radiação ou quaisquer outro tipo de dano ao seu corpo, mesmo vindo de corrosivos, eletricidade, asfixia ou qualquer tipo de dano que possa imaginar ao seu corpo, possuindo esse seu nível de invulnerabilidade mesmo para qualquer caso.

Fator de Cura Regenerativo: Se for ferida, Alessa ainda pode se curar em níveis super-humanos de velocidade e com ainda mais eficiência, podendo se regenerar de praticamente qualquer dano, exceto apenas membros perdidos.

Imortalidade: Nem a menina sabe como, mas, desde que despertou seus poderes, ela acabou se tornando imune aos efeitos do tempo, sendo assim efetivamente imortal (ou seja, seu corpo não se desgasta ou mesmo envelhece mais de forma alguma, e isso nunca acontecerá), o que também a tornou imune à qualquer tipo de doenças, venenos, toxinas e qualquer coisa do tipo que poderia afetar seu sistema biológico.

Linguagem Universal: De uma forma desconhecida, Alessa pode se comunicar e compreender toda e qualquer língua que exista no universo, sendo assim possível entender todas as raças que existem.

Transformação: Ao estar com Stormbreaker, além de várias outras habilidades místicas que a arma mágica lhe permite utilizar, Alessa também tem a capacidade de não apenas se transformar em sua forma divina, como também em várias outras variações de si mesma (como em uma forma adulta sua, ou ainda mais criança, ou envelhecida, ou modificar seus cabelos, etc...), além de também poder disfarçar sua arma como outros itens sem perder as suas capacidades e resistência.

Habilidades: Como reencarnada de um ser que antes fora escolhido como o guardião de sua raça, assim como também seu maior lutador, ela possui com isso grandes habilidades de combate, sendo dita até como uma das maiores guerreiras da galáxia conhecida quando se trata de combate, tanto armado quanto desarmado, como se ela tivesse naturalmente em seu ser uma experiência em treinos diversos de luta, sendo mesmo uma mulher hábil e feroz independente de onde luta.



 
Conte o histórico


O que você faria se tivesse o poder para mudar o mundo? Talvez escravizasse a humanidade, limpasse a sociedade dos maus e corruptos? Aproveitando todo o seu poder para ditar as leis no mundo, ou fazer o que quisesse, certo? Bom, eu conheço uma garota que conseguiu um poder assim, e não se corrompeu. Na realidade, ela praticamente morreu ao usar tudo o que tinha para tentar salvar um povo, mesmo sabendo que jamais seria lembrada por tal feito...

Quer saber um pouco mais sobre ela? Bem, pode ficar à vontade...

Em uma época em que os Estados Unidos estavam se recuperando do que foi chamada mais tarde de ''A Grande Depressão'', enquanto que o mundo presenciava o crescimento de toda aquela tensão entre as maiores potências da época, Alessa veio ao mundo, e com poucas chances reais de ter qualquer paz. Acontece que sim, mesmo com a época difícil em que a América vivia, sua família ainda conseguia viver bem, apesar de tudo, já que ao menos um dos pais de Alessa trabalhava com o governo e era muito importante lá dentro, só que ainda assim... nada era fácil...

O pai de Alessa era um ex-coronel do exército, trabalhava no serviço secreto do presidente quando fora realocado para cuidar dos assuntos externos, tendo em vista que talvez uma guerra estivesse próxima de eclodir. E era tudo ótimo na vida da família antes dessa pressão começar, pois com a esperança restaurada com o próximo do fim da grande depressão, eles eram felizes, sociáveis e transbordavam amor, mas, quando o mundo começou a caminhar para uma próxima guerra... com a pressão feita pelos seus chefes para ajudar com os planos contra uma possível ameaça contra a nação, o homem ficou mais agressivo em casa, e para evitar o risco de agredir alguma das suas amadas por causa do trabalho, ele resolveu se fechar mais, e com isso, se afastou cada vez mais das duas.

A mãe de Alessa, por outro lado, apesar de ser uma dona de casa e trabalhar como faxineira no museu local, ainda era esperta o bastante para poder dobrar o homem algumas vezes, mesmo zangado, por isso tentava de tudo para reunir a família outra vez, mesmo quando a guerra começou, mas de nada adiantou... Eles só se afastavam cada vez mais, e com isso, Alessa teve que crescer apenas com sua mãe praticamente, com seu pai às vezes até dormindo no trabalho... tudo pela nação...

De toda forma, ela ainda cresceu como uma menina deveria crescer. Cheia de amigas, com lindas bonecas e, claro, várias histórias de ninar! Ela adorava as histórias de ninar da mãe, pois sempre acabavam em finais felizes, e ela sempre gostava disso, um final justo para todas as pessoas de bem! Só que, acredita que ela nunca quis ser uma princesa? Na realidade, ela era quase como um menino em seu comportamento, pois era meio porca, adorava falar palavrões e até usar algumas roupas um tanto masculinas, o que era muito mal visto para a época, mas ainda assim ela não ligava, mesmo que seus pais odiassem pegá-la assim, e sempre a trocavam o mais rápido possível. Mas é claro que ela cresceu, e isso não melhorou viu?

Não é que ela tenha ficado rebelde, mas apenas seu comportamento mudou, já que, aos 11 anos, ela preferia se aventurar mais do que ficar na guarda da mãe, o que a trouxe muitos problemas sabe? Ela passou a invadir casas assombradas, caçar briga com meninos para provar à si mesma que podia se defender, e até mesmo seguia seu pai nas reuniões secretas que ele tinha, sobre os planos para acabarem com a guerra mundial que eles enfrentavam, a segunda em poucas décadas. Ela quase fez seu pai ser despedido por conta disso, e ela mesma foi quase executada, pois seria acusada de espionagem se fosse pega, mas por sorte, sempre foi seu pai que a encontrava quando ela fazia isso... Psicólogos que a mãe fez a filha frequentar, diziam que ela apenas estava querendo atenção do pai e não sabia como chamar, por isso fazia tanta besteira e se arriscava, pois sabia que seria pega ou iria confessar o que fez e seu pai iria lhe dar alguma atenção, ainda que não fosse de forma carinhosa. Mas Alessa nunca admitiu isso, talvez por conta de orgulho também... já que ela, segundo ela mesma, preferia ignorar aquele que ignorava sua existência, do que implorar para ele cumprir com seu dever de pai e lhe criar....

De toda forma, sua mãe não sabia como acalmá-la, então resolveu tentar distraí-la da única forma que ela sabia que funcionava desde pequena: histórias! Claro que as antigas não funcionariam com ela, pois ela não era mais uma garotinha que acreditava em contos de fadas... não, afinal, ela cresceu ouvindo o tempo todo sobre Nazistas e a morte que eles traziam, por culpa dos pensamentos em voz alta do pai na mesa de jantar, que vivia preocupado com seus amados por causa da guerra... Por conta disso, ela resolveu apelar para histórias de mitologias antigas, além de passear sempre com ela, conhecendo vários lugares dos Estados Unidos que ela nunca fora antes, para relaxar. E foi muito bem com isso, pois apresentou à menina um mundo diferente do que ela conhecia, e isso foi tudo para ela mudar!

Enquanto conhecia as florestas e as montanhas do seu país, Alessa foi aprendendo sobre as mitologias antigas e seus deuses, ouvindo as histórias de vários e vários heróis, deuses, deusas e reinos incríveis, de magia e guerra, que eram suas histórias preferidas! Ela acabava até levando consigo histórias do seu panteão favorito: o nórdico, principalmente dos seus livros que falavam do seu deus favorito entre os antigos, o poderoso Thor, deus do trovão. Ela vivia comentando dele e de seus feitos para a sua mãe e isso a deixava muito feliz, mas ainda que não falasse dele, Alessa nunca esquecia seu pai, e ficava chateada por ele não prestar atenção em si... o que ainda assim diminuiu a frequência com que ela aprontava com seu pai e se colocava em risco ao segui-lo escondida para ouvir suas reuniões, mas ainda assim isso acontecia.

De toda a forma, estava boa essa rotina da família. Enquanto o pai trabalhava, Alessa e sua mãe ficavam em casa falando sobre deuses e heróis antigos (quase sempre tendo Thor como assunto principal), quando a menina ficava zangada demais ou começava a aprontar demais, a mãe dela conseguia folga do trabalho para levar a menina para conhecer algum lugar novo, para distraí-la e acalmá-la, o que sempre funcionava, mas... sabe, uma hora as coisas acabam mudando, e quando se vive tão perto do perigo, é de se esperar que uma hora o caldo entorne, e após isso não dá mais para fingir que estava tudo bem...

O que houve é que, um uma dessas reuniões importantes que seu pai iria estar, Alessa acabou conseguindo seguir seu pai e, claro, como sempre, arrumou uma forma de escutar a conversa, só para depois esfregar na cara do seu pai que ''ela sabia de seus segredos'', ou qualquer outra coisa que uma criança adoraria fazer com os segredos de um adulto. Enfim, ela havia conseguido ouvir da tubulação o que conversavam, e ficou espantada ao ouvir os seus planos de bombardear duas cidades com suas ''novas bombas'', só para mostrar do que eram capazes e acabar com a guerra... E, olha, ela sempre teve um bom coração, que acreditava ainda nas histórias dos heróis que apareciam sempre para fazer o bem ou salvar uma nação, como nas mitologias antigas... então, já deve saber como ela ficou, não é?

Ela ficou quieta para poder falar com seu pai quando o mesmo estivesse em casa, e quando ele chegou... nossa, ela ficou tão furiosa, mas tão furiosa, que seu pai ficou impressionado. O mesmo homem que lutara em várias batalhas, havia ajudado nos planos contra Hitler e era tão agressivo, havia ficado assustado ao ver sua filha de 13 anos gritar consigo de forma tão feroz, sem nem se importar em o que ele era. Isso lhe deu orgulho, mas... ao mesmo tempo, quando ouviu dela o quanto ele era covarde por estar concordando com os outros militares sobre o plano de bombardear duas cidades inocentes só para testar seu poder de fogo, ele realmente abaixou a cabeça, envergonhado, e admitiu que sabia disso, mas que não tinha escolha... nenhum deles tinham... Ele deu a desculpa de que a população queria que seus inimigos pagassem, e se revoltariam se isso não acontecesse, se não fossem atendidos... mas Alessa não se importou, ela dizia que ele ainda estava errado em pelo menos não se levantar e se negar participar daquela atrocidade. Ela ficou decepcionada com o pai, e isso partiu o coração do mesmo, que pela primeira vez na vida começou à chorar, ao mesmo tempo que Alessa também, e cada um foi para um lado após aquilo...

Com ambos tristes, a mãe da menina tentou ajudar, apaziguar, mas não adiantou, eles estavam muito tristes com aquela decisão, e cada um deu seu jeito para tentar enfrentar aquele momento... Enquanto que o militar mergulhou nas bebidas para enfrentar sua decisão difícil, para afastar a filha de casa nesse momento triste da família, a matriarca decidiu levar a menina em outra viagem, para as planícies de Puget Sound, ver as florestas de lá, acampar, e tudo que pudessem fazer para distrair. O que era uma ótima ideia, mas não funcionou bem, pois a menina não parava de pensar na besteira que seu pai fez, e que ainda estava para ocorrer naquele dia, em que ela e sua mãe haviam chegado na floresta que tanto queriam conhecer...

Só que, o destino interveio. Pois, durante a caminhada da garota para reconhecer o local (enquanto a mãe arrumava o acampamento), ela acabou caindo em um buraco no chão, oculto por folhas, e se deparou com um local que... parecia ser uma caverna subterrânea, ou ao menos o interior de uma, e ela havia caído através de um buraco que algo havia aberto... Bem, ela não se machucou e tinha não apenas um espírito aventureiro, como também muita raiva, então não se importou em explorar um pouco a caverna.... Porém, nem precisou ir tão longe, pois ao encontrar aquele item que lhe lembrava algo muito, muito familiar, ela sentiu que já estava no lugar certo... Era como se tudo tivesse guiado-a para aquele momento, pois no momento em que ela olhou para aquele item com um brilho dourado e mágico praticamente jogado no chão da caverna, ela não conseguiu mais deixar de encará-lo, então, como se fosse uma criatura atraída por um objeto brilhante, ela caminhou na direção do tal item, e o pegou...

Foi aí que sua vida mudou. No momento em que ela tocou no item e o ergueu, ela sentiu o poder fluir do mesmo para si, como se ''ativasse'' algo nela que estava só esperando para surgir, e que acordou quando ela pegou aquele item, aquela arma, que imediatamente ela soube que se chamava de: Stormbreaker. Ela ainda não sabia quem ela era, ao pegar o martelo e se transformar pela primeira vez, mas sabia que tinha muito poder, e é claro que, com seu bom coração unido à sua frustração pela decisão errônea de seu pai e das demais autoridades, ela soube imediatamente o que fazer...

Como seu primeiro e último ato como a deusa do trovão, ela voou na direção das duas cidades que iriam ser bombardeadas naquele momento em que ela ''despertara'', ela decidiu que voaria até Hiroshima e Nagasaki e pararia as bombas, tudo para que os inocentes fossem salvos das decisões horríveis de seu pai... Só que, não deu certo.

Ela até que conseguiu voar, e em pouco tempo aprendeu à direcionar-se na direção das coordenadas que ela lembrava que haviam sido ditas na reunião de seu pai, foi muito boa em seu trajeto para a primeira vez usando seus poderes, mas ela se atrapalhou demais com isso, e foi o bastante para ela se atrasar... Ela se atrasou tanto que conseguiu à tempo apenas de tentar parar a segunda bomba nuclear, e ainda assim, não a alcançou à tempo, mesmo fazendo muito esforço para se aproximar da mesma e empurrá-la para o espaço com sua força... Porém, ela estava tão próxima da explosão da bomba nuclear que o seu poder combinado com a falta de experiência e os poderes da menina ainda recém-despertados em seu corpinho, fizeram a menina sofrer um impacto poderoso o bastante para nocaltea-la... e mais do que isso, acabou causando-lhe algum dano cerebral, por conta da sua resistência estar tão baixa naquele momento...

E foi assim que Alessa Whitemore morreu...

Na realidade, ela não morreu de verdade, mas em um sentido figurado, digamos assim. Afinal, quando acordou, ela perdeu cada memória de sua vida, não sabia quem eram seus pais ou quem ela mesma era, e isso a deixou realmente perdida, pois era uma pessoa completamente nova ali, diferente. Só que, para a sua sorte, a magia que havia a transformado antes acabou protegendo as suas coisas, então quando voltou para a sua forma 'normal', ela pôde checar seus pertences e ver que carregava seus documentos e... um dos livros sobre Thor, o deus do trovão asgardiano que ela tanto gostava. Só que, ela não entendeu isso tão bem como você deve estar imaginando... na realidade, a garotinha ficou é mais confusa ao tentar aquelas informações todas ao mesmo tempo, e acabou por se enrolar toda.

Tendo que descobrir sozinha o que houve consigo, ela imaginou que o livro que se encontrava em seus pertences não passava de uma pista sobre quem ela mesma era, e ter uma arma mística que ela sentia que era ligada à si logo ali do seu lado (sem contar, as lembranças que ela tinha de sua encarnação passada, como Bill Ray Beta e seus feitos, que a deixaram ainda mais confusa) naquela cidade destruída, não ajudou em nada com essa confusão. Ou seja, ela à partir de então começou a pensar que sua verdadeira identidade era a de Thor, ou melhor dizendo, a nova Thor, sucessora do deus asgardiano, destinada à ser a nova deusa dos raios que deveria proteger o mundo com todas as suas forças!

Isso era algo que ela realmente iria fazer, de um jeito ou de outro, mas tinha que ter cuidado, pois... bem, ela era muito tímida para se aceitar já como uma deusa, pois nunca quis ser venerada, então por isso ela também decidiu agir em prol da humanidade sempre em segredo, sem que ninguém a cultuasse ou mesmo admirasse, pois ela preferia assim mesmo, sem atenção e ninguém lhe chamando de deusa. Porém, o anonimato sue recentemente acabou, quando ela teve que aparecer para o público para enfrentar os vilões poderosos que ameaçavam a paz na Terra, e só então ela apareceu realmente como a deusa dos raios! Ainda que até hoje seja um pouco tímida, e por isso não gosta muito de ser chamada assim, pois não quer ser tão exaltada, já que tem suas próprias falhas e... bem... ela prefere ''a Thor'', e isso já está bem para ela.

Hoje, ela tomou a sua identidade de ''Alessa'' como um disfarce, assumindo que foi esse o nome que ela mesma escolheu antes, para andar entre as pessoas como uma comum, até precisar agir, e ela gosta disso! Por isso, ela hoje tenta viver como consegue, fazendo diversos tipos de entregas (claro, ela acaba tendo que usar seus poderes para ir bem nesse emprego, mas não machuca ninguém, então está tudo bem!) para ganhar dinheiro, e ao mesmo tempo estuda, para tentar saber mais do mundo, coisa que ela ainda não sabe, mesmo vivendo tanto tempo e tendo aprendido tanto sobre seus poderes... Mas quem pode culpá-la? Ter para sempre a sua idade... bem, não deve ser muito bom, mas ela ao menos tem uma boa família no albergue em que está ficando...

De toda forma, o que será que a vida tem para oferecer à deusa dos trovões?


 
Outras Coisas


  i. Referências para a reencarnada se encontram aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

  ii. Stormbreaker: É uma poderosíssima arma mística feita de uru e encantada com as mesmas propriedades do lendário martelo místico Mjolnir, o martelo de Thor o deus do trovão. Não sendo apenas tão resistente e durável quanto o mesmo, como também possui as suas mesmas capacidades e poderes mágicos, variando apenas da forma como a qual a sua dona a empunha. Alessa e essa arma parecem ter uma ligação mágica assim como Thor é com o Mjolnir, o que não só permite a ela uma intimidade única com essa arma, como também a permite guiá-la até a sua mão não importa onde esteja, ainda que haja muito para ela aprender sobre todos os poderes de Stormbreaker.

  iii. Alessa pode se transformar em uma versão mais velha sua com seu uniforme de deusa (através da magia de sua arma), que as pessoas normalmente chamam de deusa do trovão, mas ela chama simplesmente de a Thor. Ou, se quiser, ela não precisa se transformar, e pode utilizar os poderes de Stormbreaker em sua forma normal mesmo, de pré-adolescente.

  iv. Como Alessa estava ainda passando pelo período de adaptação de seu corpo aos seus recém adquiridos poderes, o grau dos mesmos ainda estavam baixíssimos se comparados aos dias de hoje, em que ela está totalmente acostumada com seus poderes, por isso na época em que sofreu com o impacto da bomba atômica ela acabou sofrendo um forte dano na cabeça, o que conseguiu apagar as suas memórias na época. Ainda que isso não possa acontecer hoje, devida a resistência enorme da personagem de hoje em dia. Essa parte foi adicionada na personagem apenas para efeito de história.

 


 
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Brooklyn, quase o tempo todo.

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